Bula oficial · registro MAPA nº 101

Bula do Gastoxin B57

Bula completa do Gastoxin B57 (registro MAPA nº 101), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: fosfeto de alumínio.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 16 páginas no PDF.

MODELO DE BULA GASTOXIN® B57 Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 00101

COMPOSIÇÃO

Aluminium Phosphide (FOSFETO DE ALUMÍNIO)....................................................... 570 g/kg (57% m/m) Outros ingredientes........................................................................................................ 430 g/kg (43% m/m) GRUPO 24A INSETICIDA PESO LÍQUIDO: Vide Rótulo CLASSE: Inseticida fumigante. GRUPO QUÍMICO: Inorgânico precursor de fosfina. TIPO DE FORMULAÇÃO: Fumigante (FU). TITULAR DO REGISTRO (*): BEQUISA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL LTDA Av. Antônio Bernardo, 3950 - Gleba 37 - Pq. Industrial Imigrantes - Cj. Residencial Humaitá CEP: 11349-380 - São Vicente/SP - Tel.: (13) 3565-1212 - CNPJ: 58.133.703/0001-78 Número de registro do estabelecimento/Estado (SAA/CDA/SP) nº 045 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE / FORMULADOR: BEQUISA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL LTDA Av. Antônio Bernardo, 3950 - Gleba 37 - Pq. Industrial Imigrantes - Cj. Residencial Humaitá CEP: 11349-380 - São Vicente/SP - Tel.: (13) 3565-1212 - CNPJ: 58.133.703/0001-78 Número de registro do estabelecimento/Estado (SAA/CDA/SP) nº 045 DETIA FREYBERG PRODUKTION GMBH Dr. Werner Freyberg Strasse 11, D-69514 - Laudenbach – Alemanha LONGKOU CITY CHEMICAL PLANT Siping, Langao, Longkou City - 265709 - Shandong - China SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED Plot nº 3-11, GIDC, Vapi, 396195, District, Vapi, State, Gujarat - Índia. SUMITOMO CHEMICAL INDIA LIMITED Plot N.° 205-209, Bhuj Mundra Road, Near Kera Village, Kutch Gujarat - Índia SHENYANG HARVEST AGROCHEMICAL COMPANY Nº 100 Jidong Road, Linsheng Town, Sujiatun District, Shenyang - China MANIPULADOR: BEQUISA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL LTDA Av. Antônio Bernardo, 3950 - Gleba 37 - Pq. Industrial Imigrantes - Cj. Residencial Humaitá CEP: 11349-380 - São Vicente/SP - Tel.: (13) 3565-1212 - CNPJ: 58.133.703/0001-78 Número de registro do estabelecimento/Estado (SAA/CDA/SP) nº 045 SHENYANG HARVEST AGROCHEMICAL COMPANY Nº 100 Jidong Road, Linsheng Town, Sujiatun District, Shenyang - China IMPORTADOR: UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Av. Maeda s/nº - Distrito Industrial – Ituverava / SP – CEP: 14500-000 CNPJ: 02.974.733/0001-52 Número de registro do estabelecimento/Estado (SAA/CDA/SP) nº 1050

No do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

E CONSERVE-OS EM SEU PODER. CORROSIVO PARA METAIS, ESPECIALMENTE AO COBRE. INFLAMÁVEL ESPONTANEAMENTE A PARTIR DE 26 g DE GÁS FOSFINA / m³. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL

CLASSE III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Altura da faixa: 15% da altura da impressão Cor da faixa: Vermelho PMS Red 199C Pictogramas: 50% da altura da faixa

INSTRUÇÕES DE USO

GASTOXIN B57 é um inseticida e cupinicida, que contém como ingrediente ativo o Fosfeto de Alumínio, 570 g/kg na formulação fumigante, do grupo químico inorgânico precursor de fosfina. É indicado para tratamento pós colheita (fumigação) no controle de insetos que atacam: - sementes e grãos armazenados de algodão, amendoim, arroz, aveia, cacau, café, canola, castanha de caju, cevada, feijão, gergelim, girassol, linhaça, mamona, milho, soja, sorgo e trigo; - farelo de soja, farinha (preparada a partir dos grãos de amendoim, arroz, aveia, cevada, feijão, milho, soja, sorgo e trigo); - fumo (tabaco); - madeira e seus subprodutos; - cupins de montículo. a) Culturas, pragas controladas, dose equivalente em FOSFINA (g/m³):

CULTURASALVODOSE
Nome comumNome científicoEquivalente em FOSFINA (g/m³)
Algodão (plumas, sementes e caroços)BicudoAnthonomus grandis2
Lagarta-rosadaPectinophora gossypiella2
AmendoimTraçaCorcyra cephalonica2 a 3
CarunchoAcanthoscelides obtectus2 a 3
ArrozBesouroCryptolestes ferrugineus2 a 3
BesouroOryzaephilus surinamensis2 a 3
BesourinhoRhizopertha dominica2 a 3
Traça-indiana-da-farinhaPlodia interpunctella2
Traça-dos-cereaisSitotroga cerealella2
Besouro-castanhoTribolium castaneum2
Traça-da-farinhaEphestia kuehniella2
AveiaCaruncho-dos-cereaisSitophilus zeamais2
Caruncho-dos-cereaisSitophilus oryzae2
Besouro-castanhoTribolium castaneum2
Traça-dos-cereaisSitotroga cerealella2
CacauTraça-do-cacauEphestia cautella2
CaféCarunchoAraecerus fasciculatus2
CanolaBicho-do-fumoLasioderma serricorne2
Castanha de CajuBesouro-castanhoTribolium castaneum2 a 3
Cevada (1)Caruncho-dos-cereaisSitophilus zeamais2
Caruncho-dos-cereaisSitophilus oryzae2
BesouroOryzaephilus surinamensis2 a 3
BesourinhoRhizopertha dominica2 a 3
BesouroCryptolestes ferrugineus2 a 3
Farelo de sojaCascudinhoAlphitobius diaperinus2 a 3
Bicho-do-fumoLasioderma serricorne2 a 3
Caruncho-dos-cereaisSitophilus oryzae2
Caruncho-dos-cereaisSitophilus zeamais2
Besouro-castanhoTribolium castaneum2
Farinha (preparada a partir dos grãos de amendoim, arroz, aveia, cevada, feijão, milho, soja, sorgo e trigo)Traça-indiana-da-farinhaPlodia interpunctella2
Traça-da-farinhaEphestia kuehniella2
BesouroStegobium paniceum2
Besouro-castanhoTribolium castaneum2
BesouroTenebrio molitor2
BesouroTenebroides mauritanicus2
FeijãoCaruncho-do-feijãoAcanthoscelides obtectus2
Fumo (tabaco)Traça-do-fumoEphestia elutella1 a 3
Bicho-do-fumoLasioderma serricorne1 a 3
GergelimBicho-do-fumoLasioderma serricorne2
GirassolBicho-do-fumoLasioderma serricorne2
LinhaçaBicho-do-fumoLasioderma serricorne2
MamonaBicho-do-fumoLasioderma serricorne2
MilhoBesouroCryptolestes ferrugineus2 a 3
BesouroOryzaephilus surinamensis2 a 3
Besouro-castanhoTribolium castaneum2 a 3
MilhoBesouroLaemophloeus minutus2
BesouroTenebroides mauritanicus2
Traça-indiana-da-farinhaPlodia interpunctella2
Traça-dos-cereaisSitotroga cerealella2
Caruncho-dos-cereaisSitophilus zeamais2
SojaCascudinhoAlphitobius diaperinus2 a 3
Bicho-do-fumoLasioderma serricorne2 a 3
Besouro-castanhoTribolium castaneum2 a 3
TraçaCorcyra cephalonica2
Traça-dos-cereaisPlodia interpunctella1
SorgoBesourinhoRhizopertha dominica2
TrigoBesouroCryptolestes ferrugineus2 a 3
BesouroOryzaephilus surinamensis2 a 3
BesourinhoRhyzopertha dominica2 a 3
Traça-indiana-da-farinhaPlodia interpunctella2
Caruncho-dos-cereaisSitophilus oryzae2
Madeira e seus subprodutos (2)Tratamento quarentenário e fitossanitário para fins de importação e exportação2 a 3

