Bula oficial · registro MAPA nº 615

Bula do Glider 720 SC

Bula completa do Glider 720 SC (registro MAPA nº 615), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: clorotalonil.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 18 páginas no PDF.

GLIDER 720 SC Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob no 0615

COMPOSIÇÃO

Tetrachloroisophthalonitrile (CLOROTALONIL)........................................................................ 720,0 g/L (72,00% m/v) Outros Ingredientes................................................................................................................. 620,7 g/L (62,07% m/v) GRUPO M5 FUNGICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida não sistêmico de ação por contato GRUPO QUÍMICO: Isoftalonitrila TIPO DE FORMULACAO: Suspensão concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO (*): ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA. Rua Luís Correia de Melo, 92 - 23º andar - Vila Cruzeiro - São Paulo/SP - CEP: 04726-220 - CNPJ: 01.789.121/0001-27 - Fone: (0XX11) 4750-3200 - Cadastro no estado (CDA/SP) nº 385. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Clorotalonil Técnico Rainbow - Registro MAPA nº 9317 - Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd. - Binhai economic Development Area, 262737, Weifang, Shandong - China. Chlorothalonil Técnico Rotam - Registro MAPA nº 005913 - Shandong Dacheng Agrochem Co., Ltd. - Nº. 25 Honggou Road, Zhangdian Zibo, Shandong - China. Chlorothalonil Técnico RTM - Registro MAPA nº 24616 - Jiangsu Weunite Fine Chemical Co. Ltd. - Jinger Road, Industry Chemical Park Xinyi, Jiangsu - China. Chlorothalonil Técnico Sulonil - Registro MAPA nº TC13025 - Suli (Ningxia) Chemicals Co., Ltd. - Dunhou Road, Internacional Chemical Park Ningdong Energy and Chemical Base 750411 - Ningdong Town, Ningxia, China. Clorotalonil Técnico Agrisor - Registro MAPA nº 24116 - Jiangsu Xinhe Agrochemical Co., Ltd. - nº 19 Xingang Road, Economic Development Zone - 221400 Xinyi, Jiangsu - China. Jiangsu Xinhe Agrochemical Co., Ltd. - No. 55, Jingjiu Road, Economic Development Zone, 221400, Xinyi City, Jiangsu, Province China. FORMULADOR: Albaugh Agro Brasil Ltda. - Avenida Basileia, 590 - Manejo, CEP: 27521-210, Resende/RJ - CNPJ Nº 01.789.121/000470Cadastro no estado (INEA/RJ) CTA nº IN001504. Jiangsu Rotam Chemistry Co. Ltd. - nº 88 Rotam Road - Economic & Technical Development Zone - Kunshan, Jiangsu Province, China. Jiangsu Xinhe Agrochemical Co., Ltd. - No. 55, Jingjiu Road, Economic development zone, Xinyi City, Jiangsu Province - China. Jiangsu Weunite Fine Chemical Co., Ltd. - Jinger Road, lndustry Chemical Park, Xinyi City, Jiangsu Province - China. Jiangyin Suli Chemical Co., Ltd. - N° 7, Runhua Road, Ligang Town, Jiangyin City, Jiangsu Province, 214444, P.R. China. Limin Chemical Co., Ltd. - Economic Development Zone, Xinyi, Jiangsu, China.

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Shandong Dacheng Bio-chemical Co., Ltd. - No.222, ChangGuo East Road, Zhangdian District, Zibo City, Shandong Province - China. IMPORTADORES: BRA Defensivos Agrícolas Ltda. - Rua São José, 550, Bairro Centro - CEP: 13400-330, Piracicaba/SP - CNPJ: 07.057.944/0001-44 - Registro/Estado: 879 CDA/SP. CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. - Rua Antonio Amboni, 323, Quadra 03, Lote 06, Parque Industrial - CEP: 85877-000 São Miguel do Iguaçu/PR - CNPJ: 18.858.234/0001-30 - Cadastro no estado (ADAPAR/PR) nº 4001. Cropchem Ltda. Matriz: Avenida Cristóvão Colombo, 2834, conj. 803-804, bairro Floresta - CEP: 90560-002Porto Alegre/RS - CNPJ: 03.625.679/0001-00 - Cadastro no estado (SEAPA/RS) nº 1190/00. Filiais: BR 386, km 173,5 S/N, bairro Boa Vista, Carazinho/RS - CEP: 99500-000 - CNPJ: 03.625.679/0004-45 - Cadastro no estado (SEAPA/RS) nº 219/12. Rodovia Mello Peixoto, 9916, Bl 2 Sl C Lote K-2 - bairro Jd Santa Adelaide - Cambé/PR - CEP: 86192-170 - CNPJ: 03.625.679/0003-64 - Cadastro no estado (ADAPAR/PR) nº 003354.

