Bula oficial · registro MAPA nº 40824

Bula do Dream

Bula completa do Dream (registro MAPA nº 40824), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: etofenproxi.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 17 páginas no PDF.

DREAM Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 40824

COMPOSIÇÃO

2-(4-ethoxyphenyl)-2-methylpropyl 3-phenoxy benzyl ether (ETOFENPROXI)............................................................................................................500,00 g/L (50,00% m/v) Solvent naphta (petroleum), heavy aromatic (NAFTA AROMÁTICA PESADA) ...................................................................................222,70 g/L (22,27% m/v) Outros ingredientes.........................................................................................................267,30 g/L (26,73% m/v)

GRUPO 3A INSETICIDA CONTEÚDO: Vide Rótulo CLASSE: Inseticida de contato e ingestão GRUPO QUÍMICO: Éter difenílico TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável - EC TITULAR DO REGISTRO: SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III, CEP 38044-755 - Uberaba/MG Tel. (34) 3319-5550 - Fax: (34) 3319-5570 CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro IMA-MG nº 2.972 FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: TREBON TÉCNICO – Registro MAPA nº 00595 MITSUI CHEMICALS INC. Omuta Works, 30, Asamuta-machi, Omuta, Fukuoka 836-8610 – Japão FORMULADORES: SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III, CEP 38044-755 - Uberaba/MG Tel. (34) 3319-5550 - Fax: (34) 3319-5570 CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro IMA-MG nº 2.972

Na do lote ou da partida:
Data de fabricação:VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:

PODER. Indústria Brasileira

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA

CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL

CLASSE II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE R. Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - Uberaba-MG - CEP: 38044-755 | +55 (34) 3319-5550 | contato@snbrasil.com.br |

INSTRUÇÕES DE USO

DREAM é um inseticida que contém o ingrediente ativo Etofenproxi, de sítio de ação moduladores dos canais de sódio, recomendado para o controle de pragas em diversas culturas, conforme as recomendações abaixo: CULTURAS, DOENÇAS, DOSE, INÍCIO, EPOCA, INTERVALO, NÚMERO E VOLUME DE APLICAÇÃO.

CULTURASALVOS Nome comum (Nome científico)DOSESNúmero máximo de aplicações por safraInício, época, intervalo e volume de aplicação.
mL p.c./100 L águamL p.c./ha (g. ia/ha)
Abóbora Abobrinha Chuchu Maxixe Melancia Melão PepinoBroca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis)24 a 36240 a 360 (120 a 180)2Realizar as aplicações no início da formação dos frutos, realizando aplicações visando atingir as brocas antes de penetrarem no interior dos frutos. Realizar novas aplicações com intervalo de 7 dias, preferencialmente em rotação com inseticidas com diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha.
AlgodãoBicudo (Anthonomus grandis) Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens)-150 a 300 (75 a 150) 600 (300)4Bicudo: Aplicar DREAM quando for encontrado o primeiro indivíduo através das armadilhas de monitoramento. Realizar nova aplicação, caso necessário, respeitando o intervalo de 5 dias. Lagarta-das-maçãs: Aplicar ao detectar o início de infestação da praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, respeitando o intervalo de 7 dias. Em ambos os casos, realizar a rotação de inseticidas com diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 300 - 400 L/ha.
Alho CebolaTripes (Thrips tabaci)-300 a 360 (150 a 180)2Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, respeitando o intervalo de 7 dias preferencialmente em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 300 – 400 L/ha.
ArrozPercevejo-do-grão (Oebalus poecilus) Lagarta-da-panícula (Pseudaletia sequax)-180 (90)2Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, respeitando o intervalo de 7 dias preferencialmente em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 150 L/ha.
Aveia CevadaPulgão-da-espiga (Sitobion avenae) Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax)-60 a 270 (30 a 135) 60 a 300 (30 a 150)2Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, respeitando os intervalos de 7 a 15 dias preferencialmente em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 100 – 250 L/ha.
Beterraba Cenoura Mandioquinha- salsaVaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa)-120 a 180 (60 a 90)1Iniciar a aplicação no início da infestação da praga, preferencialmente através de monitoramento. Utilizar o volume de calda de 200 L/ha.
CaféBroca-do-café (Hypothenemus hampei)-400 a 500 (200 a 250)1Realizar aplicação quando infestação da Broca estiver no máximo em 1% de frutos raspados ou perfurados, preferencialmente no início do trânsito dos adultos, entre novembro e janeiro. Utilizar o volume de calda de 400 L/ha.
CanolaVaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella)-120 a 180 (60 a 90)2Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, respeitando o intervalo de 7 dias preferencialmente em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 200 L/ha.

