V2025 10 31 DINAMIC DINAMIC 70 WDG XTRON 700 WG HERBICIDE AMITRON 700 WG HERBICIDE DINAMIC 700 WG ORION Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 010601
COMPOSIÇÃO
4-amino-N-tert-butyl-4,5-dihydro-3-isopropyl-5-oxo-1H-1,2,4-triazole-1-carboxamide (AMICARBAZONA) ..................................................................................... 700 g/kg (70% m/m) Outros ingredientes ..................................................................................... 300 g/kg (30% m/m)
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida sistêmico pré e pós-emergente, do grupo químico Triazolinona TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersáveis em Água (WG) TITULAR DO REGISTRO (*): UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Avenida Maeda, s/n, Prédio Comercial, Térreo, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000 CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600 Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: DINAMIC TÉCNICO ARYSTA – REGISTRO MAPA Nº 04413 GREEN LIFE SCIENCE CO., LTD. 230-7 Hwachi-Dong Yeosu City - Jeonnam - Coréia do Sul DINAMIC TÉCNICO – REGISTRO MAPA Nº 010501 SALTIGO GMBH - OPERAÇÕES ChemPark Leverkusen, 51369 Leverkusen – Alemanha DECCAN FINE CHEMICALS (INDIA) PRIVATE LIMITED Kesavaram, Venkatanagaram Post, Payakaraopeta Mandal, Visakhapatnam District, Andhra Pradesh, 531 127 - Índia SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED. Plot Nº D3/6, GIDC-III, Dahej, Dist. Bharuch-392165, Gujarat - India DINAMIC TÉCNICO DC – REGISTRO MAPA Nº 21718 DECCAN FINE CHEMICALS (INDIA) PRIVATE LIMITED Kesavaram, Venkatanagaram Post, Payakaraopeta Mandal, Visakhapatnam District, Andhra Pradesh, 531 127 - Índia
DINAMIC TÉCNICO RL – REGISTRO MAPA Nº 00518 RALLIS ÍNDIA LIMITED Lote Nº Z110 e Z112, área SEZ, G. I. D. C., Dahej, Taluka-Vagra, Distrito - Bharuch, 392 130, Gujarat - Índia FORMULADOR: ADAMA MAKHTESHIN LTD. Neot-Hovav - Neot-Hovav Eco-Industrial Park - Beer - Sheva - Israel BAYER ARGENTINA S.A. Casilha de Correo 84 - Buenos Aires - Argentina BAYER CROPSCIENCE LP. 8400 Hawthor Road, Kansas City, MO - Estados Unidos da América FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA Rod. Presidente Castelo Branco, km 68,5 - Olhos d'Água - Mairinque/SP - 18120-970 CNPJ: 47.226.493/0001-46 Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 031 FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. Rod. Pres. Dutra, km 280/A - Pombal - Barra Mansa/RJ - 27365-000 CNPJ: 04.136.367/0037-07 Cadastro no Estado (INEA/RJ) nº IN 020946 FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial - Uberaba/MG - 38001-970 CNPJ: 04.136.367/0005-11 Cadastro no Estado (IMA/MG) nº 210 HELENA INDUSTRIES LLC. No. 3525 Vandalia Road, Cidade: Des Moines, UF: Iowa 50317 - Estados Unidos da América IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS Avenida Liberdade, 1701 - Cajuru do Sul - Sorocaba/SP - 18087-170 CNPJ: 61.142.550/0001-30 Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 008 MICRO SERVICE - INDÚSTRIA QUÍMICA LTDA Rua Minas Gerais, 310 - Diadema/SP - 09941-760 - CNPJ: 43.352.558/0001-49 Cadastro da Empresa no Estado de São Paulo - SAA/CDA/SP nº 079 ODOM INDUSTRIES INC. PO Box 866, 800 Odom Road, Wayne Country Industrial Park MS 39367 Waynesboro - Estados Unidos da América
OMNIUM 400 Terra Road, 72315 - Blytheville - Arkansas - Estados Unidos da América PLATTE CHEMICAL COMPANY INC. 917 Platte Road - Greenville 38704 - Mississipi - Estados Unidos da América PRO-SERVE INC. 400 E. Brooks Road - PO BOX 161059 - TN 38109-2931 Memphis - Estados Unidos da América SALTIGO GMBH - OPERAÇÕES ChemPark Leverkusen, 51369 Leverkusen - Alemanha SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - Uberaba/MG - 38044-755 CNPJ: 23.361.306/0001-79 Cadastro no Estado (IMA/MG) nº 2.972 SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km 127,5 Bairro Santa Terezinha - Paulínia/SP - 13148-915 - CNPJ: 60.744.463/0010-80 Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 453 SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. Avenida Wilson Camurça, 2138 - Distrito Industrial