DIQUAT 200 SL EA Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob no 56825
COMPOSIÇÃO
1,1’-ethylene-2,2’-bipyridyldiylium dibromide (Dibrometo de diquate)...........................................................374 g/L (37,4 % m/v) 9,10-dihydro-8a,10a-diazoniaphenanthrene (DIQUATE)................200 g/L (20,0 % m/v) Outros Ingredientes................................................................802 g/L (80,2 % m/v)
GRUPO D HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida não-seletivo de ação não sistêmica GRUPO QUÍMICO: Bipiridílio (Diquate) TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): Syncrom Assessoria e Comércio de Produtos Agropecuários Ltda. Rua Tabapuã, 888 – Conj. 61 – Itaim Bibi - São Paulo/SP - CEP: 04533-003. CNPJ: 06.876.953/0001-02 - Cadastro na SAA/CDA/SP nº 4231. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: DIQUAT TÉCNICO EA – Registro MAPA n° TC02124 Nanjing Huazhou Pharmaceutical Co., Ltd. N° 9 Dongfeng Road, Yaxi Town, Gaochun County, Nanjing, Jiangsu – China FORMULADOR: Nanjing Huazhou Pharmaceutical Co., Ltd. N° 9 Dongfeng Road, Yaxi Town, Gaochun County, Nanjing, Jiangsu – China Eastchem Co., Ltd. Floor 26, Haoyuan Mansion, NO 266, Middle Tongjiang Road, Changzhou, Jiangsu - China
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: E CONSERVE-OS EM SEU PODER. Página 1 de 23
PRODUTO CORROSIVO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III –
PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Vermelho PMS red 199 C Página 2 de 23
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: DIQUAT 200 SL EA é um herbicida não seletivo e dessecante de contato indicado para o controle pós-emergente de plantas daninhas. Recomendamos para o controle não seletivo em pós-emergência de plantas daninhas nas seguintes situações:
| CULTURAS | Plantas Infestantes | DOSES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA e NÚMERO DE APLICAÇÕES | |
|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | g i.a./ha | L/ha | |||
| FEIJÃO | Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 300 – 400 | 1,5 – 2,0 | Pulverizador costal: 200 L/ha. Pulverizador tratorizado: 200 – 300 L/ha. Pulverização aérea: 30 – 40 L/ha. | Controlar as plantas daninhas antes da semeadura da cultura do feijão. Deve ser aplicado nas fases iniciais de crescimento das plantas daninhas (5 – 15cm). Realizar somente 1 aplicação |
| Picão-preto Bidens pilosa | |||||
| Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
| Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | |||||
| Cordão-de-frade Leonotis nepetifolia | |||||
| Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
| ALGODÃO GIRASSOL MILHO SOJA | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 400 | 2,0 | Realizar 1 aplicação, 2 dias antes da semeadura das culturas, em área total e pós-emergência das plantas daninhas presentes na área quando estas apresentarem porte de 5 a 15 cm. | |
| Trapoeraba Commelina benghalensis | 400 | 2,0 | |||
| Buva Conyza canadenses | 400 | 2,0 | |||
| Leiteiro Euphorbia heterophylla | 300 | 1,5 | |||
| Soja Voluntária Glycine max | 400 | 2,0 | |||
| Algodão Voluntário Gossypium hirsutum | 400 | 2,0 | |||
| Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 500 | 2,5 | |||
| Milho Voluntário Zea mays | 700 | 3,5 |
Obs.: Adicionar espalhante adesivo não-iônico a 0,1% v/v à calda de aplicação de acordo com a recomendação do fabricante.
