Bula oficial · registro MAPA nº 691

Bula do Finale

Bula completa do Finale (registro MAPA nº 691), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: Glufosinato - sal de amônio.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 27 páginas no PDF.

FINALE® Herbicida Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 000691

COMPOSIÇÃO

Ammonium 4-[hydroxy(methyl)phosphinoyl]-DL-homoalaninate ou ammonium DL-homoalanin-4-yl(methyl)phosphinate (GLUFOSINATO - SAL DE AMÔNIO)................................................................................................. 200 g/L (20,0% m/v) 1-metóxi-2-propanol (Éter monometílico de propilenoglicol)............................................................... 110 g/L (11,0% m/v) Outros ingredientes ............................................................................................................................ 800 g/L (80,0% m/v) GRUPO H HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE APROVAÇÃO DO IBAMA CLASSE: Herbicida não seletivo GRUPOS QUÍMICOS: Glufosinato - sal de amônio: Homoalanina substituída

Éter monometílico de propilenoglicol: Glicol éter TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): BASF Agricultural Solutions Brasil Ltda. Av. das Nações Unidas, 14171 - 14º andar - parte, Torre C - Crystal Tower, Condomínio Rochaverá Corporate Towers, Vila Gertrudes, CEP: 04794-000, São Paulo/SP – Brasil CNPJ: 59.844.287/0001-89 - Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 4535 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTES DOS PRODUTOS TÉCNICOS: Finale Técnico - Registro MAPA n° 00591 BASF Agricultural Solutions GmbH - Industriepark Höchst, 65926, Frankfurt - Alemanha Finale Técnico ATRegistro MAPA n° 05500 BASF Agricultural Solutions US LLC - 1740 Whitehall Road, North Muskegon, 49445, Michigan - Estados Unidos BASF Agricultural Solutions GmbH - Industriepark Höchst, 65926, Frankfurt - Alemanha Glufosinate-Ammonium Técnico Lier - Registro MAPA nº 42519 Lier Chemical Co., Ltd. - Economic and Technical Development Zone, 621000, Mianyang, Sichuan - China Glufosinato Técnico OF - Registro MAPA n° 37419 Lier Chemical Co., Ltd. ­ Economic and Technical Development Zone, 621000, Mianyang, Sichuan ­ China Inner Mongolia Miraculous Crop Science Co., Ltd. - Bayin Aobao Industrial Park, Alxa Economic Development Zone, Alxa League, Inner Mongolia - China Forward Glufosinate Técnico - Registro MAPA n° TC11425 Inner Mongolia Miraculous Crop Science Co., Ltd. - Bayin Aobao Industrial Park, Alxa Economic Development Zone 750336, Alxa League - Inner Mongolia - China FORMULADORES: BASF S.A. - Av. Brasil, 791 - Bairro Eng. Neiva - CEP 12521-140 - Guaratinguetá/SP - CNPJ: 48.539.407/0002-07 - Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 487 BASF Agricultural Solutions Brasil Ltda. - Av. Brasil, 791 - Bairro Eng. Neiva - CEP 12521-000 - Guaratinguetá/SP - CNPJ: 59.844.287/0002-60 - Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 4533 BASF Agricultural Solutions GmbH - Industriepark Höchst - D-65926 - Frankfurt am Main - Alemanha BASF Agri Production SAS - Site Industriel Leurette, Route de Vieux Chemin de Loon - 59820 - Gravelines - Nord-Pas-de-Calais - França BASF Agricultural Solutions Regina - 295 Henderson Drive - Regina - Canadá Bayer AG - Industriepark Höchst, 65926 - Frankfurt - Alemanha Bayer S.A. - Estrada da Boa Esperança, 650 - Bairro Bom Pastor, CEP: 26110-120 - Belford Roxo/RJ - CNPJ: 18.459.628/0033-00 - Registro do Estabelecimento no INEA/RJ - LO nº IN023132 Gleba S.A. - Avenida 520 y Ruta Provincial 36 - La Plata - Melchor Romero - Argentina

Nutrien AG Solutions Argentina S.A. - Ruta 33 Km 738 - Casilda - Santa Fé - Argentina Ouro Fino Química S.A. - Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5 - Distrito Industrial III - CEP 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Registro do Estabelecimento nº IMA/MG nº 8.764 Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsem, 1459 – Recanto dos Pássaros – CEP 13140-030 – Paulínia/SP – CNPJ 03.855.423/0001-81 – Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 477 TELEFONES DE EMERGÊNCIA: 0800 011 2273 ou (12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357 SAC: 0800 019 2500

Nº do Lote ou da Partida:VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação
Data de Vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E AGITE ANTES DE USAR. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010) CATEGORIA DE PERIGO 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL III - PRODUTO

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

INSTRUÇÕES DE USO

® é um herbicida não seletivo do grupo homoalanina substituída que controla eficientemente, plantas daninhas em pós-emergência, sendo a aplicação em jato dirigido nas culturas: açaí, alface, algodão, ameixa, banana, batata, café, castanha-do-pará, citros, coco, dendê, eucalipto, maçã, milho, nectarina, nêspera, pera, pêssego, pinhão, pupunha, repolho, soja, trigo e uva; em aplicações de dessecação pré-semeadura, no sistema de plantio direto das culturas: feijão, milho, pastagem, soja e trigo; em aplicações na pós-emergência do algodão LibertyLink Finale ® e é eficiente na dessecação pré-colheita das culturas: batata, cana-de-açúcar, cevada, feijão, soja, trigo e triticale.

