FLUMIOXAZINA NORTOX 500 WP Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 34824
COMPOSIÇÃO
• N-(7-fluoro-3,4-dihydro-3-oxo-4-prop-2-ynyl-2H-1,4-benzoxazin-6-yl)cyclohex-1-ene-1,2dicarboxamide(Flumioxazina) ................................................................... ....500 g/kg (50% m/m) • Outros Ingredientes ................................................................................... 500 g/kg (50% m/m)
GRUPO E HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida seletivo, de ação não sistêmica, do grupo químico Ciclohexenodicarboximida TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável - WP TITULAR DO REGISTRO: Rodovia BR 369, km 197 - CEP: 86700-970 - ARAPONGAS – PR; CNPJ: 75.263.400/0001-99 Fone: (43)3274-8585 - Fax: (43) 3274.8500. Registro Agência de Defesa Agropecuária do Paraná – ADAPAR/PR Nº 466. FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: FLUMIOXAZINA TÉCNICO CROPCHEM Registro MAPA nº TC08621 SHANDONG BINNONG TECHNOLOGY CO., LTD. N° 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou – Shandong – China FORMULADORES: SHANDONG BINNONG TECHNOLOGY CO., LTD. N° 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou – Shandong – China LAOTING YOLOO BIO-TECHNOLOGY CO., LTD. N° A-3 Tianjin Road, Laoting Economic Development Zone, Hebei Province - China LIER CHEMICAL CO., LTD. Economic and Technical Development Zone, Mianyang, Sichuan - China JIANGSU UNITED AGROCHEMICAL CO., LTD Shuangxiang Road, Nanjing Chemical Industry Park, Nanjing – China MANIPULADOR/FORMULADOR: Rodovia BR 369, km 197 - CEP: 86700-970 - ARAPONGAS – PR; CNPJ: 75.263.400/0001-99 Fone: (43)3274-8585 - Fax: (43) 3274.8500. Registro Agência de Defesa Agropecuária do Paraná – ADAPAR/PR Nº 466.
| Nº do lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
ANTES DE UTILIZAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL IV – PRODUTO
POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE 1. INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: FLUMIOXAZINA NORTOX 500 WP é um herbicida seletivo, não sistêmico para aplicação em pré e pós emergência, destinado ao controle de plantas daninhas das culturas de algodão, alho, batata, café, cana-de açúcar, cebola, citros, eucalipto, feijão, mandioca, milho, pinus e soja em solos leve, médio e pesado. 1.1 CULTURA, ALVO BIOLÓGICO, DOSE, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA: 1.1.1 APLICAÇÃO NA PÓS-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS, ANTES DO PLANTIO DA CULTURA: DESSECAÇÃO DAS PLANTAS DANINHAS EM MANEJO PARA PLANTIO DIRETO:
| CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | VOLUME DE CALDA L/ha | ||
|---|---|---|---|---|---|
| Nome comum | |||||
| Nome científico | |||||
| ALGODÃO | Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 50 | Terrestre: 150 - 250 | ||
| Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||
| Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||
| FEIJÃO | Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
| Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||
| Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
| Picão-preto Bidens pilosa | |||||
| MILHO | Poaia-branca Richardia brasiliensis | 80 |
| NORTOX S/A Rodovia BR 369, km 197 Tel. [43] 3274 8585 Fax. [43] 3274 8500 86700-970 Arapongas, PR - Brasil | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | |||||
| Nome comum | |||||||
| Nome científico | |||||||
| SOJA | Leiteira Euphorbia heterophylla | 40 | Terrestre: 150 a 250 | ||||
| Corda-de-viola Ipomoea grandifolia Ipomoea nil | |||||||
| Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus | |||||||
| Picão-preto Bidens pilosa | 80 - 100 | ||||||
| Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||||
| Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||||
| NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer 1 (uma) aplicação no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. O plantio poderá ser feito 1 (um) dia após após a pulverização, pois o produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitotoxicidade às culturas. |
1 quilo de produto comercial (p.c.) possui 500 gramas do ingrediente ativo (a.i.) Flumioxazina. Nota: É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v ou adjuvante não iônico na concentração de 0,25% v/v. 1.1.2 APLICAÇÃO EM PÓS-EMERGÊNCIA NA PRÉ-COLHEITA, PARA DESSECAÇÃO DA CULTURA E CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS:
| CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO | VOLUME DE | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nome comum | CALDA | |||||||
| Nome científico | L/ha | |||||||
