GLIF-ALL Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 04012.
COMPOSIÇÃO
GLIFOSATO (sal de isopropilamina) ……….....................................................................480 g/L (48% m/v) (Equivalente a ácido de N-(phosphonomethyl) glycine (GLIFOSATO)...........................360 g/L (36% m/v) Outros ingredientes .............................................................................................685,5 g/L (68,55% m/v)
GRUPO G HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: herbicida não seletivo de ação sistêmica do grupo químico: glicina substituída. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, sala 1407, Petrópolis. Porto Alegre/RS. CEP: 90.690-140. CNPJ: 07.118.931/0001-38. Fone: (51) 3013-8390. Nº reg. Est. Estado: 1788/08 - SEAPA/RS. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Grassato Técnico – Registro MAPA nº 04510. Huikwang Corporation 259 Section 1 Majia Road, Madou, Tainan 721010, Taiwan. IMPORTADORES: SOLUS INDÚSTRIA QUÍMICA LTDA. - Rodovia BR 376, nº 1441, Salas S5 e S6, Parque Industrial Zona Oeste II, Apucarana/PR. CEP: 86800762. CNPJ:21.203.489/0001-79. Nº reg. Est. Estado: 1007610 ADAPAR/PR. - Rodovia Gov. Leonel de Moura Brizola, S/N, Sala 8, Bairro Boa Vista, Carazinho/RS. CEP: 55900-000 CNPJ: 21.203.489/0002-50. Nº reg. Est. Estado: 10/20 - SEAPA/RS. - Avenida dos Canários, nº 416S – Sala 01, Lote 01 – Distrito Comercial Jose Aparecido Ribeiro – Nova Mutum/MT. CEP: 78450-000. CNPJ: 21.203.489/0003-30. Nº reg. Est. Estado: 29244 - INDEA/MT. BOCCHI E FABIAN LTDA – SOYAGRO INSUMOS AGRÍCOLAS - Rua Ulisses Guimarães, 51, Loteamento Valo, Sorriso-MT. CNPJ: 20.592.081/0001-73. Nº reg. Est. Estado: 17753 - INDEA/MT. AGRO FAUNA COMÉRCIO DE INSUMOS LTDA. - Rua Jair Martins Mil Homens, 500, Sala 515-B, Cep:15.090-080, Vila São José, São José do Rio Preto/Sp. Cnpj: 47.626.510/0001-32. Nº reg. Est. Estado:4305 -CDA/SP. AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. - Rod. BR 364, KM 20, SN, Zona Rural, Cuiabá, MT, CEP: 78.098-970. CNPJ: 77.294.254/0050-72. Nº reg. Est. Estado: 20435 -INDEA/MT. - Rod. BR 163 Km744, 2461, Expansão Urbana, Sorriso, MT, CEP: 78890-000. CNPJ:77. 294. 254/007792. Nº reg. Est. Estado: 22956 – INDEA/MT. - Rodovia BR 435, Km 113, CEP: 76997-000, Bairro: Zona Rural, Cerejeiras/RO. CNPJ; 77.294.254/0022-19. Nº reg. Est. Estado: 0001655 – IDARON/RO. - Av. Ville Roy N° 7492, Bairro: São Vicente, CEP: 69303-445, Boa Vista/RR. CNPJ: 77.294.254/007954. Nº reg. Est. Estado: 1420025 ADERR/RR. Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, Sala 1407– Bairro Petrópolis – Porto Alegre – RS – 90690-140 Página 1 de 19
- Rodovia PA 125, Quadra 03, Lote 15, CEP: 68628-557, Paragominas/PA, CNPJ:77.294.254/0083-30. Nº reg. Est. Estado: 004.23 ADEPARÁ/PA. FIAGRIL LTDA. - Av. da Produção, 2330-W, Quadra 999, Lote 26, Sala 01, Bairro Bandeirantes. Lucas do Rio Verde/SP, CEP: 78.455-000. CNPJ: 02.734.023/0013-99. Nº reg. Est. Estado: 21733 – INDEA/MT. PRODUTÉCNICA NORDESTE COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS. - Av. Getúlio Vargas, 415, Setor Industrial, Balsas/MA – CEP: 65800-000. CNPJ:10.211.971/0001-34. Nº reg. Est. Estado: 342-AGED/MA. - Quadra 12 Sul, QI 08, LT 15, LO 19 – Plano Diretor Sul, Palmas/TO. CEP 77.02.-118. CNPJ: 10.211.971/0006-49. - Av. Francisco Orellana, 294, Loteamento Jd. Das bandeiras, Gurupi/TO. CEP 77.420-210. CNPJ: 10.211.971/0007-20. - Av. Perimetral Serra do Centro, s/n, Centro, Campos Lindos/TO, CEP: 77.777-000. CNPJ: 10.211.971/0004-87. - Rodovia BR 135, Km 357, s/n, Bairro São Pedro, Bom Jesus/PI, CEP 64.900-000. CNPJ: 10.211.971/0002-15. Nº reg. Est. Estado: 368 – ADAPI/PI. AGRÍCOLA ALVORADA S.A. - R do Comércio, 1549, Armz 01(Um), Parque Industrial, Primavera do Leste/MT. CNPJ: 04.854.422/0001-85 e CNPJ: 04.854.422/0002-66. Nº reg. Est. Estado:20735 – INDEA/MT. FORMULADORES: Prentiss Química Ltda. PR 423, Km 24,5, s/nº, Campo Largo, PR. Brasil. CEP 83.603-000. CNPJ 