Bula oficial · registro MAPA nº 29821

Bula do Flumi 500 Agrogill

Bula completa do Flumi 500 Agrogill (registro MAPA nº 29821), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: flumioxazina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 24 páginas no PDF.

FLUMI 500 Agrogill ® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 29821

COMPOSIÇÃO

N-(7-fluoro-3,4-dihydro-3-oxo-4-prop-2-ynyl-2H-1,4-benzoxazin-6-yl)cyclohex-1-ene-1,2dicarboxamide (FLUMIOXAZINA)................................................................500 g/Kg (50,0% m/m) Outros ingredientes.....................................................................................500 g/Kg (50,0% m/m)

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida Seletivo de ação não sistêmico GRUPO QUÍMICO: Ciclohexenodicarboximida TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó molhável (WP) TITULAR DO REGISTRO (*): Biorisk Assessoria e Comércio de Produtos Agrícolas Ltda. Rua Barão do Triunfo, 612, sala 1701, Brooklin Paulista CEP 04602-002 São Paulo – SP C.N.P.J.: 08.911.564/0001-98 Número de Registro do Estabelecimento/Estado CDA/SAA-SP nº 819 (*)IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO) FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Flumioxazin Técnico Agrogill - Registro MAPA nº TC04921 Jiangsu Yunfan Chemicals Co., Ltd N° 168, Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical Industry Park, Qidong, Jiangsu - China. FORMULADOR: Jiangsu Yunfan Chemical Co. Ltd. N° 168, Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical Industry Park, Qidong, Jiangsu - China. IMPORTADOR: AGRILEAN INPUTS S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100, Km 30,5 – PAVMTO36 Barueri/SP CEP 06421-300 CNPJ: 47.983.211/0004-06 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4378 CDA/SP CCAB AGRO S.A. Alameda Santos, 2159, 6º andar - Edifício Santos Augusta – Cerqueira César São Paulo/SP CEP: 01419-100 CNPJ: 08.938.255/0001-01 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 820 CDA/SP CCAB AGRO S.A Rodovia BR 163, Km 116, Armazém 2, Sala 01, Parque Industrial Vetorasso Rondonópolis/ MT CEP: 78746-055 CNPJ: 08.938.255/0009-69 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 297 INDEA/MT CCAB AGRO S.A. Rodovia BR 020, Km 207, Lote 04, Armazém 02, Zona Rural Luis Eduardo Magalhães/ BA CEP: 47850-000 CNPJ: 08.938.255/0008-88 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 65709 ADAB/BA

CCAB AGRO S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100, KM 305 P-36 - Jardim Maria Cristina Baruerio/SP CEP: 06421-400 CNPJ: 08.938.255/0011-83 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4210 CDA/SP CCAB AGRO S.A. Rodovia PR 090 - Lote 44 - C-2, Módulo A - Pq. Industrial Nene Favoretto Ibiporã/PR CEP: 86200-000 CNPJ: 08.938.255/0007-05 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 003588 ADAPAR/PR CCAB AGRO S.A. Via Expresso Anel Viário S/N, Jardim Paraíso Acréscimo Aparecida de Goiânia/GO CEP 74984-321 CNPJ: 08.938.255/0010-00 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 10.521.040-4 AGRODEFESA/GO ENVIRONMENTAL SCIENCE DO BRASIL LTDA. Avenida Constante Pavan, 4327 – Edifício Agro II Sala Bayer ES Discovery, Betel Paulínia/SP CEP: 13148-198 CNPJ: 45.698.161/0004-81 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4375 CDA/SP NORTOX S.A. Rodovia BR 369, Aricanduva Arapongas - PR CEP: 96700-970 C.N.P.J.: 75.263.4000/0001-99 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 000466 ADAPAR/PR

N° do Lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação:
Data de Vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento: EM SEU PODER.