| SOJA | Soja Glycine max | 40 – 50 | Fazer 1 (uma) única aplicação do produto quando os grãos de soja estiverem fisiologicamente maduros, ou seja, 80% a 90% das vagens mudando a coloração. | Terrestre: 150 – 250 | ||||
| Corda-de-viola Ipomoea grandifolia Ipomoea nil | ||||||||
| FEIJÃO | Feijão Phaseolus vulgaris | 50 - 60 | Fazer 1 (uma) aplicação quando a cultura estiver com 50% das folhas amarelas e com cerca de 70% das vagens maduras (coloração do amarelo palha). |
1 quilo de produto comercial (p.c.) possui 500 gramas do ingrediente ativo (a.i.) Flumioxazina. Nota: É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v. Em condições de níveis de infestações elevadas das plantas daninhas, recomenda-se maior dose. 1.1.3 APLICAÇÃO EM PÓS-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS: DESSECAÇÃO DE LIMPEZA EM POMARES:
| NORTOX S/A Rodovia BR 369, km 197 Tel. [43] 3274 8585 Fax. [43] 3274 8500 86700-970 Arapongas, PR - Brasil | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | |||||
| Nome comum | |||||||
| Nome científico | |||||||
| CAFÉ | Picão-preto Bidens pilosa | 50 | Terrestre: 150 – 250 | ||||
| Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||||
| CITROS | Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||||
| Caruru-roxo Amaranthus hybridus | |||||||
| Guanxuma Sida rhombifolia | |||||||
| NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO Fazer 1 (uma) aplicação, quando as plantas daninhas estiverem com 6 a 8 folhas. |
Guanxuma Sida rhombifolia NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO Fazer 1 (uma) aplicação, quando as plantas daninhas estiverem com 6 a 8 folhas. 1 quilo de produto comercial (p.c.) possui 500 gramas do ingrediente ativo (a.i.) Flumioxazina. Nota: A adição do óleo mineral à calda na dose de 0,5% do produto comercial é imprescindível para o bom funcionamento do produto. 1.1.4 APLICAÇÃO EM PÓS-EMERGÊNCIA DIRIGIDA NAS CULTURAS DE ALGODÃO E MANDIOCA:
| CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | VOLUME DE CALDA L/ha | ||
|---|---|---|---|---|---|
| Nome comum | |||||
| Nome científico | |||||
| ALGODÃO | Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 50 - 60 | Terrestre: 200 - 300 | ||
| Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
| Leiteira Euphorbia heterophylla | |||||
| Picão-preto Bidens pilosa | |||||
| Apaga-fogo Alternanthera tenella | |||||
| Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
| Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
| Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
| Carrapicho-de-carneiro Acanthaspermum hispidum | |||||
| NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO Estádio: 2 a 6 folhas Fazer 1 (uma) aplicação quando o algodão estiver com 45 ou mais dias de germinação. Deve-se evitar que o produto atinja as folhas das culturas, utilizando-se asas protetoras para evitar deriva de calda sobre as folhas. Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados), pois o produto tem ação pré-emergente para essas ervas. |
| NORTOX S/A Rodovia BR 369, km 197 Tel. [43] 3274 8585 Fax. [43] 3274 8500 86700-970 Arapongas, PR - Brasil | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | |||||
| Nome comum | |||||||
| Nome científico | |||||||
| MANDIOCA | Apaga-fogo Alternanthera tenella | 120 - 200 | Terrestre: 400 | ||||
| Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||||
| Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus | |||||||
| Corda-de-viola Ipomoea grandifolia Ipomoea nil | |||||||
| Erva-palha Blainvillea latifolia | |||||||
| Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||||
| Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||||
| Joá-de-capote Nicandra physaloides | |||||||
| Hortelã Hyptis lophanta | |||||||
| Leiteira Euphorbia heterophylla | |||||||
| Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||||
| Picão-preto Bidens pilosa | |||||||
| Poaia branca Richardia brasiliensis | |||||||
| Guanxuma Sida rhombifolia | |||||||
| Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||||
| NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO Estádio: 2 a 8 folhas Fazer 1 (uma) única aplicação nas entre linhas da cultura, quando as plantas de mandioca estiverem com aproximadamente 5 meses após a germinação apresentando de 30 a 40 cm de haste em relação ao solo. Deve-se evitar que o produto atinja as folhas das culturas, utilizando-se asas protetoras para evitar deriva de calda sobre as folhas. Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados), pois o produto tem ação pré-emergente para essas ervas. |
