Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 013507
COMPOSIÇÃO
Sal de isopropilamina de N-(phosphonomethyl)glycine (GLIFOSATO) ….......................................................... 480 g/L (48% m/v) Equivalente ácido ................................................................................................................................................ 360 g/L (36% m/v) Outros ingredientes ..................................................................................................................................... 696,3 g/L (69,63% m/v) GRUPO G HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida sistêmico não seletivo de pós-emergência GRUPO QUÍMICO: glicina substituída. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO: CROPCHEM LTDA. – Avenida Cristóvão Colombo, 2834, Conjuntos 803/804, Porto Alegre, RS, CEP 90550-054 – Fone: (51) 3342-1300 Fax: (51) 3343-5295 – CNPJ: 03.625.679/0001-00 Número de registro do estabelecimento no Estado: 1190/00 – SEAPA/RS IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO: ARYSTA LIFESCIENCE DO BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA E AGROPECUÁRIA LTDA. – Endereço: Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul (SP-264), Km 122 – Salto de Pirapora / SP – CEP 18160-000 - CNPJ: 62.182.092/0012-88 – Registro no órgão estadual: CDA/SAA/SP N° 476. ● BELAGRÍCOLA COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES DE PRODUTOS AGRÍCOLAS S.A. – Endereço: Rodovia PR 537 – km 0,3 – S/N – Santa Margarida, Bela Vista do Paraíso – PR – CEP: 86130-000 – CNPJ: 79.038.097/0011-53 – registro no órgão estadual: 003129 – ADAPAR/PR.● BRA DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. - Endereço: Rua Treze de Maio nº 768 - Sala 62 – Centro - Piracicaba - SP - CEP: 13400-300 - CNPJ: 07.057.944/0001-44 – registro no órgão estadual: 879 - CDA/SP. ● CCAB AGRO S/A. - Endereço: Rua Texeira da Silva, n° 660 – conjuntos 133 e 134 - Paraíso – São Paulo / SP - CNPJ: 08.938.255/0001-01– registro no órgão estadual: CDA/SAA/SP N° 820. ● DKBR TRADING S.A.- Rodovia SPA 008/457, s/nº, Sala 01 km 500 Metros – Zona Rural - CEP: 19640-000 Iepê/SP - CNPJ 33.744.380/0003-90. Número de registro do estabelecimento/Estado: 4303 -CDA/SP. ● DKBR TRADING S.A. - Endereço: Avenida Ayrton Senna da Silva, 600 – Cond Torre Siena Andar 17 – Sala 1704 – Gleba Fazenda Palhano, Londrina – PR, CEP: 86.050-460 – CNPJ sob n.º 33.744.380/0001-28 – registro no órgão estadual: 1007743/2019 – ADAPAR/PR. ● DKBR TRADING S.A. - Endereço: Avenida Miguel Sutil, nº 6.559, Anexo A. Sala 3, Alvorada, Cuiabá/MT, CEP 78.048-00 – CNPJ nº 33.744.380/0002-09. – registro no órgão estadual: 16228 – INDEA/MT. ● FIAGRIL LTDA. - Avenida da Produção, Quadra 14, Lote 11, Sala 01, 2204-W – Parque das Emas, - CEP 78466-551 Lucas do Rio Verde – MT CNPJ 02.734.023./0013-99, Número de registro do estabelecimento no Estado: 28047 INDEA/MT. ● GREEN PLACE COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA. – Endereço: Rua Américo Brasiliense, nº 1923 – conj. 1103 - CEP 04715-005, São Paulo/SP – CNPJ: 26.401.815/0001-76 – registro no órgão estadual: 1302 – CDA/SP. ● LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A. – Avenida José Jorge Estevam, nº 100, Barra Funda, CEP 19707-090, Paraguaçu Paulista/SP, CNPJ: 47.067.525/0081-92 – Número de registro do estabelecimento/Estado: 4315 CDA/SP. ● LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A. – Avenida Maria Elias Lisboa Santos, S/N, Quadra 007, Lote 18E, Sala 5, Parque Industrial VicePresidente José Alencar, CEP 74993-530, Aparecida de Goiânia/GO, CNPJ sob nº 47.067.525/0216-10 – Número de registro do estabelecimento/Estado: 10.819.760-3 SIDAGRO/GO. ● LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A. – Rua Z, nº 150, Projetada, Chácara São José, Sala A, Distrito Industrial, CEP 78098-530, Cuiabá/MT, CNPJ: 47.067.525/0214-58 – Número de registro do estabelecimento/Estado: 21649 INDEA/MT. ● PRENTISS QUÍMICA LTDA. – Endereço: Rodovia PR 423 s/m km 24,5 – Campo Largo – PR – CEP 83603-000 – CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Registro no órgão estadual nº 002669/ADAPAR/PR. ● SINAGRO PRODUTOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Endereço: Rua Rio de Janeiro, nº 2583, Bairro Primavera IV – CEP 78850-000, Primavera do Leste/MT – CNPJ: 04.294.897/0001-64 – registro no órgão estadual: 078/2018 – INDEA/MT. PRODUTO TÉCNICO: GLIFOSATO TÉCNICO CROPCHEM – Registro MAPA nº 011307 JIANGSU GOOD HARVEST - WEIEN AGROCHEMICAL CO. LTD. – Laogang, Qidong City, Jiangsu Province, República Popular da China. GLIFOSATO TÉCNICO CROPCHEM II – Registro MAPA nº TC24522 SICHUAN HEBANG BIOTECHNOLOGY CO., LTD. – Niuhua Town, Wutongqiao District. 