GAZINA 500 SC Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 49425
COMPOSIÇÃO
N-(7-fluoro-3,4-dihydro-3-oxo-4-prop-2-ynyl-2H-1,4-benzoxazin-6-yl)cyclohex-1-ene-1,2-dicarboxamide (FLUMIOXAZINA).......................................................................................................................................................500 g/L (50% m/v) Outros Ingredientes..................................................................................................................................................650g/L (65% m/v)
GRUPO E FUNGICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida seletivo de ação não sistêmica GRUPO QUÍMICO: Ciclohexenodicarboximida TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO(*): AGROBEATS DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA Avenida Paulista, n° 1079 – 7° e 8° andares – Sala CW 02– Bela Vista– São Paulo/SP – CEP 01311-200– Fone: (16) 98179-9449– CNPJ: 41.739.287/0001-53– Registro órgão Estadual n° 4333 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: FLUMIOXAZIN TÉCNICO LIER - Registro MAPA nº TC01522 ⚫ LIER CHEMICAL CO., LTD. Endereço: Economic and Technical Development Zone, 521000, Mianyang, Sichuan – China. FMX TÉCNICO - Registro MAPA nº TC16522 ⚫ Max (Rudong) Chemicals Co., Ltd Endereço: Yangkou Chemical Industrial Park 226407 Rudong, Jiangsu – China. FORMULADORES: ⚫ AGROMOL BIOTECH CO., LTD Endereço: East side, middle section of Binhe Road, Shanxian County Chemical Industry Park, Xieji Town, Shanxian County, Heze City, Shandong Province – China ⚫ BENGBU BIOAGRILAND FAITHCHEM CO., LTD. Endereço: No. 23, Feihezhong Road, Mohekou Industrial Park, Huaishang District, Bengbu City, Anhui Province – China ⚫ CHIZHOU BIOAGRILAND MULTICHEM CO., LTD. Endereço: Xiangyu Chemical Industry Park, Dongzhi County, Chizhou City, Anhui Province – China ⚫ LIER CROPSCIENCE CO., LTD. Endereço: N° 329 South Mianzhou Avenue, Mianyang, Sichuan Province – 621000 – China MANIPULADOR: ⚫ TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Endereço Av. Roberto Simonsen, 1459, Poço Fundo - CEP 13148-030 - Paulínia/SP - CNPJ 03.855.423/0001-81 - Registro no órgão estadual nº 477/CDA/SP IMPORTADORES: ⚫ AGRÍCOLA ALVORADA S.A. Endereço Estrada de Aparecidinha, s/n, Bairro Varejão - CEP 13314-010 – Itu/SP - CNPJ 04.854.422/0043-34 - Registro no órgão estadual nº 4539/CDA/SP ⚫ AGRILEAN INPUTS S.A. Endereço: Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 30,5, nº 11100 – Barueri/SP – Brasil – CNPJ: 47.983.211/0004-06 - Registro no órgão estadual nº 4378/CDA/SP ⚫ AGRILEAN INPUTS S.A. Endereço: Área Rural, KM 207, Lote 04, Armazém 01, s/n – Luís Eduardo Magalhães/BA – Brasil – CNPJ: 47.983.211/0002-36 - Registro no órgão estadual nº 1457/23/ADAB/BA ⚫ AGRILEAN INPUTS S.A. Endereço: Rodovia BR-364, Km 20, Área 02, nº 5788 – Cuiabá/MT – Brasil – CNPJ: 47.983.211/0003-17 - Registro no órgão estadual nº 33070/INDEA/MT ⚫ AGRILEAN INPUTS S.A. Endereço: Rodovia BR-174, Km 518, Área Rural de Boa Vista – Boa Vista/RR – Brasil – CEP 69.339-899 – CNPJ: 47.983.211/0005-89 - Registro no órgão estadual nº ⚫ AGROALLIANZ S.A. Endereço Rua Avelino Silveira Franco, 149, Sala 432 Cond. Comercial Loffice - Ville Sainte Helene - CEP 13.105-822 – Campinas/SP - CNPJ 27.150.699/0001-22 - Registro no órgão estadual nº 1280/CDA/SP ⚫ CCAB AGRO S.A. Endereço: Alameda Santos, nº 2159, 6º andar, Bairro Cerqueira César – São Paulo/SP – CEP 01419-100 – Brasil – CNPJ: 08.938.255/0001-01 – Registro no órgão estadual nº 820/CDA/SP ⚫ CCAB AGRO S.A. Endereço: Rodovia BR-163, Km 116, Bairro Parque Industrial Vetorasso – Rondonópolis/MT – CEP 78746-055 – Brasil – CNPJ: 08.938.255/000969 – Registro no órgão estadual nº 23776/INDEA/MT ⚫ CCAB AGRO S.A. Endereço: Rodovia BR-020, Km 207, s/n, Bairro Zona Rural – Luís Eduardo Magalhães/BA – CEP 47850-000 – Brasil – CNPJ: 08.938.255/000888 – Registro no órgão estadual nº 65709/ADAB/BA ⚫ CCAB AGRO S.A. Endereço: Rodovia PR-090, Lote 44, C-2, Módulo A, Bairro Parque Industrial Nene Favoretto – Ibiporã/PR – CEP 86200-000 – Brasil – CNPJ: 08.938.255/0007-05 – Registro no órgão estadual nº 003588/ADAPAR/PR ⚫ CCAB AGRO S.A. Endereço: Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 30,5, P-36, Bairro Jardim Maria Cristina – Barueri/SP – CEP 06421-400 – Brasil – CNPJ: 08.938.255/0011-83 – Registro no órgão estadual nº 4210/CDA/SP ■ Address: Avenida Paulista, nº 1.079, 7º e 8º Andares, Sala CW 02, Bela Vista, São Paulo – SP, CEP 01.311-200.
