FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 24225
COMPOSIÇÃO
N-(7-fluoro-3,4-dihydro-3-oxo-4-prop-2-ynyl-2H-1,4-benzoxazin-6-yl)cyclohex-1-ene-1,2dicarboxamide (FLUMIOXAZINA)..................................................................480,00 g/L (48,00% m/v) Outros ingredientes..........................................................................................674,1 g/L (67,41% m/v)
CONTEÚDO: Vide rótulo CLASSE: Herbicida seletivo de ação não sistêmica GRUPO QUÍMICO: Ciclohexenodicarboximida TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO (*): Inovatis Agronegócios Importação e Exportação Ltda Rua José Paulino, 235, Centro, Campinas/SP, CEP: 13.013-000 CNPJ Nº 37.132.448/000179 – CDA/SAA-SP nº 4310 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Flumioxazin Técnico Binnong - Registro MAPA nº TC16422 Shandong Binnong Technology Co., Ltd. No. 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou, Shandong – China FORMULADOR: Shandong Binnong Technology Co., Ltd. No. 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou, Shandong – China IMPORTADORES: DKBR Trading S.A. Avenida Ayrton Senna da Silva, 600, Cond. Torre Siena, andar 17, Sala 1704, Gleba Fazenda Palhano, CEP: 86050-460 - Londrina/PR CNPJ: 33.744.380/0001-28 Nº do registro do estabelecimento: ADAPAR/PR sob nº 1007743 Filial: Rodovia SPA 008/457, s/nº, Sala 01, Km 500 metros, Zona Rural CEP: 19640-000, Iepê/SP CNPJ: 33.744.380/0003-90 Nº do registro do estabelecimento: CDA/SP sob nº 4303 Filial: Avenida Miguel Sutil, 6.559, Anexo A, Sala 3, Alvorada CEP: 78048-000, Cuiabá/MT CNPJ: 33.744.380/0002-09 Nº do registro do estabelecimento: INDEA/MT sob nº 22058 Fiagril Ltda, Avenida da Produção, Quadra 14, Lote 11A, Sala 01, 2204-W, Parque das Emas Lucas do Rio Verde, MT. CEP 78466-551 CNPJ n° 02.734.023/0013-99. Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 28047
MANIPULADORES: Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Cruz Alta Indaiatuba/SP, CEP: 13.348-790 CNPJ: 50.025.469/0004-04 – CDA/SAA-SP nº 1248 Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Rua Alberto Guizo, 859, Distrito Industrial João Narezzi Indaiatuba/SP, CEP: 13.347-402 CNPJ: 50.025.469/0001-53 – CDA/SAA-SP nº 466 OXIQUÍMICA Agrociência Ltda Rua Minervino de Campos Pedroso,13 - Parque Industrial Carlos Tonanni CEP: 14871-360 – Jaboticabal - SP CNPJ: 65.011.967/0001-14 Número de Registro do Estabelecimento/Estado CDA/SAA-SP nº 101 Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Avenida Roberto Simonsen, 1.459 - Recanto dos Pássaros CEP: 13148-030 – Paulínia - SP CNPJ: 03 855.423/0001-81 Número de Registro do Estabelecimento/Estado CDA/SAA-SP nº 477
| Nº do Lote ou da Partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE IV - PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO
INSTRUÇÕES DE USO: FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG é um herbicida seletivo, não sistêmico para aplicação em pré e pós-emergência, destinado ao controle de plantas daninhas nas culturas de Algodão, Batata, Café, Cana-de-açúcar, Cebola, Citros, Espécies Florestais (Eucalipto e Pinus), Feijão, Milho, Soja e Trigo em solo leve, médio e pesado. Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes, antes do plantio da cultura: Dessecação das plantas infestantes em manejo para plantio direto: ALGODÃO
| Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Modalidade de uso | Número máximo de aplicação |
|---|---|---|---|---|---|
| Algodão | Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 52,1 | Terrestre: 150 a 200 Aéreo: 30 a 40 | Pós-emergência das plantas daninhas, antes do plantio da cultura em manejo para plantio direto | 1 |
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 41,7 62,5 | Terrestre: 150 a 200 | Controle de plantas daninhas em pós- emergência com jato dirigido as entrelinhas | ||
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
- É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v - Em áreas com alta infestação de plantas daninhas, fazer aplicação de herbicida dessecante registrado para a cultura, anteriormente à aplicação de FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG. - Pós-emergência das plantas daninhas, antes do plantio da cultura em manejo para plantio direto: Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo, sempre antes da semeadura do algodão. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas. Em áreas com presença de alta quantidade de plantas daninhas, fazer a dessecação antecipada com aplicação de herbicida pósemergente registrado para a cultura, anteriormente à aplicação de FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG. O intervalo entre a aplicação de FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG e o plantio da