I - Maracanaú/CE – CEP: 61939-000 CNPJ: 07.467.822/0001-26 Cadastro no Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Rua Alberto Guizo, 859 - Distrito Industrial João Nerezzi - Indaiatuba/SP 13347-402 - CNPJ: 50.025.469/0001-53 Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 466 UNITED PHOSPHORUS (INDIA) LLP. (UNIT 11) Plot Nº 3210/3201-A, GIDC. Estate, Ankleshwar, District - Bharuch - Gujarat 393 002 - Índia Avenida Maeda, s/n°, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000 CNPJ: 02.974.733/0003-14 – Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1049 UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122 - Salto de Pirapora/SP - 18160-000 CNPJ: 02.974.733/0010-43 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4153 UPL LIMITED (UNIT 3) Plot Nº 3101/3102, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District - Bharuch, State - Gujarat - Índia UPL SOUTH AFRICA (PTY) LTD.
Corner of Nyala and Duiker Roads, ERF 216 Canelands - República da África do Sul VAN DIEST SUPPLY CO. 1434 220th Street - PO BOX 610 - Webster City - IA 50595-0610 – Estados Unidos da América
| Nº do lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
E CONSERVE-OS EM SEU PODER. Produto corrosivo ao ferro Indústria Brasileira (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III
- PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
INSTRUÇÕES DE USO
DINAMIC é um herbicida sistêmico, inibidor do fotossistema II (ou da síntese de Hill), de pré e pósemergência, recomendado para as culturas de cana-de-açúcar para o controle dos seguintes alvos:
| Cultura | Alvo | Dose produto/ha | Número Máximo de aplicações | Época de Aplicação | Volume de Calda (L/ha) | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Produto | Ingrediente Ativo (g. i.a/ha) | |||||||||
| Comercial | ||||||||||
| (kg | ||||||||||
| p.c/ha) | ||||||||||
| Cana-de- açúcar | Acanthospermum australe | 1,5 - 2,0 | 1050 - 1400 | 1 | Fazer a aplicação em pré-emergência ou pós- precoce, quando as daninhas estiverem com o máximo de 4 folhas Fazer aplicação em área total em pré- emergência da cultura e plantas daninhas. Em cana-soca, aplicar no período seco, logo após o corte. Utilizar as maiores doses em solos mais argilosos e/ou áreas de maior infestação onde necessitar de período residual mais longo. Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. | 100 a 400 | ||||
| (Carrapicho-rasteiro) | ||||||||||
| Acanthospermum | ||||||||||
| hispidum (Carrapicho-de- | ||||||||||
| carneiro) | ||||||||||
| Amaranthus hybridus | ||||||||||
| (Caruru roxo) | ||||||||||
| Amaranthus spinosus | ||||||||||
| (Caruru-de-espinho) | ||||||||||
| Amaranthus viridis | ||||||||||
| (Caruru-de-mancha) | ||||||||||
| Bidens pilosa (Picão- | ||||||||||
| preto) | ||||||||||
| Brachiaria decumbens | ||||||||||
| (Capim-braquiária) | ||||||||||
| Brachiaria plantaginea | ||||||||||
| (Capim-marmelada) | ||||||||||
| Cenchrus echinatus | ||||||||||
| (Capim-carrapicho) | ||||||||||
| Commelina benghalensis | ||||||||||
| (Trapoeraba) | ||||||||||
| Digitaria horizontalis | ||||||||||
| (Capim-colchão) | ||||||||||
| Eleusine indica | ||||||||||
| (Capim pé-de-galinha) | ||||||||||
| Emilia sonchifolia | ||||||||||
| (Falsa-serralha) | ||||||||||
| Ipomoea grandifolia | ||||||||||
| (Corda-de-viola) | ||||||||||
| Mucuna aterrima | ||||||||||
| (Mucuna-preta) | ||||||||||
| Panicum maximum | ||||||||||
| (Capim-colonião) | ||||||||||
| Portulaca oleracea | ||||||||||
| (Beldroega) | ||||||||||
| Ricinus communis | ||||||||||
| (Mamona) | ||||||||||
| Sida rhombifolia | ||||||||||
| (Guanxuma) |
| Euphorbia heterophylla | 0,8 - 1,2 | 560 - 840 | Fazer a aplicação em área total, em cana- planta ou cana-soca na pré-emergência da cultura e plantas daninhas infestantes, preferencialmente no período seco. Utilizar as menores doses em solos arenosos, áreas de baixa infestação e/ou situações que necessite ação residual mais curta do herbicida (60 a 70 dias). Fazer 1 única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (Leiteiro) | ||||||||
| Sida cordifolia (Malva branca) | ||||||||