⚫ CCAB AGRO S.A. Endereço: Anel Viário, s/n, Quadra Área, Lote 005B, Galpão 02, Módulo R, Bairro Jardim Paraíso Acréscimo – Aparecida de Goiânia/GO – CEP 74984-321 – Brasil – CNPJ: 08.938.255/0010-00 – Registro no órgão estadual nº 4050/2022/AGRODEFESA/GO ⚫ CCAB AGRO S.A. Endereço: Rodovia BR-163, nº 2461, Km 744, Módulo N, Área Rural – Sorriso/MT – CEP 78898-899 – Brasil – CNPJ: 08.938.255/0003-73 – Registro no órgão estadual nº 35272/INDEA/SP ⚫ CCAB AGRO S.A. Endereço: Rodovia TO-222, Km 114, nº 264, Lote 4-K, Quadra Chácara 41, Módulo R, Loteamento Jardim Boa Sorte – Araguaína/TO – CEP 77820-450 – Brasil – CNPJ: 08.938.255/0012-64 – Registro no órgão estadual nº 01/240/ADAPEC/TO ⚫ CCAB AGRO S.A. Endereço: Rodovia BR-050, nº 3555, Km 76, Galpão 01, Anexo 12 – Uberlândia/MG – CEP 38400-760 – Brasil – CNPJ: 08.938.255/0013-45 – Registro no órgão estadual nº 12262979/IMA/MG ⚫ DEKALPAR BRASIL LTDA Endereço: Avenida Madre Leonia Milito, nº 1500, sala 1910, Jardim Bela Suíça – Londrina/PR – CEP 86.050-270 – Brasil – CNPJ: 53.476.996/0001-72Registro no órgão estadual nº 1008459/ADAPAR/PR ⚫ PILARQUIM BR COMERCIAL LTDA. Endereço Rua Cardeal Arcoverde, 2811, Pinheiros - CEP 05407-004 – São Paulo/SP - CNPJ 00.642.795/0001-31Registro no órgão estadual nº 257/CDA/SP ⚫ SOMAX AGRO DO BRASIL LTDA Endereço: Rua Marechal Floriano Peixoto, nº 960, Salas 165, 166, 167 e 168, Edifício Torre Marechal, Centro – Foz do Iguaçu/PR – Brasil – CNPJ: 45.923.627/0001-52 – Registro no órgão estadual nº 1008194/ADAAPR/PR ⚫ SOMAX AGRO DO BRASIL LTDA Endereço: Rodovia dos Imigrantes, s/n, Bairro Distrito Industrial – Cuiabá/MT – Brasil – CNPJ: 45.923.627/0004-03 – Registro no órgão estadual nº 328037/INDEA/MT ⚫ SOMAX AGRO DO BRASIL LTDA Endereço: Rua Ronat Walter Sodré, nº 2800, Setor 3 – Ibiporã/PR – Brasil – CNPJ: 45.923.627/0003-14 – Registro no órgão estadual nº 1008300/ADAPAR/PR ⚫ SOMAX AGRO DO BRASIL LTDA Endereço: Avenida Constante Pavan, nº 4633 – Paulínia/SP – Brasil – CNPJ: 45.923.627/0006-67 – Registro no órgão estadual nº 4495/CDA/SP
| No do lote ou partida : | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação : | |
| Data de vencimento : |
PODER. É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. AGITE ANTES DE USAR
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE COR DA FAIXA: Azul PMS Blue 293 C ■ Address: Avenida Paulista, nº 1.079, 7º e 8º Andares, Sala CW 02, Bela Vista, São Paulo – SP, CEP 01.311-200.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO
GAZINA 500 SC é um herbicida seletivo, não sistêmico para aplicação em pré e pós-emergência, destinado ao controle de plantas daninhas nas culturas de Algodão, Batata, Café, Cana-de-açúcar, Cebola, Citros, Espécies Florestais (Eucalipto e Pinus), Feijão, Maçã, Mandioca, Milho, Soja e Trigo em solo leve, médio e pesado. CULTURAS, DOENÇAS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
| CULTURAS | MODALIDADE DE USO | Plantas Daninhas Nome Comum (Nome científico) | Doses (mL p.c./ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| ALGODÃO | Pós-emergência das plantas daninhas, antes do plantio da cultura em manejo para plantio direto1,2 | Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) Erva-quente (Spermacoce latifolia) Poaia-branca (Richardia brasiliensis) Picão-preto (Bidens pilosa) Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 50 | Aplicação Terrestre 150 a 200 Aplicação Aérea: 30 a 40 | Fazer uma aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo, sempre antes da semeadura do algodão. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas. Em áreas com presença de alta quantidade de plantas daninhas, fazer a dessecação antecipada com aplicação de herbicida pós-emergente registrado para a cultura, anteriormente à aplicação de GAZINA 500 SC. O intervalo entre a aplicação de GAZINA 500 SC e o plantio da cultura do algodão deve ser de pelo menos 7 dias. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. |
| Controle de plantas daninhas em pós- emergência com jato dirigido às entrelinhas1 | Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) Erva-quente (Spermacoce latifolia) Picão-preto (Bidens pilosa) Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 40 -60 | Aplicação Terrestre 150 a 200 | Fazer uma aplicação nas entre linhas da cultura, quando o algodão estiver com 45 ou mais dias de germinação e as plantas daninhas entre 2 a 6 folhas. Recomenda-se a dose mais elevada para plantas daninhas em estádio de crescimento mais avançado. Deve-se evitar que o produto atinja as folhas do algodoeiro, utilizando-se de asas protetoras no equipamento de aplicação. |
■ Address: Avenida Paulista, nº 1.079, 7º e 8º Andares, Sala CW 02, Bela Vista, São Paulo – SP, CEP 01.311-200.
| Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| mL p.c./ha = mililitros do produto comercial por hectare Nota 1: É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v. Nota 2: Em áreas com alta infestação de plantas daninhas, fazer aplicação de herbicida dessecante registrado para a cultura, anteriormente à aplicação de GAZINA 500 SC. | |||||
| BATATA | Aplicação em pré- emergência da cultura e das plantas daninhas1 | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) Corda-de-viola2 (Ipomoea grandifolia) Joá-de-capote (Nicandra physaloides) Maria-pretinha (Solanum americanum) | 50 -70 | Aplicação Terrestre 150 a 200 | Fazer uma aplicação logo após a semeadura da cultura, podendo se estender até 2 dias após plantio, sempre antes da emergência da cultura e das plantas daninhas. Na dose mais alta GAZINA 500 SC apresenta efeito residual para o controle das plantas daninhas. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. |
| mL p.c./ha = mililitros do produto comercial por hectare Nota 1: Na cultura da Batata utilizar o produto somente em solos areno-argilosos (médios). Nota 2: Para Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia), recomenda-se fazer aplicação em condições de baixa infestação. | |||||
| CAFÉ | Aplicação em pós- emergência das plantas daninhas, na dessecação de limpeza em pomares1 | Leiteira (Euphorbia heterophylla) Picão-preto (Bidens pilosa) Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 50 | Aplicação Terrestre 150 a 200 | Fazer uma aplicação de GAZINA 500 SC nas entre linhas da cultura do café quando as plantas daninhas estiverem no estádio de 2 a 6 folhas. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. |
| Aplicação em pré- emergência das plantas daninhas e pós-emergência da cultura2 | Picão-preto (Bidens pilosa) Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 150 -180 | Aplicação Terrestre 150 a 200 | Fazer uma aplicação de GAZINA 500 SC sob a saia do cafeeiro, antes da emergência das plantas daninhas. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. | |
| mL p.c./ha = mililitros do produto comercial por hectare Nota 1: É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v. Nota 2: Aplicar GAZINA 500 SC sem adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante à calda de pulverização. Em ambas as modalidades, utilizar barra protegida para aplicação de GAZINA 500 SC no cafeeiro. | |||||
| CANA-DE- AÇÚCAR | Aplicação em pré- emergência da cultura e das plantas daninhas1 | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Corda-de-viola2 (Ipomoea grandifolia) Picão-preto2 (Bidens pilosa) | 150 -250 | Aplicação Terrestre 150 a 200 | GAZINA 500 SC deve ser aplicado no solo, em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura (cana- planta ou |
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| Capim-branco (Chloris polydactyla) Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Capim-da-roça (Digitaria nuda) Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | 250 - 400 | soca). A utilização de doses crescentes, até a máxima dose recomendada, proporcionará maior período residual no controle das plantas daninhas. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. | |||
|---|---|---|---|---|---|
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) Capim-camalote (Rottboellia exaltata) | 400 | ||||
| mL p.c./ha = mililitros do produto comercial por hectare Nota 1: Na cultura da Cana-de-açúcar, usar as menores doses em solos areno-argilosos (médios) e as doses maiores em solos argilosos (pesados). Nota 2: Para Picão-preto (Bidens pilosa) e Corda-de- viola (Ipomoea grandifolia), recomenda-se fazer aplicação em condições de baixa infestação. | |||||
| CEBOLA | Aplicação em pré- emergência das plantas daninhas e pós-emergência da cultura1 | Fedegoso2 (Senna obtusifolia) Nabiça2 (Raphanus raphanistrum) Picão-branco (Galinsoga parviflora) Picão-preto (Bidens pilosa) Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 120-180 | Aplicação Terrestre 150 a 200 | GAZINA 500 SC deve ser aplicado no solo, em pré- emergência das plantas daninhas somente em áreas de transplantio, dois a três dias após o transplante das mudas (não aplicar em áreas de plantio de sementes). A utilização de doses crescentes, até a máxima dose recomendada, proporcionará maior período residual no controle das plantas daninhas. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. |
| mL p.c./ha = mililitros do produto comercial por hectare Nota 1: Aplicar GAZINA 500 SC sem adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante à calda de pulverização. Nota 2: Na cultura da Cebola, utilizar o produto somente em solos areno-argilosos (médios) e argilosos (pesados), sendo que para Fedegoso (Senna obtusifolia) e Nabiça (Raphanus raphanistrum) efetuar o controle somente em solos areno- argilosos (médios). | |||||
| CITROS | Aplicação em pós- emergência das plantas daninhas, na dessecação de limpeza em pomares1 | Leiteira (Euphorbia heterophylla) Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 50 | Aplicação Terrestre 150 a 200 | Fazer uma aplicação de GAZINA 500 SC nas entre linhas dos citros quando as plantas daninhas estiverem no estádio de 2 a 6 folhas. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. |
■ Address: Avenida Paulista, nº 1.079, 7º e 8º Andares, Sala CW 02, Bela Vista, São Paulo – SP, CEP 01.311-200.
