EMERITUS MAX 720 SC Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 07423
COMPOSIÇÃO
Tetrachloroisophthalonitrile (CLOROTALONIL).................................................. 720 g/L (72% m/v) Outros Ingredientes..............................................................................................630 g/L (63% m/v) GRUPO M5 FUNGICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida de contato GRUPO QUÍMICO: Isoftalonitrila TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO (*): CROPCHEM LTDA. Avenida Cristóvão Colombo, 2834, Conjuntos 803/804, Porto Alegre, RS, CEP 90550-054 – CNPJ: 03.625.679/0001-00, Fone: (51) 3342-1300 Fax: (51) 3343-5295 - Registro no estado: 1190/00 – SEAPA/RS. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO: • AGRÍCOLA ALVORADA S.A. – Rua do Comércio, Nº 1549 – Parque Industrial, Primavera do Leste/MT – CEP 78.850-000 CNPJ: 04.854.422/0002-66. • CCAB AGRO S.A. – Alameda Santos, 2159 – 6º andar, Bairro Cerqueira Cesar, CEP 01419-100, São Paulo/SP. CNPJ 08.838.255/0001-01. Número de registro do estabelecimento no estado: 820 – CDA/SP e 2159 Certificado de comercio CDA/SP. • CCAB AGRO S.A. – Anel Viário S/N, Quadra área, Lote 005B, Galpão 02, Módulo R, Bairro Jardim Paraíso Acréscimo, CEP: 74984-321, Aparecida de Goiânia/Go. CNPJ 08.938.255/0010-00. Número de registro do estabelecimento no estado: 4050 SIDAGO/GO. • CCAB AGRO S.A. – Rodovia BR 020 KM 207, SN – Bairro Zona Rural, CEP 47850-000, Luiz Eduardo Magalhães/BA. CNPJ: 08.938.255/0008-88. Número de registro do estabelecimento no estado: 65709 – ADAB/BA. • CCAB AGRO S.A. – Rodovia BR 163, KM 116 – Bairro Parque Industrial Vetorasso, CEP 74746055, Rondonópolis/MT. CNPJ: 08.938.255/0009-69. Número de registro do estabelecimento no estado: 28178 (comerciante) e 23776 (Importador e exportador) INDEA/MT. • CCAB AGRO S.A. – Rod BR 050 3555 Galpão KM 76 12 - Glebas - CEP: 38400-760 – Uberlândia/MG. CNPJ: 08.938.255/0013-45. Número de registro do estabelecimento no estado: 12262979 (Importador). • CCAB AGRO S.A. – A Rodovia BR 163, 2461 - KM 744 Módulo N, Área Rural de Sorriso, CEP: 78898-899, Sorriso/MT. CNPJ: 08.938.255/0003-73. Número de registro do estabelecimento/Estado: 35184 comércio (INDEA/MT) e 35272 (Importador e exportador) INDEA/MT. • CCAB AGRO S.A. – Rodovia To 222, KM 114 - 264 - Lote 4 K Quadra Chac. 41 Módulo R - Loteamento Jardim Boa Sorte – CEP: 77820-450 – Araguaina/TO CNPJ: 08.938.255/0012-64. Número de registro do estabelecimento no estado: 01/0240 (ADAPEC). • CCAB AGRO S.A. – Rodovia PR 090, Lote 44, C-2, Modulo A, Bairro Parque Industrial Nene Favoretto, CEP: 86200-000, Ibiporã/PR. CNPJ: 08.938.255/0007-05. Número de registro do estabelecimento no estado: 003588 – ADAPAR/PR. • CCAB AGRO S.A. – Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100 KM 30,5 P-36, Bairro Jardim Maria Cristina, CEP 06421-400, Barueri/SP. CNPJ: 08.938.255/0011-83. Número de registro do estabelecimento no estado: 4680 CDA/SP e 4210 certificado de importação e exportação CDA/SP.