| CULTURAS | Plantas Infestantes | DOSES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA e NÚMERO DE APLICAÇÕES | |
|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | g i.a./ha | L/ha | |||
| CAFÉ CITROS | Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 300 – 500 | 1,5 – 2,5 | Pulverizador costal: 200 L/ha. Pulverizador tratorizado: 200 – 300 L/ha. | Controlar as plantas daninhas nas entrelinhas das culturas do café e citros. Deve ser aplicado nas fases iniciais de crescimento das plantas daninhas (5 – 15cm). |
| Picão-preto Bidens pilosa | |||||
| Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla |
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| CULTURAS | Plantas Infestantes | DOSES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA e NÚMERO DE APLICAÇÕES Realizar somente 1 aplicação | |
|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | g i.a./ha | L/ha | |||
| Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | |||||
| Cordão-de-frade Leonotis nepetifolia | |||||
| Guanxuma Sida rhombifolia |
Sida rhombifolia Obs.: Adicionar espalhante adesivo não-iônico a 0,1% v/v à calda de aplicação de acordo com a recomendação do fabricante. Dessecação na pré-colheita das culturas:
| CULTURAS | Dose | ÉPOCA E NÚMERO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |
|---|---|---|---|---|
| g i.a/ha | L/ha | |||
| BATATA | 300 - 500 | 1,5 – 2,5 | Aplicar no mínimo 7 dias antes da colheita. Realizar somente 1 aplicação. | Pulverizador costal: 200 L/ha. Pulverizador tratorizado: 200 – 300 L/ha. Pulverização aérea: 30 – 40 L/ha. |
| FEIJÃO | 300 – 400 | 1,5 – 2,0 | Aplicar quando a feijão estiver fisiologicamente maduro. Realizar somente 1 aplicação. | |
| SOJA | 200 – 400 | 1,0 – 2,0 | Aplicar quando a soja estiver fisiologicamente madura. Realizar somente 1 aplicação. |
| CULTURAS | Plantas Infestantes | DOSES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA e NÚMERO DE APLICAÇÕES | |
|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | g i.a./ha | L/ha | |||
| SOJA | Saco-de-padre Cardiospermum halicacabum | 300 – 400 | 1,5 – 2,0 | Pulverizador costal: 200 L/ha. Pulverizador tratorizado: 200 – 300 L/ha. Pulverização aérea: 30 – 40 L/ha. | Na dessecação de saco- de-padre na pré-colheita da cultura da soja. Realizar somente 1 aplicação |
Obs.: Adicionar espalhante adesivo não-iônico a 0,1% v/v à calda de aplicação de acordo com a recomendação do fabricante. NÚMERO, INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Utilizar o DIQUAT 200 SL EA no controle das plantas daninhas, antes da semeadura das seguintes culturas: - Feijão: nas doses de 1,5 a 2,0 L/ha. - Algodão, Girassol, Milho e Soja: nas doses de 1,5 a 3,5. Página 4 de 23
Para as culturas de Café e Citros, utilizar o DIQUAT 200 SL EA aplicado em jato dirigido nas entrelinhas para o controle das plantas daninhas, nas doses de 1,5 a 2,5 L/ha. Dessecação das culturas: - Soja: utilizar de 1 a 2 L/ha. Aplicar quando a soja estiver fisiologicamente madura. - Feijão: utilizar de 1,5 a 2 L/ha. Aplicar quando o feijão estiver fisiologicamente maduro. - Batata: utilizar de 1,5 a 2,5 L/ha. Aplicar no mínimo 7 dias antes da colheita. Deve-se fazer apenas uma aplicação do herbicida DIQUAT 200 SL EA. Na dessecação das culturas indicadas observar o intervalo de segurança, e na aplicação como herbicida, o produto deve ser aplicado nas fases iniciais de crescimento das plantas daninhas (de 5 a 15 cm). MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: DIQUAT 200 SL EA deve ser aplicado através de equipamentos costais manuais, pulverizadores tratorizados ou equipamentos aéreos. Os equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados para cada tipo de bico. Para a dessecação das culturas de Batata, Feijão e Soja, DIQUAT 200 SL EA deve ser aplicado em área total, com o uso de pulverizador costal, pulverizador tratorizado com barra ou por pulverização aérea. No controle de plantas daninhas nas culturas do Algodão, Feijão, Girassol, Milho e Soja, DIQUAT 200 SL EA deve ser aplicado em área total, com o uso de pulverizador costal, pulverizador tratorizado ou por pulverização aérea. No controle de plantas daninhas nas culturas do Café e Citros, DIQUAT 200 SL EA deve ser aplicado nas entrelinhas da cultura com o uso de pulverizador costal ou tratorizado com barra. Utilizar protetores de bicos, evitando que a deriva atinja a cultura. Equipamentos para aplicação terrestre: Volume de calda: Pulverizador costal: 200 L/ha e Pulverizador tratorizado: 200 a 300 L/ha. Bicos: Jatos tipo leque da série 80 ou 110 ou similares. Pressão: 15 a 20 lb/pol² (Costal) e 30 a 40 lb/pol² (Tratorizado) ou conforme especificação do fabricante dos bicos. Equipamentos para aplicação aérea: Página 5 de 23