Estádio dasVolume deNúmero
Alvo biológicoDoses
CulturaplantascaldaMáximo de
Nome comum/ científicodaninhas(L p.c./ha)(L/ha)Aplicações
Caruru-de-mancha
Amaranthus viridis
Picão-branco
Galinsoga parviflora
ALFACE1,5
aplicação emErva-de-bichoAdicionar óleo
jato dirigido, noPolygonum avicularevegetal ou mineral
sistema deSerralhaa 0,2% v/vTerrestre:
2 - 4 folhas1
copinhos, naSonchus oleraceus350
pós-emergência
Erva-de-passarinho
das plantas
daninhasStellaria media
2,0
SolivaAdicionar óleo
Soliva anthemifoliavegetal ou mineral
a 0,2% v/v
Utilizar a maior dose em situações em que haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas
daninhas.
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de
crescimento vegetativo e nas condições recomendadas.
CulturaAlvo biológicoEstádio das plantas daninhasVolume deNúmero Máximo de Aplicações
Doses
calda
Nome comum/ científico(L/ha)
(L p.c./ha)
ARROZCapim-pé-de-galinha Eleusine indicaAté 1 perfilho2,5 - 3,0Terrestre: 2001
Capim-arroz Echinochloa colona, sin. E. colonum2,0 - 3,0
Capim-carrapicho Cenchus echinatus
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar na dessecação em pré-semeadura da cultura, em área total. Utilizar a maior dose em situações em que haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. Adicionar óleo vegetal ou mineral 0,5% v/v.
CulturaEstádio das plantas daninhasDosesVolume deNúmero
Alvo biológico
caldaMáximo de
Nome comum/ científico(L p.c./ha)(L/ha)Aplicações
ALGODÃO aplicação em jato dirigido, na entrelinha da cultura, quando essa atingir 40 cm ou mais de alturaCapim-pé-de-galinhaAté 1 perfilho2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/vTerrestre: 3501
Eleusine indica
Capim-colchão
Digitaria sanguinalis
Capim-marmelada
Brachiaria plantaginea
Capim-massambará
Sorghum halepense
Carrapicho-de-carneiro
Acanthospermum hispidum
Trapoeraba2 - 4 folhas
Commelina benghalensis
Caruru
Amaranthus viridis
Amendoim-bravo
Euphorbia heterophylla
Caruru-rasteiro
Amaranthus deflexus
Picão-preto
Bidens pilosa
Fedegosa
Chenopodium album
Utilizar a maior dose em situações em que haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas
daninhas.
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de
crescimento vegetativo e nas condições recomendadas.
Estádio dasVolume deNúmero
Alvo biológicoDoses
CulturaplantascaldaMáximo de
Nome comum/ científicodaninhas(L p.c./ha)(L/ha)Aplicações
Capim-marmelada2 (1)
Brachiaria plantaginea
Até 2 perfilhos
Capim-carrapicho
ALGODÃOCenchrus echinatus2,0 - 2,5Terrestre:
Liberty Link®Corda-de-violaAdicionar200 - 300
aplicação emóleo vegetal
Ipomoea grandifolia
pós-emergênciaou mineral aAérea:
da culturaCarrapicho-de-carneiro0,25% v/v30 - 40
Acanthospermum hispidum2 - 4 folhas
Apaga-fogo
Alternanthera tenella

Alternanthera tenella

Alvo biológicoEstádio dasVolume deNúmero
Doses
CulturaplantascaldaMáximo de
(L p.c./ha)
Nome comum/ científicodaninhas(L/ha)Aplicações
ALGODÃO Liberty Link® - aplicação em pós-emergência da culturaCapim-marmelada2 - 4 perfilhosTerrestre: 200 - 300 Aérea: 30 - 40
Brachiaria plantaginea
Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus
Corda-de-viola
Ipomoea grandifolia3,0 - 3,5
Carrapicho-de-carneiroAdicionar
óleo vegetal1
Acanthospermum hispidum
ou mineral a
Apaga-fogo0,25% v/v
Alternanthera tenella4 - 8 folhas
Erva-quente
Spermacoce latifolia
Beldroega
Portulaca oleracea
Utilizar a maior dose em situações em que haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas
daninhas.
(1) Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias.
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de
crescimento vegetativo e nas condições recomendadas.
CulturaAlvo biológicoEstádio dasDosesVolume de caldaNúmero
plantasMáximo de
Nome comum/ científicodaninhas(L p.c./ha)(L/ha)Aplicações
BANANA aplicação em jato dirigido ou nas entrelinhas de plantioCapim-colchãoAté 1 perfilho2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,25% v/vTerrestre: 5001
Digitaria horizontalis
Capim-guaçu
Paspalum conspersum
Capim-pé-de-galinha
Eleusine indica
Quebra-pedra4 - 6 folhas
Phyllanthus tenellus
Crepis
Crepis japonica
Macela-branca
Gnaphalium spicatum
Mentrasto
Ageratum conyzoides
Sete-sangrias
Cuphea carthagenensis
Erva-cará
Dioscorea batatas
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de
crescimento vegetativo e nas condições recomendadas.
Estádio dasVolume deNúmero
Alvo biológicoDoses
CulturaplantascaldaMáximo de
Nome comum/ científicodaninhas(L p.c./ha)(L/ha)Aplicações
Caruru
Amaranthus viridis
Picão-preto
Bidens pilosa
Guanxuma
BATATASida rhombifolia
aplicação emBeldroega
pré-emergência2 - 4 folhas
da culturaPortulaca oleracea2,0
na fase deNabiçaAdicionarTerrestre:
"crackingtiming"óleo vegetal1
Raphanus raphanistrum350
(fase deou mineral a
rachamento doCarrapicho-rasteiro0,2% v/v
solo, antes daAcanthospermum australe
emergência da
cultura)Erva-quente
Spermacoce alata
Capim-colchão
Digitaria sanguinalis
Até 1 perfilho
Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de
crescimento vegetativo e nas condições recomendadas.
Alvo biológicoDosesVolume deNúmero
CulturacaldaMáximo de
(L p.c./ha)(L/ha)Aplicações
Dessecação das ramas da batata2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral 0,2% v/v (0,7 L/ha)Terrestre: 3501
BATATA
dessecação de
"batata consumo"
sobre as ramas
da cultura, 10
dias antes da
colheita
Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo
produto, caso ocorram na área.

Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área.

CulturaAlvo biológicoEstádio dasDosesVolume de caldaNúmero Máximo de Aplicações
plantas
Nome comum/ científicodaninhas(L p.c./ha)(L/ha)
CAFÉ aplicação em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período vegetativo de novembro a abrilTrapoerabaAté 4 folhas2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral 0,2% v/vTerrestre: 3503
Commelina benghalensis
Picão-preto
Bidens pilosa
Buva
Conyza bonariensis
Macela-branca
Gnaphalium spicatum
Mentrasto
Ageratum conyzoides
Caruru
Amaranthus viridis
Beldroega
Portulaca oleracea
Guanxuma Sida rhombifoliaAté 6 folhas3,0Terrestre: 450
Adicionar
óleo vegetal
ou mineral a
0,4% v/v
Guanxuma-branca Sida glaziovii2 - 4 folhas2,0Terrestre: 500
Adicionar
óleo vegetal
ou mineral a
0,25% v/v
Capim-marmelada Brachiaria plantagineaAté 2 perfilhosTerrestre: 450
2,5
Adicionar
óleo vegetal
ou mineral a
0,4% v/v
Capim-colchão
Digitaria horizontalis
Utilizar a maior dose em situações em que haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas
daninhas.
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de
crescimento vegetativo e nas condições recomendadas.
Para mais de uma aplicação, recomenda-se utilizar doses de até o máximo de 2,25 L/ha, com intervalo
de 25 dias.
CulturaAlvo biológicoDoses (L p.c./ha)Volume deNúmero Máximo de Aplicações
calda
(L p.c./ha)(L/ha)
CANA-DE-AÇÚCAR dessecação pré-colheita, no final do estádio de desenvolvimento vegetativo da cultura e antes da emissão da inflorescênciaDessecação da cultura4,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,25% v/vAérea: 30 - 401
4,0
Adicionar
óleo
vegetal ou
mineral a
Programar a aplicação de Finale® de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar.
CulturaAlvo biológicoDoses (L p.c./ha)Volume deNúmero Máximo de Aplicações
calda
(L p.c./ha)(L/ha)
CEVADA dessecação pré-colheitaDessecação da cultura1,75 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,25% v/vTerrestre: 2001
1,75
Adicionar
óleo
vegetal ou
mineral a
0,25% v/v
Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos e
fisiologicamente maduros (estágio GS 87) grãos dourados (massa dura).
CulturaAlvo biológicoEstádio dasDosesVolume de caldaNúmero Máximo de Aplicações
plantas
Nome comum/ científicodaninhas(L p.c./ha)(L/ha)
CITROS aplicação no sistema de coroamento e em jato dirigido na linha de plantio sem atingir a culturaCapim-marmeladaAté 1 perfilho2,0 Adicionar óleo vegetal a 0,2% v/vTerrestre: 3501
Brachiaria plantaginea
Capim-colchão
Digitaria horizontalis
Digitaria sanguinalis
Capim-amargoso
Digitaria insularis
Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus
Capim-pé-de-galinha
Eleusine indica
GuanxumaAté 4 folhas
Sida rhombifolia
Carrapicho-de-carneiro
Acanthospermum hispidum
Picão-preto
Bidens pilosa
Amendoim-bravo
Euphorbia heterophylla
Trapoeraba
Commelina benghalensis
Maria-gorda
Talinum paniculatum
Falsa-serralha
Emilia sonchifolia
Malva-branca
Sida cordifolia
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de
crescimento vegetativo e nas condições recomendadas.

Sida cordifolia As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas.

CulturaAlvo biológicoEstádio das plantas daninhasDosesVolume de caldaVolume deNúmero Máximo de Aplicações
Nome comum/ científico(L p.c./ha)(L/ha)
COCO, AÇAÍ,Caruru-branco Amaranthus hybridus4 a 8 folhas2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/vTerrestre: 3501
CASTANHA-
DO- PARÁ,
DENDÊ,Picão-preto
PINHÃO,Bidens pilosa
PUPUNHATrapoeraba
aplicação em jatoCommelina benghalensis
dirigido ou nas entrelinhas deBuva
Conyza bonariensis
plantio
na pós-Capim-colchão Digitaria horizontalisAté 2 perfilhos
Capim-colchão
emergência das
Digitaria horizontalis
plantas daninhas,
Capim-amargoso Digitaria insularis
sem atingir aCapim-amargoso
culturaDigitaria insularis
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas.
Estádio dasVolume de
Alvo biológicoDosesNúmero Máximo
Culturaplantascalda
de Aplicações
Nome comum/ científicodaninhas(L p.c./ha)(L/ha)
Samambaia Pteridium aquilinum2,0
Adicionar óleo
vegetal ou
mineral a
0,2% v/v
Capim-gordura
Melinis minutiflora
Erva-quente
Spermacoce alata
Cambará
Lantana camara
Guanxuma
Sida rhombifolia
Falsa-serralha
Emilia sonchifolia
EUCALIPTOSerralha
aplicação em jatoSonchus oleraceusTerrestre:
dirigido nasAté 8 folhas1
Buva4,0350
entrelinhas da
Adicionar óleo
culturaConyza bonariensis
vegetal ou
Unha-de-vaca
mineral a
Bauhinia variegata0,2% v/v
Arranha-gato
Acacia plumosa
Jurubeba
Solanum paniculatum
Capim-colonião
Panicum maximum
Vassourinha-botão
Spermacoce verticillata
Trapoeraba
Commelina benghalensis
Gervão
Stachytarpheta cayennensis
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo
e nas condições recomendadas.
CulturaAlvo biológicoEstádio das plantas daninhasDosesVolume deNúmero Máximo de Aplicações
calda
(L p.c./ha)(L/ha)
EUCALIPTO aplicação em jato dirigido nas entrelinhas da culturaControle do Broto ladrão1,5 a 2,0 m de altura2,01
Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v
Terrestre:
350

