FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 12922
COMPOSIÇÃO
N-(7-fluoro-3,4-dihydro-3-oxo-4-prop-2-ynyl-2H-1,4-benzoxazin-6-yl)cyclohex-1-ene-1,2dicarboxamide (Flumioxazina) ................................................................................................................... 500 g/Kg (50,0% m/m) Outros ingredientes ................................................................................................ 500 g/Kg (50,0% m/m)
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida Seletivo de ação não sistêmico GRUPO QUÍMICO: Ciclohexenodicarboximida TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó molhável (WP) TITULAR DO REGISTRO (*): CCAB AGRO S.A. Alameda Santos, 2159 – 6º andar – Cerqueira César CEP: 01419-100 São Paulo – SP C.N.P.J.: 08 938.255/0001-01 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP sob n° 820 e sob n° 4773 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: FLUMIOXAZIN TÉCNICO AGROGILL – Registro no MAPA nº TC04921 Jiangsu Yunfan Chemicals Co., Ltd. N° 168, Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical Industry Park, Qidong, Jiangsu – China. FORMULADOR: JIANGSU YUNFAN CHEMICAL CO. LTD. Endereço: N° 168 Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical Industry Park, QiDong, Jiangsu – China. INNER MONGOLIA YONGTAI CHEMICAL CO., LTD., No. 1, Xihuan Road, Low Carbon Industrial Park, Wuhai High-tech Industrial Development Zone, Hainan District, Wuhai Cityc IMPORTADOR: AGROALLIANZ S.A. Rua Avelino Silveira Franco, 149, Sala 432, Condomínio Comercial L’ Office, Bairro Sainte Hélène Campinas/SP - C.N.P.J.: 27.150.699/0001-22 Número de registro do estabelecimento/Estado: CDA/SP n° SP-1280 e 5014
| N° do Lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento:
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA
CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE IV - POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA INSTRUÇÕES DE USO: O FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP é um Herbicida seletivo, não sistêmico recomendado para o controle de plantas daninhas em diversas culturas conforme especificado abaixo: 1. Aplicação na pós-emergência das plantas daninhas, antes do plantio da cultura: Dessecação das plantas daninhas em manejo para plantio direto:
| Dose | Dose | Volume de calda (L/ha) | Número de | ||
|---|---|---|---|---|---|
| Plantas infestantes | |||||
| (g p.c/ha) | (g i.a/ha) | Terrestre | Aéreo | aplicação | |
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 50 | 25 | 150 a 250 | - | 1 |
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 50 | 25 | 150 a 250 | - | 1 |
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||||
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
| Hortelã (Hyptis lophanta) | |||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 80 | 40 | 150 a 250 | - | 1 |
| Leiteira (Euphorbia heterophylla) | 40 | 20 | 150 a 250 | - | 1 |
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
| Corda-de-viola (Ipomoea nil) | |||||
| Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 80-100 | 40 - 50 | 150 a 250 | - | 1 |
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) |
Algodão Feijão Soja Poaia-branca (Richardia brasiliensis) Nota: É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v ou adjuvante não iônico na concentração de 0,25% v/v. MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual, utilizando-se bicos de jato leque que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 250 e 400 micra (os mais indicados são os de jato duplo, tipo TwinJet®). O volume de calda a ser aplicado depende do equipamento a ser utilizado e das condições da vegetação existente no momento da aplicação, variando entre 150 e 250 L/ha. É muito importante que se consiga uma cobertura completa e uniforme das plantas daninhas.