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CitrosCigarrinha-da-cvc (Dilobopterus costalimai) Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) Moscas-das-frutas (Ceratitis capitata) Psilideo (Diaphorina citri) Pulgão-preto (Toxoptera citricida)2 a 5 5 24 a 36 18 1840 a 100 (20 a 50) 100 (50) 480 a 720 (240 a 360) 360 (180) 360 (180)1Iniciar a aplicação quando for constatada a presença da praga no pomar através estratégias de monitoramento. Utilizar o volume de calda de 2000 L por hectare.
Coco DendêLagarta-do-coqueiro (Brassolis sophorae)-120 a 180 (60 a 90)2Iniciar as aplicações no início da infestação da praga na cultura. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha.
EucaliptoPsilideo-de-concha (Glycaspis brimblecombe)-60 a 120 (30 a 60)3Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, respeitando o intervalo de 7 a 15 dias preferencialmente em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 400-500 L/ha.
FeijãoMosca-branca (Bemisia tabaci raça B) Vaquinha (Diabrotica speciosa) Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri)-180 a 240 (80 a 120) 60 (30) 300 (150)3Mosca-branca: iniciar a aplicação do produto quando for constatado a presença dos primeiros adultos na área. Alternar aplicações com inseticidas de diferentes modos de ação, em intervalos de 7 dias. Vaquinha-verde-amarela e Cigarrinha- verde: aplicar logo que constatar a presença da praga. Repetir a aplicação, se necessário, em intervalos de 7 a 15 dias. Utilizar o volume de calda de 300 a 400 L/ha.
FumoPulga-do-fumo (Epitrix fasciata)-100 (50)2Realizar as aplicações no início da infestação da praga na cultura, reaplicar com intervalo de 7 dias, em rotação com outros produtos registrados para o alvo e cultura. Utilizar o volume de 150 a 300 L/ha.
GirassolVaquinha verde- amarela (Diabrotica speciosa)-120 a 180 (60 a 90)2Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga e repetir se necessário com intervalo de 7 dias. Utilizar a menor dose em condições de baixa infestação da praga e a maior dose em alta infestação. Utilizar o volume de calda de 200 L/ha.
GoiabaPsilídeo-da- goiabeira (Triozoida limbata)30600 (300)3Realizar monitoramento constante e aplicar imediatamente quando for constatado a presença da praga. Realizar novas aplicações com intervalos de 7 dias em rotação com inseticidas com diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 2000 L/ha.
MaçãMariposa oriental (Grapholita molesta)30 a 40300 a 600 (150 a 300)2Realizar as aplicações a partir do início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, se necessário em intervalos de 7 dias, em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 800 a 1500 L/ha, respeitando a dose mínima por hectare de 300 mL p.c./ha.
MamonaCigarrinha-verde (Empoasca kraemeri)-300 (150)1Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga. Utilizar volume de calda de 200 L/ha.
MandiocaMandarová-da- mandioca (Erinnyis ello)-180 a 240 (90 a 120)1Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga. Utilizar volume de calda de 200 L/ha.