No. do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

PODER. É OBRIATÓRIA A DEVOLUÇÃODA EMBALAGEM VAZIA. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA CATEGORIA 3 - PRODUTO MODERADAMENTE TÓXICO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: GLIDER® 720 SC é um fungicida foliar não sistêmico com ação protetora, indicado para o tratamento de doenças da parte aérea das culturas de amendoim, banana, batata, berinjela, cebola, cenoura, feijão, maçã, mamão, melão, melancia, milho, pepino, rosa, soja, tomate, trigo e uva através de aplicação foliar. Atua na conjugação e diminuição de thios, principalmente glutatione, provenientes das células germinativas dos fungos, rompendo primeiramente a glicose e consequentemente a produção de energia, encabeçando a fungistase e ação fungicida. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 2 de 18

CULTURAS, DOENÇAS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

CULTURASDOENÇASDOSE produto comercial1Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕESVOLUME
Nome comumDE CALDA
(Nome científico)(L/ha)
AMENDOIMMancha-preta1500 - 2000 ml/ha03TERRESTRE 300 - 500 AÉREA 10 - 40
(Pseudocercospora personata)
Cercosporiose
(Cercospora arachidicola)
Mancha-barrenta1750 – 2400 ml/ha
(Phoma arachidicola)
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar logo aos primeiros sintomas das doenças.
Manter a lavoura monitorada e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 10 - 14
dias.
Usar maior dose em condições de alta incidência do patógeno na área e/ou condições
favoráveis ao desenvolvimento da doença.
BANANAMal-de-Sigatoka (Mycosphaerella musicola)700 - 1350 ml/ha04TERRESTRE
250 - 500
AÉREA
10 - 40
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Iniciar as aplicações em novembro, logo no surgimento dos sintomas. Repetir a cada 15 dias
até fins de maio ou início de junho.
Usar maior dose em condições de alta incidência do patógeno na área e/ou condições
favoráveis ao desenvolvimento da doença.
BATATARequeima1750 - 2000 ml/ha02TERRESTRE
(Phytophthora infestans)600 - 900
Pinta-preta (Alternaria solani)
AÉREA
10 - 40
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar preventivamente, logo após a emergência da cultura, e repetir 7 dias após a primeira
aplicação.
Usar maior dose em condições de alta incidência do patógeno na área e/ou condições
favoráveis ao desenvolvimento da doença.
BERINGELAPodridão-de-Ascochyta (Phoma exigua var. exigua)300 ml/100L de água05TERRESTRE
800
AÉREA
10 - 40
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença.
Manter a lavoura monitorada e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7dias.
CEBOLAMancha-púrpura2000 ml/ha05TERRESTRE
(Alternaria porri)800
Míldio (Peronospora destructor)
AÉREA
10 - 40

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CULTURASDOENÇASDOSE produto comercial1Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕESVOLUME
Nome comumDE CALDA
(Nome científico)(L/ha)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Manter a lavoura monitorada
e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7dias.
CENOURAMancha-de-alternaria (Alternaria dauci)300 ml/100L de água05TERRESTRE
800
AÉREA
10 - 40
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Manter a lavoura monitorada
e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7 dias.
FEIJÃOAntracnose2000 ml/ha04TERRESTRE
(Colletotrichum300 - 500
lindemuthianum)
Mancha-angular1750 - 2000 ml/haAÉREA
(Phaeoisariopsis griseola)10 - 40
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Antracnose: Aplicar logo aos primeiros sintomas das doenças. Manter a lavoura monitorada e
reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7 dias.
Mancha-angular: Aplicar por volta dos 20 dias após a germinação, ou logo aos primeiros
sintomas das doenças. Manter a lavoura monitorada e reaplicar, dependendo da evolução da
doença, a cada 10 dias. Usar maior dose em condições de alta incidência do patógeno e/ou
condições favoráveis ao desenvolvimento da doença.
MAÇÃAntracnose200 ml/100 L d’água03TERRESTRE
(Colletotrichum1,5 - 2,0
gloeosporioides)L/planta
Sarna-da-macieira (Venturia inaequalis)170 ml/100 L d’água
AÉREA
10 - 40 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Iniciar as aplicações no início da brotação e repetir a cada 7-10 dias.
MAMÃOVaríola (Asperisporium caricae)300 ml/100L de água05TERRESTRE
800
AÉREA
10 - 40
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Manter a lavoura monitorada
e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 14 dias.
MELANCIAMíldio (Pseudoperonospora cubensis)300 ml/100L de água05TERRESTRE
800
AÉREA
10 - 40
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Manter a lavoura monitorada
e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7 dias.