Número, Época e Intervalo de Aplicação Fazer 1 (uma) aplicação no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. O plantio poderá ser feito 1 (um) dia após a pulverização, pois o produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitotoxicidade às culturas. Limitações de uso: Evitar o uso do FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP em condições de seca (plantas com deficiência hídrica). 2. Aplicação em pós-emergência na pré-colheita, para dessecação da cultura e controle de plantas daninhas:
| Dose | Dose | Volume de calda (L/ha) | Número de | ||
|---|---|---|---|---|---|
| Plantas infestantes | |||||
| (g. p.c/ha) | (g i.a/ha) | Terrestre | Aéreo | aplicação | |
| Soja (Glycine max) | 40 - 50 | 20 - 25 | 150 - 250 | - | 1 |
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) (Ipomoea nil) | |||||
| Feijão (Phaseolus vulgaris) | 50 - 60 | 25 - 30 | 150 - 250 | - | 1 |
Soja NOTA: É essencial adicionar óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v. Em condições de níveis de infestações elevadas das plantas daninhas, recomenda-se a maior dose. MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual utilizando-se bicos de jato leque que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 250 e 400 micra (os mais indicados são os de jato duplo, tipo TwinJet®). O volume de calda a ser aplicado depende do equipamento a ser utilizado e das condições da vegetação existente no momento da aplicação, variando entre 150 e 250 L/ha. É muito importante que se consiga uma cobertura completa e uniforme da cultura e das plantas daninhas. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando temperatura acima de 27ºC e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir as perdas por deriva e evaporação. O equipamento de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Número, Época e Intervalo de Aplicação SOJA - Fazer 1 (uma) única aplicação do produto quando os grãos de soja estiverem fisiologicamente maduros, ou seja, 80% a 90% das vagens mudando a coloração. FEIJÃO - Fazer 1 (uma) aplicação quando a cultura estiver com 50% das folhas amarelas e com cerca de 70% das vagens maduras (coloração do amarelo ao palha).
3. Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas: dessecação de limpeza em pomares:
| Dose | Dose | Volume de calda (L/ha) | Número de | ||
|---|---|---|---|---|---|
| Plantas infestantes | |||||
| (g./ha) | (g i.a/ha) | Terrestre | Aéreo | aplicação | |
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 50 | 25 | 150 a 250 | - | 1 |
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 50 | 25 | 150 a 250 | - | 1 |
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) |
Café Citros Guanxuma (Sida rhombifolia) Nota: A adição do óleo mineral à calda na dose de 0,5% do produto comercial é imprescindível para o bom funcionamento do produto. MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual utilizando-se bicos de jato leque que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 250 e 400 micra (os mais indicados são os de jato duplo, tipo TwinJet®). O volume de calda a ser aplicado depende do equipamento a ser utilizado e das condições da vegetação existente no momento da aplicação, variando entre 150 e 250 L/ha. É muito importante que se consiga uma cobertura completa e uniforme das plantas daninhas. Utilizar barras laterais com asas protetoras para evitar deriva de calda sobre as culturas. Número, Época e Intervalo de Aplicação Fazer 1 (uma) aplicação, quando as plantas daninhas estiverem com 6 a 8 folhas.
4. Aplicação em pós-emergência dirigida nas culturas de algodão e mandioca:
| Dose | Dose | Volume de calda (L/ha) | Número | |||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Plantas infestantes | Estádio | |||||
| (g. p.c/ha) | (g i.a/ha) | Terrestre | de aplicação | |||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 2 a 6 folhas | 50 - 60 | 25 - 30 | 200 a 300 | 1 | |
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||||
| Leiteira (Euphorbia heterophylla) | ||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||||
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | ||||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||||
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||||
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 2 a 8 folhas | 120 - 200 | 60 - 100 | 400 | 1 | |
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||||
| Caruru rasteiro (Amaranthus deflexus) | ||||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||||
| Corda-de-viola (Ipomoea nil) | ||||||
| Erva-palha (Blainvillea latifolia) | ||||||
