Bula oficial · registro MAPA nº 9820

Bula do Fullmuron

Bula completa do Fullmuron (registro MAPA nº 9820), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: clorimurom-etílico.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 19 páginas no PDF.

BULA FULLMURON Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob n° 09820

COMPOSIÇÃO

Ethyl 2-(4-chloro-6-methoxypyrimidin-2-ylcarbamoylsulfamoyl)benzoate (CLORIMUROM-ETÍLICO) ............... 250 g/Kg (25% m/m) Outros ingredientes ............................................................................................................................................ 750 g/Kg (75% m/m)

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida pós-emergente, sistêmico e seletivo GRUPO QUÍMICO: Clorimurom-etílico: Sulfonil uréia TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em Água (WG) TITULAR DO REGISTRO(*): AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Av. Professor Ivo Corseuil, 69 – Conj 201 e 301 Sala D – Bairro Petrópolis – CEP: 90.690-410 – Porto Alegre/RS Fone: (51) 3343-0388 - CNPJ: 05.625.220/0001-24 - Número de registro do estabelecimento no Estado: 1448/04 – DISA/DDA/SEAPA/RS (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO: AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Rodovia BR 386, Km 173,5, s/nº – sala 5A – Bairro Boa Vista – CEP: 99.500-000 - Carazinho/RS CNPJ: 05.625.220/0009-81 - Número de registro do estabelecimento no Estado: 42/18 – DISA/DDA/SEAPA/RS AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Rua Adolfo Zieppe Filho, s/nº, Quadra 17, Setor 13, Anexo 01, Módulo G – Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz – CEP: 99.500-000 – Carazinho/RS CNPJ: 05.625.220/0013-68 – Número de registro do estabelecimento no Estado: 65/20 – DISA/DDA/SEAPA/RS AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Rodovia PR 090, Km 374, s/nº - Lote 44-C-2 - Módulo I – Parque Industrial Nene Favoretto – CEP: 86.200-000 - Ibiporã/PR CNPJ: 05.625.220/0005-58 - Número de registro do estabelecimento no Estado:1000021 - ADAPAR-PR AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100 – Km 30,5 – Módulo 2N – Jardim Maria Cristina – CEP: 06.421-400 - Barueri/SP CNPJ: 05.625.220/0012-87 - Número de registro do estabelecimento no Estado - Importadora: 4252 – CDA/SP – e Comerciante: 4731 – CDA/SP AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Rodovia BR 163, Km 116, s/nº, Armazém 2, Sala 06 - Parque Industrial Vetorasso – CEP: 78.746-055 - Rondonópolis/MT CNPJ: 05.625.220/0011-04 - Número de registro do estabelecimento no Estado - Comerciante: 32703/2024 – INDEA/MT e Importadora: 32257/2024 – INDEA/MT FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: CLORIMURON-ETIL TÉCNICO AGROIMPORT – Registro MAPA nº 11114 • JIANGSU INSTITUTE OF ECOMONES CO., LTD. Nº 95, North of Huanyuan Road, Jintan Economic Development District, Jintan – 213200 – Jiangsu - China FORMULADOR: JIANGSU INSTITUTE OF ECOMONES CO., LTD. Nº 95, North of Huanyuan Road, Jintan Economic Development District, Jintan – 213200 – Jiangsu - China SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Binhai Economic Development Area, Weifang, 262737 – Shandong - China CHIZHOU BIOAGRILAND MULTICHEM CO., LTD. Xiangyu Chemical Industry Park, Dongzhi County, Chizhou City, Anhui - China ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. (Planta I) Rua Alberto Guizo, n° 859 - Distrito Industrial João Narezzi – CEP: 13.347-402 - Indaiatuba/SP – Brasil CNPJ: 50.025.469/0001-53 – Número de registro do estabelecimento/Estado: 466 – CDA/SP ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. (Planta II) Rua Bonifácio Rosso Ros, n° 260 – Cruz Alta – CEP: 13.348-790 – Indaiatuba/SP – Brasil CNPJ: 50.025.469/0004-04 – Número de registro do estabelecimento/Estado: 1248 – CDA/SP TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Avenida Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros – CEP: 13.148-030 - Paulínia/SP – Brasil CNPJ: 03.855.423/0001-81 – Número de registro do estabelecimento/Estado: 477 – CDA/SP

Nº do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

Avenida Professor Ivo Corseuil, 69 - Conj 201 e 301 Sala D - Bairro Petrópolis - CEP: 90.690-410, Porto Alegre, RS.

AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER. PROTEJA-SE. É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA. Produto Importado/Indústria Brasileira (quando aplicável) Produto registrado para o controle de plantas infestantes nas culturas do café, citros, eucalipto, pinus e soja.

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO PERIGOSO

AO MEIO AMBIENTE Avenida Professor Ivo Corseuil, 69 - Conj 201 e 301 Sala D - Bairro Petrópolis - CEP: 90.690-410, Porto Alegre, RS.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: FULLMURON é um herbicida pós-emergente, seletivo de ação sistêmica pertencente ao grupo químico das sulfoniluréias, recomendado para o controle de plantas infestantes de folhas largas nas culturas de café, citros, eucalipto, soja e pinus. O produto é rapidamente absorvido através de folhas e raízes, com translocação por toda a planta através do xilema e floema. Age inibindo a enzima acetolactato sintase (ALS), responsável pela síntese dos aminoácidos vanila, leucina e isoleucina. A inibição desta enzima interrompe a produção de proteínas, interferindo na divisão celular e levando a planta à morte. O crescimento da planta é inibido poucas horas após a aplicação, mas os sintomas de injúria demoram alguns dias para aparecer. Inicialmente ocasiona o amarelecimento e morte da gema apical e posteriormente de toda a planta. Em algumas plantas ocorre o encurtamento dos entrenós, em outras o espessamento na base do caule. O sistema radicular tem seu desenvolvimento prejudicado e há um encurtamento das raízes secundárias. Ocorre estagnação no desenvolvimento e a morte das plantas infestantes sensíveis em um período entre 7 e 21 dias. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, VOLUME DE CALDA, ÉPOCA/NÚMERO MÁXIMO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Jato Dirigido em Pós-Emergência das Plantas Infestantes
CULTURAALVO BIOLÓGICODOSESVOLUME DE CALDA (L/ha)ÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES
NOME COMUMNOME CIENTÍFICOPRODUTO
COMERCIAL
(g/ha)
CAFÉCorda-de-violaIpomoea grandifolia50 a 80Terrestre (Jato Dirigido): 100 a 300 L/ha Recomenda-se a adição de óleo vegetal ou mineral a 0,5% V/V como adjuvante (500 mL/100L de água)Aplicar em pós- emergência nas entrelinhas, através de jato dirigido, na fase de 4 folhas até o início do florescimento, predominando plantas de 4 a 6 folhas definitivas para os alvos biológicos Picão-preto e Corda-de-viola. Para o alvo biológico Trapoeraba, aplicar na fase de 4 folhas. Para o alvo biológico Nabiça, aplicar o estádio de 2 a 4 folhas. Aplicar quando as plantas infestantes estiverem desde o estádio de 4 folhas até o início do florescimento, predominando plantas entre 10 a 12 folhas.
NabiçaRaphanus sativus Raphanus raphanistrum
Picão-pretoBidens pilosa
TrapoerabaCommelina benghalensis
Apaga-fogoAlternanthera tenella
BeldroegaPortulaca oleracea
Corda-de-violaIpomoea purpurea
Jato Dirigido em Pós-Emergência das Plantas Infestantes
CITROSApaga-fogoAlternanthera tenella40 a 80Terrestre (Jato Dirigido): 100 a 300 L/ha Recomenda-se a adição de óleo vegetal ou mineral a 0,5% V/V como adjuvante (500 mL/100L de água)Aplicar em pós- emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido para o alvo biológico Nabiça, na fase de 2 folhas até o florescimento. Para o alvo biológico Carrapicho-de-carneiro, aplicar no estádio de 6 a 10 folhas. Para o alvo biológico Caruru-roxo e Beldroega, aplicar na fase de 2 a 8 folhas. Para o alvo biológico Picão-preto, aplicar no estádio de até 4 folhas.
BeldroegaPortulaca oleracea
Carrapicho-de-carneiroAcanthospermum hispidum
Caruru-roxoAmaranthus hybridus
Corda-de-violaIpomoea purpurea
Picão-pretoBidens pilosa
NabiçaRaphanus sativus Raphanus raphanistrum

