Bula oficial · registro MAPA nº 5714

Bula do Evos

Bula completa do Evos (registro MAPA nº 5714), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: flutriafol e Azoxistrobina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 24 páginas no PDF.

Página 1 de 24 Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 5714

COMPOSIÇÃO

Methyl (E)-2-{2-[6-(2-cyanophenoxy) pyrimidin-4-yloxy]phenyl}-3-methoxyacrylate (AZOXISTROBINA) ................................................................................. 250,00 g/L (25,00% m/v) (RS)-2,4'-difluoro-a-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl) benzhydryl alcohol (FLUTRIAFOL) …………………………………………………………………250,00 g/L (25,00% m/v) Outros ingredientes ...................................................................................657,10 g/L (65,71% m/v) GRUPO C3 FUNGICIDA GRUPO G1 FUNGICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida sistêmico GRUPO QUÍMICO: Estrobilurina (Azoxistrobina) e Triazol (Flutriafol) TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)

GRUPOC3FUNGICIDA
GRUPOG1FUNGICIDA

TITULAR DO REGISTRO (*): ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA Avenida Silvia Jardim, n°. 2600 - 19° andar - Água Verde - Curitiba/PR – CEP: 80240-020 Tel. (41) 3071-9100 - CNPJ: 10.409.614/0001-85 Inscrição Estadual: 90.463.291-01 - Registro Estadual no 003483 – SEAB/PR (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO: AZOXISTROBINA TÉCNICO AGRISOR - Registro MAPA nº 31319: CAC NANTONG CHEMICAL CO., LTD.: Fourth Huanghai Road, Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong County, 226407 Nantong City, Jiangsu Province – China AZOXISTROBINA TÉCNICO ALTA - Registro MAPA nº 07112: LIANYUNGANG AVILIVE CHEMICAL CO., LTD: Dui Gou Gang Town (Chemical Industry Zone) Guan Nan County, Lian Yun Gang city, Jiangsu Province - China AZOXISTROBINA TÉCNICO ALTA II - Registro MAPA nº 18218: SHANGHAI HEBEN-EASTSUN MEDICAMENTS CO., LTD: No 2 Linbao Road, South of Tinglin Industrial Park, Jinshan, Shanghai, 201505 – China AZOXYSTROBIN TÉCNICO BAILLY - Registro MAPA nº 1618: TAIZHOU BAILLY CHEMICAL CO., LTD.: Nº 9, Zhonggang Road, Taixing Economic Developing Zone, Taixing City, 225404, Jiangsu - China AZOXISTROBIN TÉCNICO SINON - Registro MAPA nº 16016: SINON CORPORATION: 101, Nanrong Road, DaDu District, Taichung City 43245 - Taiwan, ROC SINON CHEMICAL CO., LTD: 28, Beicun road, Zhelin Town, Fengxian District Shanghai - China

Página 2 de 24 ZHEJIANG UDRAGON BIOSCIENCE CO., LTD.: Nº 1 Fangjiadai Road, Haiyan Economic Development Zone 314304, Haiyan, Zhejiang – China AZOXISTROBINA TÉCNICO RAINBOW - Registro MAPA nº 39119: SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.: Binhai Economic Development Area Weifang Shandong 262737 - China. FLUTRIAFOL TECNICO ALTA - Registro MAPA nº 15412: JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO. LTD.: Unidade I: 28 Chengbei Road - Zhangjiagang, 215600 Jiangsu – China Unidade II: North Area of Dongsha Chem-Zone 215600 - Zhangjiagang - Jiangsu - China FLUTRIAFOL TÉCNICO SINON - Registro MAPA nº 2707: SINON CORPORATION: 101, Nanrong Road, DaDu District, Taichung City 43245 - Taiwan, ROC SINON CHEMICAL CO., LTD: 28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District Shanghai - China FORMULADORES / MANIPULADORES: CAC NANTONG CHEMICAL CO., LTD. Fourth Huanghai Road, Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong Country, Jiangsu Province, Nantong City, 226407 – China HEBEI VEYONG BIO-CHEMICAL CO., LTD. Nº.6, Middle Huagong Road, Circulation Chemical Industry Park, Shijiazhuang City, Hebei - China JIANGSU RUIDONG PESTICIDE CO., LTD.: Nº 12 Liangchang East Road Jintan, Jiangsu - China JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO. LTD.: Unidade I: 28 Chengbei Road - Zhangjiagang, 215600 Jiangsu – China Unidade II: North Area of Dongsha Chem-Zone 215600 - Zhangjiagang - Jiangsu - China JIANGYIN SULI CHEMICAL CO., LTD. Nº 7, Runhua Road, Ligang Town 214444, Jiangsu province, Jiangyin City - China NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD.: Beihai Road, nº 1165, Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Town 315040, Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang Province – China QINGDAO RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Xinhe Eco-Chemical Science and Technology Industry Base, Qingdao, Shandong - China SHANGHAI HEBEN-EASTSUN MEDICAM. CO., LTD: No 2 Linbao Road, South of Tinglin Industrial Park, Jinshan, Shanghai, 201505 – China SHANGYU NUTRICHEM CO. LTD.: Nº 9 Weijiu Road Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area, 312369 Zhejiang – China SINON CHEMICAL CO., LTD:

