ESBRILHA Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob n o 6623
COMPOSIÇÃO
Mistura de 80-100% de 2-chloro-6'-ethyl-N-[(1S)-2-methoxy-1-methylethyl)acet-o-toluidide e 20-0% de 2-chloro-6'-ethyl-N- [(1R)-2-methoxy-1-methylethyl)acet-o-toluidide(S-METOLACLORO)......960,0g/L (96,0%m/v) Solvente aromático pesado de nafta (Solvente Naphta).....................................................48,3 g/L (4,83 % m/v) Outros ingredientes ...................... ............... .................... . . . ...........................................99,7 g/L (9,97% m/v)
| GRUPO | HERBICIDA | |||
|---|---|---|---|---|
| K3 |
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida seletivo pré-emergente GRUPO QUÍMICO: Cloroacetanilida. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC) TITULAR DO REGISTRO (*): RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. Av Carlos Gomes, 258 - salas 1103, 1104, 1105 e 1106 - Boa Vista - Porto Alegre/RS CEP: 90.480-000 - Fone: (51) 3237-6414 - CNPJ: 10.486.463/0001-69 Inscrição estadual: 096/3276190 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 1928/09 - SEAPA/RS (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: S-METOLACLORO TÉCNICO RAINBOWRegistro MAPA nº TC03922 SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China S-METOLACHLOR TÉCNICO SAU, Registro MAPA nº TC02024 WEIFANG SINO-AGRI UNION CHEMICAL CO., LTD Lingang Industry Park, Binhai Economic Development Weifang City - Shandong, China. S-METOLACHLOR TÉCNICO BINNONG -Registro MAPA nº TC16021 SHANDONG ZHONGNONG MINCHANG CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD Nº 516, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou 25660 - Shandong, China. FORMULADORES: SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Binhai Economic Development Area, Weifang City, Shandong Province, 262737 - China. ADAMA BRASIL S.A. Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa, Londrina/PR - CEP: 86.031-610. CNPJ: 02.290.510/0001-76 ADAMA BRASIL S.A. Júlio deCastilhos, 2085, Coqueiros, Taquari/RS - CEP: 95.860-000. CNPJ: 02.290.510/0004-19 IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS AvenidaLiberdade, 1701 - Cajuru do Sul, Sorocaba/SP - CEP: 18.087-170. CNPJ: 61.142.550/0001-30 SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. Avenida Parque Sul, Nº 2138, 1º Distrito Industrial, Maracanaú/CE - CEP: 61.939-000. CNPJ: 07.467.822/0001-26 MANIPULADORES: FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA Rod. Presidente Castelo Branco, S/N.º Km 68,5, CEP 18120-970, Mairinque/SP CNPJ: 47.226.493/0001-46 Cadastro estadual: nº 31 CDA/SP TAGMA BRASIL INDUSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Avenida Roberto Simonsen, 1.459 – Bairro Recanto dos Pássaros – Paulínia/SP. CEP 13148-030 CNPJ: 03.855.423/0001-81 Cadastro estadual: nº 477CDA/SP OURO FINO QUÍMICA S.A. Filomena Cartafina nº 22.335, quadra 14, lote 5, Uberaba - MG CNPJ: 64.858.525/0001-45 Cadastro estadual: nº 8.764 – IMA/MG
IMPORTADORES: RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. Rodovia PR-090, 5.695, km 5 - armazém 1K - Parque Industrial Nenê Favoretto - CEP: 86200-000 - Ibiporã/PR CNPJ: 10.486.463/0003-20. Nº do registro do estabelecimento no estado: 1000322 - ADAPAR/PR RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. Avenida Constante Pavan, 4.633 - Betel - CEP: 13148-198 - Paulínia/SP CNPJ: 10.486.463/0004-01. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4402 - CDA/SP RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. Área Rural Projetada, n° 150, Armz 1AK Anexo I - Area Rural de Cuiabá - CEP: 78.099-899 - Cuiabá/MT CNPJ: 10.486.463/0005-92. Nº do registro do estabelecimento no estado: 29164 - INDEA/MT RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. Av. Maria Elias Lisboa Santos, s/nº Quadra 07 Lote 05 salas 09 – Parque Industrial Aparecida Vice-presidente José de Alencar – Aparecida de Goiânia/GO - CEP:74993-530 CNPJ: 10.486.463/0006-73. Nº do registro do estabelecimento no estado: 5139/2023 – AGRODEFESA/GO RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. Rodovia BR-050, km 185 - sala 9 - Jardim Santa Clara - CEP: 38038-050 - Uberaba/MG CNPJ: 10.486.463/0008-35. Nº do registro do estabelecimento no estado: 19.883 - IMA/MG
| No do lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
PODER. Produto Importado
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II -PRODUTO MUITO PERIGOSO
AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: azul
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: ESBRILHA é um herbicida seletivo, indicado para o controle pré-emergente de plantas infestantes nas culturas de Algodão, Amendoim, Aveia, Batata, Batata-doce, Batata-yacon, Caju, Cana-de-açúcar, Canola, Caqui, Cará, Carambola, Cenoura, Centeio, Cevada, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-Fava, Figo, Gengibre, Girassol, Goiaba, Grão-de-bico, Inhame, Lentilha, Mandioca, Mandioquinha-salsa, Mangaba, Milho, Plantas Ornamentais, Soja, Sorgo, Tabaco, Trigo, Triticale, Uva e Uva-de-mesa. - Nas culturas de soja e milho nos sistemas de plantio direto ou convencional. - Para a cultura do sorgo, ESBRILHA deve ser utilizado somente quando as sementes de sorgo forem previamente tratadas com o protetor de sementes/adjuvante. - ESBRILHA pode ser aplicado em pós emergência da cultura da soja. - Na cultura do tabaco deve ser aplicado sequencialmente, com uma aplicação em pré transplantio da cultura, seguida de aplicação na entrelinha, com as plantas daninhas sempre em pré-emergência. Modo de ação: ESBRILHA caracteriza-se pela ação acentuada sobre monocotiledôneas, notadamente sobre as espécies anuais, com forte ação sobre a trapoeraba e algumas espécies de dicotiledôneas. O ingrediente ativo S-METOLACLORO é absorvido através do coleóptilo das monocotiledôneas e hipocótilo das dicotiledôneas, e atua na gema terminal inibindo o crescimento