| Richardia brasiliensis | ||||||||
| (Poaia branca) | ||||||||
| Ipomoea hederifolia (Trepadeira | 0,6 - 1,2 | 420 - 840 | ||||||
| Ipomoea nill (Corda-de-viola) | ||||||||
| Ipomoea purpurea (Corda-de-viola) | ||||||||
| Merremia cissoides (Corda-de-viola) | ||||||||
| Meremia aegyptia | 1,0 - 1,5 | 700 - 1050 | ||||||
| (Corda de viola) | ||||||||
| Momordica charantia (Melão-de-são-caetano) |
MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Aplicação terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque com indução de ar, visando à produção de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. Preparo de calda: Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque ou no pré-misturador, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de
água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra. Condições metoorológicas: Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo: Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC. Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%. Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao risco de inversão térmica Direção do vento: Observe a direção do vento e evite aplicar quando este estiver no sentido de alguma cultura ou organismos sensíveis não-alvo, caso haja restrição nesta bula.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Cana-de-açúcar...................................................................................................180 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Intervalo de reentrada para todas as culturas é de 24 horas. Mantenha afastados da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmidas, use equipamento de proteção individual.
LIMITAÇÕES DE USO
• Para cana-planta e para as variedades do tipo PO (PO8862 e outras) não aplicar Dinamic nas doses de 1,5 e 2,0 kg/ha. No caso de dúvidas, consultar o Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da UPL do Brasil Industria e Comercio S.A. • A tolerância de novas variedades de cana-de-açúcar deve ser determinada antes de se adotar Dinamic como prática de manejo de plantas daninhas. Chuvas extremamente pesadas após a aplicação podem resultar em um baixo nível de controle e/ou injúria à cultura de cana-de-açúcar. • Para rotação de culturas, observar o período mínimo de um ano após a aplicação, para o plantio de outras culturas. • Não aplicar, exceto quando recomendado para o uso em cultura, ou drenar, ou lavar equipamentos de pulverização sobre ou próximo de plantas ou áreas onde suas raízes possam se estender, ou em locais nos quais o produto possa ser levado ou posto em contato com as raízes das mesmas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA, conforme avaliação toxicológica da ANVISA, para cada processo. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. - Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. - Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto herbicida DINAMIC é composto por Amicarbazona, que apresentam mecanismos de ação Inibição da fotossíntese no fotossistema II, pertencentes ao Grupo C1, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola; - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila; - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeiras; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção latera; touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia; - No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara; - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. ATENÇÃO Nocivo se ingerido Nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. • Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. • Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR DINAMIC -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico AMICARBAZONA: triazolinona. NAFTALENO: hidrocarboneto aromático policíclico. Classe toxicológica Categoria 4- Produto pouco tóxico. Vias de exposição Dérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados. Toxicocinética Amicarbazona: Estudos conduzidos em ratos mostraram que a amicarbazona foi rápida e amplamente absorvida pelo trato gastrintestinal. Este ativo foi distribuído para os tecidos e