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA

Categoria 5 -Produto Improvável de Causar Dano Agudo CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – Produto perigoso ao meio ambiente Cor da faixa: Azul

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA INSTRUÇÕES DE USO: O FLUMI 500 Agrogill é um Herbicida seletivo, não sistêmico recomendado para o controle de plantas daninhas em diversas culturas conforme especificado abaixo: 1 Aplicação na pós-emergência das plantas daninhas, antes do plantio da cultura: Dessecação das plantas daninhas em manejo para plantio direto:

CulturaPlantas infestantesDose (g p.c/ha)Dose (g i.a/ha)Volume de calda (L/ha)Número de aplicação
TerrestreAéreo
AlgodãoCorda-de-viola (Ipomoea grandifolia)5025150 a 250-1
Erva-quente (Spermacoce latifolia)
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)
FeijãoCorda-de-viola (Ipomoea grandifolia)5025150 a 250-1
Erva-quente (Spermacoce latifolia)
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)
Hortelã (Hyptis lophanta)
Picão-preto (Bidens pilosa)
MilhoPoaia-branca (Richardia brasiliensis)8040150 a 250-1
SojaLeiteira (Euphorbia heterophylla)4020150 a 250-1
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Corda-de-viola (Ipomoea nil)
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus)
Picão-preto (Bidens pilosa)80-10040 - 50150 a 250-1
Mentrasto (Ageratum conyzoides)
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)

Poaia-branca (Richardia brasiliensis) Nota: É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v ou adjuvante não iônico na concentração de 0,25% v/v. Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual, utilizando-se bicos de jato leque que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 250 e 400 micra (os mais indicados são os de jato duplo, tipo TwinJet®). O volume de calda a ser aplicado depende do equipamento a ser utilizado e das condições da vegetação existente no momento da aplicação, variando entre 150 e 250 L/ha. É muito importante que se consiga uma cobertura completa e uniforme das plantas daninhas. Fazer 1 (uma) aplicação no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. O plantio poderá ser feito 1 (um) dia após a pulverização, pois o produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitotoxicidade às culturas. Limitações de uso: Evitar o uso do FLUMI 500 Agrogill em condições de seca (plantas com deficiência hídrica).

2 Aplicação em pós-emergência na pré-colheita, para dessecação da cultura e controle de plantas daninhas:

Cultura DessecaçãoPlantas infestantesDose (g. p.c/ha)Dose (g i.a/ha)Volume de calda (L/ha)Número de aplicação
TerrestreAéreo
SojaSoja (Glycine max)40 - 5020 - 25150 - 250-1
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) (Ipomoea nil)
FeijãoFeijão (Phaseolus vulgaris)50 - 6025 - 30150 - 250-1

NOTA: É essencial adicionar óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v. Em condições de níveis de infestações elevadas das plantas daninhas, recomenda-se a maior dose. Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual utilizando-se bicos de jato leque que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 250 e 400 micra (os mais indicados são os de jato duplo, tipo TwinJet®). O volume de calda a ser aplicado depende do equipamento a ser utilizado e das condições da vegetação existente no momento da aplicação, variando entre 150 e 250 L/ha. É muito importante que se consiga uma cobertura completa e uniforme da cultura e das plantas daninhas. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando temperatura acima de 27ºC e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir as perdas por deriva e evaporação. O equipamento de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. SOJA - Fazer 1 (uma) única aplicação do produto quando os grãos de soja estiverem fisiologicamente maduros, ou seja, 80% a 90% das vagens mudando a coloração. FEIJÃO - Fazer 1 (uma) aplicação quando a cultura estiver com 50% das folhas amarelas e com cerca de 70% das vagens maduras (coloração do amarelo ao palha). 3. Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas: dessecação de limpeza em pomares:

CulturaPlantas infestantesDose (g./ha)Dose (g i.a/ha)Volume de calda (L/ha)Número de aplicação
TerrestreAéreo
CaféPicão-preto (Bidens pilosa)5025150 a 250-1
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)
CitrosCaruru-roxo (Amaranthus hybridus)5025150 a 250-1
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Guanxuma (Sida rhombifolia)