das plantas. O sintoma do efeito herbicida sobre as plantas sensíveis caracteriza-se pelo intumescimento dos tecidos, e pelo enrolamento do caulículo nas monocotiledôneas e nas dicotiledôneas observa-se a clorose, necrose e a morte. A maioria das plantas, porém, morre antes da sua emergência. Área de Utilização I Objetivos dos Tratamentos: ESBRILHA poderá ser recomendado para aplicação no controle pré-emergente das plantas infestantes nas seguintes situações: • Nas infestações exclusivas de monocotiledôneas sensíveis; • Nas infestações predominantes de monocotiledôneas e/ou trapoeraba, com presença de dicotiledôneas sensíveis ao produto; • No Cerrado (região Centro-oeste) nas infestações de capim-braquiária, capim-carrapicho e trapoeraba, associados com dicotiledôneas sensíveis, onde a atividade do produto é favorecida pelas condições climáticas e tipos de solo; • Em aplicação sequencial, exclusivamente na cultura do algodão, aveia, cevada, centeio, tabaco, trigo e triticale. 1) Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas:
| CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES | DOSES (L/ha) | ||
|---|---|---|---|---|
| Solo arenoso | Solo médio | Solo pesado | ||
| ALGODÃO | Capim-marmelada, capim-papuã, marmelada Brachiaria plantaginea | NÃO APLICAR EM SOLO ARENOSO | 1,25 - 1,50L p.c./ha (1.200 - 1.440g i.a./ha) | |
| Capim-carrapicho, timbete* Cenchrus echinatus | ||||
| Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | ||||
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica | ||||
| Trapoeraba* Commelina benghalensis | ||||
| Caruru-roxo, caruru-branco Amaranthus hybridus | ||||
| AMENDOIM ** | Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | Não aplicar em solo arenoso | 1,25 | |
| Capim-marmelada, Capim-papuã, Marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica | ||||
| Capim-arroz*, Capim-canevão Echinochloa crusgalli | ||||
| Caruru-de-mancha, Caruru Amaranthus viridis | ||||
| Caruru-roxo, Caruru Amaranthus hybridus | ||||
| Trapoeraba* Commelina benghalensis | ||||
| BATATA | Picão-branco Galinsoga parviflora | 1,0 – 2,0 | ||
| Capim-colchão, Milhã Digitaria horizontalis | 1,5 – 2,0 | |||
| Caruru-roxo, Caruru-branco Amaranthus hybridus | 2,0 | |||
| CAJU | Trapoeraba* Commelina benghalensis | 1,5 – 1,75 |
| Caruru-de-mancha, caruru Amaranthus viridis | ||
|---|---|---|
| Caruru-roxo, caruru-branco Amaranthus hybridus | ||
| Beldroega Portulaca oleracea | ||
| Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | 1,5 – 2,0 | |
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica | ||
| Capim-braquiaria, braquiaria* Brachiaria decumbens | ||
| Capim-marmelada, capim- papuã, marmelada Brachiaria plantaginea | ||
| Fazendeiro, picão-branco Galinsonga parviflora |
Galinsonga parviflora
| CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES | DOSES (L/ha) | ||
|---|---|---|---|---|
| Solo arenoso | Solo médio | Solo pesado | ||
| CANA-DE- AÇUCAR | Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | NÃO APLICAR EM SOLO ARENOSO | 1,50 - 1,75L p.c./ha (1.440 - 1.680g. i.a./ha) | |
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica | ||||
| Trapoeraba* Commelina benghalensis | ||||
| Caruru-de-mancha, caruru Amaranthus viridis | ||||
| Caruru-roxo, caruru-branco Amaranthus hybridus | ||||
| Beldroega Portulaca oleracea | ||||
| Capim-braquiaria, braquiaria* Brachiaria decumbens | 1,50 - 2,00L p.c./ha (1.440 - 1.920g i.a./ha) | |||
| Capim-marmelada, capim- papuã, marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
| Fazendeiro, picão-branco Galinsonga parviflora | ||||
| Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 2,50 - 3,00L p.c./ha (2.400 - 2.880g i.a./ha) | |||
| Capim-colonião Panicum maximum | ||||
| CANOLA | Caruru-rasteiro, caruru Amaranthus deflexus | 1,00L p.c./ha (960g i.a./ha) | ||
| Capim-marmelada, capim- papuã, marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
| Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | ||||
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica | ||||
| Erva-de-coração, Fedegoso Chamaecrista rotundifolia | 1,25 L p.c./ha (1.200 g i.a./ha) |
| ERVILHA ** | Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | NÃO APLICAR EM SOLO ARENOSO | 1,25 L p.c./ha (1.200 g i.a./ha) |
|---|---|---|---|
| Capim-marmelada, capim- papuã, marmelada Brachiaria plantaginea | |||
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica | |||
| Capim-arroz*, Capim-canevão Echinochloa crusgalli | |||
| Caruru-de-mancha, Caruru Amaranthus viridis | |||
| Caruru-roxo, Caruru Amaranthus hybridus | |||
| Trapoeraba* Commelina benghalensis | |||
| FEIJÃO**/ FEIJÃO- CAUPI **/ FEIJÃO- FAVA ** | Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | 1,25 L p.c./ha (1.200 g i.a./ha) | |
| Capim-marmelada, capim- papuã, marmelada Brachiaria plantaginea | |||
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica | |||
| Capim-arroz, capim-canevão* Echinochloa crusgalli | |||
| Caruru-de-mancha, caruru Amaranthus viridis | |||
| Caruru-roxo, caruru Amaranthus hybridus | |||
| Trapoeraba* Commelina benghalensis | |||
| GIRASSOL | Caruru-rasteiro, caruru Amaranthus deflexus | 1,00L p.c./ha (960g i.a./ha) | |
| Capim-marmelada, capim- papuã, marmelada Brachiaria plantaginea | |||
| Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | |||
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica | |||
| Erva-de-coração, fedegoso Chamaecrista rotundifolia | 1,25L p.c./ha (1.200g i.a./ha) | ||
| GRÃO-DE- BICO ** | Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | 1,25L p.c./ha (1.200g i.a./ha) | |
| Capim-marmelada, Capim-papuã, Marmelada Brachiaria plantaginea | |||
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica | |||
| Capim-arroz*, Capim-canevão Echinochloa crusgalli | |||
| Caruru-de-mancha, Caruru Amaranthus viridis | |||
| Caruru-roxo, Caruru Amaranthus hybridus | |||
