FONTFOP® Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 23318
COMPOSIÇÃO
butyl(R)-2-[4-(5-trifluoromethyl-2-pyridyloxy) phenoxy]propionato (FLUAZIFOPE-P-BUTÍLICO)...........................................................................250,0 g/L (25,00% m/v) Outros ingredientes.......................................................................................750,0 g/L (75,00% m/v)
GRUPO A HERBICIDA CONTEÚDO: Vide rótulo. CLASSE: Herbicida seletivo, de ação sistêmica. GRUPO QUÍMICO: Ácido ariloxifenoxipropiônico. TIPO DE FORMULAÇÃO: Emulsão de óleo em água (EW) TITULAR DO REGISTRO (*): SINON DO BRASIL LTDA Avenida Carlos Gomes 1340 – conj 1001, Bairro Boa Vista, CEP: 90480-001, Porto Alegre/RS – CNPJ: 03.417.347/0001-22 Número de Registro do Estabelecimento no Estado: Nº 1094/99 – SEAPA/RS (*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO) FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: FLUAZIFOP TÉCNICO SINON – Registro MAPA nº 10111 SINON CORPORATION 101, Nanrong Road, Da-Du District, Taichung City, 43245, Taiwan, R.O.C. FORMULADOR: SINON CORPORATION 101, Nanrong Road, Da-Du District, Taichung City, 43245, Taiwan, R.O.C. SINON CHEMICAL (CHINA) CO., LTD 28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District, Shanghai City, China.
| Nº do Lote e Partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
Nº do Lote e Partida: VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: Página 1 de 12
PODER.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CLASSE IV – POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: VERDE INTENSO Página 2 de 12
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO
O FONTFOP é um herbicida sistêmico, que transloca-se aposimplasticamente, concentrando-se nos pontos de crescimento das plantas e acarretando a sua morte. É um herbicida muito ativo que pode ser aplicado via aérea, terrestre tratorizada e terrestre costal. O FONTFOP é específico para o controle de gramíneas anuais e perenes e deve ser aplicado na pós-emergência das culturas de Alface, Algodão, Batata, Brócolis, Cebola, Cenoura, Couve-Flor, Feijão, Girassol, Mandioca, Repolho, Soja e Tomate. Pode, também, ser utilizado como maturador de cana-de-açúcar, aumentando significativamente concentrações de sacarose. Para um bom controle das ervas daninhas, seguir as indicações do quadro abaixo, observando a espécie da erva e seu estádio de crescimento relacionado à dose. CULTURAS/PLANTAS DANINHAS/DOSE/ESTÁGIO DE CRESCIMENTO/VOLUME DE CALDA/ÉPOCA E NÚMERO DE APLICAÇÕES:
| Culturas | Plantas daninhas | Dose | Estágio de Crescimento | Volume de Calda | Época de Aplicação | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| e Número de | |||||||
| Aplicações | |||||||
| Alface Algodão (*) Batata Brócolis Cebola Cenoura Couve-flor Feijão (*) Girassol Mandioca Repolho Soja (*) Tomate | Capim- marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,5 L/ha | Até 8 folhas | Terrestre: 100 a 300 L/ha Para (*): Aéreo: 30 a 40 L/ha | O FONTFOP deve ser aplicado em pós- emergência da cultura e da planta daninha. Número máximo de aplicações: 1 | ||
| 0,75 L/ha | 2 - 4 perfilhos | ||||||
| Capim- carrapicho (Cenchrus echinatus) | 0,5 L/ha | Até 2 - 4 perfilhos | |||||
| 0,75 L/ha | 4 - 6 perfilhos | ||||||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 0,75 a 1,0 L/ha | Estolões com até 15 cm de comprimento | |||||
| Capim- amargoso (Digitaria horizontalis) | 0,5 L/ha | Até 4 folhas | |||||
| 0,75 L/ha | Até 2 perfilhos | ||||||
| Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | 0,5 L/ha | Até 2 - 4 perfilhos | |||||
| 0,75 L/ha | 4 - 6 perfilhos | ||||||