614801, Leshan, Sichuan Province, China. GLIFOSATO XW TÉCNICO – Registro MAPA n° 28118 HUBEI TRISUN CHEMICALS CO., LTD. – Nº 66-4 Xiaoting Avenue, Xiaoting District, Yichang, Hubei, China. INNER MONGOLIA XINGFA TECHNOLOGY CO., LTD. – Wuda Industrial Park, Wuhai City, Inner Mongolia, China. GLYPHOSATE TÉCNICO FUHUA – Registro MAPA nº 29218 SICHUAN LESHAN FUHUA TONGDA AGRO-CHEMICAL TECHNOLOGY CO., LTD. - Qiaogou Town Wutongqiao District 614800 Leshan, Sichuan, China GLIFOSATO TÉCNICO WYNCA – Registro MAPA nº 38919 ZHENJIANG JIANGNAN CHEMICALS CO. LTD. - International Chemical Industry Park Zhenjiang, New Area, 212152, Jiangsu, China GLIFOSATO TÉCNICO SH – Registro MAPA nº 34419
NANTONG JIANGSHAN AGROCHEMICAL & CHEMICALS LIMITED LIABILITY COMPANY - 998 Jiangshan Road, Nantong Economic & Technological Development Zone, Nantong, Jiangsu – China. FORMULADOR: • ADAMA BRASIL S/A – Endereço: Rua Pedro Antonio de Souza, 400 – Londrina – PR – CEP 86031-610 – CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Registro no órgão estadual: nº 002538/ADAPAR/PR. • AGROMOL BIOTECH CO., LTD. – East side, middle section of Binhe Road, Shanxian County Chemical Industry Park, Xieji Town, Shanxian County, Reze City, Shandong Province, China. • ANHUI GUANGXIN AGROCHEMICAL CO., LTD. – Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235, Anhui, China. • FENASOL S.A. – Endereço: Camino de las Holandesas 1018 B – Florida – Uruguai. • HUBEI TRISUN CHEMICALS CO., LTD. – Yichang – Hubei – China. • IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS – Endereço:Avenida Liberdade, 1701 – Sorocaba – SP – CEP 18087-170 – CNPJ 61.142.550/0004-82 – Registro no órgão estadual: 708 – Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo – CDA. • JIANGSU CORECHEM CO. LTD., – 18, Shilian Avenue, Huaian City, Jiangsu, China. • JIANGSU GOOD HARVEST - WEIEN AGROCHEMICAL CO. LTD. – Endereço: Laogang, Qidong City, Jiangsu 226221, China. • M/S. PRISM CROP SCIENCE PVT LTD. – Choutuppal Mandal – Yadadri Dist. – India. • NANJING DAJIANG AGRICULTURE CHEMICAL LTD. – Endereço: No. 28, Daqiao North Road, Nanjing , Provínce de Jiangsu, República Popular da China. • NANJING SOURCE CHEMICAL CO. LTD. – Endereço: Jiangsu Jianda Mansion, 223 North Zhongshan Road, Nanjing, Jiangsu, República Popular da China. • NANTONG JIANGSHAN AGROCHEMICALS & CHEMICALS LIMITED LIABILITY CO. – No. 998 Jiangshan Road, Nantong Economic & Technological Development Zone, Jiangsu PRC 226017, China. • NORTOX S.A. – Endereço: Rodovia Melo Peixoto (BR 369), km 197, Arapongas – PR – CEP 86706-430 - CNPJ: 75.263.400/0001-99 – Registro no órgão estadual: 000466 – ADAPAR/PR. • NUFARM INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA S/A. – Endereço: Avenida Parque Sul, 2138 – I Distrito Industrial – Maracanaú – CE – CEP 61939-000 - CNPJ: 07.467.822/0001-26 – Registro no órgão estadual/Licença de Operação: 1463/2006 – COPAM – NUCAM – SEMACE. • OXIQUÍMICA AGROCIÊNCIA LTDA. – Endereço: Rua Minervino de Campos Pedroso, 13 – Distrito Industrial Carlos Tonanni – Jaboticabal – SP – CEP 14871-360 - CNPJ: 65.011.967/0001-14 – Registro no órgão estadual: 101 – Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo – CDA. • PRENTISS QUÍMICA LTDA. – Endereço: Rodovia PR 423 s/n km 24,5 – Campo Largo – PR – CEP 83603-000 – CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Registro no órgão estadual nº 002669/ADAPAR/PR. • PROQUIMUR LTDA. – Endereço: Ruta 5 – Juanico, Canelones, Uruguai. • SERVATIS S/A – Endereço: Rodovia Presidente Dutra – Km 300,5 – Parque Embaixador – CEP 27537-000 – Resende – RJ. – CNPJ: 06.697.008/0001-35 – Registro no órgão estadual: nº 0015/07 – SAPPA/RJ. • SICHUAN LESHAN FUHUA TONGDA AGROCHEMICAL