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CULTURASDOENÇASDOSE produto comercial1Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕESVOLUME
Nome comumDE CALDA
(Nome científico)(L/ha)
MELÃOAntracnose (Colletotrichum orbiculare)278 ml/100L de água04TERRESTRE
600 - 900
MíldioAÉREA
(Pseudoperonospora cubensis)10 - 40
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças. Manter a lavoura monitorada e
reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7 - 10 dias.
MILHOMancha-foliar (Phaeosphaeria maydis)1500 - 2000 ml/ha03TERRESTRE
150
AÉREA
20 - 40
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Iniciar as aplicações de forma preventiva, sendo a primeira aplicação realizada quando a
cultura apresentar de 6 a 8 folhas (V6 a V8), a segunda aplicação na emissão da folha bandeira
(pré pendoamento) e a terceira até 14 dias após a segunda aplicação.
Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de
variedades tolerantes. Já as doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da
doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região),
associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo.
PEPINOMíldio (Pseudoperonospora cubensis)300 ml/100L de água05TERRESTRE
800
AÉREA
10 - 40
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Manter a lavoura monitorada
e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7 dias.
ROSAMancha-negra (Diplocarpon rosae)300 ml/100L de água05TERRESTRE
800
AÉREA
10 - 40
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Manter a lavoura monitorada
e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7 dias.
SOJAMíldio (Peronospora manshurica)1400 - 2000 ml/ha02TERRESTRE 200 - 500 AÉREA 30 - 40
Mancha-parda
(Septoria glycines)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Efetuar a primeira aplicação no florescimento e a segunda de 15 a 20 dias após a primeira.
Usar maior dose em condições de alta incidência do patógeno na área e/ou condições
favoráveis ao desenvolvimento da doença.
TOMATERequeima175 - 20004TERRESTRE
(Phytophthora infestans)ml/100L de água600 - 900

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CULTURASDOENÇASDOSE produto comercial1Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕESVOLUME
Nome comumDE CALDA
(Nome científico)(L/ha)
Pinta-pretaAÉREA 10 - 40
(Alternaria solani)AÉREA
Mancha-de-stemphylium30010 - 40
(Stemphylium solani)ml/100L de água
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar logo após a emergência da cultura. Manter a lavoura monitorada e reaplicar,
dependendo da evolução da doença, a cada 7 dias.
Usar maior dose em condições de alta incidência do patógeno na área e/ou condições
favoráveis ao desenvolvimento da doença.
TRIGOMancha-das-glumas (Stagonospora nodorum)1400 ml/ha02TERRESTRE
200 - 500
AÉREA
10 - 40
TRIGOÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Iniciar as aplicações preventivamente na fase de emborrachamento ou espigamento, quando
as condições forem favoráveis ao desenvolvimento das doenças. Reaplicar em intervalos de 7
a 10 dias.
UVAMofo-cinzento278 ml/100L de água04TERRESTRE 2 - 3 L/planta AÉREA 10 - 40 L/ha
(Botrytis cinerea)
Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides)
Antracnose
(Elsinoe ampelina)
Míldio
(Plasmopara viticola)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar preventivamente no início da brotação, repetindo a cada 7 dias até o florescimento,
principalmente em longos períodos de chuva ou alta umidade relativa do ar. Reaplicar na fase
de amadurecimento das bagas.