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Jato Dirigido em Pós-Emergência das Plantas Infestantes
EUCALIPTO PINUSCarrapicho-de-carneiroAcanthospermum hispidum60 a 80Terrestre (Jato Dirigido): 100 a 300 L/ha Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% V/V como adjuvante (500 mL/100L de água)Aplicar em pós- emergência nas entrelinhas através de jato dirigido, quando as plantas infestantes estiverem no estádio de 4 folhas.
Apaga-fogoAlternanthera tenella
Picão-pretoBidens pilosa
NabiçaRaphanus sativus Raphanus raphanistrum
Corda-de-violaIpomoea grandifolia
TrapoerabaCommelina benghalensis
Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
SOJACarrapicho-rasteiroAcanthospermum australe60 a 80Terrestre (tratorizada): 100 a 300 L/ha Terrestre (costal manual): 400 – 600 L/ha Aéreo: 20 a 40 L/ha Recomenda-se a adição de óleo vegetal ou mineral a 0,05% V/V como adjuvante (50 mL/100L de água)Aplicar em pós- emergência das plantas infestantes de folhas largas (dicotiledôneas), quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (até 2 a 6 folhas) e quando a soja estiver a partir do 3º trifólio. Utilizar as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e as doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou em altas infestações. Pode ser usada no manejo da cobertura vegetal (pré-plantio) e/ou no ciclo da cultura (plantio a colheita). Aplicar no máximo 80 g/ha do produto por ciclo da cultura ou 01 vez em dessecação das plantas infestantes (pré- plantio).
Carrapicho-de-carneiroAcanthospermum hispidum
MentrastoAgeratum conyzoides
Apaga-fogoAlternanthera tenella
CaruruAmaranthus hybridus
Caruru-roxoAmaranthus viridis
Picão-pretoBidens-pilosa
Erva-pallhaBlainvillea latifolia
TrapoerabaCommelina benghalensis
Desmodio; Carrapicho- beiço-de-boi; Pega-pegaDesmodium tortuosum
Picão-brancoGalinsoga parviflora
FazendeiroHyptis lophanta
CheirosaHyptis suaveolens
Corda-de-violaIpomoea aristolochiaefolia
Corda-de-violaIpomoea grandifolia
EstrelinhaMelampodium perfoliatum
Losna-brancaParthenium hysterophorus
BeldroegaPortulaca oleracea
NaboRaphanus raphanistrum
Erva-quenteSpermacoce latifolia
Feijão-miúdoVigna unguiculata
CalopogônioCalopogonium mucunoides80
Falsa-serralhaEmilia sonchifolia
LeiteiraEuphorbia heterophylla
Fedegoso brancoSenna obtusifolia
Erva-de-touroTridax procumbens
Pré-plantio da cultura e pós-emergência da planta infestante
SOJACaruru-roxoAmaranthus hybridus60 a 80Terrestre (tratorizada): 100 – 300 L/ha Aérea: 20 – 40 L/ha Recomenda-se a adição de óleo vegetal ou mineral a 0,05% V/V como adjuvante (50 mL/100L de água)A aplicação do produto deve ser em pós- emergência das plantas infestantes de folhas largas (dicotiledôneas), quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (até 2 a 6 folhas) e quando a soja estiver a partir do 3º trifólio. Pode ser usada no manejo da cobertura vegetal (pré- plantio) e/ou no ciclo da cultura (plantio a colheita). Aplicar no máximo 80 g/ha do
BeldroegaPortulaca oleracea

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produto por ciclo da cultura ou 01 vez em dessecação das plantas infestantes (pré-plantio).
Dessecação das plantas infestantes – Pré-plantio
SOJANabo; NabiçaRaphanus sativus40Terrestre (tratorizada): 100 – 300 L/ha Terrestre (Costal Manual): 400 – 600 L/ha Aérea: 20 – 40 L/ha Recomenda-se a adição de óleo vegetal ou mineral a 0,05% V/V como adjuvante (50 mL/100L de água)Utilizar para manejo da cobertura vegetal (pré- plantio) quando as plantas infestantes indicadas, presentes na área, estiverem no estágio de 2 a folhas. O produto pode ser aplicado 01 vez no ciclo da cultura ou uma vez em dessecação das plantas infestantes (pré- plantio).
Maria-moleSenecio brasiliensis
BuvaConyza bonariensis80

