Bula oficial · registro MAPA nº 5123

Bula do Elglysate 480 SL

Bula completa do Elglysate 480 SL (registro MAPA nº 5123), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: glifosato-sal de isopropilamina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 19 páginas no PDF.

ELGLYSATE 480 SL® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 05123

COMPOSIÇÃO

Sal de Isopropilamina de N-(phosphonomethyl) glycinate (GLIFOSATO).....................................480 g/L (48,0 % m/v) Equivalente ácido de N-(phosphonomethyl) glycinate (GLIFOSATO)...........................................360 g/L (36,0 % m/v) Outros Ingrediente ......................................................................................................... ............694 g/L (69,4 % m/v)

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO. CLASSE: Herbicida não seletivo, de ação sistêmica do GRUPO QUÍMICO: Glicina substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL). TITULAR DO REGISTRO (*): AGROALLIANZ S.A. Rua Avelino Silveira Franco, 149, Sala 432, Condomínio Comercial L’ Office, Sainte Hélène, Campinas - SP, 13105-822 CNPJ: 27.150.699/0001-22 – Tel: (019) 3254-5622 Número de registro do estabelecimento no Estado: 1280 (CDA/SP) (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO Módulo Insumos Agropecuários Ltda. Av. Juca Leão, 217, Centro, CEP 45.600-162, Itabuna/BA CNPJ 05.831.541/0003-47. Número de registro do estabelecimento no Estado: 45704 (ADAB/BA) FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Glifosato Técnico FW - Registro no MAPA nº 07416. Jingma Chemicals Co., Ltd. No.50 Baota Road, Longyou, Quzhou City, Zhejiang Province - China. FORMULADOR: Agrofuturo Paraguay S.A Obispo Basilio López esq Tte Angel Velaszco. Assunção, Paraguay. Anhui Chaonong High-tech Chemicals Co. Ltd. Ningguo Gangkou ecological industrial distrial district, Anhui Province, China. Arcad Industrialização Química Ltda. Av. Dr. Roberto Moreira, 4.500 – Cond. Clip: Rua três, 737 , Betel, CEP: 13.148-150, Paulínia/SP CNPJ: 40.726.678/0001-70 Número de registro do estabelecimento no Estado: 4327 (CDA/SP) AGM Argentina S.A. Calle 11, n°690, Parque Industrial de Pilar, Pilar, Buenos Aires, B1629MXA – Argentina. Compañía Cibeles S.A. Ruta 74 Km 26, Joaquín Suarez – Canelones – Uruguai. CHDS Agrochemicals S.A.I.C Supercarretera km 32,5, Campo Tacurú, Ciudad de Hernandarias, Departamento de Alto Paraná, Paraguay.

CJI Overseas Import and Export Ltd. 9F Golden Eagle, Hanzhong New Building, No.Hanzhongmen Street, Nanjing, Jiangsu Province, China. Iprochem Co.Ltd. 35F, Guomao Business Mansion, No.3005 Nanhu Road, Luohu District, Shenzhen, China. Jingma Chemicals Co., Ltd. No.50 Baota Road, Longyou, Quzhou City, Zhejiang Province – China. Nanjing Haige Chemical Co., Ltd Room 3007-3009, Block E08-1, No. 268 Jiqingmen Street, Nanjing China Prentiss Química Ltda. Rodovia PR 423, s/nº, km 24,5 CEP: 83603-000, Campo Largo/PR CNPJ: 00.729.422/0001-00 Número de registro do estabelecimento no Estado: 002669 (ADAPAR/PR) Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd. Binhai Economic Development Zone, Weifang, Shandong, 262737. Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Av. Roberto Simonsen, 1459 – Recanto dos Pássaros, CEP: 13148-030, Paulínia/SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 Número de registro do estabelecimento no Estado: 477 (CDA/SP) UPL do Brasil Indústria e Comercio de Insumos Agropecuários S.A Av. Maeda, s/n, Distrito Industrial – CEP: 14500-000 - Ituverava/SP CNPJ: 02.974.733/0003-14 Número de registro do estabelecimento no Estado: 1049 (CDA/SP) UPL do Brasil Indústria e Comercio de Insumos Agropecuários S.A Rod, Sorocaba-Pilar do Sul, Km 122 - Caixa Postal 44 - Campo Largo - CEP: 18160-000 - Salto de Pirapora/SP CNPJ: 02.974.733/0010-43 Número de registro do estabelecimento no Estado: 4153 (CDA/SP) Zhuochen Industries (Shangai) Co., Ltd. Room 907, Longyu InternaƟonal Plaza, No.329 Hengfeng Road, Shanghai, China. Wuxi Unitchem Co. Ltd. Room 50111, Huishan Road 1699, Huishan Economic Development Zone, Wuxi City,Jiangsu Province, China