Trapoeraba Commelina benghalensis NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO Estádio: 2 a 8 folhas Fazer 1 (uma) única aplicação nas entre linhas da cultura, quando as plantas de mandioca estiverem com aproximadamente 5 meses após a germinação apresentando de 30 a 40 cm de haste em relação ao solo. Deve-se evitar que o produto atinja as folhas das culturas, utilizando-se asas protetoras para evitar deriva de calda sobre as folhas. Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados), pois o produto tem ação pré-emergente para essas ervas. 1 quilo de produto comercial (p.c.) possui 500 gramas do ingrediente ativo (a.i.) Flumioxazina. Nota: Para plantas daninhas em estádio de crescimento mais avançado recomenda-se a dose maior. Deve-se adicionar óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v. 1.1.5 APLICAÇÃO NA PÓS-EMERGÊNCIA DA CULTURA E DAS PLANTAS DANINHAS:
| NORTOX S/A Rodovia BR 369, km 197 Tel. [43] 3274 8585 Fax. [43] 3274 8500 86700-970 Arapongas, PR - Brasil | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | |||||
| Nome comum | |||||||
| Nome científico | |||||||
| SOJA | Picão-preto Bidens pilosa | 50 | Terrestre: 200 - 400 Aéreo: 40 | ||||
| Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||||
| Leiteira Euphorbia heteropylla | |||||||
| Guanxuma Sida rhombifolia | |||||||
| Corda-de-viola Ipomoea grandifolia Ipomoea nil | |||||||
| Cheirosa Hyptis suaveolens | |||||||
| Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | |||||||
| Desmódio Desmodium tortuosum | |||||||
| Caruru-roxo Amaranthus hybridus | |||||||
| Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||||
| Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||||
| Erva-palha Blainvillea latifolia | |||||||
| Joá-de-capote Nicandra physalaides | |||||||
| Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||||
| NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO Fazer 1 (uma) aplicação após a emergência das plantas daninhas, quando estiverem com 2 a 4 folhas e a cultura da soja no estádio de 2 a 3 trifólios. Limitações de uso: Evitar o uso em condições de seca (plantas com deficiência hídrica) e com plantas daninhas fora do estádio recomendado (2 a 4 folhas). Fitotoxicidade: Aplicação em pós-emergência poderá causar amarelamento ou queima das partes da cultura atingida, com posterior recuperação, não causando diminuição da produtividade. |
| CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | VOLUME DE CALDA L/ha | ||
|---|---|---|---|---|---|
| Nome comum | |||||
| Nome científico | |||||
| ALHO | Erva-de-passarinho Stellaria media | 120 – 180 | Terrestre: 100 - 200 | ||
| Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
| Picão-preto Bidens pilosa |
| NORTOX S/A Rodovia BR 369, km 197 Tel. [43] 3274 8585 Fax. [43] 3274 8500 86700-970 Arapongas, PR - Brasil | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | |||||
| Nome comum | |||||||
| Nome científico | |||||||
| CANA-DE- AÇÚCAR | Capim-colchão Digitaria horizontalis Digitaria nuda | 250 | Terrestre: 100 – 200 Aéreo: 30 - 40 | ||||
| Capim colonião Panicum maximum | |||||||
| Caruru Amaranthus viridis | |||||||
| Corda-de-viola Ipomoea purpurea | |||||||
| Leiteiro Euphorbia heterophylla | |||||||
| BATATA | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 70 | Terrestre: 100 – 200 | ||||
| Caruru Amaranthus hybridus | |||||||
| Corda-de-viola Ipomoea purpurea | |||||||
| Picão-preto Bidens pilosa | |||||||
| Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||||
| MANDIOCA | Anileira Indigofera hirsuta | 120 – 200 | Terrestre: 400 Aéreo: 30 - 40 | ||||
| Apaga-fogo Alternanthera tenella | |||||||
| Beldroega Portulaca oleracea | |||||||
| Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||||
| Caruru Amaranthus deflexus Amaranthus hybridus | |||||||
| Cheirosa Hyptis suaveolens | |||||||
| Corda-de-viola Ipomoea grandifolia Ipomoea purpurea | |||||||
| Desmódio Desmodium tortuosum | |||||||
| Erva-palha Blainvilea latifolia | |||||||
| Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||||
| Erva-de-touro Tridax procumbens | |||||||
| Guanxuma Sida rhombifolia | |||||||
| Joá-de-capote Nicandra physaloides | |||||||
| Leiteiro Euphorbia heterophylla | |||||||
| Mentrasto Ageratum conyzoides |
| NORTOX S/A Rodovia BR 369, km 197 Tel. [43] 3274 8585 Fax. [43] 3274 8500 86700-970 Arapongas, PR - Brasil | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | |||||
| Nome comum | |||||||
| Nome científico | |||||||
| MANDIOCA | Picão-branco Galinsoga parviflora | 120 – 200 | Terrestre: 400 Aéreo: 30 - 40 | ||||
| Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||||
| Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||||
