V2023 11 03 FAZOR SL Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 07896
COMPOSIÇÃO
6-hydroxy-2H-pyridazin-3-one (HIDRAZIDA MALÊICA).....................................180 g/L (15,93% m/m) (Equivalente a 245 g/L de Sal Potássico de HIDRAZIDA MALÊICA) Outros ingredientes ........................................................................................950 g/L (84,07% m/m) PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Regulador de crescimento de ação sistêmica GRUPO QUÍMICO: Piridazinadiona TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Avenida Maeda, s/n - Prédio Comercial – Térreo - Distrito Industrial – CEP: 14500-000 - Ituverava/SP - CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600 - Cadastro no Estado (CDA/SP) Nº 1050 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: HIDRAZIDA MALEICA TÉCNICO 970 – Registro MAPA nº 04394 LION COPOLYMER, LLC. Highway 30 - Geismar, Louisiana 70734 - Estados Unidos da América KOC CO., LTD. 67-34 Ijin-ro, Onsan-eup, Ulju-gun 44998 - Ulsan - Coreia do Sul ESIM CHEMICAL GMBH. St. Peter-Strasse 25, 4020 Lins - Áustria FORMULADOR: LANXESS INDÚSTRIA DE POLIURETANOS E LUBRIFICANTES LTDA. Avenida Brasil, 5333 - Distrito Industrial - Rio Claro/SP - CEP: 13505-600 CNPJ: 68.392.844/0001-69 Cadastro no Estado (CDA/SP) n° 235 LAOTING YOLOO BIO-TECHNOLOGY CO., LTD. Nº A-3 Tianjin Road, Laoting Economic Development Zone, Hebei Province, 063600 - China LION COPOLYMER, LLC. Highway 30 -Geismar, Louisiana 70734 - Estados Unidos da América MICRO CHEM COMPANY, LLC. 258 Airport Square, Adel Georgia - Estados Unidos da América MANIPULADOR: UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122 - CEP 18160-000 - Salto de Pirapora/SP CNPJ: 02.974.733/0010-43 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4153
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
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Indústria Brasileira (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL - III – PRODUTO PERIGOSO AO
MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Verde PMS Green 347 C Página 2 de 13
INSTRUÇÕES DE USO
FAZOR® SL é um regulador de crescimento de ação sistêmica. Na cultura do ARROZ IRRIGADO, FAZOR® SL inibe a formação de grãos de arroz vermelho melhorando e valorizando a qualidade do produto comercial e reduz a reinfestação desta planta daninha na safra subsequente. Na cultura da BATATA, FAZOR® SL inibe o desenvolvimento de brotos nos tubérculos, durante o período póscolheita, permitindo um prolongamento do tempo de armazenagem. A ação anti-brotante do produto inibe a germinação de tubérculos de batata, remanescentes na lavoura (batata voluntária ou resteva), no período após a colheita. DOSE E VOLUME DE CALDA:
| CULTURA | DOSE (L/ha) | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA |
|---|---|---|---|---|
| ARROZ IRRIGADO | 9,5 | Quando os grãos de arroz branco estiverem no estágio pastoso ou mais amadurecido, e os grãos de arroz vermelho estiverem no estágio leitoso ou mais precoce. | 1 | 15 – 30 L/ha |
| BATATA | 18,5 | No terço final do ciclo da cultura até 2 semanas da época ideal para a desrama | 400 – 600 L/ha |
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
• Arroz irrigado: Quando os grãos de arroz branco estiverem no estágio pastoso ou mais amadurecido, e os grãos de arroz vermelho estiverem no estágio leitoso ou mais precoce. Observações: Os estágios das plantas para pulverização poderão ocorrer com variedades de ciclo precoce ou em lavouras em que os métodos de cultivo proporcionarem um diferencial entre o florescimento do arroz branco e do vermelho de pelo menos 7 dias (o arroz branco florescendo antes). O produto não será eficiente, quando aplicado após a fase de grão leitoso do arroz vermelho. • Batata: Quando os menores tubérculos que serão colhidos e comercializados como tipo "especial" apresentarem diâmetro mínimo de 3,5 cm, o que ocorre no terço final do ciclo da cultura até 2 semanas da época ideal para a desrama. Os tubérculos sobre os quais se deseja a ação do produto deverão estar ligados à planta mãe e em pleno desenvolvimento para que ocorra a translocação. Observações: A desrama (mecânica ou química) somente poderá ser realizada 2 semanas após a pulverização. Amostragem para determinação da época de aplicação: tomar 10 plantas/ha percorrendo a área em forma de "X", observar o tamanho dos tubérculos e se estes estão ligados à planta mãe. Em condições de armazenamento desfavoráveis, aparecerão, após 30-45 dias, pequenas estruturas deformadas de coloração parda nos pontos de crescimento dos tubérculos que evoluem muito lentamente. Em condições favoráveis de armazenamento, estas estruturas, que são a malformação de brotos pelo efeito da aplicação do produto, poderão ter se aparecimento retardado em até 4 - 5 meses. A ocorrência de brotos nos tubérculos indica que nestes não houve a translocação do produto na quantidade necessária. Consulte um Engenheiro Agrônomo para determinação da época de aplicação em função da variedade cultivada. Página 3 de 13