(1) As recomendações para a cevada também se aplicam à cevada maltada (malte). (2) O tratamento de madeira e seus subprodutos deve ser realizado exclusivamente com a apresentação sachê. DOSE:

DOSE
Equivalente em FOSFINAEquivalente em PRODUTO COMERCIAL
1 grama de fosfina / m³1 sachê de 34 g / 11,33 m³ ou 1 pastilha de 3 g / m³ ou 5 comprimidos de 0,6 g / m³
2 gramas de fosfina / m³1 sachê de 34 g / 5,66 m³ ou 2 pastilhas de 3 g / m³ ou 10 comprimidos de 0,6 g / m³
3 gramas de fosfina / m³1 sachê de 34 g / 3,78 m³ ou 3 pastilhas de 3 g / m³ ou 15 comprimidos de 0,6 g / m³

b) Cupins / pragas controladas:

ALVO
Nome comumNome científico
Cupim de montículoCornitermes cumulans
Cupim de montículoCornitermes snyderi

DOSE:

DOSE:
TRATAMENTODOSE

OBS: cada pastilha de 3 g libera 1 g de fosfina, cada comprimido de 0,6 g libera 0,2 g de fosfina. CONDICIONANTES PARA FUMIGAÇÃO DE TABACO NA DOSE DE 1,0 G DE FOSFINA/M³, NO TEMPO DE EXPOSIÇÃO DE 240 HORAS: 1. O TEMPO DE EXPOSIÇÃO DEVERÁ SER DE NO MÍNIMO 240 HORAS. 2. CONSIDERAR SEMPRE A TEMPERATURA DO LOCAL DE FUMIGAÇÃO, NO INTERIOR DA CAIXA DE TABACO, SOB A LONA. 3. A UMIDADE RELATIVA DO AR, DEVE SER TOMADA SOB A LONA DE FUMIGAÇÃO E DEVERÁ SEMPRE SER SUPERIOR A 50%. 4. A TOMADA DA CONCENTRAÇÃO DE FOSFINA DEVE SER FEITA EM PELO MENOS TRES LOCAIS DISTINTOS DA PILHA, LOCALIZADOS NO CENTRO DA PILHA, NO INTERIOR DA CAIXA DE TABACO E EM TRES NIVEIS DIFERENTES DE ALTURA. 5. O FUMIGANTE (FOSFETO DE ALUMÍNIO) DEVERÁ SER DISTRIBUIDO AO LONGO DO PERIMETRO DA PILHA DE TABACO A SER FUMIGADO, CONSIDERANDO O MAIOR NÚMERO POSSIVEL DE PONTOS DE APLICAÇÃO. NOTAS: 1. A fumigação tem como objetivo a morte dos insetos em todas as suas fases de desenvolvimento (ovos, larvas, pupas e adultos). Portanto, não se deve alterar as doses recomendadas sob qualquer pretexto. Porém, deve-se observar que a hermeticidade, assim como o tempo de exposição são fatores preponderantes para o sucesso da operação de fumigação, que manterá a concentração de fosfina necessária para a eficácia do processo. Quando diminuem os níveis de hermeticidade, aumentam indesejavelmente, os índices de sobrevivência de insetos em bolsões de baixa concentração de fosfina, permitindo a formação da pressão de seleção de insetos resistentes. 2. Os tipos de tratamentos acima e suas devidas dosagens se aplicam principalmente para as estruturas de silos metálicos com junções soldadas ou parafusadas, silos e armazéns graneleiros de concreto, contendo produtos a serem fumigados, que devem ser vedados com lonas próprias para fumigação, pilhas de produtos ensacados e/ou outras formas de acondicionamento, sob câmaras de fumigação com lonas próprias para essa operação, além de moinhos, contêineres e porões de navios, vazios ou contendo produtos a serem fumigados. 3. A dosagem deverá ser considerada para o volume (m³) total do depósito, silo, armazém, contêineres ou porão a ser fumigado e se aplica igualmente a esses ambientes, parcial ou totalmente lotados. 4. Desde que cumpridos os procedimentos estabelecidos nesta bula, os produtos fumigados não são afetados pela fosfina, quanto à sua qualidade, sabor, coloração e propriedades organolépticas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

O número, a época e o intervalo de aplicação entre uma fumigação e outra, é determinado pelo grau de reinfestação do produto armazenado, segundo critério do técnico responsável pela armazenagem.

