Bula oficial · registro MAPA nº 46325

Bula do Dicamba Nortox

Bula completa do Dicamba Nortox (registro MAPA nº 46325), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: Dicamba.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 19 páginas no PDF.

DICAMBA NORTOX Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 46325

COMPOSIÇÃO

Equivalente ácido de 3,6-dichloro-o-anisic acid (Dicamba)....................480,00 g/L (48,00% m/v) Sal de 3,6-dichloro-o-anisic acid-2-(2-aminoethoxy)ethanol (Dicamba).708,29 g/L (70,82% m/v) Propane-1,2-diol (Propilenoglicol)...............................................................80,00 g/L (8,00% m/v) Outros Ingredientes.................................................................................658,69 g/L (65,86% m/v)

GRUPO O HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida de ação sistêmica, pós-emergente, do grupo químico ácido benzoico. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel - SL TITULAR DO REGISTRO: Rodovia BR 369, Km 197 - CEP: 86700-970 – Arapongas/PR; CNPJ: 75.263.400/0001-99 Fone: (43) 3274-8585 - Fax: (43) 3274-8500. Registro Agência de Defesa Agropecuária do Paraná – ADAPAR/PR Nº 466. FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: DICAMBA TÉCNICO NORTOX Registro MAPA Nº TC17921 JIANGSU CHANGQING AGROCHEMICAL NANTONG CO., LTD. Nº 3, Haibin Road, Chemical Industrial Zone, Open Coastal Economic Zone, Rundong Country, Nantong City, Jiangsu – China. JIANGSU FLAG CHEMICAL INDUSTRY CO. LTD. Nº 309 Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industrial Park, Nanjing – China JIANGSU TUOQIU AGROCHEMICAL CO., LTD. Kaitai Road, Coastal Industrial Park, Jiangsu Binhai Economic and Development Zone, Jiangsu - China. DICAMBA TÉCNICO GHA Registro no MAPA Nº 37118 JIANGSU GOOD HARVEST – WEIEN AGROCHEMICAL CO., LTD. Laogang, Qidong City - China FORMULADORES: Rodovia BR 369, Km 197 - CEP: 86700-970 – Arapongas/PR; CNPJ: 75.263.400/0001-99 Fone: (43) 3274-8585 - Fax: (43) 3274-8500. Registro Agência de Defesa Agropecuária do Paraná – ADAPAR/PR Nº 466. JIANGSU CHANGQING BIOTECHNOLOGY CO., LTD. Nº 1 Jiangling Road, Putou Town, Jiangdu District, Yangzhou City, Jiangsu – China.

JIANGSU CORECHEM CO., LTD 18, Shilian Avenue, Huaian City, Jiangsu – China. JIANGSU FLAG CHEMICAL INDUSTRY CO. LTD. Nº 309 Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industrial Park, Nanjing – China. JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO. LTD. Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone, Xinyi, Jiangsu – China. JIANGSU TUOQIU AGROCHEMICALS CO., LTD. Kaitai Road, Coastal Industrial Park, Jiangsu Binhai Economic and Development Zone, Jiangsu – China. ZHEJIANG XINAN CHEMICAL INDUSTRIAL GROUP CO., LTD. Xinanjiang, Jiande, Zhejiang – China. WASION CROP SCIENCE AND TECHNOLOGY CO., LTD. 1 Hedong Road, Xinshi Town, Deqing – China.

Número do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação:
Data de Vencimento:

Número do lote ou da partida: Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM Data de Vencimento: EM SEU PODER. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto Nº 7212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL CLASSE III– PRODUTO

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE 1 - INSTRUÇÃO DE USO: DICAMBA NORTOX é um herbicida sistêmico, pós-emergente, pertencente ao grupo dos ácidos benzoicos e específico para controle de plantas daninhas de folhas largas. É recomendado para aplicação em área total, em pós-emergência das plantas daninhas e no manejo pré-plantio do cultivo de algodão e soja. Respeitar o intervalo de segurança mínimo de 60 dias entre a aplicação e o plantio da Soja Não Tolerante ao dicamba. Respeitar o intervalo de segurança de 15-20 dias entre a aplicação e o plantio do Algodão Não Tolerante ao dicamba, dependendo da dose utilizada