eliminado rapidamente. Menos de 1% da dose administrada permaneceu nos tecidos 72 horas após a administração, com as maiores concentrações sendo observadas no fígado, nos rins e no sangue. A amicarbazona foi amplamente biotransformada no organismo de ratos, com 17 metabólitos identificados sendo que apenas 2% da dose administrada foi excretada na forma inalterada na urina e <1% nas fezes. A biotransformação ocorreu principalmente através da conjugação com o ácido glucurônico formando N-glucuronídeo com excreção principalmente via fecal e desaminação seguida de hidroxilação formando uma série de metabólitos hidroxilados com excreção predominantemente via urinária. Os principais metabólitos identificados na urina de ratos foram: iPR-2-OH desamino amicarbazona (32-34% da dose excretada); tBu-OH desamino amicarbazona (11%) e iPR-1,2-diOH desamino amicarbazona (6%). Já nas fezes, os principais metabólitos identificados foram: amicarbazona conjugada com ácido glucurônico (10-11% da dose excretada); tBu-OH desamino amicarbazona (4%) e iPR-1,2-diOH desamino amicarbazona (<1%). A substância foi rapidamente excretada do organismo de ratos. Cerca de 91% da dose administrada foi eliminada dentro das primeiras 24 horas, principalmente através da urina (64%) e em uma menor proporção através das fezes (27%). Não foi observado potencial de bioacumulação no organismo de ratos. | |
|---|---|
| Grupo químico | AMICARBAZONA: triazolinona. NAFTALENO: hidrocarboneto aromático policíclico. |
| Classe toxicológica | Categoria 4- Produto pouco tóxico. |
| Vias de exposição | Dérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados. |
| Toxicocinética | Amicarbazona: Estudos conduzidos em ratos mostraram que a amicarbazona foi rápida e amplamente absorvida pelo trato gastrintestinal. Este ativo foi distribuído para os tecidos e eliminado rapidamente. Menos de 1% da dose administrada permaneceu nos tecidos 72 horas após a administração, com as maiores concentrações sendo observadas no fígado, nos rins e no sangue. A amicarbazona foi amplamente biotransformada no organismo de ratos, com 17 metabólitos identificados sendo que apenas 2% da dose administrada foi excretada na forma inalterada na urina e <1% nas fezes. A biotransformação ocorreu principalmente através da conjugação com o ácido glucurônico formando N-glucuronídeo com excreção principalmente via fecal e desaminação seguida de hidroxilação formando uma série de metabólitos hidroxilados com excreção predominantemente via urinária. Os principais metabólitos identificados na urina de ratos foram: iPR-2-OH desamino amicarbazona (32-34% da dose excretada); tBu-OH desamino amicarbazona (11%) e iPR-1,2-diOH desamino amicarbazona (6%). Já nas fezes, os principais metabólitos identificados foram: amicarbazona conjugada com ácido glucurônico (10-11% da dose excretada); tBu-OH desamino amicarbazona (4%) e iPR-1,2-diOH desamino amicarbazona (<1%). A substância foi rapidamente excretada do organismo de ratos. Cerca de 91% da dose administrada foi eliminada dentro das primeiras 24 horas, principalmente através da urina (64%) e em uma menor proporção através das fezes (27%). Não foi observado potencial de bioacumulação no organismo de ratos. |
| Naftaleno: Em estudos em ratos, a absorção através da via oral foi rápida e ampla. Após absorção, o naftaleno foi rapidamente distribuído e excretado e amplamente biotransformado. Em humanos foram detectados alguns metabólitos, através de estudos in vitro e in vivo, dentre eles o 1-naftol, 2-naftol, o naftaleno-1,2-diidrodiol e o 1,4-naftolquinona. Em ratos foram identificados ainda conjugados de N-acetilcisteína naftaleno (38,1% da dose administrada), glucuronídeo de 1,2-diidro 1-2- diidroxinaftaleno (diidrodiol) (23,9%), diidroxinaftaleno (4,9%), naftols and glucoronídeos de naftol (4,6%) e glucuronídeo de 1,2-diidro-1-hidroxi-2-metiltionaftaleno [CH3S-metabólito] (4,6%). O naftaleno foi excretado principalmente através da urina e em menor extensão através das fezes, com evidência de circulação entero-hepática em roedores. O naftaleno pode atravessar a barreira placentária. | |||
|---|---|---|---|