Página 3 de 24 101, Nanrong Road, DaDu District, Taichung City 43245, Taiwan, ROC SINON CORPORATION: 28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District Shanghai - China TAGMA BRASIL IND. E COM. DE PROD. QUÍM. LTDA.: Av. Roberto Simonsen, 1459 – Recanto dos Pássaros, Paulínia/SP - Brasil – CEP:13.148-030 CNPJ: 03.855.423/0001-81 / Reg. Est. nº:477 - CDA/SP ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD. Zhongshan, Xiaopu, 313116, Changxing, Zhejiang – China ANHUI GUANGXIN AGROCHEMICAL CO., LTD. Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235, Anhui, China.

Nº do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

Produto Importado / Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO

MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Faixa azul (Azul PMS Blue 293 C)

Página 4 de 24 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO

EVOS é um fungicida sistêmico, usado em pulverizações preventivas, que apresenta duplo modo de ação. Atua como inibidor da biossíntese do ergosterol que é constituinte da membrana celular dos fungos e como inibidor do transporte de elétrons nas mitocôndrias das células dos fungos, inibindo assim, a formação de ATP essencial nos processos metabólicos dos fungos. Dependendo do patógeno, o produto também apresenta ação curativa e erradicante. Efeito fisiológico: A aplicação de EVOS, nas doses recomendadas, podem proporcionar efeitos fisiológicos positivos às plantas e aumentar a produtividade, melhorando a qualidade do produto final.

CulturaAlvosDose (L p.c./ha)Volume de Calda (L/ha)NúmeroMáx imo de AplicaçãoÉpoca e Intervalo de Aplicação
AlgodãoMancha de mirotécio (Myrothecium roridum)0,20 - 0,30 + 0,5%v/v de óleo mineral100-200 (aplicação terrestre) 30 a 40 L/ha (aplicação aérea)3Iniciar as aplicações preventivamente, reaplicando, se necessário, a cada 14 dias.. Para a Ramulária, iniciar as aplicações aos 40-45 dias após a emergência da cultura.
Ramulária (Ramularia areola)
AmendoimFerrugem-do- amendoim (Puccinia arachidis)0,25400 (aplicação terrestre) 30 a 40 L/ha (aplicação aérea)3As aplicações devem ser realizadas de forma preventiva , ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Reaplicar, se necessário, em intervalo de 15 dias. Utilizar a maior dose quando ocorrer maior pressão e em condições favoráveis para o desenvolvimento, da doença. . Realizar programa de rotação de ativos, não utilizar EVOS em aplicações consecutivas.
BananaSigatoka Amarela (Mycosphaerell a musicola)0,520 (aplicação terrestre) 30 a 40 L/ha (aplicação aérea)4Iniciar a aplicação no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 14 dias.
Sigatoka Negra (Mycosphaerell a fijiensis)