MODO DE APLICAÇÃO

1. Pastilhas (3 g) e comprimidos (0,6 g) - Armazéns convencionais (produtos embalados): Cobrir cada bloco ou grupo de blocos a ser fumigado com lona própria para fumigação. Ajustar bem a lona sobre o material, mantendo um afastamento de pelo menos 30 cm da base da pilha, deixando ainda uma sobra de aproximadamente 50 cm em todos os lados. Sob a lona, colocar as pastilhas ou comprimidos em pequenas caixas de madeira ao redor dos blocos e vedar toda a beirada da lona com cobras de areia para evitar vazamento do gás. Ao aplicar o fumigante, evite a sobreposição das pastilhas ou comprimidos, facilitando o desprendimento do gás fosfina. - Armazéns graneleiros horizontais e silos verticais de concreto ou metálicos (produtos a granel): Cobrir toda a massa a ser fumigada com lona própria para fumigação. Enterrar a extremidade da lona entre a massa e as paredes da estrutura e vedar com cobras de areia. Deixar um espaço aberto entre as lonas para a aplicação das pastilhas ou comprimidos e em seguida fechá-las com fita adesiva ou "velcro", se as lonas tiverem este dispositivo nas laterais. Vedar com lonas e fitas adesivas as entradas de aeração, válvulas de descarga e demais locais onde possa ocorrer vazamento do gás fosfina. - Cupins de montículo: Perfurar o montículo utilizando uma marreta e um varão metálico a uma profundidade de aproximadamente 55 cm ou até atingir a parte central da estrutura (endoécia). Introduzir as pastilhas ou comprimidos no montículo através do canal aberto. Vedar o canal aberto batendo com a marreta nas bordas da entrada para melhor hermeticidade. Após 11 dias, é recomendável a destruição do cupinzeiro para evitar a utilização do montículo como abrigo de animais peçonhentos. 2. Sachê (34 g) - Armazéns convencionais (produtos embalados): Cobrir cada bloco ou grupo de blocos a ser fumigado com lona própria para fumigação. Ajustar bem a lona sobre o material, mantendo um afastamento de pelo menos 30 cm da base da pilha, deixando ainda uma sobra de

CONDICIONANTES PARA FUMIGAÇÃO DE TABACO NA DOSE DE 1,0 G DE FOSFINA/M³, NO TEMPO DE
EXPOSIÇÃO DE 240 HORAS:
1. O TEMPO DE EXPOSIÇÃO DEVERÁ SER DE NO MÍNIMO 240 HORAS.
2. CONSIDERAR SEMPRE A TEMPERATURA DO LOCAL DE FUMIGAÇÃO, NO INTERIOR DA CAIXA DE TABACO,
SOB A LONA.
3. A UMIDADE RELATIVA DO AR, DEVE SER TOMADA SOB A LONA DE FUMIGAÇÃO E DEVERÁ SEMPRE SER
SUPERIOR A 50%.
4. A TOMADA DA CONCENTRAÇÃO DE FOSFINA DEVE SER FEITA EM PELO MENOS TRES LOCAIS DISTINTOS
DA PILHA, LOCALIZADOS NO CENTRO DA PILHA, NO INTERIOR DA CAIXA DE TABACO E EM TRES NIVEIS
DIFERENTES DE ALTURA.
5. O FUMIGANTE (FOSFETO DE ALUMÍNIO) DEVERÁ SER DISTRIBUIDO AO LONGO DO PERIMETRO DA PILHA
DE TABACO A SER FUMIGADO, CONSIDERANDO O MAIOR NÚMERO POSSIVEL DE PONTOS DE APLICAÇÃO.

aproximadamente 50 cm em todos os lados. Sob a lona, colocar as tiras de sachê penduradas nas laterais das pilhas e vedar toda a beirada da lona com cobras de areia para evitar vazamento do gás fosfina. - Armazéns graneleiros horizontais e silos verticais de concreto ou metálicos (produtos a granel): Cobrir toda a massa a ser fumigada com lona própria para fumigação. Enterrar a extremidade da lona entre a massa e as paredes da estrutura e vedar com cobras de areia. Deixar um espaço aberto entre as lonas para a aplicação das tiras de sachê e em seguida fechá-las com fita adesiva ou "velcro", se as lonas tiverem este dispositivo nas laterais. Vedar com lonas e fitas adesivas as entradas de aeração, válvulas de descarga e demais locais onde possa ocorrer vazamento do gás fosfina. Notas: - Para todos os casos de fumigação de produtos a granel, a dosagem calculada deve ser aplicada integralmente na massa de grãos. No caso da fumigação das válvulas de descarga de grãos e dutos de aeração a dosagem deve ser calculada adicionalmente, e em separado, segundo os seus respectivos volumes. - As estruturas de armazenamento sempre devem ser inspecionadas antes do armazenamento de produtos, tendo em vista avaliar eventuais locais de fuga de fosfina, para que sejam adotadas medidas de correção e evitar possível vazamento que, além dos riscos inerentes, permitirá o insucesso da fumigação. - Após terminado o tempo de exposição do processo de fumigação, tendo em vista remover a fosfina existente, em razão da hermeticidade do local, deve-se acionar a aeração mediante a ventilação e da exaustão forçadas ou não, além de providenciar duas aberturas para que haja uma corrente de ar. - Considerando que o fosfeto de alumínio pode reagir mais rapidamente em presença de água, deve-se também tomar cuidado especial para que o fumigante não venha a ser atingido pela água, seja de infiltrações, goteiras ou mesmo de condensações. - Para que haja o correto desprendimento do fumigante aplicado, as pastilhas, comprimidos e sachês nunca devem ficar amontoados. - Como medida de precaução, as garrafas e latas de GASTOXIN® B57 devem ser abertas no lado externo dos locais de fumigação para que haja a despressurização destas embalagens. Posteriormente, tornar a fechá-las, podendo ser levadas para os locais de fumigação. No caso de embalagens de sachê, a despressurização também deverá ser executada no lado exterior. Entretanto, após aberta, todo o seu conteúdo deve ser imediatamente utilizado. - Porões de Navios: A fumigação só deverá ser realizada em navios que tenham porões herméticos e que estejam aptos para o transporte de grãos. É recomendada a inspeção prévia do porão. Sempre tomar cuidado com a possibilidade de ocorrência de chuvas, ainda que fracas, pois como o processo de fechamento dos porões é lento, o fumigante aplicado poderá ser exposto à umidade, vindo a ocorrer acidentes. Não é recomendável a fumigação nestes casos. O fumigante a ser utilizado na fumigação (em qualquer apresentação) deve ser aplicado, a pelo menos, 30 cm abaixo da superfície da massa de produto a ser fumigado, não devendo nunca ficar exposto à ação de eventual umidade provocada pela chuva, garoa ou condensações internas do porão. Recomenda-se que o fumigante a ser aplicado no porão do navio, durante o processo de fumigação, deve ser distribuído por toda a superfície da carga fumigada, não permitindo a sua aglomeração ou a concentração em pequenas áreas do porão, de forma a evitar o risco de formação de concentração de fosfina acima do limite de risco para acidentes. Identificar e verificar locais de possível vazamento de fosfina, a exemplo de respiros diversos, sistemas de detecção de chamas por dutos, válvulas e outras comunicações entre o porão e o convés, além de corrosões na parede divisória com a torre de comando, junto às cabines. Cuidados adicionais devem ser observados nas borrachas das tampas dos porões, bem como do acesso via agulheiro. No caso de se utilizar o processo de recirculação em fumigação de porões de navios, recomenda-se que os seus critérios básicos sejam obedecidos (periodicidade de acionamento do motor, localização da instalação do motor, etc.). Não permitir o contato do fumigante com a água, ácidos ou outros líquidos. Nunca permita que as pastilhas/comprimidos/sachês sejam amontoados na massa de grãos, farelos ou outros produtos. - Contêineres: Buscando a melhor dispersão, homogeneização e aeração da fosfina no interior dos contêineres, por ocasião das fumigações com este fumigante, recomenda-se que haja espaço de pelo menos 50 cm na parte superior, entre o teto e a carga, uso de paletes entre o piso e a carga, bem como no meio dela. O uso de material de proteção da carga, também deve levar em consideração aspectos relacionados aos fatores citados anteriormente. As medidas recomendadas permitem uma melhor circulação da fosfina, além de facilitar o processo de aeração do contêiner. Também é importante que o fumigante fique em posição que não ocorra seu umedecimento, seja por condensação ou por entrada acidental de água. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Seguir as instruções para que se obtenha a ação total da fosfina em função do tempo de exposição necessário para o efetivo controle dos insetos. OBS: Para definir o tempo de exposição, é necessário levar em consideração: - a cultura; - a temperatura no interior da câmara de fumigação;