| Trapoeraba* Commelina benghalensis | |||
| LENTILHA ** | Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | ||
| Capim-marmelada, Capim-papuã, Marmelada Brachiaria plantaginea | |||
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica | |||
| Capim-arroz*, Capim-canevão Echinochloa crusgalli | |||
| Caruru-de-mancha, Caruru Amaranthus viridis | |||
| Caruru-roxo, Caruru Amaranthus hybridus | |||
| Trapoeraba* Commelina benghalensis |
| CAQUI | Trapoeraba* Commelina benghalensis | 1,5-1,75 |
|---|---|---|
| Caruru-de-mancha, caruru Amaranthus viridis | ||
| Caruru-roxo, caruru-branco Amaranthus hybridus | ||
| Beldroega Portulaca oleracea | ||
| Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | 1,5-2,0 | |
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica | ||
| Capim-braquiaria, braquiaria* Brachiaria decumbens | ||
| Capim-marmelada, capim- papuã, marmelada Brachiaria plantaginea | ||
| Fazendeiro, picão-branco Galinsonga parviflora | ||
| CARAMBOLA | Trapoeraba* Commelina benghalensis | 1,5-1,75 |
| Caruru-de-mancha, caruru Amaranthus viridis | ||
| Caruru-roxo, caruru-branco Amaranthus hybridus | ||
| Beldroega Portulaca oleracea | ||
| Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | 1,5-2,0 | |
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica | ||
| Capim-braquiaria, braquiaria* Brachiaria decumbens | ||
| Capim-marmelada, capim- papuã, marmelada Brachiaria plantaginea | ||
| Fazendeiro, picão-branco Galinsonga parviflora | ||
| FIGO | Trapoeraba* Commelina benghalensis | 1,5-1,75 |
| Caruru-de-mancha, caruru Amaranthus viridis | ||
| Caruru-roxo, caruru-branco Amaranthus hybridus | ||
| Beldroega Portulaca oleracea | ||
| Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | 1,5-2,0 | |
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica |
| GOIABA | Trapoeraba* Commelina benghalensis | 1,5-1,75 |
|---|---|---|
| Caruru-de-mancha, caruru Amaranthus viridis | ||
| Caruru-roxo, caruru-branco Amaranthus hybridus | ||
| Beldroega Portulaca oleracea | ||
| Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | 1,5-2,0 | |
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica | ||
| Capim-braquiaria, braquiaria* Brachiaria decumbens | ||
| Capim-marmelada, capim- papuã, marmelada Brachiaria plantaginea | ||
| Fazendeiro, picão-branco Galinsonga parviflora | ||
| MANGABA | Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,5-1,75 |
| Caruru-de-mancha, caruru Amaranthus viridis | ||
| Caruru-roxo, caruru-branco Amaranthus hybridus | ||
| Beldroega Portulaca oleracea | ||
| Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | 1,5-2,0 | |
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica | ||
| Capim-braquiaria, braquiaria* Brachiaria decumbens | ||
| Capim-marmelada, capim- papuã, marmelada Brachiaria plantaginea | ||
| Fazendeiro, picão-branco Galinsonga parviflora | ||
| MANDIOCA | Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,5-1,75 |
| Caruru-de-mancha, caruru Amaranthus viridis | ||
| Caruru-roxo, caruru-branco Amaranthus hybridus | ||
| Beldroega Portulaca oleracea | ||
| Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | 1,5-2,0 | |
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica | ||
| Capim-braquiaria, braquiaria* Brachiaria decumbens | ||
| Capim-marmelada, capim- papuã, marmelada Brachiaria plantaginea | ||
| Fazendeiro, picão-branco Galinsonga parviflora |
| CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES | DOSES (L/ha) | ||
|---|---|---|---|---|
| Solo arenoso | Solo médio | Solo Pesado | ||
| MILHO | Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | 1,25 – 1,75 L p.c./ha (1.200 – 1.680 g i.a./ha) | ||
| Capim-marmelada, capim-papuã, marmelada Brachiaria plantaginea | 1,50 - 1, 75L p.c./ha (1.440 - 1.680g. i.a./ha) | |||
| Capim-braquiaria, braquiaria* Brachiaria decumbens | ||||
| Capim-carrapicho, timbete* Cenchrus echinatus | ||||
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica | ||||
| Capim-custódio, capim-oferecido* Pennisetum setosum | ||||
| Trapoeraba* Commelina benghalensis | ||||
| Caruru-de-mancha, caruru Amaranthus viridis | ||||
| Beldroega Portulaca oleracea | ||||
| Joá-de-capote* Nicandra physaloides | ||||
| Maria-pretinha* Solanum americanum | ||||
| Caruru-roxo, caruru-branco Amaranthus hybridus | ||||
| Fazendeiro, picão-branco Galinsoqa parviflora | 1,75L p.c./ha (1.680g. i.a./ha) | |||
| Erva-quente Spermacoce latifolia | ||||
| PLANTAS ORNAMENTAIS *** | Caruru-rasteiro, caruru Amaranthus deflexus | Não aplicar em solo arenoso | 1,0 | |
| Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1,0-2,0 | |||
| Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
| Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
| Erva-de-coração, Fedegoso Chamaecrista rotundifolia | Não aplicar em solo arenoso | 1,25 | ||
| Caruru-roxo, caruru-branco Amaranthus hybridus | 1,25 – 1,75 | |||
| Capim-arroz, capim-canevão Echinochloa crusgalli | ||||
| Caruru-de-mancha, caruru Amaranthus viridis | 1,25-2,0 | |||
| Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
| Capim-amargoso Digitaria insularis | Não aplicar em solo arenoso | 1,25-2,0 | ||
| Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,25-2,0 | |||
| Capim-braquiária, braquiária Brachiaria decumbens | 1,5-2,0 | |||
| Fazendeiro, Picão-branco Galinsoga parviflora | ||||
| Joá-de-capote Nicandra physaloides | ||||
| Maria-pretinha Solanum americanum | ||||
| Capim-custódio, capim-oferecido Pennisetum setosum |
| Beldroega Portulaca oleraceae | 1,5-1,75 | ||
|---|---|---|---|
| Poaia-branca Richardia brasiliensis | 1,-75-2,0 | ||
| Erva-quente Spermacoce latifolia | |||
| SOJA | Capim-arroz, capim-canevão* Echinochloa crusgalli | 1,50 - 1, 75L p.c./ha (1.440 - 1.680g. i.a./ha) | |
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica | |||
| Trapoeraba* Commelina benghalensis | 1,50 - 2,00 L p.c./ha (1.440 - 1.920g. i.a./ha) | ||
| Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | |||
| Caruru-de-mancha, caruru Amaranthus viridis | |||
| Caruru-roxo, caruru-branco Amaranthus hybridus | |||
| Capim-marmelada, capim-papuã, marmelada Brachiaria plantaqinea | 1,75 - 2,00L p.c./ha (1.680 - 1. 920g. i.a. /ha) | ||
| Capim-carrapicho, timbete* Cenchrus echinatus | |||
| Capim-braquiária, braquiária* Brachiaria decumbens | |||
| Capim-custódio, capim-oferecido* Pennisetum setosum | |||
| Joá-de-capote* Nicandra physaloides | |||
| Maria-pretinha* Solanum americanum | |||
| Fazendeiro, picão-branco Galinsoga parviflora | |||
| Poaia, poaia-branca Richardia brasiliensis | |||
| Erva-quente Spermacoce latifolia | |||
| Capim-amargoso Digitaria insularis | Não aplicar em solo arenoso | 1,25-2,0 |
| CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS | DOSES (L/ha) | ||
|---|---|---|---|---|
| SOLO ARENOSO | SOLO MÉDIO | SOLO PESADO | ||
| SORGO Utilizar no plantio somente sementes previamente tratadas com protetor / adjuvante que aumente a tolerância da cultura. | Caruru-roxo, Caruru-branco Amaranthus hybridus | 1,0 – 1,5 | ||
| Capim-colchão, Milhã Digitaria horizontalis | ||||
| TABACO | Picão-branco Galinsoga parviflora | Pré-transplantio da cultura 1,25 – 1,5 Pós-transplantio, na entrelinha da cultura 1,0 – 1,5 | ||
| Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus | ||||
| Caruru-roxo Amaranthus hybridus | ||||
| Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | ||||
| UVA | Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,5-1,75 | ||
| Caruru-de-mancha, caruru Amaranthus viridis | ||||
| Caruru-roxo, caruru-branco Amaranthus hybridus | ||||
| Beldroega Portulaca oleracea | ||||
| Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | 1,5-2,0 | |||
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica | ||||
| Capim-braquiaria, braquiaria* Brachiaria decumbens | ||||
| Capim-marmelada, capim- papuã, marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
| Fazendeiro, picão-branco Galinsonga parviflora | ||||
| UVA-DE-MESA | Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,5-1,75 | ||
| Caruru-de-mancha, caruru Amaranthus viridis | ||||
| Caruru-roxo, caruru-branco Amaranthus hybridus | ||||
| Beldroega Portulaca oleracea | ||||
| Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | 1,5-2,0 | |||
| Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica | ||||
| Capim-braquiaria, braquiaria* Brachiaria decumbens | ||||
| Capim-marmelada, capim- papuã, marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
| Fazendeiro, picão-branco Galinsonga parviflora |
Galinsonga parviflora Observações: • * - não indicado para o sistema de plantio-direto.
• ** - o tratamento deve ser complementado com herbicidas pós-emergentes, dependendo das condições de infestação das plantas infestantes. • *** - Na cultura do feijão, o ESBRILHA é recomendado para as seguintes variedades: Carioquinha, IAPAR 44, IAPAR 14, Minuano e ltaporé. • Aplicar as maiores doses em solos mais pesados ou em situações de infestações mais altas das espécies indicadas. Para as culturas de uva e mandioca e sorgo, utilizar as maiores doses recomendadas para solos com maiores teores de argila ou matéria orgânica. Para a cultura do sorgo é necessário utilizar protetor/adjuvante nas sementes, conforme recomendação acima. *** De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019). 1 Aplicação aérea permitida e recomendada para posicionamento em pré-transplantio das mudas. 2) Aplicação sequencial em área total na cultura do algodão, com uma aplicação em pré-emergência da cultura, seguida por uma aplicação em pós-emergência inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas infestantes sempre em pré-emergência:
| CULTURA | PLANTA INFESTANTE CONTROLADA | DOSAGEM (L/ha) APLICAÇÃO SEQUENCIAL | |
|---|---|---|---|
| PRÉ-EMERGÊNCIA DO ALGODÃO* | POS-EMERGENCIA INICIAL ALGODÃO COM 1 A 2 FOLHAS VERDADEIRAS* | ||
| ALGODÃO | Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis | 0,60L p.c. /ha (576 g i.a. /ha) | 1,00 - 1,25L p.c. /ha (960 - 1.200g i.a./ha) |
| Trapoeraba Commelina benghalensis |
Observações: • Não efetuar a aplicação sequencial em solos arenosos. • * - aplicação efetuada sempre com as plantas infestantes em pré-emergência, nos dois momentos de aplicação. 3) Aplicação em pré-emergência, pós-emergência e sequencial (pré + pós-emergência) das culturas indicadas:
| CULTURA | PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS | DOSES (L/ha) | |||
|---|---|---|---|---|---|
| SOLO ARENOSO | SOLO MÉDIO | SOLO PESADO | |||
| AVEIA CEVADA CENTEIO TRIGO TRITICALE | Azevém Lolium multiflorum | Pré-emergência: Realizar (1) uma aplicação em área total de ESBRILHA em pré-emergência das culturas e das plantas daninhas no sistema plante-aplique. 0,5 – 1,0 L/ha | |||
| Pós-emergência: Realizar (1) uma aplicação em área total de ESBRILHA em pós-emergência das culturas (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras) desde que observada a condição de pré-emergência das plantas daninhas no momento da aplicação. 0,5 – 1,0 L/ha | |||||
| Aplicação Sequencial (pré + pós-emergência) | |||||
| Pré emergência: A 1ª aplicação em pré-emergência Das culturas, sempre com as plantas daninhas em pré emergência. 0,375 - 0,750 L/ha | Pós-emergência: A 2ª aplicação em pós emergência das culturas (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), sempre com as plantas daninhas em pré emergência. 0,375 - 0,750 L/ha |
Observações: a) Aplicar as maiores doses, em solos mais pesados, ou em situações de infestações mais altas das espécies indicadas. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações b) Aplicação efetuada sempre com as plantas daninhas em pré-emergência. c) A semeadura das culturas da Aveia, Cevada, Centeio, Trigo e Triticale deve ser realizada com boa cobertura da semente pelo solo, a uma profundidade mínima de 3 cm.
