EXCELLENCE MIG 66/ MIG DUO EVOLUTION / FLY EQUILIBRIO SYNC Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária– MAPA sob no 44218
COMPOSIÇÃO
Beauveria bassiana cepa IBCB66 (mínimo 2,5 x 109 UFC/g) ...................................................................92,6 g/Kg (9,26%) Outros Ingredientes. ..............................................................................................................................907,4 g/Kg (90,74%) CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: inseticida e acaricida microbiológico TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó molhável (WP) TITULAR DO REGISTRO: EXCELLENCE INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS BIOLÓGICOS Ltda. Rua 17, n° 78 Lote Quinhão 12A2, Bairro Polo empresarial nova Canaã, Senador Canedo/ GO - CEP: 75257-182 C.N.P.J. 25.071.206/0002-14 - Tel. (62) 3225-7062 Registro na Agencia Goiânia de Defesa Agropecuária – AGRODEFESA nº 2190/2018. FABRICANTE/ FORMULADOR: Rua 17, n° 78 Lote Quinhão 12A2, Bairro Polo empresarial nova Canaã, Senador Canedo/ GO - CEP: 75257-182 C.N.P.J. 25.071.206/0002-14 - Tel. (62) 3225-7062 Registro na Agencia Goiânia de Defesa Agropecuária – AGRODEFESA nº 2190/2018.
| No. do lote ou partida | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação | |
| Data de vencimento |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação Data de vencimento ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO. Indústria Brasileira Armazenar sob refrigeração a 25ºC por até 90 dias. Produto indicado para o controle mosca-branca (Bemissia tabaci raça B), moleque-da-bananeira (Cosmopolites sordidus), ácaro-rajado (Tetranychus urticae), cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), gorgulo-da-cana-deaçúcar (Sphenophorus levis) e broca-do-café (Hypothenemus hampei).
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL
IV – PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA– MAPA
INSTRUÇÕES DE USO
EXCELLENCE MIG 66/ MIG DUO EVOLUTION / FLY EQUILIBRIO SYNC é um inseticida e acaricida microbiológico formulado a partir do fungo Beauveria bassina cepa IBCB 66, com eficácia comprovada para o controle da mosca-branca (Bemissia tabaci raça B), moleque-da-bananeira (Cosmopolites sordidus), ácaro-rajado (Tetranychus urticae), cigarrinhado-milho (Dalbulus maidis), gorgulo-da-cana-de-açúcar (Sphenophorus levis) e broca-do-café (Hypothenemus hampei). CULTURAS, ALVOS BIOLÓGICOS, DOSES, NÚMEROS DE APLICAÇÕES
| CULTURAS | ALVO BIOLÓGICO Nome comum (Nome científico) | DOSE (g p.c./ha) | NÚMERO DE APLICAÇÕES |
|---|---|---|---|
| Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. | Mosca-branca (Bemissia tabaci raça B) | Dose de aplicação 0,3kg/ha do produto comercial (equivalente a 0,75 x 1012 conídios viáveis/ha) | A aplicação deve ser realizada com umidade relativa acima de 70%. Reaplicar em intervalo de 14 dias, e não devem ser efetuadas mais que 4 aplicações por safra da cultura. |
| Moleque-da- bananeira (Cosmopolites sordidus), | Dose de aplicação 2kg/ha do produto comercial (equivalente a 5 x 1012 conídios viáveis/ha) | A aplicação deve ser realizada: 100 iscas do tipo “telha”/ha;50 mL de pasta fúngica/isca; 1x109 esporos/mL pasta. Realizar 3 aplicações. | |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae), | Dose de aplicação 0,4kg/ha do produto comercial (equivalente a 1 x 1012 conídios viáveis/ha) | A aplicação deve ser realizada em baixas infestações da praga, com umidade relativa elevada, em seis pulverizações a cada 3 a 4 dias. Com jato dirigido para a parte inferior das folhas. | |
| Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), | Dose de aplicação 3,2kg/ha do produto comercial (equivalente a 8 x 1012 conídios viáveis/ha) | Realizar mais de uma aplicação | |
| Gorgulo-da-cana-de- açúcar (Sphenophorus levis) | Dose de aplicação 2,88 kg/ha do produto comercial (equivalente a 7,2 x 1012 conídios viáveis/ha) | Única aplicação após 1 mês da colheita da cultura, após constatado a presença de adultos da praga na área, aplicando-se 70% da calda | |