a 0,2% v/v

CulturaAlvo biológicoEstádio da culturaDosesVolume de caldaNúmero
Máximo de
Nome comum/ científico(L p.c./ha)(L/ha)Aplicações
FEIJÃO dessecação em pré-colheita da culturaDessecação em feijão para consumo50% das vagens secas1,8Terrestre: 350 Aérea: 30 - 40
Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v
1
Dessecação em feijão para sementes70% das vagens secas2,0
Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v

0,2% v/v

CulturaAlvo biológicoEstádio das plantas daninhasDosesVolume de caldaNúmero Máximo de Aplicações
Nome comum/ científico(L p.c./ha)(L/ha)
FEIJÃO aplicação na dessecação pré-semeadura do cultivo do feijão em área totalCapim-marmelada1 a 4 perfilhos2,0 - 3,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/vTerrestre: 100 - 150 Aérea: 30 - 401
Brachiaria plantaginea
Capim-amargoso
Digitaria insularis
Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus
Capim-pé-de-galinha
Eleusine indica
Leiteiro2 - 4 folhas
Euphorbia heterophylla
Picão-preto
Bidens pilosa
Corda-de-viola
Ipomoea triloba
Caruru-roxo Amaranthus hybridus
Trapoeraba Commelina benghalensis
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas;
CulturaAlvo biológicoEstádio dasDosesVolume deNúmero
plantascaldaMáximo de
Nome comum/ científicodaninhas(L p.c./ha)(L/ha)Aplicações
MAÇÃ aplicação em jato dirigido na linha da cultura adulta, sem atingi-laCapim-marmeladaAté 1 perfilho2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/vTerrestre: 3501
Brachiaria plantaginea
Capim-colchão
Digitaria horizontalis
Azevém
Lolium multiflorum
Língua-de-vaca2 - 4 folhas
Rumex obtusifolius
Picão-preto
Bidens pilosa
Nabo
Raphanus raphanistrum
Serralha
Sonchus oleraceus
Losna-branca
Parthenium hysterophorus
Beldroega
Portulaca oleracea
Picão-branco
Galinsoga parviflora
Maria-mole
Senecio brasiliensis
Guanxuma
Sida rhombifolia
Poaia
Richardia brasiliensis
Trevo
Oxalis oxyptera
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento
vegetativo e nas condições recomendadas.
CulturaAlvo biológicoEstádio dasDosesVolume deNúmero
plantascaldaMáximo de
Nome comum/ científicodaninhas(L p.c./ha)(L/ha)Aplicações
MILHO aplicação em jato dirigido nas entrelinhas da culturaCapim-colchãoAté 1 perfilho1,5 - 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/vTerrestre: 3501
Digitaria sanguinalis
Capim-marmelada
Brachiaria plantaginea
Picão-preto2 - 4 folhas
Bidens pilosa
Amendoim-bravo
Euphorbia heterophylla
Trapoeraba
Commelina benghalensis
Carrapicho-de-carneiro
Acanthospermum hispidum
Caruru
Amaranthus viridis
Guanxuma
Sida rhombifolia
Corda-de-viola
Ipomoea aristolochiaefolia
Carrapicho-rasteiro
Acanthospermum australe
Beldroega
Portulaca oleracea
Malva-branca
Sida cordifolia
Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas.
CulturaEstádio das plantas daninhasDosesVolume deNúmero
Alvo biológico
caldaMáximo de
Nome comum/ científico(L p.c./ha)(L/ha)Aplicações
MILHO aplicação na dessecação pré- semeadura da cultura em área totalCapim-pé-de-galinha1 a 4 perfilhos2,0 - 3,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/vTerrestre: 100 - 150 Aérea: 30 - 401
Eleusine indica
Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus
Capim-amargoso
Digitaria insularis
Capim-marmelada
Brachiaria plantaginea
Caruru-roxo2 - 4 folhas
Amaranthus hybridus
Picão-preto
Bidens pilosa
Leiteiro
Euphorbia heterophylla
Buva
Conyza sp.
Corda-de-viola
Ipomoea triloba
Trapoeraba
Commelina benghalensis
Soja
Glycine max
Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas.
CulturaAlvo biológicoEstádio dasDosesVolume de caldaNúmero Máximo de Aplicações
Culturaplantas
Nome comum/ científicodaninhas(L p.c./ha)(L/ha)
NECTARINA, NÊSPERA, PERA, PÊSSEGO, AMEIXA aplicação em jato dirigido, sem atingir a culturaCapim-marmeladaAté 1 perfilho2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/vTerrestre: 3501
Brachiaria plantaginea
Capim-colchão
Digitaria horizontalis
Picão-preto2 - 4 folhas
Bidens pilosa
Guanxuma
Sida rhombifolia
Caruru
Amaranthus viridis
Picão-branco
Galinsoga parviflora
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de
crescimento vegetativo e nas condições recomendadas.
CulturaAlvo biológico Nome comum/ científicoEstádio dasDosesVolume deNúmero Máximo de Aplicações
plantascalda
Nome comum/ científicodaninhas(L p.c./ha)(L/ha)
PASTAGEM dessecação em pré- semeadura da forrageira, em área totalCapim-pé-de-galinha Eleusine indica Capim-carrapicho Cenchrus echinatus Capim-marmelada Brachiaria plantaginea Capim-amargoso Digitaria insularis1 - 4 folhas2,5 - 3,5 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,25% v/vTerrestre: 1501
Eleusine indica
Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus
Capim-marmelada
Brachiaria plantaginea
Capim-amargoso
Digitaria insularis
Caruru-roxo2 - 4 folhas
Amaranthus hybridus
Corda-de-viola
Ipomoea triloba
CulturaAlvo biológico Nome comum/ científicoEstádio dasDosesVolume deNúmero
plantascaldaMáximo de
Nome comum/ científicodaninhas(L p.c./ha)(L/ha)Aplicações
PASTAGEM dessecação em pré- semeadura da forrageira, em área totalPicão-preto Bidens pilosa Leiteiro Euphorbia heterophylla Trapoeraba Commelina benghalensis2 - 4 folhas3,0 - 3,5 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,25% v/vTerrestre: 1501
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de
crescimento vegetativo e nas condições recomendadas.
CulturaEstádio das plantas daninhasDosesVolume de caldaNúmero Máximo de Aplicações
Alvo biológico
Nome comum/ científico(L p.c./ha)(L/ha)
REPOLHO aplicação em jato dirigidoPicão-branco2 - 4 folhas1,5 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/vTerrestre: 3501
Galinsoga parviflora
Erva-de-passarinho
Stellaria media
Erva-de-bicho
Polygonum persicaria
Serralha
Sonchus oleraceus
2,0
Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v
Mentruz
Coronopus didymus
Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos).
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de