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | ||||||
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||||
| Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | ||||||
| Hortelã (Hyptis lophanta) | ||||||
| Leiteira (Euphorbia heterophylla) | ||||||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | ||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||||
| Poaia branca (Richardia brasiliensis) | ||||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||||
| Trapoeraba (Commelina bengha | lensis) |
Algodão Mandioca Trapoeraba (Commelina benghalensis) Obs.: Para plantas daninhas em estádio de crescimento mais avançado recomenda-se a dose maior. Deve-se adicionar óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual utilizando-se bicos de jato leque de grande ângulo (série 110, TK), com jato dirigido na entrelinha da cultura, trabalhando-se com pressão de 30 a 45 lb/pol2 e volume de calda de 200 - 300 L de calda/ha para a cultura do algodão e 400 L de calda/ha para a cultura da mandioca. Deve-se proporcionar uma cobertura uniforme das plantas daninhas e evitar que o produto atinja as folhas da cultura de algodão ou culturas vizinhas. Evitar aplicações nas horas mais quentes do dia, com ventos fortes e quando as plantas estiverem com déficit hídrico. Número, Época e Intervalo de Aplicação Algodão: Fazer 1 (uma) única aplicação quando o algodão estiver com 45 ou mais dias de germinação. Mandioca: Fazer 1 (uma) aplicação nas entrelinhas da cultura, quando as plantas de mandioca estiverem com aproximadamente 5 meses após a germinação apresentando de 30 a 40 cm de haste em relação ao solo. Devese evitar que o produto atinja as folhas das culturas, utilizando se asas protetoras para evitar deriva de calda sobre as folhas. Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados), pois FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP tem ação pré-emergente para essas ervas. 5. Aplicação na pós-emergência da cultura e das plantas daninhas:
| Dose | Dose | Volume de calda (L/ha) | Número de | |||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Plantas infestantes | ||||||
| (g. p.c/ha) | (g i.a/ha) | Terrestre | Aéreo | aplicação | ||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 50 | 25 | 200 a 400 | 40 | 1 | |
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||||
| Leiteira (Euphorbia heterophylla) | ||||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||||
| Corda-de-viola (Ipomoea nil) | ||||||
| Cheirosa (Hyptis suaveolens) | ||||||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | ||||||
| Desmódio ou Carrapicho-beiço-de-boi (Desmodium tortuosum) | ||||||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | ||||||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||||
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | ||||||
| Erva-palha (Blainvillea latifolia) | ||||||
| Joá-de-capo (Nicandra physa | te loides) | |||||
| Mentrasto (Ageratum cony | zoides) |
Soja Mentrasto (Ageratum conyzoides) IMPORTANTE: aplicar FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP sem adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante à calda de pulverização.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Via terrestre: Aplicar através de pulverizador tratorizado de barra ou costal (manual ou motorizado), na pósemergência da soja e das plantas daninhas, usando-se de 200 a 400 L/há de calda. A completa cobertura das plantas daninhas é essencial para assegurar a eficácia do produto. Via aérea: FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra/bico série D e difusor 45 (diâmetro de gotas em torno de 250 micra), empregando-se o volume de 40 litros de calda/hectare; faixa de deposição de 15 metros, ângulo dos bicos de 45 graus em relação à linha de voo da aeronave e seguindo sempre as boas práticas de aplicação, tais como: manter a agitação constante da calda no interior do tanque; pulverizar quando não houver vento ou pelo menos que a velocidade do vento seja inferior a 8 km/h e sem rajadas, umidade relativa do ar superior a 70% e temperatura inferior a 27ºC visando reduzir as perdas por deriva e evaporação. Número, Época e Intervalo de Aplicação Fazer 1 (uma) aplicação após a emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem com 2 a 4 folhas e a cultura da soja no estádio de 2 a 3 trifólios. Limitações de uso: Evitar o uso do FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP em condições de seca (plantas com deficiência hídrica) e com plantas daninhas fora do estádio recomendado (2 a 4 folhas). Fitotoxicidade: Aplicação em pós-emergência poderá causar amarelecimento ou queima das partes da cultura atingidas, com posterior recuperação, não causando diminuição da produtividade. 6. Aplicação na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas:
