Bula oficial · registro MAPA nº 13419

Bula do Freno 240 EC

Bula completa do Freno 240 EC (registro MAPA nº 13419), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: cletodim.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 18 páginas no PDF.

FRENO 240 EC (Inclusão da Marca Comercial: LUXOR RA) Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 13419

COMPOSIÇÃO

(RS)-2-[(E)-1-[(E)-3-chloroallyloxyimino]propyl]-5-[2-(ethylthio)propyl]-3-hydroxycyclohex-2-enone (CLETODIM) ....................................................................................................................................240 g/L (24,0% m/v) Solvent naphta (petroleum), light aromatic (NAFTA AROMÁTICA)………………………………………………………………………………………………………………….495 g/L (49,5% m/v) Outros Ingredientes………………………………………………………………………………………………………………………215 g/L (21,5% m/v) GRUPO A HERBICIDA CONTEUDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida sistêmico, seletivo GRUPO QUÍMICO:

Cletodim: Oxima ciclohexanodiona Nafta Aromática: Hidrocarboneto aromático TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC) TITULAR DO REGISTRO (*): ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA. Rua Luís Correia de Melo, 92 - 23º andar - Vila Cruzeiro - São Paulo/SP - CEP: 04726-220 - CNPJ: 01.789.121/0001-27 - Fone: (0XX11) 4750-3200 - Cadastro no estado (CDA/SP) nº 385. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Cletodim Técnico Albaugh 02 - Registro MAPA Nº TC13324 - Hebei Lansheng Biotech Co. Ltd. - Mayu Village, Jinzhou City, Shijiazhuang City, Hebei Province, China. Cletodim Técnico Agristar - Registro MAPA Nº 35119 Liaoning Cynda Chemical Co., Ltd. - Economic Development Zone, Huludao, Liaoning, P.R. China. Weifang Cynda Chemical Co., Ltd. - Nº 2 of East Partial Linganga Chemical Zone, Weifang Binhai Economic Development area, Weifang, Shandong Province, 264200, P.R. China. Yancheng South Chemicals Co., Ltd. ‐ Chenjiagang Chemicals District of Xiangshui, 224631, Yancheng, Jiangsu ‐ China. Cletodim Técnico SH - Registro MAPA Nº TC04123 - Shenyang Sciencreat Chemicals Co., Ltd. - Xihejiubei Street 17, Chemical lndustry Area - Shenyang Economic and Technology Development Zone Shenyang, Liaoning, China. Cletodim Técnico YN - Registro MAPA Nº TC00324 - Jiangsu Yunfan Chemical Co., Ltd. - Xihejiubei Street 17, Chemical lndustry Area - Nº 168 Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical Industry Park QiDong, Jiangsu - China. FORMULADORES: Albaugh Agro Brasil Ltda. - Avenida Basiléia, 590 - Resende/RJ - CEP: 27521-210 - CNPJ: 01.789.121/0004-70 - Cadastro no Estado (INEA/RJ) CTA Nº IN001504. Hebei Lanrun Plant Protection Technology Co., Ltd. - East Side of The Nanjing Third Road, Chemical Avenue, Lingang Development Zone, Cangzhou City, Hebei Province, P. R., China. Jiangsu Rotam Chemistry Co, Ltd. - Nº 88 Rotam Road ETDZ, Kunshan - Jiangsu Province, China. Jiangsu Yunfan Chemical Co., Ltd. - Nº. 168. Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical lndustry Park, Qidong, Jiangsu, China. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br