- o local (tipo de estrutura) onde será feita a fumigação; - o teor de umidade das sementes / grãos de feijão. 1. Para temperaturas acima de 25ºC: Cultura Local de fumigação Tempo de exposição

CulturaLocal de fumigaçãoTempo de exposição
Feijão (sementes e grãos)Independente do local de fumigação72 horas (para teor de umidade acima de 14%)
120 horas (para teor de umidade de até 14%)
Sementes das demais culturas registradasIndependente do local de fumigação96 horas
Algodão (plumas e caroços), amendoim, arroz, aveia, cacau, canola, castanha de caju, cevada, farelo de soja, farinha (preparada a partir dos grãos de amendoim, arroz, aveia, cevada, feijão, milho, soja, sorgo e trigo), fumo (tabaco), gergelim, girassol, linhaça, mamona, milho, soja, sorgo e trigoContêineres e câmaras de lonaMínimo 144 horas
Silos verticais, graneleiros horizontais e porões de naviosMínimo 240 horas
Café beneficiadoContêineres e câmaras de lonaMínimo 96 horas
Café não beneficiadoMínimo 144 horas
Madeira e seus subprodutosIndependente do local de fumigaçãoMínimo 240 horas
Cupins de montículoMontículoMínimo 11 dias

Cupins de montículo Montículo Mínimo 11 dias 2. Para temperaturas entre 15°C a 25ºC, recomenda-se prolongar o tempo de exposição em 20%, exceto para tratamento de feijão (sementes e grãos) e sementes das demais culturas. 3. Para temperaturas inferiores a 15°C não se recomenda a fumigação. Obs.: - As temperaturas indicadas se referem às temperaturas do interior das câmaras de fumigação, silos, armazéns graneleiros, contêineres e porões de navios. - O tempo de exposição poderá ser aumentado, exceto para tratamento de feijão (sementes e grãos) e sementes das demais culturas. - O tempo de exposição nunca deve ser reduzido, seja qual for a razão, sob pena de ineficácia da operação de fumigação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

3 dias para soja e 4 dias para todas as outras culturas.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre no local que está em processo de fumigação antes do término do processo de aeração. A reentrada de pessoas ou a reocupação de áreas fumigadas somente pode ser efetuada após o término do processo de aeração, quando a concentração de fosfina (PH3) estiver abaixo do limite de 0,23 ppm (0,3 mg/m3), constatado através de aparelho medidor de gás fosfina. Caso seja necessário, use exaustores e/ou ventiladores para facilitar a aeração do local. Se houver absoluta necessidade de entrada na área antes do término do intervalo de reentrada, essa intervenção deve ser realizada por trabalhador capacitado para isso, que deve utilizar os mesmos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação do produto. Garanta a presença de, no mínimo, um segundo trabalhador protegido como o operador, que disponha de equipamento que permita a retirada segura e imediata do operador em caso de incidente. Reduza o tempo de operação ao mínimo indispensável.

LIMITAÇÕES DE USO

- Nível de Concentração Máxima: A concentração máxima admissível ao gás fosfina em locais de trabalho não deve exceder a 0,23 ppm (0,3 mg/m3) para jornadas de trabalho de até 48 horas semanais. - Inflamabilidade: Inflamável espontaneamente no ar à concentração acima de 26 g / m³. - Corrosividade: A fosfina é corrosiva para a maioria dos metais, especialmente ao cobre e metais nobres, em consequência da reação da fosfina com os mesmos. Os aparelhos que tenham cobre, tais como motores elétricos, cabos condutores de eletricidade, interruptores elétricos, sistemas de alarme, sistemas eletrônicos e outros, podem sofrer danos. Dessa forma, antes de iniciar a fumigação verificar atentamente a presença desses aparelhos e protegê-los devidamente da ação da fosfina. - Somente iniciar a fumigação após certificar-se que a área está completamente livre de pessoas não autorizadas e de animais.

- Sob temperaturas inferiores a 15ºC não se recomenda a fumigação. Sempre considerar a temperatura do interior das câmaras de fumigação, silos, armazéns graneleiros, contêineres e porões de navios, pois esta pode diferir da temperatura externa.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida GASTOXIN® B57 pertence ao grupo 24A (inibidores do complexo IV da cadeia de transporte de elétrons na mitocôndria – fosforetos) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do GASTOXIN® B57 como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: - Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 24A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo; - Usar GASTOXIN® B57 ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias; - Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do GASTOXIN® B57 ou outros produtos do Grupo 24A quando for necessário; - Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas; - Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; - Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; - Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; - Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Qualquer agente de controle de pragas e doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. Para tanto, deve-se utilizar a rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola. - Recomenda-se que a fumigação não seja feita a menos de 50 metros de residências e outros locais de permanência de pessoas. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.

- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: vestimenta em tecido de brim ou similar, com mangas compridas; calçado de segurança; máscara facial inteira ou semi-facial, com filtro próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK contra gases ácidos e vapores orgânicos e inorgânicos); óculos de segurança (apenas nos casos em que for utilizada a máscara semi-facial); luvas de segurança, impermeáveis ou não. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. - Proteja a instalação elétrica do local de fumigação: a fosfina reage fortemente com o cobre dos fios elétricos. - Agrega-se ao produto substâncias que alertam sobre a presença de gases tóxicos, com odor característico de alho ou de peixe, que não são percebidos por todas as pessoas e não garantem a ausência de gases tóxicos no ar. - Garanta sistemas de emergência e primeiros socorros adequados.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO

- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI). Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: vestimenta em tecido de brim ou similar, com mangas compridas; calçado de segurança; máscara facial inteira ou semi-facial, com filtro próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK contra gases ácidos e vapores orgânicos e inorgânicos); óculos de segurança (apenas nos casos em que for utilizada a máscara semi-facial); luvas de segurança, impermeáveis ou não. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, mantenha o rosto afastado e faça-o de modo a evitar dispersão de poeira. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Somente iniciar a fumigação após certificar-se que a área está completamente livre de pessoas não autorizadas e de animais. - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo após o término do período de fumigação). - Coloque avisos evidentes na área de aplicação do produto, desde o momento da aplicação do produto até o fim do processo de aeração, para evitar acidentes com outras pessoas não implicadas na operação. Os avisos deverão ter no mínimo as seguintes informações: - Fumigante utilizado; - Nome do responsável pela fumigação; - Data e hora do início e do fim da fumigação; - Telefone de emergência. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI). Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: vestimenta em tecido de brim ou similar, com mangas compridas; calçado de segurança; máscara facial inteira ou semi-facial, com filtro próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK contra gases ácidos e vapores orgânicos e inorgânicos); óculos de segurança (apenas nos casos em que for utilizada a máscara semi-facial); luvas de segurança, impermeáveis ou não. - As roupas e equipamentos contaminados com poeira devem ser escovados em local arejado e encaminhados para lavagem / descontaminação. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA. Manter os avisos até o final do intervalo de reentrada (término do processo de aeração). - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas até o término do intervalo de reentrada (término do processo de aeração). - A reentrada de pessoas ou a reocupação de áreas fumigadas somente pode ser efetuada após o término do processo de aeração, quando a concentração de fosfina (PH3) estiver abaixo do limite de 0,23 ppm (0,3 mg/m3), constatado através de aparelho medidor de gás fosfina. - Se houver absoluta necessidade de entrada na área antes do término do intervalo de reentrada, essa intervenção deve ser realizada por trabalhador capacitado para isso, que deve utilizar os mesmos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação do produto. Garanta a presença de, no mínimo, um segundo trabalhador protegido como o operador, que disponha de equipamento que permita a retirada segura e imediata do operador em caso de incidente. Reduza o tempo de operação ao mínimo indispensável. - Observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo após o término do período de fumigação).

- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Não coloque a roupa de trabalho em locais fechados como casas ou automóveis. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Lave-as com água em abundância e, em seguida, com sabão neutro. OBS: para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local seco e trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Mantenha a embalagem longe do fogo e umidade. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): vestimenta em tecido de brim ou similar, com mangas compridas; calçado de segurança; máscara facial inteira ou semi-facial, com filtro próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK contra gases ácidos e vapores orgânicos e inorgânicos); óculos de segurança (apenas nos casos em que for utilizada a máscara semi-facial); luvas de segurança, impermeáveis ou não. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos (quando for utilizada a máscara semi-facial); máscara; calçado; vestimenta; luvas. - A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Fatal se ingerido. Fatal se inalado. Nocivo em contato com a pele Pode provocar danos ao SNC, coração, pulmões, TGI, fígado e rins. Pode provocar danos ao SNC e pulmões por exposição repetida ou prolongada. PERIGO

PRIMEIROS SOCORROS

Em caso de acidente siga as orientações abaixo e procure imediatamente um serviço médico de emergência, levando a embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto. INALAÇÃO: ATENÇÃO! FATAL SE INALADO. Em caso de inalação, leve a pessoa para um local aberto e ventilado e verifique se respira livremente. Se não estiver respirando ou estiver com dificuldade, faça imediatamente respiração artificial utilizando uma Unidade Manual de Respiração Artificial. INGESTÃO: ATENÇÃO! FATAL SE INGERIDO. Em caso de ingestão, não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente não devendo ser evitado. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado para evitar que aspire resíduos. Não dê nada para beber ou comer. PELE: ATENÇÃO! NOCIVO EM CONTATO COM A PELE: Em caso de contato com a pele, elimine a poeira com água corrente em abundância durante 3 a 5 minutos, em seguida lave com sabão neutro. OLHOS: Em caso de contato com os olhos, lave com água corrente em abundância durante 15 minutos. Manter as pálpebras abertas de modo a garantir o enxágue adequado dos olhos. Retirar lentes de contato, caso estejam sendo utilizadas. Consultar um oftalmologista caso se desenvolva irritação. CABELO: Em caso de contato com o cabelo, elimine a poeira com água corrente em abundância durante 3 a 5 minutos, em seguida lave com sabão neutro. Em caso de intoxicação: remova a pessoa intoxicada da área de contaminação, retire equipamentos, roupas e outros adereços da vítima; coloque-os dentro de dois sacos plásticos bem fechados e encaminhe para que sejam escovados em lugar arejado e, em seguida, para lavagem. Mantenha a vítima aquecida (sobretudo idosos e crianças).

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoInorgânico precursor de fosfina.
Classe toxicológicaCATEGORIA 1 – PRODUTO EXTREMAMENTE TÓXICO.
Potenciais vias de exposiçãoOral e inalatória.
ToxicocinéticaAbsorção: As intoxicações ocorrem por inalação e ingestão. A fosfina praticamente não é absorvida pela pele. No organismo, ela se transforma em ácido fosfórico e em fosfatos. A inalação durante uma hora de aproximadamente 300 ml/m3 de ar é mortal para seres humanos. A concentração máxima admissível ao gás fosfina em locais de trabalho não deve exceder a 0,23 ppm (0,3 mg/m3) para jornadas de trabalho de até 48 horas semanais.Excreção: A fosfina é eliminada pela expiração, contudo sua principal via de excreção é urinária sob forma principalmente de hipofosfito.
ToxicodinâmicaO produto em contato com a umidade do ar inicia lentamente a liberação do gás fosfina. O mecanismo de ação tóxica não está bem estabelecido, mas possivelmente seja através da fosforilação de enzimas. A fosfina atua como veneno, bloqueando importantes sistemas enzimáticos dentro das células do organismo, principalmente cardíacas e pulmonares. As elevadas concentrações alteram a hemoglobina, sem causar hemólise.
A exposição aguda ao produto pode causar efeitos sobre o aparelho respiratório, sistema nervoso central, trato gastrointestinal, rins, aparelho cardiovascular e olhos. No aparelho
Sintomas e sinais clínicosrespiratório ele pode causar irritação pulmonar grave, tosse, cianose, dispneia e edema pulmonar. No sistema nervoso central pode causar cefaleia, tontura, parestesias, fadiga, ataxia, letargia, torpor, convulsões, tremores, coma e morte. Sobre o TGI os efeitos são náusea, vômito, icterícia, necrose hepática centro lobular, hepatoesplenomegalia e íleo paralítico. Os sintomas cardiovasculares são arritmia, hipotensão, taquicardia e insuficiência cardíaca congestiva. Também pode causar oligúria, anúria e diplopia. A exposição crônica pode causar bronquite, distúrbio motor e da fala, fraqueza, anorexia e alteração da função hepática. Em casos mais graves podem ocorrer fraturas espontâneas e necrose mandibular.
DiagnósticoO diagnóstico é feito pela sintomatologia clínica associada ao histórico de exposição significativa ao produto. Não há exame laboratorial específico para o diagnóstico.
AntídotoNão há antídoto específico. O tratamento é sintomático e de manutenção.
TratamentoO tratamento é sintomático. Em caso de ingestão, administre carvão ativado de 1 a 2 g/kg para crianças e de 50 a 100 g em dose única para adultos. Atenção aos sintomas tardios semelhantes aos da intoxicação por via respiratória. Verifique a permeabilidade das vias respiratórias e administre O2 suplementar. Administre broncodilatador, em caso de broncoespasmos, faça intubação endotraqueal em caso de comprometimento respiratório. Tratar o edema pulmonar. Monitorizar a função renal e hepática, em caso de insuficiência renal, faça hemodiálise. Em caso de hipotensão, use vasopressores e administre fluidos endovenosos. Em caso de convulsões use diazepnicos. Em caso de alterações cardíacas use digoxina ou bloqueadores de cálcio (conforme necessário), gluconato de cálcio e sulfato de magnésio 25%. Pacientes que inalaram quantidades importantes de fosfina devem ficar em observação por 72 horas ou mais, devido ao risco de edema pulmonar e lesões hepáticas tardias. Pacientes sem sintomatologia devem ficar em observação durante seis horas e orientados para voltar em caso de aparecimento de alterações de seu estado de saúde.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração pulmonar.
Efeitos sinérgicosNão são conhecidos efeitos sinérgicos.
Telefones de emergência para informações médicasPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique o caso no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
BEQUISA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL LTDA. Telefone de Emergência da empresa: 0800-014-1149.

Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique o caso no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). BEQUISA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL LTDA. Telefone de Emergência da empresa: 0800-014-1149. MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Ação: a fosfina atua como veneno, bloqueando importantes sistemas enzimáticos dentro das células do organismo, principalmente cardíacas e pulmonares. As elevadas concentrações alteram a hemoglobina, sem causar hemólise. Absorção: os envenenamentos ocorrem por inalação e ingestão. A fosfina praticamente não é absorvida pela pele. No organismo, ela se transforma em ácido fosfórico e em fosfatos. A inalação durante uma hora de aproximadamente 300 mL/m3 de ar é mortal para os seres humanos. A concentração máxima admissível ao gás fosfina em locais de trabalho não deve exceder a 0,23 ppm (0,3 mg/m3) para jornadas de trabalho de até 48 horas semanais. Excreção: a fosfina é eliminada pela expiração, contudo sua principal via de excreção é urinária sob forma principalmente de hipofosfito.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS

Agudos: Sintomas vagos de cansaço, sonolência, tremores, tosse e posteriormente dores gástricas, vômitos, diarreia, arritmia cardíaca, dispneia, dores de cabeça, hipotensão arterial, edema pulmonar, colapso cardiovascular e choque. Aparelho respiratório: irritação pulmonar severa, tosse, cianose, dispneia, edema pulmonar. Sistema nervoso central: cefaleia, tonturas, parestesias, fadiga, ataxia, letargia, torpor, convulsões, tremores, coma, morte. Trato gastrointestinal: náuseas, vômito, icterícia, necrose hepática centrolobular, hepatosplenomegalia, íleo paralítico. Renal: oligúria e anúria. Olhos: diplopia. Aparelho cardiovascular: necrose miocárdica total, arritmia, hipotensão, taquicardia, insuficiência cardíaca congestiva. Crônicos: Aparelho respiratório: bronquite. Sistema nervoso central: distúrbio motor e da fala. Pele: hiperemia e hipersensibilidade. Aparelho esquelético: fraturas espontâneas, necrose mandibular. Sangue: anemia, leucopenia. Condições gerais: perda de peso, fraqueza e anorexia. Dados laboratoriais: alterações de funções hepáticas, acidose, aumento de ureia urinária e da bilirrubina, hematúria e proteinúria. RESULTADOS DOS ESTUDOS TOXICOLÓGICOS: DL50 oral para ratos: 8,7 mg/kg. DL50 cutânea para ratos: 1300 + ou - 206 mg/kg. CL50 inalatória para ratos (4 horas): 11 ppm (0,015 mg/L). Corrosão / irritação cutânea para coelhos: não classificado.

Corrosão / irritação ocular para coelhos: não classificado. Sensibilização cutânea para cobaias: não classificado. Sensibilização respiratória: não há informações disponíveis. Mutagenicidade: não mutagênico.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este Produto é: - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) X - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos, algas e peixes). - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Aplique somente as doses recomendadas. - Os equipamentos e terminais elétricos devem ser protegidos, pois a Fosfina é corrosiva para a maioria dos metais, especialmente ao cobre e metais nobres. - O produto pode se inflamar espontaneamente quando atingir a concentração de 26 gramas de gás fosfina / m3. Em contato com o calor e umidade o produto libera vapores inflamáveis, que podem elevar a temperatura no local e causar autoignição. - Em contato com o fogo pode haver ruptura das embalagens lacradas e o produto reagir com a umidade atmosférica produzindo o fosfeto de hidrogênio ou fosfina. - Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - Não estocar sob condições úmidas ou que possam adquirir umidade. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Respeite o prazo de validade do produto. - Deve haver sempre disponibilidade de máscara de proteção respiratória com filtro próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK contra gases ácidos e vapores orgânicos e inorgânicos). - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para isolar o produto resultante do desprendimento do gás fosfina, o Hidróxido de Alumínio e/ou embalagens primárias rompidas. (Vide item 5 da bula - procedimentos para desativação do produto). - Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa BEQUISA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL LTDA., telefone de emergência número (13) 3565-1212. - EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA:

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

- Vestimenta em tecido de brim ou similar, com mangas compridas; - Calçado de segurança; - Máscara facial inteira ou semi-facial, com filtro próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK contra gases ácidos e vapores orgânicos e inorgânicos); - Óculos de segurança (apenas nos casos em que for utilizada a máscara semi-facial); - Luvas de segurança, impermeáveis ou não.