| Arroz (Oryza sativa) | 0,75 L/ha | Até 4 folhas | |||||
| Trigo (Triticum aestivum) | 0,5 a 0,75 L/ha | Até 30 cm | |||||
| Milho (Zea mays) | 0,5 a 0,75 L/ha | Até 40 cm |
Página 3 de 12
aplicações: 1
MODO DE APLICAÇÃO
Culturas: Alface, algodão, batata, brócolis, cebola, cenoura, couve-flor, feijão, girassol, mandioca, repolho, soja e tomate. Maturador de cana-de-açúcar: especificamente para maturação de 0,1 a 0,3 litros/ha. FONTFOP deve ser aplicado em pós-emergência da cultura e da planta daninha, podendo ser feia aplicação única ou sequencial: Aplicação única: Deve ser feita na área total infestada com plantas daninhas e, geralmente, ocorre entre 20 e 30 dias após o plantio da cultura. Para maturação da cana-de-açúcar, utilizar doses entre 0,1 a 0,3L/ha em aplicação única, observação as seguintes condições: - A cana-de-açúcar deverá estar em atividade vegetativa, portanto, mais recomendado no início e final do período da colheita. - Boas condições de umidade do solo e umidade relativa do ar; - Cana-de-açúcar com idade de 10,5 a 11 meses (cana de ciclo de 12 meses) e 14 meses no mínimo (cana de ciclo de ano e meio). - A colheita da cana-de-açúcar deverá ser feita 5-6 semanas após a aplicação. Intervalos maiores poderão permitir retomada do crescimento vegetativo e consequentemente inversão da sacarose acumulada. Aplicação sequencial: Consiste em dividir a dose em duas aplicações, com o cuidado de não se ultrapassar a dose máxima indicada para cada cultura e planta daninha. A aplicação sequencial pode ser recomendada nas seguintes situações: 1) Quando as plantas daninhas germinam logo após o estabelecimento da cultura. 2) Quando as características da área e o clima favorecem mais de um fluxo de germinação das plantas daninhas. 3) Sob condições climáticas medianamente secas. 4) Quando a área a ser tratada apresenta plantas daninhas em estágios de crescimento muito variáveis ( infestação desuniforme). Recomenda-se a aplicação de 0,25 a 0,5 L p.c./ha, dependendo da planta daninha a ser controlada, e complementação com outra aplicação da mesma dose 5 a 10 dias após a primeira aplicação. Equipamentos de aplicação: Pulverizador Costal: - Utilizar bico leque, da série 80 ou 110, com pressão de 15 a 20 lb/pol², aplicando 100 a 300 litros de água por hectare. Garantir que esteja ocorrendo uma bo cobertura. Página 4 de 12
Pulverizador de barra tratorizado: - Utilizar bicos leque da série 80 ou 110, com pressão de 40 a 80 lb/pol² aplicando 100 a 300 litros de água por hectare. Garantir que esteja ocorrendo uma boa cobertura das plantas daninhas. Utilizar bicos recomendados para a aplicação de herbicidas pós-emergentes, usando pressões conforme recomendações dos fabricantes e vazões entre 100 e 300 litros por hectare. Aplicação com Gota controlada (Controlled Droplet Application – C.D.A.): Utilizar 80 litros de calda por hectare, observando-se as regulagens próprias do sistema com Gotas Controladas (Controlled Droplet Application – C.D.A.). Pulverização Aérea: - Utilizar de 30 a 40 litros de água por hectare. Aplicação poderá ser com avião acoplado de barra aplicadora. Barra – Pressão de 25 lb/pol², com bicos cônicos, pontas D6 a D12 providos de caracóis e placas com orifícios, ângulo de 90º. A altura do vôo é de 2 a 3m com faixa de deposição de 12 a 15m. Recomendação geral: As gotas têm um diâmetro de 250 a 300 micras, com 30 a 40 gotas/cm². O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação para adequar a densidade. Observações locais devem ser feitas, visando reduzir ao mínimo, as perdas por deriva e evaporação. Atenção: FONTFOP pode ser aplicado diretamente sobre a folhagem das culturas recomendadas.