N° do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

E CONSERVE-OS EM SEU PODER. INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212 de 15 de junho de 2010).

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO

MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C

INSTRUÇÕES DE USO

ELGLYSATE 480 SL® é um herbicida de ação sistêmica, não seletivo, do grupo químico da glicina substituída, na formulação Concentrado Solúvel (SL), recomendado para o controle não seletivo de plantas infestantes nas seguintes situações: • Eliminação de plantas infestantes em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) em aplicação dirigida à entrelinha nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, uva, pastagem, eucalipto e pinus. • Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de: algodão, feijão, soja, milho, trigo e na eliminação do arroz vermelho. • Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturador de cana-de-açúcar. ERVAS DANINHAS CONTROLADAS E DOSES DE APLICAÇÃO: CULTURAS: Ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, milho, nectarina, pera, pêssego, soja, trigo, uva, pastagem , pínus e eucalipto. PLANTAS INFESTANTES ANUAIS CONTROLADAS

DOSE DE APLICAÇÃO L/haVolume de calda
FOLHA ESTREITA(Produto comercial)L/ha
Nome ComumNome CientíficoL/hag ia/ha
Capim-marmeladaBrachiaria plantaginea0,5-1,0240-480300-400
AveiaAvena sativa1,0480
CevadilhaBromus catharticus1,0480
Capim-rabo-de-raposaSetaria geniculata1,0-2,0480-960
Capim-carrapichoCenchrus echinatus1,5720
Capim-colchãoDigitaria horizontalis1,5-2,0720-960
Capim-favoritoRhynchelitrum repens1,5-2,0720-960
Capim-pé-de-galinhaEleusine indica2,0960
AzevémLolium multiflorum2,0-3,0960-1440
Capim-ArrozEchinochloa crusgalli4,01920
Cuminho ou falso cominhoFimbristylis miliacea5,02400
DOSE DE APLICAÇÃO
FOLHA LARGAL/ha
Volume de calda
(Produto comercial)L/ha
Nome ComumNome CientíficoL/hag ia/ha
Picão-pretoBidens pilosa1,0-1,5480-720
Picão-branco ou FazendeiroGalinsoga parviflora1,0480
GuanxumaMalvastrum coromandelianum1,0-2,0480-960
Carrapicho-rasteiroAcanthospermum australe1,5720
Carrapicho-de-carneiroAcanthospermum hispidum1,5720
AngiquinhoAeschynomene rudis2,0960
MentrastoAgeratum conyzoides2,0960
Caruru-roxoAmaranthus hybridus2,0960300-400
CaruruAmaranthus viridis2,0960
Boca-de-leão-selvagemAntirrhinum orontium2,0960
Falsa-serralhaEmilia sonchifolia2,0960
BuvaConyza bonariensis2,0960
Cordão-de-fradeLeonotis nepetifolia2,0960
Quebra-pedraPhyllantus tenellus2,0960
BeldroegaPortulaca oleracea2,0960
NabiçaRaphanus raphanistrum2,0960
Maria-pretinhaSolanum americanum2,0960
SerralhaSonchus oleraceus2,0960
Maria-gordaTalinum paniculatum2,0-3,0960-1440
Amendoim-bravoEuphorbia heterophylla3,0-4,01440-1920
Corda-de-violaIpomoea aristolochiaefolia3,01440
AlfafaMedicago sativa3,51680
AnileiraIndigofera hirsuta4,01920
Corda-de-violaIpomoea quamoclit4,01920
Poaia-brancaRichardia brasiliensis4,01920
EspérgulaSpergula arvensis4,01920
TrevoTrifolium repens4,01920
BarbascoPterocaulon virgatum4,5-5,02160-2400
Erva-quenteSpermacoce alata5,0-6,02400-2880
ErvilhacaVicia sativa5,02400