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BatataPinta Preta (Alternaria solani)0,40 -0,50500 (aplicação terrestre) 30 a 40 L/ha (aplicação aérea)4As aplicações devem ser realizadas de forma preventiva ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Reaplicar, se necessário, em intervalo de 7 dias. Utilizar a maior dose quando ocorrer maior pressão da doença e condições favoráveis para o desenvolvimento, da mesma. Realizar programa de rotação de ativos, não utilizar EVOS em aplicações consecutivas
CaféFerrugem-do- cafeeiro (Hemileia vastatrix)0,6 + 0,5%v/v de óleo mineral400 (aplicação terrestre) 30 a 40 L/ha (aplicação aérea)2Iniciar as aplicações preventivamente, reaplicando, se necessário, a cada 62 dias. A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índices de infecção foliar de até 5% (vide NOTA). EVOS deverá ser utilizado, preferencialmente, na época preconizada para o controle das doenças no período de maior infecção, o que normalmente ocorre nos meses de dezembro a fevereiro.
Mancha-de- olho-pardo (Cercospora coffeicola)
NOTA: Método de Amostragem: coletar ao acaso do terço médio da planta folhas entre o 2º e o 4º par de folhas do ramo, 10 folhas por planta sendo 5 de cada lado de 20 a 30 plantas por talhão conforme a uniformidade do mesmo. Em regiões onde as condições são favoráveis à ocorrência de cercosporiose, recomenda-se realizar uma aplicação preventiva no mês de novembro de fungicida cúprico seguindo-se com o início da primeira aplicação em dezembro de EVOS na dose de 0,6 L/ha e segunda em fevereiro na dose 0,6 L/ha.
Aplicação foliar
Cana-de-açúcarFerrugem marrom (Puccinia melanocephal)0,35 - 0,40 + 0,5%v/v de óleo mineral100-200 (aplicação terrestre) 30 a 40 L/ha (aplicação aérea)4Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas de doença na área. Reaplicar em intervalos de 30 dias, efetuando no máximo 4 aplicações por ciclo. Essas aplicações deverão ser concentradas no período de máximo desenvolvimento vegetativo da planta. Utilizar a maior dose em variedades com maior suscetibilidade à ferrugem, plantada em época favorável à ocorrência da doença
Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas de doença na área. Reaplicar em intervalos de 30 dias, principalmente em variedades suscetíveis à doença, efetuando no máximo 4 aplicações por ciclo. Essas aplicações deverão ser concentradas no período de máximo desenvolvimento vegetativo da planta.
Ferrugem alaranjada (Puccinia kuehnii)
Aplicação no Sulco

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Podridão- abacaxi (Ceratocystis paradoxa)0,25 – 0,30 + 0,5%v/v de óleo mineral100-200 (aplicação terrestre)1Aplicar sobre os toletes no sulco de plantio, através de pulverização em jato dirigido. Utilizar a maior dose em época mais favorável à ocorrência da doença ou em áreas com histórico de ocorrência do patógeno. .
Cebola
Mancha- púrpura (Alternaria porri) )0,40 + 0,5% v/v de óleo mineral (menor pressão da doença)500 (aplicação terrestre) )5Iniciar as aplicações preventivamente, durante a fase de intenso desenvolvimento vegetativo, ou sejade 30 a 40dias após o plantio., Dependendo do sistema de plantio ( mudas ou bulbos ou sementes), reaplicar , se necessário, a cada 7 dias. Sob condições de menor pressão da doença, utilizar a dose de 0,4 L/ha. Realizar no máximo 5 aplicações, respeitando-se a quantidade máxima de 2,0 L/ha de produto e o intervalo de carência. Intercalar com fungicida (s) de outro (s) grupo (s) químico (s). Sob condições de maior pressão da doença, utilizar a dose de 0,5 L/ha. Realizar no máximo 4 aplicações, respeitando-se a quantidade máxima de 2,0 L/ha de produto Intercalar fungicida (s) de outro (s) grupo (s) químico (s).
0,50 + 0,5% v/v adjuvante a base de óleo mineral (maior pressão da doença)4
CitrosMancha preta (Phyllosticta citricarpa)0,32000 (aplicação terrestre) 30 a 40 L/ha (aplicação aérea)3As aplicações devem ser realizadas de forma preventiva à ocorrência da doença, ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Reaplicar, se necessário, em intervalo de 30 dias. Devem ser realizadas, no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
FeijãoMancha- angular (Phaeoisariopsi s griseola)0,20 - 0,30 + 0,5%v/v de óleo mineral100-200 (aplicação terrestre) 30 a 40 L/ha (aplicação aérea)3Iniciar as aplicações preventivamente aos 20 a 30 dias após à emergência da cultura. Reaplicar, se necessário, no intervalo de 14 dias, intercalando com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químicos, se necessário.. Utilizar a dose mais alta em condições favoráveis ao desenvolvimento da doença
Ferrugem (Uromyces appendiculatus)