• DKBR TRADING S.A. – Avenida Ayrton Senna da Silva, 600 – Condomínio Torre Siena Andar 17 – Sala 1704 – Gleba Fazenda Palhano – CEP 86050-460 – Londrina/PR – CNPJ: 33.744.380/000128. Número de registro do estabelecimento no estado: 1007743 – ADAPAR/PR. • DKBR TRADING S.A. – Avenida Miguel Sutil, nº 6559, Anexo A, Sala 3, Alvorada – CEP: 78048000 – Cuiabá/MT – CNPJ: 33.744.380/0002-09. Número de registro do estabelecimento no estado: 22058 – INDEA/MT. • DKBR TRADING S.A. – Rodovia SPA 008/457, s/nº, Sala 01 km 500 Metros – Zona Rural – CEP: 19640-000 – Iepê/SP – CNPJ: 33.744.380/0003-90. Número de registro do estabelecimento no estado: 4303 – CDA/SP. PRODUTO TÉCNICO: CLOROTALONIL TÉCNICO CROPCHEM Registro MAPA nº 24819 JIANGSU WEUNITE FINE CHEMICAL CO., LTD. – Jinger Road, Industry Chemical Park, Xinyi, Jiangsu, China. CLOROTALONIL TÉCNICO CROPCHEM II Registro MAPA nº TC02025 NINGXIA WYNCA TECHNOLOGY CO., LTD. – Taisha Industrial Park 753401 – Pingluo, Ningxia, China. CLOROTALONIL TÉCNICO CRYSTAL Registro MAPA nº TC01725 NINGXIA WYNCA TECHNOLOGY CO., LTD. – Taisha Industrial Park 753401 – Pingluo, Ningxia, China. MANIPULADOR: • NORTOX S.A. - Endereço: Rodovia Melo Peixoto (BR 369), km 197, Arapongas – PR – CEP 86700-970 - CNPJ: 75.263.400/0001-99 – registro no órgão estadual: 000466 – SEAB/PR FORMULADORES: • AGROMOL BIOTECH CO., LTD. – East side, middle section of Binhe Road, Shanxian County, Chemical Industry Park, Xieji Town, Shanxian County Heze City, Shandong Province China. • CAC NANTONG CHEMICAL CO., LTD. – Industrial Park, Rudong County, Nantong City, Jiangsu Province P.R. China. • JIANGSU CORECHEM CO., LTD. – 18, Shilian Avenue - Huaian City, Jiangsu – China. • JIANGSU WEUNITE FINE CHEMICAL CO., LTD. – Jinger Road, Industry Chemical Park, Xinyi City, Jiangsu, China. • JIANGSU XINHE AGROCHEMICAL CO., LTD. – No. 5, Jingjiu Road, Economic development zone, Xinyi City, Jiangsu Province China. • JIANGSU YUNFAN CHEMICAL CO., LTD. – No. 168, Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical Industry Park, Qidong, Jiangsu, China. • LAOTING YOLOO BIOTECHNOLOGY CO., LTD. – N° A-3 Tianjin Road, Laoting Economic Development Zone, Hebei Province – China. • NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD. – BeiHai road, n° 1165, Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Town, Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang Province, 315040, China. • SINO-AGRI LEADING (TIANJIN) AGROCHEMICAL COMPANY LIMITED – East of Jinji Rail, South of Nongchang, Wuqing District, Tianjin – China. • SUZHOU GREENLANDS CHEMICAL CO., LTD. – East Renmin Road, Zhangjiagang, Jiangsu Province, China. • ZHEJIANG RAYFULL CHEMICALS CO., LTD. – No.6 Yangguang 5th Road, Duodao District, Jingmen City, Hubei Province, P.R. China. • ZHEJIANG XINAN CHEMICAL INDUSTRIAL GROUP CO., LTD. – Xinanjiang, Jiandle, Zhejiang Province, Jiangsu – China. • ZIBO MEITIAN PESTICIDE CO., LTD. – East of Yuanshang village, Fangzhen Town, Zhangdian District, Zibo City, Shandong China.
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
SEU PODER.
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: VERMELHO VIVO PMS Red 199 C
INSTRUÇÃO DE USO Emeritus Max 720 SC é um fungicida foliar não sistêmico com ação protetora, indicado para o tratamento de doenças na parte aérea das culturas de abacate, abacaxi, abóbora, abobrinha, algodão, alho, aveia, amendoim, banana, batata, batata-doce, batata-yacon, berinjela, cacau, caju, caqui, cará, carambola, cebola, cenoura, centeio, cevada, chalota, chuchu, cupuaçu, duboisia, ervilha, feijão, feijãocaupi, figo, gengibre, goiaba, grão-de-bico, guaraná, inhame, lentilha, lichia, macadâmia, maçã, mamão, mandioca, mandioquinha-salsa, manga, mangaba, maracujá, maxixe, melão, melancia, milheto, milho, nabo, pepino, plantas ornamentais, rabanete, romã, rosa, soja, sorgo, tomate, trigo, triticale e uva através de aplicação foliar. Atua na conjugação e diminuição de thios, principalmente glutatione, provenientes das células germinativas dos fungos, rompendo primeiramente a glicose e consequentemente a produção de energia, encabeçando a fungistase e ação fungicida.