4) Aplicação na pré-emergência das plantas daninhas e pós-emergência das culturas:
| CULTURA | PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS | DOSES (L/ha) | Nº DE APLICAÇÕES |
|---|---|---|---|
| CENOURA BATATA-DOCE BATATA-YACON CARÁ GENGIBRE INHAME MANDIOQUINHA- SALSA | Picão-branco Galinsoga parviflora | 1,0 | 1 realizar a aplicação em área total, em pré-emergência das plantas daninhas e em pós iniciais das culturas. |
| SOJA | Caruru-roxo, Carurubranco Amaranthus hybridus | 1,0-2,0 | 1 realizar a aplicação após a abertura do 1° trifólio da soja |
| Capim-colchão, Milhã Digitaria horizontalis | |||
| Capim-amargoso Digitaria insularis | 1,0-1,25 |
Observações: a) Aplicar as maiores doses, em solos mais pesados, ou em situações de infestações mais altas das espécies indicadas. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações 5) Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes, na entrelinha da cultura Culturas Planta daninha Dose (L/há) Época e intervalo de aplicação
| Culturas | Planta daninha | Dose (L/há) | Época e intervalo de aplicação | Número de aplicação | Volume de Calda (L/ha) |
|---|---|---|---|---|---|
| Café | Capim-braquiária (Brachiaria decumbes) | 2 - 3 | Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes na entrelinha da cultura, em jato dirigido | 1 | Terrestre: 100 - 200 |
Para as culturas do quadro, aplicar as maiores doses, em solos mais pesados, ou em situações de infestações mais altas das espécies indicadas. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
ESBRILHA deve ser aplicado logo após o plantio, na pré-emergência das culturas indicadas e das plantas infestantes. Culturas de algodão, Amendoim, Canola, Ervilha, feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Grão-de-bico, Girassol e Lentilha: Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Obs: na cultura de algodão poderá ser aplicado também após 4 a 5 semanas do plantio com a cultura desenvolvida e porte aproximado de 40 a 50cm, em jato dirigido, como tratamento complementar, após o último cultivo mecânico das entrelinhas e as plantas infestantes na pré-emergência. Cultura do algodão - Aplicação sequencial: o ESBRILHA também pode ser aplicado em esquema de aplicação sequencial, exclusivamente na cultura do algodão, em área total, que consiste numa aplicação em pré-emergência da cultura, seguida por uma aplicação em pós-emergência inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas infestantes sempre em pré-emergência. Cultura da Aveia, Cevada, Centeio, Trigo e Triticale: pode ser utilizado em aplicação única ou sequencial, sempre em préemergência das plantas infestantes. - Aplicação única: A) realizar (1) uma aplicação em área total de ESBRILHA em pré-emergência das culturas e das plantas daninhas no sistema plante aplique. B) realizar (1) uma aplicação em área total de ESBRILHA em pós-emergência das culturas (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras) desde que observada a condição de pré-emergência das plantas daninhas no momento da aplicação. - Aplicação sequencial: C) realizar aplicação sequencial de ESBRILHA. A 1ª aplicação em pré-emergência das culturas e a 2ª aplicação em pós emergência das culturas (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), sempre com as plantas daninhas em pré emergência. Culturas do Caju, Caqui, Carambola, Figo, Goiaba e Mangaba: A aplicação deve ocorrer na pré-emergência das plantas daninhas objetivando-se uma cobertura uniforme do solo, tanto nas entrelinhas quanto nas linhas de plantio. No
caso de pomares recém implantados evitar o contato do produto com as folhas da cultura. Cultura das Plantas Ornamentais: Aplicar na pré-emergência das plantas infestantes e da cultura, através de tratamento em área total. Cultura da Batata: Aplicar na pré-emergência das plantas daninhas e logo após o plantio da cultura, podendo se estender a aplicação após o plantio, porém sempre antes da emergência da cultura e das plantas daninhas. Culturas da Batata-doce, Batata-yacon, Cará, Cenoura, Gengibre, Inhame, Mandioquinha-salsa: Recomenda-se 1 (uma) aplicação em área total em pré-emergência das plantas daninhas e em pós iniciais das culturas. Aplicar quando as culturas apresentarem 2 folhas verdadeiras. Evitar irrigação intensa após a aplicação. Cultura do Café: Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes na entrelinha da cultura, em jato dirigido. Cultura da cana-de-açúcar: Aplicar na pré-emergência das plantas infestantes através de tratamento em área total, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana. O produto poderá ser aplicado sobre a cultura emergida desde que observada a condição de pré-emergência das plantas infestantes no momento da aplicação. Cultura do milho: Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém, as plantas infestantes sempre na préemergência. Na cultura do milho o tratamento poderá ser feito também em faixas de aproximadamente 50cm, ao longo do sulco de plantio, utilizando-se o pulverizador costal nas pequenas propriedades ou com equipamento tratorizado nas áreas maiores, com o sistema 3 em 1, no qual numa única operação se aduba, planta e aplica o herbicida. Neste caso, o controle das plantas infestantes nas entrelinhas da cultura deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. Cultura da soja: Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Cultura da Soja: Aplicar na pré-emergência das plantas infestantes e da cultura, através de tratamento em área total. Também poderá ser aplicado na pós-emergência da soja em área total. Nessa modalidade, recomenda-se 1 (uma) aplicação após a abertura do 1º trifolio da soja, sempre com as plantas infestantes em pré-emergência. Cultura da Uva e Uva-de-mesa: A aplicação deve ocorrer sob a copa das videiras, na pré Emergência das plantas daninhas, objetivando-se uma cobertura uniforme do solo, tanto nas entrelinhas quanto nas linhas de plantio. No caso de parreirais recém implantados, evitar o contato do produto com as folhas da cultura. Cultura da Mandioca: Aplicar na pré-emergência das plantas infestantes e da cultura, através de tratamento em área total, após o plantio das manivas e antes da sua emergência. Cultura do Sorgo: Aplicar logo após a semeadura, no máximo 1 dia depois, em área total, em aplicação única, na préemergência da cultura do sorgo assim como das plantas infestantes e em condições ideais de umidade do solo. Início da Aplicação: Não aplicar ESBRILHA quando o solo estiver em condições de baixa umidade, pois o seu funcionamento poderá vir a ser comprometido. Cultura do Tabaco: Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e em pré e pós-transplantio da cultura. • Pré-transplantio da cultura: a aplicação pode ser realizada em faixa sobre o camalhão recém-formado, sobre as faixas de 50 cm de largura ou em área total, antes do transplante das mudas. • Pós-transplantio da cultura: aplicação na entrelinha, através de jato dirigido, 30-40 dias após o transplante. A escolha da dose depende da infestação e do tipo de solo. As maiores doses devem ser utilizadas para o controle de áreas sujeitas a altas infestações e a menor para baixas infestações. Utilizar sempre a maior dose em solos argilosos, e a menor dose em solos arenosos. Início da Aplicação: Deve-se iniciar a aplicação do ESBRILHA após o restabelecimento do "déficit hídrico". Não aplicar nos plantios precoces quando o solo estiver ainda com "déficit hídrico", pois o seu funcionamento poderá vir a ser comprometido. Número de Aplicações: Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Nas altas infestações de capim-marmelada, capim-carrapicho, capim-braquiária e trapoeraba cujas espécies germinam em diferentes fluxos, o tratamento pré-emergência poderá eventualmente necessitar de complemento com um herbicida de aplicação em pós emergência Isto poderá ocorrer particularmente nas culturas de Algodão, Amendoim, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Grãode-bico e Lentilha em que se aplicam doses menores do produto para assegurar maior seletividade. No caso específico do Algodão, o uso de aplicação sequencial pode ser uma boa opção para se obter maior período de controle das plantas infestantes. Para a cultura da Batata, na modalidade de aplicação de pré-emergência da cultura em área total, recomenda-se 1 (uma) aplicação na pré-emergência das plantas daninhas e logo após o plantio da cultura, podendo se estender a aplicação após o plantio, porém sempre antes da emergência da cultura e das plantas daninhas. Para a cultura da Soja, na modalidade de aplicação de pósemergência da cultura em área total, recomenda-se 1 (uma)