| Dose | Dose | Volume de calda (L/ha) | Número de | |||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Plantas infestantes | ||||||
| (g. p.c/ha) | (g i.a/ha) | Terrestre | Aéreo | aplicação | ||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 90 – 120 | 45 - 60 | 100 a 200 | 30 a 40 | 1 | |
| Capim-colchão ou Milhã (Digitaria horizontalis) | ||||||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 120 | 60 | ||||
| Anileira (Indigofera hirsuta) | ||||||
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | ||||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||||
| Desmódio ou Carrapicho-beiço-de-boi (Desmodium tortuosum) | ||||||
| Cheirosa (Hyptis suaveolens) | ||||||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | ||||||
| Corda-de-v (Ipomoea gra | iola ndifolia) |
Soja Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
| Dose | Dose | Volume de calda (L/ha) | Número de | |||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Plantas infestantes | ||||||
| (g. p.c/ha) | (g i.a/ha) | Terrestre | Aéreo | aplicação | ||
| Erva-palha ou Picão-grande (Blainvillea latifolia) | 120 | 60 | 100 a 200 | 30 a 40 | 1 | |
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | ||||||
| Erva-de-touro (Tridax procumbens) | ||||||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | ||||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||||
| Guanxuma ou Malva-branca (Sida cordifolia) | ||||||
| Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | ||||||
| Nabiça (Raphanus raphanistrum) | ||||||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | ||||||
| Buva (Conyza bonariensis) | ||||||
| Erva-de-passarinho (Stellaria media) | 120 – 180 | 60 - 90 | 100 a 200 | - | 1 | |
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | ||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis e Digitaria nuda) | 250 | 125 | 100 a 200 | 30 a 40 | 1 | |
| Capim-colonião (Panicum maximum) | ||||||
| Caruru (Amaranthus viridis) | ||||||
| Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | ||||||
| Leiteira (Euphorbia heterophylla) | ||||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 70 | 35 | 100 a 200 | - | 1 | |
| Caruru (Amaranthus hybridus) | ||||||
| Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | ||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||||
| Trapoera (Commelina ben | ba ghalensis) |
Soja Alho Cana-deaçúcar Batata Trapoeraba (Commelina benghalensis)
| Dose | Dose | Volume de calda (L/ha) | Número de | ||
|---|---|---|---|---|---|
| Plantas infestantes | |||||
| (g. p.c/ha) | (g i.a/ha) | Terrestre | Aéreo | aplicação | |
| Anileira (Indigofera hirsuta) | 120 -200 | 60 -100 | 400 | 30 a 40 | 1 |
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | |||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Caruru (Amaranthus deflexus) | |||||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||||
| Cheirosa (Hyptis suaveolens) | |||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
| Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||||
| Desmódio (Desmodium tortuosum) | |||||
| Erva-palha (Blainvillea latifolia) | |||||
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||||
| Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
| Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | |||||
| Leiteira (Euphorbia heterophylla) | |||||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
| Poaia branca (Richardia brasiliensis) | |||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
Mandioca Trapoeraba (Commelina benghalensis) NOTA 1: Para Picão-preto (Bidens pilosa), Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) e Cordadeviola (Ipomoea grandifolia), recomenda-se fazer a aplicação em condições de baixa infestação. NOTA 2: Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados). NOTA 3: Para Capim-colchão (Digitaria nuda), usar dose somente em solos arenosos (leves). NOTA 4: Para a cultura da mandioca, a aplicação deve ser feita em pré-emergência das plantas daninhas logo após o transplantio da maniva, NÃO adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante. Caso houver emergência das plantas daninhas e a cultura da mandioca ainda não estiver emergida, recomenda-se adicionar 0,5 % de adjuvante ou óleo mineral à calda do FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP NOTA 5: Na cultura da Batata utilizar o produto somente em solos areno-argilosos (médios).