MODO DE APLICAÇÃO / EQUIPAMENTOS: • Arroz irrigado: A aplicação deverá ser feita através de aeronaves agrícolas. a) Aviões equipados com barra (IPANEMA): Utilizar 40 - 42 bicos do tipo jato cônico vazio. Fechar 4 a 5 bicos da extremidade de cada asa. Manter ativos os bicos da "barriga" da fuselagem. Os ângulos dos bicos deverão ser ajustados entre 900 a 1800. b) Aviões equipados com "micronair": As pás deste tipo de bico rotativo deverão ser ajustadas para cada condição climática no momento da aplicação, de maneira a se obter uma deposição com um DMV de 110 -120 micra, com um mínimo de 40 gotas/cm2. Altura de vôo: 4 - 5 metros Volume de calda: 15 a 30 litros/ha Pressão de operação: 15 a 30 psi Faixa de deposição: 15 metros Condições climáticas: - Temperatura máxima: 270 C - Umidade relativa do ar: 55% - Velocidade do vento: máx. 10 km/h (3,0 m/s) • Batata: Utilizar pulverizadores de barra tratorizados ou pulverizadores costais manuais ou motorizados. Empregar bicos tipo "cone", aplicando de forma a promover o completo molhamento das folhas verdes das plantas.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Suspender a aplicação 14 dias antes da colheita na cultura da batata e do arroz irrigado.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
3 dias após a pulverização.
LIMITAÇÕES DE USO
• Não utilizar o produto através de sistemas de irrigação. • Não misturar a outros defensivos agrícolas, e nem com espalhantes adesivos. • Não aplicar o produto em lavouras destinadas à produção de sementes ou propagação. • Não aplicar o produto em dias muito secos ou em condição de temperatura elevada. • quando as folhas das plantas de batata e de arroz vermelho apresentarem murchamento. • Evitar aplicações durante a noite. Procurar pulverizar pela manhã, quando a temperatura ainda não é elevada. • Sendo o produto de ação sistêmica, é necessário que as plantas de batata e de arroz vermelho estejam em fase de intenso desenvolvimento e translocação, com folhas verdes e livres do ataque de pragas e doenças. • Em plantas desenvolvidas sob condições adversas, stress hídrico, a absorção do produto será menor e os resultados esperados não deverão ser tão bons como àqueles obtidos em plantas sob condições normais de desenvolvimento. • A deriva da pulverização durante a aplicação é indesejável, e poderá afetar lavouras vizinhas. • Não aplicar antes da época recomendada. Uma aplicação adiantada poderá gerar grãos/tubérculos malformados. • Não aplicar o produto até pelo menos 24 horas antes de ocorrência de chuva ou irrigação por aspersão. Em arroz irrigado: • Não aplicar em lavouras onde não seja observado o diferencial de florescimento entre o arroz branco e o arroz vermelho, de pelo menos 7 dias (o arroz branco florescendo antes). • Não pulverizar quando as plantas de arroz branco estiverem no estágio leitoso ou mais precoce. Página 4 de 13
• Não pulverizar em lavouras onde os estágios de desenvolvimento das plantas de arroz branco sejam heterogêneos. • Sendo os estágios de desenvolvimento das plantas de arroz vermelho demasiadamente heterogêneos, o produto não inibirá o desenvolvimento de grãos (do arroz vermelho) já no estágio pastoso ou mais maduro. Em batata: FAZOR® SL não protege os tubérculos da ação de doenças e pragas durante o período de armazenamento. Portanto, é fundamental que a batata a ser armazenada seja de boa qualidade. Não se recomenda a aplicação do produto em variedades não indicadas ao armazenamento. FITOTOXICIDADE PARA AS CULTURAS INDICADAS: Nas doses e épocas recomendadas o produto não apresenta fitotoxicidade. Uma aplicação antecipada do produto reduzirá a produtividade, causando tubérculos/grãos malformados, sem valor comercial, o que poderá ocorrer se a lavoura estiver demasiadamente heterogênea, com plantas em vários estágios de desenvolvimento. Outras observações: Consulte um Engenheiro Agrônomo para orientação de métodos de armazenamento para batata nas diferentes regiões.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: não se aplica a este tipo de produto.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola; - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; Página 5 de 13
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara descartável do tipo PFF (Peça Facial Filtrante); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila; - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; - Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; Página 6 de 13
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia; - No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara; - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. • Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. • Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR - FAZOR SL -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | HIDRAZIDA MALÊICA: Piridazinadiona. |
|---|---|
| Classe toxicológica | PRODUTO NÃO CLASSIFICADO |
| Vias de exposição | Dérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados. |