crescimento vegetativo e nas condições recomendadas.
Estádio dasVolume deNúmero
Alvo biológicoDoses
CulturaplantascaldaMáximo de
Nome comum/ científicodaninhas(L p.c./ha)(L/ha)Aplicações
Capim-marmelada
Brachiaria plantaginea
Até 2 perfilhos
Capim-colchão
Digitaria sanguinalis
Amendoim-bravo
Euphorbia heterophylla
Nabo
SOJARaphanus raphanistrum2,5
dessecação emPicão-pretoAdicionar óleoTerrestre:
pré-semeaduravegetal ou1
Bidens pilosa350
da cultura, em2 - 6 folhasmineral a
Poaia
área total0,2% v/v
Richardia brasiliensis
Caruru
Amaranthus viridis
Beldroega
Portulaca oleracea
Trapoeraba
2 - 4 folhas
Commelina benghalensis
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas.
Estádio dasVolume de
Alvo biológicoDosesNúmero Máximo
Culturaplantascalda
de Aplicações
Nome comum/ científicodaninhas(L p.c./ha)(L/ha)
SOJA dessecação em pré-semeadura da cultura, em área totalTrigo1
Triticum aestivum
Aveia
Avena sativa
Cevada3,0
Hordeum vulgareAdicionar óleo
Até 2 perfilhosvegetal ou
Azevém
mineral a 0,2%
Lolium multiflorumv/v
Centeio
Secale cereale
Triticale
Triticum secaleTerrestre:
Capim-amargoso350
Digitaria insularis
Capim-carrapicho
Até 3 perfilhos
Cenchrus echinatus
Capim-camalote2,5 - 3,0
Adicionar óleo
Rotboellia exaltata
vegetal ou
Carrapicho-de-carneiromineral a 0,2%
Até 4 folhas
Acanthospermum hispidumv/v
Erva-quente
Spermacoce latifolia
Até 8 folhas
Buva
Conyza bonariensis
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento
vegetativo e nas condições recomendadas.
Volume de
Alvo biológicoEstádio daDosesNúmero Máximo
Culturacalda
culturade Aplicações
Nome comum/ científico(L p.c./ha)(L/ha)
1,5 a 2,0
Adicionar óleo
vegetal ouTerrestre:
SOJA
mineral 0,5%100 - 150
dessecação em8 dias antes da
Dessecação pré-colheitav/v, não1
pré-colheita dacolheita
ultrapassandoAérea:
cultura
essa dose de30 - 40
adjuvante por
aplicação.
Dessecação de soja destinada à grãos: realizar aplicação quando as plantas estivem no estágio fenológico 7.2 (plantas apresentando 50 a 75% de folhas e vagens amarelas). Sempre observar a uniformidade do estádio das plantas, ramos secos e maduros. Para confirmar estádio fenológico, retirar as plantas do solo e observar se no sistema radicular, os nódulos fixadores de nitrogênio se apresentam escuros e com cheiro forte, indicando o final do ciclo. Respeitar o intervalo de 8 dias antes da colheita. Dessecação de soja destinada à sementes: realizar aplicação quando as plantas estivem no estágio fenológico 7.3 (quando as plantas apresentarem 75% ou mais de folhas e vagens amarelas), quando o cultivo se apresentar com as sementes fisiologicamente maduras e com umidade das sementes em torno de 50%. Também deve ser observado a uniformidade da área e a maturação dos ramos. Se houver desuniformidade com presença de ramos verdes, deve-se aguardar até que pelo menos 95% das plantas se apresentem no estádio descrito. Para confirmar estádio fenológico, retirar as plantas do solo e observar se no sistema radicular, os nódulos fixadores de nitrogênio se apresentam escuros e com cheiro forte, indicando o final do ciclo.Para confirmar estádio fenológico, retirar as plantas do solo e observar se no sistema radicular, os nódulos fixadores de nitrogênio se apresentam escuros e com cheiro forte, indicando o final do ciclo. o, retirar as plantas do solo e observar se no sistema radicular, os nódulos fixadores de nitrogênio se apresentam escuros e com cheiro forte, indicando o final do ciclo. Respeitar o intervalo de 8 dias antes da colheita.
Estádio dasVolume de
Alvo biológicoDosesNúmero Máximo
Culturaplantascalda
de Aplicações
Nome comum/ científicodaninhas(L p.c./ha)(L/ha)
Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus
Capim-pé-de- galinha
Eleusine indica
Até 1 perfilho
Capim-colchão
Digitaria sanguinalis
Arroz
2,0
Oryza sativa
Adicionar óleo
Picão-preto2 a 4 folhasTerrestre:
vegetal ou
Bidens pilosa350
mineral a 0,2%
Guanxuma
v/v
TRIGOSida cordifolia
aplicação naErva-quente
dessecação pré-Spermacoce alata
1
semeadura daSoja
cultura em área
Glycine max
total.
Caruru
Amaranthus viridis
1,5 - 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,5% v/vTerrestre: 200
Buva
Conyza bonariensis
Até 1 perfilho2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,5% v/v
Capim-amargoso
Digitaria insularis
A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas.
CulturaAlvo biológicoEstádio da culturaVolume de caldaNúmero Máximo de Aplicações
Doses
Nome comum/ científico(L p.c./ha)(L/ha)
TRIGO dessecação em pré-colheita da culturaDessecação pré-colheitaGrãos de trigo amarelos/ massa mole a grãos dourados/ massa duraTerrestre: 2001
1,75
Adicionar
óleo vegetal
ou mineral a
0,25% v/v
Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos e fisiologicamente maduros (estágio GS 87) grãos dourados (massa dura).
Alvo biológico Nome comum/ científicoDosesVolume deNúmero Máximo de Aplicações
Estádio da
Culturacalda
cultura
Nome comum/ científico(L p.c./ha)(L/ha)
Dessecação pré-colheitaGrãos de1,751
triticaleTerrestre:
TRITICALE
amarelos/Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,25% v/v200
dessecação em
massa mole a
pré-colheita da
grãosAérea:
cultura
dourados/30 - 40
massa dura
Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de triticale estiverem amarelos e fisiologicamente maduros (estágio GS 87) grãos dourados (massa dura).
CulturaAlvo biológicoEstádio dasDosesVolume deNúmero
plantascaldaMáximo de
Nome comum/ científicodaninhas(L p.c./ha)(L/ha)Aplicações
UVA aplicação em jato dirigidoCapim-marmeladaAté 1 perfilho2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/vTerrestre: 3501
Brachiaria plantaginea
Picão-branco2 - 4 folhas
Galinsoga parviflora
Caruru
Amaranthus viridis
Picão-preto
Bidens pilosa
Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta.
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de
crescimento vegetativo e nas condições recomendadas.