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Alho e batata: Fazer pulverização terrestre, sobre solo uniformemente preparado e livre de cobertura vegetal. Soja, Cana-de-açúcar e Mandioca: Fazer pulverização terrestre ou via aérea, sobre solo uniformemente preparado e livre de cobertura vegetal. Via terrestre: Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual utilizando-se bicos de jato leque (da série 110 ou TK) que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 350 e 800 micra. O volume de calda a ser aplicado depende do equipamento a ser utilizado, variando entre 100 e 200 L de calda/ha para soja, alho, cana-de-açúcar e batata e 400 L de calda/ha para mandioca. É importante que se consiga uma cobertura uniforme do solo. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 27ºC e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando diminuir as perdas por deriva e evaporação. Via aérea: Utilizar os parâmetros definidos para essa modalidade de aplicação. Recomenda-se utilização de barra ou atomizador rotativo "Micronair". Volume de calda: 30 - 40 L/ha. Altura do voo: com barra: 2 - 3 m: com Micronair: 3 - 4 m. Largura da faixa de deposição efetiva: 15 - 20 m (de acordo com o tipo de aeronave a ser utilizado). Tamanho / densidade de gotas: partículas com tamanho de 100-200 micra, com densidade de 20 - 30 gotas/cm2. Condições climáticas: aplicar na ausência de ventos fortes, temperatura abaixo de 27ºC e umidade relativa do ar superior a 70%. Utilizar os bicos apropriados para a modalidade de aplicação. Número, Época e Intervalo de Aplicação Para soja, alho, cana-de-açúcar e batata, fazer 1 (uma) aplicação logo após a semeadura, podendo se estender até 2 dias após plantio. Para a cultura da mandioca, realizar uma aplicação, logo após o plantio da maniva, podendo se estender até 15 dias após o plantio, antes da emergência da cultura. Limitações de uso: • Cana-de-açúcar: não utilizar nenhum tipo de adjuvante e/ou surfactante na calda de aplicação. • Batata: não aplicar caso a cultura já tenha emergido. Fitotoxicidade: • Cana-de-açúcar: quando a aplicação é realizada em pré-emergência total da cultura, não ocorre fitotoxicidade. Caso a cultura já esteja emergida no momento da aplicação, poderá ocorrer pintas necróticas que desaparecem 30 dias após a aplicação não ocasionando nenhum dano à produtividade. • Batata: dependendo da variedade, poderão ocorrer sintomas iniciais de fitotoxicidade, que desaparecem rapidamente sem prejudicar a produtividade.
7. Aplicação na pré-emergência das plantas daninhas e pós-emergência das culturas.
| Plantas infestantes | Modalidade de Aplicação | Dose (g. p.c/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Terrestre | Aéreo | ||||||
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | Pré emergência das plantas daninhas | 160 – 240 120 – 180 160 – 240 | 80 - 120 | 10 a 200 | - | 1 | |
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||||
| Leiteira (Euphorbia heterophylla) | |||||||
| Maria-pretinha (Solanum americanum) | |||||||
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||||
| Picão preto (Bidens pilosa) | |||||||
| Ançarinha-branca (Chenopodium album) | 60 - 90 | 10 a 200 | - | 1 | |||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||||
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||||
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 80 - 120 | 10 a 200 | - | 1 | |||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||||
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | Pré emergência das plantas daninhas em área total | 180 | 90 | 10 a 200 | - | 1 | |
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||||
| Leiteira (Euphorbia heterophylla) | |||||||
| Capim-coloniã (Panicum maxim | o um) |
Citros Cebola Café Eucalipto (Eucalyptus grandis) e Pinus (Pinus taeda e Pinus elliottii) Capim-colonião (Panicum maximum) NOTA 1: aplicar FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP sem adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante à calda de pulverização. NOTA 2: Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados). NOTA 3: Para Capim-colonião (Panicum maximum), usar a dose somente em solos arenosos (leves).
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicação poderá ser feita em faixas (somente nas linhas de plantio) ou em área total. Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal (manual ou motorizado) utilizando-se bicos de jato leque que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 350 e 800 micra. O volume de calda a ser aplicado depende do equipamento a ser utilizado, variando entre 100 e 200 L/ha. É importante que se consiga uma cobertura uniforme do solo. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando temperatura acima de 27ºC e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir as perdas por deriva e evaporação. Número, Época e Intervalo de Aplicação Fazer 1 (uma) aplicação, dois ou três dias após o transplante das mudas, antes da emergência das plantas daninhas. 8. Manejo Outonal (aplicação na pré-emergência da planta daninha): O controle de plantas daninhas em pré-emergência, durante o outono-inverno, é uma das ferramentas que devem ser utilizadas para o manejo da resistência aos herbicidas pós emergentes, uma vez que o sucesso deste manejo está vinculado à diminuição do banco de sementes das invasoras.