Guanxuma (Sida rhombifolia) Nota: A adição do óleo mineral à calda na dose de 0,5% do produto comercial é imprescindível para o bom funcionamento do produto. Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual utilizando-se bicos de jato leque que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 250 e 400 micra (os mais indicados são os de jato duplo, tipo TwinJet®). O volume de calda a ser aplicado depende do equipamento

a ser utilizado e das condições da vegetação existente no momento da aplicação, variando entre 150 e 250 L/ha. É muito importante que se consiga uma cobertura completa e uniforme das plantas daninhas. Utilizar barras laterais com asas protetoras para evitar deriva de calda sobre as culturas. Fazer 1 (uma) aplicação, quando as plantas daninhas estiverem com 6 a 8 folhas. 4. Aplicação em pós-emergência dirigida nas culturas de algodão e mandioca:

CulturaPlantas infestantesEstádioDose (g. p.c/ha)Dose (g i.a/ha)Volume de calda (L/ha)Número de aplicação
Terrestre
AlgodãoCorda-de-viola (Ipomoea grandifolia)2 a 6 folhas50 - 6025 - 30200 a 3001
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
Leiteira (Euphorbia heterophylla)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Apaga-fogo (Alternanthera tenella)
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum)
MandiocaApaga-fogo (Alternanthera tenella)2 a 8 folhas120 - 20060 - 1004001
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum)
Caruru rasteiro (Amaranthus deflexus)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Corda-de-viola (Ipomoea nil)
Erva-palha (Blainvillea latifolia)
Erva-quente (Spermacoce latifolia)
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)
Joá-de-capote (Nicandra physaloides)
Hortelã (Hyptis lophanta)
Leiteira (Euphorbia heterophylla)
Mentrasto (Ageratum conyzoides)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Poaia branca (Richardia brasiliensis)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
MandiocaTrapoeraba (Commelina benghalensis)2 a 8 folhas120 - 20060 - 1004001

Obs.: Para plantas daninhas em estádio de crescimento mais avançado recomenda-se a dose maior. Deve-se adicionar óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v.

Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual utilizando-se bicos de jato leque de grande ângulo (série 110, TK), com jato dirigido na entrelinha da cultura, trabalhando-se com pressão de 30 a 45 lb/pol2 e volume de calda de 200 - 300 L de calda/ha para a cultura do algodão e 400 L de calda/ha para a cultura da mandioca. Deve-se proporcionar uma cobertura uniforme das plantas daninhas e evitar que o produto atinja as folhas da cultura de algodão ou culturas vizinhas. Evitar aplicações nas horas mais quentes do dia, com ventos fortes e quando as plantas estiverem com déficit hídrico. Algodão: Fazer 1 (uma) única aplicação quando o algodão estiver com 45 ou mais dias de germinação. Mandioca: Fazer 1 (uma) aplicação nas entrelinhas da cultura, quando as plantas de mandioca estiverem com aproximadamente 5 meses após a germinação apresentando de 30 a 40 cm de haste em relação ao solo. Deve-se evitar que o produto atinja as folhas das culturas, utilizando se asas protetoras para evitar deriva de calda sobre as folhas. Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados), pois FLUMI 500 Agrogill tem ação pré-emergente para essas ervas. 5. Aplicação na pós-emergência da cultura e das plantas daninhas:

CulturaPlantas infestantesDose (g. p.c/ha)Dose (g i.a/ha)Volume de calda (L/ha)Número de aplicação
TerrestreAéreo
SojaPicão-preto (Bidens pilosa)5025200 a 400401
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
Leiteira (Euphorbia heterophylla)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Corda-de-viola (Ipomoea nil)
Cheirosa (Hyptis suaveolens)
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis)
Desmódio ou Carrapicho- beiço-de-boi (Desmodium tortuosum)
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum)
SojaErva-quente (Spermacoce latifolia)5025200 a 400401
Erva-palha (Blainvillea latifolia)
Joá-de-capote (Nicandra physaloides)
Mentrasto (Ageratum conyzoides)

Mentrasto (Ageratum conyzoides) IMPORTANTE: aplicar FLUMI 500 Agrogill sem adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante à calda de pulverização.