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MangaMosca-das-frutas (Ceratitis capitata) Tripes-do-cacueiro (Selenothrips rubrocinctus)24 a 36240 a 360 (120 a 180)1Mosca-das-frutas: Fazer o monitoramento e iniciar o controle assim que for constatada a presença dos adultos as armadilhas. Tripes: Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha.
MilhoLagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) Cigarrinha do Milho (Dalbulus maidis)-42 a 60 (21 a 30) 300 (150)3Iniciar as aplicações no início do surgimento da praga, entre V1 até V3. Realizar nova aplicação com intervalos de 7 dias, preferencialmente em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 300 a 400 L/ha.
Nectarina Nêspera PeraMosca-das-Frutas (Anastrepha fraterculus)30300 (150)2Realizar aplicação no início da infestação da praga, através de armadilhas de monitoramento. Realizar nova aplicação, se necessário em intervalos de 7 dias, em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha
PêssegoMariposa oriental (Grapholita molesta)30300 a 450 (150 a 225)2Iniciar as aplicações logo no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, em intervalos de 15 dias em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 800 – 1500 L/ha. Observar que a dose mínima do produto é de 300 mL p.c./ha, mesmo em volume de calda abaixo de 1000 L/ha.
SojaLagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) Percevejo-verde- pequeno (Piezodorus guildini)-21 (10,5) 240 a 300 (120 a 150)2Aplicar as aplicações no início do surgimento da praga. Realizar nova aplicação com intervalos de 7 dias, preferencialmente em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 100 - 300 L/ha.
TomateBroca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) Broca-grande-do- fruto (Helicoverpa zea) Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta)24 a 36 36 36144 a 432 (72 a 216) 216 a 432 (108 a 216) 216 a 432 (108 a 216)4Iniciar as aplicações de acordo com monitoramento, no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação com intervalos de 7 dias, preferencialmente em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 600-1200 L/ha.
TrigoPulgão-da-espiga (Sitobion avenea) Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax)-60 a 270 (30 a 135) 60 a 300 (30 a 150)3Recomenda-se iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, respeitando os intervalos de 7 a 15 dias preferencialmente em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 100 – 300 L/ha..
UvaMosca-das-frutas (Anastrepha fraterculus)60600 (300)2Realizar monitoramento constante e iniciar as aplicações logo no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, em intervalos de 7 dias em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha.

Realizar monitoramento constante e iniciar as aplicações logo no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, em intervalos de 7 dias em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha. P.C. = Produto Comercial. Dream possui 500 g de ingrediente ativo Etofenproxi por cada litro de produto comercial. I.A = Ingrediente Ativo. Utilizar maior dosagem quanto maior for a área foliar das plantas ou sob condições propícias para desenvolvimento da praga. R. Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - Uberaba-MG - CEP: 38044-755 | +55 (34) 3319-5550 | contato@snbrasil.com.br |

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicar DREAM nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação empregada. Preparo da Calda: O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos metade de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva. - APLICAÇÃO VIA TERRESTRE: Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas a mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. - APLICAÇÃO VIA AÉREA: A aplicação via aérea é indicada para as culturas: Algodão, Arroz, Aveia, Cevada, Café, Canola, Citros, Coco, Dendê, Eucalipto, Feijão, Girassol, Maçã, Milho, Soja e Trigo. 1Volume de calda para aplicação: 10 a 30 L/ha, dependendo da tecnologia de aplicação empregada. 2Densidade de gotas: 20 a 30 gotas/cm². 3Tamanho de gotas (DMV): 100 a 400 µm. 4Altura sugerida de voo de 3 m acima do alvo. Calcular a altura do voo em função da velocidade do vento. Considerar para o cálculo o fator AMSDEN de 30. Podem ser utilizados atomizadores rotativos como Micronair, ASC ou Turboaero. Usar a combinação de ponta e difusor que produza uma neblina com o maior DMV (Diâmetros Medianos Volumétricos de gotas) e menor PRD (Potencial de Risco de Deriva). Voar na altura adequada para uma distribuição correta na faixa de aplicação e evitando deriva; manter esta altura e não voar mais alto do que o necessário, acompanhando sempre o FATOR AMSDEN. Realizar sempre reconhecimento da área em que se está aplicando, tentar localizar além dos obstáculos, residências, estábulos, apiários, granjas, bem como lago e pastagem vizinhas à área que está sendo tratada. Ficar atento para as variações de vento, em direção, sentido e intensidade, em relação a sua linha de voo. Não hesitar em parar as aplicações se uma mudança de vento ocorrer e vier a provocar a deriva. Parar as aplicações sempre que a temperatura passar dos limites 30°C ou se a umidade R. Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - Uberaba-MG - CEP: 38044-755 | +55 (34) 3319-5550 | contato@snbrasil.com.br |