Ervilhaca Vicia sativa 5,0 2400 PLANTAS INFESTANTES PERENES CONTROLADAS

DOSE DE APLICAÇÃOVolume de
FOLHA ESTREITAL/hacalda
L/ha
(Produto comercial)
Nome ComumNome CientíficoL/hag ia/ha
Capim-azedoPaspalum conjugatum1,0480300-400
JunquinhoCyperus ferax1,5-3,0720-1440
Capim-amargosoDigitaria insularis1,5-4,0720-1920
Capim-coloniãoPanicum maximum1,5-5,0720-2400
Grama-compridaPaspalum dilatatum2,0960
Capim-braquiáriaBrachiaria decumbens2,5-4,01200-1920
TiriricaCyperus flavus3,01440
Capim-gorduraMelinis minutiflora3,0-4,01440-1920
Capim-gengibrePaspalum maritimum3,0-4,01440-1920
Capim-canoãoSetaria poiretiana3,51680
Capim-rabo-de-burroAndropogon bicornis4,01920
Capim-membecaAndropogon leucostachyus4,01920
Grama-sedaCynodon dactylon4,0-5,01920-2400
TiriricaCyperus rotundus4,0-5,01920-2400
Capim-jaraguáHyparrhenia rufa4,01920
Capim-caianaPanicum cayennense4,01920
Grama-batataisPaspalum notatum4,0-5,01920-2400
Grama-touceiraPaspalum paniculatum4,0-5,01920-2400
Capim-da-roçaPaspalum urvillei4,01920
Capim-kikuioPennisetum clandestinum4,0-5,01920-2400
Capim-massambaráSorghum halepense4,01920
Grama-missioneira ou capitingaAxonopus compressus5,02400
TiriricaCyperus difformis5,02400
Cana-de-açúcar (roughing)Saccharum officinarum6,02880
DOSE DE APLICAÇÃOVolume de calda
FOLHA LARGAL/haL/ha
(Produto comercial)
Nome ComumNome CientíficoL/hag ia/ha
Apaga-fogoAlternanthera tenella1,0480300-400
Mata-pastoEupatorium maximilianii1,5720
Maria-moleSenecio brasiliensis2,0-3,0960-1440
Erva-lancetaSolidago chilensis2,0960
Língua-de-vacaRumex crispus3,01440
GuanxumaSida cordifolia3,01440
Guanxuma-brancaSida glaziovii3,01440
GuanxumaSida rhombifolia3,01440
GrandiúvaTrema micrantha4,01920
Fedegoso-brancoSenna obtusifolia5,02400
TanchagemPlantago major5,02400
AgriãozinhoSynedrellopsis grisebachii5,02400

Agriãozinho Synedrellopsis grisebachii 5,0 2400 Culturas: Algodão e feijão PLANTAS INFESTANTES ANUAIS CONTROLADAS