| Culturas | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Antracnose (Collectotrichum gloeosporioides) | 300 mL/100 litros água | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando a cada 14 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo. |
| Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha - Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | |||
| Abacaxi | Antracnose (Colletotrichum gleosporioides) | 300 mL/100 litros água | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando a cada 14 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo. |
| Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha - Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | |||
| Abóbora | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 300 mL/100 litros água | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicar a cada 07 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo. |
| Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha - Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | |||
| Abobrinha | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 300 mL/100 litros água | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicar a cada 07 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo. |
| Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha - Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | |||
| Algodão | Ramulária (Ramularia aréola) | 1,0 a 2,0 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente. Se necessário reaplicar em intervalos de até 14 dias. Realizar no máximo 6 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias mais aplicações, complementar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas |
| Culturas | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
|---|---|---|---|
| sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades tolerantes. Já as doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. | |||
| Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: 6 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 300 a 500 L/ha - Aplicação Aérea: 20 – 40 L/ha | |||
| Alho | Mancha-púrpura (Alternaria porri) | 2,0 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando a cada 07 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo. |
| Míldio (Peronospora destructor) | |||
| Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha - Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | |||
| Amendoim | Mancha-castanha (Cercospora arachidicola) | 1,5 – 2,0 L/ha | Aplicar logo aos primeiros sintomas das doenças. Manter a lavoura monitorada e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 10-14 dias. Usar maior dose em condições de alta incidência do patógeno na área e/ou condições favoráveis ao desenvolvimento da doença. |
| Mancha-preta (Pseudocercospora personata) | |||
| Mancha-barrenta (Phoma arachidicola) | 1,75 – 2,4 L/ha | ||
| Verrugose (Sphaceloma arachidis) | |||
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 3 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 300 - 500 L/ha - Aplicação Aérea: 20 - 40 L/ha | |||
| Aveia | Mancha-amarela (Drechslera triticirepentis) | 1,0 a 2,0 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando se necessário em intervalos de até 20 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo. |
| Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: 3 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 100 – 200 L/ha - Aplicação Aérea: 20 – 40 L/ha | |||
| Banana | Mal-de-Sigatoka (Mycosphaerella musicola) | 0,7 – 1,35 L/ha | Iniciar as aplicações em novembro, logo no surgimento dos sintomas. Repetir a cada 15 dias até fins de maio ou início de junho. Usar maior dose em condições de alta incidência do patógeno na área e/ou condições favoráveis ao desenvolvimento da doença. |
| Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: 4 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 250 – 500 L/ha |
| Culturas | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Batata | Pinta-preta (Alternaria solani) | 1,75 – 2,0 L/ha | Aplicar preventivamente, logo após a emergência da cultura, e repetir 7 dias após a primeira aplicação. Usar maior dose em condições de alta incidência do patógeno na área e/ou condições favoráveis ao desenvolvimento da doença. |
| Requeima (Phytophthora infestans) | |||
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 2 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 400 – 1.000 L/ha | |||
| Batata-doce | Queima-das-folhas (Alternaria bataticola) | 300 mL/100 litros água | Iniciar as aplicações preventivamente ou logo após os primeiros sintomas da doença. Repetir a cada 7 dias. Utilizar volume médio de 800 litros/ha (aplicação terrestre). Fazer no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. |
| Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: 6 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 300 a 500 L/ha - Aplicação Aérea: 20 – 40 L/ha | |||
| Batata-yacon | Mancha-de-alternaria (Alternaria alternata) | 300 mL/100 litros água | Iniciar as aplicações preventivamente ou logo após os primeiros sintomas da doença. Repetir a cada 7 dias. Utilizar volume médio de 800 litros/ha (aplicação terrestre). Fazer no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. |
| Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha | |||
| Berinjela | Podridão-de-Ascochyta (Phoma exígua var. exígua) | 300 mL/100L de água | Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Manter a lavoura monitorada e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7 dias. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha |
| Culturas | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cacau | Monilíase (Moniliophthora roreri ) | 300 mL/100 litros água | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando a cada 14 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo. |
| Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha - Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | |||
| Caju | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 200 mL/100 litros água | Iniciar as aplicações prevenviamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Se forem necessárias mais aplicações, complementar com fungicida(as) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades tolerantes. Já as doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Fazer no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. |
| Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: 4 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 – 1000 L/ha - Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | |||
| Caqui | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 200 mL/100 litros água | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Se forem necessárias mais aplicações, complementar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades tolerantes. Já as doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Fazer no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. |
| Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: 4 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 – 1000 L/ha - Aplicação Aérea: 20 – 40 L/ha | |||
| Cará | Queima-das-folhas (Curvularia eragrostidis) | 300 mL/100 L de água | Iniciar as aplicações preventivamente ou logo após os primeiros sintomas da doença. Repetir a cada 7 dias. Utilizar volume médio de 800 litros/ha (aplicação terrestre). Fazer no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. |
| Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha |
| Culturas | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Carambola | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 200mL/100 L de água | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Se forem necessárias mais aplicações, complementar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades tolerantes. Já as doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Fazer no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. |
| Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha | |||
| Cebola | Mancha-púrpura (Alternaria porri) | 2,0 L/ha | Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Manter a lavoura monitorada e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7 dias. |
| Míldio (Peronospora destructor) | |||
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha | |||
| Cenoura | Mancha-de-alternaria (Alternaria dauci) | 300 mL/100L de água | Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Manter a lavoura monitorada e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7 dias. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha | |||
| Centeio Cevada | Mancha-amarela (Drechslera triticirepentis) | 1,0 a 2,0 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando se necessário em intervalos de até 20 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo. |
| Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: 3 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 100 – 200 L/ha - Aplicação Aérea: 20 – 40 L/ha | |||
| Chalota | Mancha-púrpura (Alternaria porri) | 2,0 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando a cada 07 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo. |
| Míldio (Peronospora destructor) | |||
| Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha - Aplicação Aérea: 20 - 40 L/ha | |||
| Chuchu | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 300 mL/100 L de água | Inicial as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando a cada 07 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo. |
| Culturas | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha - Aplicação Aérea: 20 - 40 L/ha | |||
| Cupuaçu | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 300 mL/100 L de água | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando a cada 14 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo. |
| Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha - Aplicação Aérea: 20 – 40 L/ha | |||
| Duboisia | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 175 a 200mL/100L de água | Iniciar as aplicações preventivamente ou logo após o transplante da cultura. Repetir a cada 7 dias. Fazer no máximo 8 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 400 a 1000 L/ha (aplicação terrestre). |
| Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: 8 Volume de calda: - Aplicação terrestre: 1000L/ha | |||
| Ervilha | Mancha-castanha (Cercospora arachidicola) | 1,5 a 2,0 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas; reaplicando de 10 a 14 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo. |
| Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: 3 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 300 - 500 L/ha - Aplicação Aérea: 20 – 40 L/ha | |||
| Feijão | Antracnose (Colletotrichum lindemuthianum) | 2,0 L/ha | Aplicar logo aos primeiros sintomas das doenças. Manter a lavoura monitorada e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7 dias. |
| Mancha-angular (Phaeoisariopsis griseola) | 1,75 – 2,0 L/ha | Aplicar por volta dos 20 dias após a germinação, ou logo aos primeiros sintomas das doenças. Manter a lavoura monitorada e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 10 dias. Usar maior dose em condições de alta incidência do patógeno e/ou condições favoráveis ao desenvolvimento da doença. | |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 4 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 400 L/ha (Antracnose) - 300-500 L/ha (Mancha-angular) - Aplicação Aérea: 20-40 L/ha | |||
| Feijão-caupi | Mancha-castanha (Cercospora arachidicola) | 1,5 a 2,0 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas; reaplicando de 10 a 14 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo. |
| Culturas | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: 3 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 300 – 500 L/ha - Aplicação Aérea: 20-40 L/ha | |||
| Figo | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 200 mL/100L de água | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Se forem necessárias mais aplicações, complementar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades tolerantes. Já as doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Fazer no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. |
| Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | |||
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 4 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 - 1000 L/ha - Aplicação Aérea: 20-40 L/ha | |||
| Grão-de-bico | Mancha-castanha (Cercospora arachidicola) | 1,5 a 2,0 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas; reaplicando de 10 a 14 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 3 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 300 - 500 L/ha - Aplicação Aérea: 20 - 40 L/ha | |||
| Gengibre | Mancha-de-filosticta (Phyllosticta zingiberi) | 300mL/100L de água | Iniciar as aplicações preventivamente ou logo após os primeiros sintomas da doença. Repetir a cada 7 dias. Utilizar volume médio de 800 litros/ha (aplicação terrestre). Fazer no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. |
| Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800 L/ha - Aplicação Aérea: 20 – 40 L/ha | |||
| Goiaba | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 200 mL/100 L de água | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Se forem necessárias mais aplicações, complementar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades tolerantes. Já as doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas |
| Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) |
| Culturas | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
|---|---|---|---|
| favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Fazer no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. | |||
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 4 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 - 1000L/ha - Aplicação Aérea: 20 - 40 L/ha | |||
| Guaraná | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 300 mL/100L de água | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando a cada 14 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha - Aplicação Aérea: 20 - 40 L/ha | |||
| Inhame | Queima-das-folhas Curvularia eragrostidis) | 300 mL/100L de água | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando a cada 14 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha | |||
| Lentilha | Mancha-castanha (Cercospora arachidicola) | 1,5 a 2,0 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando de 10 a 14 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 3 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 300 - 500 L/ha - Aplicação Aérea: 20 - 40 L/ha | |||
| Lichia | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 300 mL/100L de água | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando a cada 14 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha - Aplicação Aérea: 20 - 40 L/ha | |||