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MilhoMancha-de- cercospora (Cercospora- zeae-maydis)0,25 - 0,30 + 0,5%v/v de óleo mineral100-200 (aplicação terrestre) 30 a 40 L/ha (aplicação aérea)2Para o controle das doenças foliares indicadas na cultura do milho, EVOS deverá ser aplicado de forma preventiva aos 40-50 dias após o plantio (observando-se o desenvolvimento da cultura, em função da precocidade do material utilizado). Intervalo de reaplicação: Mancha-de-cercospora e Mancha- de- Phaeosphaeria: 20 dias; Ferrugem-Polisora: 14 dias.
Mancha-de- Phaeosphaeria (Phaeosphaeria maydis)
Ferrugem- Polisora (Puccinia polysora)0,30 + 0,5% v/v de óleo mineral
SojaAntracnose (Colletotrichum truncatum)0,25 + 0,5%v/v de óleo mineral100-200 (aplicação terrestre) 30 a 40 L/ha (aplicação aérea)3À aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3) e repetir se necessário dependendo da evolução da doença
Mancha- aureolada (Thanatephorus cucumeris)
Mancha-alvo (Corynespora cassiicola)
Mancha- púrpura-da- semente (Cercospora kikuchii)
Mancha-parda (Septoria glycines)
Oídio (Microsphaera diffusa)0,25 + 0,5%v/v de óleo mineral100-200 (aplicação terrestre) 30 a 40L/ha3A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índices de infecção foliar de 20%, repetir, se necessário, dependendo da evolução da doença

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(aplicação aérea)
TomatePinta Preta (Alternaria solani)0,30 -0,50500 (aplicação terrestre) 30 a 40L/ha (aplicação aérea)5Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo, se necessário, em intervalos de 07 a 10 dias, intercalando com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químicos.. Utilizar a dose mais alta em condições favoráveis ao desenvolvimento da doença.
TrigoBrusone* (Pyricularia grisea)0,20 - 0,25 + 0,5%v/v de óleo mineral100-200 (aplicação terrestre) 30 a 40L/ha (aplicação aérea)3Deverá ser aplicado de forma preventiva ou nos estágios iniciais de infecção das doenças foliares do trigo (até 5% de incidência), observando-se um intervalo de 20 dias. Utilizar a menor dose quando o nível de incidência de ataque mencionado for atingido antes da emissão da folha bandeira, repetindo, se necessário, quando o índice for novamente alcançado. Utilizar uma única aplicação de 0,25 L/ha quando o nível de incidência mencionado for alcançado após a emissão da folha bandeira. *Para o controle da Brusone iniciar as pulverizações preventivamente quando a cultura estiver em fase de "emborrachamento" (pré- emissão dos cachos) e repetir no início do florescimento..
Ferrugem-da- folha (Puccinia triticina)
Helmintosporio se (Bipolaris sorokiniana)

Obs.: 1 litro do produto comercial contém 250 g de Azoxistrobina e 250 g de Flutriafol. MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicar EVOS nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. O produto pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado. A boa cobertura da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado. As recomendações para os equipamentos de aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação empregada. Preparo da Calda: O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção

Página 9 de 24 individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva. APLICAÇÃO VIA TERRESTRE: - . - APLICAÇÃO VIA TERRESTRE: A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como: Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. APLICAÇÃO VIA AÉREA Indicada para as culturas: de algodão, amendoim, banana, batata, café, cana-de-açúcar, citros, feijão, milho, tomate, soja e trigo Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros

Página 10 de 24 operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação. Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. Volume de calda: 10 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada. Condições Climáticas: Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos: - Temperatura ambiente abaixo de 30ºC. - Umidade relativa do ar acima de 50%. - Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Culturas Intervalo de Segurança (Dias) Algodão Amendoim Banana Batata Café Cana-de-açúcar (Foliar) Cana-de-açúcar (Sulco) (1) Cebola Citros Feijão Milho Soja Tomate Trigo (1) Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego (aplicação no sulco de plantio).

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de

CulturasIntervalo de Segurança (Dias)
Algodão30
Amendoim28
Banana03
Batata03
Café30
Cana-de-açúcar (Foliar)60
Cana-de-açúcar (Sulco)(1)
Cebola14
Citros07
Feijão14
Milho42
Soja30
Tomate03
Trigo30

Página 11 de 24 proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: - Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C3 e do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; Se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-lo isoladamente; - Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc; - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; - Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAP: www.agricultura.gov.br).