relativa descer a níveis abaixo de 55% para veículo água. Não voar com equipamento vazando e realizar a sua manutenção adequada. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Todas as atividades aero agrícolas devem ser acompanhadas por profissionais possuidores de curso de executor técnico em Aviação Agrícola, reconhecido pelo Ministério da Agricultura. Todos os procedimentos ligados às atividades aeroagrícolas devem estar em conformidade às regulamentações e legislações específicas ditadas pelo Ministério da Agricultura e devem evitar e mitigar riscos de contaminação ambiental e risco à saúde humana. Condições Climáticas: Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos: 5Temperatura ambiente abaixo de 30ºC. 6Umidade relativa do ar acima de 55%. 7Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersar e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar. LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região de aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturaIntervalo de Segurança
Algodão e Soja15 dias
Abóbora, Abobrinha, Alho, Arroz, Cebola, Chuchu, Feijão, Goiaba, Maxixe, Milho, Nectarina, Nêspera, Pera, Pepino, Pêssego e Tomate3 dias
Aveia, Beterraba, Canola, Cenoura, Cevada, Citros, Girassol, Maçã, Mamona, Mandioca, Mandioquinha-salsa e Uva7 dias
Coco e Dendê21 dias
Café14 dias
Manga, Melancia e Melão1 dia
Trigo16 dias
Fumo e EucaliptoU.N.A

U.N.A – Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação R. Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - Uberaba-MG - CEP: 38044-755 | +55 (34) 3319-5550 | contato@snbrasil.com.br |

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivamente agrícola. - Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo - Evitar aplicação durante as horas mais quentes do dia; - Evitar aplicação sob prenuncio de chuva; - Respeitar um período mínimo de 24 horas para realização da irrigação; - Não aplicar DREAM em mistura com outros produtos; - Não aplicar o produto em plantas com sintomas de estresse hídrico ou fisiológico; - DREAM não é fitotóxico às culturas indicadas quando utilizado nas doses recomendadas. Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

GRUPO 3A INSETICIDA A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida DREAM pertence ao grupo 3A (Moduladores dos canais de sódio - Piretróides e Piretrinas) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do DREAM como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. Usar DREAM ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. Aplicações sucessivas de DREAM podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do DREAM, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Moduladores dos canais de sódio - Piretróides e Piretrinas não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do DREAM ou outros produtos do Grupo 3A quando for necessário; R. Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - Uberaba-MG - CEP: 38044-755 | +55 (34) 3319-5550 | contato@snbrasil.com.br |

Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas; Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Para o manejo integrado de pragas, recomenda-se a utilização de todas as técnicas apropriadas e disponíveis para a condução das culturas, no intuito de manter abaixo do nível de dano econômico a população de organismos nocivos aos cultivos, visando ainda, minimizar os efeitos colaterais deletérios ao meio ambiente. Dessa forma, dentre as técnicas disponíveis para o manejo integrado de pragas em culturas, tem-se: O Controle biológico; O uso de cultivares/variedades adequados para a região e quando possível o uso de cultivares/variedades com tolerância e/ou resistência a determinadas pragas; O Controle cultural (através do uso de rotação de culturas, época de semeadura adequada para o cultivo, uso de sementes de alta qualidade sanitária, destruição de restos culturais após a colheita, manter o cultivo livre de plantas daninhas, condução da lavoura através de adubação adequada e equilibrada, dentre outros); e Controle químico (através do uso de inseticidas devidamente registrados e recomendados para o controle de pragas).