| SOJA | Picão-preto Bidens pilosa | 90 - 120 | Terrestre: 100 – 200 Aéreo: 30 - 40 | ||||
| Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||||
| Trapoeraba Commelina benghalensis | 120 | ||||||
| Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||||
| Anileira Indigofera hirsuta | |||||||
| Apaga-fogo Alternanthera tenella | |||||||
| Beldroega Portulaca oleracea | |||||||
| Desmodio Desmodium tortuosum | |||||||
| Cheirosa Hyptis suaveolens | |||||||
| Caruru-de-manhã Amaranthus viridis | |||||||
| Corda-de-viola Ipomoea grandifolia Ipomoea aristolochiaefolia | |||||||
| Erva-palha Blainvillea latifolia | |||||||
| Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||||
| Erva-de-touro Tridax procumbens | |||||||
| Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||||
| Guanxuma Sida rhombifolia | |||||||
| Malva-branca Sida cordifolia | |||||||
| Joa-de-capote Nicandra physaloides | |||||||
| Nabica Raphanus raphanistrum | |||||||
| Poaia branca Richardia brasiliensis | |||||||
| Buva Conyza bonariensis |
| NORTOX S/A Rodovia BR 369, km 197 Tel. [43] 3274 8585 Fax. [43] 3274 8500 86700-970 Arapongas, PR - Brasil | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | |||||
| Nome comum | |||||||
| Nome científico | |||||||
| NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO Para as culturas do alho, cana-de-açúcar, batata e soja: Fazer 1 (uma) aplicação logo após a semeadura, podendo se estender até 2 dias após plantio Para a cultura da mandioca: Realizar 1 (uma) aplicação logo após o plantio da maniva, podendo se estender até 15 dias após o plantio, antes da emergência da cultura. Limitações de uso: Cana-de-açúcar: Não utilizar nenhum tipo de adjuvante e/ou surfactante na calda de aplicação. Batata: não aplicar caso a cultura já tenha emergido. Fitotoxicidade: Cana-de-açúcar: Quando a aplicação é realizada em pré-emergência total da cultura, não ocorre fitotoxicidade. Caso a cultura já esteja emergida no momento da aplicação, poderá ocorrer pintas necróticas que desaparecem 30 dias após a aplicação não ocasionando nenhum dano à produtividade. Batata: Dependendo da variedade, poderão ocorrer sintomas iniciais de fitotoxicidade que desaparecem rapidamente sem prejudicar a produtividade. |
1.1.7 APLICAÇÃO NA PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS E PÓS-EMERGÊNCIA DAS CULTURAS:
| CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | VOLUME DE CALDA L/ha | ||
|---|---|---|---|---|---|
| Nome comum | |||||
| Nome científico | |||||
| CAFÉ | Apaga-fogo Alternanthera tenella | 160 - 240 | Terrestre: 100 - 200 | ||
| Beldroega Portulaca oleracea | |||||
| Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
| Caruru-roxo Amaranthus hybridus | |||||
| Picão-preto Bidens pilosa | |||||
| CEBOLA | Ançarinha-branca Chenopodium album | 120 – 180 | |||
| Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
| Picão-branco Galinsoga parviflora |
| NORTOX S/A Rodovia BR 369, km 197 Tel. [43] 3274 8585 Fax. [43] 3274 8500 86700-970 Arapongas, PR - Brasil | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | |||||
| Nome comum | |||||||
| Nome científico | |||||||
| CITROS | Apaga-fogo Alternanthera tenella | 160 - 240 | Terrestre: 100 – 200 | ||||
| Beldroega Portulaca oleracea | |||||||
| Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | |||||||
| Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||||
| Guanxuma Sida rhombifolia | |||||||
| Leiteira Euphorbia heterophylla | |||||||
| Maria-pretinha Solanum americanum | |||||||
| Picão branco Galinsoga parviflora | |||||||
| Picão-preto Bidens pilosa | |||||||
| EUCALIPTO PINUS | Apaga-fogo Alternanthera tenella | 180 | |||||
| Caruru-roxo Amaranthus hybridus | |||||||
| Guanxuma Sida rhombifolia | |||||||
| Picão-preto Bidens pilosa | |||||||
| Leiteira Euphorbia heterophylla | |||||||
| Capim-colonião Panicum maximun | |||||||
| NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO Para as culturas do café, cebola e citros: Fazer 1 (uma) aplicação, dois e três dias após o transplante das mudas, antes da emergência das plantas daninhas. Para a cultura do eucalipto e pinus: Fazer 1 (uma) aplicação, dois e três dias após o transplante das mudas, antes da emergência das plantas daninhas em área total. |
1 quilo de produto comercial (p.c.) possui 500 gramas do ingrediente ativo (a.i.) Flumioxazina. Nota 1: Aplicar sem adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante à calda de pulverização. Nota 2: Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados). Nota 3: Para capim-colonião (Panicum maximum) usar a dose somente em solos arenosos (leve).