Picão-preto Bidens pilosa Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas.

MODO DE APLICAÇÃO

Preparo de Calda: Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto; o equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do Finale deve estar limpo de resíduos de outro defensivo. Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do Finale, acrescentar óleo vegetal ou mineral na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados: Aplicação Terrestre: Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação: • Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbici da do produto. • Pulverizadores de Barra: Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. • Jato Dirigido: Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas .

Aplicação Aérea: Utilizar aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada). • Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa; • Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação; • Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático; • Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.

Volume de caldaTamanho de gotasCobertura mínimaAltura de vooFaixa de aplicaçãoDistribuição das pontas
30 - 40 L/haMédia - Grossa40 gotas/cm²3 m15 - 18 m65%

Condições climáticas para pulverização:

TemperaturaUmidade do arVelocidade do vento
Entre 10 e 30°Cmaior que 55%entre 3 e 10km/h

Entre 10 e 30°C maior que 55% entre 3 e 10km/h Recomendações gerais para evitar deriva: • Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. • Siga as restrições existentes na legislação pertinente. • O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). • O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Diâmetro das gotas: • A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa. • A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduzse o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas: • Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores. • Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão. • Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva. • O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.

Ventos: • A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h. Temperatura e Umidade: • Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%. • Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação. Inversão térmica: • O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturaDias
arroz(1)
açaí14
alface7
algodão28
algodão LibertyLink®116
ameixa7
banana10
batata10
café20
cana-de-açúcar14
castanha-do-pará14
cevada7
citros40
coco14
dendê14
eucaliptoU.N.A.
feijão (dessecante)5
CulturaDias
feijão (pré-plantio)(1)
maçã7
milho(1)
nectarina7
nêspera7
pera7
pêssego7
pinhão14
pupunha14
repolho7
soja (dessecante)8
soja (pós-emergência)10
trigo (dessecante)7
trigo (pós-emergência)(1)
triticale (dessecante)7
uva7
--

Cultura Dias Cultura Dias arroz (1) feijão (pré-plantio) (1) açaí maçã alface milho (1) algodão nectarina algodão LibertyLink® nêspera ameixa pera banana pêssego batata pinhão café pupunha cana-de-açúcar repolho castanha-do-pará soja (dessecante) cevada soja (pós-emergência) citros trigo (dessecante) coco trigo (pós-emergência) (1) dendê triticale (dessecante) eucalipto U.N.A. uva feijão (dessecante) - - U.N.A: Uso Não Alimentar (1) Não determinado devido à modalidade de emprego

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Finale ® é um herbicida de ação total, não seletivo, devendo ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando atentamente as instruções de uso do produto. Chuvas ou irrigação por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do produto pode reduzir seu efeito herbicida.