aplicação após a abertura do 1º trifolio da soja, sempre com as plantas infestantes em pré-emergência. Modo de Aplicação: ESBRILHA deve ser aplicado na forma de pulverização, nas respectivas culturas recomendadas, através de tratamento em área total, com a utilização de pulverizadores costais, manual ou pressurizado e pulverizadores tratorizados adaptados de barras. Nas áreas extensivas, ESBRILHA poderá ser aplicado também via aérea, com a utilização de aviões agrícolas ou helicópteros. Neste caso, os parâmetros normais para este tipo de aplicação devem ser observados. Para as culturas de Caju, Caqui, Carambola, Figo, Goiaba, Mangaba, Uva e Uva de mesa, por se tratarem de culturas perenes, não é possível a aplicação aérea, pois o herbicida deve ser aplicado nas entrelinhas e linhas, tomando o cuidado da pulverização não atingir as folhas da videira. Preparo da calda: O produto, na quantidade pré-determinada, deve ser despejado diretamente no tanque do pulverizador parcialmente cheio (1/4 do volume) e com o sistema de agitação em funcionamento. Em seguida completar o volume de água. Pulverizadores terrestres - parâmetros de aplicação: Bicos recomendados: Utilizar bicos leque tipo Teejet - 80.02, 80.03, 80.04, 1 10. 02, 1 10.03, 110.04 ou similares. Pressão da bomba: 30 a 60 libras por polegada quadrada. Vazão: 100 a 300 litros de calda por hectare. Observações: • Nos pulverizadores costais, os bicos mais recomendados são os leque: 80.02, 80.03 ou 110.02 e 110.03. • Nas regiões sujeitas a ventos acentuados, as aplicações na pré-emergência poderão ser feitas com uso de bicos antideriva do tipo FULLJ ET, como o FL5, FL6, FL8 à pressão de 20 a 25 libras por polegada quadrada. Aplicação aérea - parâmetros para avião Ipanema: Bicos: 80. 10, 80. 15 e 80.20 Volume da calda: 40 a 50 litros/ha. Altura do vôo: 3 a 4 metros. Temperatura ambiente: até 27ºC. Umidade relativa do ar: mínimo de 55% Velocidade do vento: máxima de 1 O km/h. Faixa de aplicação: 15 metros. Diâmetro das gotas: maiores que 400 micrômetros. Nota: nas operações com aeronaves, atender às legislações vigentes do local da aplicação. Em caso de dúvida ou, na necessidade de esclarecimentos adicionais ou específicos quanto à utilização do produto, contatar o Engenheiro Agrônomo responsável e a empresa responsável pelo equipamento aéreo a ser utilizado. Fatores relacionados com a aplicação na pré-emergência: Para assegurar o pleno funcionamento e eficiente controle das plantas infestantes, é importante que sejam observados alguns pontos ressaltados a seguir: A. Preparo do solo: A.1. Sistema de plantio convencional: 1. Culturas de Algodão, Amendoim, Cana-de-açúcar (cana-planta), Canola, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Feijãofava, Girassol, Grão-de-bico, Lentilha, Mandioca, Milho, Plantas Ornamentais, Soja e Sorgo: O solo deve estar bem preparado com as operações usuais de aração, gradeação, nivelamento superficial, de modo a obter a camada de solo livre de torrões, cujas condições são as mais apropriadas para a semeadura e aplicação dos herbicidas. Nas áreas com altas infestações de espécies que germinam nas camadas mais profundas, como o capim-marmelada (Brachiaria plantaginea), capim-carrapicho (Cenchrus echinatus), capimbraquiária (Brachiaria decumbens) e trapoeraba (Commelina benghalensis), a última gradeação que antecede o plantio deverá ser feita no máximo 3 dias antes da semeadura e da aplicação dos herbicidas. 2. Cana-soca: As operações de preparo de solo para aplicação do herbicida consistem no enleiramento da palha, cultivo e adubação da soqueira, efetuados após o corte da cana. A.2. Sistema de Plantio-Direto: Culturas de Soja e Milho: As operações de preparo de solo consistem no manejo e essecação das plantas infestantes ou das culturas. A condição fundamental é assegurar a total pré-emergência das plantas na área destinada ao cultivo no momento da semeadura e da aplicação. A.3. Sistema de Cultivo Mínimo: Sistema de cultivo recomendado nas altas infestações de monocotiledôneas: Após as operações normais de preparo do solo ou dessecação, aguardar a germinação plena do primeiro fluxo de plantas até que atinja o estádio de pós-emergência inicial (4 folhas e no máximo início de perfilhamento). Em seguida efetuar o plantio e 24 horas após aplicar o ESBRILHA associado a um dessecante sem efetuar mistura em tanque no momento da aplicação dos produtos. A outra alternativa consiste em dessecar as invasoras germinadas antes, aguardar 3 a 4 dias para plantar e aplicar o herbicida.
B. Umidade do solo: • O solo deve estar úmido durante a aplicação dos herbicidas. • Não aplicar com o solo seco. A ação da umidade é fundamental para a ativação do herbicida através da incorporação e distribuição do produto no perfil do solo, de modo a assegurar o pleno funcionamento, proporcionando uma melhor atividade sobre espécies com hábito de germinar nas diferentes profundidades no solo (0 - 12 cm). C. Densidade de infestação das plantas infestantes: Nas altas densidades de infestação de plantas infestantes, o pleno controle está sujeito a fatores como dose, condições climáticas, fechamento da cultura, dentre outros. Por vezes poderá necessitar de tratamento complementar. D. Ocorrência de chuvas: Chuvas normais após a aplicação ou a irrigação da área tratada com o ESBRILHA são benéficas por promover a incorporação do produto na camada superficial, favorecendo sua pronta ação. Sobretudo no sistema de plantio direto proporciona o rápido carreamento dos produtos para o solo, favorecendo sua distribuição no perfil do solo. A ocorrência de chuvas excessivas e contínuas após a aplicação, entretanto, poderá causar rápida lixiviação abaixo do banco de sementes, acarretando redução do efeito residual e, consequente reinfestação antecipada da área tratada. E. Ocorrência de veranico: A ocorrência de veranico poderá influenciar na atividade dos herbicidas no solo, acarretando: 1. Controle deficiente e reinfestação de espécies que germinam nas camadas mais profundas: Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea), Trapoeraba (Commelina benghalensis). 2. Degradação acelerada do produto (fotodegradação): quando após a aplicação de ESBRILHA, ocorrer condições de seca por mais de 2 a 3 semanas, causando redução da atividade biológica. F. Ventos: Evitar aplicações com ventos superiores a 10 km/hora devido aos problemas de forte deriva. G. Tratamento de sementes com protetor: Para a cultura do sorgo, ESBRILHA deve ser utilizado somente quando as sementes de sorgo forem previamente tratadas com o protetor de sementes/adjuvante na dose de 40 mL de produto por 100 kg de sementes.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Algodão, Amendoim, Aveia, Batata, Batata-doce, Batata- Yacon, Cana-de-açúcar, Canola, Cará, Cenoura, Centeio, Cevada, Ervilha, Feijão, Feijão-Caupi, Feijão-Fava, Gengibre, Girassol, Inhame, Lentilha, Mandioca, Mandioquinha-Salsa, Milho, Soja, Sorgo, Trigo, Triticale | (1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. |
|---|---|
| Caju, Caqui, Carambola, Figo, Goiaba, Mangaba, Uva, Uva-De-Mesa | 7 |
| Aveia*, Centeio*, Cevada*, Trigo*, Triticale* | 80 |
| Plantas Ornamentais | UNA |
| Soja (Pós Emergência) | 70 |
| Café | 65 |
Aveia*, Centeio*, Cevada*, Trigo*, Triticale* Plantas Ornamentais UNA Soja (Pós Emergência) Café (1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. *Aplicação em pós-emergência da cultura da Aveia, Cevada, Centeio e Triticale. UNA = Uso Não Alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.