1.1.8 MANEJO OUTONAL EM ÁREAS AGRICULTÁVEIS (APLICAÇÃO NA PRÉ-EMERGÊNCIA DA PLANTA DANINHA):
| ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | ÉPOCA E NÚMERO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA L/ha | |
|---|---|---|---|---|
| Nome comum Nome científico | ||||
| Buva Conyza bonariensis | 120 | Fazer 1 (uma) aplicação no outono-inverno, logo após a colheita da cultura precedente (Manejo Outonal). Caso existam plantas daninhas emergidas, aplicar herbicida pós- emergente de ação total (seguir recomendação do fabricante), de 2 a 3 dias antes da aplicação do produto. | Terrestre: 100 - 200 |
Limitações de uso: Após a aplicação, aguardar um período mínimo para o plantio das culturas subsequentes, conforme tabela abaixo:
| Culturas | Período mínimo entre aplicação e semeadura |
|---|---|
| Soja | Sem restrição |
| Milho | 14 dias |
| Algodão | 21 dias - Entre aplicação do produto e a semeadura deverá ter ocorrido precipitação mínima de 25mm. |
| Girassol, Sorgo e Trigo | 30 dias |
1.1.9 APLICAÇÃO NA PRÉ-EMERGÊNCIA DA CULTURA E DAS PLANTAS DANINHAS INFESTANTES APÓS A PODA:
| CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | VOLUME DE CALDA L/ha | ||
|---|---|---|---|---|---|
| Nome comum | |||||
| Nome científico | |||||
| MANDIOCA | Anileira Indigofera hirsua | 120 – 200 | Terrestre: 400 Aérea: 30 - 40 | ||
| Apaga-fogo Alternanthera tenella | |||||
| Beldroega Portulaca oleracea | |||||
| Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
| Caruru Amaranthus deflexus | |||||
| Caruru-roxo Amaranthus hybridus | |||||
| Cheirosa Hyptis suaveolens | |||||
| Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
| Corda-de-viola Ipomoea purpurea |
| NORTOX S/A Rodovia BR 369, km 197 Tel. [43] 3274 8585 Fax. [43] 3274 8500 86700-970 Arapongas, PR - Brasil | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | |||||
| DOSE | |||||||
| Nome comum | |||||||
| g p.c./ha | |||||||
| Nome científico | |||||||
| MANDIOCA | Desmódio Desmodium tortuosum | 120 – 200 | Terrestre: 400 Aérea: 30 - 40 | ||||
| Erva-palha Blainvillea latifolia | |||||||
| Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||||
| Erva-de-touro Tridax procumbens | |||||||
| Guanxuma Sida rhombifolia | |||||||
| Joá-de-capote Nicandra physaloides | |||||||
| Leiteira Euphorbia heterophylla | |||||||
| Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||||
| Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||||
| Picão-preto Bidens pilosa | |||||||
| Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||||
| Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||||
| NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO Fazer 1 (uma) aplicação tratorizada ou via aérea, logo após a poda, antes da brotação da cultura. |
1 quilo de produto comercial (p.c.) possui 500 gramas do ingrediente ativo (a.i.) Flumioxazina. Nota 1: Caso houver plantas daninhas emergidas, recomenda-se adicionar 0,5% de adjuvante ou óleo mineral na calda. Nota 2: Usar as menores doses em solos arenosos (leve) e as doses maiores em solos argilosos (pesado) pois o produto tem ação pré-emergente para essas ervas. 1.2. MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: FLUMIOXAZINA NORTOX 500 WP pode ser aplicado através de pulverização, utilizando-se equipamentos terrestres tratorizados, costais e em aplicações aéreas. PREPARO DA CALDA: Para preparação da calda, abasteça o pulverizador até 3/4 de sua capacidade mantendo agitador ou retorno acionado. Fazer uma pré-mistura, adicionando a quantidade recomendada de FLUMIOXAZINA NORTOX 500 WP, em um recipiente com água a parte para se obter uma prédiluição do produto, e adicione ao tanque do pulverizador, após complete o volume restante do pulverizador com água mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. O volume de água utilizado por hectare é o que consta no item “VOLUME DE CALDA” para cada cultura recomendada.