DICAMBA NORTOX é recomendado para aplicação em área total, em pós-emergência das plantas daninhas e em pós-emergência das culturas do algodão e da soja geneticamente modificadas tolerantes ao herbicida dicamba. Não há restrições quanto ao intervalo entre a aplicação em pré-plantio e os plantios de cultivos tolerantes ao ativo do herbicida. APLICAÇÃO EM DOSE ÚNICA EM PRÉ-PLANTIO DAS CULTURAS:

CulturasPlantas daninhasDoseVolume deNúmero máximo de aplicação
calda
Nome comumL p.c./haL/ha
Nome científico
Algodão SojaCarrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum1,0100 - 150Realizar 1 aplicação
Menstrasto Ageratum conyzoides
Caruru-roxo Amaranthus hybridus
Caruru Amaranthus retroflexus
Losna ou Absinto Artemisia vertotorum
Picão-preto Bidens pilosa
Picão-branco Galinsoga parviflora
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia
Rubim Leonurus sibiricus
Flor-das-almas ou Maria Mole Senecio brasiliensis
Serralha Sonchus oleraceus
Caruru Amaranthus deflexus1,0 – 1,5
Trapoeraba Commelina benghalensis
Buva Conyza bonariensis
Carrapicho ou Desmodio Desmodium tortuosum
Beldroega Portulaca oleracea
Poaia-branca Richardia brasiliensis
Guanxuma Sida rhombifolia
Erva-de-touro Tridax procumbens
Leiteiro Euphorbia heterophylla1,5
Fedegoso Senna obtusifolia
NORTOX S/A Rodovia BR 369, km 197 Tel. [43] 3274 8585 Fax. [43] 3274 8500 86700-970 Arapongas, PR - Brasil
CulturasPlantas daninhasDoseVolume deNúmero máximo de aplicação
calda
Nome comum Nome científicoL p.c./haL/ha
Caruru Amaranthus viridis1,25 – 1,5

p.c.: produto comercial. Nota: 1 Litro do produto comercial possui 480 gramas de ingrediente ativo do Dicamba Nortox. APLICAÇÃO EM DOSE ÚNICA EM PÓS-EMERGÊNCIA DA CULTURA TOLERANTE AO DICAMBA:

CulturasPlantas daninhasDoseVolume de caldaNúmero máximo de aplicação
Nome comum Nome científicoL p.c./haL/ha
Soja Geneticamente ModificadaCaruru Amaranthus hybridus0,75 – 1,5100 - 150Realizar 1 aplicação.
Corda-de-viola Ipomea triloba
Picão-preto Bidens pilosa
Caruru Amaranthus viridis0,8 – 1,0
Caruru Amaranthus spinosus1,0 – 1,5
Corda-de-viola Ipomea nil
Nabica Raphanus raphanistrum
Leiteiro Euphorbia heterophylla
Guanxuma Sida hombifolia
Buva Conyza bonariensis
Poaia-branca Richardia brasiliensis
Beldroega Portulaca oleracea

p.c.: produto comercial. Nota: 1 Litro do produto comercial possui 480 gramas de ingrediente ativo do Dicamba Nortox.

APLICAÇÃO SEQUENCIAL APÓS A EMERGÊNCIA DAS CULTURAS TOLERANTES AO DICAMBA:

CulturasPlantas daninhasDoseVolume deNúmero máximo de aplicação
calda
Nome comumL p.c./haL/ha
Nome científico
Soja Geneticamente Modificada Soja Geneticamente ModificadaCaruru Amaranthus viridis0,5 + 0,5100 - 150 100 - 150Realizar 2 aplicações. Realizar 2 aplicações.
Picão-preto Bidens pilosa0,5 + 0,5 a 1,0 + 1,0
Caruru Amaranthus hybridus0,75 + 0,75 a 1,0 + 1,0
Caruru Amaranthus retroflexus
Corda-de-viola Ipomea nil
Corda-de-viola Ipomea triloba
Beldroega Portulaca oleracea
Guanxuma Sida rhombifolia1,0 + 1,0 a 1,5 + 1,5 1,0 + 1,0 a 1,5 + 1,5
Caruru Amaranthus spinosus
Leiteiro Euphobia heterophylla
Nabica Raphanus raphnistrum
Buva Conyza bonariensis
Poaia-branca Richardia brasiliensis
Algodão Geneticamente ModificadoCaruru Amaranthus defluxus1,0 + 1,0 a 1,5 + 1,5
Fedegoso Senna obtusifolia1,5 + 1,5
Corda-de-viola Ipomoea quamoclit0,75 + 0,75 a 1,25 + 1,25
Picão-preto Bidens pilosa0,75 + 0,75 a 1,0 + 1,0

0,75 + 0,75 a 1,0 + 1,0 p.c.: produto comercial. Nota: 1 Litro do produto comercial possui 480 gramas de ingrediente ativo do Dicamba Nortox.

1.2 – NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Utilizar a maior dose em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas. As aplicações deverão ser realizadas em fases iniciais do desenvolvimento das plantas daninhas (até 10 cm), fisiologicamente ativas e preferencialmente até 6 folhas. Pré-plantio da Soja: Aplicar em pré-plantio da cultura, respeitando o intervalo de segurança mínimo de 60 dias entre aplicação e o plantio e na pós-emergência das plantas daninhas em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo. Pré-plantio do Algodão: Aplicar em pré-plantio da cultura, respeitando o intervalo de segurança de 15 dias para dose de 1 L p.c./ha e 20 dias para dose de 1,5 L p.c./ha entre aplicação e o plantio e na pós-emergência das plantas daninhas em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo. Soja geneticamente modificada tolerante ao dicamba: Aplicar em pós-emergência da soja geneticamente modificada e pós-emergência das plantas daninhas em áreas de plantio direto ou cultivo mínimo. Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial entre 14 e 28 dias, após a emergência da cultura. Algodão geneticamente modificado tolerante ao dicamba: Aplicar em pós-emergência do algodão geneticamente modificado e pós-emergência das plantas daninhas em áreas de plantio direto ou cultivo mínimo. Recomenda-se aplicação sequencial entre 14 dias e 28 dias, após a emergência da cultura. Para as aplicações do algodão e soja tolerantes ao herbicida dicamba, não há restrições quanto ao intervalo entre a aplicação em pré-plantio e os plantios das culturas. 1.3 - MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: PREPARO DE CALDA: Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Preencher o tanque do pulverizador com água até 3/4 de sua capacidade, colocar a dose recomendada de DICAMBA NORTOX e manter o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado. Aplique de imediato sobre as plantas daninhas. CUIDADOS DURANTE A APLICAÇÃO: Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.

GERENCIAMENTO DE DERIVA: Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. Visando garantir uma aplicação adequada do produto, é recomenda a utilização de produtos redutores de volatilização e deriva. Antes de adquirir e utilizar esses produtos consulte um engenheiro agrônomo. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Nota: Evitar a deriva durante a aplicação é responsabilidade do aplicador. INVERSÃO TÉRMICA: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar. APLICAÇÃO TERRESTRE: O equipamento de pulverização costais e/ou tratorizados deverão ser adequados para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Utilizar preferencialmente gotas de classe acima da Grossa - C. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). A pressão de trabalho e o tipo de pontas de pulverização deverão ser selecionados em função do volume de calda e da classe de gotas, utilizando sempre a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva. Para determinadas culturas que utilizarem equipamentos específicos o tamanho das gotas pode ser ajustado e adequado de acordo com cada situação. Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo. O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea do alvo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA APLICAÇÃO TERRESTRE: As condições climáticas mais favoráveis para pulverização utilizando equipamentos adequados são: - Umidade relativa do ar: mínimo 55%; máximo 95%; - Velocidade do vento: mínimo - 3 km/hora; máximo – 10 km/hora; Temperatura: entre 20 a 30ºC ideal; - Caso haja a presença de orvalho na cultura, deve-se evitar aplicações com máquinas terrestres.