TECHNOLOGY CO. LTD. – Leshan City – Sichuan – China. • SUZHOU GREENLANDS CHEMICAL CO., LTD. – East Renmin Road, Zhangjiagang, Jiangsu Province, China. • TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. – Endereço: Avenida Roberto Simonsem, 1459 – Bairro Poço Fundo – Paulínia – SP – CEP 13140-000 - CNPJ: 03.855.423/0001-81 – Registro no órgão estadual: 477 – Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo – CDA. • TAICANG CITY PESTICIDE FACTORY CO., LTD. – Endereço: No. 114, Binhe St., Liuhe Town, Taicang, Suzhou, Jiangsu 215431, China. • ZHEJIANG RAYFULL CHEMICALS CO., LTD. – no. 6, Yangguang 5th Road, Duodao District, Jingmen City Hubei Province P.R. China. • ZHENJIANG JIANGNAM CHEMICALS CO. LTD. – Zhenjiang – Jiangsu – China. • ZIBO MEITIAN PESTICIDE CO., LTD. – East of Yuanshang village, Fangzhen Town, Zhangdian District, Zibo City, Shandong, China.
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: Corrosivo ao Ferro Comum e Galvanizado
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE – CLASSE III
INSTRUÇÕES DE USO
O GLI-UP 480 SL é um herbicida pós-emergente, sistêmico, de ação total, não seletivo.
MECANISMO DE AÇÃO EM RELAÇÃO AOS ALVOS BIOLÓGICOS
O produto é absorvido pelas folhas das plantas. Atua sobre a atividade enzimática, inibindo a fotossíntese, a síntese dos ácidos nucléicos e estimulando a produção de etileno. Os sintomas característicos são o amarelecimento e a consequente morte das folhas e talos, normalmente observado entre 4 a 10 dias após a aplicação do produto. CULTURAS: O uso do GLI-UP 480 SL é indicado para uma única aplicação por ciclo de cultura nas seguintes culturas e situações: a) Pós-emergência da cultura e das plantas daninhas para capina química através de jato dirigido nas entrelinhas das culturas de ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, maçã, nectarina, pastagem, pêra, pêssego, pinus e uva. b) Controle de plantas daninhas em aplicação de área total no pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas para o plantio direto de algodão, arroz, arroz irrigado, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja, soja geneticamente modificada, trigo e na eliminação do arroz vermelho. c) Controle de plantas daninhas em pós-emergência da cultura de soja geneticamente modificada. d) Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturador de cana-de-açúcar. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS, DOSES, ÉPOCA/INTERVALO DE
| PÓS-EMERGÊNCIA DA CULTURA E DAS PLANTAS DANINHAS – JATO DIRIGIDO NAS ENTRELINHAS: CULTURAS: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, maçã, nectarina, pastagem, pêra, pêssego, pinus e uva. ÉPOCA DE APLICAÇÃO: De modo geral esta aplicação é realizada quando ocorre a presença de plantas daninhas. No caso de eliminação de plantas daninhas perenes, o melhor período é próximo e/ou durante a floração, enquanto para plantas daninhas anuais o ideal é no período entre a fase jovem até a formação dos botões florais. APLICAÇÃO EM ÁREA TOTAL NO PRÉ-PLANTIO DA CULTURA E PÓS-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS: CULTURAS: algodão, arroz, arroz irrigado, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja, soja geneticamente modificada, trigo e eliminação do arroz vermelho. ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar 8 a 10 dias antes da semeadura. No caso de eliminação de plantas daninhas perenes, o melhor período é próximo e/ou durante a floração, enquanto para plantas daninhas anuais o ideal é no período entre a fase jovem até a formação dos botões florais. NÚMERO DE APLICAÇÕES: 1 VOLUME DE CALDA: Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”. | ||||
|---|---|---|---|---|
| PLANTAS INFESTANTES | ||||
| MONOCOTILEDÔNEAS (FOLHA ESTREITA) | DOSE | % (L/100 L d’água) ** | ||
| Nome Comum | Nome científico | L/ha | g i.a./ha (1) | |
| Arroz vermelho | Oryza sativa | 2,5 – 5,0 * | 1200 - 2400 | 2,0 |
| Aveia | Avena sativa | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Azevém | Lolium multiflorum | 2,0 – 3,0 * | 960 - 1440 | 1,0 |
| Cana-de-açúcar (roughing) | Saccharum officinarum | 6,0 | 2880 | 2,0 |
| Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1,5 – 4,0 * | 720 - 1920 | 1,5 |
| Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 2,5 – 5,0 * | 1200 - 2400 | 2,0 |
| Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1,0 | 480 | 0,5 |
| Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Capim-caiana | Panicum cayennense | 4,0 | 1920 | 1,5 |
| Capim-canoão | Setaria poiretiana | 3,5 | 1680 | 1,0 |
| Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Capim-colchão | Digitaria ciliaris | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Capim-colonião | Panicum maximum | 6,0 | 2880 | 2,0 |
| Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 4,0 | 1920 | 1,5 |
| Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,5 – 2,5 * | 720 - 960 | 1,0 |
| Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 3,0 – 4,0 * | 1440 - 1920 | 1,5 |
| Capim-gordura | Melinis minutiflora | 3,0 - 4,0 * | 1440 - 1920 | 1,5 |
| Capim-jaraguá | Hyparrhenia rufa | 4,0 | 1920 | 1,5 |
| Capim-kikuio | Pennisetum clandestinum | 4,0 – 5,0 * | 1920 - 2400 | 2,0 |
|---|---|---|---|---|
| Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Capim-massambará | Sorghum halepense | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Capim-membeca | Andropogon leucostachyus | 4,0 | 1920 | 1,5 |
| Capim pé-de-galinha | Eleusine indica | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Capim-rabo-de-burro | Andropogon bicornis | 4,0 | 1920 | 1,5 |
| Capim-rabo-de-raposa | Setaria geniculata | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Capim-sapé | Imperata brasiliensis | 3,0 – 5,0 * | 1440 - 2400 | 2,0 |
| Cevadilha | Bromus catharticus | 1,0 | 480 | 0,5 |
| Cuminho ou falso cominho | Fimbristylis miliacea | 5,0 | 2400 | 2,0 |
| Grama-batatais | Paspalum notatum | 4,0 – 5,0 * | 1920 - 2400 | 2,0 |
| Grama-comprida | Paspalum dilatatum | 2,0 | 960 | 1,0 |
| Grama-missioneira ou capitinga | Axonopus compressus | 5,0 | 2400 | 2,0 |
| Grama-seda | Cynodon dactylon | 3,0 – 4,0 * | 1440 - 1920 | 1,5 |
| Grama-touceira | Paspalum paniculatum | 4,0 - 5,0 * | 1920 - 2400 | 2,0 |
| Junquinho | Cyperus ferax | 1,5 – 3,0 * | 720 - 1440 | 1,0 |
| Tiririca | Cyperus difformis | 5,0 | 2400 | 2,0 |
| Tiririca | Cyperus flavus | 3,0 | 1440 | 1,0 |
| Tiririca | Cyperus rotundus | 4,0 - 5,0 * | 1920 - 2400 | 2,0 |
| DICOTILEDÔNEAS (FOLHA LARGA) | DOSE | % (L/100 L d’água) | ||
|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome científico | L/ha | g i.a./ha (1) | |
| Agriãozinho | Synedrellopsis grisebachii | 5,0 | 2400 | 2,0 |
| Alfafa | Medicago sativa | 3,5 | 1680 | 1,0 |
| Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Angiquinho | Aeschynomene rudis | 2,0 | 960 | 1,0 |
| Anileira | Indigofera hirsuta | 4,0 | 1920 | 1,5 |
| Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Barbasco | Pterocaulon virgatum | 4,0 – 5,0 * | 1920 - 2400 | 2,0 |
| Beldroega | Portulaca oleracea | 2,0 | 960 | 1,0 |
| Boca-de-leão-selvagem | Antirrhinum orontium | 2,0 | 960 | 1,0 |
| Buva | Conyza bonariensis | 4,0 – 6,0 * | 1920 - 2880 | 2,0 |
| Caruru | Amaranthus deflexus | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Caruru | Amaranthus viridis | 2,0 | 960 | 1,0 |
| Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,5 | 720 | 0,5 |
| Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 4,0 | 1920 | 1,5 |
| Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | 3,0 | 1440 | 1,0 |
| Corda-de-viola | Ipomoea nil | 4,0 | 1920 | 1,5 |
| Corda-de-viola | Opomoea quamoclit | 4,0 | 1920 | 1,5 |
| Cordão-de-frade | Leonotis nepetifolia | 2,0 | 960 | 1,0 |
| Erva-de-touro | Tridax procumbens | 6,0 | 2880 | 2,0 |
| Erva-lanceta | Solidago chilensis | 2,0 | 960 | 1,0 |
| Erva-quente | Spermacoce alata | 5,0 – 6,0 * | 2400 - 2880 | 2,0 |
| Ervilhaca | Vicia sativa | 5,0 | 2400 | 2,0 |
| Espérgula | Spergula arvensis | 4,0 | 1920 | 1,5 |
| Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2,0 | 960 | 1,0 |
| Fedegoso-branco | Senna obtusifolia | 5,0 | 2400 | 2,0 |
| Grandiúva | Trema micrantha | 4,0 | 1920 | 1,5 |
| Guanxuma | Malvastrum coromamdelianum | 1,0 – 2,0 * | 480 - 960 | 1,0 |
| Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 | 1440 | 1,0 |
| Guanxuma | Sida rhombifolia | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Língua-de-vaca | Rumex crispus | 3,0 | 1440 | 1,0 |
| Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Maria-gorda | Talinum paniculatum | 2,0 – 3,0 * | 960 - 1440 | 1,0 |
| Maria-mole | Senecio brasiliensis | 2,0 – 3,0 * | 960 - 1440 | 1,0 |
| Maria-pretinha | Solanum americanum | 2,0 | 960 | 1,0 |
Mata-pasto Eupatorium maximilianii 1,5 0,5 Mentrasto Ageratum conyzoides 1,5 – 5,0 * 720 - 2400 2,0 Nabiça Raphanus raphanistrum 2,0 – 4,0 * 960 - 1920 1,5 Picão-branco ou Fazendeiro Galinsoga parviflora 1,0 0,5 Picão-preto Bidens pilosa 2,0 – 4,0 * 960 - 1920 1,5 Poaia-branca Richardia brasiliensis 2,0 – 4,0 * 960 - 1920 1,5 Quebra-pedra Phyllantus tenellus 2,0 1,0 Serralha Sonchus oleraceus 2,0 1,0 Tanchagem Plantago major 5,0 2400 2,0 Trevo Trifolium repens 4,0 1920 1,5 PÓS-EMERGÊNCIA DA SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA: ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar 8 a 10 dias antes da semeadura. No caso de eliminação de plantas daninhas perenes, o melhor período é próximo e/ou durante a floração, enquanto para plantas daninhas anuais o ideal é no período entre a fase jovem até a formação dos botões florais. NÚMERO DE APLICAÇÕES: 1 VOLUME DE CALDA: Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”. PLANTAS INFESTANTES DOSES Nome Comum Nome científico L/ha g i.a./ha (1) Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla 3,0 1440 Capim-marmelada Brachiaria plantaginea 2,0 Capim-colchão Digitaria horizontalis 2,0 Corda-de-viola Ipomoea grandifolia 2,0 (1) Concentração de sal de isopropilamina de Glifosato
| Mata-pasto | Eupatorium maximilianii | 1,5 | 720 | 0,5 |
|---|---|---|---|---|
| Mentrasto | Ageratum conyzoides | 1,5 – 5,0 * | 720 - 2400 | 2,0 |
| Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Picão-branco ou Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 1,0 | 480 | 0,5 |
| Picão-preto | Bidens pilosa | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
| Quebra-pedra | Phyllantus tenellus | 2,0 | 960 | 1,0 |
| Serralha | Sonchus oleraceus | 2,0 | 960 | 1,0 |
| Tanchagem | Plantago major | 5,0 | 2400 | 2,0 |
| Trevo | Trifolium repens | 4,0 | 1920 | 1,5 |
| PÓS-EMERGÊNCIA DA SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA: ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar 8 a 10 dias antes da semeadura. No caso de eliminação de plantas daninhas perenes, o melhor período é próximo e/ou durante a floração, enquanto para plantas daninhas anuais o ideal é no período entre a fase jovem até a formação dos botões florais. NÚMERO DE APLICAÇÕES: 1 VOLUME DE CALDA: Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”. | |||
|---|---|---|---|
| PLANTAS INFESTANTES | DOSES | ||
| Nome Comum | Nome científico | L/ha | g i.a./ha (1) |
| Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 3,0 | 1440 |
| Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2,0 | 960 |
| Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 | 960 |
| Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2,0 | 960 |
* Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante – menores doses para a fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada. ** As dosagens em percentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 300 – 400 L/ha com bico de 110.01 (os valores aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida, utilizar os valores em Litros/hectare. Eliminação da Soqueira de Cana-de-açúcar: A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados: CULTIVAR EQ. CONV. (L/ha) Eq. CDA/BENTLEY (L/ha) IAC 5.0 4.0 NA 5.0 4.0 CB 4.0 3.0 SP 5.0 3.0 CO/CP 5.0 4.0 A aplicação deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. Maturador da Cana-de-açúcar: GLI-UP 480 SL pode ser utilizado como maturador em cana-de-açúcar, em qualquer época da safra, com os seguintes direcionamentos: - Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose. - Meio da safra: com o objetivo de maximizar a quantidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais. - Final da safra: com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior. - Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura. Período entre a aplicação e a colheita/dose: O período entre a aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto.