Liaoning Cynda Chemical Co., Ltd. - Economic Development Zone, Huludao, Liaoning Huludao, China. Shandong Cynda Chemical Co., Ltd. - The Economic Development Area, Boxing County, Shandong Province, China. Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd. - Binhai Economic Development Area, 262737, Weifang, Shandong, China. Shenyang Sciencreat Chemicals Co., Ltd. - Xihejiubei Street 17, Shenyang Economy and Technology Development Zone, Shenyang, Liaoning, China. Wuqiao Pesticide Co., Ltd. - Wuqiao County, Hebei Province Economic Development Zone Songmen Industrial Park, China. MANIPULADORES: Fersol Indústria e Comércio S.A. - Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5 - Olhos d’água - CEP: 18120-000 - Mairinque/SP - CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 31. Kubix Agroindustrial Ltda - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260 - Cruz Alta - CEP: 13348-790 - Indaiatuba/SP - CNPJ 47.754.052/0001-17 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1248. Tagma Brasil Ind. e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 - Paulínia-SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 477. Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Rua Alberto Guizo, 859 - Distrito Industrial João Narezzi - CEP: 13347-402 - Indaiatuba-SP - CNPJ: 50.025.469/0001-53 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 466. IMPORTADORES: Goplan S/A - Rua Antonio Lapa, 606 - Cambuí - CEP: 13025-241 - Campinas/SP - CNPJ: 37.422.096/0001-96 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4296. Perterra Insumos Agropecuários S.A. - Av. Dr. Cardoso de Melo, 1450, Conjunto 801 - Vila Olímpia - CEP: 04548-005 - São Paulo/SP - CNPJ: 33.824.613/0001-00 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4206.

No. do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: Industria brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: FRENO 240 EC é um herbicida graminicida, sistêmico, altamente seletivo para as culturas de Algodão, Alho, Amendoim, Arroz Irrigado, Aveia, Batata, Batata-doce, Batata-Yacon, Berinjela, Café, Caju, Caqui, Cana-de-açúcar, Cará, Carambola, Cebola, Cenoura, Centeio, Cevada, Citros, Feijão, Feijão-Caupi, Figo, Fumo, Gengibre, Gergelim, Girassol, Goiaba, Inhame, Jiló, Linhaça, Maçã, Mamona, Mandioca, Mandioquinha Salsa, Mangaba, Melancia, Milheto, Milho, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Soja, Sorgo, Tomate, Trigo, Triticale e Uva. FRENO 240 EC também é indicado para aplicação em manejo na pré-semeadura da soja, para controle do capimamargoso (Digitaria insularis), resistente ao ingrediente ativo glifosato. FRENO 240 EC é efetivo contra uma ampla faixa de gramíneas anuais e perenes (abaixo listadas), apresentando pouca ou nenhuma atividade sobre as plantas daninhas de folhas largas e ciperáceas. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: APLICAÇÃO NA PÓS-EMERGÊNCIA DAS CULTURAS E PLANTAS DANINHAS

CULTURASPLANTAS INFESTANTESEstádioDOSENº máximo de aplicaçõesVolume
Nome comumprodutode calda
(Nome científico)comercial(L/ha)
ALGODÃO ALHO AMENDOIM BATATA BATATA-DOCE BATATA-YACON BERINJELA BETERRABA CAFÉ CARÁ CEBOLA CENOURA ERVILHA FEIJÃO FEIJÃO-CAUPI FUMO GENGIBRE GRÃO DE BICO INHAME JILÓ LENTILHA MANDIOCA MANDIOQUNIHA SALSA MELANCIA PIMENTA PIMENTÃO QUIABO SOJA TOMATECapim-marmelada ou Capim-papuã (Brachiaria plantaginea) Capim-colchão ou milhã (Digitaria horizontalis) Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) Capim-rabo-de-raposa (Setaria geniculata) Capim-custódio (Pennisetum setosum) Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) Capim-camalote (Rottboellia exaltata) Capim-mimoso (Eragrostis ciliaris)4 folhas a 2 perfilhos0,35 L/ha01TERRESTRE 100 - 250 AÉREA* 30 - 50
2 a 3 perfilhos0,40 L/ha
4 ou mais perfilhos0,45 L/ha
Milho voluntário (Zea mays)15 - 30 cm0,35 - 0,45 L/ha
Milheto voluntário (Pennisetum americanum)
Trigo voluntário (Triticum aestivum)10 - 15 cm
Arroz voluntário (Oryza sativa)
Capim-colonião (Panicum maximum)20 - 40 cm0,40 - 0,45 L/ha
Capim-massambará (Sorghum halepense)