MODO DE APLICAÇÃO

FULLMURON poderá ser utilizado uma vez em dessecação das plantas infestantes (pré-plantio) ou uma vez no ciclo da cultura, não ultrapassando 80 g/ha de FULLMURON por ciclo da cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas. O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterada considerando as especificações técnicas do mesmo. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Preparação da Calda para Aplicação Terrestre: Abastecer o pulverizador com água limpa até ¾ de sua capacidade, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Coloque a dose indicada de FULLMURON em um recipiente com água a parte para se obter uma pré-diluição do produto. Após isso adicione a pré-diluição ao tanque e complete o volume restante com água, sempre sob agitação constante. Em seguida adicionar adjuvante (óleo vegetal ou óleo mineral emulsionável) na dose de 0,05% v/v (50 mL/100 litros de água) para a cultura da soja e 0,5% v/v (500 mL/100 litros de água) para as demais culturas, mantendo-se a agitação contínua durante a preparação e aplicação do produto. Preparação da Calda para Aplicação Aérea: Para aplicação aérea do produto na cultura da Soja, fazer uma pré-mistura em recipiente com água, adicionando a quantidade recomendada de FULLMURON e misturar até obter uma calda homogênea, adicionando nesta fase óleo mineral emulsionável ou óleo vegetal na dose de 0,05% v/v (50 mL/100 litros de água). Colocar água no reservatório da aeronave até atingir ¾ do volume desejado (75%). Adicionar a pré-mistura de FULLMURON e deixar o agitador ligado até formar uma calda homogênea, completando o volume em seguida. Este procedimento também é válido em casos onde a calda é preparada em reservatório separado. Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido Avenida Professor Ivo Corseuil, 69 - Conj 201 e 301 Sala D - Bairro Petrópolis - CEP: 90.690-410, Porto Alegre, RS.

possível após o seu preparo. A aplicação deve ser por pulverização sobre o alvo biológico, por cobertura total, imediatamente após a preparação da calda. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Na cultura da soja, o produto pode ser pulverizado com equipamentos para aplicação terrestre tratorizada ou costal, e por aplicação aérea. Nas culturas de café, citros, eucalipto e pinus, o produto pode ser aplicado através de equipamentos para aplicação terrestre via jato dirigido nas entrelinhas das culturas. Aplicação terrestre: - Volume de aplicação: 100 a 300 L/ha de calda (tratorizada) ou 400 a 600 L/ha de calda (costal/manual) - Tipos de ponta de pulverização: Bicos de jato em leque com ângulo de 80° ou 100°. Nas culturas de eucalipto e pinus, realizar aplicação com o jato dirigido somente nas entrelinhas do plantio, sendo os bicos montados com proteção de chapéu-de-napoleão, para evitar o contato do produto com a cultura. - Pressão de trabalho: 30 a 50 Lb/pol² - Diâmetro de gotas: 180 a 200 μm - Densidade mínima de gotas: 40 gotas/cm². Obs.: no caso de outros equipamentos, estes devem proporcionar boa cobertura de pulverização das plantas infestantes. Aplicação aérea: - Volume de aplicação: 20 a 40 L/ha de calda - Para volumes de aplicação até 20L/ha: Aeronaves agrícolas dotadas de barra com bicos tipo cônico (D6 ou D8, core 44 a 46) ou bicos rotativos (MICRONAIR-AU-5000-2), com altura de voo de 3-4 metros (MICRONAIR) ou 2-3 metros (bicos cônicos), e largura de faixa de deposição efetiva de 13 metros. - Para volumes de aplicação de 30-40L/ha, utilizar aeronaves com barra equipada com bicos tipo cônico (D8 ou D10, core 44 a 46), com altura de voo de 2-4 m, e largura da faixa de deposição efetiva de 13-15 m. - Tamanho de gotas: 200 a 400 micrômetros. - Densidade de gotas: 30 gotas/cm2. - Condições climáticas: devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior a 10 km/h, temperatura menor que 25º C e umidade relativa maior que 70%, visando reduzir ao máximo perdas por deriva e evaporação. Cuidados neste sentido devem ser redobrados quando da aplicação em volumes de calda de 20 L/ha, sob pena de comprometer os resultados. Recomendações para evitar a deriva: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação vigente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR. Importância do diâmetro de gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (>150 a 200 μm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO Avenida Professor Ivo Corseuil, 69 - Conj 201 e 301 Sala D - Bairro Petrópolis - CEP: 90.690-410, Porto Alegre, RS.