| Macadâmia | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 300 mL/100L de água | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando a cada 14 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo. |
| Culturas | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
|---|---|---|---|
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha - Aplicação Aérea: 20 - 40 L/ha | |||
| Maçã | Mancha-foliar-da-gala (Colletotrichum gloeosporioides) | 200 mL/100L de água | Iniciar as aplicações preventivamente à doença, no início da brotação, reaplicando se necessário em intervalos de 7 a 10 dias, com no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Se forem necessárias mais aplicações, complementar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades tolerantes. Já as doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. |
| Sarna-da-macieira (Venturia inaequalis) | 170 mL/100L de água | ||
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 3 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 1,5 a 2,0 L/planta | |||
| Mamão | Varíola (Asperisporium caricae) | 300 mL/100L de água | Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Manter a lavoura monitorada e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 14 dias. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800 L/ha | |||
| Mandioca | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 300 mL/100L de água | Iniciar as aplicações preventivamente ou logo após os primeiros sintomas da doença. Repetir a cada 7 dias. Utilizar volume médio de 800 litros/ha (aplicação terrestre). Fazer no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800 L/ha | |||
| Madioquinha- salsa | Queima-das-folhas (Alternaria dauci) | 300 mL/100L de água | Iniciar as aplicações preventivamente ou logo após os primeiros sintomas da doença. Repetir a cada 7 dias. Utilizar volume médio de 800 litros/ha (aplicação terrestre). Fazer no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800 L/ha | |||
| Manga | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 300 mL/100L de água | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando a cada 14 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo. |
| Culturas | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
|---|---|---|---|
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha - Aplicação Aérea: 20 - 40 L/ha | |||
| Mangaba | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 209 mL/100L de água | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Se forem necessárias mais aplicações, complementar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades tolerantes. Já as doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Fazer no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 4 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 - 1000 L/ha - Aplicação Aérea: 20 - 40 L/ha | |||
| Maracujá | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 300 mL/100L de água | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando a cada 14 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha - Aplicação Aérea: 20 - 40 L/ha | |||
| Maxixe | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 300 mL/100L de água | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando a cada 07 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha - Aplicação Aérea: 20 - 40 L/ha | |||
| Melancia | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 300 mL/100L de água | Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Manter a lavoura monitorada e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7 dias. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha | |||
| Melão | Antracnose (Colletotrichum orbiculare) | 278 mL/100 L de água | Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Manter a |
| Culturas | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | lavoura monitorada e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7-10 dias. | ||
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 4 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 600 – 900 L/ha | |||
| Milheto | Mancha-amarela (Drechslera triticirepentis) | 1,5 – 2,0 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando se necessário em intervalos de até 14 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo. |
| Milho | Mancha-de-Phaeosphaeria (Phaeosphaeria maydis) | 1,5 – 2,0 L/ha | Iniciar as aplicações de forma preventiva, sendo a primeira aplicação realizada quando a cultura apresentar de 6 a 8 folhas (estádio V6 a V8), a segunda aplicação deve ser feita na emissão da folha bandeira (pré pendoamento) e a terceira até 14 dias após a segunda aplicação. Caso necessite mais de 3 aplicações, complementar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades tolerantes. Já as doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 3 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 150 L/ha - Aplicação Aérea: 20 – 40 L/ha | |||
| Nabo | Mancha-de-alternaria (Alternaria brassicae) | 300 mL/100L de água | Iniciar as aplicações preventivamente ou logo após os primeiros sintomas da doença. Repetir a cada 7 dias. Utilizar volume médio de 800 litros/ha (aplicação terrestre). Fazer no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha | |||
| Pepino | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 300 mL/100L de água | Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Manter a lavoura monitorada e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7 dias. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800 L/ha | |||
| Plantas Ornamentais* (1) | Mancha-negra (Diplocarpon rosae) | 300 mL/100L de água | Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Repetir a cada 7 dias. Obs.: Produto recomendado para plantas ornamentais cultivadas em ambiente aberto ou protegido. |
| Culturas | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
|---|---|---|---|
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 4 Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800 L/ha | |||
| Rabanete | Mancha-de-alternaria (Alternaria brassicae) | 300 mL/100L de água | Iniciar as aplicações preventivamente ou logo após os primeiros sintomas da doença. Repetir a cada 7 dias. Utilizar volume médio de 800 litros/ha (aplicação terrestre). Fazer no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 4 Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800 L/ha | |||
| Romã | Antracnose (Colletotrichum gloesporioides) | 300 mL/100L de água | Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Manter a lavoura monitorada e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7 dias. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 800 L/ha - Aplicação Aérea: 20 – 40 L/ha | |||
| Rosa | Mancha-negra (Diplocarpon rosae) | 300 mL/100L de água | Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Manter a lavoura monitorada e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7 dias. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 5 Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800 L/ha | |||
| Soja | Míldio (Peronospora manshurica) | 1,4 – 2,0 L/ha | Efetuar a primeira aplicação no florescimento e a segunda de 15 a 20 dias após a primeira. Usar maior dose em condições de alta incidência do patógeno na área e/ou condições favoráveis ao desenvolvimento da doença. |
| Mancha-parda (Septoria glycines) | |||
| Ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi) | 1,0 a 2,0 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou até os 65 dias após a emergência aproximadamente. Se necessário reaplicar em intervalos de até 14 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias mais aplicações, complementar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades tolerantes. Já as doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. | |
| Oídio (Microsphaera diffusa) |
| Culturas | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
|---|---|---|---|
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 2 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 200 – 500 L/ha - Aplicação Aérea: 10 – 40 L/ha | |||
| Sorgo | Mancha-amarela (Drechslera tritici-repentis) | 1,5 a 2,0 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando se necessário em intervalos de até 14 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 3 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 150 L/ha - Aplicação Aérea: 20 – 40 L/ha | |||
| Tomate | Pinta-preta (Alternaria solani) | 175 - 200 mL/100L de água | Aplicar logo após a emergência da cultura. Manter a lavoura monitorada e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7 dias. Usar maior dose em condições de alta incidência do patógeno na área e/ou condições favoráveis ao desenvolvimento da doença. |
| Requeima (Phytophthora infestans) | |||
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 4 Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 - 1.000 L/ha | |||
| Trigo | Mancha-amarela (Drechslera tritici-repentis) | 1,0 a 2,0 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente à doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 20 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, complementar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades tolerantes. Já as doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. |
| Ferrugem-da-folha (Puccinia triticina) | 1,5 a 2,0 L/ha | ||
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 3 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 100 - 200 L/ha - Aplicação Aérea: 20 – 40 L/ha | |||
| Triticale | Mancha-amarela (Drechslera triticirepentis) | 1,0 a 2,0 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença; reaplicando se necessário em intervalos de até 20 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo. |
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 3 Volume de calda: - Aplicação Terrestre: 150 L/ha - Aplicação Aérea: 20 – 40 L/ha | |||
| Uva | Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | 278 mL/100 L de água | Aplicar preventivamente no início da brotação, repetindo a cada 7 dias até o florescimento, principalmente em longos períodos de chuva ou alta umidade relativa do ar. Reaplicar na fase de amadurecimento das bagas. |
| Antracnose (Colletotrichum gloesporioides) | |||
| Antracnose (Elsinoe ampelina) |
| Culturas | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Míldio (Plasmopara vitícola) | |||
| N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 4 Volume de calda: - Aplicação terrestre: 2 – 3 L/planta |
Míldio (Plasmopara vitícola) N° máximo de aplicação por ciclo de cultura: 4 Volume de calda: - Aplicação terrestre: 2 – 3 L/planta
MODO DE APLICAÇÃO
Agitar a embalagem antes de preparar a calda a ser aplicada. O tanque de pulverização deve ser mantido com agitação constante durante a aplicação. EMERITUS MAX 720 SC poderá ser aplicado com equipamentos terrestre (costal manual ou motorizado) ou aéreo, conforme recomendação para cada cultura. Em casos da indicação de dose em faixa, usar maior dose para alta infestação, em regiões com histórico de ocorrência da doença ou em condições mais favoráveis ao desenvolvimento. Usar maior ou menor volume de calda conforme o desenvolvimento vegetativo da cultura. Independente da tecnologia de aplicação utilizada, ao aplicar, seguir sempre as indicações de uso da bula e proceder com a regulagem adequada do equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura das plantas e cobertura total da folhagem. Evitar o escorrimento da calda. Seguir sempre as boas práticas agrícola e as recomendações do fabricante do equipamento utilizado. Obs: seguir as condições de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo. Preparo da Calda: No preparo da calda, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item “Precauções no manuseio” descritos em “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Adicionar água limpa ao tanque do pulverizador até ½ da sua capacidade ou no mínimo até cobrir o mecanismo de agitação e os bicos de saída da calda. Ligar a agitação e adicionar a quantidade apropriada do produto mantendo o sistema de agitação ligado. Completar o volume do tanque com água limpa até o nível do volume de calda recomendado para a cultura. Precauções gerais com o equipamento aplicador: Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem riscos ao aplicador, ao meio ambiente e à cultura. Proibido utilizar equipamentos com vazamentos ou danificados. Cuidados durante a aplicação: Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador para evitar a sobreposição durante a aplicação. Cuidados com a inversão térmica: Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Assim, o potencial de deriva aumenta significativamente durante uma inversão térmica, podendo a aplicação atingir culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações de animais e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Gerenciamento de Deriva: EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR. Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Equipamentos terrestres:
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Seleção de ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização adequada (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) é um dos fatores mais importantes para a redução da deriva e promoção de aplicação uniforme. A escolha deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa dentre outros). Usar ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Observar sempre a recomendação do fabricante do equipamento pulverizador. Ajuste da barra: ajustar a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão se manter à mesma altura em relação ao topo das plantas. Regular a altura da barra para a menor possível visando cobertura uniforme e redução da exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de segurança: sempre resguardar uma faixa de segurança segura para as culturas sensíveis. Faixa de deposição: utilizar distância entre pontas na barra de aplicação de forma que permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Condições climáticas: Aplicar sempre em condições ambientais favoráveis. Altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar diminuem a eficácia do produto, aumentam o risco de evaporação da calda aplicada e o potencial de deriva. Observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como: oC). Não aplicar em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas. − Umidade relativa do ar: evitar aplicar em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%). − Velocidade média do vento: recomenda-se aplicar com ventos menores que 10km/hora, considerando sempre a regulagem do sistema de aplicação. Não aplicar em condições de ausência ou rajadas de vento. Considerar sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. − As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas, respeitando os parâmetros de temperatura, vento e umidade do ar. À critério do Engenheiro Agrônomo