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CULTURASPLANTAS INFESTANTESEstádioDOSENº máximo de aplicaçõesVolume
Nome comumprodutode calda
(Nome científico)comercial(L/ha)
Capim-amargoso (Digitaria insularis)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A adição de 0,5% v/v de óleo mineral emulsionável ou Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico é essencial nas aplicações com FRENO 240 EC. *Aplicação aérea para as culturas de algodão, feijão e soja. Para o controle das plantas daninhas Capim-marmelada ou Capim-papuã (Brachiaria plantaginea), Capim-colchão ou milhã (Digitaria horizontalis); Capim-pé-de galinha (Eleusine indica) no estádio de 1 a 4 perfilhos, Capim-arroz (Echinochloa crusgalli), Capim-mimoso (Eragrostis ciliaris), Milho voluntário (Zea mays) no estádio de 15 a 30 cm e Trigo voluntário (Triticum aestivum) no estádio de 10-15 cm, aplicar FRENO 240 EC nas doses de 0,25 L a 0,35 L/ha com adição de adjuvante (Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico) na concentração de 0,5% v/v (1,0 L/ha). Para Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus), aplicar FRENO 240 EC na dose de 0,25 L/ha até o estádio de 1 a 2 perfilhos e dose de 0,35L/ha, até estádio de 1 a 4 perfilhos, adicionado com adjuvante (Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico) na mesma concentração descrita acima. Para cultivares de soja com ciclo curto a médio, fazer a aplicação após 21 a 28 dias da semeadura e para as de ciclo longo após 21 a 40 dias. Para aplicação aérea, utilizar FRENO 240 EC na dose de 0,40 a0,45 L/ha com adição de Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico a 1,0%v/v.
CAJU CAQUI CARAMBOLA FIGO GOIABA MANGABA UVACapim-marmelada ou papuã (Brachiaria plantaginea)4 folhas a 2 perfilhos0,35 L/ha01TERRESTRE 100 - 300
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a maioria da sementeira das gramíneas germinar. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo mineral emulsionável. Aplicar FRENO 240 EC na entrelinha da cultura com as plantas infestantes no estádio de 4 folhas a 2 perfilhos.
MAÇÃCapim-marmelada ou papuã (Brachiaria plantaginea)4 folhas a 2 perfilhos0,35 L/ha01TERRESTRE 100 - 300
Azevém (Lolium multiflorum)2 perfilhos até o florescimento0,45 L/ha
ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a maioria da sementeira das gramíneas germinar. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo mineral emulsionável. Para o controle do Capim-marmelada, na entrelinha da cultura com as plantas infestantes no estádio de 4 folhas a 2 perfilhos. Para o controle do Azevém, na entrelinha da cultura com as plantas de azevém no estádio de 2 perfilhos até o florescimento.
GIRASSOL GERGELIM LINHAÇA MAMONACapim-marmelada ou papuã (Brachiaria plantaginea)4 folhas a 2 perfilhos0,35 L/ha01TERRESTRE 100 - 300
Capim-colchão ou milhã (Digitaria horizontalis)

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CULTURASPLANTAS INFESTANTESEstádioDOSENº máximo de aplicaçõesVolume
Nome comumprodutode calda
(Nome científico)comercial(L/ha)
ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar FRENO 240 EC em pós-emergência da cultura, com as plantas infestantes no estádio de 4 folhas a 2 perfilhos. Pode-se aplicar em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura, porém, antes da competição das gramíneas com a cultura. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo mineral emulsionável. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura.