| Toxicodinâmica | Amicarbazona: Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade da amicarbazona em humanos nem em outras espécies de mamíferos. Naftaleno: O naftaleno é convertido em metabólitos reativos (epóxido), e que normalmente são detoxificados através da onjugação com a glutationa, ácido glucurônico ou sulfato. No entanto, nos tecidos com alta atividade do citocromo P-450 monooxigenase e baixos níveis de glutationa e ácido glucurô- nico, os metabólitos reativos podem se ligar covalentemente a macromoléculas celulares, induzindo a peroxidação lipídica, estresse oxidativo e/ou a fragmentação do DNA, considerado um mecanismo indireto de ação genotóxica. | ||
| Sintomas e sinais | Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos. Em estudos com animais de experimentação, o produto foi considerado nocivo se ingerido. O produto foi considerado não irritante para a pele e para os olhos. A aplicação do produto na pele também não causou sensibilização dérmica em animais. Amicarbazona: Não são conhecidos sintomas específicos da amicarbazona em humanos. A substância causou sinais clínicos de neurotoxicidade após exposição única em rato. Sintomas inespecíficos de toxicidade aguda decorrentes da exposição a substâncias químicas podem ocorrer, como: Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Em ratos, a exposição única à amicarbazona causou sinais clínicos de neurotoxicidade manifestados por sedação, salivação e ptose palpebral (queda das pálpebras). Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos. Naftaleno: Os principais efeitos tóxicos decorrentes da exposição a grandes quantidades desta substância são anemia hemolítica e catarata, tanto após ingestão quanto inalação. | ||
| clínicos |
| Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição respiratória: a inalação pode provocar irritação no trato respiratório superior com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. A inalação de grandes quantidades pode resultar em anemia hemolítica. Os sintomas típicos de intoxicação incluem urina escura, palidez, dor abdominal, febre, náusea, diarreia e vômito. Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição oral: a ingestão pode ocasionar irritação do trato gastrointestinal, manifestada por desconforto epigástrico, náusea, vômito e diarreia. A ingestão pode causar também sintomas semelhantes aos descritos em “exposição respiratória”. Efeitos crônicos: A exposição repetida ou prolongada ao naftaleno pode resultar na formação de catarata. | |||
|---|---|---|---|
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Naftaleno: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. A identificação dos metabólitos 1-naftol e 2-naftol na urina pode auxiliar na confirmação da exposição. | ||
| Tratamento | CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessário ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Exposição Oral: - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma espontânea em pacientes intoxicados. |
| - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. - Lavagem gástrica é contraindicada devido ao risco de aspiração. - A administração de carvão ativado é contraindicada. Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Exposição Dérmica: Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição ocular: Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. | |
|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito e a realização de lavagem gástrica são contraindicadas em casos de intoxicação por hidrocarbonetos aromáticos devido ao aumento do risco de aspiração e consequente desenvolvimento de pneumonite química. A administração de carvão ativado é contraindicada em casos de intoxicação por hidrocarbonetos aromáticos, pois ele não adsorve hidrocarbonetos e aumenta a probabilidade de vômito e aspiração. |
| Efeitos das | Não disponível. |
| interações químicas | |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 e (19) 3518-5465 Endereço eletrônico da empresa: www.upl-ltd.com/br Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com |