- A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após aplicação pode afetar o desempenho do produto. Evite aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho. RECOMENDAÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO: Evitar as condições de inversão térmica. Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras. Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura), para tanto o tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência. LIMPEZA DE TANQUE: Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos / aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra. 1.4 - INTERVALO DE SEGURANÇA:

CulturasDias
Algodão1113
Soja170
Algodão2(1)
Soja2(1)

1 Aplicação em pós-emergência. 2 Aplicação em pré-plantio. (1) Não determinado devido a modalidade de emprego. 1.5 - INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

1.6 - LIMITAÇÕES DE USO: - O DICAMBA NORTOX não deve ser aplicado em pulverização aérea. - São exemplos de culturas sensíveis ao herbicida Dicamba: batata, café, cítricos, crucíferas, feijão, flores ornamentais, girassol, leguminosas, maçã, pepino, tabaco, tomate, uva, além de algodão e soja não tolerantes ao herbicida Dicamba. - Deve-se adotar uma área de bordadura de no mínimo 50 metros entre a área de aplicação e estas culturas para evitar potenciais efeitos adversos em culturas sensíveis a esse herbicida. - Deve-se observar condições de inversão térmica para prevenir potenciais riscos de deriva e volatilidade. - Evite aplicar em condições de estresse hídrico das plantas daninhas, visto que a sua translocação dentro das plantas, nestas condições é reduzida. - Recomenda-se que a calda seja preparada e aplicada no mesmo dia. Isso visa reduzir o acúmulo de resíduos e contaminação das partes do pulverizador (barra, pontas, filtros e mangueiras). 1.6. INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: Vide itens Precauções Gerais, Precauções no Manuseio e na Preparação da Calda e Precauções Durante a Aplicação. 1.7. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. 1.8. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide dados relativos à proteção do meio ambiente. 1.9. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide dados relativos à proteção do meio ambiente. 1.10. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide dados relativos à proteção do meio ambiente. 1.11. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: DICAMBA NORTOX é um herbicida composto por dicamba, o qual pertence as auxinas sintéticas (mimetizadores de auxina), Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distinto do Grupo O para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.

• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). 1.12. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.

2. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

“ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA”. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. 2.1 PRECAUÇÕES GERAIS: - Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. 2.2 PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança 2.3 PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado do produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verificar a direção do vendo e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. 2.4 PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita. - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os equipamentos de proteção individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógios, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. 2.5 INTOXICAÇÕES POR DICAMBA - - INFORMAÇÕES MÉDICAS –