APLICAÇÃO NA PRÉ-EMERGÊNCIA DAS CULTURAS E PÓS-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS:

CULTURASPLANTAS INFESTANTESEstádioDOSENº máximo de aplicaçõesVolume
Nome comumprodutode calda
(Nome científico)comercial(L/ha)
ALGODÃOMilho voluntário (Zea mays)4 folhas a 4 perfilhos0,35 - 0,45 L/ha01TERRESTRE 100 - 300
Capim-amargoso (Digitaria insularis)0,40 - 0,45/ 0,80 + 0,60* L/ha (sequencial)
ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar FRENO 240 EC em pré-plantio (dessecação) do algodão com as plantas de milho voluntário e capim-amargoso no estádio de até 4 folhas e 4 perfilhos, respectivamente. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar as plantas infestantes em estádio mais avançado de desenvolvimento. (*) Para infestações de capim-amargoso em estádio avançado de desenvolvimento (perenizado e/ou rebrote com 20 a 30 cm), realizar a aplicação sequencial (2 aplicações) de FRENO 240 EC, sendo, a primeira aplicação em pré-plantio da cultura (dessecação) e a segunda em pós- emergência da cultura. Usar a dose de 0,8 L/ha em pré- 0,80 + 0,60 plantio (dessecação), e, 0,6 L/ha em pós emergência do algodão, quando o rebrote do capim-amargoso atingir no máximo 20 a 30 cm de altura. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo mineral emulsionável. Realizar no máximo 1 (uma) aplicação.
ARROZ IRRIGADOArroz-vermelho (Oryza sativa)2 perfilhos até o florescimento0,60 - 0,80 L/ha01TERRESTRE 100 - 300
Azevém (Lolium multiflorum)
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli)
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)
Grama-boiadeira (Luziola peruviana)
ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar FRENO 240 EC em pré-plantio (dessecação) para o controle de capim-marmelada, capim- colchão, capim-arroz, azevém, grama-boiadeira e arroz-vermelho, no estádio de 2 perfilhos até o florescimento. Utilizar a maior dose quando as plantas infestantes estiverem em estádios mais avançados. Respeitar um intervalo mínimo de vinte dias (20) entre a aplicação de FRENO 240 EC e o plantio da cultura do arroz irrigado.

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CULTURASPLANTAS INFESTANTESEstádioDOSENº máximo de aplicaçõesVolume
Nome comumprodutode calda
(Nome científico)comercial(L/ha)
Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo vegetal. Realizar 1 (uma) aplicação em pré-plantio (dessecação).
AVEIA CENTEIO CEVADA TRITICALEAzevém (Lolium multiflorum)Início de perfilhamento0,30 - 0,50 L/ha01TERRESTRE 100 - 250
Aveia preta (Avena strigosa)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A adição de 0,5% v/v de óleo mineral emulsionável ou Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico é essencial nas aplicações com FRENO 240 EC. A aplicação deve ser realizada pelo menos 7 dias antes da semeadura do trigo.
MILHO MILHETO SORGOAzevém (Lolium multiflorum)Início de perfilhamento0,30 - 0,50 L/ha01TERRESTRE 100 - 250 AÉREA 30 - 50
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A adição de 0,5% v/v de óleo mineral emulsionável ou Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico é essencial nas aplicações com FRENO 240 EC. A aplicação deve ser realizada pelo menos 7 dias antes da semeadura do milho.
TRIGOAzevém (Lolium multiflorum)Início de perfilhamento0,30 - 0,50 L/ha01TERRESTRE 100 - 250 AÉREA 30 - 50
Aveia preta (Avena strigosa)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A adição de 0,5% v/v de óleo mineral emulsionável ou Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico é essencial nas aplicações com FRENO 240 EC. A aplicação deve ser realizada pelo menos 7 dias antes da semeadura do trigo.
CULTURASPLANTAS INFESTANTESEstádioDOSENº máximo de aplicaçõesVolume
Nome comumprodutode calda
(Nome científico)comercial(L/ha)
SOJACapim-amargoso (Digitaria insularis)Vegetativo a Florescimento0,60 - 1,00 / 0,45 L/ha03TERRESTRE 100 - 250 AÉREA 30 - 50
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: 2 aplicações, com intervalos de 21 dias, na pré-semeadura. Complementar com 1 aplicação na pós- emergência da cultura. A adição de 0,5% v/v de óleo mineral emulsionável ou Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico é essencial nas aplicações com FRENO 240 EC. Em áreas com problema de Capim-amargoso (Digitaria insularis), realizar um programa de manejo, com 2 aplicações sequenciais, com intervalos de 21 dias, na pré-semeadura da soja. A segunda pulverização deve ser realizada pelo menos 7 dias antes da semeadura. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar a planta daninha em estádio de crescimento mais avançado. Complementar com 1 (uma) aplicação na pós-emergência da cultura.