MODO DE APLICAÇÃO

GLIDER 720 SC poderá ser aplicado com equipamentos terrestre (costal manual ou motorizado) ou aéreo, conforme recomendação para cada cultura. Em casos da indicação de dose em faixa, usar maior dose para alta infestação, em regiões com histórico de ocorrência da doença ou em condições mais favoráveis ao desenvolvimento. Usar maior ou menor volume de calda conforme o desenvolvimento vegetativo da cultura. Independente da tecnologia de aplicação utilizada, ao aplicar, seguir sempre as indicações de uso da bula e proceder com a regulagem adequada do equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura das plantas e cobertura total da folhagem. Evitar o escorrimento da calda. Seguir sempre as boas práticas agrícola e as recomendações do fabricante do equipamento utilizado. Consultar sempre o Engenheiro Agrônomo responsável. PREPARO DA CALDA: No preparo da calda, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item “Precauções no manuseio” descritos em “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 6 de 18

Adicionar água limpa ao tanque do pulverizador até ½ da sua capacidade ou no mínimo até cobrir o mecanismo de agitação e os bicos de saída da calda. Ligar a agitação e adicionar a quantidade apropriada do produto mantendo o sistema de agitação ligado. Completar o volume do tanque com água limpa até o nível do volume de calda recomendado para a cultura. Precauções gerais com o equipamento aplicador: Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem riscos ao aplicador, ao meio ambiente e à cultura. Proibido utilizar equipamentos com vazamentos ou danificados. Cuidados durante a aplicação: Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador para evitar a sobreposição durante a aplicação. Cuidados com a inversão térmica: Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Assim, o potencial de deriva aumenta significativamente durante uma inversão térmica, podendo a aplicação atingir culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações de animais e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. GERENCIAMENTO DE DERIVA: EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR. Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Equipamentos terrestres: Classe de gotas: A escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Seleção de ponta de pulverização: A seleção da ponta de pulverização adequada (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) é um dos fatores mais importantes para a redução da deriva e promoção de aplicação uniforme. A escolha deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa dentre outros). Usar ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Observar sempre a recomendação do fabricante do equipamento pulverizador. Ajuste da barra: Ajustar a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão se manter à altura em relação ao topo das plantas. Regular a altura da barra para a menor possível visando cobertura uniforme e redução da exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de segurança: Sempre resguardar uma faixa de segurança segura para as culturas sensíveis. Faixa de deposição: Utilizar distância entre pontas na barra de aplicação de forma que permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 7 de 18

Condições climáticas: Aplicar sempre em condições ambientais favoráveis. Altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar diminuem a eficácia do produto, aumentam o risco de evaporação da calda aplicada e o potencial de deriva. Observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como: − Temperatura ambiente: evitar altas temperatura (acima de 30oC). Não aplicar em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas. − Umidade relativa do ar: evitar aplicar em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%). − Velocidade média do vento: recomenda-se aplicar com ventos menores que 10km/hora, considerando sempre a regulagem do sistema de aplicação. Não aplicar em condições de ausência ou rajadas de vento. Considerar sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas, respeitando os parâmetros de temperatura, vento e umidade do ar. À critério do Engenheiro Agrônomo responsável, as recomendações para aplicação poderão ser alteradas desde que respeitem a legislação vigente da região da aplicação. Aeronaves agrícolas: Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para aplicação aérea de agrotóxicos. Regular os equipamentos aplicador da aeronave visando distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Seleção de ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização adequada (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) é um dos fatores mais importantes para a redução da deriva e promoção de aplicação uniforme. A escolha deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa dentre outros). Usar ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Observar sempre a recomendação do fabricante do equipamento pulverizador. Ajuste da barra: ajustar a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão se manter à altura em relação ao topo das plantas. Regular a altura da barra para a menor possível visando cobertura uniforme e redução da exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de segurança: sempre resguardar uma faixa de segurança segura para as culturas sensíveis. Faixa de deposição: utilizar distância entre pontas na barra de aplicação de forma que permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Altura do voo: de 3 a 5 metros do alvo a ser atingido, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação. Volume de calda: 10 a 40 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada. Condições climáticas: Aplicar sempre em condições ambientais favoráveis. Altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar diminuem a eficácia do produto, aumentam o risco de evaporação da calda aplicada e o potencial de deriva. Observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como: − Temperatura ambiente: Evitar altas temperatura (acima de 30oC). Não aplicar em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas. − Umidade relativa do ar: Evitar aplicar em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%). R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 8 de 18