FOLHA ESTREITADOSE DE APLICAÇÃO L/ha (Produto comercial)Volume de calda L/ha
Nome comumNome científicoL/hag ia/ha
Arroz-vermelho, arroz daninhoOryza sativa3,0-4,01440-1920300-400
Capim arrozEchinochloa crusgalli2,0960
Capim-pé-de-galinhaEleusine indica2,0960
Capim-marmeladaBrachiaria plantaginea1,0480
Capim-colchãoDigitaria horizontalis1,0 -2,0480-960
FOLHA LARGADOSE DE APLICAÇÃO L/ha (Produto comercial)Volume de calda L/ha
Nome comumNome científicoL/hag ia/ha300-400
Amendoim-bravoEuphorbia heterophylla3,0-4,01440- 1920
AngiquinhoAeschynomene rudis2,0-3,0960-1440
Caruru-verdeAmaranthus viridis1,0-2,0480- 960
Corda de violaIpomoea grandifolia3,0-4,01440- 1920
Falsa serralhaEmilia sonchifolia2,0960
MacelaGnaphalium pensylvanicum1,0-2,0480-960
Picão-pretoBidens pilosa1,0-2,0480- 960
Picão-brancoGalinsoga parviflora1,0480

PLANTAS INFESTANTES PERENES CONTROLADAS

FOLHA ESTREITADOSE DE APLICAÇÃO L/ha (Produto comercial)Volume de calda L/ha
Nome comumNome científicoL/hag ia/ha
Grama-sedaCynodon dactylon3-51440-2400300-400
TiriricaCyperus rotundus4 -51920-2400
FOLHA LARGADOSE DE APLICAÇÃO L/ha (Produto comercial)Volume de calda L/ha
Nome comumNome científicoL/hag ia/ha
GuanxumaSida rhombifolia2-3960-1440300-400
Guanxuma-brancaSida glaziovii2-3960-1440

Nome comum Nome científico L/ha g ia/ha Guanxuma Sida rhombifolia 2-3 960-1440 300-400 Guanxuma-branca Sida glaziovii 2-3 960-1440 ELIMINAÇÃO DA SOQUEIRA DE CANA-DE-AÇÚCAR: A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:

CULTIVAREquipamento convencional Produto comercial (L/ha)Ingrediente ativoEquipamento CDA/BENTLEY Produto comercial (L/ha)Ingrediente ativo
IAC5.024004.01920
NA5.024004.01920
CB4.019203.01440
SP5.024003.01440
CO/CP5.024004.01920

CO/CP 5.0 2400 4.0 1920 A aplicação do produto deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.

Notas: - Ingrediente ativo expresso em concentração de sal de isopropilamina de glifosato. - As doses indicadas dependem do estádio de desenvolvimento da planta infestante: doses menores para a fase inicial de desenvolvimento; doses maiores para a fase adulta ou perenizada. INICIO NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇOES: - A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes é próxima e/ou durante a floração. No caso das plantas infestantes anuais, o melhor período é entre a fase jovem até a formação dos botões florais. - A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. - Eliminação da soqueira da cana-de-açúcar: a aplicação do produto deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do solo,ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. - Maturador da cana-de-açúcar: o produto pode ser utilizado como maturador em cana-de-açúcar em qualquer época de safra de acordo com as seguintes recomendações: - Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose. - Meio da safra: com o objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais. - Final da safra: com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior. - Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura. - Período entre aplicação e colheita/dose: o período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto. - Idade da cultura: a área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, devendo-se lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matériaprima, ou seja, elevar o teor de sacarose. - Variedades floríferas: a aplicação do produto como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estágio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho). Notas: - A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4° e o 10° dia após a aplicação. - A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento. - Em áreas de alta infestação de plantas infestantes, recomenda-se realizar a aplicação sequencial, observandose sempre os menores intervalos recomendados. - O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo. - O produto aplicado de acordo com as recomendações no período adequado, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação ou aplicação sequencial.