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APLICAÇÃO NA CULTURA DA CANA DE AÇÚCAR COM A FINALIDADE DE ACELERAR A MATURAÇÃO :

CULTURASPLANTAS INFESTANTESEstádioDOSENº máximo de aplicaçõesVolume
Nome comumprodutode calda
(Nome científico)comercial(L/ha)
CANA-DE- AÇÚCARAcelerar a maturação e incrementar os parâmetros relacionados à qualidade da cana-de-açúcar-0,10 - 0,15 L/ha01AÉREA 20 - 50
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar FRENO 240 EC de 40 a 60 dias antes da colheita. FRENO 240 EC deve ser aplicado uma vez em lavouras com boas condições de sanidade e desenvolvimento vegetativo, sem qualquer tipo de estresse para que ocorra uma boa assimilação e expressão das características desejáveis na cultura. Não adicionar adjuvante de nenhuma natureza.
CULTURASPLANTAS INFESTANTESEstádioDOSENº máximo de aplicaçõesVolume
Nome comumprodutode calda
(Nome científico)comercial(L/ha)
CITROSCapim-amargoso (Digitaria insularis)Vegetativo a Florescimento0,60 - 1,0 L/ha02TERRESTRE 100 - 250
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Intervalo entre as aplicações: 2 aplicações, com intervalos de 21 dias. Efetuar programa de manejo com 2 (duas) aplicações em pós emergência sequencial (com intervalo de 21 dias), em jato dirigido, na entrelinha da cultura de Citros para controle de Capim-amargoso (Digitaria insularis). As doses maiores devem ser utilizadas para controlar a planta daninha em estádio de crescimento mais avançado.

100 - 250 ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Intervalo entre as aplicações: 2 aplicações, com intervalos de 21 dias. Efetuar programa de manejo com 2 (duas) aplicações em pós emergência sequencial (com intervalo de 21 dias), em jato dirigido, na entrelinha da cultura de Citros para controle de Capim-amargoso (Digitaria insularis). As doses maiores devem ser utilizadas para controlar a planta daninha em estádio de crescimento mais avançado.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

FRENO 240 EC deve ser aplicado uma única vez quando a maioria das sementes das plantas daninhas (gramíneas) tiver germinado. A aplicação pode ser feita em qualquer estádio de crescimento da cultura, antes do período crítico de competição das gramíneas com a cultura, exceto em milho e trigo onde o produto é aplicado apenas antes da semeadura. Para o controle de Milho voluntário, nas culturas de Algodão e Soja e para controle de Azevém na cultura de Soja há ainda a opção da aplicação do produto uma única vez na pré-emergência destas culturas. Em áreas com problemas de Capim-amargoso (Digitaria insularis) resistente ao glifosato deve ser adotado um programa de manejo para a soja. CONDIÇÕES IDEAIS DE APLICAÇÃO: FRENO 240 EC deve ser aplicado em gramíneas em fase ativa de crescimento de gramíneas anuais, no estádio de 4 folhas até 4 perfilhos, e no caso de gramíneas perenes no estádio de 20 a 40 cm. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar as plantas daninhas em estádio de crescimento maior. Para controle satisfatório, é necessário observar as condições de umidade do solo, temperatura média entre 20 e 35°C e boa umidade do ar (acima de 60%). Em períodos de seca prolongada recomenda-se não aplicar o produto.