00.729.422/0001-00. Nº reg. Est. Estado:002669 – SEAB/BA. Sipcam Nichino S/A. Rua Igarapava, 599. Distrito Industrial III. Uberaba/ MG.CEP: 38044-755. CNPJ: 23.361.306/0001-79. Nº reg. Est. Estado: 701-332-IMA/MG. Servatis SA. Rod. Presidente Dutra, km 300,5. Parque. Embaixador. Resende, RJ. Brasil. CEP 27.537-000. CNPJ: 06.697.008/0001-35. Cadastro da empresa no Estado (FEEMA) n° LO FE009203. Shanghai Hui Kwang Chemical Co., Ltd. Mian Zhang Village, Tairi Town, Fengxian County, Shanghai. China. CHD’s Agrochemicals SAIC. Supercarretera km 9, Campo Tacuru, Hernandarias, Paraguai. Huikwang Corporation. 259 Section 1 Majia Road, Madou, Tainan 721010, Taiwan.
| Nº de lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: EM SEU PODER. Indústria Brasileira (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º e 273º do Decreto Nº 7.212, de 15 de Junho de 2010) Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, Sala 1407– Bairro Petrópolis – Porto Alegre – RS – 90690-140 Página 2 de 19
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo. CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Classe III - Perigoso Ao MeioAmbiente. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA INSTRUÇÕES DE USO: GLIF-ALL é um herbicida de ação sistêmica, não seletivo, do grupo químico da glicina substituída, na formulação Concentrado Solúvel. O produto é indicado para o controle, não seletivo total, de plantas infestantes anuais e perenes, tanto monocotiledôneas e dicotiledôneas, em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) nas culturas de café, cana-deaçúcar e citros; aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto, para as culturas de algodão, soja, milho; em cana-deaçúcar, na eliminação da soqueira, arroz e trigo. Aplicação em pós-emergência (das plantas daninhas e das culturas) nas culturas de: maçã, pastagem, soja resistente ao glifosato e uva. PLANTAS DANINHAS, DOSES, INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
| CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial (L/ha) |
|---|---|---|
| Algodão Café Cana-de-açúcar Milho Soja | Capim papuã (Brachiaria plantaginea) | 1,0 a 2,0 |
| Capim carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,5 | |
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,5 | |
| Capim colchão (Digitaria horizontalis) | 1,5 - 2,0 | |
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2 | |
| Azevém (Lolium multiflorum) | 2,0 - 3,0 | |
| Arroz vermelho (Oryza sativa) | 3 | |
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,0 - 1,5 | |
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1 | |
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,5 | |
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 2 | |
| Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3 | |
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | 2 | |
| Caruru (Amaranthus viridis) | 2 | |
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 2 | |
| Beldroega (Portulaca oleracea) | 2 | |
| Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 2 | |
| Serralha (Sonchus oleraceus) | 2 |
Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, Sala 1407– Bairro Petrópolis – Porto Alegre – RS – 90690-140 Página 3 de 19
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 3 | |
|---|---|---|
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 1,5 – 3,0 | |
| Corda-de-viola (Ipomoea quamoclit) | 4 | |
| Trevo (Trifolium repens) | 4 | |
| Junquinho (Cyperus ferax) | 2,5 – 3,5 | |
| Grama-comprida (Paspalum dilatatum) | 2 | |
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,5 - 4,0 | |
| Capim-rabo-de-burro (Andropogon bicornis) | 4 | |
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 4,0 - 5,0 | |
| Tiririca (Cyperus rotundus) | 4,0 - 5,0 | |
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | 4,0 - 5,0 | |
| Capim-da-roça (Paspalum urvillei) | 4 | |
| Capim-massambara (Sorghum halepense) | 4 | |
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 1 | |