cultura do algodão deve ser de pelo menos 7 (sete) dias. - Controle de plantas daninhas em pós-emergência com jato dirigido às entrelinhas: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas da cultura, quando o algodão estiver com 45 ou mais dias de germinação e as plantas daninhas entre 2 a 6 folhas. Recomenda-se a dose mais elevada para plantas daninhas em estádio de crescimento mais avançado. Deve-se evitar que o produto atinja as folhas do algodoeiro, utilizando-se de asas protetoras no equipamento de aplicação BATATA
| Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Modalidade de uso | Número máximo de aplicação |
|---|---|---|---|---|---|
| Batata | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 52,1 72,9 | Terrestre: 150 a 200 | Aplicação em pré- emergência da cultura e das plantas daninhas | 1 |
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
| Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | |||||
| Maria-pretinha (Solanum americanum) |
- Na cultura da Batata utilizar o produto somente em solos areno-argilosos (médios); - Para Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia), recomenda-se fazer aplicação em condições de baixa infestação. Aplicação em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas: Fazer 1 (uma) aplicação logo após a semeadura da cultura, podendo se estender até 2 dias após plantio, sempre antes da emergência da cultura e das plantas daninhas. Na dose mais alta FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG apresenta efeito residual para o controle das plantas daninhas. CAFÉ
| Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Modalidade de uso | Número máximo de aplicação |
|---|---|---|---|---|---|
| Café | Leiteira (Euphorbia heterophylla) | 52,1 | Terrestre: 150 a 200 | Aplicação em pós- emergência das plantas daninhas na dessecação de limpeza em pomares | 1 |
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
- É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v.
Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, na dessecação de limpeza em pomares: Fazer 1 (uma) aplicação de FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG nas entre linhas da cultura do café quando as plantas daninhas estiverem no estádio de 2 a 6 folhas. Utilizar barra protegida para aplicação de FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG no cafeeiro. CANA-DE-AÇÚCAR
| Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Modalidade de uso | Número máximo de aplicação |
|---|---|---|---|---|---|
| Cana-de- açúcar | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 156,3- 260,4 | Terrestre: 150 a 200 | Aplicação em pré- emergência da cultura e das plantas daninhas | 1 |
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) |
- Usar as menores doses em solos areno-argilosos (médios) e as doses maiores em solos argilosos (pesados); - Para Picão-preto (Bidens pilosa) e Corda-deviola (Ipomoea grandifolia), recomenda-se fazer aplicação em condições de baixa infestação. Aplicação em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas: FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG deve ser aplicado no solo, em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura (canaplanta ou soca). A utilização de doses crescentes, até a máxima dose recomendada, proporcionará maior período residual no controle das plantas daninhas. CEBOLA
| Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Modalidade de uso | Número máximo de aplicação |
|---|---|---|---|---|---|
| Cebola | Fedegoso (Senna obtusifolia) | 125 - 187,5 | Terrestre: 150 a 200 | Aplicação em pré- emergência das plantas daninhas e pós- emergência da cultura | 1 |
| Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||||
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
- Aplicar FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG sem adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante à calda de pulverização; - Utilizar o produto somente em solos areno-argilosos (médios) e argilosos (pesados), sendo que para Fedegoso (Senna obtusifolia) e Nabiça (Raphanus raphanistrum) efetuar o controle somente