MODO DE APLICAÇÃO

FRENO 240 EC apresenta maior atividade sobre gramíneas anuais ou perenes que estejam em fase ativa de perfilhamento e/ou crescimento. Deve ser emulsionado em água e aplicado em pulverização uniforme da parte aérea das plantas daninhas. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br

Aplicação terrestre: Pulverizador de barra tratorizado: - Utilizar bicos uniformes e em bom estado, sendo recomendados bicos tipo leque da série 80 ou 110, que produzam gotas entre 200 a 500 micra com densidade de gotas de 20 gotículas/cm2. Pressão de 30 a 45 lb/pol2. - Volume de calda de 100 a 250 L/ha. - A altura da barra para bicos da série 80 deve ser de 50 cm acima do topo das plantas e para a série 110, deve ser de 30 cm. Pulverizador costal manual: - Utilizar bicos uniformes e em bom estado, sendo recomendados bicos do tipo leque da série 80 ou 110. Recomenda-se manter o ritmo das bombadas em cadência com os passos do aplicador visando obter uma pulverização uniforme. Volume de calda de 100 a 250 L/ha. Aplicação aérea (para as culturas de algodão, feijão, milho, soja e trigo): - A aeronave agrícola deverá estar equipada com barra, bicos da série D, que produzam gotas maiores que 200 micras e calibrados para distribuir volume de calda de 30 a 50 L/ha. - A faixa de deposição do produto será pré-determinada pelo tipo de aeronave. - A altura do voo deverá ser de 2 a 4 metros e a velocidade dos ventos não deverá ser superior a 8 km/hora. - Visando uma aplicação uniforme, deve-se utilizar recursos adequados para demarcar a largura exata da faixa de pulverização. INTERVALO DE SEGURANÇA (período que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

CULTURASINTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS)
Algodão50
Arroz Irrigado(1)
Aveia, Centeio, Cevada, Trigo, Triticale(1)
Alho, Amendoim, Batata, Cará, Cebola, Cenoura, Feijão, Ervilha, Feijão-Caupi, Gengibre, Grão-de-bico, Inhame, Lentilha e Mandioquinha Salsa40
Beterraba, Batata-doce e Batata Yacon180
Berinjela, Café, Jiló, Melancia, Pimenta, Pimentão, Quiabo e Tomate20
Cana-de-açúcar20
Citros20
FumoUNA
Girassol, Canola, Gergelim, Linhaça e Mamona53
Mandioca180
Milho, Milheto e Sorgo(1)
Soja60 (*)
Soja97 (**)
Uva, Caju, Caqui, Carambola, Figo, Goiaba, Mangaba e Maçã23

UNA = Uso Não Alimentar (*) O intervalo de segurança para a cultura da soja é de 60 dias exclusivamente para os casos de uma única aplicação na pósemergência das plantas infestantes e da cultura. (**) O intervalo de segurança para a cultura da soja é de 97 dias para os casos em que forem feitas 3 aplicações (máximo número de aplicações), sendo duas aplicações em pós-emergência das plantas infestantes e na pré-emergência da cultura, e uma terceira na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. (1) Intervalo de Segurança não determinado por ser de uso em pré-plantio. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivo para culturas agrícolas. - Não fazer aplicações em áreas onde culturas de gramíneas possam ser atingidas. - Em períodos de seca prolongada recomenda-se não aplicar o produto. - Em soja poderá ocorrer uma pequena redução do porte quando as condições ambientais forem adversas, mas a cultura se recupera durante a fase vegetativa.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: − Rotação de herbicidas com mecanismo de ação distinto do Grupo A para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. − Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. − Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. − Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. − Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hracbr.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.gov.br/agricultura/pt-br). GRUPO A HERBICIDA O produto herbicida FRENO 240 EC é composto pelo ingrediente ativo Cletodim, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da enzima acetil coenzima A carboxilase (ACCase), pertencente ao Grupos A, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

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INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFESTANTES: O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas infestantes e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br

- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICACÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe; óculos de segurança; avental impermeável; botas de borracha; macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente; luvas e máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Provoca irritação à pele Pode provocar reações alérgicas na pele ATENÇÃO R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br

PRIMEIROS SOCORROS

Procure imediatamente um serviço de emergência, levando a embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Pele: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO À PELE. PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR FRENO 240 EC -INFORMAÇÕES MÉDICAS-