GRUPOC3FUNGICIDA
GRUPOG1FUNGICIDA

Página 12 de 24 O produto fungicida EVOS é composto por azoxistrobina e flutriafol, que apresentam mecanismos de ação: inibidor do complexo III/ citocromo bc1 e na 14C-demetilase na biosíntese de esterol, pertencentes aos Grupos C3 e G1 respectivamente, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. A integração dos métodos de controle cultural, mecânico ou físico, controle biológico e controle químico, juntamente com a adoção das boas práticas agrícolas, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Página 13 de 24 MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

PRECAUÇÕES GERAIS

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA - Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança

Página 14 de 24 (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento, aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS À APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, botas de borracha, avental impermeável, respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Os equipamentos de proteção individual (EPl) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental impermeável, botas de borracha, macacão com tratamento hidrorrepelente, luvas de proteção contra produtos químicos e respirador. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida: a) Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. b) Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança

Página 15 de 24 ATENÇÃO Nocivo se ingerido PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirála. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR AZOXISTROBINA E FLUTRIAFOL -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo QuímicoEstrobilurina (Azoxistrobina) Triazol (Flutriafol)
Classe toxicológicaCategoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Vias de ExposiçãoOral, dérmica, ocular e inalatória

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ToxicocinéticaFlutriafol: Absorção: Oral, inalatória e dérmica. Metabolismo: Não se detectou FLUTRIAFOL inalterado no sangue, nos tecidos, ou na urina dos ratos, cães e macacos. O principal metabólito detectado foi tetraidroftalimida no sangue, nas fezes e na urina. Nenhum epóxido do FLUTRIAFOL foi detectado. Em mamíferos, após a administração oral, o FLUTRIAFOL e hidrolisado em tetraidroftalimida e em ácido dicloroacético. A tetraidroftalimida e degradada ao ácido tetraidroftalimídico e mais adiante ao ácido ftálico e a amônia ftálica. Excreção: Quase que totalmente pela urina. Não foi detectado FLUTRIAFOL inalterado no sangue, nos tecidos ou na urina. Azoxistrobina: Aproximadamente 86% do total da dose administrada de AZOXISTROBINA foi excretada em 48 horas. A maior parte do produto foi excretada pelas fezes (via biliar) com cerca de 17% pela urina. O ingrediente ativo foi extensiva e completamente metabolizado tendo sido identificados pelo menos 15 diferentes metabólitos. A biotransformação não foi afetada pela dose. Os estudos sugerem que a absorção e dose- dependente. A absorção oral na dose de 1 mg/kg p.c. foi praticamente completa (100%) desde que não foi detectado o composto parental. A absorção oral da maior dose (100 mg/kg p.c.) foi estimada, em cerca, de 74-81%, desde, que cerca de 19-26% da dose do composto parental foi detectado. Há 2 principais vias metabólicas: hidrolise a metoxi-ácido, seguido da conjugação do ácido glucurônico e conjugação da glutamina do anel do cianofenil seguido de outros metabolismos relacionados ao ácido mercaptúrico. Os maiores níveis de resíduos foram encontrados nos rins e fígado. Não há evidência de bioacumulação.
Toxicodinâmica (Mecanismos de toxicidade)Flutriafol: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos. Azoxistrobina: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos. Nos fungos atua inibindo a respiração mitocondrial pelo bloqueio da transferência de elétrons entre o citocromo B e citocromo C1.
Sintomas e sinais clínicosFlutriafol: Intoxicação aguda: Gastrintestinal Náusea, vômito e diarreia podem seguir da ingestão. Hepática Pode causar depressão hepática e hepatotoxicidade. Dermatológico: O contato repetido ou prolongado com a pele pode acarretar sensibilização; reações alérgicas; dermatite de contato aguda; dermatite eritematosa; dermatite fotoalérgica; rash cutâneo; erupções fotoalérgicas; edema; urticaria; hipersensibilidade imediata e tardia. Genitourinário Pode causar diminuição do pH urinário e prejuízo renal. Dependendo do grau de dermatite, pode acarretar proteinúria e urobilinogênio na urina. Oftálmico O FLUTRIAFOL é corrosivo e irritante aos olhos. Pode ocorrer conjuntivite alérgica e edema periorbital. Sistêmicos