em solos areno-argilosos (médios). Aplicação na pré-emergência das plantas daninhas e pós-emergência da cultura: FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG deve ser aplicado no solo, em pré-emergência das plantas daninhas somente em áreas de transplantio, dois a três dias após o transplante das mudas (não aplicar em áreas de plantio de sementes). A utilização de doses crescentes, até a máxima dose recomendada, proporcionará maior período residual no controle das plantas daninhas. CITROS
| Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Modalidade de uso | Número máximo de aplicação |
|---|---|---|---|---|---|
| Citros | Leiteira (Euphorbia heterophylla) | 52,1 | Terrestre: 150 a 200 | Aplicação em pós- emergência das plantas daninhas, na dessecação de limpeza em pomares | 1 |
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 166,7-250 | Aplicação em pré- emergência das plantas daninhas e pós- emergência da cultura | |||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
| Leiteira (Euphorbia heterophylla) |
É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v; - Aplicar FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG sem adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante à calda de pulverização; - Utilizar o produto somente em solos arenosos (leves) e argilosos (pesados), sendo que para Beldroega (Portulaca oleracea) e Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) efetuar o controle somente em solos arenosos (leves). - Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, na dessecação de limpeza em pomares: Fazer 1 (uma) aplicação de FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG nas entre linhas dos citros quando as plantas daninhas estiverem no estádio de 2 a 6 folhas. - Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e pós-emergência da cultura: Fazer 1 (uma) aplicação do FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG nas faixas de plantio, de quatro a oito dias após o transplante das mudas, antes da emergência das plantas daninhas.
Em ambas as modalidades, utilizar barra protegida para aplicação de FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG em pomares de citros. ESPÉCIES FLORESTAIS
| Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Modalidade de uso | Número máximo de aplicação |
|---|---|---|---|---|---|
| Eucalipto e Pinus | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 125 - 260,4 | Terrestre: 150 a 200 | Aplicação em pré- emergência das plantas daninhas e pós- emergência da cultura. | 1 |
| Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
| Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | |||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
| Leiteira (Euphorbia heterophylla) | |||||
| Maria-pretinha (Solanum americanum) |
- Aplicar FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG sem adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante à calda de pulverização; - Nas espécies florestais (Eucalipto e Pinus) utilizar o produto somente em solos arenosos (leves), sendo que para controle de Guanxuma (Sida rhombifolia), Leiteira (Euphorbia heterophylla) e Picão-preto (Bidens pilosa) efetuar controle em solos arenosos (leves) e argilosos (pesados). - Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e pós-emergência da cultura: Fazer 1 (uma) aplicação do FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG, de cinco a oito dias após o transplante das mudas, antes da emergência das plantas daninhas. FEIJÃO
| Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Modalidade de uso | Número máximo de aplicação |
|---|---|---|---|---|---|
| Feijão | Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 52,1 | Terrestre: 150 a 200 Aéreo: 30 a 40 | Aplicação pós- emergência das plantas daninhas antes do plantio da cultura do manejo para plantio direto. | 1 |
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) |
É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v Pós-emergência das plantas daninhas, antes do plantio da cultura em manejo para plantio direto: Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura do feijão. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas. Em áreas com histórico de alta quantidade de plantas daninhas, fazer a dessecação antecipada com aplicação de herbicida pós-emergente registrado para a cultura, anteriormente à aplicação de FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG. O intervalo entre a aplicação de FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG e o plantio da cultura do feijão deve ser de 1 (um) dia. O produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitotoxicidade. Nas doses mais altas FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG apresenta efeito residual para o controle das plantas infestantes. Manejo Outonal (aplicação em pré-emergência das plantas daninhas): O controle de plantas daninhas em pré-emergência, durante o outono-inverno, é uma das ferramentas que devem ser utilizadas para o manejo da resistência aos herbicidas pósemergentes, uma vez que o sucesso deste manejo está vinculado à diminuição do banco de sementes das invasoras