| Broca-do-café (Hypothenemus hampei | Para escolha da dose, o número de plantas por hectare deve ser levado em consideração; se o nível de infestação estiver em 3,5%, utilizar a maior dose indicada. Até 5000 plantas por ha (2,5 x 1012 a 4,5 x 1012 conídios/ha) De 1,00 a 1,8 kg/ha. Entre 5000 a 10000 plantas por ha (4,5 x 1012 a 6,5 x 1012 conídios/ha) De 1,8 a 2,6 kg/ha. Entre 10000 a 15000 plantas por ha (6,5 x 1012 a 8,5 x 1012 conídios/ha) De 2,6 a 3,4 kg/ha. Entre 15000 a 20000 plantas por ha (8,5 x 1012 a 1,0 x 1013 conídios) De 3,4 a 4,0 kg/ha. | Iniciar as aplicações quando o resultado do monitoramento indicar nível de infestação entre 1 a 3,5% nos “focos” ou na área toda. Realizar três pulverizações com intervalo de 25 a 30 dias entre elas: a primeira deve ser direcionada à “saia” do cafeeiro; as demais devem ser em planta inteira, com boa cobertura dos frutos. Aplicar no final da tarde com umidade relativa acima de 60% ou à noite; em dias nublados, com temperatura amena e umidade relativa acima de 70%, pode ser aplicado em qualquer horário. Em caso de ocorrência de chuva logo após a pulverização, é necessário reaplicar o produto. |
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Soja e pepino: Reaplicar em intervalo de 14 dias, e não devem ser efetuadas mais que 4 aplicações por safra da cultura. Banana: A aplicação deve ser realizada: 100 iscas do tipo “telha”/ha; 50 mL de pasta fúngica/isca; 1 x 109 esporos /mL de pasta. Realizar 3 aplicações. Morango: A aplicação deve ser realizada em baixas infestações da praga, com umidade relativa elevada, em seis pulverizações a cada 3 a 4 dias, com o jato dirigido para a face inferior das folhas. Milho: Realizar mais de uma aplicação. Café: Realizar três pulverizações com intervalo de 25 a 30 dias entre elas. Continuar o monitoramento, mesmo depois da terceira aplicação; se os resultados indicarem que o nível máximo de infestação foi atingido, aplicar novamente. Para a escolha da dose, o número de plantas por hectare deve ser levado em consideração; se o nível de infestação estiver em 3,5%, utilizar a maior dose indicada na faixa. Para o monitoramento, recomenda-se: - Dividir a lavoura em talhões homogêneos, considerando as cultivares, a idade das plantas, a localização dos talhões (topo, baixada, próximo à mata, ao terreiro de secagem), a modalidade de plantio (convencional, adensado, sombreado), dentre outros aspectos relevantes em cada cultivo; - Iniciá-lo a partir da ocorrência dos primeiros frutos em estágio “chumbinho” ou, no máximo, entre os estágios “chumbinho” e “chumbão” (os da primeira florada, mesmo que seja parcelada). Os frutos “chumbinho” não são adequados à postura de ovos pela broca, mas o monitoramento preventivo nesta fase tem como objetivo identificar o início da infestação, quando a fêmea fundadora sai do fruto onde passou a entressafra e fica mais exposta e vulnerável à ação do fungo, já que os frutos “chumbinho” da nova safra ainda não estão em estágio ideal para a oviposição. - Realizá-lo mensalmente até a colheita, mas caso seja observado um aumento no nível de infestação, realizá-lo com periodicidade quinzenal; - Manter um registro ano a ano dos resultados para identificar talhões que, historicamente, apresentem uma infestação mais acentuada. MODO/ EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Moleque-da-bananeira: Diluir o produto em água formando uma pasta homogênea. Aplicar a pasta sobre toda a superfície seccionada de iscas-atrativas (tipo telha ou queijo). Distribuir na base das plantas 100 iscas/ha, mantendo-as com a superfície tratada voltada para o solo. Substituir as iscas em intervalos de 15 dias, observando o limite máximo de 3 aplicações. Hortaliças, ornamentais: Diluir o produto em água e aplicar sobre as culturas com pulverizador. Para o controle da moscabranca (B. tabaci biótipo B) as aplicações deverão ser feitas visando à face inferior das folhas onde se encontram as pragas. Broca-do-café: a primeira pulverização deve ser direcionada à “saia” do cafeeiro; as demais devem ser em planta inteira, com boa cobertura dos frutos Preparo da calda: Pré-mistura: após abrir a embalagem acrescentar o produto na proporção de 1:10, ou seja, 1 kg de produto para 10 litros de água e mistura a calda até alcançar a homogeneização do produto. Aplicação terrestre via barra de pulverização: Preencher o tanque de pulverização até a metade, ligar o agitador por 10 minutos para em seguida acrescentar a prémistura, completar com água até a capacidade do tanque em contínua agitação. A aplicação deverá ser iniciada logo após a mistura no tanque, o pulverizador deverá ser posicionado rente a lavoura, ligar a barra e deixar esguichar o produto diluído para então iniciar a pulverização. Realizar a aplicação no horário mais fresco do dia. Aplicação via pivô: Preencher o recipiente de irrigação