| CULTIVAR | EQ. CONV. (L/ha) | Eq. CDA/BENTLEY (L/ha) |
|---|---|---|
| IAC | 5.0 | 4.0 |
| NA | 5.0 | 4.0 |
| CB | 4.0 | 3.0 |
| SP | 5.0 | 3.0 |
| CO/CP | 5.0 | 4.0 |
Idade da cultura: A área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, devendo-se lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose. Variedades floríferas: A aplicação de GLI-UP 480 SL como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estágio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho). Aplicação: A aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha. (Ver item: aplicação aérea). Observação Geral: As dosagens indicadas (ver tabela), aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação.
MODO DE APLICAÇÃO
O produto deve ser aplicado na forma de pulverização com equipamentos terrestres e aéreos, conforme as recomendações a seguir. Aplicação terrestre:
| EQUIPAMENTO | TIPOS DE BICOS | VAZÃO L/HA | PRESSÃO (LB/POL²) | TAMANHO DE GOTAS (µm) | DENSIDADE (GOTAS/CM²) |
|---|---|---|---|---|---|
| - Tratorizado Convencional | 80.03/80.04/ 110.03/110.04 | 200 - 400 | 30 - 40 | 300 - 600 | 30 - 40 |
| - Bentley BT-3* | X-2 | 80 - 120 | 40 - 60 | 200 - 300 | 50 - 100 |
| - Costal Manual | 110.01/TK-05 | 150 - 200 | 20 - 30 | 200 - 400 | 20 - 30 |
| - Costal Manual | 80.02/110.02 | 300 - 400 | 20 - 30 | 200 - 600 | 20 - 30 |
- Costal Manual 110.01/TK-05 150 - 200 20 - 30 200 - 400 20 - 30 - Costal Manual 80.02/110.02 300 - 400 20 - 30 200 - 600 20 - 30 * Marca registrada de Equipamentos Bentley Aplicação aérea (cana-de-açúcar): • Barra com bicos para aeronaves de asa fixa – Ipanema (qualquer modelo). • Volume de aplicação: 40-50 L/ha. • Altura de voo: 4-5 m do topo da cultura. • Largura da faixa de deposição: 15 metros. • Tamanho de gotas: 110 a 120 micrômetros. • Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm², com DMV 420-450 µ • Bicos de pulverização: Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm² com DMV 420-450 µ à pressão de 15-30 psi. • Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizados barra de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4 – 5 em cada uma delas deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Bicos da barriga, em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas. • Para outros tipos de aeronave, consultar um engenheiro agrônomo ou técnico responsável. • Condições climáticas: Temperatura máxima: 28ºC; umidade relativa: 55%; velocidade máxima do vento: 10 km/hora (3 metros/segundo). Para as culturas indicadas em pós-emergência (com exceção de soja geneticamente modificada), aplica-se GLI-UP 480 SL em jato dirigido ou protegido, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos, caule jovem). Em plantio direto (aplicação de área total no pré-plantio da cultura), aplicar antes do plantio da cultura.
Aplica-se GLI-UP 480 SL em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato. No caso de eliminação de soqueira, aplicar sobre as folhas em área total. “Roughing”: A eliminação da cana-de-açúcar doente ou indesejável pode ser feita aplicando-se GLI-UP 480 SL diretamente no cartucho da planta através de pulverizador tipo “trombone” na base de 6% de concentração. Gerenciamento de deriva: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água,criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar. Para doses superiores a 1800 g/ha, utilizar de tecnologia de redução de deriva de 50% nas aplicações costal, e tratorizada, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização. Para doses superiores a 3700 g/ha, utilizar de tecnologia de redução de deriva de 50% e manter bordadura de cinco metros nas aplicações costal e tratorizada, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40 metros do limite externo da plantação. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR. Importância do diâmetro da gota: A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversão térmica. Controlando diâmetro de gotas – Técnicas gerais: Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o maior volume de calda possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores. Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro das gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bico de vazão maior ao invés de aumentar a pressão. Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada, para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva. Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor possível, de forma a obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos. Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior de 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento. Observações: Condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade: Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação. Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura em relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento de fumaça originária de uma fonte do solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquantoque, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 30°C e umidade relativa inferior a 50%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas, considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor evaporação. INTERVALOS DE SEGURANÇA: • Algodão, milho e soja: Não determinado por ser aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura. • Arroz, Cana-de-açúcar (pré-plantio), Feijão, Soja Geneticamente Modificada e Trigo: Não determinado devido à modalidade de emprego (Manejo das plantas daninhas). • Ameixa, uva: 17 dias • Banana, cacau, citros, nectarina, pêssego: 30 dias • Cana-de-açúcar (como maturador): 30 dias • Maçã, café e pera: 15 dias • Soja geneticamente modificada: 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. • Pinus e eucalipto: Uso não alimentar UNA).