| Modalidade de uso | Pragas/ Plantas infestantes/ Doenças | Dose (mL p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicação |
|---|---|---|---|---|
| Manejo outonal em áreas agricultáveis | Buva (Conyza bonariensis) | 125 | Terrestre: 150 a 200 | 1 |
Fazer 1 (uma) aplicação no outono-inverno, logo após a colheita da cultura precedente (Manejo Outonal). Caso existam plantas daninhas emergidas, aplicar herbicida pós-emergente de ação total (seguir recomendação do fabricante) de 2 a 3 dias antes da aplicação do produto. Após a aplicação de FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG no manejo outonal, aguardar um período mínimo para o plantio das culturas subsequentes, conforme abaixo: Soja: sem restrição Milho: 14 dias Algodão: 21 dias Girassol, Sorgo e Trigo: 30 dias
MILHO
| Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Modalidade de uso | Número máximo de aplicação |
|---|---|---|---|---|---|
| Milho | Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 52,1 - 83,3 | Terrestre: 150 a 200 Aéreo: 30 a 40 | Aplicação em pós- emergência das plantas daninhas antes do plantio da cultura em manejo para plantio direto | 1 |
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||||
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
Aplicação em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas: Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas infestantes), sempre antes da semeadura. As plantas infestantes devem estar no estádio de 2 a 6 folhas. Em áreas com histórico de alta quantidade de plantas infestantes, fazer a dessecação antecipada com aplicação de herbicida dessecante registrado para a cultura, anteriormente à aplicação de FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG. O intervalo entre a aplicação de FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG e o plantio da cultura deve ser de 1 (um) dia para a cultura do Milho. O produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitotoxicidade. Nas doses mais altas FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG apresenta efeito residual para o controle das plantas infestantes. SOJA
| Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Modalidade de uso | Número máximo de aplicação |
|---|---|---|---|---|---|
| Soja | Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 41,7 - 104,2 | Terrestre: 150 a 200 Aérea:30 a 40 | Aplicação em pós- emergência das plantas daninhas, antes do plantio da cultura em manejo para plantio direto | 1 |
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 104,7 | Terrestre: 150 a 200 | Aplicação em pré- emergência da cultura e das plantas daninhas | ||
| Capim-colchão (Digitaria horizontallis) | |||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) |
- É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v; - Para Picão-preto (Bidens pilosa) e Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia), recomenda-se fazer
aplicação em condições de baixa infestação. Pós-emergência das plantas daninhas, antes do plantio da cultura em manejo para plantio direto: Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas infestantes), sempre antes da semeadura. As plantas infestantes devem estar no estádio de 2 a 6 folhas. Em áreas com histórico de alta quantidade de plantas infestantes, fazer a dessecação antecipada com aplicação de herbicida dessecante registrado para a cultura, anteriormente à aplicação de FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG. O intervalo entre a aplicação de FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG e o plantio da cultura deve ser de 1 (um) dia para a cultura da Soja. O produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitotoxicidade. Aplicação em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas: FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG deve ser aplicado no solo, próximo à semeadura da soja, na pré-emergência da cultura e das plantas infestantes. A utilização de doses crescentes, até a máxima dose recomendada, proporcionará maior período residual no controle das plantas infestantes.