até a metade, acrescentar o produto aos poucos agitando continuamente até a completa homogeneização, completar com água até a capacidade do tanque em contínua agitação. Após completado o recipiente em sua capacidade iniciar a aplicação via pivô. Aplicação manual (via bomba costal): Realizar a pré-mistura da seguinte forma, em um recipiente acrescentar o produto na proporção de 1:5, ou seja, 0,5 -1,0 kg de produto para 2,5-5,0 litros de água e mistura a calda até alcançar a homogeneização do produto. No tanque de pulverizador costal, preencher com água até a metade seguida acrescentar a pré-mistura, completar com água até a capacidade do tanque. A aplicação deverá ser iniciada logo após a mistura no tanque. Realizar a aplicação no horário mais fresco do dia.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Recomenda-se 4 horas ou até a secagem da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.
LIMITAÇÕES DE USO
Aplicar somente com umidade relativa do ar acima de 70%, e preferencialmente em dias nublados ou à noite, para evitar ou reduzir a exposição dos conídios do fungo à radiação ultravioleta (UV) (fator de inviabilização do fungo). O pH ideal da água é menor que 7. FITOTOXICIDADE PARA AS CULTURAS INDICADAS: O produto não é fitotóxico para as culturas nas doses e condições recomendadas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de fitopatógenos a cepa IBCB 66. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas – IRAC – BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência de inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos produtos: • Qualquer produto para controle de praga da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga; • Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo Integrado de Pragas (MIP); • Incluir outros métodos de controle (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de MIP, quando disponível e apropriado; • Informações sobre possíveis casos de resistência em inseticidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Comitê de Ação à Resistência de Inseticidas (IRAC-BR: www.irac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomendase que estes programas sejam implementados
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES: PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS. MICRORGANISMOS PODEM TER O POTENCIAL DE PROVOCAR REAÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO. INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO. PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE CONTATO NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO. PESSOAS QUE TENHAM SIDO SUBMETIDAS À CIRURGIAS OCULARES COMO TRABECULECTOMIA, IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VÁLVULA DE AHMED OU PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola; - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; -Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados; - Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos ou viseira facial e luvas; - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente, botas, avental, máscara, óculos com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente, botas, avental, máscara, óculos com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia; - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente, botas, avental, máscara, óculos com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: luvas, touca árabe, óculos, máscara, avental, botas e macacão; - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente por pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. INTOXICAÇÕES POR Beauveria bassiana
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Nome Técnico | EXCELLENCE MIG 66/ MIG DUO EVOLUTION / FLY EQUILIBRIO SYNC |
|---|---|
| Nome científico | Beauveria bassiana |
| Classe toxicológica | CATEGORIA 5 – Produto improvável de causar dano agudo. |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. |
| Efeitos registrados em Literatura associados ao micro- organismo | Não é esperado efeito toxigênico causado pela exposição ao Beauveria bassiana. Estudos laboratoriais de Toxicidade / Patogenicidade com o isolado IBCB 66 não demonstraram toxicidade ou capacidade patogênica. |
| Sintomas e sinais clínicos | Nos testes de irritação/corrosão ocular este produto causou irritação leve da conjuntiva, reversível em 72 horas. Não foi sensibilizante dérmico. |