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. • Evitar contato do produto com as culturas, pois trata-se de herbicida não seletivo. No caso de uso do produto nas entrelinhas, a aplicação deve ser feita dirigida às plantas daninhas, com equipamentos que evitem o contato com partes verdes das culturas (folhas, ramos, caule jovem). • Evitar aplicação sobre plantas daninhas sob "stress" provocado por seca e geada. • Aplicar sobre plantas daninhas sem orvalho e com umidade relativa do ar acima de 50%, devendo evitar as horas mais quentes do dia. • Para garantia final da eficiência é fundamental usar sempre água limpa (sem argilas em suspensão), evitando água barrenta, de rios e lagos. • Na armazenagem, manuseio e na aplicação do produto, utilizar somente tanques de aço inoxidável, alumínio, fibra de vidro e plástico. Não usar tanques galvanizados, ferro ou de aço comum. Não armazenar a calda herbicida no tanque do pulverizador. • Sob a ameaça de chuva, suspender a aplicação. Repetir a aplicação caso ocorram chuvas até 6 horas após o tratamento, pois a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta. • Não pulverizar o produto antes ou logo após a prática de roçada.
• Não aplicar o produto com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto, devido à menor absorção. • Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após a aplicação de GLI-UP 480 SL. • O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo. • Evitar o pastoreio ou ingestão de plantas daninhas por animais logo após a aplicação de GLI-UP 480 SL. • Obrigação de utilização de tecnologia de redução da deriva de 50% para doses acima de 1.800 g/ha nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada. • Obrigação de utilização de tecnologia de redução da deriva de 50% e bordadura de cinco metros para doses acima de 3.700 g/ha nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40 metros do limite externo da plantação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃODAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: GLI-UP 480 SL é um herbicida composto por glifosato, sal de isopropilamina que apresenta como mecanismo de ação a inibição da EPSPs (Enoi Piruvil Chiquimato Fosfato Sintase) (Grupo G). O glifosato bloqueia a enzima EPSPs (5-enolpiruvilchiquimato-3-fosfato sintase), que catalisa a ligação dos compostos chiquimato 3-fosfato (S3P) e fosfoenolpiruvato (PEP), produzindo o enolpiruvilchiquimato-3-fosfato e fosfato inorgânico, segundo classificação internacional do HRAC (Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas a Herbicidas). O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. - Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. - Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS
− Produto para uso exclusivamente agrícola. − O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. − Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. − Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. − Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. − Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. − Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações recomendadas pelo fabricante. − Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado. − Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. − Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. − Seguir as recomendações do fabricante do equipamento de Proteção Indivdual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. − Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. − Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
− Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita) − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que estiver sendo aplicado o produto. − Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. − Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇOES APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO: − Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. − Evite ao máximo possível contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto ates do térmico do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita) − Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. − Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. − Lave as roupas e Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis. − Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. − Não reutilizar a embalagem vazia. − No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara. − A manutenção e limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
| ATENÇÃO | Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Nocivo se inalado | ||
|---|---|---|---|
| PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite a água de lavagem entre um olho e outro. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa contaminada e acessórios contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. |
- INTOXICAÇÕES POR GLI-UP 480 SL-
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Glicina substituída |
|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. |
| Toxicocinética | Após exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14 – 29% é excretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3% do glifosato absorvido é biotransformado, e seu único, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico. |
| Mecanismos de toxicidade | Primariamente inflamatório, causando irritação de pele, mucosas e olhos. |
| Sintomas e sinais clínicos | As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição às formulações de glifosato. Em casos de INGESTÃO podem ocorrer lesões ulcerativas, epigastralgia, vômitos, cólicas, diarréia e ocasionalmente, íleo paralítico e insuficiência hepática aguda; alterações na pressão sangüínea, palpitações, choque hipovolêmico; pneumonite, edema pulmonar não cardiogênico; insuficiência renal por necrose tubular aguda, cefaléia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor, convulsões e coma; acidose metabólica. Em casos de exposição CUTÂNEA podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido e vesículas), eczema e fotossensibilização (eritema, queimação, prurido e vesículas de aparecimento tardio, entre 5 a 10 dias). Todos esses quadros podem ser agravados por uma infecção bacteriana secundária. Exposição OCULAR pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral. Em casos de exposição RESPIRATÓRIA pode ocorrer aumento da freqüência respiratória, broncoespasmo e congestão vascular pulmonar. É necessário observar a toxicidade inerente aos adjuvantes (produtos utilizados em mistura com produtos formulados para melhorar a sua aplicação) presentes na formulação, potencializando os efeitos adversos do glifosato. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto no material gástrico. |