LIMITAÇÕES DE USO
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Os efeitos de fitotoxicidade são pouco frequentes e podem acontecer em situações que favoreçam sua ocorrência, tais como: chuvas fortes, plantios rasos, dentre outros. Ressalta-se, porém, que os efeitos abaixo mencionados são temporários e as plantas retomam ao seu crescimento normal sem causar prejuízos na produtividade final. Sintomas dos efeitos de ESBRILHA: Na cultura de milho estes sintomas se manifestam pelo enrolamento das plântulas, por vezes forte enrugamento e inibição no crescimento. • Nas culturas de Algodão, Amendoim, Canola, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Girassol, Grão-de-bico e Lentilha estes sintomas se manifestam através da clorose, necrose das folhas cotiledonares, encarquilhamento das folhas e inibição temporária no crescimento. • Na cultura da soja a fitotoxicidade somente ocorre em situações drásticas, altas doses aliadas à alta pluviosidade, e nestes casos manifesta-se pelo encarquilhamento das folhas e inibição temporária no crescimento, com posterior recuperação, não causando diminuição da produtividade. • Na cultura da cana-de-açúcar a eventual fitotoxicidade se manifesta somente se aplicado sobre a cana germinada, e nestas circunstâncias através da necrose das pontas das folhas presentes durante a aplicação. • Na cultura do sorgo, os sintomas são de enrolamento das folhas, amarelecimento e inibição no crescimento. • Na cultura da Aveia, Cevada, Centeio, Trigo e Triticale a fitotoxicidade somente ocorre em situações drásticas, altas doses aliadas à alta pluviosidade em solos mais arenosos, e nestes casos manifesta-se pela descoloração das folhas
das culturas, com posterior recuperação, não causando diminuição da produtividade. Outras restrições a serem observadas: Não aplicar o ESBRILHA em solos mal preparados, com torrões ou em solos secos. No sistema de plantio direto, não aplicar nas áreas mal dessecadas ou nas áreas com reinfestações de plantas infestantes. Deve-se efetuar aplicação com operação de manejo. • Nas culturas de Amendoim, Canola, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Girassol, Grão-de-bico e Lentilha, não ultrapassar a dose do ESBRILHA a 1,25 litros/ha. • Nas culturas de Amendoim, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Grão-de-bico e Lentilha efetuar testes prévios de seletividade antes da aplicação. • ESBRILHA não é recomendado nos campos de produção de sementes de milho, devido à maior sensibilidade deste material (híbrido simples, linhagens). Sua utilização será viável somente através de testes prévios. • Nas altas densidades de infestação de algumas monocotiledôneas que germinam em diferentes fluxos (Capimmarmelada, Capim-carrapicho, Capim-braquiária), os tratamentos pré-emergentes com ESBRILHA poderão vir a requerer um complemento com pós emergente, dependendo das condições climáticas após aplicação. • Na cultura do sorgo não aplicar ESBRILHA se as sementes não forem tratadas com o protetor/adjuvante. • Em Plantas Ornamentais efetuar testes prévios de seletividade antes da aplicação. TOLERÂNCIA DA CULTURA/SELETIVIDADE: ESBRILHA mostra-se bastante seletivo às culturas indicadas, nas respectivas doses e sistemas de cultivo recomendados. Deve-se atentar, entretanto, para os aspectos relacionados com a profundidade de plantio das culturas. Eventualmente falha na seletividade poderá ocorrer como consequência de plantios rasos (superficiais). Atentar também para as variedades indicadas e o tipo de solo, de forma a assegurar a seletividade do produto. Nas culturas de Algodão, Amendoim, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Grão-de-bico e Lentilha devem-se aplicar ESBRILHA logo após a semeadura, ou no máximo 1 dia depois, com o que se obtém maior segurança na sua utilização. Ainda no caso da cultura de algodão, a aplicação pode ser feita em pré-emergência da cultura ou no esquema sequencial. A planta de milho é tolerante ao produto até a fase de charuto, e a soja até o estádio de palito de fósforo (com os cotilédones fechados). A planta da cana-de-açúcar, todavia, apresenta boa tolerância mesmo após germinada em qualquer estádio de desenvolvimento. Para a cultura da Aveia, Cevada, Centeio, Trigo e Triticale recomenda-se a semeadura com boa cobertura da semente pelo solo, a uma profundidade mínima de 3 cm. Deve-se avaliar a tolerância de novas variedades das culturas acima antes de aplicar o herbicida ESBRILHA. Para a cultura da Batata recomenda-se a semeadura com boa cobertura da semente pelo solo. Para as culturas da batata-doce, batata-Yacon, cará, cenoura, gengibre, inhame e mandioquinha-salsa recomenda-se a semeadura com boa cobertura da semente pelo solo. Para as culturas Batata-doce, Batata-Yacon, Cará, Cenoura, Gengibre, Inhame e Mandioquinha-salsa, antes de realizar a aplicação, recomenda-se aplicar o produto previamente, em uma pequena área, para confirmação de seletividade sobre as variedades. Para a modalidade de aplicação em pós-emergência da cultura da soja recomenda-se aplicações após o 1º trifolio da cultura. Além disso, recomenda-se não utilizar óleo ou adjuvante. ESBRILHA não pode ser aplicado sobre plantas germinadas de feijão, girassol, canola e algodão (exceto no caso da aplicação sequencial), devido à maior sensibilidade destas espécies, principalmente na fase inicial de emergência. A cultura do sorgo é tolerante ao ESBRILHA somente quando as sementes são tratadas com o protetor/adjuvante. O produto deve ser aplicado logo após a semeadura, em pré Emergência, no máximo 1 dia após, em área total e em aplicação única. AVISO AO USUÁRIO: O produto deve ser utilizado de acordo com as recomendações da bula/rótulo. A RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. não se responsabilizará por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente na bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE; Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO. Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas daninhas a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo. GRUPO K3 HERBICIDA INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle manual ou mecânico, como roçadas, capinas, etc.) dentro do programa de manejo integrado de plantas daninhas, quando disponível. MINISTÉRIO DA SAUDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NO PREPARO DA CALDA: - Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila; - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. - Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão hidrorrepelente, luvas e máscara; - A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-las. Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, tec.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: se o produto for inalado (“respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Se o intoxicado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
| ATENÇÃO | Nocivo se ingerido | |
|---|---|---|
| Pode ser nocivo em contato com a pele | ||
| Pode ser nocivo se inalado | ||
| Provoca irritação ocular grave |
INTOXICAÇÕES POR ESBRILHA
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | S-metolacloro: CLOROACETANILIDA Solvente Nafta: Hidrocarboneto Aromático | ||