A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS. Tipo de ponta de pulverização: Use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada; considere o uso de pontas de baixa deriva. Em situações adversas, considere o uso de pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda recomendado. Procure trabalhar na menor pressão recomendada para o modelo de ponta – pressões maiores resultam em diâmetro de gota menor, aumentando o potencial de deriva. Considere a substituição das pontas por modelos mais adequados ao invés de aumentar a pressão de trabalho. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgastes e vazamentos. Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante. Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor altura possível recomendada pelo fabricante e que permita obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com o alvo, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos. Temperatura e umidade: Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação. Ventos: O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições SEM VENTO. Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, podendo ser identificadas também pelo movimento da ‘fumaça’ originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar. Lavagem do equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil. 1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto. 2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por Avenida Professor Ivo Corseuil, 69 - Conj 201 e 301 Sala D - Bairro Petrópolis - CEP: 90.690-410, Porto Alegre, RS.

15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto. 3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis. 4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. 5. Repita o passo 3. 6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Café 65 dias Citros 65 dias Eucalipto UNA Pinus UNA Soja (Pós-emergência) 65 dias Soja (Pré-emergência) Não determinado devido à modalidade de emprego UNA: Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período mínimo de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar os EPIs recomendados.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivamente agrícola. - FULLMURON deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula/rótulo. - Utilizar a calda imediatamente após o preparo. Nunca utilizar calda preparada no dia anterior. - Aplicar no máximo 80 g/ha de FULLMURON por ciclo da cultura (do plantio à colheita). - Não há evidência de fitotoxicidade para a cultura da soja quando usada as doses recomendadas a partir do 3º trifólio. Pode causar leve clorose nas folhas apicais sem causar prejuízo a produtividade. - Não aplicar quando houver orvalho nas folhas, ou quando elas estiverem molhadas pela chuva. - Chuvas após 2 horas da aplicação não prejudicam o efeito de FULLMURON. - Não aplicar FULLMURON, em períodos de seca prolongada ou em condições de baixa umidade relativa do ar. - Para rotação de cultura com a soja, observar o prazo de 60 dias após a aplicação do FULLMURON para feijão, trigo, algodão e milho. Para outras culturas é recomendável realizar bioensaio antes do plantio em rotação. Avenida Professor Ivo Corseuil, 69 - Conj 201 e 301 Sala D - Bairro Petrópolis - CEP: 90.690-410, Porto Alegre, RS.

- Nas aplicações para controle de Senna obtusifolia e Hyptis suaveolens, observar o estágio máximo de 2ª folha composta e 4 folhas, respectivamente. Melhores resultados são observados em cultivares de fechamento rápido (porte alto e rápido crescimento). - Após aplicação na modalidade de dessecação nas doses de 40 a 80 g/ha (vide quadro acima), FULLMURON apresenta ação residual sobre as seguintes plantas daninhas: Picãopreto (Bidens pilosa), Leiteira ou amendoim bravo (Euphorbia heterophylla), Nabo (Raphanus sativus), Nabo (Raphanus raphanistrum), Buva (Conyza bonariensis) - Não use restos da cultura tratada com FULLMURON, para alimentação animal.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: Observar os equipamentos recomendados nas diferentes frases dos itens “PRECAUÇÕES GERAIS”, “PRECAUÇÕES NO MANUSEIO”, “PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO” E “PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO”. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide “Modo/Equipamento de aplicação”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE; Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS; Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO. Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta infestante alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B (inibidores da ALS) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas infestantes seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas infestantes devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO B HERBICIDA O produto herbicida FULLMURON é composto por clorimurom-etílico, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da ALS (Acetolactato sintase), pertencente ao Grupo B, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). Avenida Professor Ivo Corseuil, 69 - Conj 201 e 301 Sala D - Bairro Petrópolis - CEP: 90.690-410, Porto Alegre, RS.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFESTANTES: O manejo de plantas infestantes é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas infestantes e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA

CALDA: • Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara provida de filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que Avenida Professor Ivo Corseuil, 69 - Conj 201 e 301 Sala D - Bairro Petrópolis - CEP: 90.690-410, Porto Alegre, RS.

estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem contato, com a névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando por cima das botas; botas de borracha; máscara provida de filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida. Pode ser nocivo se ingerido. Pode ser nocivo em contato com ATENÇÃO a pele. Pode ser nocivo se inalado. Provoca irritação ocular grave. Avenida Professor Ivo Corseuil, 69 - Conj 201 e 301 Sala D - Bairro Petrópolis - CEP: 90.690-410, Porto Alegre, RS.

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR FULLMUROM-

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo QuímicoClorimurom-etílico: Sulfoniluréia
Classe ToxicológicaCATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposiçãoOral, dérmica e ocular
ToxicocinéticaOs compostos sulfoniluréicos são pouco absorvidos através do trato gastrointestinal de animais e do homem. A biotransformação desses compostos ocorre por processo de hidroxilação do anel aromático, desalquilação e conjugação com substratos endógenos especialmente com o UDPGA e PAPS. Em grande proporção, são excretados sob a forma inalterada.
ToxicodinâmicaOs mecanismos de toxicidade em humanos são desconhecidos.
Sintomas e sinais clínicosApós a ingestão da substância podem ocorrer náuseas, vômitos e diarréia quando a substância for ingerida; depressão do SNC (sistema nervoso central) e hipoxemia. A toxicidade sistêmica não é esperada a menos que grande quantidade tenha sido ingerida; nestes casos, pode ocorrer metahemoglobinemia e cianose não responsiva à terapia com oxigênio. Os metabólitos da substância podem provocar irritação do trato urinário. O contato pode ocasionar irritação para os olhos (vermelhidão, lacrimejamento, edema), pele (vermelhidão, edema, coceira, desconforto e erupções cutâneas) e membranas mucosas, inclusive a mucosa respiratória (tosse e dificuldade respiratória, em caso de exposições prolongadas).
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico compatível e através de exames laboratoriais para medição da

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concentração de metahemoglobina e gasometria arterial em todos os pacientes cianóticos, em pacientes demonstrando dispnéia ou outros sinais de insuficiência respiratória. O diagnóstico diferencial pode ser feito para a cianose por outras causas (hipóxia) e para sulfahemoglobinemia. No caso de sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial.
TratamentoAntídoto: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e à descontaminação. Utilizar luvas e avental durante a descontaminação. 1. Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. 2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. 3. Em caso de ingestão recente, proceder lavagem à gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água. Emergência, suporte e tratamento sintomático: mover o paciente para um local arejado. Monitorar a respiração agonizante. Se desenvolver tosse ou dificuldade respiratória avaliar a irritação do trato respiratório. Administrar alto fluxo de oxigênio ou fazer a ventilação assistida. Específico: O tratamento primário é sintomático e de suporte. Em casos de metahemoglobinemia administrar de 1 a 2 mg/kg de azul de metileno a 1% lentamente intravenoso em pacientes sintomáticos. Doses adicionais podem ser necessárias e não devem exceder 4 mg/kg. Nos casos em que não há resposta ao azul de metileno ou quando o uso do mesmo estiver contraindicado (deficiência de G6PD), as seguintes medidas devem ser consideradas: exsanguinotransfusão e oxigenação hiperbárica.
ContraindicaçõesO uso do azul de metileno para hipóxia está contraindicado para pacientes que possuem deficiência da glucose-6-fosfato desidrogenase (G6PD).
Efeitos das interações químicasNão se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores relacionados ao produto.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) Telefone de Emergência da empresa: (51) 3343-0388