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A exposição repetida ou prolongada por inalação pode causar asma e irritação do sistema respiratório. Pode ocorrer hipertensão; anemia; depressão da atividade da enzima colinesterase, salivação, convulsão, letargia, redução na atividade motora, tremor, diarreia dor de cabeça; náusea; fraqueza; falta de sensibilidade dos membros superiores e dor no esterno e ataxia. Resultados Laboratoriais Mostraram elevada concentração de células sanguíneas brancas, de creatinina quinase e de aspartato aminotransferase. Exposição crônica: Estudos de 90 dias realizados em ratos, na mais alta dose (100 mg/kg), os animais apresentaram decréscimo no peso corpóreo acompanhado de uma redução no consumo alimentar, bem como hipertrofia associada a mudanças ultraestruturais e dos níveis enzimáticos do fígado, também foram notadas alterações na bioquímica do sangue e nos parâmetros hematológicos. Estudo de 90 dias em cães, na mais alta dose (15 mg/kg), houve redução no ganho de peso, aumento no tamanho do fígado e na atividade de aminopirina-N-demetilase hepatica e da fosfatase alcalina do plasma. Azoxistrobina: Intoxicação aguda: Há relatos limitados sobre efeitos clínicos de indivíduos expostos a Azoxistrobina. Foram descritos irritação ocular, prurido, eritema, fraqueza, cefaleia, tontura e dores no trato respiratório (após inalação). Exposição crônica: Em estudos crônicos em animais, o órgão alvo foi o fígado, houve redução no ganho de peso corporal em cães e ratos e alterações nos ductos biliares (ratos machos). No estudo de toxicidade reprodutiva foi relatado redução no ganho de peso corporal de mães e filhotes. Nos estudos de teratogênese foi observado retardamento na ossificação dos filhotes de ratos cujas mães apresentaram redução de peso corporal (doses materno tóxicas).
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda trate o paciente imediatamente.

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TratamentoAntídoto: não ha antidoto especifico. Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte. Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal. Carvão ativado: se liga a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h). 1. Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12) a e 1g/kg em < 1a; Exposição Não provocar vômito, caso ocorra Oral espontaneamente não deve ser evitado; deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Corrija os distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos. Monitore as funções renais e hepáticas. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas para monitorização laboratorial. Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e Exposição auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com Inalatória β2- agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral. Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9%, a temperatura ambiente, Exposição por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas Ocular persistirem, encaminhar o paciente para o especialista. Remova as roupas contaminadas e lave a Exposição área exposta com abundante agua e sabão. Dérmica Encaminhar o paciente para o especialista caso à irritação ou dor persistirem. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú). Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto
Contra- IndicaçõesÀ indução do vomito e contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Exposição OralCarvão ativado: se liga a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h). 1. Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12) a e 1g/kg em < 1a; Não provocar vômito, caso ocorra espontaneamente não deve ser evitado; deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Corrija os distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos. Monitore as funções renais e hepáticas. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas para monitorização laboratorial.
Exposição InalatóriaSe ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com β2- agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
Exposição OcularLave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9%, a temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição DérmicaRemova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante agua e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso à irritação ou dor persistirem.

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Efeitos das Interações QuímicasNão relatados em humanos.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Centro do Controle de Envenenamento do Paraná: 0800 41 0148 ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA. (PLANITOX LINE): 0800 701 0450 Endereço eletrônico da Empresa: www.altadefensivos.com.br

LINE): 0800 701 0450 Endereço eletrônico da Empresa: www.altadefensivos.com.br MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Vide item Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

EFEITOS AGUDOS

DL50 oral em ratos: >300 - 2000 mg/kg. DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg. CL50 inalatória em ratos: Não determinado nas condições de testes. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: A substância-teste aplicada na pele dos coelhos não causou nenhuma irritação cutânea. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi observada durante o período de observação. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: A substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu hiperemia e secreção conjuntivais em 3/3 dos olhos testados, e edema conjuntiva em 1/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retomaram ao normal na leitura em 72 horas após o tratamento para 3/3 dos olhos testados. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi notada durante o período de observação. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante. Mutagenicidade: O produto não é mutagênico

EFEITOS CRÔNICOS

Vide item sintomas e sinais clínicos no Quadro acima.

Página 20 de 24 INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) (X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (Microcrustáceos e Algas). - Não execute aplicação aérea de agrotoxicos em área situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada.

Página 21 de 24 • Contate as autoridades locais competentes e a empresa ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA. • Telefone da empresa: 0800 7077022 e 0800 172020. • Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’agua. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não devera mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2, ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa a embalagem até 1/4 do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador. • Faça esta operação três vezes. • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador. • Acione o mecanismo para liberar o jato de água. • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. • A água de lavagem dever ser transferida para o tanque do pulverizador. • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Página 22 de 24 Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos. • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. • Toda a água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador. • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatório a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Página 23 de 24 • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS • O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação

Página 24 de 24 específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes as atividades agrícolas.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Evos registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 5714 · documento de 08/05/2024.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Evos?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Evos e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Evos é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 5714, documento de 08/05/2024), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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