| Aplicação em pré- emergência das plantas daninhas e pós-emergência da cultura2 | Beldroega3 (Portulaca oleracea) Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) Corda-de-viola3 (Ipomoea grandifolia) Guanxuma (Sida rhombifolia) Leiteira (Euphorbia heterophylla) Picão-preto (Bidens pilosa) | 160-240 | Aplicação Terrestre 150 a 200 | Fazer uma aplicação do GAZINA 500 SC nas faixas de plantio, de quatro a oito dias após o transplante das mudas, antes da emergência das plantas daninhas. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. | |
|---|---|---|---|---|---|
| mL p.c./ha = mililitros do produto comercial por hectare Nota 1: É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v. Nota 2: Aplicar GAZINA 500 SC sem adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante à calda de pulverização. Nota 3: Na cultura do Citros utilizar o produto somente em solos arenosos (leves) e argilosos (pesados), sendo que para Beldroega (Portulaca oleracea) e Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) efetuar o controle somente em solos arenosos (leves). Em ambas as modalidades, utilizar barra protegida para aplicação de GAZINA 500 SC em pomares de citros. | |||||
| ESPÉCIES FLORESTAIS (EUCALIPTO E PINUS) | Aplicação em pré- emergência das plantas daninhas e pós- emergência da cultura1 | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Beldroega (Portulaca oleracea) Caruru-roxo (Amaranthus hibridus) Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) Fazendeiro (Galinsoga parviflora) Guanxuma2 (Sida rhombifolia) Leiteira2 (Euphorbia heterophylla) Maria-pretinha (Solanum americanum) Nabiça (Raphanus raphanistrum) Picão-preto2 (Bidens pilosa) | 120-250 | Aplicação Terrestre 150 a 200 | Fazer uma aplicação do GAZINA 500 SC, de cinco a oito dias após o transplante das mudas, antes da emergência das plantas daninhas. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. |
| Aplicação em pré- emergência das plantas daninhas e antes do transplante das mudas de espécies florestais | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) Picão-preto (Bidens pilosa) Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Leiteira (Euphorbia heterophylla) | 400 -800 | Aplicação Terrestre 150 a 200 | GAZINA 500 SC deve ser aplicado no solo, em área total, até um dia antes do transplante das mudas, em pré-emergência das plantas daninhas. A utilização de doses crescentes, até a máxima dose recomendada, proporcionará maior período residual no controle das plantas daninhas. Em caso de plantas daninhas emergidas (entre 2 a 6 folhas), adicionar adjuvante (óleo mineral) à calda na concentração de 0,5% v/v. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. | |
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 200-800 |
■ Address: Avenida Paulista, nº 1.079, 7º e 8º Andares, Sala CW 02, Bela Vista, São Paulo – SP, CEP 01.311-200.
| mL p.c./ha = mililitros do produto comercial por hectare Nota 1: Aplicar GAZINA 500 SC sem adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante à calda de pulverização. Nota 2: Nas espécies florestais (Eucalipto e Pinus) utilizar o produto somente em solos arenosos (leves), sendo que para controle de Guanxuma (Sida rhombifolia), Leiteira (Euphorbia heterophylla) e Picão-preto (Bidens pilosa) efetuar controle em solos arenosos (leves) e argilosos (pesados). | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| FEIJÃO | Aplicação em pré- emergência da cultura e das plantas daninhas1 | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) Beldroega (Portulaca oleraceae) Poaia-branca (Richardia brasiliensis) Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 110 | Aplicação Terrestre 150 a 200 Aplicação Aérea: 30 a 40 | GAZINA 500 SC deve ser aplicado no solo, até 3 dias antes da semeadura do feijão, em pré- emergência das plantas daninhas. Em caso de plantas daninhas emergidas (entre 2 a 6 folhas), adicionar adjuvante (óleo mineral) à calda na concentração de 0,5% v/v. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. |
| mL p.c./ha = mililitros do produto comercial por hectare Nota 1: Em áreas com alta infestação de plantas daninhas, fazer aplicação de herbicida dessecante registrado para a cultura, anteriormente à aplicação de GAZINA 500 SC. | |||||
| Pós-emergência das plantas daninhas, antes do plantio da cultura em manejo para plantio direto | Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) Picão-preto (Bidens pilosa) Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 40-100 | Aplicação Terrestre 150 a 200 | Fazer uma aplicação do GAZINA 500 SC em pós- emergência das plantas daninhas, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo, sempre antes da semeadura do feijão. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas no momento da aplicação. O plantio do feijão poderá ser feito um dia após a pulverização, pois o produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitotoxicidade às culturas. Em áreas com histórico de alta quantidade de plantas daninhas, fazer a dessecação antecipada com aplicação de herbicida dessecante registrado para a cultura, anteriormente à aplicação de GAZINA 500 SC. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. | |
| mL p.c./ha = mililitros do produto comercial por hectare Nota: É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v. | |||||
| MAÇÃ | Aplicação em pós- emergência das plantas daninhas, na dessecação de limpeza em pomares1 | Picão-preto (Bidens pilosa) | 150 - 200 | Aplicação Terrestre 150 a 200 | Fazer uma aplicação de GAZINA 500 SC em pós- emergência das plantas daninhas em manejo de áreas de pomares de macieira, utilizando barra protegida para evitar o |
■ Address: Avenida Paulista, nº 1.079, 7º e 8º Andares, Sala CW 02, Bela Vista, São Paulo – SP, CEP 01.311-200.