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa – Ipanema de qualquer modelo. Volume de calda: 30 a 40 L/ha, altura de voo de 2 a 3 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição de 12 a 15 m de largura e tamanho de gotas entre 250 a 300 µm. Densidade de gotas de 30 a 40 gotas/cm², com pressão de 25 lb/pol². Bicos de pulverização: Bicos de jato cônico da série D (D6 e D12), providos de caracóis e placas com orifícios (ângulo de 90º). Observações locais devem ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva. Condições climáticas ideais: Temperatura máxima de 28ºC; Umidade relativa mínima de 55% e velocidade do vento máxima de 10 km/h. PREPARO DA CALDA PARA PULVERIZAÇÃO: Deve-se encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar DIQUAT 200 SL EA e o espalhante adesivo nas doses recomendadas. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante todo o preparo e durante a aplicação do produto. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento. INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
| CULTURA | DIAS |
|---|---|
| Algodão | (1) |
| Batata | 7 |
| Café | 16 |
| Citros | 14 |
| Feijão | 7 |
| Girassol | (1) |
| Milho | (1) |
| Soja | 7 |
| Soja (pré-plantio) | (1) |
Soja (pré-plantio) (1) (1) Não Determinado devido à modalidade de emprego. Página 6 de 23
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
• DIQUAT 200 SL EA não é fitotóxico às culturas quando aplicado nas modalidades e doses recomendadas. • O produto é um herbicida de contato, portanto, durante a aplicação, deve-se evitar que a deriva atinja a cultura para evitar a fitotoxicidade. • Na dessecação da batata não utilizar espalhante adesivo e não pulverizar a folhagem da batata quando o solo estiver muito seco e, especialmente, se a folhagem murchar durante o dia. • Depois de um período de seca é importante esperar que o solo tenha sido completamente molhado pela chuva em volta das raízes. Não aplicar com solo seco. • Sempre utilizar a calda no mesmo dia da sua preparação. A utilização da calda preparada no dia anterior pode reduzir a eficiência do produto.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRIPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Página 7 de 23
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo D para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO D HERBICIDA O produto herbicida DIQUAT 200 SL EA é composto por Diquate, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores do Fotossistema I, pertencente ao Grupo D (22), segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de plantas daninhas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, e a aplicação do herbicida Diquate deve ser realizada uma única vez. Se houver novas incidências de plantas daninhas, é recomendável a alternância deste produto com outros herbicidas, com mecanismos de ação diferentes. Página 8 de 23
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola; • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamento com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; • Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, Página 9 de 23
máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila; • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados; • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível, o contato com a área tratada; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar da névoa do produto; • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; Página 10 de 23
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Nocivo se ingerido Fatal se inalado Provoca lesões oculares graves PERIGO Página 11 de 23
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirála. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: ATENÇÃO: QUANDO INALADO PODE PROVOCAR SINTOMAS ALÉRGICOS, DE ASMA OU DIFICULDADES RESPIRATÓRIAS. Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. INTOXICAÇÕES POR DIQUAT 200 SL EA
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Diquate: Bipiridílio | |
|---|---|---|
| Classe toxicológica | Categoria 2: Produto Altamente Tóxico | |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. | |
| Toxicocinética | Diquate: Após administração oral, o diquate é pouco absorvido pelo trato gastrointestinal, com menos de 10% da dose administrada sendo absorvida. Quando absorvido é rapidamente distribuído no organismo. Os maiores níveis foram encontrados no fígado, rins, trato gastrointestinal e pulmões. Após 96 horas, o olho (especialmente o cristalino) apresentou resíduos significativos. O metabolismo é limitado. Os principais metabólitos identificados são o diquate monopiridona e, em menor quantidade, o diquate dipiridona e o ácido picolínico. A biotransformação ocorre por oxidação dos anéis de piridina ou pela clivagem de um deles. A eliminação ocorre principalmente pelas fezes (94% da dose administrada), com pequena fração sendo excretada na urina (6%). A excreção biliar é mínima (menos de 5%). |
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| Toxicodinâmica | Diquate: O Diquate é um potente agente redox e é prontamente convertido em um radical livre que, ao reagir com o oxigênio molecular, gera ânions superóxido e, consequentemente, outros produtos resultantes de reações de oxirredução. Esses produtos podem induzir a peroxidação lipídica nas membranas celulares, podendo levar à morte celular. |
|---|---|