responsável, as recomendações para aplicação poderão ser alteradas desde que respeitem a legislação vigente da região da aplicação. Aeronaves agrícolas: Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para aplicação aérea de agrotóxicos. Regular os equipamentos aplicador da aeronave visando distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Seleção de ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização adequada (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) é um dos fatores mais importantes para a redução da deriva e promoção de aplicação uniforme. A escolha deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa dentre outros). Usar ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Observar sempre a recomendação do fabricante do equipamento pulverizador. Ajuste da barra: ajustar a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão se manter à altura em relação ao topo das plantas. Regular a altura da barra para a menor possível visando cobertura uniforme e redução da exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de segurança: sempre resguardar uma faixa de segurança segura para as culturas sensíveis. Faixa de deposição: utilizar distância entre pontas na barra de aplicação de forma que permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Altura do voo: de 3 a 5 metros do alvo a ser atingido, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação. Volume de calda: 10 a 40 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada. − Temperatura ambiente: evitar altas temperatura (acima de 30
Condições climáticas: Aplicar sempre em condições ambientais favoráveis. Altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar diminuem a eficácia do produto, aumentam o risco de evaporação da calda aplicada e o potencial de deriva. Observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como: − Temperatura ambiente: evitar altas temperaturas (acima de 30ºC). Não aplicar em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas. − Umidade relativa do ar: evitar aplicar em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%). − Velocidade média do vento: recomenda-se aplicar com ventos menores que 10km/hora, considerando sempre a regulagem do sistema de aplicação. Não aplicar em condições de ausência ou rajadas de vento. Considerar sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. − As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas, respeitando os parâmetros de temperatura, vento e umidade do ar. Realizar a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e na altura na aplicação. Seguir as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrıcolas e sempre consultar o Engenheiro Agrônomo responsável. À critério do Engenheiro Agrônomo responsável, as recomendações para aplicação poderão ser alteradas desde que respeitem a legislação vigente da região da aplicação. LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda com a limpeza de todo o equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item “Precauções no manuseio”, descritos em “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Proibido limpar o equipamento próximo às nascentes, fontes de água e zonas urbanas. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual e/ou Municipal vigente na região da aplicação. INTERVALOS DE SEGURANÇA:
| CULTURA | DIAS | CULTURA | DIAS | CULTURA | DIAS |
|---|---|---|---|---|---|
| Abacate | 7 | Cevada | 30 | Manga | 7 |
| Abacaxi | 7 | Chalota | 7 | Mangaba | 7 |
| Abóbora | 7 | Chuchu | 7 | Maracujá | 7 |
| Abobrinha | 7 | Cupuaçu | 7 | Maxixe | 7 |
| Algodão | 30 | Duboisia | UNA | Melancia | 7 |
| Alho | 7 | Ervilha | 14 | Melão | 7 |
| Amendoim | 14 | Feijão | 14 | Milheto | 42 |
| Aveia | 30 | Feijão-caupi | 14 | Milho | 42 |
| Batata | 7 | Figo | 7 | Nabo | 7 |
| Batata-doce | 7 | Gengibre | 7 | Pepino | 7 |
| Batata-yacon | 7 | Goiaba | 7 | Plantas Ornamentais | UNA |
| Berinjela | 7 | Grão-de-bico | 14 | Rabanete | 7 |
| Beterraba | 7 | Guaraná | 7 | Romã | 7 |
| Cacau | 7 | Inhame | 7 | Rosa | UNA |
| Caju | 7 | Lentilha | 14 | Soja | 30 |
| Caqui | 7 | Lichia | 7 | Sorgo | 42 |
| Cará | 7 | Macadâmia | 7 | Tomate | 7 |
| Carambola | 7 | Maçã | 14 | Trigo | 30 |
| Cebola | 7 | Mamão | 7 | Triticale | 30 |
| Cenoura | 7 | Madioca | 7 | Uva | 7 |
| Centeio | 30 | Mandioquinha-salsa | 7 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
− Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo. − Uso exclusivamente agrícola. − Utilizar o produto somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de segurança de cada cultura. − Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para a cultura indicada na dose e condições recomendadas. Não aplicar em mistura com óleo mineral e/ou vegetal, pois poderá causar fitotoxicidade. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: − Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M5 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; − Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, − tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc; − Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; − Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; − Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos − devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). O produto fungicida EMERITUS MAX 720 SC é composto por CLOROTALONIL que apresenta mecanismo de ação de atividade de contato multissítio pertencente ao Grupo M5, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: Vide Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide modo de aplicação DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide Dados Relativos à Proteção Do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃODAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide Dados Relativos à Proteção Do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide Dados Relativos à Proteção Do Meio Ambiente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES PRODUTO PERIGOSO USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
− Produto para uso exclusivamente agrícola. − Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. − Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. − Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com mangas compridas, botas, avental impermeável, máscara cobrindo a boca e o nariz, viseira facial ou óculos com proteção lateral, touca árabe e luvas impermeáveis. − Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados. − Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos. − Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. − Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. − Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. − O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. − Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. − Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. − Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: − Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. − Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. − Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas − compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânico e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. − Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada. − Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. − Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). − Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas − compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; óculos, touca árabe, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânico e filtro mecânico classe P2) e luvas de nitrila. − Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: − Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. − Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. − Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. − Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. − Os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. − Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. − Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. − Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. − Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. − Não reutilizar a embalagem vazia. − No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. − Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR EMERITUS MAX 720 SC-