MODO DE APLICAÇÃO
Preparo da Calda: Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG em um tanque auxiliar contendo água limpa. Em seguida, encher o reservatório do pulverizador até a metade da capacidade do tanque. Adicionar a solução preparada ao tanque do pulverizador e completar com água limpa, mantendo o agitador do pulverizador em funcionamento. Aplicar a calda imediatamente após o preparo. Equipamento de Aplicação: Pulverização Terrestre: Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual, utilizando bicos de jato leque que produzam gotas de diâmetro adequado. O volume de calda recomendado é de 150 a 200 L/ha. É importante que se consiga uma cobertura uniforme do solo. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Não sobrepor as faixas de aplicação. Pulverização Aérea: FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG deve ser aplicado com um volume de calda de 20 a 40 litros/ha. Para um volume de aplicação de 20 L/ha, aplicar através de aeronaves agrícolas dotadas de barra com bicos tipo cônico ou com atomizadores rotativos (Micronair). A altura de voo, largura da faixa de deposição efetiva e volume de calda deve ser de acordo com o equipamento utilizado. Não sobrepor as faixas de aplicação. Condições Climáticas: Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento de 3 a 15 km/h, temperatura inferior a 30ºC e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Não realizar aplicações em condições de inversão térmica e de correntes ascendentes. Não aplicar se houver rajadas de vento ou em condições sem vento. CUIDADOS NA LIMPEZA DO PULVERIZADOR: Antes de aplicar FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG, verifique se todo o equipamento de aplicação está limpo e bem cuidado. O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador. Alguns agrotóxicos são ativos em quantidades bastante pequenas, podendo causar danos quando aplicados às culturas sensíveis. Antes de aplicar o FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado. Se dois ou mais produtos foram utilizados antes da aplicação do FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG, deve ser seguido o procedimento de limpeza mais restritivo.
LIMPEZA/LAVAGEM DO PULVERIZADOR: O pulverizador, incluindo o tanque, tanque de mistura, mangueira, filtros e bicos devem ser limpos toda vez que for aplicado o FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG. Imediatamente após o término da aplicação do FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG, seguir as seguintes etapas para limpar o equipamento de pulverização (não deixar para fazer a limpeza no dia seguinte): 1. Drenar completamente o tanque de pulverização, lavar o pulverizador completamente, incluindo a parte interior e exterior do reservatório e todos os acessórios em linha. 2. Encha o tanque com água limpa e adicione amônia caseira (com 3% de amônia) na proporção de 1%, ou seja, 1 litro para cada 100 litros de água. Acionar o pulverizador para circular a solução no pulverizador, incluindo as mangueiras e bicos durante 5 minutos. Remova e limpe os bicos, filtros, difusores em um balde com solução de amônia caseira a 3%, diluído a 1%. 3. Esvazie o tanque e encha novamente com água limpa. Agite a calda do tanque por no mínimo 15 minutos, passando por todas as mangueiras, filtros, difusores e bicos. Caso esteja usando diafragmas na Rev09 8 barra de pulverização, afrouxe os diafragmas antes de liberar o sistema de agitação, permitindo que a solução de limpeza passe através do diafragma aberto. Se os bicos de pulverização possuírem tampas, estas devem ser afrouxadas antes de liberar o sistema de agitação, para permitir que a solução de limpeza passe através das tampas soltas. Após drenagem do tanque, repetir as operações 2 e 3. Encher o tanque com água limpa para enxaguar todo o equipamento pulverizador, incluindo mangueiras, filtros, difusores e bicos, várias vezes. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação vigente. Condições climáticas: As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde em condições de temperatura inferior a 27ºC, umidade relativa do ar acima de 70% e ventos abaixo de 10 km/h, para diminuir ao máximo as perdas por deriva e/ou evaporação. OBS: Seguir as recomendações acima indicadas e sempre consultar um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Culturas | Dias |
|---|---|
| Algodão | 100 (pós-emergência) |
| Batata | 75 (pré-emergência) |
| Café | 7 (pós-emergência) |
| Cana-de-açúcar | 180 (pré-emergência) |
| Cebola | 90 (pré-emergência) |
| Citros | 7 (pré/pós-emergência) |
| Eucalipto | U.N.A. (pré/pós-emergência) |
| Feijão | 7 (pós-emergência) |
| Milho | 80 (pós-emergência) |
| Pinus | U.N.A. (pré/pós-emergência) |
| Soja | 10 (dessecante e pré/pós-emergência) |
Soja 10 (dessecante e pré/pós-emergência) U.N.A. = Uso não alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