| Tratamento | NÃO EXISTE ANTÍDOTO PARA GLIFOSATO e a atropina não tem nenhum efeito neste caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação. ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação, deve estar protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a contaminação pelo agente tóxico. Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho. Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da solução ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder a lavagem gástrica e administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos, de 25-50 g em crianças de 1-12 anos e de 1 g/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 g para 240 mL de água. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração (intubação). Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (O2 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada com controle gasométrico. Caso os níveis de pressão parcial de oxigênio (pO2) não possam ser mantidos, introduzir ventilação mecânica com pressão positiva no final da expiração (PEEP). Monitorar alterações na pressão sangüínea e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluídos nos casos em que ocorrer hipotensão. Se necessário, associar vasopressores. Insuficiência renal, tratar com furosemida. A acidose metabólica deve ser corrigida com solução de bicarbonato de sódio, e, nos casos refratários com hemodiálise. Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina), ranitidina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol). Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Alertar o paciente para retornar em caso de sintomas de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático. |
|---|---|
| Contra-indicações | O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração. A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da superfície de contato. A utilização de morfina é contra-indicada porque pode comprometer a pressão arterial e causar depressão cardiorespiratória. |
| Efeitos sinérgicos | Com os adjuvantes presentes nas formulações, que são irritantes para pele e podem aumentar a absorção do produto. |
| ATENÇÃO | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS |
| Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) | |
| Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300 |
RENACIAT – ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300 Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: O Glifosato apresenta alta solubilidade em água, com solubilidade baixa em lipídeos. Os estudos científicos demonstram que o Glifosato é muito lentamente absorvido através da membrana gastrintestinal, ocorrendo uma retenção mínima nos tecidos com rápida eliminação pelos rins, atingindo níveis não detectáveis na urina em torno do segundo ou terceiro dia, comprovado em várias espécies de animais como ratos e cães. Mesmo no caso de exposição repetida, a não retenção e rápida eliminação demonstram que o Glifosato não é acumulado no organismo. Os estudos em ratos, camundongos e cães Beagle, demonstraram uma baixa toxicidade, quando da ingestão por um tempo prolongado.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos Agudos: • DL50 oral em ratos: > 2.000 mg/kg • DL50 dérmica em ratos: > 4.000 mg/kg • CL50 inalatória em ratos: > 3,544 mg/L. Não determinado nas condições do teste. • Irritação Dérmica: Foi observado um índice de irritação cutânea de 0,0 e o produto foi considerado não irritante quando aplicado na pele de coelhos. • Irritação Ocular: A irritação ocular foi classificada e registrada de acordo com uma tabela padrão de índices que varia de 2,4 (irritante mínimo) até 110 (irritante máximo). Foi observado um índice de irritação ocular de 9,33 e o produto foi, portanto, considerado irritante mínimo quando aplicado por via ocular em coelhos. • Sensibilização cutânea: não sensibilizante. • Mutagenicidade: Não mutagênico. Efeitos crônicos: Em estudos realizados com Glifosato Técnico administrado à dieta de camundongos por 90 dias não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso. Os exames macroscópicos na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto. Estudo crônico conduzido com cães não revelou efeito adverso em nenhum dos níveis de dosagem testados. Estudos combinados de longo prazo/carcinogenicidade com ratos e camundongos não evidenciaram efeitos carcinogênicos. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução do peso corpóreo nos machos que receberam a dose mais elevada da substância teste e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento com a maior dose. Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste. A dilatação tubular focal dos rins observada nos fetos machos que receberam a dose mais alta no estudo de reprodução em 3 gerações com ratos, não foi observada no estudo conduzido em 2 gerações e não foi considerado como efeito relacionado ao tratamento.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: • Este produto é: • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos da água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. • Em caso de acidente siga corretamente as instruções constantes na bula.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO VISANDO SUA CONCERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, seco, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns maiores, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROPCHEM LTDA - telefone de emergência: (51) 3342-1300 – fax: (51) 3343-5295. • Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscaras com filtros). • Isole e sinalize a área contaminada. • Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d´água, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado - absorva o produto derramado com serragem ou areia. Recolha esse material com auxílio de uma pá e coloque em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo - retire, com auxílio de uma pá, as camadas de terra contaminada até que atinja solo seco e coloque em tambores ou recipientes lacrados e identificados. Corpos d´água - interrompa imediatamente o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL: - LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL: - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA. - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. - DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DOS PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através da exposição a altas temperaturas, em fornos apropriados. - TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento de ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (51) 3342-1300