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide item Toxicocinética. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: DL50 oral em ratos fêmeas: 1015 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: >5000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinada nas condições do teste (>2030 mg/m³) Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos não produziu sinais de irritação dérmica. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele. Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos produziu hiperemia, quemose na conjuntiva, secreção e opacidade na córnea. Todos os sinais de irritação regrediram em 96 horas após a aplicação. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para os olhos. Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: Amicarbazona: Em estudos de toxicidade repetida em ratos e cães, foram observados efeitos hepáticos caracterizados por aumento do peso absoluto e relativo do fígado, hipertrofia, dilatação dos sinusóides e aumento dos níveis de enzimas hepáticas e de colesterol/triglicerídeos. Com base nestes efeitos, em estudo de 90 dias em ratos NOAEL de 33 mg/kg/p.c. e LOAEL de 67 mg/kg p.c. Em estudo de 90 dias em cães o NOAEL estabelecido foi de 6,28 mg/kg p.c./dia e o LOAEL de 25 mg/kg p.c./dia. Em estudo de toxicidade crônica/carcinogenicidade em ratos foi estabelecido NOAEL de 2,3 mg/kg p.c./dia. Alguns efeitos leves na glândula tireoide foram observados nos estudos de toxicidade subcrônica em ratos, contudo, tais efeitos não foram observados nos estudos de toxicidade crônica. Estes efeitos parecem estar relacionados ao aumento do metabolismo hepático e liberação de hormônios T4 e T3-glucoronídeo, causando uma estimulação da glândula da tireoide, o que resultou em hiperplasia das células foliculares da tireoide. Esta hiperplasia é considerada espécie-específica de roedores e sem relevância para humanos. A amicarbazona não apresentou potencial mutagênico em estudos conduzidos in vivo e in vitro e nem foi carcinogênica em estudos em ratos e camundongos. Não foram observados efeitos sobre os parâmetros reprodutivos em ratos (NOAEL de 73,2 mg/kg p.c./dia em machos e NOAEL de 84 mg/kg p.c./dia em fêmeas, maiores doses testadas). Em estudos de toxicidade para o desenvolvimento em ratos e coelhos, não foram observadas evidências de potencial teratogênico. Foi observado um atraso na ossificação dos fetos em doses nas quais foi observada toxicidade materna (em ratos, NOAEL materno/desenvolvimento de 15 mg/kg p.c.; em coelhos, o NOAEL materno foi de 5 mg/kg p.c./dia e o NOAEL desenvolvimento foi de 20 mg/kg p.c./dia). Naftaleno: Em ratos expostos, pela via oral, durante 13 semanas, foram observados efeitos nos rins, no timo e nos parâmetros hematológicos, nas doses de 200 e 400 mg/kg p.c./dia (maiores doses testadas; NOAEL = 100 mg/kg p.c.dia). A exposição repetida, pela via oral, a concentrações superiores a 1000 mg/kg p.c./dia resultou em catarata em ratos, camundongos e coelhos. Em estudo de 2 anos em camundongos, após administração de 10 e 30 mL/m³/6h/5 dias por semana, foram observadas inflamação crônica nos pulmões, inflamação no nariz, metaplasia no epitélio do sistema olfativo e hiperplasia no epitélio respiratório. Em estudo de toxicidade a longo prazo, em ratos, foram observados adenomas epiteliais no sistema respiratório e neuroblastomas no sistema epitelial olfatório, após a exposição a concentrações de 10 mL/m³. A substância não foi considerada tóxica para a reprodução nem para o desenvolvimento embriofetal. No entanto, devido à capacidade de atravessar a barreira placentária, pode causar anemia hemolítica nos fetos expostos, através da ingestão da substância pela mãe. EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS: Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.
SINTOMAS DE ALARME: Não são conhecidos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) (X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para (algas). • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou (19) 3518-5465.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio desta embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.