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Clorotalonil ............................... Isoftalonitrila |
|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 2 – PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO |
| Vias de Exposição | Oral, dérmica, ocular e inalatória |
| Toxicicocinética | Em animais, a absorção do clorotalonil através do trato gastrintestinal foi baixa, 33% e 15% nas doses baixa e alta respectivamente e eliminada principalmente pelas fezes (80-90)%. Em ratos, o Clorotalonil foi metabolizado por conjugação com a glutationa no fígado e no trato gastrintestinal, (9-18) horas após administração oral de 5.000 mg/kg e com depleção de (20-40)% da glutationa hepática. Os conjugados formados foram excretados pela bile (15-20)% e entraram na circulação enterohepática, sendo o resto eliminado pelas fezes. Os picos sanguíneos para a substância foram observados entre 2-9 horas após a administracão. A meia- vida do Clorotalonil em macacos foi de 7-35 horas. Os resíduos de clorotalonil foram encontrados no trato gastrintestinal, fígado e rins, mas não houve bioacumulação. |
| Mecanismos de | O exato mecanismo de toxicidade em humanos não é conhecido. |
|---|---|
| Toxicidade | |
| Sintomas e sinais | Toxicidade aguda: é um potente irritante e sensibilizante dérmico. Em humanos expostos foram observados os seguintes sinais e sintomas: Dérmica Irritante forte; fotossensibilização, dermatite de contato alérgica, dermatite pigmentada, urticária, eczema, eritema de face. Ocular Irritante (dor, conjuntivite, edema). Inalatória Irritante (dor nasal, odinofagia, asma). Oral Irritante (náuseas, vômitos, pneumonia aspirativa). Sensibilização Sensibilizante dérmico e pode provocar reação anafilática. Exposição crônica: exposições dérmicas excessivas e repetidas podem causar irritação cutânea e asma ocupacional. Na classificação do IARC, o Clorotalonil é considerado possível carcinogênico para humanos (Grupo 2B). Não há evidências de genotoxicidade ou teratogenicidade em humanos. |
| clínicos | |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Observação: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente. |
| Tratamento | Antídoto: não há antídoto específico. Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte. Exposição Oral: em caso de ingestão de grandes quantidades do produto: • Diluição: imediatamente diluir com (120-240) mL de água ou leite (não exceder 120 mL em crianças). • Lavagem gástrica e carvão ativado não são indicados. • Não provocar vômito, se acontecer espontaneamente previna a aspiração. • Reação alérgica -1.Leve/moderada: anti-histamínicos com ou sem β2-agonistas via inalatória; corticosteroides ou epinefrina via parenteral. -2.Grave: oxigênio, suporte respiratório vigoroso, epinefrina (Adulto: 0,3-0,5 mL de solução 1:1000 via SC; Criança: 0,01 mL/kg, 0,5 mL no máximo; pode se repetir em 20 a 30 minutos) corticosteroides, anti-histamínicos, monitoramento do ECG e fluidos intravenosos. • Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG etc. • Endoscopia: considere em casos de irritação gastrintestinal ou esofágica para avaliar a extensão do dano. • Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. |
| Contra-Indicações | A indução de vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. |
| Efeitos Sinérgicos | Não relatados em humanos. |
| ATENÇÃO | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS |
| Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) | |
| Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300 |
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Vide
itens Toxicocinética e Mecanismo de toxicidade no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS
Efeitos agudos resultantes de ensaios com animais (Produto formulado): Toxicidade aguda oral (ratos): DL50 > 2000 mg/kg Toxicidade inalatória (ratos): CL50 = 0,46mg/L Toxicidade aguda dérmica (ratos): DL50 > 2000 mg/kg Irritabilidade ocular (coelhos): irritante Irritabilidade dérmica (coelhos): pouco irritante Sensibilidade dérmica (cobaia): Não sensibilizante. Mutagenicidade: Não mutagênico. Crônicos: A administração de Clorotalonil na dieta de cães causou redução do peso corporal, anemia leve e alterações histopatológicas no fígado, rim, tireoide e estômago. Os estudos não demonstraram
genotoxicidade. A altas doses, Clorotalonil causou toxicidade materna (morte, diarreia, alopecia, diminuição no ganho de peso e no consumo de alimentos).
DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1 - PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) □ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ■ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) □ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. - Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’agua. Evite a contaminação da água. - Não execute aplicações aéreas de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação da água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. 2 - INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos; devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre recipientes disponíveis, para envolver as embalagens rompidas. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. - Observe legislação estadual e municipal. 3 - EM CASO DE ACIDENTE: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROPCHEM LTDA. - telefone de Emergência: (0XX51)3342-1300. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações. 4 - PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL − LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. − Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendoa na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. − Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. −
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. −
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. − TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL − ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA −
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas. −
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. − TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL − ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA −
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. −
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. − TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) − ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA −
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. −
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. − TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (51) 3342-1300