alta qualidade sanitária, destruição de restos culturais após a colheita, manter o cultivo livre de plantas
daninhas, condução da lavoura através de adubação adequada e equilibrada, dentre outros); e Controle
químico (através do uso de inseticidas devidamente registrados e recomendados para o controle de pragas).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. R. Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - Uberaba-MG - CEP: 38044-755 | +55 (34) 3319-5550 | contato@snbrasil.com.br |

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite o máximo possível, o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato com a névoa do produto; - Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra os vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. - Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se inalado Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Pode ser fatal se ingerido e penetrar nas vias aéreas PERIGO PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e aventais impermeáveis, por exemplo. R. Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - Uberaba-MG - CEP: 38044-755 | +55 (34) 3319-5550 | contato@snbrasil.com.br |

- INTOXICAÇÕES POR DREAM - (Etofenproxi)

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoETOFENPROXI: Éter difenílico; NAFTA AROMÁTICA PESADA: Hidrocarboneto Aromático.
Classe toxicológicaCATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposiçãoDérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são relevantes considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
ToxicocinéticaETOFENPROXI: O Etofenproxi é um inseticida derivado do éter propil benzílico. Após administração oral em ratos foi rapidamente absorvido (48-93%). As maiores concentrações tissulares foram encontradas no tecido adiposo, adrenais, ovários, fígado, tireoide e rins. A meia-vida foi de 5 dias para machos e de 8,5 dias para fêmeas. Em cães a vida média foi de 8,6-17 horas. Foi eliminado principalmente pelas fezes (85-90%) na forma inalterada e em metabólitos. O Etofenproxi é eliminado também pela urina em menor proporção cerca de 7-9%. Em cães houve eliminação pela bile (10-30)%, indicando circulação êntero-hepática. O produto atravessa a barreira placentária e é secretado no leite. NAFTA AROMÁTICA PESADA: Absorção: atravessam as membranas celulares e barreiras biológicas. Atravessam a membrana alveolar para a corrente sanguínea e são transportados dentro de poucos minutos para todo o organismo, incluindo SNC. Atravessam a superfície da pele ou folículos pilosos e caem na corrente sanguínea. São pobremente absorvidos pelo trato gastrintestinal, mas alguma absorção sistêmica ocorre. Distribuição: altamente distribuídos por sua característica lipofílica. Foram encontrados no leite de todas as lactantes. Eliminação: principalmente através do trato respiratório.
ToxicodinâmicaETOFENPROXI: Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos.
Sintomas e sinais clínicosETOFENPROXI: Há poucas informações de toxicidade em humanos. Toxicidade aguda: em animais exibe baixa toxicidade aguda, sendo os ratos a espécie mais sensível. Sinais e sintomas Dérmica Irritação leve; Não é sensibilizante. Sistêmica (A altas doses) Letargia, diminuição da atividade motora, bradipneia/taquipneia, taquicardia, incremento da pressão arterial, glicose e transaminases. Toxicidade crônica: os dados provêm de estudos em animais. Exposição crônica ao produto em ratos e camundongos provocou incremento na mortalidade e os órgãos-alvo foram o fígado e a tireoide, o rim (em camundongos); observaram-se também alterações hematológicas e do sistema linforeticular. Nos estudos foi detectada atividade antiandrogênica (receptores androgênicos). Houve incremento no número de abortos a 250 mg/kg/dia em ratas e coelhas. Detectou- se incremento na mortalidade nos filhotes na fase de amamentação pelo que deve ser advertido que “pode causar dano a lactentes”. Não se observou potencial genotóxico. O estudo mecanístico sobre a formação de adenomas tireóideos em ratos machos considerou o fato irrelevante para humanos. NAFTA AROMÁTICA PESADA: As manifestações decorrentes da exposição ao solvente aromático são: Primeira fase: a fase de excitação traz euforia, excitação, tonturas e perturbações auditivas e visuais, dificuldade de concentração e déficit de memória, acompanhadas por náuseas, espirros, tosse, salivação intensa e rubor da face, irritação das mucosas oculares e das vias aéreas superiores.
Sinais e sintomas
DérmicaIrritação leve; Não é sensibilizante.
Sistêmica (A altas doses)Letargia, diminuição da atividade motora, bradipneia/taquipneia, taquicardia, incremento da pressão arterial, glicose e transaminases.