− Velocidade média do vento: Recomenda-se aplicar com ventos menores que 10km/hora, considerando sempre a regulagem do sistema de aplicação. Não aplicar em condições de ausência ou rajadas de vento. Considerar sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas, respeitando os parâmetros de temperatura, vento e umidade do ar. Realizar a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e na altura na aplicação. Seguir as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consultar o Engenheiro Agrônomo responsável. À critério do Engenheiro Agrônomo responsável, as recomendações para aplicação poderão ser alteradas desde que respeitem a legislação vigente da região da aplicação. LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda com a limpeza de todo o equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item “Precauções no manuseio”, descritos em “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Proibido limpar o equipamento próximo às nascentes, fontes de água e zonas urbanas. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual e/ou Municipal vigente na região da aplicação. INTERVALO DE SEGURANÇA (período que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

Realizar aaplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas
agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e na altura na aplicação.Seguir as disposições constantes na
CULTURASINTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS)
Batata, Berinjela, Cebola, Cenoura, Mamão, Melão, Melancia, Pepino, Soja, Tomate e Uva7
Amendoim, Feijão e Maçã14
Trigo30
Milho42
Banana(1)
RosaUNA

Amendoim, Feijão e Maçã Trigo Milho Banana (1) Rosa UNA UNA – Uso Não Alimentar (1) Intervalo de segurança sem restrição.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

− Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo. − Uso exclusivamente agrícola. − Utilizar o produto somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de segurança de cada cultura. − Fitotoxicidade: O produto não causa fitotoxicidade nas culturas registradas, desde que sejam seguidas as recomendações de uso. Não aplicar o GLIDER 720 SC em mistura com óleo mineral e/ou vegetal, pois poderá causar fitotoxicidade.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 9 de 18

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: − Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M5 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. − Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados. − Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula. − Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas. − Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.gov.br/agricultura/pt-br). GRUPO M5 FUNGICIDA O fungicida GLIDER 720 SC é composto por clorotalonil, que apresenta mecanismo de ação de atividade de contato multi-sítio, pertencente ao Grupo M5, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS

− Produto para uso exclusivamente agrícola. − O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. − Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. − Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 10 de 18

− Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. − Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. − Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. − Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. − Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. − Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, respirador, óculos, touca árabe e luvas. − Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

− Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. − Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. − Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

− Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. − Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. − Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. − Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; respirador com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICACÃO DO PRODUTO: − Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. − Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a aplicação. − R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 11 de 18

− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). − Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. − Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. − Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. − Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. − Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. − Não reutilizar a embalagem vazia. − No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. − A manutenção e limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PERIGO - Tóxico se inalado PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR GLIDER 720 SC -INFORMAÇÕES MÉDICAS-

Grupo químicoIsoftalonitrila
Classe toxicológicaCategoria 3 - Produto Moderadamente Tóxico
Vias de exposiçãoOral, dérmica, ocular e inalatória.
ToxicocinéticaA biodisponibilidade após administração oral do clorotalonil foi limitada (20%). A
substância é amplamente distribuída e possui afinidade com a ligação aos glóbulos
vermelhos, retardando sua excreção. A substância sofre extenso metabolismo e é
principalmente excretada (> 80%) dentro de 168 horas por fezes. Não foi observado
potencial de acumulação.
ToxicodinâmicaO exato mecanismo de toxicidade em humanos não é conhecido