MODO DE APLICAÇÃO

ELGLYSATE 480 SL® deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água. Aplicar o produto em jato dirigido ou protegido, tomando-se o devido cuidado de tal forma a não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem). No sistema de plantio direto, aplicar o produto antes do plantio da cultura. Aplicar em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas das plantas infestantes que se deseja o controle. Para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplicar o produto sobre as folhas em área total. Equipamentos de aplicação: ELGLYSATE 480 SL® deve ser aplicado através de pulverizadores costal manual, pressurizado, pulverizador tratorizado ou através de aeronave agrícola. Os equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados a cada tipo de bico. Tipos de equipamentos: - Tratorizado convencional: Vazão: 150-400 L/ha; pressão: 30-40 Lb/pol2; tamanho de gotas: 300-600 μm; densidade: 30-40 gotas/cm2 - Bentley BT-3: Vazão: 80-120 L/ha; pressão: 40-60 Lb/pol2; tamanho de gotas: 200-300 μm; densidade:50-100 gotas/cm2 - Costal manual: Vazão: 150-200 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol2; tamanho de gotas: 200-400 μm; densidade:20-30 gotas/cm2 Vazão: 300-400 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol2; tamanho de gotas: 200-600 μm; densidade:20-30 gotas/cm2 - Pulverização aérea: Barra com bicos para aeronaves de asa fixa. Volume de aplicação 40-50 L/ha; altura de voo - 4-5 m do topo da cultura; largura da faixa de deposição: 15 m; tamanho de gotas: 110-120 μm; densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm2 (DMV-420-450 m); bicos de pulverização: jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420-450 m à pressão de 15-30 psi. Conforme IN 02 de 03/01/2008. Art. 10. Para o efeito de segurança operacional, a aplicação aeroagrícola fica restrita à área a ser tratada, observando as seguintes regras: I - não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância mínima de: a) quinhentos metros de povoações, cidades, vilas, bairros, de mananciais de captação de água para abastecimento de população; b) duzentos e cinqüenta metros de mananciais de água, moradias isoladas e agrupamentos de animais; II - nas aplicações realizadas próximas às culturas susceptíveis, os danos serão de inteira responsabilidade da empresa aplicadora; III - no caso da aplicação aérea de fertilizantes e sementes, em áreas situadas à distância inferior a quinhentos metros de moradias, o aplicador fica obrigado a comunicar previamente aos moradores da área; IV - não é permitida a aplicação aérea de fertilizantes e sementes, em mistura com agrotóxicos, em áreas situadas nas distâncias previstas no inciso I, deste artigo; V - as aeronaves agrícolas, que contenham produtos químicos, ficam proibidas de sobrevoar as áreas povoadas, moradias e os agrupamentos humanos, ressalvados os casos de controle de vetores, observadas as normas legais pertinentes;

VI - no local da operação aeroagrícola será mantido, de forma legível, o endereço e os números de telefones de hospitais e centros de informações toxicológicas; VII - no local da operação aeroagrícola, onde é feita a manipulação de produtos químicos, deverá ser mantido fácil acesso a extintor de incêndio, sabão, água para higiene pessoal e caixa contendo material de primeiros socorros; VIII - é obrigatório ao piloto o uso de capacete, cinto de segurança e vestuário de proteção; e XI - a equipe de campo que trabalha em contato direto com agrotóxicos deverá obrigatoriamente usar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) necessários, fornecidos pelo empregador. - Maturador da cana-de-açúcar: A aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha. (ver item: Aplicação Aérea) Condições climáticas: Temperatura máxima: 28ºC; umidade relativa (mínimo): 55%; velocidade do vento (máximo): 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva. Gerenciamento da deriva: nas aplicações costal, estacionária/ semi-estacionária e tratorizada. Cabe ao usuário seguir as orientações do receituário e as instruções contidas na bula do produto a fim de evitar deriva. (formulações SL/SC e WG/SG) nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada; e acima de 3.700 g/ha (formulação SL/SC) - nas aplicações costal, estacionária/semiestacionária e tratorizada. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40 metros do limite esterno da plantação. Instruções para preparo da calda de pulverização: Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar ELGLYSATE 480 SL®. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo e durante a operação de sua aplicação. Lavagem do equipamento de pulverização: Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturasIntervalo de Segurança (dias)
- Banana, cacau, citros, nectarina e pêssego30 dias
- Ameixa e uva17 dias
- Maçã, café e pera15 dias
- Cana-de-açúcar (como maturador)30 dias
- Cana-de-açúcar (pré-plantio), milho e trigo(1)
- Soja, algodão e feijão(1)
- Pastagem, Pinus e eucaliptoUNA