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Segunda fase: a depressão predomina, com neurastenia, confusão, desorientação temporoespacial, distúrbios da fala, visão embaçada, dor de cabeça, palidez, parestesia das extremidades, ataxia, depressão dos reflexos, transtornos da personalidade e, em alguns casos, alucinações. Terceira fase: hipotensão, falência cardiorrespiratória, convulsões, coma e morte. Nos casos graves, há lesões cerebrais e polineuropatia periférica, irreversíveis. A longo prazo, há risco de encefalite tóxica e ototoxicidade. Abuso: inalação de alguns hidrocarbonetos pode resultar em morte súbita, encefalopatia, residual comprometimento neurológico, nefrotoxicidade, hepatotoxicidade, distúrbios ácido-base e rabdomiólise. Injeção de nafta resultou em reações febris, inflamação do tecido local, necrose e trombose com amputação necessária em 60 a 80% dos casos e efeitos sistêmicos, incluindo edema pulmonar, pneumonia e depressão leve do Sistema Nervoso Central. Os casos graves resultaram em síndrome de falência de múltiplos órgãos.
DiagnósticoO diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, devendo ser feito baseado no exame clínico e informações disponíveis. Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
TratamentoANTÍDOTO: Não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação grave, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação e tratamento: Exposição Oral: - A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e pneumonite química. - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonite. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. O controle de reações asmáticas, principalmente em pacientes com pré- disposição, pode utilizar beta-agonistas ou corticoides sistêmicos.

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Exposição Dérmica: Descontaminação: remover roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão neutro. Evite a hipotermia corporal. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Preparações de Vitamina E podem ser utilizadas para prevenir e interromper reações parestésicas. Exposição ocular: Lave os olhos expostos mantendo um fluxo contínuo de água ou soro fisiológico, com as pálpebras abertas, a partir do canto interno do olho (próximo ao nariz), em direção à lateral da face, por, no mínimo, 20 minutos. Nos casos de exposição de um único olho, evite contaminar o olho não afetado, lateralizando a cabeça. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e pneumonite química. A realização de lavagem gástrica é contraindicada em caso de intoxicação por agentes tóxicos que aumentam o risco e a gravidade de aspiração brônquica (como a nafta pesada) ou a gravidade da intoxicação. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. A administração de carvão ativado é contraindicada em casos de intoxicação por nafta pesada, pois o carvão ativado não absorve hidrocarbonetos e aumenta a probabilidade de vômito e aspiração.
Efeitos das interaçõesNão são conhecidos efeitos sinérgicos com outras substâncias.
químicas
ATENÇÃOTELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: (34) 3319-5568 (Horário Comercial) PlanitoxLine: 0800-701-0450. Endereço Eletrônico da Empresa: www.sipcamnichino.com.br Correio Eletrônico da Empresa: contato@snbrasil.com.br

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: > 5000 mg/Kg p.c. DL50 dérmica em ratos: não foi considerado em razão da DL50 oral apresentar dose > 5000 mg/Kg p.c. CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste (> 14,807 mg/L/4 horas). Corrosão/irritação cutânea: in vitro com Epiderme Humana Reconstituída (SkinEthicTM RHE): Com base nos resultados dos estudos in vitro, o produto foi considerado como irritante leve. No estudo de irritação dérmica in vitro, o produto apresentou viabilidade tecidual média de 51,645% % e foi considerado como irritante leve (Categoria 3 do GHS). R. Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - Uberaba-MG - CEP: 38044-755 | +55 (34) 3319-5550 | contato@snbrasil.com.br |