Via terrestre: Aplicar através de pulverizador tratorizado de barra ou costal (manual ou motorizado), na pós-emergência da soja e das plantas daninhas, usando-se de 200 a 400 L/há de calda. A completa cobertura das plantas daninhas é essencial para assegurar a eficácia do produto. Via aérea: FLUMI 500 Agrogill pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra/bico série D e difusor 45 (diâmetro de gotas em torno de 250 micra), empregando-se o volume de 40 litros de calda/hectare; faixa de deposição de 15 metros, ângulo dos bicos de 45 graus em relação à linha de voo da aeronave e seguindo sempre as boas práticas de aplicação, tais como: manter a agitação constante da calda no interior do tanque; pulverizar quando não houver vento ou pelo menos que a velocidade do vento seja inferior a 8 km/h e sem rajadas, umidade relativa do ar superior a 70% e temperatura inferior a 27ºC visando reduzir as perdas por deriva e evaporação. Fazer 1 (uma) aplicação após a emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem com 2 a 4 folhas e a cultura da soja no estádio de 2 a 3 trifólios. Limitações de uso: Evitar o uso do FLUMI 500 Agrogill em condições de seca (plantas com deficiência hídrica) e com plantas daninhas fora do estádio recomendado (2 a 4 folhas). Fitotoxicidade: Aplicação em pós-emergência poderá causar amarelecimento ou queima das partes da cultura atingidas, com posterior recuperação, não causando diminuição da produtividade. 6. Aplicação na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas:

CulturaPlantas infestantesDose (g. p.c/ha)Dose (g i.a/ha)Volume de calda (L/ha)Número de aplicação
TerrestreAéreo
SojaPicão-preto (Bidens pilosa)90 – 12045 - 60100 a 20030 a 401
Capim-colchão ou Milhã (Digitaria horizontalis)
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla)12060100 a 2001
Anileira (Indigofera hirsuta)
Apaga-fogo (Alternanthera tenella)
Beldroega (Portulaca oleracea)
CulturaPlantas infestantesDose (g. p.c/ha)Dose (g i.a/ha)Volume de calda (L/ha)Número de aplicação
TerrestreAéreo
SojaDesmódio ou Carrapicho-beiço-de-boi (Desmodium tortuosum)12060100 a 20030 a 401
Cheirosa (Hyptis suaveolens)
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Erva-palha ou Picão-grande (Blainvillea latifolia)
Erva-quente (Spermacoce latifolia)
Erva-de-touro (Tridax procumbens)
Mentrasto (Ageratum conyzoides)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Guanxuma ou Malva-branca (Sida cordifolia)
Joá-de-capote (Nicandra physaloides)
Nabiça (Raphanus raphanistrum)
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)
Buva (Conyza bonariensis)
AlhoErva-de-passarinho (Stellaria media)120 – 18060 - 90100 a 200-1
Picão-branco (Galinsoga parviflora)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Cana-de- açúcarCapim-colchão (Digitaria horizontalis e Digitaria nuda)250125100 a 20030 a 401
Capim-colonião (Panicum maximum)
Caruru (Amaranthus viridis)
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea)
Leiteira (Euphorbia heterophylla)
BatataCapim-colchão (Digitaria horizontalis)7035100 a 200-1
Caruru (Amaranthus hybridus)
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
CulturaPlantas infestantesDose (g. p.c/ha)Dose (g i.a/ha)Volume de calda (L/ha)Número de aplicação
TerrestreAéreo
MandiocaAnileira (Indigofera hirsuta)120 -20060 -10040030 a 401
Apaga-fogo (Alternanthera tenella)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Caruru (Amaranthus deflexus)
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)
Cheirosa (Hyptis suaveolens)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea)
Desmódio (Desmodium tortuosum)
Erva-palha (Blainvillea latifolia)
Erva-quente (Spermacoce latifolia)
Erva-de-touro (Tridax procumbens)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Joá-de-capote (Nicandra physaloides)
Leiteira (Euphorbia heterophylla)
Mentrasto (Ageratum conyzoides)
Picão-branco (Galinsoga parviflora)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Poaia branca (Richardia brasiliensis)
Trapoeraba (Commelina benghalensis)