| contato do produto com a cultura. Na ocasião da aplicação, as plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 4 folhas (1 a 7 cm). Doses crescentes do produto farão com que o período residual de controle seja aumentado. Deve-se adicionar adjuvante (óleo mineral) à calda na concentração de 0,5% v/v. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| mL p.c./ha = mililitros do produto comercial por hectare Nota 1: É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v. | |||||
| MANDIOCA | Aplicação em pré- emergência da cultura e das plantas daninhas1,2,3 | Apaga-fogo (Alternanthera tenella) Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) Corda-de-viola (Ipomoea nil) Erva-palha (Blainvillea latifolia) Erva-quente (Spermacoce latifolia) Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) Joá-de-capote (Nicandra physaloides) Hortelã (Hyptis lophanta) Leiteira (Euphorbia heterophylla) Mentrasto (Ageratum conyzoides) Picão-preto (Bidens pilosa) Poaia branca (Richardia brasiliensis) Guanxuma (Sida rhombifolia) Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 120 - 200 | Aplicação Terrestre 400 Aplicação Aérea: 30 a 40 | GAZINA 500 SC deve ser aplicado no solo logo após o plantio das manivas, podendo se estender até 15 dias após plantio, antes da emergência da cultura e das plantas daninhas. Em caso de plantas daninhas emergidas (entre 2 a 6 folhas), adicionar adjuvante (óleo mineral) à calda na concentração de 0,5% v/v. Não utilizar adjuvantes em caso da cultura emergida. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. |
| Controle de plantas daninhas em pós- emergência com | Anileira (Indigofera hirsuta) Apaga-fogo | 120 – 200 | Aplicação Terrestre 400 | GAZINA 500 SC deve ser aplicado nas entre linhas da cultura, quando as |
■ Address: Avenida Paulista, nº 1.079, 7º e 8º Andares, Sala CW 02, Bela Vista, São Paulo – SP, CEP 01.311-200.
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| MANDIOCA | Aplicação na pré- emergência da cultura e das plantas daninhas após a poda1,2,3,4 | Anileira (Indigofera hirsuta) Apaga-fogo (Alternanthera tenella) Beldroega (Portulaca oleracea) Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) Caruru (Amaranthus hybridus) Cheirosa (Hyptis suaveolens) Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) Desmódio (Desmodium tortuosum) Erva-palha (Blainvilea latifolia) Erva-quente (Spermacoce latifolia) Erva-de-touro (Tridax procumbens) Guanxuma (Sida rhombifolia) Joá-de-capote (Nicandra physaloides) Leiteira (Euphorbia heterophylla) Mentrasto (Ageratum conyzoides) Picão branco (Galinsoga parviflora) Picão-preto (Bidens pilosa) Poaia-branca (Richardia brasiliensis) Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 120 - 200 | Aplicação Terrestre 150 a 200 Aplicação Aérea: 30 a 40 | Fazer uma aplicação de GAZINA 500 SC logo após a poda da mandioca, antes da brotação da cultura. Em caso de plantas daninhas emergidas (entre 2 a 6 folhas), adicionar adjuvante (óleo mineral) à calda na concentração de 0,5% v/v. Deve-se evitar que o produto atinja as folhas das culturas, utilizando- se asas protetoras para evitar deriva de calda sobre as folhas. Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados). Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. |
|---|---|---|---|---|---|
| mL p.c./ha = mililitros do produto comercial por hectare Nota 1: É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v caso haja plantas emergidas. Nota 2: Não adicionar qualquer tipo de adjuvante logo após o transplantio da maniva ou em caso de emergência/brotação da cultura. Nota 3: Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados). Nota 4: Deve-se evitar que o produto atinja as folhas das culturas, utilizando-se asas protetoras para evitar deriva de calda sobre as folhas. | |||||
| MANEJO OUTONAL (APLICAÇÃO EM PRÉ- EMERGÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS) | O controle de plantas daninhas em pré-emergência, durante o outono- inverno, é uma das ferramentas que devem ser utilizadas para o manejo da resistência aos herbicidas pós- emergentes, uma vez que o sucesso deste manejo está vinculado à diminuição do banco | Buva (Conyza bonariensis) | 120 - 200 | Aplicação Terrestre 150 a 200 | Fazer uma aplicação no outono-inverno, logo após a colheita da cultura precedente (Manejo Outonal). A utilização de doses crescentes, até a máxima dose recomendada, proporcionará maior período residual no controle das plantas daninhas. Caso existam plantas daninhas emergidas, aplicar herbicida pós- |
| Caruru-palmeri (Amaranthus palmeri) | 120 |
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| de sementes das invasoras. | emergente de ação total (seguir recomendação do fabricante) de 2 a 3 dias antes da aplicação do GAZINA 500 SC. Após a aplicação de GAZINA 500 SC no manejo outonal, aguardar um período mínimo para o plantio das culturas subsequentes, conforme abaixo: Soja: sem restrição Milho: 14 dias Algodão: 21 dias Girassol, Sorgo e Trigo: 30 dias Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo e cultura. | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| mL p.c./ha = mililitros do produto comercial por hectare | |||||
| MILHO | Aplicação em pré- emergência da cultura e das plantas daninhas | Caruru-palmeri (Amaranthus palmeri) | 120 | Aplicação Terrestre 150 a 200 Aplicação Aérea: 30 a 40 | GAZINA 500 SC deve ser aplicado no solo, até 7 dias antes da semeadura do milho, em pré- emergência das plantas daninhas. A utilização de doses crescentes, até a máxima dose recomendada, proporcionará maior período residual no controle das plantas daninhas. Em caso de plantas daninhas emergidas (entre 2 a 6 folhas), adicionar adjuvante (óleo mineral) à calda na concentração de 0,5% v/v. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo e cultura. |