|---|---|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO | ||
| Vias de exposição | Oral e dérmica |
| S-metolacloro: S-Metolachlor é absorvido extensamente após ser administrado via oral. Estudos de laboratórios em ratos indicam que a absorção através da pele é moderada. As principais vias de excreção são a urina e fezes. Solvente Nafta: Estudos conduzidos com ratos mostraram que os produtos derivados do petróleo, por serem extremamente lipossolúveis, atravessam as membranas celulares. Apresentam boa absorção pela via inalatória, atravessando a membrana alveolar e atingindo a corrente sanguínea, sendo difundido para todo o organismo, incluindo o Sistema Nervoso Central. A absorção pelo trato gastrintestinal é pequena. Os hidrocarbonetos aromáticos são metabolizados no fígado por oxidação e posteriormente conjugados com a glicina. Os derivados conjugados são eliminados pela urina e pelas fezes. | |
|---|---|
| Toxicocinética | |
| S-metolacloro: Desconhece-se o mecanismo de toxicidade em humanos. Solvente Nafta: Depressor do sistema nervoso central. | |
| Toxicodinâmica | |
| S-metolacloro: O contato do produto com os olhos ou pele pode resultar em irritação. Não há dados de toxicidade aguda em humanos após a ingestão do produto, portanto desconhecem-se os sintomas clínicos de toxicidade. Solvente Nafta: Irritação da pele e mucosas, causando vermelhidão, ressecamento e dermatite de contato. Em contato com os olhos, pode causar irritação e dor. A inalação de vapores pode causar irritação do trato respiratório, tosse, dispneia, tontura e dores de cabeça. A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, dor abdominal, náusea, vômito e diarreia. A aspiração pode causar pneumonite química. Exposição crônica pode desenvolver reações hematológicas, hepatológicas, renais, neuropsiquiátricas e neurológicas. Podem causar depressão do Sistema Nervoso Central em caso de exposições agudas. | |
| Sintomas e sinais | |
| clínicos | |
| Devido à ausência de sintomatologia específica, o diagnóstico deve estar baseado somente na história da ingestão do produto. Não foram desenvolvidos métodos analíticos para determinar a presença de produtos metabólicos em fluidos biológicos humanos para obter diagnósticos definitivos. | |
| Diagnóstico |
| Tratamento | Antídoto: não existe antídoto específico. As medidas gerais de tratamento devem estar orientadas a interromper/suspender a fonte de exposição ao produto, descontaminação gastrointestinal e proteção das vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico. Exposição Oral: A) O tratamento é sintomático e de suporte. B) Lavagem gástrica: considere após a ingestão de uma grande quantidade do produto potencialmente perigosa à vida, caso possa ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuindo de consciência em pacientes não intubados, após ingestão de produtos corrosivos, hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. C) Carvão ativado 1) O carvão ativado se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão. 2) O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou bases fortes. O benefício do carvão ativado também não é comprovado em pacientes que inoeriram substâncias irritantes, onde ele pode obscurecer os achados endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário. 3) Carvão ativado: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240mL de água/30g de carvão). Dose usual: 25 a 1 OOg em adultos/adolescentes; 25 a 50g em crianças de 1 a 1 2 anos; e 1 g/Kg em crianças com menos de 1 ano. E mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico. D) Irritação Observe os pacientes que ingeriram a substância quanto a possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrintestinal ou esofágica. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimadura esofágica, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano. Exposição inalatória: Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto às alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto à irritação no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com 2 - agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral. Exposição Ocular: Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina ao 0,9% à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição Dérmica: Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico, se a irritação ou dor persistirem. |
|---|---|
| Contraindicações | A indução de vômito é contra indicada em razão do risco de aspiração pulmonar e de pneumonite química. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) |
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |
| Telefone de Emergência da Empresa: 0800-701 0450 Endereço Eletrônico da Empresa: http://www.rainbowagro.com.br/ Correio Eletrônico da Empresa: rainbowbrasil@rainbowagro.com |
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório DL50 oral em ratos: > 300 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinado nas condições do teste Irritação/Corrosão cutânea: Não irritante. O item de teste aplicado a pele de coelho causou eritema em todos os animais tratados. Esse sinal foi revertido no Dia 7 após o tratamento em todos os animais. Não foi observado sinais de edema em nenhum dos animais tratados. Irritação ocular (coelhos): Levemente irritante. O item de teste aplicado no olho de coelhos causou sinais de vermelhidão conjuntival, quemose e leve opacidade da córnea. Todos os sinais clínicos observados foram revertidos em 14 dias em todos os animais tratados. Sensibilização cutânea: Não sensibilizante. Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames) nem no teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: - Toxicidade crônica em animais de laboratório: para o produto técnico administrado, em várias doses, em ratos, cães e camundongos, em diversos experimentos, foi possível o estabelecimento de dose de não efeito tóxico observado. - Resultados de estudos de longo prazo com animais de laboratório (camundongos) não revelaram efeitos crônicos adversos, quando administrado nos níveis de 1 .000 ppm (1 mg/Kg) de peso corpóreo. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( x ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas; • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente; • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas); • Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. • Não utilize equipamentos com vazamento. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. • Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda. - telefones de emergência: (11) 3526-3526 e SUATRANS - CECOE: 0800 117 2020. - Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável ou hidrorrepelente, luvas e botas de borracha, óculos de segurança e máscara com filtro).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d’água e siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa regis-trante conforme indicado acima. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL - LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem dever ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para a lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.