Trapoeraba (Commelina benghalensis) NOTA 1: Para Picão-preto (Bidens pilosa), Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) e Cordadeviola (Ipomoea grandifolia), recomenda-se fazer a aplicação em condições de baixa infestação. NOTA 2: Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados). NOTA 3: Para Capim-colchão (Digitaria nuda), usar dose somente em solos arenosos (leves). NOTA 4: Para a cultura da mandioca, a aplicação deve ser feita em pré-emergência das plantas daninhas logo após o transplantio da maniva, NÃO adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante. Caso houver emergência das plantas daninhas e a cultura da mandioca ainda não estiver emergida, recomenda-se adicionar 0,5 % de adjuvante ou óleo mineral à calda do FLUMI 500 Agrogill. NOTA 5: Na cultura da Batata utilizar o produto somente em solos areno-argilosos (médios). Alho e batata: Fazer pulverização terrestre, sobre solo uniformemente preparado e livre de cobertura vegetal. Soja, Cana-de-açúcar e Mandioca: Fazer pulverização terrestre ou via aérea, sobre solo uniformemente preparado e livre de cobertura vegetal. Via terrestre: Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual utilizando-se bicos de jato leque (da série 110 ou TK) que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 350 e 800 micra. O volume de calda a ser aplicado depende do equipamento a ser utilizado, variando

entre 100 e 200 L de calda/ha para soja, alho, cana-de-açúcar e batata e 400 L de calda/ha para mandioca. É importante que se consiga uma cobertura uniforme do solo. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 27ºC e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando diminuir as perdas por deriva e evaporação. Via aérea: Utilizar os parâmetros definidos para essa modalidade de aplicação. Recomenda-se utilização de barra ou atomizador rotativo "Micronair". Volume de calda: 30 - 40 L/ha. Altura do voo: com barra: 2 - 3 m: com Micronair: 3 - 4 m. Largura da faixa de deposição efetiva: 15 - 20 m (de acordo com o tipo de aeronave a ser utilizado). Tamanho / densidade de gotas: partículas com tamanho de 100-200 micra, com densidade de 20 - 30 gotas/cm2. Condições climáticas: aplicar na ausência de ventos fortes, temperatura abaixo de 27ºC e umidade relativa do ar superior a 70%. Utilizar os bicos apropriados para a modalidade de aplicação. Para soja, alho, cana-de-açúcar e batata, fazer 1 (uma) aplicação logo após a semeadura, podendo se estender até 2 dias após plantio. Para a cultura da mandioca, realizar uma aplicação, logo após o plantio da maniva, podendo se estender até 15 dias após o plantio, antes da emergência da cultura. Limitações de uso: - Cana-de-açúcar: não utilizar nenhum tipo de adjuvante e/ou surfactante na calda de aplicação. - Batata: não aplicar caso a cultura já tenha emergido. Fitotoxicidade: - Cana-de-açúcar: quando a aplicação é realizada em pré-emergência total da cultura, não ocorre fitotoxicidade. Caso a cultura já esteja emergida no momento da aplicação, poderá ocorrer pintas necróticas que desaparecem 30 dias após a aplicação não ocasionando nenhum dano à produtividade. - Batata: dependendo da variedade, poderão ocorrer sintomas iniciais de fitotoxicidade, que desaparecem rapidamente sem prejudicar a produtividade. 7. Aplicação na pré-emergência das plantas daninhas e pós-emergência das culturas.