- Não aplicar FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG após a emergência das culturas do algodão, batata, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja e trigo. - Não aplicar FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG em condições de seca prolongada. - Em caso de aplicações de FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG após o transplante de mudas de citros, de café ou de espécies florestais, não utilizar adjuvante. OUTRAS RESTRIÇÕES: Compatibilidade: não se recomenda a mistura de FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG com produtos alcalinos. Evitar o uso do FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG em condições de seca (plantas com deficiência hídrica). SELETIVIDADE: Se respeitada as recomendações, o produto é seletivo às culturas para os quais é registrado.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3, quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. - Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. - Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto herbicida FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG é composto por Flumioxazina, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da Protox (inibidores da formação do tetrapirol), pertencente ao Grupo E, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com a vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3, quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela preparação da calda em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. - Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR FLUMIOXAZIN 480 SC BINNONG
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo Químico | Ciclohexenodicarboximida |
|---|---|
| Classe Toxicológica | Categoria 5: Produto Improvável de Causar Dano Agudo |
| Vias de Absorção | Oral, inalatória, ocular e dérmica |
| Toxicocinética | Estudo com animais estima-se que, após absorção sua excreção é relativamente rápida tanto via urinária como fecal. Aproximadamente 100% do produto administrado foi excretado do corpo dos animais, pelas fezes e urina, dentro de 7 dias após a sua administração. Na maior dose testada (100 mg/Kg de peso vivo) houve um aumento do Flumioxazin inalterado nas fezes, sugerindo que esta dose está acima da capacidade de absorção do produto pelo trato gastro-intestinal. Algumas das principais reações de biotransformação foram a clivagem da ligação imida e a clivagem da ligação amida no anel benzoxazinona. Os principais compostos nas fezes foram os derivados sulfonados, e na urina os derivados sulfonados, derivados alcoólicos e da acetanilida. O único metabólito encontrado em concentração maior que 5%, nas fezes, foi 3- hidroxi-sulfo-flumioxazin. Em geral, o nível de resíduo encontrado nos tecidos foi muito baixo, mas pôde ser detectado no sangue, coração, fígado e rins. |
| Toxicodinâmica | As evidências de estudos conduzidos em animais não mostraram relevância em humanos. |
| Sintomas e Sinais Clínicos | Por extrapolação não foram observados sinais de toxicidade oral ou dermal. O produto pode causar irritação ocular moderada. |
| Diagnóstico | Noções de exposição ao produto e anomalias das funções hepáticas e renais. Conjuntivas congestionadas. Vômitos em caso de ingestão. |
| Tratamento | As medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação. Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais. 1. Remover roupas e acessórios e proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. 2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. 3. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder a lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção |
| de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água. Tratamento sintomático e de manutenção. Antídoto: Não há antídoto específico. Controlar a função hepática e renal, hemograma e ionograma | |
|---|---|
| Contraindicações | Em caso de ingestão, não provoque vômito |
| Efeitos das Interações Químicas | Desconhecidos. |
| Atenção | TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722- 6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) |
| As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |
| Telefone de Emergência da empresa: (19) 3325-4755 |
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Em estudos de metabolismos, com animais, o produto radiomarcado foi rapidamente eliminado do corpo em 7 dias após a administração, sendo excretado principalmente nas fezes e urina.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: 5000 mg/kg DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições de teste Corrosão/Irritação dérmica em coelhos: Os animais de experimentação apresentaram eritema reversíveis em 24 horas. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Os animais apresentarem hiperemia reversíveis em 24 horas. Irritação Leve. Sensibilização dérmica em cobaias: não sensibilizante Mutagenecidade: não mutagênico Efeitos Crônicos: Em estudos de até 2 anos de duração, realizados com ratos, foram observadas anemia e insuficiência renal.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (Classe I) □ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II) □ Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III) ■ POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV) • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas) • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Inovatis Agronegócios Importação e Exportação Ltda. • Telefone da empresa: 0800 110 8270 (Pró-Química). • Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendoa na posição vertical durante 30 segundos. • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume. • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos. • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador. • Faça essa operação três vezes. • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador. • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água. • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador. • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos. • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador. • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio desta embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.