®: • O produto não promove efeitos negativos quando utilizado dentro das instruções de uso. • A recomendação de uso do produto é restrita em algodão geneticamente modificado expressando a proteína PAT e identificado como LibertyLink Algodão LibertyLink ® não sendo recomendado uso do produto nesta modalidade sobre cultivar convencional. • O produto não deve ser aplicado em plantas daninhas ou culturas que estejam sob estresse, ou quando o solo apresentarse com deficiência hídrica. Os melhores resultados são obtidos quando as plantas daninhas se apresentam em condições favoráveis de desenvolvimento. • Evitar aplicações quando as plantas daninhas estiverem excessivamente molhadas. • Para o bom funcionamento do produto deve ser observado um período de 6 horas sem ocorrência de chuvas. Cana-de-açúcar (dessecação de pré-colheita): • Realizar uma única aplicação, não excedendo a dose máxima recomendada de 4,0 L/ha; • Evitar deriva de pulverização e de resíduos do produto sobre lavouras vizinhas. Finale ® pode causar fitotoxicidade às culturas ou vegetações próximas à da cultura da cana-de-açúcar caso a aplicação ou a deriva de aplicação atinja a sua folhagem; • Só realizar aplicação aérea quando o potencial de deriva for mínimo a áreas sensíveis adjacentes, como por exemplo, áreas residenciais, corpos de água, habitats conhecidos para espécies ameaçadas ou em perigo de extinção, as culturas não-alvo; • Não aplique em circunstâncias que a deriva possa atingir alimentos, forragem ou outras plantações que possam ser danificadas e/ou tornadas impróprias para venda, uso e consumo; • O produto não deve ser aplicado em plantas de cana-de-açúcar que estejam sob estresse hídrico, ou quando o solo se apresentar com deficiência hídrica. Os melhores resultados são obtidos quando a cana-deaçúcar se apresenta em condições favoráveis de desenvolvimento; • Evitar aplicações quando as plantas de cana-de-açúcar estiverem excessivamente molhadas; • Chuvas ou irrigação por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do produto podem reduzir seu efeito dessecante; • Todos os equipamentos de aplicação aérea e terrestre devem ser devidamente calibrados e verificados antes de serem utilizados para a aplicação; • Utilizar sempre empresas certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS) para realizar a aplicação aérea em cana-de-açúcar. Restrições gerais: • Evitar deriva de pulverização e de resíduos do produto sobre lavouras vizinhas. Finale ® pode causar fitotoxicidade às culturas ou vegetações próximas às áreas nas quais está sendo aplicado caso a aplicação ou a deriva de aplicação atinja a sua folhagem; • Restos ou “tiguera” de plantas de algodão LibertyLink® não serão controlados por este herbicida, da mesma forma que não serão controladas por herbicidas seletivos convencionais. • Sendo um produto de contato, é importante uma boa cobertura e uniforme das folhas das plantas daninhas pela calda de pulverização; • O controle de plantas daninhas pode ser reduzido se a aplicação for realizada em períodos de baixa insolação (nevoeiro ou neblina); ou quando as plantas daninhas estão sob estresse devido às condições ambientais como a seca, temperaturas frias ou longos períodos de nebulosidade; • Os melhores resultados são obtidos quando as plantas daninhas se apresentam nos estádios iniciais e em condições favoráveis de desenvolvimento. • Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto. • Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula. • É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu exportador, importador ou a BASF S.A. antes de aplicar este produto. • É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo), especialmente para culturas de exportação. • Os Limites Máximos de Resíduos podem não ter sido estabelecidos em outros países ou divergirem dos existentes no Brasil, assim, para cultivos tratados ou subprodutos que se destinem à exportação, o Limite Máximo de Resíduo no país de destino deve ser respeitado.

• Caso o Limite Máximo de Resíduo estabelecido no país de destino esteja abaixo do Limite Máximo de Resíduo no Brasil, recomenda-se ao exportador o monitoramento de resíduos antes de exportar. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador, importador ou a BASF antes de exportar e/ou aplicar o produto • A BASF não se responsabiliza por qualquer impedimento para exportação em razão dos resíduos gerados pela aplicação dos produtos nem por quaisquer danos ou consequências que possam advir do desrespeito dos Limites Máximos de Resíduos.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H (homoalanina substituída) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO H HERBICIDA O produto herbicida Finale® é composto por Glufosinato - sal de amônio, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da GS (Glutamina sintetase), pertencente ao Grupo H, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de danos ao meio ambiente.

MINISTÉRIO DA SAÚDE - ANVISA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira facial ou óculos, touca árabe e luvas de nitrila. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte de EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO

Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): vestimenta com tratamento hidrorrepelente de corpo inteiro com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe), respirador semifacial filtrante PFF2 e viseira facial (ou óculos com proteção lateral e respirador com filtro mecânico classe P2), botas de PVC ou sapato impermeável, avental com nível de proteção 3 (impermeável), e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): vestimenta com tratamento hidrorrepelente de corpo inteiro com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe), respirador com filtro mecânico classe P2 e óculos com proteção lateral (ou respirador semifacial filtrante PFF2 e viseira facial), botas de PVC ou sapato impermeável e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte das embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, viseira ou óculos, avental, jaleco, botas, calça, luvas e respirador. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.