| Sintomas e sinais clínicos | Diquate: Em humanos, casos de intoxicação por diquate foram detalhados na literatura, dos quais 43% foram fatais. Efeitos locais e sistêmicos foram relatados após a exposição ao diquate, sendo os efeitos sistêmicos invariavelmente associados à ingestão. Em casos graves, geralmente fatais, foram observados ulceração da mucosa gastrointestinal, íleo paralítico, choque hipovolêmico, insuficiência renal aguda e coma. Exposição oral: A ingestão de diquate é a via mais associada a efeitos sistêmicos graves e fatais. Os sinais clínicos incluem danos corrosivos na mucosa oral, esofágica e gástrica, causando dor, ulcerações hemorrágicas e edema, náuseas, vômitos, dor abdominal e diarreia. Casos graves podem evoluir para íleo paralítico, choque hipovolêmico, insuficiência renal aguda (devido à hipovolemia e toxicidade direta ao rim) e coma. Exposição cutânea: Embora a pele intacta seja uma barreira eficaz, exposições prolongadas ou a pele danificada podem causar irritação e queimaduras químicas graves. Efeitos sistêmicos são raros, devido à baixa absorção pela pele. Exposição inalatória: A inalação de gotas ou aerossóis pode levar a irritação da garganta e nariz, epistaxe (sangramento nasal) e desconforto respiratório. Casos graves podem resultar em edema pulmonar ou síndrome do desconforto respiratório agudo. Exposição ocular: O contato do diquate com os olhos pode causar conjuntivite, irritação e lacrimejamento. Em casos graves, ulcerações e cicatrizes corneanas, podendo comprometer a visão. Efeitos crônicos: Vide item “Efeitos Crônicos”. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, devendo ser feito baseado no exame clínico e informações disponíveis. Análise do sangue e/ou urina. |
| Tratamento | Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório. Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorespiratória, hipotensão e arritimias cardíacas. Usar vasopressores na hipotensão severa (evitar |
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| Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento. Exposição Inalatória: Remover o paciente para local seguro e arejado. Fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica. Antídoto: Não há antídoto específico conhecido para a substância. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante à adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. | |||
|---|---|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química. | ||
| Efeitos das | Geralmente diquate pode retardar a absorção de monossacarídeos (glicose e galactose). | ||
| interações | |||
| químicas | |||
| ATENÇÃO | ATENÇÃO | Para notificar e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722- 6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT – ANVISA/MS) | |
| As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique ao Sistema de Informação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |||
| Telefone de Emergência da empresa: (11) 2362-0335 |
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Ver itens toxicocinética e toxicodinâmica no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
DL50 oral em ratas: >300 mg/kg de peso corpóreo. DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg de peso corpóreo. CL50 inalatória em ratos: 0,40 mg/L por 4 horas. Corrosão/Irritação cutânea: Não irritante. Página 15 de 23
Corrosão/irritação ocular: Provoca lesões oculares graves. Sensibilização cutânea: Não sensibilizante. Mutagenicidade: Negativo no teste de Ames e teste do micronúcleo in vivo.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Diquate: Em ratos, os principais efeitos incluíram catarata progressiva e hemorragias na câmara anterior dos olhos em doses mais altas, alterações no peso corporal e consumo alimentar foram observadas com redução significativa nas doses mais altas. Também houve alterações hematológicas, como diminuição do volume corpuscular médio e hemoglobina, além de aumento no tempo de tromboplastina parcial ativada e ureia sanguínea nas doses mais altas. Os rins apresentaram aumento da incidência de nefropatia, e o sistema vascular teve aumento de arterite/periarterite em machos nas doses altas. Não houve aumento significativo de neoplasias malignas, mas observou-se feocromocitoma benigno em machos. Página 16 de 23
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada das embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. Página 17 de 23
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Syncrom Assessoria e Comércio de Produtos Agropecuários Ltda. - Telefone de Emergência: (11) 2362-0335. • Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima. Corpos d'agua: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. Página 18 de 23
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Página 19 de 23
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA Página 20 de 23
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com o piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com o piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Página 21 de 23
TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. Página 22 de 23
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Página 23 de 23