Grupo químicoCLETODIM: Oxima ciclohexanodiona NAFTA AROMÁTICA: Hidrocarboneto aromático
Classe toxicológicaCategoria 5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica. Cletodim é moderadamente tóxico por via oral e praticamente não tóxico pela via dérmica ou inalatória (EXTONET, 1996).
ToxicocinéticaCLETODIM: Após administração oral, o cletodim foi extensivamente absorvido (88- 95%) e metabolizado. No organismo, mais de 99% da substância é metabolizada por oxidação para sulfóxido de cletodim. Foi amplamente distribuído, com maiores concentrações nas supra-renais, rins e fígado, e não mostrou potencial de acumulação. A excreção foi rápida e extensiva com 80-86% em 24 horas pela urina e 8,5-14% em 24 horas pelas fezes. NAFTA AROMÁTICA: Não existem estudos experimentais da toxicocinética da substância em si, mas houve numerosos estudos toxicocinéticos dos principais constituintes. A principal via de exposição para a maioria dos indivíduos é a inalação. Os constituintes de baixo peso molecular (butanos e pentanos) são pouco absorvidos e predominantemente inalados inalterados. Os constituintes de maior peso molecular são absorvidos com mais eficiência, com metabolismo, normalmente nos álcoois correspondentes, e a excreção principalmente na urina. Cerca de 15% dos butanos e pentanos são absorvidos com meia- vida medida em minutos. Cerca de 25% dos hexanos e 50% dos constituintes de maior peso molecular são absorvidos com meia- vida variando de aproximadamente 3-12 horas, dependendo se a avaliação é baseada nos níveis sanguíneos ou urinários. O contato dérmico normalmente contribui pouco para a dose geral, uma vez que os constituintes na fase de vapor são mal absorvidos percutaneamente. Estudos com tolueno indicam que a absorção dérmica do vapor é de aproximadamente 1% da quantidade absorvida pela inalação. Quando contatados como líquidos, os constituintes também são pouco absorvidos se evaporar. No entanto, se a evaporação for impedida, a fração absorvida poderá ser substancial. Outras propriedades toxicocinéticas dos constituintes absorvidos por via percutânea são semelhantes ao material absorvido pela inalação. A substância é bem absorvida pelo trato gastrointestinal quando administrado pela via oral. Uma suposição de 100% de biodisponibilidade do material ingerido é esperada.
ToxicodinâmicaNão é conhecido o mecanismo exato de toxicidade em humanos.
Sintomas e sinais clínicosCLETODIM: Nos estudos de toxicidade aguda, o cletodim demonstrou ser nocivo se ingerido, irritante e sensibilizante à pele. Em estudos de toxicidade a curto prazo, após administração oral, os órgãos-alvo foram o fígado e as hemácias (com alterações

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indicativas de anemia) em todas as espécies testadas (ratos, cães e camundongos). É improvável que o Cletodim seja genotóxico com base nos estudos disponíveis. NAFTA AROMÁTICA: Altas concentrações de vapor/aerossol irritam os olhos e as vias respiratórias. Podem causar transtornos no SNC (cefaleia, vertigem, efeitos anestésicos, sonolência, confusão, perda de consciência) e em menor proporção, arritmias cardíacas. Altas doses podem levar a óbito. Quando ingeridos, não causam toxicidade sistêmica importante devido à pobre absorção, a exceção de pneumonia aspirativa que pode progredir, em alguns casos até o óbito. O contato frequente ou prolongado pode causar leve irritação e dermatite. Pode agravar uma lesão pré-existente. Leve irritante ocular.
DiagnósticoCLETODIM: O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência do quadro clínico compatível. Para confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas inespecíficos sugere-se a pesquisa dos metabólitos de Cletodim na urina. NAFTA AROMÁTICA: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico compatível.
TratamentoCLETODIM: Antídoto: Não há antídoto específico. Tratamento sintomático e de prevenção de absorção: A descontaminação do paciente como em casos de derramamento com risco de contaminação do profissional da saúde deve ser realizada preferencialmente utilizando-se avental, botas impermeáveis e luvas de borracha nitrílica. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para avaliação oftalmológica. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizados. Carvão ativado e laxantes salinos poderão ser utilizados devido à provável adsorção dos princípios ativos pelo carvão ativado. O tratamento sintomático deverá compreender especialmente medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido. NAFTA AROMÁTICA: Antídoto: não há antídoto específico. Tratamento: medidas de descontaminação, tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitada a inalação do produto e o contato com os olhos, pele e roupas contaminadas. Exposição Oral: Embora a absorção via trato gastrointestinal é muito baixa, nos casos de ingestão de grandes quantidades do produto proceder à administração de: • Carvão ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico; • Lavagem gástrica: Na maioria dos casos não é necessário. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Contraindicações: Perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não-intubados; corrosivos e hidrocarbonetos risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal. NÃO provocar vômito. Fluidos intravenosos e monitorização de eletrólitos. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Exposição inalatória: Descontaminação: Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com beta-2-agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.

