Bula oficial · registro MAPA nº 1410

Bula do Eminent Gold

Bula completa do Eminent Gold (registro MAPA nº 1410), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: tetraconazol.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 15 páginas no PDF.

EMINENT GOLD® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob o n01410

COMPOSIÇÃO

(RS)-2-(2,4-dichlorophenyl)-3-(1H-1,2,4-triazol-1-yl)propyl 1,1,2,2-tetrafluoroethyl ether (TETRACONAZOL). ............................................................................................................ 230 g/L (20,5% m/m) Outros ingredientes .......................................................................................................... 897 g/L (79,6% m/m) GRUPO G1 FUNGICIDA

CONTEÚDO: Vide Rótulo. CLASSE: Fungicida sistêmico GRUPO QUÍMICO: triazol TIPO DE FORMULAÇÃO: Micro emulsão (ME) TITULAR DO REGISTRO (*): Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP CNPJ: 67.148.692/0001-90 - Tel. (011) 4197-0265 Número de registro do estabelecimento/Estado Cadastro: CDA/SP nº 234 e 4224 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: TETRACONAZOLE TÉCNICO – Registro MAPA nº 04708 Sipcam Oxon S.p.A. Strada Provinciale per Torre Beretti, km 2,6 - Mezzana Bigli (PV) - Província di Pavia – 27030 - Itália Isagro S.p.A. Piazzale Elettrochimica, 2 – 65022 Bussi Sul Tirino (Pescara) - Itália FORMULADOR: lsagro S.p.A. Via Nettunense km 23,400 – 04011 - Aprilia (Lt) - ltaly Helena Industries, Inc. 3525 Vandalia Road - Dês Moines, Iowa - EUA EPA.- Establishment number 5905-IA-01 UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Rodovia Francisco José Ayub, S/N, km 122 – Salto de Pirapora/SP – 18160-000 Tel./Fax: (15) 3292-1161 – CNPJ: 02 974.733/0010-43 Cadastro da Empresa no Estado de São Paulo – SAA/CDA/SP nº 4153 FMC do Brasil Indústria e Comércio Ltda. Av. Antonio Carlos Guillaumon, 25 – Distrito Industrial III CEP: 38044-760 - Uberaba / MG - CNPJ: 04.136.367/0001-98 – Brasil Número de registro do estabelecimento/Estado junto ao IMA-MG n.º 210 Fersol Indústria e Comércio Ltda. Rodovia Pres. Castello Branco, Km 68,5 CEP: 18120-970 - Mairinque / SP - CNPJ:47.226.493/0001-46 – Brasil Número de registro do estabelecimento/Estado junto ao SAA/CDA/SP n.º 031 Sipcam Nichino Brasil S.A. Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III CEP: 38044-755 - Uberaba / MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Brasil Número de registro do estabelecimento/Estado junto ao IMA-MG nº 2.972 Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

MANIPULADOR: Indústrias Químicas Lorena Ltda. Rua 01, ESQUINA COM RUA 6, S/N município de ROSEIRA/SP. CNPJ 48.284.749/0001-34 Inscrita Cadastro Estadual de Empresas-Agrotóxicos sob no 266. IMPORTADOR: UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Rodovia Francisco José Ayub, S/N, km 122 – Salto de Pirapora/SP – 18160-000 Tel./Fax: (15) 3292-1161 – CNPJ: 02.974.733/0010-43 Cadastro da Empresa no Estado de São Paulo – SAA/CDA/SP nº 4153

No do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: PODER. Industria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO

AMBIENTE Cor da Faixa: Azul PMS Blue 293 C Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

INSTRUÇÕES DE USO

CULTURAS / PRAGAS / DOENÇAS / PLANTAS INFESTANTES:

DoseDoseNº de
CulturaAlvoVolume de Calda (L/ha)
(L p.c./ha)(gi.a./ha)aplicações
AlgodãoRamularia (Ramularia areola)0,2762,1Aplicação terrestre: 200 Aplicação aérea: 30 - 40Máximo de 3 (por ciclo da cultura)
ArrozBrusone (Pyricularia grisea)0,25 - 0,3557,5 – 69,0Aplicação terrestre: 200 Aplicação aérea: 30 - 40Máximo de 2 (por ciclo da cultura)
Escaldadura das folhas (Microdochium oryzae)0,25 - 0,3557,5 – 69,0Aplicação terrestre: 200 Aplicação aérea: 30 - 40Máximo de 2 (por ciclo da cultura)
Mancha-parda (Bipolaris oryzae)0,25 - 0,3557,5 – 69,0Aplicação terrestre: 200 Aplicação aérea: 30 - 40Máximo de 2 (por ciclo da cultura)
BatataPinta Preta (Alternaria solani)0,3069,0Aplicação terrestre: 400 – 600 Aplicação aérea: 30 - 40Máximo de 6 (por ciclo da cultura)
CaféFerrugem do Cafeeiro (Hemileia vastatrix)0,4092,0Aplicação terrestre: 400 – 500 Aplicação aérea: 30 - 40Máximo de 2 (por ciclo da cultura)
CebolaMancha Púrpura (Alternaria porri)0,3069,0Aplicação terrestre: 1000 Aplicação aérea: 30 - 40Máximo de 4 (por ciclo da cultura)
FeijãoMancha Angular (Phaeoisaripsis griseola)0,3069,0Aplicação terrestre: 200 – 250 Aplicação aérea: 30 - 40Máximo de 3 (por ciclo da cultura)
MilhoCercosporiose (Cercospora zeae- maydis)0,30 – 0,6069,0 – 138,0Aplicação terrestre: 200 Aplicação aérea: 30 - 40Máximo de 2 (por ciclo da cultura)
Mancha-de- Phaeosphaeria (Phaeosphaeria maydis)0,30 – 0,6069,0 – 138,0Aplicação terrestre: 200 Aplicação aérea: 30 - 40Máximo de 2 (por ciclo da cultura)
Ferrugem Polisora (Puccinia polysora)0,35 – 0,6080,5 – 138,0Aplicação terrestre: 200 Aplicação aérea: 30 - 40Máximo de 2 (por ciclo da cultura)
SojaMancha-Parda (Septoria glycines)0,3069,0Aplicação terrestre: 200 Aplicação aérea: 30 - 40Máximo de 2 (por ciclo da cultura)
Crestamento-Foliar (Cercospora kikuchii)0,3069,0
TomatePinta Preta (Aternaria solani)0,3580,5Aplicação terrestre: 1000 Aplicação aérea: 30 - 40Máximo de 4 (por ciclo da cultura)
TrigoFerrugem-da-folha (Puccinia triticina)0,4398,9Aplicação terrestre: 200 Aplicação aérea: 30 - 40Máximo de 2 (por ciclo da cultura)
Oídio (Blumeria graminins f. sp. tritici)

g i.a./ha = gramas de ingrediente ativo por hectare. Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-533, Campinas/SP

L/ha = litros de produto comercial por hectare.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

- Algodão: Realizar 3 aplicações sendo a primeira a partir dos 45 dias após a emergência das plantas, em função da incidência e severidade da doença repetindo-se a cada 15 dias. A primeira pulverização deve ser realizada com níveis abaixo de 5% de incidência, antes do aparecimento dos sintomas na parte superior da planta. O volume de calda deve ficar ao redor de 200 L/ha ou ajustado em função da tecnologia de pulverização proporcionando uma cobertura e distribuição uniforme das partículas na planta. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. - Arroz: Para o controle da Brusone, realizar a 1ª aplicação no aparecimento dos primeiros sintomas da doença (até 5% - 10% de incidência). A segunda aplicação deverá ser realizada 15 dias após a primeira, se necessário. Utilizar maiores doses quando as condições climáticas estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença e quando ocorrer maior pressão da doença. Para o controle da Escaldadura das folhas, realizar a 1ª aplicação no aparecimento dos primeiros sintomas da doença (até 5% - 10% de incidência). A segunda aplicação deverá ser realizada 15 dias após a primeira, se necessário. Utilizar maiores doses quando as condições climáticas estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença e quando ocorrer maior pressão da doença. Para o controle da Mancha-parda, realizar a 1ª aplicação no aparecimento dos primeiros sintomas da doença (até 5% - 10% de incidência). A segunda aplicação deverá ser realizada 15 dias após a primeira, se necessário. Utilizar maiores doses quando as condições climáticas estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença e quando ocorrer maior pressão da doença. - Batata: Iniciar aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas e repetir se necessário a intervalos de 14 dias. Utilizar volume de calda variando de 400-600 L/ha dependendo da fase da cultura. Realizar no máximo 6 aplicações por ciclo da cultura. - Café: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar no ressurgimento dos mesmos, utilizando volume de calda de 400-500 L/ha. As aplicações deverão proporcionar uma completa cobertura da planta, principalmente do terço inferior (saia). Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. - Cebola: Realizar 02 aplicações com intervalos de 14 dias, sendo a primeira no aparecimento dos primeiros sintomas. Utilizar volume de calda de aproximadamente 1000 L/ha. Quando for utilizar volume de calda inferior, manter a dose de 30ml/ 100 litros de água. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. - Feijão: Realizar aplicação no aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar se necessários a cada 14 dias. Utilizar volume de calda de 200-250 L/ha. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. - Milho: Para o controle da Cerscosporiose, realizar a 1ª aplicação preventivamente, próxima a fase de pendoamento. A segunda aplicação deverá ser realizada 15 dias após a primeira, se necessário. Utilizar maiores doses quando as condições climáticas estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença e quando ocorrer maior pressão da doença. Realizar a 1ª aplicação para Mancha-de-Phaeosphaeria preventivamente, próxima a fase de pendoamento. A segunda aplicação deverá ser realizada 15 dias após a primeira, se necessário. Utilizar maiores doses quando as condições climáticas estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença e quando ocorrer maior pressão da doença. Para o controle de Ferrugem polisora, realizar a 1ª aplicação preventivamente, próxima a fase de pendoamento. A segunda aplicação deverá ser realizada 10-15 dias após a primeira, se necessário. Utilizar maiores doses e menor intervalo entre as aplicações quando as condições climáticas estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença e quando ocorrer maior pressão da doença. Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-533, Campinas/SP