CulturaPlantas infestantesModalidade de AplicaçãoDose (g. p.c/ha)Dose (g i.a/ha)Volume de calda (L/ha)Número de aplicação
TerrestreAéreo
CitrosApaga-fogo (Alternanthera tenella)Pré emergência das plantas daninhas160 – 24080 - 12010 a 200-1
Beldroega (Portulaca oleracea)
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Leiteira (Euphorbia heterophylla)
Maria-pretinha (Solanum americanum)
Picão-branco (Galinsoga parviflora)
Picão preto (Bidens pilosa)
CulturaPlantas infestantesModalidade de AplicaçãoDose (g. p.c/ha)Dose (g i.a/ha)Volume de calda (L/ha)Número de aplicação
TerrestreAéreo
CebolaAnçarinha-branca (Chenopodium album)120 – 18060 - 9010 a 200-1
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Picão-branco (Galinsoga parviflora)
CaféApaga-fogo (Alternanthera tenella)160 – 24080 - 12010 a 200-1
Beldroega (Portulaca oleracea)
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Eucalipto (Eucalyptus grandis) e Pinus (Pinus taeda e Pinus elliottii)Apaga-fogo (Alternanthera tenella)Pré emergência das plantas daninhas em área total1809010 a 200-1
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Leiteira (Euphorbia heterophylla)
Capim-colonião (Panicum maximum)

Capim-colonião (Panicum maximum) NOTA 1: aplicar FLUMI 500 Agrogill sem adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante à calda de pulverização. NOTA 2: Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados). NOTA 3: Para Capim-colonião (Panicum maximum), usar a dose somente em solos arenosos (leves) Aplicação poderá ser feita em faixas (somente nas linhas de plantio) ou em área total. Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal (manual ou motorizado) utilizando-se bicos de jato leque que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 350 e 800 micra. O volume de calda a ser aplicado depende do equipamento a ser utilizado, variando entre 100 e 200 L/ha. É importante que se consiga uma cobertura uniforme do solo. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando temperatura acima de 27ºC e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir as perdas por deriva e evaporação. Fazer 1 (uma) aplicação, dois ou três dias após o transplante das mudas, antes da emergência das plantas daninhas. 8. Manejo Outonal (aplicação na pré-emergência da planta daninha): O controle de plantas daninhas em pré-emergência, durante o outono-inverno, é uma das ferramentas que devem ser utilizadas para o manejo da resistência aos herbicidas pós emergentes, uma vez que o sucesso deste manejo está vinculado à diminuição do banco de sementes das invasoras.

Manejo outonal em áreas agricultáveisDose (g. p.c/ha)Dose (g i.a/ha)Volume de calda (L/ha)Número de aplicação
Nome comumNome CientíficoTerrestreAéreo1
BuvaConyza bonariensis12060150 a 200-

Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual utilizando-se bicos de jato leque que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 350 e 800 micra. O volume de calda a ser aplicado depende do equipamento a ser utilizado, variando entre 150 e 200 L/ha. É importante que se consiga uma cobertura uniforme da área aplicada. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 27°C e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando diminuir as perdas por deriva e evaporação. Fazer 1 (uma) aplicação no outono-inverno, logo após a colheita da cultura precedente (Manejo Outonal). Caso existam plantas daninhas emergidas, aplicar herbicida pós emergente de ação total (seguir recomendação do fabricante), de 2 a 3 dias antes da aplicação do FLUMI 500 Agrogill. Limitações de uso: Após a aplicação de FLUMI 500 Agrogill, aguardar um período mínimo para o plantio das culturas subsequentes, conforme tabela abaixo:

Culturas:Período mínimo entre aplicação e semeadura
SojaSem restrição
Milho14 dias
Algodão21 dias
Girassol, Sorgo e Trigo30 dias

Culturas: Período mínimo entre aplicação e semeadura Soja Sem restrição Milho 14 dias Algodão 21 dias Girassol, Sorgo e Trigo 30 dias Algodão: entre a aplicação de FLUMI 500 Agrogill e a semeadura deverá ter ocorrido precipitação mínima de 25 mm. 9. Aplicação na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas infestantes após a poda:

CulturaPlantas infestantesDose (g. p.c/ha)Dose (g i.a/ha)Volume de calda (L/ha)Número de aplicação
TerrestreAéreo
MandiocaAnileira (Indigofera hirsuta)120 -20060 -10040030 a 401
Apaga-fogo (Alternanthera tenella)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Caruru (Amaranthus deflexus)
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)
Cheirosa (Hyptis suaveolens)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea)
Desmódio (Desmodium tortuosum)
CulturaPlantas infestantesDose (g. p.c/ha)Dose (g i.a/ha)Volume de calda (L/ha)Número de aplicação
TerrestreAéreo
MandiocaErva-palha (Blainvillea latifolia)120 -20060 -10040030 a 401
Erva-quente (Spermacoce latifolia)
Erva-de-touro (Tridax procumbens)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Joá-de-capote (Nicandra physaloides)
Leiteira (Euphorbia heterophylla)
Mentrasto (Ageratum conyzoides)
Picão-branco (Galinsoga parviflora)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Poaia branca (Richardia brasiliensis)
Trapoeraba (Commelina benghalensis)

Trapoeraba (Commelina benghalensis) NOTA 1: Caso houver plantas daninhas emergidas, recomenda-se adicionar 0,5% de adjuvante ou óleo mineral na calda do FLUMI 500 Agrogill. NOTA 2: Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados) pois FLUMI 500 Agrogill tem ação pré-emergente para essas ervas. Via terrestre: Aplicar com pulverizador tratorizado de barra utilizando-se bicos de jato leque (da série 110 ou TK) que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 350 e 800 micra. Recomenda-se 400 L de volume de calda/ha. É importante que se consiga uma cobertura uniforme do solo. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 27ºC e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando diminuir as perdas por deriva e evaporação. Via aérea: Utilizar os parâmetros definidos para essa modalidade de aplicação. Recomenda-se utilização de barra ou atomizador rotativo "Micronair". Volume de calda: 30 - 40 L/ha. Altura do voo: com barra: 2 - 3 m: com Micronair: 3 - 4 m. Largura da faixa de deposição efetiva: 15 a 20 m (de acordo com o tipo de aeronave a ser utilizado). Tamanho/densidade de gotas: partículas com tamanhos de 100-200 micra, com densidade de 2030 gotas/cm2. Condições climáticas: aplicar na ausência de ventos fortes, temperatura abaixo de 27ºC e umidade relativa do ar superior a 70%. Utilizar os bicos apropriados para a modalidade de aplicação. Fazer 1 (uma) aplicação tratorizada ou via aérea, logo após a poda, antes da brotação da cultura.

RECOMENDAÇÕES GERAIS

Limitações de uso: Quando a aplicação for realizada sobre as mudas transplantadas, NÃO adicionar qualquer tipo de adjuvante ou óleo mineral nem outros produtos fitossanitários à calda de pulverização,

evitando danos às culturas. Consultar o fabricante, caso se deseje semear outros cultivos nas entrelinhas do citros ou café (quando aplicação for feita em área total). Fitotoxicidade: Nas aplicações realizadas sobre as culturas já instaladas, poderá ocorrer leve fitotoxicidade inicial, caracterizada por pontos necróticos nas folhas atingidas. Os sintomas desaparecem após algum tempo não afetando o desenvolvimento nem a produtividade das culturas. Informações adicionais: Seguindo-se todas as instruções de uso, este produto não afeta culturas subsequentes, podendo ser incluído no manejo anual de plantas daninhas. O sistema de agitação, no interior do tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação. OBS: Seguir as recomendações acima indicadas e sempre consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturasDias
Algodão100
Alho100
Batata75
Café07
Cana-de-açúcar180
Cebola90
Citros07
EucaliptoUNA
Feijão07
Mandioca75
Milho80
PinusUNA
Soja10

Culturas Dias Algodão Alho Batata Café Cana-de-açúcar Cebola Citros Eucalipto UNA Feijão Mandioca Milho Pinus UNA Soja UNA: Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as perna das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/ ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E (EXEMPLO) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO E HERBICIDA O produto herbicida FLUMI 500 Agrogill é composto por Flumioxazin, que apresenta mecanismo de ação não sistêmico, pertencente ao Grupo E, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Não aplicável, trata-se de um Herbicida.