APLICAÇÃO TERRESTRE: Cultura indicada: Algodão, Alho, Batata, Café, Cana-de-açúcar, Cebola, Citros, Eucalipto, Feijão, Mandioca, Milho, Pinus e Soja. Para a aplicação do produto utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque, visando à produção de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. APLICAÇÃO AÉREA: Culturas indicadas: Alho, Cana-de-açúcar, Batata, Mandioca, Soja (pré e pós). Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aeroagrícolas pela ANAC. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 4 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA APLICAÇÃO TERRESTRE E AÉREA: As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são: - Umidade relativa do ar: superior a 55% - Velocidade média do vento: entre 3 e 7 km/h. - Temperatura: entre 20 e 27ºC. - Direção do vento: Não aplicar em locais e momentos do dia em que o vento esteja na direção de culturas sensíveis. Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplicar, pois pode haver inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia. Não aplicar quando a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h, devido ao potencial de deriva pelo movimento de ar. - Não realizar aplicações em condições de inversão térmica. RECOMENDAÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO: Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores, porém independentemente do equipamento utilizado para a pulverização, o tamanho de gostas é um dos fatores mais importantes para se evitar a deriva. O tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência. Fatores como tamanho de gotas, pressão de trabalho, velocidade do vento, umidade e temperatura devem ser avaliados pelo aplicador, quando da decisão de aplicar. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
LIMPEZA DE TANQUE: Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra. 1.3. INTERVALO DE SEGURANÇA:
| CULTURA | DIAS | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Algodão e Alho | 100 | ||||
| Batata e Mandioca | 75 | ||||
| Café e Citros | 7 | ||||
| Feijão | Pré-emergência: (1) | ||||
| Dessecação: 7 | |||||
| Cana-de-açúcar | 180 | ||||
| Cebola | 90 | ||||
| Eucalipto e Pinus | U.N.A | ||||
| Milho | 80 | ||||
| Soja | Dessecação: 10 | ||||
| Pré-emergência: (1) | |||||
| Pós-emergência: 10 |
(1) Não determinado devido a modalidade de emprego. U.N.A: Uso Não Alimentar 1.4 - INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. 1.5 - LIMITAÇÕES DE USO: - Fitotoxicidade para as culturas indicadas: quando utilizado de acordo com as recomendações da bula FLUMIOXAZINA NORTOX 500 WP não causa fitotoxicidade. - Nas aplicações realizadas sobre as culturas já instaladas, poderá ocorrer leve fitotoxicidade inicial, caracterizada por pontos necróticos nas folhas atingidas. Os sintomas desaparecem após algum tempo não afetando o desenvolvimento nem a produtividade das culturas.
- Quando a aplicação for realizada sobre as mudas transplantadas, NÃO adicionar qualquer tipo de adjuvante ou óleo mineral nem outros produtos fitossanitários à calda de pulverização, evitando danos às culturas. Consultar o fabricante, caso se deseje semear outros cultivos nas entrelinhas do citros ou café (quando aplicação for feita em área total). - Não contaminar corpos d'água tais como lagos, reservatórios, açudes, represas, rios, ribeirões e áreas de preservação ambiental, com sobra da aplicação ou embalagem do produto utilizado. - Durante a aplicação, não permitir que o produto atinja plantações vizinhas por deriva ou vento. - Embora não se conheça na prática casos de incompatibilidade, o produto deve ser utilizado apenas conforme recomendação. Informações adicionais: Seguindo-se todas as instruções de uso, este produto não afeta culturas subsequentes, podendo ser incluído no manejo anual de plantas infestantes. O sistema de agitação, no interior do tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação. OBS: Seguir as recomendações acima indicadas e sempre consultar um Engenheiro Agrônomo. 1.6 - INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. 1.7 - INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICACAO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. 1.8 - DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. 1.9 - INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. 1.10 - INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. 1.11 - RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: FLUMIOXAZINA NORTOX 500 WP é um herbicida composto por flumioxazina que apresenta como mecanismo de ação a inibição da enzima protoporfirinogênio oxidase (PPO), também conhecido como inibidor da PROTOX. A inibição da enzima protoporfirinogênio oxidase compromete a oxidação de protoporfirinogênio à protoporfirina IX (precursor da clorofila). Pode ser denominado também como inibidor da síntese do tetrapirrole ou inibidor da síntese de protoporfirina IX. É classificado no grupo E segundo segundo classificação internacional do HRAC (Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas a Herbicidas). O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. - Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. - Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). 1.12. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE PLANTAS DANINHAS: O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.
2. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
“ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA”. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. 2.1. PRECAUÇÕES GERAIS - Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. 2.2 PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA - Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico
contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a respingos. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. 2.3 PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado do produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. 2.4 PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila, botas de borracha e avental. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PODE SER NOCIVO SE INGERIDO ATENÇÃO PODE SER NOCIVO EM CONTATO COM A PELE PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógios, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. 2.5 - INTOXICAÇÕES POR FLUMIOXAZINA NORTOX 500 WP
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Flumioxazina – Ciclohexenodicarboximida | ||
|---|---|---|---|
| Classe toxicológica | Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo | ||
| Vias de exposição | Inalatório, oral, ocular e dérmica. | ||
| Toxicocinética | Estudo com animais estima-se que, após absorção sua excreção é relativamente rápida tanto via urinária como fecal. Aproximadamente 100% do produto administrado foi excretado do corpo dos animais, pelas fezes e urina, dentro de 7 dias após a sua administração. Na maior dose testada (100 mg/Kg de peso vivo) houve um aumento do Flumioxazin inalterado nas fezes, sugerindo que esta dose está acima da capacidade de absorção do produto pelo trato gastro-intestinal. Algumas das principais reações de biotransformação foram a clivagem da ligação imida e a clivagem da ligação amida no anel benzoxazinona. Os principais compostos nas fezes foram os derivados sulfonados, e na urina os derivados sulfonados, derivados alcoólicos e da acetanilida. O único metabólito encontrado em concentração maior que 5%, nas fezes, foi 3-hidroxisulfo- flumioxazin. Em geral, o nível de resíduo encontrado nos tecidos foi muito baixo, mas pôde ser detectado no sangue, coração, fígado e rins. | ||
| Toxicodinâmica | Não há dados disponíveis para humanos. | ||
| Sintomas e sinais clínicos | Não há na literatura dados de intoxicação por flumioxazina. As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais de experimentação tratados com a formulação à base de flumioxazina: Exposição oral: os animais (ratos) tratados com a dose de 2000 mg/kg p.c. não apresentaram sinais de toxicidade sistêmica. Não houve mortalidade e nem alterações macroscópicas no exame de necropsia. Ao final do teste todos os animais apresentaram aumento de peso corpóreo. Exposição inalatória: os animais (ratos) expostos ao produto via câmara |
| NORTOX S/A Rodovia BR 369, km 197 Tel. [43] 3274 8585 Fax. [43] 3274 8500 86700-970 Arapongas, PR - Brasil | |||
|---|---|---|---|
| inalatória “nose only” não apresentaram sinais clínicos de toxicidade. Não foram observadas alterações macroscópicas no exame de necropsia. Não houve mortalidade. Todos os animais apresentaram ganho de peso dentro do esperado. Exposição dérmica: os animais (ratos) tratados com a dose de 2000 mg/kg p.c. não apresentaram sinais de toxicidade sistêmica. Não houve mortalidade e nem alterações macroscópicas no exame de necropsia. Ao final do teste todos os animais apresentaram aumento de peso corpóreo. O produto não é considerado sensibilizante dérmico. Exposição ocular: os animais testados apresentaram hiperemia reversível em 24 horas. Não houve opacidade de córnea. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi observada. O produto não foi classificado quanto ao potencial de irritação ocular. Efeitos crônicos: estudos de mutações genéticas e aberrações cromossômicas não demonstraram efeito mutagênico relacionado ao produto. | |||
| Diagnóstico | O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis. | ||
| Tratamento | ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Estabilização do paciente: monitore sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabeleça via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória repentina, convulsões, hipotensão e arritmias cardíacas. Usar vasopressores na hipotensão severa (evitar adrenalina pelo risco de fibrilação). Avalie o estado de consciência do paciente. Proteção das vias aéreas: garanta uma via aérea patente. Sucção de secreções orais pode ser necessário. Intubação e ventilação podem ser necessárias, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou comprometimento neurológico. Administre oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se a intoxicação for severa, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais. Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. Exposição oral: - O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico. - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. - Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária. Somente considerar a lavagem gástrica após ingestão da substância em uma quantidade potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal em cuff. - Carvão ativado: Liga-se a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica, se administrado após a ingestão (1h). Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade). - Contraindicação: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em caso de perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de consciência; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidades pouco tóxicas. Exposição ocular: lave os olhos expostos abundantemente com água ou solução salina a 0,9% à temperatura ambiente por cerca de 20 a 30 minutos. |