NÃO RESPIRE O GÁS - Materiais de combate a incêndio: Areia seca, pá, extintor de pó químico. - EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA: Fitas e cones zebrados e placas de aviso. - Impeça que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d’água. - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente hermético e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, pelo telefone indicado acima, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e identificado devidamente. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, isole a área e despeje sobre o fogo areia seca e/ou extintor de pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação. - NUNCA COMBATA O FOGO COM ÁGUA.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGENS PRIMÁRIAS EMBALAGENS RÍGIDAS NÃO LAVÁVEIS. (Garrafa de alumínio, lata de folha de flandres, tubete de alumínio e frasco plástico coex) - ESTAS EMBALAGENS NÃO PODEM SER LAVADAS ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS - Mantenha as embalagens destampadas e armazenadas em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, separadas das demais embalagens vazias ou que contenham produto por, pelo menos 10 dias, tempo necessário para que o gás fosfina residual se desprenda e disperse. A garantia da inexistência de gás fosfina é feita através da medição da concentração com equipamento próprio de medição. - Após este período, o armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Medir a concentração de fosfina com equipamento próprio de medição. - Essas embalagens devem ser armazenadas com suas tampas, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas. - Use luvas no manuseio das embalagens. ESTAS EMBALAGENS SÃO IMPRÓPRIAS PARA REUTILIZAÇÃO. DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS - No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas com as tampas e em caixa coletiva, quando existente, ou nas caixas de papelão (embalagens secundárias) originais. - Sempre observe o prazo de segurança para total desprendimento do gás fosfina. Antes do envio, medir a emissão de gás fosfina, que deve ser igual a zero. A verificação deve ser feita através da medição da concentração com equipamento próprio de medição de fosfina. EMBALAGENS FLEXÍVEIS NÃO LAVÁVEIS (Saco de alumínio flexível, envelope aluminizado) Sachê – vide processo de desativação - ESTAS EMBALAGENS NÃO PODEM SER LAVADAS ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS - Mantenha as embalagens armazenadas em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, separadas das demais embalagens vazias ou que contenham produto por, pelo menos 10 dias, tempo necessário para que o gás fosfina residual se desprenda e disperse. A garantia da inexistência de gás fosfina é feita através da medição da concentração com equipamento próprio de medição.

- Após este período, o armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Medir a concentração de fosfina com equipamento próprio de medição. - Use luvas no manuseio dessas embalagens. - Essas embalagens vazias devem ser armazenadas separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS - No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. - Sempre observe o prazo de segurança para o total desprendimento do gás fosfina. Antes do envio, medir a emissão de gás fosfina, que deve ser igual a zero. A verificação deve ser feita através da medição da concentração com equipamento próprio de medição de fosfina. EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADAS) (Balde metálico, barrica de papelão e caixa de papelão) - ESTAS EMBALAGENS NÃO PODEM SER LAVADAS ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS - O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS - É obrigatória a devolução das embalagens vazias, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. As caixas de papelão poderão ser utilizadas para armazenar e transportar as embalagens primárias vazias.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS - A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO - Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. - A destinação final é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. - A incineração somente pode ser realizada após a desativação do produto conforme instruções constantes no item 5 abaixo. 5. PROCEDIMENTOS PARA DESATIVAÇÃO DO PRODUTO RESIDUAL RESULTANTE DO PROCESSO DE FUMIGAÇÃO. A desativação do produto é feita seguindo-se um dos seguintes procedimentos: desativação via seca ou desativação via úmida, conforme instruções abaixo.

A desativação deve ser realizada em local ventilado, seco, coberto, distante de residências e de acesso proibido a pessoas não autorizadas e animais domésticos, bem como devidamente sinalizado. Durante o processo de desativação utilize os mesmos EPI’s indicados para a aplicação do produto. Mantenha disponível no local de desativação areia seca, pá, extintor de pó químico. A - DESATIVAÇÃO POR VIA SECA: A.1 - Produto Vazado (embalagem rompida contendo produto ainda ativo): A desativação deve ser realizada em local ventilado, seco, coberto, distante de residências e de acesso proibido a pessoas não autorizadas e animais domésticos, bem como devidamente sinalizado. Durante o processo de desativação utilize os mesmos EPI’s indicados para a aplicação do produto. Recolha o produto vazado e retire o restante do produto das embalagens rompidas, seja na forma de pastilhas, comprimidos ou sachês e espalhe-os sobre uma lona plástica sem danos ou furos, evitando amontoamentos para facilitar o desprendimento e dispersão do gás fosfina. Os sachês podem ser abertos ou rompidos e serem espalhados sobre a lona, evitando amontoamentos, ou pendurados em varais de forma a facilitar o desprendimento e dispersão do gás fosfina. Certifique-se que as embalagens rompidas foram totalmente esgotadas e armazene-as em recipiente adequado conforme recomendações de armazenamento de embalagens vazias. * Vide abaixo item período de desativação. A.2 - Produto Utilizado (resíduo): A.2.1 - Desativação do pó residual contido nos sachês. A desativação deve ser realizada em local ventilado, seco, coberto, distante de residências e de acesso proibido a pessoas não autorizadas e animais domésticos, bem como devidamente sinalizado. Durante o processo de desativação utilize os mesmos EPI’s indicados para a aplicação do produto. Os sachês podem ser abertos ou rompidos e serem espalhados sobre uma lona plástica sem furos ou danos, evitando amontoamentos, ou pendurados em varais de forma a facilitar o desprendimento do gás fosfina residual. * Vide abaixo item período de desativação. A.2.2 - Desativação do pó residual gerado pela reação das pastilhas e dos comprimidos. A desativação deve ser realizada em local ventilado, seco, coberto, distante de residências e de acesso proibido a pessoas não autorizadas e animais domésticos, bem como devidamente sinalizado. Durante o processo de desativação utilize os mesmos EPI’s indicados para a aplicação do produto. Após o processo de fumigação, recolha o pó de hidróxido de alumínio resultante da geração do gás fosfina e espalheo sobre uma lona plástica sem danos ou furos, em uma fina camada, para facilitar o desprendimento e dispersão do gás fosfina residual. * Vide abaixo item período de desativação. A.2.3. - Desativação do pó residual dos absorventes de gás fosfina (saquinhos) contidos no fundo de cada lata de GASTOXIN®B57 sachê. A desativação deve ser realizada em local ventilado, seco, coberto, distante de residências e de acesso proibido a pessoas não autorizadas e animais domésticos, bem como devidamente sinalizado. Durante o processo de desativação utilize os mesmos EPI’s indicados para a aplicação do produto. Ao abrir a lata, remova os absorventes (saquinhos) e proceda a desativação da mesma forma que indicada para a desativação do sachê de fosfeto de alumínio. Período de desativação: Após os procedimentos acima, o isolamento de todo esse material deve ser mantido por pelo menos 10 dias para a desativação completa, ou até que a medição da concentração de gás fosfina esteja igual ou menor que 0,23 ppm (0,3 mg/m3), antes de sua devolução como produto impróprio para utilização ou em desuso. Armazene o produto desativado em local adequado à segurança de produtos perigosos até que seja removido para o descarte final nos locais de recebimento indicados na Nota Fiscal. O material desativado e seco deve ser acondicionado em barricas de papelão homologadas de 50 L, com selo de homologação do INMETRO impresso na embalagem (Legislação pertinente ao Transporte de Produtos Perigosos). As barricas devem conter um “liner”, filme plástico envolvendo-as internamente. As barricas devem estar sobre paletes, revestidas com plástico e cobertas por lona para evitar umidade, empilhadas com a boca desencontrada e ficarem abertas até o envio para o descarte. Antes do envio, medir a concentração de gás fosfina, que deve ser igual ou menor que 0,23 ppm (0,3 mg/m3).