| Dose | Dose | Volume de calda (L/ha) | Número de | ||
|---|---|---|---|---|---|
| Nome Científico | (g.p.c/ha) | (g i.a/ha) | Terrestre | Aéreo | aplicação |
| Conyza bonariensis | 120 | 60 | 150 a 200 | - | 1 |
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual utilizando-se bicos de jato leque que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 350 e 800 micra. O volume de calda a ser aplicado depende do equipamento a ser utilizado, variando entre 150 e 200 L/ha. É importante que se consiga uma cobertura uniforme da área aplicada. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 27°C e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando diminuir as perdas por deriva e evaporação. Número, Época e Intervalo de Aplicação Fazer 1 (uma) aplicação no outono-inverno, logo após a colheita da cultura precedente (Manejo Outonal). Caso existam plantas daninhas emergidas, aplicar herbicida pós emergente de ação total (seguir recomendação do fabricante), de 2 a 3 dias antes da aplicação do FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP. Limitações de uso: Após a aplicação de FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP aguardar um período mínimo para o plantio das culturas subsequentes, conforme tabela abaixo:
| Período mínimo entre aplicação e semeadura | ||
|---|---|---|
| Sem restrição | ||
| 14 dias | ||
| 21 dias | ||
| Trigo | 30 dias |
Algodão: entre a aplicação de FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP e a semeadura deverá ter ocorrido precipitação mínima de 25 mm.
9. Aplicação na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas infestantes após a poda:
| Plantas infestantes | Dose (g.p.c/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação | |
|---|---|---|---|---|---|
| Terrestre | Aéreo | ||||
| Anileira (Indigofera hirsuta) | 120 -200 | 60 -100 | 400 | 30 a 40 | 1 |
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | |||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Caruru (Amaranthus deflexus) | |||||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||||
| Cheirosa (Hyptis suaveolens) | |||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
| Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||||
| Desmódio (Desmodium tortuosum) | |||||
| Erva-palha (Blainvillea latifolia) | |||||
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||||
| Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
| Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | |||||
| Leiteira (Euphorbia heterophylla) | |||||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
| Poaia branca (Richardia brasiliensis) | |||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
Mandioca Trapoeraba (Commelina benghalensis) NOTA 1: Caso houver plantas daninhas emergidas, recomenda-se adicionar 0,5% de adjuvante ou óleo mineral na calda do FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP NOTA 2: Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados) pois FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP tem ação pré-emergente para essas ervas.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Via terrestre: Aplicar com pulverizador tratorizado de barra utilizando-se bicos de jato leque (da série 110 ou TK) que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 350 e 800 micra. Recomenda-se 400 L de volume de calda/ha. É importante que se consiga uma cobertura uniforme do solo. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 27ºC e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando diminuir as perdas por deriva e evaporação. Via aérea: Utilizar os parâmetros definidos para essa modalidade de aplicação. Recomenda-se utilização de barra ou atomizador rotativo "Micronair". Volume de calda: 30 - 40 L/ha. Altura do voo: com barra: 2 - 3 m: com Micronair: 3 - 4 m. Largura da faixa de deposição efetiva: 15 a 20 m (de acordo com o tipo de aeronave a ser utilizado). Tamanho/densidade de gotas: partículas com tamanhos de 100-200 micra, com densidade de 2030 gotas/cm2. Condições climáticas: aplicar na ausência de ventos fortes, temperatura abaixo de 27ºC e umidade relativa do ar superior a 70%. Utilizar os bicos apropriados para a modalidade de aplicação. Número, Época e Intervalo de Aplicação Fazer 1 (uma) aplicação tratorizada ou via aérea, logo após a poda, antes da brotação da cultura.