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide “Toxicocinética” e “Mecanismo de Toxicidade ( Toxicodinâmica)”. Avenida Professor Ivo Corseuil, 69 - Conj 201 e 301 Sala D - Bairro Petrópolis - CEP: 90.690-410, Porto Alegre, RS.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos Agudos: • DL50 oral em ratos: > 2000 mg/Kg p.c. (fêmeas) • DL50 dérmica em ratos: > 2153 mg/Kg p.c. (machos e fêmeas) • CL50 inalatória em ratos: Não foi determinada nas condições do teste. • Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: O estudo foi conduzido utilizando 3 coelhos adultos fêmeas. O resultado foi baseado no grau de irritação cutânea ocorridas na pele, caracterizadas por eritema e edema. Os resultados obtidos mostraram que o produto provocou irritação leve (eritema muito leve, grau 1) na observação de 1 hora em um dos animais testados sem formação de escaras ou edema, reversível na observação de 24 horas. • Corrosão/Irritação ocular em coelhos: O estudo foi conduzido utilizando-se 3 animais adultos fêmeas. O resultado foi baseado no grau de irritação ocular ocorrido nos animais durante a observação. O animal 1 apresentou opacidade de córnea grau 1 nas observações de 1hora, 24 horas e 48 horas sendo revertida na observação de 72 horas. O animal 1 também apresentou hiperemia grau 1 na observação de 1 hora sendo revertida na observação de 24 horas. O animal 2 apresentou opacidade de córnea grau 2 nas observações de 1 hora e 24 horas e de grau 1 na observação de 48 horas, sendo completamente revertida na observação de 72 horas. O animal 2 apresentou também secreção grau 2 na conjuntiva nas observações de 1h e 24 horas, sendo revertidas na observação de 48 horas. O animal 3 apresentou opacidade de córnea grau 2 na observação de 1 hora e grau 1 na observação de 24 horas, sendo revertidas na observação de 48 horas, o animal 3 também apresentou secreção na conjuntiva grau 3, sendo completamente revertida na observação de 24 horas. A substância teste 0provocou irritação ocular (alterações na córnea), as quais foram totalmente revertidas em no máximo 72 horas. • Sensibilização cutânea em cobaias ( cavia porcellus): O produto não é sensibilizante. • Mutagenicidade: O produto não é mutagênico (Teste de Ames e Micronúcleos)

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: • Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas). • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. Avenida Professor Ivo Corseuil, 69 - Conj 201 e 301 Sala D - Bairro Petrópolis - CEP: 90.690-410, Porto Alegre, RS.

• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamento de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre recipientes disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:ç • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA – Telefone de Emergência: (51) 3343-0388. • Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: - Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Nesse caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. - Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. - Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. Avenida Professor Ivo Corseuil, 69 - Conj 201 e 301 Sala D - Bairro Petrópolis - CEP: 90.690-410, Porto Alegre, RS.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’S – Equipamento de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque do pulverizador, em posição vertical, durante 30 segundos; • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixas coletivas, quando existentes, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeáveis, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Avenida Professor Ivo Corseuil, 69 - Conj 201 e 301 Sala D - Bairro Petrópolis - CEP: 90.690-410, Porto Alegre, RS.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data de compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RIGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O Armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio desta embalagem. Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeitos de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias, não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXIVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O Armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio desta embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em sacos plásticos Avenida Professor Ivo Corseuil, 69 - Conj 201 e 301 Sala D - Bairro Petrópolis - CEP: 90.690-410, Porto Alegre, RS.

transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeitos de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias, não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em sacos plásticos transparentes (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição. EMBALAGEM SECUNDARIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O Armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias, não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. Avenida Professor Ivo Corseuil, 69 - Conj 201 e 301 Sala D - Bairro Petrópolis - CEP: 90.690-410, Porto Alegre, RS.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produto no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar improprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmeras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: No Estado do Paraná, o produto apresenta restrições de uso para Ipomoea grandifolia, Spermacoce latifolia e Tridax procumbens na cultura da Soja. TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (51) 3343-0388 Avenida Professor Ivo Corseuil, 69 - Conj 201 e 301 Sala D - Bairro Petrópolis - CEP: 90.690-410, Porto Alegre, RS.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Fullmuron registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 9820 · documento de 29/05/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Fullmuron?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Fullmuron e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Fullmuron é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 9820, documento de 29/05/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

Veja também