| Maria-mole (Senecio brasiliensis) | 1,5 | |
| Erva-lanceta (Solidago chilensis) | 2 | |
| Guanxuma (Sida cordifolia) | 3 | |
| Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 3 | |
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3 | |
| VOLUME DE CALDA TERRESTRE: 150-400 L/ha NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes é próxima e/ou durante a floração. No caso das plantas infestantes anuais, o melhor período é entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. Realizar somente uma aplicação por safra da cultura. |
| CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial (L/ha) |
|---|---|---|
| Arroz Citros Maçã Pastagem Trigo Uva Soja transgênica | Arroz vermelho (Oryza sativa) | 3 |
| Capim arroz (Echinochloa colona) | 2 | |
| Capim carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,5 | |
| Capim colchão (Digitaria horizontalis) | 2 | |
| Capim colchão (Digitaria sanguinalis) | 2 | |
| Capim favorito (Rhynchelitrum repens) | 3 | |
| Capim gordura (Melinis minutiflora) | 6 | |
| Capim marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1 | |
| Capim pé de galinha (Eleusine indica) | 2 | |
| Capim rabo de raposa (Setaria geniculata) | 2 |
Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, Sala 1407– Bairro Petrópolis – Porto Alegre – RS – 90690-140 Página 4 de 19
| Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3 | |
|---|---|---|
| Beldroega (Portulaca oleracea) | 2 | |
| Carrapicho de carneiro (Acanthospermum hispidum) | 2 | |
| Caruru roxo (Amaranthus hybridus) | 2 | |
| Cravo de defunto (Tagetes minuta) | 2 | |
| Dente de leão (Taraxacum officinale) | 2 | |
| Lanceta (Eclipta alba) | 4 | |
| Falsa serralha (Emilia sonchifolia) | 2 | |
| Losna branca (Parthenium hysterophorus) | 2 | |
| Maria pretinha (Solanum americanum) | 1 | |
| Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 2 | |
| Picão branco (Galinsonga parviflora) | 1 | |
| Picão preto (Bidens pilosa) | 1 | |
| Poaia branca (Richardia brasiliensis) | 3 | |
| Serralha (Sonchus oleraceus) | 2 | |
| Tanchagem (Plantago tomentosa) | 3 | |
| Vassourinha (Malvastrum coromandelianum) | 2 | |
| Buva (Conyza bonariensis ) | 4,0-6,0 | |
| Capim amargoso (Digitaria insularis) | 2,0-4,0 | |
| Capim angola (Brachiaria mutica) | 6 | |
| Capim braquiária (Brachiaria decumbens) | 4 | |
| Capim colchão (Panicum maximum) | 2,0-5,0 | |
| Capim gengibre (Paspalum maritimum) | 2,0-4,0 | |
| Capim kikuio (Pennisetum clandestinum) | 3,0-5,0 | |
| Grama batatais (Paspalum notatum) | 5 | |
| Grama seda (Cynodom dactylon) | 5 | |
| Junquinho (Cyperus ferax) | 3 | |
| Tiririca (Cyperus rotundus) | 5 | |
| Tiriricao (Cyperus esculentus) | 5 | |
| Almeirão do campo (Hypochoeris radicata) | 2 | |
| Assa peixe (Vernonia ferruginea) | 4 | |
| Vassourinha (Baccharis dracuncufolia) | 6 | |
| Falsa dormideira (Chamaecrista nictitans) | 4 | |
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3 | |
| Língua de vaca (Rumex obtusifolius) | 3 | |
| Maria mole (Senecio brasiliensis) | 2 | |
| VOLUME DE CALDA TERRESTRE: 150-400 L/ha |
Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, Sala 1407– Bairro Petrópolis – Porto Alegre – RS – 90690-140 Página 5 de 19
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Maçã, Uva e Citros: aplicar o produto Glif-All sobre as plantas infestantes em área total da rua e carreadores, em faixas ou coroamentos ou então, somente onde houver manchas de mato; evitando-se atingir as folhas das culturas. Pastagens: aplicar dirigido às manchas de mato, ou em pré-plantio, no caso de pastagem artificial. Arroz e Trigo: aplicar em área total no pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Soja geneticamente modificada resistente ao glifosato: aplicar apenas para as plantas infestantes que requerem até 3,0 L/ha de Glif-All. A aplicação é feita em pós – emergência quando a soja estiver no estágio a partir do 3º trifólio. Realizar somente uma aplicação por safra da cultura.