| Diagnóstico | O diagnóstico pode ser feito com o isolamento e identificação macroscópica ou por técnicas de biologia celular. |
| Tratamento | O tratamento é sintomático. Não há antídoto específico. O tratamento para o caso de infecção fúngica deve ser feito com antimicóticos, conforme definido em protocolos específicos. Deve haver monitoramento para desenvolvimento de possíveis reações de hipersensibilidade. Medidas de suporte devem ser adotadas se necessárias. Exposição Oral: Não há registro de reações associadas ao fungo. O tratamento é sintomático e inclui o monitoramento para o desenvolvimento de possíveis reações de hipersensibilidade. Exposição Inalatória: O tratamento inclui o monitoramento para desenvolvimento de possíveis reações de hipersensibilidade. Caso seja verificada alguma sintomatologia do trato respiratório, o paciente deve ser monitorado e receber o auxílio para ventilação, se necessário. |
| Exposição Ocular: Irrigue com água corrente ou salina a 0,9% por pelo menos 15 minutos. Assegure que não haja partículas remanescentes na conjuntiva e córnea. Encaminhar para um oftalmologista, se necessário. Exposição Dérmica: Lave a pele exposta com água e sabão. Monitore para possíveis reações de sensibilização. | |
|---|---|
| Contra indicações | A indução de vômito é contra indicado em razão do risco potencial de aspiração. |
| ATENÇÃO | - Disque Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. - Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica-RENACIAT/ ANVISA/ MS. - Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). - Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de emergência da empresa: (62) 3225-7062. Correio eletrônico da empresa: laboratório@excellencebio.com Endereço eletrônico da empresa: www.agriponbrasil.com.br |
- Disque Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. - Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica-RENACIAT/ ANVISA/ MS. - Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). - Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de emergência da empresa: (62) 3225-7062. Correio eletrônico da empresa: laboratório@excellencebio.com Endereço eletrônico da empresa: www.agriponbrasil.com.br
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Não foram realizados testes com animais experimentais e também não são conhecidos dados sobre o metabolismo em seres humanos.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Nenhum efeito tóxico, infectivo ou patogênico foi observado em estudos toxicológicos agudos em animais. Os animais não apresentaram alterações clínicas de toxicidade, infectividade e patogenicidade por via pulmonar, intraperitoneal/intravenosa oral ou dérmica. Não foi observada mortalidade de animais nos testes realizados. Não foi verificada irritação ou sensibilização dérmica nos estudos realizados, mas deve ser considerado que micro-organismos em geral têm potencial sensibilizante. Por se tratar de formulação sólida, pode haver irritação em contato com os olhos.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS -IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE • Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. • Observe legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES • Isole e sinalize a área contaminada. • Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão, botas, máscara, óculos ou viseira facial e luvas). • Procure impedir que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d’água. • Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não será utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, pelo telefone indicado acima, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave o local com grande quantidade de água. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Contate as autoridades locais competentes e a EXCELLENCE INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS BIOLÓGICOS Ltda. Telefone da empresa: (62) 3225-7062. • Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. 5. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone (62) 3225-7062, para sua devolução e destinação final. Para a desativação dessas estruturas do fungo pode ser utilizado uma esterilização por calor úmido com autoclave a 121°C, pressão 1 atm, por 1 hora, sendo que o inerte com o material do fungo completamente morto pode ser depositado em aterros sanitários para lixo urbano. 6. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE ESTADUAL, FEDERAL OU MUNICIPAL De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.