INTERVALO DE SEGURANÇA (*)
| Culturas | Dias | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Alface | 28 | ||||
| Algodão | 60 | ||||
| Batata | 28 | ||||
| Brócolis | 28 | ||||
| Cana-de-açúcar | 35 | ||||
| Cebola | 28 | ||||
| Cenoura | 30 | ||||
| Couve-flor | 28 | ||||
| Feijão | 60 | ||||
| Girassol | 60 | ||||
| Mandioca | 28 | ||||
| Repolho | 28 | ||||
| Soja | 60 | ||||
| Tomate | 30 |
Culturas Dias Alface Algodão Batata Brócolis Cana-de-açúcar Cebola Cenoura Couve-flor Feijão Girassol Mandioca Repolho Soja Tomate (*) período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda que é de no mínimo 24 horas após a aplicação. Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: O produto não é fitotóxico para a cultura indicada na dose e condições recomendadas. Outras restrições a serem observadas: Página 5 de 12
FONTFOP deve ser aplicado com boas condições de umidade do solo e umidade relativa do ar superior a 70%, condições estas ideais para um bom desenvolvimento da cultura. A aplicação do produto em solo excessivamente seco e com baixa umidade relativa do ar, diminui a eficiência no controle de plantas infestantes.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo A para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. - Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. - Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO A HERBICIDA O produto herbicida FONTFOP é composto por Fluazifope-p-butílico, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores da ACCase (Acetil CoA carboxilase), pertencente ao Grupo A, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Não aplicável, trata-se de um HERBICIDA. Página 6 de 12
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos. - Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. - Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa do produto. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. Página 7 de 12
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável. - Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção, após cada aplicação do produto. - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Não deixe animais pastarem em áreas recentemente tratadas ou lhes fornecer forragem daí retirada.
PRIMEIROS SOCORROS
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. ANTÍDOTO: Não há antídoto específico.
| Grupo Químico | Ácido ariloxifenoxipropiônico |
|---|---|
| Vias de exposição | Oral, dérmica e inalatória. |
| Toxicocinética | Em testes com animais de laboratório, o produto apresentou excreção relativamente fácil através da urina e das fezes, principalmente sob a forma de metabólicos. Não existe acúmulo nos tecidos. |
| Sintomas e Sinais Clínicos | O Fluasifope-p-butílico é relativamente pouco tóxico para mamíferos, mas pode ser irritante (olhos, pele, trato respiratório) e tóxico se inalado. O Fluasifope pode causar danos estomacais e intestinais severos. Ingestão de grandes quantidades pode levar a problemas no sistema nervoso central, tais como: sonolência, vertigem, perda de coordenação motora e fadiga. A inalação de pequenas quantidades do produto pode causar vômito e severa congestão pulmonar, o que pode levar a dificuldade respiratória, coma e morte. Fluasifope é considerado sensibilizante dérmico, quando testado em cobaias. Exposição repetida ou prolongada pode resultar em alergia por contato. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição. |
| Tratamento | Se não houver comprometimento respiratório administre leite ou água tão breve quanto possível. ( Não mais que 240 mL para adultos e 120 mL para crianças) para minimizar o risco de vômito. Devido à baixa toxicidade sistêmica, carvão ativada pode interferir em certos tipos de procedimentos endoscópicos, que são indicados nos casos de irritação ou queimaduras do trato gastrointestinal. Lavagem gástrica não é recomendada considerando a baixa toxicidade. |
| Contra - indicações | Devido ao potencial de dano na mucosa e o risco de aspiração, a indução do vômito NÃO é recomendado. |
| Atenção | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) Telefone de Emergência da Empresa: TOXICLIN 0800 0141 149 |
Telefone de Emergência da Empresa: TOXICLIN 0800 0141 149 Página 8 de 12
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Vide Item TOXICOCINÉTICA, tabela acima. Efeitos Agudos: DL50 aguda oral em ratos: > 4000 mg/Kg. DL50 aguda dérmica em ratos: > 4800 mg/kg. CL50 aguda inalatória em ratos: > 2,09 mg/L. Irritação ocular em coelhos: Irritação na conjuntiva reversível nas 96 horas. Irritação cutânea em coelhos: não irritante. Efeitos Crônicos: Nos estudos de toxicidade crônica realizados em animais com o fluazifop-p-butyl, os principais órgãos alvo foram rins e fígado e o animal que se revelou mais sensível foi o rato. O principal efeito observado no fígado foi presença de proliferação de peroxissomo e exacerbação da idade relacionada com a toxicidade hepática. Nestes estudos não foram registradas evidências de efeitos crônicos que representem risco significativo ao homem quando da exposição à substância. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). (X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). - Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas. - Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. Página 9 de 12
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa Sinon do Brasil Ltda - telefone de emergência: (51) 3023-8181. - Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo: - Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. - Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima. - Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Página 10 de 12
• Lavagem sob pressão Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Página 11 de 12
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis Página 12 de 12