“Pode ser nocivo se inalado” “Provoca irritação ocular grave” “Pode provocar reações alérgicas na pele” PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência, levando a embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: ATENÇÃO: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS

As informações presentes nesta tabela abaixo são de uso exclusivo de profissionais da saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).

Grupos químicosGlufosinato - sal de amônio: Homoalanina substituída Éter monometílico de propilenoglicol: Glicol éter
Potenciais vias de exposiçãoDérmica e Inalatória
ToxicocinéticaO glufosinato de amônio é rapidamente absorvido pela via oral em ratos, mas aproximadamente 10% da dose administrada foi absorvida. Um padrão de absorção similar foi observado em cães. A excreção é rápida (> 95% em até 96 horas), principalmente pelas fezes, sendo que a maior parte da radioatividade encontrada nas excretas foi identificada como o composto parental inalterado. Não foi observada bioacumulação. Amplamente distribuído, com baixas concentrações de resíduos nos órgãos e tecidos (0,1 a 1,3% da dose a dministrada). Não foram observadas diferenças significativas entre os sexos.
ToxicodinâmicaEstudos toxicológicos mostraram que o glufosinato de amônio inibe a glutamina sintetase em mamíferos. A inibição da glutamina sintetase no fígado, rim e cérebro de mamíferos não interfere com a função normal de qualquer um desses órgãos e não induz qualquer atividade fisiológica ou consequências adversas histopatológicas em qualquer um desses órgãos. Efeitos neurocomportamentais relacionados à estimulação do sistema nervoso central foram observados apenas em níveis muito altos doses e foram r eversíveis.
Sintomas e sinais clínicosTodas as pessoas que manipulam produtos de proteção de culturas são avaliadas por exames médicos regulares. Não há parâmetros específicos disponíveis para o monitoramento do efeito do glufosinato de amônio. Após ingestão de produtos formulados contendo o glufosinato de amônio, foram reportados efeitos em humanos, como náusea, vômitos, diarreia, dor abdominal, tremores, hipotonia, bradicardia ou taquicardia, fraqueza muscular, sonolência, perda de consciência e coma, convulsões e dificuldade respiratória. Estudos conduzidos em ratos indicam moderada toxicidade aguda pelas vias oral e inalatória, e baixa toxicidade pela via dérmica. Os sinais clínicos observados nos animais tratados foram indicativos de toxicidade para o sistema nervoso. Não foi observado potencial de irritação para a pele e olhos de coelhos, e sensibilização dérmica em cobaias e camundongos.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição. Ao apresentar sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial. Não existem exames laboratoriais específicos.
TratamentoAntídoto: não existe antídoto específico. Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. As ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando principalmente luvas. Demais recomendações devem seguir protocolos de atendimento ao intoxicado do estabelecimento de saúde e/ou orientações da Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT).
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
Efeitos das interações químicasNão são conhecidos.
ATENÇÃOLigue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefones de Emergência da Empresa: BASF Agricultural Solutions Brasil Ltda. 0800 011 2273 ou (12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357 Endereço Eletrônico da Empresa: www.basf.com.br Correio Eletrônico da Empresa: cecom.guaratingueta@basf.com

(Notivisa). Telefones de Emergência da Empresa: BASF Agricultural Solutions Brasil Ltda. 0800 011 2273 ou (12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357 Endereço Eletrônico da Empresa: www.basf.com.br Correio Eletrônico da Empresa: cecom.guaratingueta@basf.com

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Vide TOXICOCINÉTICA e Vide TOXICODINÂMICA.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO

• Efeitos agudos (Produto formulado): DL50 via oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c. DL50 cutânea em ratos: > 1000 - 2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: > 5,25 mg/L (4h) Corrosão/Irritação ocular em coelhos: produto irritante para os olhos. Em olhos de coelhos foram observados

opacidade da córnea, vermelhidão, edema e secreção reversíveis em 7 dias. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: considerado não irritante. Na pele de coelhos foi observado eritema reversível em 48 horas. Sensibilização dérmica em camundongos: produto sensibilizante. Mutagenicidade: produto não causou mutação gênica ou aberrações cromossômicas nas condições de teste. • Efeitos crônicos (Produto Técnico): Estudos toxicológicos mostraram que o glufosinato de amônio inibe a glutamina sintetase em mamíferos. A inibição da glutamina sintetase no fígado, rim e cérebro de mamíferos não interfere com a função normal de qualquer um desses órgãos e não induz qualquer atividade fisiológica ou consequências adversas histopatológicas em qualquer um desses órgãos. Efeitos neurocomportamentais relacionados à estimulação do sistema nervoso central foram observados apenas em níveis muito altos doses e foram reversíveis. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS – IBAMA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) (X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microrganismos do solo. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa BASF Agricultural Solutions Brasil Ltda. - Telefones de Emergência: 0800 011 2273 ou (12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357.

- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM - Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; - Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - Use luvas no manuseio dessa embalagem. - Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. PARA TODO TIPO DE EMBALAGEM

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. - A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO - Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o Registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. - A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: - O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL - De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. ® Marca Registrada BASF

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Finale registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 691 · documento de 14/01/2026.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Finale?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Finale e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Finale é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 691, documento de 14/01/2026), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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