| ELIMINAÇÃO DE SOQUEIRA DE CANA-DE-AÇÚCAR | ||
|---|---|---|
| Dose de aplicação PC L/ha | IA/ha (gramas) | Volume de calda L/ha |
| 5,0 – 6,0 | 2.400 - 2.880 | 150 - 400 |
| INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: A aplicação do produto deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do solo, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. |
ELIMINAÇÃO DE SOQUEIRA DE CANA-DE-AÇÚCAR Dose de aplicação PC L/ha IA/ha (gramas) Volume de calda L/ha 5,0 – 6,0 2.400 - 2.880 150 - 400 INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: A aplicação do produto deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do solo, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
MODO DE APLICAÇÃO
GLIF-ALL deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água. Aplicar o produto em jato dirigido ou protegido, tomando-se o devido cuidado de tal forma a não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem). No sistema de plantio direto, aplicar o produto antes do plantio da cultura. Aplicar em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas das plantas infestantes que se deseja o controle. Para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplicar o produto sobre as folhas em área total. Equipamentos de aplicação: GLIF-ALL deve ser aplicado através de pulverizadores costal manual, pressurizado, pulverizador tratorizado ou através de aeronave agrícola. Os equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados a cada tipo de bico. Tipos de equipamentos: Tratorizado convencional: vazão: 80-400 L/ha; pressão: 30-40 Lb/pol²; tamanho de gotas: 300-600 µm; densidade: 30-40 gotas/cm² Bentley BT-3: vazão: 80-120 L/ha; pressão: 40-60 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-300 µm; densidade: 50-100 gotas/cm² Costal manual: Vazão: 150-200 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-400 µm; densidade: 20-30 gotas/cm² Vazão: 300-400 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-600 µm; densidade: 2030gotas/cm². Pulverização aérea: barra com bicos para aeronaves de asa fixa: Volume de aplicação 40-50 L/ha; altura de vôo - 4-5 m do topo da cultura; largura da faixa de deposição: 15 m; tamanho de gotas: 110-120 µm; densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm² (DMVAv. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, Sala 1407– Bairro Petrópolis – Porto Alegre – RS – 90690-140 Página 6 de 19
420-450 m); bicos de pulverização: jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420-450 m à pressão de 15-30 psi. Condições climáticas: temperatura máxima: 28ºC; umidade relativa (mínimo): 55%; velocidade do vento (máximo): 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva. INSTRUÇÕES PARA PREPARO DA CALDA DE PULVERIZAÇÃO: Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar GLIF-ALL. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo e durante a operação de sua aplicação. LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE PULVERIZAÇÃO: Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Cultura Intervalo (dias) Café ........................ Citros ........................ Algodão, cana-de-açúcar (pré-plantio), milho Soja ........................ ........................ ........................ (1) (2) (1) Soja Transgênica ........................ Uva ........................ Maçã ........................ Arroz e Trigo ........................ (1) Pastagem ........................ (1) (1) não determinado, devido à modalidade de emprego; (2) não determinado quando o produto for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e em pré-emergência da cultura.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. Somente utilizar as doses recomendadas. Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, Sala 1407– Bairro Petrópolis – Porto Alegre – RS – 90690-140 Página 7 de 19
O produto deve ser aplicado quando as condições de desenvolvimento das plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico, ou seja, em condições de seca ou excesso de água. 1.800 g/ha (formulações SL/SC e WG/SG) nas aplicações costal, estacionária/semiestacionária e tratorizada. metros para doses acima de 3.700 g/ha (formulação SL/SC) nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40 metros do limite externo da plantação. Cabe ao usuário seguir as orientações do receituário e as instruções contidas na bula do produto a fim de evitar deriva.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA DE PLANTAS INFESTANTES: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado; Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas; Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas; Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, Sala 1407– Bairro Petrópolis – Porto Alegre – RS – 90690-140 Página 8 de 19
www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO G HERBICIDA O produto herbicida GLIF-ALL é composto por glifosato, que apresenta mecanismo de ação – Inibidores de EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
“ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA”