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Sintomas e sinais clínicosO clorotalonil apresenta um perfil de baixa toxicidade aguda quando administrado
por via oral ou dérmica; no entanto, mostrou-se muito tóxico se inalado e irritante
para o trato respiratório. Não causa irritação à pele, mas pode causar lesões oculares
graves e reações alérgicas à pele. Os principais órgãos-alvo do clorotalonil após
exposição a curto prazo em animais são os rins. É improvável que o clorotalonil seja
genotóxico in vivo.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico
compatível.
Observação: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda,
trate o paciente imediatamente.
TratamentoAntídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias
respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
Exposição Oral: em caso de ingestão de grandes quantidades do produto:
- Diluição: imediatamente diluir com (120-240) mL de água ou leite (não exceder 120
mL em crianças).
- Lavagem gástrica e carvão ativado não são indicados.
- Não provocar vômito, se acontecer espontaneamente previna a aspiração.
- Reação alérgica:
1. Leve/moderada: anti-histamínicos com ou sem β2-agonistas via inalatória;
corticosteroides ou epinefrina via parenteral.
2. Grave: oxigênio, suporte respiratório vigoroso, epinefrina (Adulto: 0,3-0,5 mL de
solução 1:1000 via SC; Criança: 0,01 mL/kg, 0,5 mL no máximo; pode se repetir
em 20 a 30 minutos) corticosteroides, anti-histamínicos, monitoramento do ECG
e fluidos intravenosos.
- Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis:
aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial
para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias.
- Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou
gasometria), eletrólitos, ECG etc.
- Endoscopia: considere em casos de irritação gastrintestinal ou esofágica para
avaliar a extensão do dano.
- Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
ContraindicaçõesA indução de vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
Efeitos das interaçõesNão relatados em humanos.
químicas
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa).
TELEFONES DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA:
Disque-Intoxicação (24h): 0800-014-1149 – TOXICLIN.
Telefone da empresa: (0XX11) 4750-3200 (horário comercial).

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EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

DL50 oral para ratos: > 5000 mg/kg DL50 dérmica para ratos: > 5000 mg/kg CL50 inalatória em ratos: > 0,712 mg/L. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Foi observado eritema leve nos três animais tratados e os sinais foram totalmente reversíveis em até 48 horas. Não foi observado edema em nenhum dos animais. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Um de três animais tratados apresentou leve opacidade na córnea e irite. Os três animais apresentaram vermelhidão da conjuntiva e quemose. Todos os efeitos foram reversíveis em até 7 dias. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante. Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Os principais órgãos-alvo do clorotalonil após exposição a longo prazo em animais são os rins (lesões pré-neoplásicas e neoplásicas), fígado e supra-renais. Os efeitos reprodutivos observados em um estudo de toxicidade multigerações em ratos limitaram-se ao atraso na maturação sexual em fêmeas na dose tóxica dos pais e na dose tóxica da prole, foram observadas lesões nos rins e redução no peso corpóreo. Nenhum mecanismo de ação mediado pelo sistema endócrino foi identificado em relação aos efeitos reprodutivos observados na maior dose testada em ratos. A toxicidade para o desenvolvimento foi caracterizada por variações esqueléticas, sobrevida fetal reduzida e aumento da incidência de malformações em animais nos níveis de dose tóxica materna. O clorotalonil não apresentou potencial para neurotoxicidade ou imunotoxicidade.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ☐ - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ☐ - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ☒ - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) ☐ - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) − Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. − Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. − Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. − Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. − Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. − Não utilize equipamento com vazamentos. − Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. − Aplique somente as doses recomendadas. − Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’agua. Evite a contaminação da água. − A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA

ACIDENTES: − Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. − O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. − A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 14 de 18

− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. − Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. − Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. − Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. − Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). − Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: − Isole e sinalize a área contaminada. − Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA. - Telefone: (11) 47503200 (horário comercial). Para maiores informações contate a empresa SUATRANS (24h): 0800-707-7022. − Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). − Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: − Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. − Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. − Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. − Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL: LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo de calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: − Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; − Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; − Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; − Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; − Faça essa operação três vezes; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 15 de 18

Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: − Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; − Adicione o mecanismo para liberar o jato d´água; − Direcione o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: − Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos. − Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta de equipamento da lavagem sob pressão, direcionando o jato d´água para todas as partes internas da embalagem, por 30 segundos; − Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

− Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. − O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com o piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. − Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. − O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamento, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL: ESTA EMBALAGEM NÂO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

− O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com o piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. − Use luvas no manuseio dessa embalagem. − Esta embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 16 de 18

− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o seu término do prazo de validade. − O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de 1 ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamento, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL: ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

− O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. − Use luvas no manuseio dessa embalagem. − Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. − Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. − O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA): ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

− É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 17 de 18

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

− A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE, DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: − A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU DESUSO: − Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. − A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: − O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: − De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 18 de 18

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Glider 720 SC registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 615 · documento de 05/08/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Glider 720 SC?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Glider 720 SC e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Glider 720 SC é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 615, documento de 05/08/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

Veja também