U.N.A. = Uso Não Alimentar (1) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. Para as culturas de café, citros e eucalipto, respeitar o intervalo de reentrada de 23 dias com EPI nível 1 + luvas, para atividades de 8h e de 1d para as atividades de 2h, sem necessidade de uso de EPI.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE; VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS; VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO. VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. - Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

O herbicida ELGLYSATE 480 SL® é composto por Glifosato que apresenta mecanismo de ação dos inibidores de EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das

plantas infestantes e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente. MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora das especificações. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos ou viseira facial, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P1, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas resistentes a produtos químicos. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores

condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental, máscara com filtro mecânico classe P1, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas resistentes a produtos químicos. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evitar ao máximo o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, óculos de segurança com proteção lateral e luvas resistentes a produtos químicos. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos ou viseira facial, avental impermeável, botas, macacão, luvas e máscara; - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por uma pessoa treinada e devidamente protegida. - Pode ser nocivo se ingerido; - Pode ser nocivo em contato com a pele; - Pode ser nocivo se inalado; ATENÇÃO PRIMEIROS SOCORROS: PROCURE IMEDIATAMENTE UM SERVIÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante por menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso use lente de contato, deve-se retirála. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR ELGLYSATE 480 SL®

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoGLICINA SUBSTITUÍDA
Classe toxicológicaCATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaApós exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14 - 29 % é excretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3% do glifosato absorvido é biotransformado, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico.
ToxicodinâmicaAção cáustica responsável por irritação de pele e mucosas, e ulceração de mucosas. Fotossensibilização cutânea. Ação sobre a enzima aromatase (ou estrogênio – sintetase) do grupo do citocromo P450, responsável pela biossíntese de estrogênios (age como mediador da aromatização de andrógenos em estrógenos). Quelação de metais na luz intestinal (ferro e cobre, em particular). Destruição da flora bacteriana intestinal que utiliza a via do ácido shikimique para a produção de aminoácidos aromáticos necessários à sua sobrevivência.
Sintomas e Sinais clínicosAs manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição do organismo ao glifosato. Em casos de INGESTÃO podem ocorrer lesões ulcerativas, epigastralgia, vômitos, cólicas, diarreia, e, ocasionalmente íleo paralítico e insuficiência hepática aguda; alterações na pressão sangulnea, palpitações, choque hipovolêmico; pneumonite, edema pulmonar não cardiongênico, insuficiência renal por necrose tubular aguda, cefaléia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor, convulsões e coma, acidose metabólica. Em casos de exposição CUTÂNEA podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido e vesículas), eczema e fotossensibilização (eritema, queimação, prurido e vesículas de aparecimento tardio, entre 5 a 10 dias). Todos esses quadros podem ser agravados por uma infecção bacteriana secundária. Exposição OCULAR pode resultar e irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral. Em casos de exposição RESPIRATÓRIA pode ocorrer aumento da frequência respiratória, broncoespasmo e congestão vascula pulmonar. É necessário observar a toxicidade inerente aos adjuvantes (produtos utilizados em mistura com produtos formulados para melhorar a sua aplicação) presentes na formulação, potencializando os efeitos adversos do glifosato.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença da substancia no material gástrico.
TratamentoNÃO EXISTE ANTÍDOTO PARA GLIFOSATO e a atropina não tem nenhum efeito neste caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação. ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação, deve estar protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a contaminação pelo agente tóxico. Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho. Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da solução ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder à lavagem gástrica e administrar carvão ativado na dose de 50-100 g em adultos, de 25-50 g em crianças de 1- 12 anos e de 1g/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 g para 240 mL de água. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração (intubação). Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (O a 100%). Observar atentamente ocorrência de 2 insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada com controle gasométrico. Caso os níveis de pressão parcial de oxigênio (pO ) não possuem ser mantidos, introduzir ventilação mecanica com 2 pressão positiva no final da expiração (PEEP). Monitorar alterações na pressão sanguínea e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos em casos de hipotensão. Se necessário, associar vasopressores. Insuficiência renal, tratar com furosemida. A acidose metabólica deve ser corrigida com solução de bicarbonato de sódio, e, nos casos refratários com hemodiálise. Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol). Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Alertar o paciente para retornar em caso de sintomas de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático.
ContraindicaçõesO vômito é contraindicado em razão do risco de aspiração. A diluição do conteúdo gastrintestinal é contraindicada em razão de aumento da superfície de contato. A utilização de morfina é contraindicada porque pode comprometer a pressão arterial e causar depressão cardiorrespiratória.
Efeitos das interações químicasCom os adjuvantes presentes nas formulações, que são irritantes para pele e podem aumentar a absorção do produto.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT –

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

O Glifosato apresenta alta solubilidade em água, com solubilidade baixa em lipídeos. Os estudos científicos demonstram que o Glifosato é muito lentamente absorvido através da membrana gastrintestinal, ocorrendo uma retenção mínima nos tecidos com rápida eliminação pelos rins, atingindo níveis não detectáveis na urina em torno do segundo ou terceiro dia, comprovado em várias espécies de animais como ratos e cães. Mesmo no caso de exposição repetida, a não retenção e a rápida eliminação demonstram que o Glifosato não é acumulado no organismo. Os estudos em ratos, camundongos e cães Beagle, demonstraram uma baixa toxicidade, quando da ingestão por um tempo prolongado.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg pc. DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg pc. CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não irritante, A substancia teste aplicada na pele dos coelhos produziu eritema em 1/3 dos animais testados. Todos os sinais deirritação retornaram ao normal na leitura em 24hrs após o tratamento para 1/3 dos animais. Nenhum sinal de irritação cutanea foi observado em qualquer leitura em 2/3 dos animais. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Não irritante. A substancia teste aplicada no olho dos coelhos produziu hiperemia e secreção conjutivais em 3/3 dos olhos testados, e edema conjuntival em 2/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 24 horas após o tratamento para 1/3 dos olhos testados e na leitura em 48 horas após o tratamento para 2/3 dos olhos testados. Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante. Sensibilização respiratória: Não há informações disponiveis sobre sensibilização respiratória. Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação genica reversa em bactérias (teste de ames) e não apresentou atividade mutagênica em células de camundongos.

EFEITOS CRÔNICOS

Em estudos realizados com animais de laboratório com glifosato, não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso e os exames macroscópicos na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução do peso corpóreo e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento com a maior dose. Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( ) Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (Classe II) (X ) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)  Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.  Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas.  Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.  Não utilize equipamento com vazamentos.  Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.  Aplique somente as doses recomendadas.  Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.  A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. 2.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES:  Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.  O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.  A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.  O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.  Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.  Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.  Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.  Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).  Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:  Isole e sinalize a área contaminada.  Contate as autoridades locais competentes e a empresa AGROALLIANZ S.A  Telefone da empresa: 0800 591 0643  Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).  Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d´água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme

indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:  Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;  Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;  Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;  Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;  Faça essa operação três vezes;  Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos:  Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;  Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;  Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;  A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;  Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:  Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;  Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;  Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;  Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

 Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.  O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

 No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.  Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade.  O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE  As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

 O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

 produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE  As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

 A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.  É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.  EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.  A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO  Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.  A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:  O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:  De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Elglysate 480 SL registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 5123 · documento de 23/06/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Elglysate 480 SL?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Elglysate 480 SL e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Elglysate 480 SL é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 5123, documento de 23/06/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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