| NORTOX S/A Rodovia BR 369, km 197 Tel. [43] 3274 8585 Fax. [43] 3274 8500 86700-970 Arapongas, PR - Brasil | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Assegure que não fiquem partículas na conjuntiva. Evitar que a água da lavagem contamine o outro olho. Pode-se utilizar colírio anestésico no início da descontaminação ocular. Realizar avaliação oftalmológica de urgência. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição dérmica: remova as roupas contaminadas e lave a área exposta, não negligenciando unhas e dobras cutâneas, com água abundante e sabão por cerca de 20 a 30 minutos para remover resíduos de agrotóxicos na pele e cabelo. Podem ocorrer queimaduras químicas com a exposição ao sol. Tratamento dos sintomas deve ser de acordo com as manifestações clínicas. Exposição inalatória: remova o paciente para um local arejado e forneça adequadas ventilação e oxigenação. Muitos agrotóxicos possuem solventes derivados de petróleo, e outras substâncias como surfactantes, agravando a irritação de mucosas e os efeitos da intoxicação, podendo causar pneumonite, pneumonia química, edema pulmonar, bronquite, alergias, asma ou dificuldades respiratórias. Administre oxigênio, corticoides, broncodiladores, antagonistas H1 (anti-histamínicos), antibioticoterapia, e auxilie na ventilação, conforme necessário. Medidas sintomáticas e de manutenção: realizar exames físico completo e neurológico. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), gases arteriais, eletrólitos, mioglobinúria, função renal e hepática. Corrigir distúrbios hidroeletrolíticos e acidose. Realizar exames de imagem, ECG, endoscopias conforme necessidade. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto e utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. | |||||
| Contra-indicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; e em casos de pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. | ||||
| Efeitos das interações | Não foram relatados efeitos de interações químicas para flumioxazina em humanos. | ||||
| químicas | |||||
| ATENÇÃO | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. | ||||
| Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT–ANVISA/MS. | |||||
| Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). | |||||
| Notifiquei ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |||||
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as doenças e agravos de notificação compulsória. | |||||
| Centro de Controle de Intoxicações - Londrina - PR (43) 3371-2244. Telefone de Emergência da empresa: (43) 3274-8585. Endereço Eletrônico da Empresa: www.nortox.com.br |
2.6 MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. 2.7 EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO Efeitos agudos (Resultados de ensaios com animais – Produto Formulado): DL50 oral para ratos: > 2.000 mg/kg de peso corpóreo. DL50 dérmica para ratos: > 2.000 mg/kg de peso corpóreo. CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: O produto não foi classificado quanto ao potencial de corrosão/irritação cutânea. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: O produto não foi classificado quanto ao potencial de corrosão/irritação ocular. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante dérmico. Sensibilização respiratória em ratos: Não disponível. Mutagenicidade: O produto não é mutagênico. Efeitos crônicos (resultado de estudos com animais - ingrediente ativo): Em estudos de até 2 anos de duração, realizados com ratos, foram observadas anemia e insuficiência renal.
3. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) □ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) □ Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE III) ■ POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. -Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. -Não utilize equipamento com vazamento. -Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. -Aplique somente as doses recomendadas. -Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. -A destinação inadequada de embalagens ou restos de produto ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. 3.2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: -Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. -O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. -A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. -O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. -Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. -Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. -Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. -Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3.3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: -Isole e sinalize a área contaminada. -Contate as autoridades locais competentes e a Empresa NORTOX S/A., pelo telefone de emergência: (43) 3274-8585. -Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a Empresa Registrante conforme indicado. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. -Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 3.4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL -LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: -Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; -Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume; -Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; -Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; -Faça esta operação três vezes; -Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: -Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; -Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; -A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; -Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a bocado tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. -ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA - Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. - O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. -DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA - No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. -TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL -ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA -ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA -O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. -Use luvas no manuseio dessa embalagem. -Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das lavadas. -DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA -No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
-Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. -O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. -TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - Use luvas no manuseio desta embalagem. - Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emiti da pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. - DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. -É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÀO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. -EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÀO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna e a saúde das pessoas. -PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: - Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. - A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. -TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 4. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às atividades agrícolas.