Corrosão/irritação ocular: O produto foi considerado como não irritante aos olhos. Inicialmente, foi conduzido o estudo de BCOP (Bovine Corneal Opacity and Permeability), onde se obteve um IVIS de 19,93, que não permite uma classificação de acordo com os critérios do GHS. Posteriormente, foi realizado estudo de citotoxicidade em cultura de células provenientes da córnea de coelho (Statens Seruminstitut Rabbit Cornea - SIRC), onde foram testadas as concentrações de 5% e 0,05% e resultou em viabilidade média de 6,4% e 93,5% respectivamente, que não permite uma classificação de acordo com os critérios do GHS uma vez que a concentração de 5% resultou em viabilidade celular abaixo de 70% e a concentração de 0,05% resultou em viabilidade acima de 70%. Posteriormente, foi realizado estudo em in vivo em coelhos. A substância quando aplicada aos olhos do coelho produziu: hiperemia grau 1 a 2, irite grau 1, quemose grau 1 a 2 em 3/3 dos olhos testados. Não ocorreu retenção do corante de fluoresceína sódica na superfície da córnea em 3/3 dos olhos testados. Houve regressão das reações oculares na avaliação de 72 horas, finalizando o estudo após a avaliação de 72 horas, podendo ser considerado não irritante para os olhos de acordo com os critérios do GHS. Sensibilização cutânea: o produto não induziu sensibilização por contato para camundongos no ensaio do nódulo linfático local (LLNA) pelo método de BrdU-ELISA. Sensibilização respiratória: Não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de experimentação para a formulação, entretanto a NAFTA AROMÁTICA PESADA pode causar irritação respiratória e pode causar uma reação alérgica na pele. Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames) em bactérias. No estudo de micronúcleo in vitro com em células de pulmão de hamster chinês (V79-4), não foi possível classificar como claramente negativo para o potencial genotóxico. Entretanto, no estudo de micronúcleo in vivo em medula óssea de camundongos não apresentou potencial genotóxico. Portanto, o peso da evidência indica que o produto não apresenta potencial genotóxico in vivo. Efeitos crônicos: ETOFENPROXI: Os dados provêm de estudos em animais. Exposição crônica ao produto em ratos e camundongos provocou incremento na mortalidade e os órgãos-alvo foram o fígado e a tireoide, o rim (em camundongos); observaram-se também alterações hematológicas e do sistema linforreticular. Nos estudos foi detectada atividade antiandrogênica (receptores androgênicos). Houve incremento no número de abortos a 250 mg/kg/dia em ratas e coelhas. Detectou-se incremento na mortalidade nos filhotes na fase de amamentação pelo que deve ser advertido que “pode causar dano à lactente”. Não se observou potencial genotóxico. O estudo mecanístico sobre a formação de adenomas tireóideos em ratos machos considerou o fato irrelevante para humanos. NAFTA AROMÁTICA PESADA: A longo prazo ou exposição repetida pode resultar em reações hematológicas, hepatotóxicas, renais, neuropsiquiátricas, neurológicas e cancerígenas.

DADOS RELATIVOS à PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é:  - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). X - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).  - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente; - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos; - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique no período de maior visitação de abelhas. - Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza; - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. R. Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - Uberaba-MG - CEP: 38044-755 | +55 (34) 3319-5550 | contato@snbrasil.com.br |

- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa SIPCAM NICHINO BRASIL S.A., pelo telefone de emergência (34) 3319-5568 ou 0800-701-0450. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL R. Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - Uberaba-MG - CEP: 38044-755 | +55 (34) 3319-5550 | contato@snbrasil.com.br |

LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA R. Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - Uberaba-MG - CEP: 38044-755 | +55 (34) 3319-5550 | contato@snbrasil.com.br |

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. R. Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - Uberaba-MG - CEP: 38044-755 | +55 (34) 3319-5550 | contato@snbrasil.com.br |

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Restrições para aplicação aérea de acordo com as legislações estaduais e municipais R. Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - Uberaba-MG - CEP: 38044-755 | +55 (34) 3319-5550 | contato@snbrasil.com.br |

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Dream registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 40824 · documento de 03/01/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Dream?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Dream e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Dream é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 40824, documento de 03/01/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

Veja também