- Soja: Para DFC (mancha-parda, crestamento-foliar) realizar de 1 a 2 pulverizações, a primeira em R5.1 e a segunda 15 dias após com um volume de calda ao redor de 200 L/ha. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. - Tomate: Iniciar aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e reaplicar a cada 14 dias caso necessário. Utilizar volume de calda de aproximadamente 1000 L/ha e quando utilizar volume de calda inferior, manter a dose de 35 ml/100 litros de água. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. - Trigo: realizar 2 pulverizações na fase de emborrachamento e final do florescimento ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença até 5% de severidade na folha, com um volume de calda de aproximadamente 200 L/ha em aplicações terrestres e 30 - 40 L/ha em aplicações aéreas. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO

EMINENT GOLD é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis, com modo de ação preventivo e curativo. Deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas, de modo que haja uma boa cobertura, principalmente do terço inferior em função de ser um produto sistêmico acropetal. Aplicação terrestre: Diluir o produto em 200 litros água/ha nas culturas de arroz e milho. Para as culturas algodão, feijão, soja e trigo diluir o produto em 200 a 250 litros água/ha. Para a cultura da batata utilizar 400 – 600 L/ha, café utilizar 400-500 L/ha, cebola e tomate utilizar 1000 L/ha e caso utilize volume de calda inferior, manter a dose de 30 ml/100 litros para cebola e 35 ml/100 litros de água para tomate. Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo tamanho de gotas de muito fina a média. A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15 km/hora. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Aplicação aérea: Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação que favoreçam tamanho de gotas de F - fina a G – grossa. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada. Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. A critério do Engenheiro Agrônomo responsável as condições de aplicação (terrestre/aérea) podem ser alteradas. INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita): Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-533, Campinas/SP

Algodão ................................................................. 28 dias Arroz ....................................................................... 42 dias Batata. ................................................................... 14 dias Café. ....................................................................... 15 dias Cebola. .................................................................. 07 dias Feijão ...................................................................... 07 dias Milho ....................................................................... 30 dias Soja ....................................................................... 07 dias Tomate .................................................................. 07 dias Trigo ...................................................................... 50 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI`s) recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Desde que seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas indicadas. INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc; Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-533, Campinas/SP

fungicidas; Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO G1 FUNGICIDA

O produto fungicida EMINENT GOLD é composto por Tetraconazol, que apresenta mecanismo de ação C14desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Outras práticas de controle devem ser aplicadas sempre que disponíveis, visando a proteção das plantas e do meio ambiente. As táticas de controle devem incluir o monitoramento dos patógenos, o uso correto do produto quanto à época, ao princípio ativo, à dose, ao modo de aplicação e à tomada de decisão, visando assegurar resultados econômico, ecológico e socialmente favoráveis.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAUDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: • Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila; • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.; • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).; Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-533, Campinas/SP

• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto.; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das Luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).; • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.; • Não reutilizar a embalagem vazia.; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Pode ser nocivo se ingerido ATENÇÃO Nocivo se inalado PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-533, Campinas/SP

INTOXICAÇÕES POR EMINENT GOLD®

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoTetraconazol: Triazol
Classe ToxicológicaCategoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposiçãoOral, dérmica, ocular e inalatória
Tetraconazol: Em um estudo conduzido em ratos, o tetraconazol foi extensivamente absorvido pelo trato gastrointestinal (69-86%). A taxa de absorção foi mais baixa em fêmeas e em doses mais altas, com picos plasmáticos ocorrendo de 1 a 28 horas após a administração. O tetraconazol foi amplamente distribuído a todos os órgãos e tecidos testados, com o nível mais alto detectado no fígado, seguido por rins, gônadas, cérebro e ossos. Níveis residuais baixos ainda foram detectados no fígado e no trato gastrointestinal (às vezes ossos) às 72 horas. Oxidação, redução e conjugação de glutationa foram importantes vias metabólicas. Houve metabolismo extenso para compostos polares e excreção principalmente na urina (51-76%) e em menor proporção nas fezes (9-36%) em 48 horas, com apenas uma pequena porção (≤ 6%) do composto parental inalterado detectada nas fezes. Fonte: https://apvma.gov.au/sites/default/files/publication/14071-prs-tetraconazole.pdf
Toxicocinética
Tetraconazol: O tetraconazole é um fungicida do grupo triazol que atua como inibidor da desmetilação da enzima esterol 14α-desmetilase (CYP51), que por sua vez realiza a biossíntese de ergosterol em membranas fúngicas, o que ocasiona desregulação nas membranas celulares levando à morte dos fungos. Fontes complementares: https://www.frac-br.org/modo-de-acao; https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2324071/
Toxicodinâmica
As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais de experimentação tratados com a formulação à base de tetraconazol e demais componentes do EMINENT GOLD: Exposição oral: Ratos fêmeas, tratados com 2000 mg/kg p.c. apresentaram pelos úmidos e molhados durante 3 horas de observação e persistiu em 1 animal, até o 8º dia de observação. Não foram observados sinais clínicos nos animais restantes durante todo o tempo de observação do estudo; não houve mortalidade. Exposição inalatória: No estudo de toxicidade inalatória, durante a exposição os ratos apresentaram sinais compatíveis com mudanças de comportamento, atividade somatomotora, durante o período de observação os animais apresentaram respiração anormal e pelos úmidos e manchados, persistentes por diversos dias. Todos os ratos apresentaram-se livres de sinais clínicos no dia 15. Exposição cutânea: Não foi observada mortalidade ou sinais clínicos de toxicidade entre os ratos (machos e fêmeas) tratados com a dose limite de 5000 mg/kg p.c. em estudo de toxicidade cutânea. No estudo de irritação cutânea, o produto produziu eritema e edema moderado a leve em todos os 6 coelhos testados, sendo o edema reversível em 24 horas. Houve reversão do eritema dentro de 72 horas de teste. O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo método de maximização. Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular em coelhos, todos os animais apresentaram vermelhidão da conjuntiva e esclera leve, secreção e quemose moderada a leve, com reversão total dos efeitos dentro de 7 dias. Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
Sintomas e sinais
clínicos
DiagnósticoO diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis.

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Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório. Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorespiratória, hipotensão e arritimias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
Tratamento
orais se necessário. Intubação e ventilação conforme necessário, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou comprometimento neurológico. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se o quadro de intoxicação for severo, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a absorção e os efeitos locais. Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto proceder com: - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças de 1- 12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão. - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff. ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição. Exposição inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica. Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento. Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico. Antídoto: Não há antídoto específico. Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Contraindicações
Efeitos dasNão foram relatados efeitos de interações químicas para tetraconazol em humanos.
interações químicas

Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-533, Campinas/SP

Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque Intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
ATENÇÃO
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de emergência 24 horas: CHEMTREC - 0800 892 0479 Endereço Eletrônico da Empresa: https://www.gowan.com.br Correio Eletrônico da Empresa: gowanbrasil@gowanco.com

Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório: Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica” no quadro acima. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: DL50 oral para ratos: > 2000 mg/kg p.c. – Categoria 5 do GHS DL50 dérmica para ratos: > 5000 mg/kg p.c. – Não classificado de acordo com o GHS CL50 inalatória para ratos: > 4,97 mg/L de ar (4h) – Categoria 4 do GHS Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular em coelhos, todos os animais apresentaram vermelhidão da conjuntiva e esclera leve, secreção e quemose moderada a leve, com reversão total dos efeitos dentro de 7 dias. O produto não foi classificado para irritação ocular de acordo com o GHS. Irritação dérmica em coelhos: No estudo de irritação cutânea, o produto produziu eritema e edema moderado a leve em todos os 6 coelhos testados, sendo o edema reversível em 24 horas. Houve reversão do eritema dentro de 72 horas de teste. O produto não foi classificado para irritação dérmica de acordo com o GHS. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo método de Maximização. - O produto não foi classificado para sensibilização cutânea de acordo com o GHS. Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação gênica bacteriana com diferentes cepas da linhagem Salmonella Typhimurium ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos, sendo, portanto, o produto não é classificado quanto à mutagenicidade pelo GHS.

EFEITOS CRÔNICOS

Tetraconazol: Em um estudo de toxicidade crônica de 1 ano em cães beagles, não houve mortalidade ou alterações nos sinais clínicos relacionados ao tratamento; o fígado de dois machos (90 e 360 ppm) apresentaram áreas levemente descoloridas e marcas lobulares acentuadas e o peso do fígado e dos rins também foram maiores no grupo da dose de 360 ppm, em comparação do grupo controle (NOEL: 22,5 ppm). Um estudo de 2 anos em ratos o fígado foi identificado como sendo o principal órgão-alvo, porém não houve aumento no número de tumores até a maior dose testada (1.280 ppm). Desta forma, a substância-teste não apresentou potencial carcinogênico (NOAEL: 80 ppm). Tetraconazol apresentou-se não mutagênico para as cepas de Salmonella tiphymulium e também não apresentou atividade mutagênica quando administrado oralmente a camundongos. A administração de tetraconazol no estudo de 2 gerações em ratos não resultou em efeitos adversos na função reprodutiva, porém a dose de 490 ppm revelou efeitos na taxa de crescimento dos animais parentais e nos órgãos-alvo (fígado e rim); adicionalmente toxicidade materna foi caracterizada por aparente distocia e/ou morte peri-natal a 70 e 490 ppm. Efeitos na prole se restringiram a uma leve redução na taxa de crescimento durante o desmame e a um leve aumento no peso do fígado também durante o desmame no grupo de maior dose de 490 ppm (NOAEL parental e prole: 10 ppm). O estudo de desenvolvimento em ratos não evidenciou nenhum efeito relacionado ao tratamento sobre a mortalidade embriofetal, tamanho Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-533, Campinas/SP

da prole, peso ou determinação dos sexos; nas doses de 22,5 e 100 mg/kg p.c./dia houve efeitos materno, sendo que na maior dose estes efeitos foram acompanhados por um aumento mínimo na incidência de fetos anômalos (NOAEL materno e desenvolvimento: 5,0 mg/kg p.c./dia). Em um estudo de toxicidade para o desenvolvimento em coelhos, a toxicidade materna se manifestou por uma redução marginal de consumo alimentar e no ganho de peso corpóreo a 30 mg/kg p.c./dia. Nenhum outro efeito na saúde materna foi observado. Nenhum efeito relacionado ao tratamento sobre a mortalidade embriofetal, tamanho da prole, peso ou determinação dos sexos foi observado (NOAEL materno: 15,0 mg/kg p.c./dia; NOAEL desenvolvimento: 30,0 mg/kg p.c./dia). Pelos estudos acima descritos, tetraconazol não é classificado para toxicidade reprodutiva, carcinogenicidade ou mutagenicidade de acordo com o GHS.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-533, Campinas/SP

Contate as autoridades locais competentes e a empresa (campo a ser inserido pela empresa requerente). Telefone da empresa (campo a ser inserido pela empresa requerente). Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores CO2, pó extintor ou jacto de água, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça essa operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-533, Campinas/SP

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-533, Campinas/SP

realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-533, Campinas/SP

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Eminent Gold registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 1410 · documento de 11/09/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Eminent Gold?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Eminent Gold e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Eminent Gold é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 1410, documento de 11/09/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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