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) Leiteira (Euphorbia heterophylla) Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 100 - 150 | ||||
| mL p.c./ha = mililitros do produto comercial por hectare. |
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| SOJA | Pós- emergência das plantas daninhas, antes do plantio da cultura em manejo para plantio direto1,2 | Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) Picão-preto (Bidens pilosa) Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 50 | Aplicação Terrestre 150 a 200 Aplicação Aérea: 30 a 40 | Fazer uma aplicação de GAZINA 500 SC em pós- emergência das plantas daninhas, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo, sempre antes da semeadura da soja. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas no momento da aplicação. Em áreas com histórico de alta quantidade de plantas daninhas, fazer a dessecação antecipada com aplicação de herbicida dessecante registrado para a cultura, anteriormente à aplicação de GAZINA 500 SC. O intervalo entre a aplicação de GAZINA 500 SC e o plantio da cultura da soja deve ser de pelo menos um dia. O produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitotoxicidade. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo e cultura. |
|---|---|---|---|---|---|
| Aplicação em pré- emergência da cultura e das plantas daninhas | Caruru-palmeri (Amaranthus palmeri) | 120 | Aplicação Terrestre 150 a 200 | GAZINA 500 SC deve ser aplicado no solo, próximo à semeadura da soja, em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas. A utilização de doses crescentes, até a máxima dose recomendada, proporcionará maior período residual no controle das plantas daninhas. Em caso de plantas daninhas emergidas (entre 2 a 6 folhas), adicionar adjuvante (óleo mineral) à calda na concentração de 0,5% v/v. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo e cultura. | |
| Buva (Conyza bonariensis) Capim-amargoso (Digitaria insularis) Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Corda-de-viola3 (Ipomoea grandifolia) Erva-de-touro (Tridax procumbens) Erva-quente (Spermacoce latifolia) Leiteira (Euphorbia heterophylla) Picão-preto3 (Bidens pilosa) | 100 - 150 | ||||
| mL p.c./ha = mililitros do produto comercial por hectare Nota 1: É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v. Nota 2: Em áreas com alta infestação de plantas daninhas, fazer aplicação de herbicida dessecante registrado para a cultura, anteriormente à aplicação de GAZINA 500 SC. Nota 3: Para Picão-preto (Bidens pilosa) e Corda-de- viola (Ipomoea grandifolia), recomenda-se fazer aplicação em condições de baixa infestação. |
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| TRIGO | Aplicação em pré- emergência da cultura e das plantas daninhas | Azevém (Lolium multiflorum) Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 100-120 | Aplicação Terrestre 150 a 200 | GAZINA 500 SC deve ser aplicado no solo, em pré- emergência das plantas daninhas, até 7 dias antes da semeadura do trigo. A utilização de doses crescentes, até a máxima dose recomendada, proporcionará maior período residual no controle das plantas daninhas. Em caso de plantas daninhas emergidas (entre 2 a 6 folhas), adicionar adjuvante (óleo mineral) à calda na concentração de 0,5% v/v. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo e cultura. |
|---|---|---|---|---|---|
| mL p.c./ha = mililitros do produto comercial por hectare |
LIMITAÇÕES DE USO
- Não aplicar GAZINA 500 SC após a emergência das culturas do algodão, batata, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja e trigo. - Não aplicar GAZINA 500 SC em condições de seca prolongada. - Em caso de aplicações de GAZINA 500 SC após o transplante de mudas de citros, de café ou de espécies florestais, não utilizar adjuvante. OUTRAS RESTRIÇÕES: Compatibilidade: não se recomenda a mistura de GAZINA 500 SC com produtos alcalinos. Evitar o uso do GAZINA 500 SC em condições de seca (plantas com deficiência hídrica). SELETIVIDADE: Se respeitadas as recomendações, o produto é seletivo às culturas para os quais é registrado. EQUIPAMENTOS E MODO DE APLICAÇÃO: Preparo da Calda: Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do GAZINA 500 SC em um tanque auxiliar contendo água limpa. Em seguida, encher o reservatório do pulverizador até a metade da capacidade do tanque. Adicionar a solução preparada ao tanque do pulverizador e completar com água limpa, mantendo o agitador do pulverizador em funcionamento. Aplicar a calda imediatamente após o preparo. Pulverização Terrestre: Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual, utilizando bicos de jato leque que produzam gotas de diâmetro adequado. O volume de calda recomendado é de 150 a 200 L/ha. É importante que se consiga uma cobertura uniforme do solo. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Não sobrepor as faixas de aplicação. Pulverização Aérea: GAZINA 500 SC deve ser aplicado com um volume de calda de 20 a 40 litros/ha. Para um volume de aplicação de 20 L/ha, aplicar através de aeronaves agrícolas dotadas de barra com bicos tipo cônico ou com atomizadores rotativos (Micronair). A altura de voo, largura da faixa de deposição efetiva e volume de calda deve ser de acordo com o equipamento utilizado. Não sobrepor as faixas de aplicação. Condições Climáticas: Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento de 3 a 15 km/h, temperatura inferior a 30ºC e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Não realizar aplicações em condições de inversão térmica e de correntes ascendentes. Não aplicar se houver rajadas de vento ou em condições sem vento. ■ Address: Avenida Paulista, nº 1.079, 7º e 8º Andares, Sala CW 02, Bela Vista, São Paulo – SP, CEP 01.311-200.