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Exposição Ocular: Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição Dérmica: Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistir. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR: aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambú) para realizar o procedimento. Usar proteção para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto durante o processo.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração pulmonar. O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos das interações químicasNão se conhecem em humanos.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque‐Intoxicação: 0800‐722‐6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). TELEFONES DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA: Disque‐Intoxicação (24h): 0800‐014‐1149 - TOXICLIN. Telefone da empresa: (0XX11) 4750‐3200 (horário comercial).

Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque‐Intoxicação: 0800‐722‐6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). TELEFONES DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA: Disque‐Intoxicação (24h): 0800‐014‐1149 - TOXICLIN. Telefone da empresa: (0XX11) 4750‐3200 (horário comercial). MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Vide os itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica” no quadro acima.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

- DL50 oral aguda em ratos: > 2000 mg/kg. - DL50 cutânea aguda em ratos: > 2000 g/kg. - CL50 inalatória em ratos: Não foi determinada nas condições de teste. Não houve mortalidade. - Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Eritema bem definido e edema leve foi observado nos três animais tratados. Todos os efeitos foram totalmente reversíveis em até 14 dias. - Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Foi observado irite leve nos três animais testados e um dos animais também apresentou leve opacidade da córnea. Os efeitos foram totalmente revertidos em até 72 horas. Os três animais apresentaram vermelhidão da conjuntiva, quemose e secreção que foram reversíveis em até 7 dias. - Sensibilização cutânea em cobaias: O produto é sensibilizante leve. - Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

CLETODIM: Nos estudos de longo prazo em animais, o órgão-alvo foi o fígado. O Cletodim não mostrou potencial carcinogênico. Nos estudos de toxicidade reprodutiva, não foram observados efeitos adversos nos parâmetros de fertilidade ou no desenvolvimento dos filhotes, embora tenha sido observada toxicidade materna em altas doses. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br

NAFTA AROMÁTICA: Quando doses elevadas são administradas a ratos, o produto produz lesões no estômago, fígado, tireoide e bexiga urinária. Esses efeitos devem ser considerados para indivíduos submetidos à exposição ocupacional. Suspeito de produzir efeitos reprodutivos e sobre o desenvolvimento em animais produz abortos pósimplantação, redução do peso fetal e do tamanho da ninhada. Em estudos em animais não foi sensibilizante nem mutagênico.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ☐ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ☐ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ☒ PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) ☐ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. - Evite a contaminação ambiental – Preserve a natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA

ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA. - Telefone: (11) 4750-3200 (horário comercial). Para maiores informações contate a empresa SUATRANS (24h): 0800-707-7022. - Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br

- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d´água. Siga as instruções a seguir: - Piso pavimentado: Absorva o produto derramado com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. - Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. - Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL: LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça essa operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir, os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato d´água; - Direcione o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. - O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA): ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: - A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: - Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br

- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: - O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: - De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Restrição de uso no estado do Paraná para goiaba, milheto, sorgo, e alvo Avena strigosa em centeio, cevada, aveia e triticale. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Freno 240 EC registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 13419 · documento de 01/12/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Freno 240 EC?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Freno 240 EC e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Freno 240 EC é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 13419, documento de 01/12/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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