PRECAUÇÕES GERAIS
Produto para uso exclusivamente agrícola; O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, toucas árabes e luvas; Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral / viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, Sala 1407– Bairro Petrópolis – Porto Alegre – RS – 90690-140 Página 9 de 19
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral / viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, Sala 1407– Bairro Petrópolis – Porto Alegre – RS – 90690-140 Página 10 de 19
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. • Pode ser nocivo se ingerido. Pode ser nocivo em contato com a pele. Nocivo se inalado. ATENÇÃO PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: ANTENÇÃO: PODE SER NOCIVO SE INGERIDO. Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: ATENÇÃO: PODE SER NOCIVO EM CONTATO COM A PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: ATENÇÃO: NOCIVO SE INALADO. Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR GLIF-ALL –
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo Químico | Glicina substituída |
|---|---|
| Classe Toxicológica | Categoria 5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo |
| Vias de exposição | Oral, dérmica, ocular e inalatória. |
| Toxicocinética | Em mamíferos, o Glifosato é pobremente absorvido pela via oral, não é metabolizado e é excretado principalmente inalterado. Aproximadamente (70-80) % da dose administrada é eliminada nas fezes e (20-30) % na urina, nas primeiras 72 horas. O único metabólico excretado, encontrado em pequenas quantidades foi o ácido aminometílico fosfônico (AMPA). Menos de 1% da dose absorvida permaneceu principalmente no fígado, intestino delgado e nos ossos. Experiências em humanos sugerem que a meia vida do Glifosato é de (2-3) horas. Absorção dérmica foi baixa em modelo experimental in vitro para pele humana (2,3%). Esta baixa absorção foi confirmada também em estudos em macacos. Não tem potencial de acumulação. Não foi detectável no leite de vaca ou nos ovos de galinhas. |
| Toxicodinâmica | Nas plantas age indeferindo na síntese dos aminoácidos fenilalanina, tirosina e triptofano. Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos. Tem sido proposto o desacoplamento, da fosforilação oxidativa |
Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, Sala 1407– Bairro Petrópolis – Porto Alegre – RS – 90690-140 Página 11 de 19
| que é uma via metabólica que utiliza energia libertada pela oxidação de nutrientes de forma a produzir trifosfato de adenosina (ATP). Em baixas concentrações não tóxicas ele causa efeito de desregulação sobre a enzima Aromatase em células de placenta humana in vitro, reduzindo a atividade da enzima aromatase e reduzindo a expressão da proteína StAR (proteína de regulação rápida da esteroidogênese). | |
|---|---|
| Sintomas e sinais clínicos | Obs: a relativa contribuição do solvente, surfactante, outros componentes ou do Glifosato na intoxicação é controversa. O solvente pode ser responsável por muitos dos efeitos especialmente se o produto for inalado em grandes quantidades. Surfactante podem causar efeitos sistêmicos. Toxicidade aguda: o Glifosato pode causar em humanos: Sinais e Sintomas: Dérmico: Irritação de pele. Prolongada exposição dérmica pode causar queimaduras. Não foi sensibilizante dérmico. Ocular: Irritação. Respiratório: Irritação. Oral: Irritação da boca e faringe, náuseas, vômitos e epigastralgia. Sistêmico (Nos casos graves): Choque, arritmias, parada cardíaca, insuficiência respiratória, edema pulmonar, pneumonia aspirativa, acidose metabólica, leucocitose, elevação de enzimas hepáticas, alteração da consciência, nistagmo, necrose de mucosa e hemorragia gastrointestinal, íleo paralitico, diarreia prolongada e óbito. Tem sido relatado rabdomiólise após auto-administração de Glifosato IM. Fatores de mal prognóstico: edema pulmonar, insuficiência respiratória ou renal, acidose grave e ehipercalemia. Toxicidade crônica: Não é carcinogênico, mas suspeito de ser desregulador endócrino. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicaçãoaguda, trate o paciente imediatamente. Os níveis séricos de Glifosato não são úteis na intoxicação. |
| Tratamento | Antídoto: não há antítodo específico. Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte. Exposição Oral: Diluição: imediatamente após a ingestão, irrigar a boca com água ou leite. Considere descontaminação logo após ingestão (até 1 hora) de uma grande quantidade do produto, utilizando aspiração nasogástrica ou orogástrica (não recomendada lavagem gástrica ou carvão ativado). Não provocar vômito. Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam (adultos = 5-10 mg; crianças = 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10-15 minutos) ou Lorazepam (adultos: 2-4 mg; crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol na recorrência das convulsões em >5 anos. Endoscopia: considere em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica para avaliar a extensão do dano. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. |
Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, Sala 1407– Bairro Petrópolis – Porto Alegre – RS – 90690-140 Página 12 de 19
| Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. O suporte cardiovascular é essencial, pois um choque intratável tem sido a primeira acusa de morte em intoxicações por Glifosato. Hipotensão: infundir (10-20) ml/kg de líquido isotônico. Se a hipotensão persistir, administrar Dopamina (5-20 µg/kg/min) ou Norepinefrina (adulto: começar infusão de 0,5-1 µg/min; crianças: começar com 0,1µg/kg/min). Tratar acidose metabólica grave com Bicarbonato de sódio e incrementar a ventilação minuto em pacientes intubados. Hemodiálise é indicada na insuficiência renal. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Exposição Inalatória: Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com β2-agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral. Exposição Ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista. Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú). Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto. | |
|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. |
| Efeito das interações químicas | Os solventes podem potencializar a toxicidade. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque- Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: 0800 110 8270 Pró-Química. Endereço Eletrônico da Empresa: www.alamosbrasil.com.br Correio Eletrônico da Empresa: contato@alamosbrasil.com.br |
Mecanismos de ação, absorção e excreção para animais de laboratório: Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica no quadro acima. Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, Sala 1407– Bairro Petrópolis – Porto Alegre – RS – 90690-140 Página 13 de 19
Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral para ratos: >5000 mg/kg mg/kg p.c./dia DL50 dérmica para ratos: > 4000 mg/kg mg/kg p.c./dia CL50 inalatória em ratos (4 horas): >1,532 mg/L Irritabilidade cutânea em coelhos: Não causou lesões na pele de coelhos Irritabilidade ocular em coelhos: Não causou lesões oculares em coelhos. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante. Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos. O produto não é mutagênico Efeitos crônicos: em estudos crônicos provocou lesões pancreáticas em ratos, com incremento nos níveis plasmáticos da glicose, ureia, fosfatase alcalina, fósforo e potássio. Não demonstrou efeitos carcinogênicos ou mutagênicos. Em estudos sobre genotoxicidade, o Glifosato foi positivo na análise citogenética e induziu intercambio de cromátides irmãs em linfócitos bovinos. Alterações esqueléticas e incremento na dilatação tubular focal renal foram observados em filhotes de ratas prenhas expostas ao Glifosato a doses muito altas. Efeitos reprodutivos (diminuição na libido, no volume de ejaculação e alterações no esperma e sémen) foram observados em coelhos tratados com Glifosato. É suspeito de ser desregulador endócrino. Estudos in vitro têm mostrado que Glifosato afeta a produção de progesterona em células de mamíferos e pode incrementar a mortalidade de células placentárias. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. 1PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III). Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, Sala 1407– Bairro Petrópolis – Porto Alegre – RS – 90690-140 Página 14 de 19
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. 2INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DE PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a empresa ALAMOS DO BRASIL LTDA. Telefone de emergência 0800 110 8270 Pró-Química. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, Sala 1407– Bairro Petrópolis – Porto Alegre – RS – 90690-140 Página 15 de 19
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até % do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, Sala 1407– Bairro Petrópolis – Porto Alegre – RS – 90690-140 Página 16 de 19
TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, Sala 1407– Bairro Petrópolis – Porto Alegre – RS – 90690-140 Página 17 de 19
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, Sala 1407– Bairro Petrópolis – Porto Alegre – RS – 90690-140 Página 18 de 19
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Os alvos Aechynomene rudis, Ageratum conyzoides, Emilia sonchiflora, Galinsoga parviflora, Ipomoea quamoclit, Sida cordifolia e Sida glaziovii estão com restrição de uso no estado do Paraná. Os alvos Baccharis dracunculifolia, Chamaecrista nictitans, Cyperus esculentus, Echinochloa colona, Eclipta alba, Hypochoeris radicata, Malvastrum coromandelianum, Plantago tomentosa, Rumex obtusifolius, Senecio brasiliensis, Setaria geniculata, Solanum americanum, Tagetes minuta, Taraxacum officinale, Vernonia ferruginea, estão com restrição de uso para a cultura do Citros no estado do Paraná. Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, Sala 1407– Bairro Petrópolis – Porto Alegre – RS – 90690-140 Página 19 de 19