CUIDADOS NA LIMPEZA DO PULVERIZADOR: Antes de aplicar GAZINA 500 SC, verifique se todo o equipamento de aplicação está limpo e bem cuidado. O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador. Alguns agrotóxicos são ativos em quantidades bastante pequenas, podendo causar danos quando aplicados às culturas sensíveis. Antes de aplicar o GAZINA 500 SC, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado. Se dois ou mais produtos foram utilizados antes da aplicação do GAZINA 500 SC, deve ser seguido o procedimento de limpeza mais restritivo. LIMPEZA/LAVAGEM DO PULVERIZADOR: O pulverizador, incluindo o tanque, tanque de mistura, mangueira, filtros e bicos devem ser limpos toda vez que for aplicado o GAZINA 500 SC. Imediatamente após o término da aplicação do GAZINA 500 SC, seguir as seguintes etapas para limpar o equipamento de pulverização (não deixar para fazer a limpeza no dia seguinte): 1. Drenar completamente o tanque de pulverização, lavar o pulverizador completamente, incluindo a parte interior e exterior do reservatório e todos os acessórios em linha. 2. Encha o tanque com água limpa e adicione amônia caseira (com 3% de amônia) na proporção de 1%, ou seja, 1 litro para cada 100 litros de água. Acionar o pulverizador para circular a solução no pulverizador, incluindo as mangueiras e bicos durante 5 minutos. Remova e limpe os bicos, filtros, difusores em um balde com solução de amônia caseira a 3%, diluído a 1%. 3. Esvazie o tanque e encha novamente com água limpa. Agite a calda do tanque por no mínimo 15 minutos, passando por todas as mangueiras, filtros, difusores e bicos. Caso esteja usando diafragmas na barra de pulverização, afrouxe os diafragmas antes de liberar o sistema de agitação, permitindo que a solução de limpeza passe através do diafragma aberto. Se os bicos de pulverização possuírem tampas, estas devem ser afrouxadas antes de liberar o sistema de agitação, para permitir que a solução de limpeza passe através das tampas soltas. Após drenagem do tanque, repetir as operações 2 e 3. Encher o tanque com água limpa para enxaguar todo o equipamento pulverizador, incluindo mangueiras, filtros, difusores e bicos, várias vezes. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação vigente. Condições climáticas: As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde em condições de temperatura inferior a 27ºC, umidade relativa do ar acima de 70% e ventos abaixo de 10 km/h, para diminuir ao máximo as perdas por deriva e/ou evaporação. OBS: Seguir as recomendações acima indicadas e sempre consultar um Engenheiro Agrônomo. INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
| Culturas | Intervalo de Segurança (dias) |
|---|---|
| Algodão | 100 dias (Pós-emergência) |
| Batata | 75 dias (Pré-emergência) |
| Café | 7 dias (Pré/Pós-emergência) |
| Cana-de-açúcar | 180 dias (Pré-emergência) |
| Cebola | 90 dias (Pré-emergência) |
| Citros | 7 dias (Pré/Pós-emergência) |
| Eucalipto | UNA (Pré/Pós-emergência) |
| Feijão | 7 dias (Pós-emergência) |
| Maçã | 90 dias (Pós-emergência) |
| Mandioca | 75 dias (Pré/Pós-emergência) |
| Milho | 80 dias (Pré-emergência) |
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| Pinus | UNA (Pré/Pós-emergência) |
|---|---|
| Soja | 10 dias (Dessecante e Pré/Pós-emergência) |
| Trigo | (1) (Pré-emergência) |
Pinus UNA (Pré/Pós-emergência) Soja 10 dias (Dessecante e Pré/Pós-emergência) Trigo (1) (Pré-emergência) UNA = Uso Não Alimentar (1) - Não determinado devido a modalidade de emprego
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO. VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta infestante alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas infestantes seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas infestantes devem ser consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. ■ Address: Avenida Paulista, nº 1.079, 7º e 8º Andares, Sala CW 02, Bela Vista, São Paulo – SP, CEP 01.311-200.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. • Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure imediatamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado classe P2 e P3; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado classe P2 e P3; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação. ■ Address: Avenida Paulista, nº 1.079, 7º e 8º Andares, Sala CW 02, Bela Vista, São Paulo – SP, CEP 01.311-200.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. • Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido. Pode ser nocivo em contato com a pele. Pode ser nocivo se inalado. ATENÇÃO PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. PELE: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR GAZINA 500 SC-
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo Químico | Flumioxazina: Ciclohexenodicarboximida Éter monobutílico de polietileno-polipropileno glicol: Polialquilenoglicol | ||
|---|---|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO | ||
| Vias de exposição | Oral, dérmica, inalatória e ocular. | ||
| Toxicocinética | Flumioxazina: Estudo com animais estima-se que, após absorção sua excreção é relativamente rápida tanto via urinária como fecal. Aproximadamente 100% do produto administrado foi |