O transporte deverá ser efetuado segundo as determinações legais de transporte de produtos perigosos. B - DESATIVAÇÃO POR VIA ÚMIDA: B.1 - Desativação do pó residual contido nos sachês. A desativação deve ser realizada em local ventilado, seco, coberto, distante de residências e de acesso proibido a pessoas não autorizadas e animais domésticos, bem como devidamente sinalizado. Durante o processo de desativação utilize os mesmos EPI’s indicados para a aplicação do produto. I. Preparar uma mistura de água com 3% de detergente neutro/biodegradável, dentro de um tambor ou qualquer recipiente apropriado. Cada litro da mistura é suficiente para desativar aproximadamente 1 kg de hidróxido de alumínio. II. Após o processo de fumigação, utilizando os mesmos EPI’s indicados para a aplicação do produto, recolha os sachês utilizados e procure rompê-los e cortar as tiras, e os coloque no interior do tambor, mexendo a solução até formar uma consistência pastosa no interior do tambor. A solução pastosa deverá permanecer por um período mínimo de 40 horas. III. Durante o período mencionado anteriormente, a solução pastosa deverá ser revolvida, pelo menos, três a quatro vezes. IV. Nunca feche o tambor onde está sendo feita a desativação. V. Após o período recomendado acima, espalhe o conteúdo do tambor sobre uma lona plástica sem danos ou furos, sempre evitando a formação de grossas camadas para facilitar a secagem do material. Os sachês podem ser pendurados em uma espécie de varal ou espalhados sobre a lona plástica, como mencionado acima. VI. Depois de constatado que os sachês estão completamente secos, e que a concentração de fosfina esteja igual ou menor que 0,23 ppm (0,3 mg/m3), coloque-os em barricas de papelão homologadas de 50 L com selo de homologação do INMETRO impresso na embalagem (Legislação pertinente ao Transporte de Produtos Perigosos). As barricas devem conter um “liner”, filme plástico envolvendo-a internamente, e devem estar sobre paletes, revestidas com plástico para evitar umidade, empilhadas com a boca desencontrada e ficarem abertas até o envio para o descarte. Antes do envio, medir a concentração de gás fosfina, que deve ser igual ou menor que 0,23 ppm (0,3 mg/m3). VII. Armazene o resíduo de hidróxido de alumínio desativado em local adequado à segurança de produtos perigosos, até que seja removido para o descarte final nos locais de recebimento indicados em Nota Fiscal. B.2 - Desativação do pó residual dos absorventes de gás fosfina (saquinhos) contidos no fundo de cada lata de GASTOXIN®B57 sachê. A desativação deve ser realizada em local ventilado, seco, coberto, distante de residências e de acesso proibido a pessoas não autorizadas e animais domésticos, bem como devidamente sinalizado. Durante o processo de desativação utilize os mesmos EPI’s indicados para a aplicação do produto. Ao abrir a lata, remova os absorventes (saquinhos) e proceda a desativação da mesma forma que indicada para a desativação do sachê de fosfeto de alumínio. B.3 - Desativação do pó residual gerado pela reação das pastilhas e dos comprimidos. A desativação deve ser realizada em local ventilado, seco, coberto, distante de residências e de acesso proibido a pessoas não autorizadas e animais domésticos, bem como devidamente sinalizado. Durante o processo de desativação utilize os mesmos EPI’s indicados para a aplicação do produto. I. Preparar uma mistura de água com 3% de detergente neutro/biodegradável, dentro de um tambor ou qualquer recipiente apropriado. Cada litro da mistura é suficiente para desativar aproximadamente 1 kg de hidróxido de alumínio II. Após o processo de fumigação, utilizando os mesmos EPI’s indicados para a aplicação do produto, recolha o pó residual, vá adicionando no interior do tambor, mexendo a solução até formar uma consistência pastosa no interior do tambor. A solução pastosa deverá permanecer por um período mínimo de 40 horas. III. Durante o período mencionado anteriormente, a solução pastosa deverá ser revolvida, pelo menos, três a quatro vezes. IV. Nunca feche o tambor onde está sendo feita a desativação. V. Após o período recomendado acima, remova o pó residual (consistência pastosa) e o espalhe sobre uma lona plástica sem danos ou furos, evitando a formação de grossas camadas, facilitando a sua secagem, até que a concentração de gás fosfina esteja igual ou menor que 0,23 ppm (0,3 mg/m3). VI. Depois de constatado que o pó residual está completamente seco, recolha e o coloque em barricas de papelão homologadas de 50 L com selo de homologação do INMETRO impresso na embalagem (Legislação pertinente ao Transporte de Produtos Perigosos). As barricas devem conter um “liner”, filme plástico envolvendo internamente a barrica, e devem estar sobre paletes, revestidas com plástico para evitar umidade, empilhadas com as bocas

desencontradas e ficarem abertas até o envio para o descarte. Antes do envio, medir a emissão de gás fosfina, que deve ser igual ou menor que 0,23 ppm (0,3 mg/m3). VII. Armazene o resíduo de hidróxido de alumínio desativado em local adequado à segurança de produtos perigosos, até que seja removido para o descarte final nos locais de recebimento indicados em Nota Fiscal. Cuidados a serem observados pelo usuário ou empresas legalmente autorizadas a procederem a destinação final de embalagens vazias para o armazenamento, devolução e transporte de embalagens primárias rompidas e produtos vazados gerando o gás Fosfina. Consideram-se embalagens primárias aquelas que entram em contato direto com o produto, são elas: Garrafa de alumínio, lata de folha de flandres, tubete de alumínio, frasco plástico coex, saco de alumínio flexível, envelope aluminizado e sachê. Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Vestimenta em tecido de brim ou similar, com mangas compridas; Calçado de segurança; Máscara facial inteira ou semi-facial, com filtro próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK contra gases ácidos e vapores orgânicos e inorgânicos); Óculos de segurança (apenas nos casos em que for utilizada a máscara semi-facial); Luvas de segurança, impermeáveis ou não, no manuseio das embalagens rompidas e produtos vazados. 6. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 7. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: - Restrição temporária de uso para madeira e seus subprodutos e castanha de caju nos Estados de Alagoas, Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí, Roraima e Tocantins. - Restrição temporária de uso para castanha de caju no Estado de Mato Grosso.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Gastoxin B57 registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 101 · documento de 01/09/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Gastoxin B57?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Gastoxin B57 e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Gastoxin B57 é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 101, documento de 01/09/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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