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão de algodão hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro, viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila;. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as perna das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/ ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila; • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.

• Utilize equipamento de proteção individual - EPI macacão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato ATENÇÃO com a pele

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. • Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirála. • Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo ANTÍDOTO: Não há antídoto específico

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo QuímicoCiclohexenodicarboximida
Classe toxicológicaCategoria 5 -Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Modo de açãoHerbicida Seletivo de ação não sistêmico
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaFlumioxazina. Estudo com animais estima-se que, após absorção sua excreção é relativamente rápida tanto via urinária como fecal. Aproximadamente 100% do produto administrado foi excretado do corpo dos animais, pelas fezes e urina, dentro de 7 dias após a sua administração. Na maior dose testada (100 mg/kg de peso vivo) houve um aumento do Flumioxazin inalterado nas fezes, sugerindo que esta dose está acima da capacidade de absorção do produto pelo trato gastrointestinal. Algumas das principais reações de biotransformação foram a clivagem da ligação imida e a clivagem da ligação amida no anel benzoxazinona. Os principais compostos nas fezes foram os derivados sulfonados, e na urina os derivados sulfonados, derivados alcoólicos e da acetanilida. O único metabólito encontrado em concentração maior que 5%, nas fezes, foi 3-hidroxi-sulfoflumioxazin. Em geral, o nível de resíduo encontrado nos tecidos foi muito baixo, mas pôde ser detectado no sangue, coração, fígado e rins.
ToxicodinâmicaAs evidências de estudos conduzidos em animais não mostraram relevância em humanos.
Sintomas e Sinais ClínicosPor extrapolação não foram observados sinais de toxicidade oral ou dermal. O produto pode causar irritação ocular moderada.
DiagnósticoNoções de exposição ao produto e anomalias das funções hepáticas e renais. Conjuntivas congestionadas. Vômitos em caso de ingestão.
TratamentoAs medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e à descontaminação. Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais. 1. Remover roupas e acessórios e proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. 2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. 3. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder a lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água. Tratamento sintomático e de manutenção. Antídoto: Não há antídoto específico. Controlar a função hepática e renal, hemograma e ionograma.
Contra - indicaçõesA indução do vomito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. Controlar a função hepática, renal, hemograma e ionograma.
Efeitos SinérgicosNão há ocorrência de efeitos sinérgicos e/ou potencializadores relacionados aos diferentes inertes.
AtençãoLigue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (11) 5535-3373

Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) Telefone de Emergência da empresa: (11) 5535-3373 Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Em estudos de metabolismos, com animais, o produto radiomarcado foi rapidamente eliminado do corpo em 7 dias após a administração, sendo excretado principalmente nas fezes e urina. Efeitos Agudos: DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg CL50 inalatória em coelhos: Não determinada nas condições do teste. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Em contato com a pele de coelhos não foi observado eritema nem edema nos animais testados. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Os animais de experimentação apresentaram não opacidade da córnea, hiperemia e quemose reversível durante a condução do teste. Sensibilização dérmica em cobaias: Não sensibilizante Mutagenecidade: Não mutagênico Efeitos Crônicos: Em estudos de até 2 anos de duração, realizados com ratos, foram observadas anemia e insuficiência renal.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( X ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes Empresa BIORISK ASSESSORIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA • Telefone de Emergência: (11) 5535-7733 • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado.

Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: − Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; − Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; − Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; − Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; − Faça essa operação três vezes; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: − Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; − Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; − Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: − Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; − Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

− Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. − O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. − Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. − O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. − Use luvas no manuseio dessa embalagem. − Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. − Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. − O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

− O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

− Use luvas no manuseio desta embalagem. − Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. − Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. − O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

− É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

− A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. − É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. − EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. − A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO − Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.

− A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: − O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: − Restrições de uso para a cultura de café no estado do Paraná.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Flumi 500 Agrogill registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 29821 · documento de 24/05/2024.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Flumi 500 Agrogill?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Flumi 500 Agrogill e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Flumi 500 Agrogill é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 29821, documento de 24/05/2024), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

Veja também