| Toxicocinética | Hidrazida malêica: A substância foi rápida e amplamente absorvida após administração oral, em ratos, com absorção de cerca de 90% da dose administrada. A distribuição no organismo foi ampla com maiores concentrações detectadas nos ossos e sangue em ratos fêmeas e no tecido adiposo e pulmões em machos. A biotransformação foi limitada e ocorreu principalmente através da conjugação com sulfato, sendo a hidrazida malêica conjugada com o sulfato, o principal metabólito identificado (<20%), em menor extensão também foi identificado o metabólito 3- piridazinona. A substância em sua forma inalterada representou cerca de 60% da dose excretada em ratos machos e 80% em fêmeas. A excreção foi rápida, cerca de 90% da dose excretada nas primeiras 24 horas principalmente através da urina |
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| (>80%). Não houve evidência de bioacumulação no organismo de ratos; menos de 1% da dose permaneceu retida nos tecidos após 7 dias. | |||
|---|---|---|---|
| Toxicodinâmica | Hidrazida malêica: Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade desta substância em humanos nem em outras espécies de mamíferos. | ||
| Sintomas e sinais | Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos. Em estudos com animais de experimentação, o produto foi considerado não irritante para os olhos e para a pele. Também não foi observado potencial de sensibilização dérmica em cobaias. Hidrazida malêica: Não são conhecidos sintomas específicos da hidrazida malêica em humanos. A substância apresentou baixa toxicidade em estudos em animais de experimentação. Sintomas inespecíficos decorrentes da exposição a substâncias químicas podem ocorrer, como: Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos. | ||
| clínicos | |||
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. | ||
| Tratamento | CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessário ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Exposição Oral: - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma espontânea em pacientes intoxicados. |
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| - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. - Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de intoxicação por hidrazida malêica. Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade). Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Exposição Dérmica: Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição Ocular: Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. | |
|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. |
| Efeitos das | Não disponível. |
| interações químicas | |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) |
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) | |
| Centro de Informação Toxicológica - Curitiba/PR: 0800 041 0148 Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 - (19) 3518-5465 Endereço eletrônico da empresa: www.uplbrasil.com Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com |
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Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: >5000 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos (4 horas): Não determinada nas condições do teste. Corrosão/irritação cutânea em coelhos: O produto aplicado na pele de coelhos produziu eritema e edema completamente reversíveis dentro 72 horas. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele. Corrosão/irritação ocular em coelhos: O produto aplicado nos olhos dos coelhos produziu opacidade da córnea, irite, hiperemia na conjuntiva, quemose e secreção. Todos os sinais de irritação regrediram em 7 dias após a aplicação. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para os olhos. Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante. Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: Hidrazida malêica: Em estudos de toxicidade repetida em camundongos, ratos e cães, pela via oral, foram observados efeitos de toxicidade geral como diminuição do peso corpóreo com NOAEL de 25 mg/kg/p.c./dia em estudo de 1 ano em cães e estudo de 2 anos em ratos. Em ratos, a administração via dérmica durante 3 semanas não causou efeitos significativos de toxicidade até a dose de 1000 mg/kg p.c./dia. A substância não demonstrou potencial mutagênico com base em uma série de estudos in vitro e in vivo e também não demonstrou potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos, pela via oral. Em estudos de toxicidade para a reprodução, em ratos, não foram observados efeitos sobre a fertilidade ou sobre o desempenho reprodutivo. A hidrazida malêica também não apresentou potencial teratogênico em ratos e coelhos. EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS: Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos. SINTOMAS DE ALARME: Não são conhecidos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE • Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) (X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. Página 10 de 13
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou (19) 3518-5465. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico etc., ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Página 11 de 13
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. Página 12 de 13
TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Página 13 de 13