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| excretado do corpo dos animais, pelas fezes e urina, dentro de 7 dias após a sua administração. Na maior dose testada (100 mg/Kg de peso vivo) houve um aumento do Flumioxazina inalterado nas fezes, sugerindo que esta dose está acima da capacidade de absorção do produto pelo trato gastro-intestinal. Algumas das principais reações de biotransformação foram a clivagem da ligação imida e a clivagem da ligação amida no anel benzoxazinona. Os principais compostos nas fezes foram os derivados sulfonados, e na urina os derivados sulfonados, derivados alcoólicos e da acetanilida. O único metabólito encontrado em concentração maior que 5%, nas fezes, foi 3-hidroxi-sulfo-flumioxazin. Em geral, o nível de resíduo encontrado nos tecidos foi muito baixo, mas pôde ser detectado no sangue, coração, fígado e rins. Éter monobutílico de polietileno-polipropileno glicol: Dados específicos sobre a absorção, distribuição e excreção dos polialquilenoglicóis (PAGs) em organismos vivos são escassos. A maioria das informações disponíveis concentra-se em suas propriedades físico-químicas e aplicações industriais. Devido à sua estrutura polimérica e peso molecular elevado, presume-se que os PAGs tenham baixa taxa de absorção através das membranas biológicas. Isso sugere que, em caso de exposição, a absorção sistêmica seria limitada. Caso pequenas quantidades sejam absorvidas, espera-se que sua distribuição no organismo seja limitada. É provável que sejam excretados inalterados principalmente pelos rins, através da filtração glomerular, devido à sua solubilidade em água e tamanho molecular. | |
|---|---|
| Toxicodinâmica | Flumioxazina: As evidências de estudos conduzidos em animais não mostraram relevância em humanos. Éter monobutílico de polietileno-polipropileno glicol: Um estudo sobre a toxicidade inalatória aguda do copolímero de óxido de etileno/óxido de propileno (CAS 9038-95- 3) em várias espécies animais revelou que ratos e camundongos são os mais sensíveis, com CL50 de 147 mg/m³ e 174 mg/m³, respectivamente. Cães, hamsters e porquinhos-da-índia apresentaram menor sensibilidade. A exposição a aerossóis causou aumento do peso pulmonar e as mudanças pulmonares consistiram em edema, enfisema e irregularidades na superfície. |
| Sintomas e sinais clínicos | Flumioxazina: Por extrapolação não foram observados sinais de toxicidade oral ou dermal. Éter monobutílico de polietileno-polipropileno glicol: Por extrapolação, pode-se inferir que dependendo da concentração a que seja exposto, a inalação de vapores ou aerossóis pode resultar em sintomas inespecíficos como náusea, dor de cabeça, tontura ou até provocar irritação das vias respiratórias, levando a sintomas como tosse, dor de garganta e, em casos mais severos, dificuldade respiratória. |
| Diagnóstico | Noções de exposição ao produto e anomalias das funções hepáticas e renais. Conjuntivas congestionadas. Vômitos em caso de ingestão. |
| Tratamento | As medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação. Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais. 1. Remover roupas e acessórios e proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. 2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. 3. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder a lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água. Tratamento sintomático e de manutenção. Antídoto: Não há antídoto específico. Controlar a função hepática e renal, hemograma e ionograma. |
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| Contraindicações | Em caso de ingestão, não provoque vômito. | ||
|---|---|---|---|
| Efeitos das | Não conhecidos. | ||
| interações químicas | |||
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) Telefone de Emergência da empresa: (16) 98179-9449 |
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) Telefone de Emergência da empresa: (16) 98179-9449
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Vide “TOXICOCINÉTICA” e Vide “TOXICODINÂMICA” no quadro de INFORMAÇÕES MÉDICAS.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
• DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg p.c. • DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg p.c. • CL50 inalatória em ratos (4 hrs): Não foi determinada nas condições do teste. • Corrosão/Irritação cutânea: O produto foi considerado “Não irritante” (Não classificado-GHS). • Corrosão/Irritação ocular: O produto foi considerado “Não irritante” (Não classificado-GHS). • Sensibilização cutânea: Classificado como “Não sensibilizante dermal”. • Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Em estudos de até 2 anos de duração, realizados com ratos, foram observadas anemia e insuficiência renal.
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: ▪ Este produto é: - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) - Muito perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) X - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas). • Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. ■ Address: Avenida Paulista, nº 1.079, 7º e 8º Andares, Sala CW 02, Bela Vista, São Paulo – SP, CEP 01.311-200.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa AGROBEATS DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. – Telefone de Emergência: (16) 98179-9449 • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: - Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. - Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. - Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; ■ Address: Avenida Paulista, nº 1.079, 7º e 8º Andares, Sala CW 02, Bela Vista, São Paulo – SP, CEP 01.311-200.
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA. ■ Address: Avenida Paulista, nº 1.079, 7º e 8º Andares, Sala CW 02, Bela Vista, São Paulo – SP, CEP 01.311-200.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. ■ Address: Avenida Paulista, nº 1.079, 7º e 8º Andares, Sala CW 02, Bela Vista, São Paulo – SP, CEP 01.311-200.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (16) 98179-9449 ■ Address: Avenida Paulista, nº 1.079, 7º e 8º Andares, Sala CW 02, Bela Vista, São Paulo – SP, CEP 01.311-200.