RECOMENDAÇÕES GERAIS
Limitações de uso: Quando a aplicação for realizada sobre as mudas transplantadas, NÃO adicionar qualquer tipo de adjuvante ou óleo mineral nem outros produtos fitossanitários à calda de pulverização, evitando danos às culturas. Consultar o fabricante, caso se deseje semear outros cultivos nas entrelinhas do citros ou café (quando aplicação for feita em área total). Fitotoxicidade: Nas aplicações realizadas sobre as culturas já instaladas, poderá ocorrer leve fitotoxicidade inicial, caracterizada por pontos necróticos nas folhas atingidas. Os sintomas desaparecem após algum tempo não afetando o desenvolvimento nem a produtividade das culturas. Informações adicionais: Seguindo-se todas as instruções de uso, este produto não afeta culturas subsequentes, podendo ser incluído no manejo anual de plantas daninhas. O sistema de agitação, no interior do tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação. OBS: Seguir as recomendações acima indicadas e sempre consultar um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Culturas Dias Algodão Alho Batata Café Cana-de-açúcar Cebola Citros Eucalipto UNA Feijão Mandioca Milho Pinus UNA Soja UNA: Uso não alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide dados relativos à proteção da saúde humana. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide dados relativos à proteção do meio ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide dados relativos à proteção do meio ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide dados relativos à proteção do meio ambiente. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E (EXEMPLO) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO E HERBICIDA O produto herbicida FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP é composto por Flumioxazin, que apresenta mecanismo de ação não sistêmico, pertencente ao Grupo E, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Não aplicável, trata-se de um Herbicida.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola; • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; • Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; • A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida; • Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
- Pode ser nocivo se ingerido ATENÇÃO - Pode ser nocivo em contato com a pele - Nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se o produto for engolido, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água da lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com água corrente em abundância e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado, leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Se o acidentado parar de respirar, faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR CICLOHEXENODICARBOXIMIDA
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo Químico | Ciclohexenodicarboximida | |
|---|---|---|
| Classe toxicológica | Categoria 5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo | |
| Modo de ação | Herbicida Seletivo de ação não sistêmico | |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. | |
| Toxicocinética | Flumioxazina. Estudo com animais estima-se que, após absorção sua excreção é relativamente rápida tanto via urinária como fecal. Aproximadamente 100% do produto administrado foi excretado do corpo dos animais, pelas fezes e urina, dentro de 7 dias após a sua administração. Na maior dose testada (100 mg/kg de peso vivo) houve um aumento do Flumioxazin inalterado nas fezes, sugerindo que esta dose está acima da capacidade de absorção do produto pelo trato gastrointestinal. Algumas das principais reações de biotransformação foram a clivagem da ligação imida e a clivagem da ligação amida no anel benzoxazinona. Os principais compostos nas fezes foram os derivados sulfonados, e na urina os derivados sulfonados, derivados alcoólicos e da acetanilida. O único metabólito encontrado em concentração maior que 5%, nas fezes, foi 3-hidroxi-sulfoflumioxazin. Em geral, o nível de resíduo encontrado nos tecidos foi muito baixo, mas pôde ser detectado no sangue, coração, fígado e rins. | |
| Sintomas e Sinais Clínicos | O prod | uto pode causar irritação ocular moderada |
| Diagnóstico | Noções Conjun | de exposição ao produto e anomalias das funções hepáticas e renais. tivas congestionadas. Vômitos em caso de ingestão. |
| Tratamento | As medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e à descontaminação. |
|---|---|
| Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais. 1. Remover roupas e acessórios e proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. | |
| 2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. | |
| 3. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder a lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água. Tratamento sintomático e de manutenção. Antídoto: Não há antídoto específico. Controlar a função hepática e renal, hemograma e ionograma. | |
| Contra - indicações | A indução do vomito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. Controlar a função hepática, renal, hemograma e ionograma. |
| Efeitos Sinérgicos | Não há ocorrência de efeitos sinérgicos e/ou potencializadores relacionados aos diferentes inertes. |
| Atenção | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) |
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) | |
| Telefone de Emergência da empresa: CCAB Agro S.A. (11) 3889-5600 AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767 Endereço Eletrônico da Empresa: www.ccab-agro.com.br Correio Eletrônico da Empresa: contato@ccab-agro.com.br |
Endereço Eletrônico da Empresa: www.ccab-agro.com.br Correio Eletrônico da Empresa: contato@ccab-agro.com.br
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Efeitos Agudos: DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg CL50 inalatória em ratos: >4,09 mg/L Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não irritante Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Não irritante Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante Mutagenecidade: Não mutagênico Efeitos Crônicos: Em estudos de até 2 anos de duração, realizados com ratos, foram observadas anemia e insuficiência renal.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). (X) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetíveis a danos; • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas; • Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza; • Não utilize equipamento com vazamentos; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes; • Aplique somente as doses recomendadas; • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água; • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada; • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais; • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível; • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável; • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO; • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças; • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados; • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT; • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada; • Contacte as autoridades locais competentes e a empresa CCAB AGRO S.A., telefone de emergência: AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767;
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro). • Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante por meio do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de proteção individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas das embalagens, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio desta embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no local próprio onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na Legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.