Grupo químicoDicamba ....................Ácido benzóico
Classe toxicológicaCATEGORIA 5: Improvável de causar dano agudo
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaDicamba é rapidamente absorvido pela via oral e lentamente absorvido pela via dérmica. O isômero 3,5-dicloro-2-metoxibenzóico apresenta absorção e excreção mais lenta. Em um estudo para avaliar o coeficiente de permeabilidade dérmica realizado com ratos, as maiores concentrações sanguíneas de dicamba e do isômero foram encontradas em 1 e 9 horas, respectivamente. Dicamba foi distribuído em todos os tecidos examinados em ratos, incluindo fígado, rim, sangue, músculo e tecido adiposo. Em estudos realizados com ratos após administração intravenosa, em dose única, de uma formulação com dicamba e seu isômero, a eliminação sanguínea de dicamba foi rápida, com uma meia-vida de 0,64 horas, enquanto que a eliminação do isômero foi muito mais lenta, com uma meia- vida de 16,5 horas. Testes in vitro mostraram que o isômero apresenta uma maior afinidade para ligação à proteína plasmática (83,3% de ligação) que dicamba (33,8% de ligação). O metabolismo de dicamba em animais é limitado. Em mamíferos, demetilação e descarboxilação foram observados. Quando dicamba foi administrado pela via intravenosa ou oral em ratos, cerca de 90% da dose foi recuperada inalterada na urina e cerca de 20% na forma de conjugado com ácido glicurônico. O principal metabólito identificado foi 3,6-dicloro-2-hidroxibenzoico, e como metabólitos minoritários foram identificados 2,5-diclorofenol e conjugado glicuronídeo de 3,6-dicloro-2-hidroxibenzoico. Em vacas lactantes, a via predominante de excreção foi a urinária e em menor proporção, a fecal; no leite, a concentração foi mínima. Quando dicamba foi administrado pela via inalatória ou intravenosa em ratos, mais de 90% da dose administrada foi excretada na urina dentro de 24 horas; quando administrado pela via oral, a taxa de excreção urinária alcançou 96% em aproximadamente 48 horas.
NORTOX S/A Rodovia BR 369, km 197 Tel. [43] 3274 8585 Fax. [43] 3274 8500 86700-970 Arapongas, PR - Brasil
Mecanismos de ToxicidadeOs mecanismos precisos de toxicidade de herbicidas clorofenoxi não foram completamente elucidados, mas estudos experimentais indicam o possível envolvimento de três ações: (1) danos da membrana celular; (2) a interferência em vias metabólicas envolvendo acetil-coenzima A; (3) e desacoplamento de fosforilação oxidativa.
Sintomas e sinais clínicosToxicidade aguda: Após a ingestão de dicamba, sintomas de intoxicação em humanos podem incluir vômitos, falta de ar, diminuição da frequência cardíaca, perda de apetite, efeitos sobre o sistema nervoso central (excitação ou depressão), cianose e espasmos musculares. Sangramento gastrointestinal pode ocorrer ocasionalmente. Em casos de intoxicação grave, vômitos, diarreia e dor abdominal podem ser seguidos por coma. Outros efeitos relatados após a ingestão de dicamba incluem hipertermia, acidose metabólica, insuficiência renal e aumento em determinadas enzimas hepáticas. Exposição inalatória por período prolongado pode causar tonturas, irritação do nariz, faringe e no peito, resultando em tosse. Além disso, sintomas gastrointestinais e neuromusculares periféricos foram relatados após exposição inalatória. Toxicidade crônica: em estudos crônicos o órgão-alvo foi o fígado. Quando testado em ratos ao longo de 2 gerações, Dicamba causou decréscimo no crescimento das crias e retardamento da maturidade sexual em machos. Dicamba induziu toxicidade materna em ratos; sinais de toxicidade incluíram decréscimo no ganho de peso e decréscimo no consumo de alimentos; nenhum efeito foi observado nos fetos. Estudos de teratogênese em ratas prenhas incluíram como efeitos relacionados com o tratamento com dicamba: abortos, decréscimo do consumo de alimento e decréscimo no ganho de peso; e ossificação irregular dos ossos nasais nos fetos.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
TratamentoDescontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais. ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Exposição Oral: - O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico. - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. - Lavagem gástrica: somente considerar a lavagem gástrica após ingestão
NORTOX S/A Rodovia BR 369, km 197 Tel. [43] 3274 8585 Fax. [43] 3274 8500 86700-970 Arapongas, PR - Brasil
da substância em uma quantidade potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). - Carvão ativado: se liga a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão. Em geral não atua com metais ou ácidos. Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água / 30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade). - Contraindicação: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em caso de perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de consciência; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidades pouco tóxicas. Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Exposição Dérmica: Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lavar a área exposta com água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição Ocular: Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. • Hemodiálise: pode ser requerida em caso de intoxicação grave, insuficiência renal e acidose grave por causa do propilenoglicol. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicosNão são relatados em humanos.
AtençãoAtençãoLigue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) Centro de Controle de Intoxicação de Londrina – PR: (43) 3371-2244 Telefone de Emergência da empresa: (43) 3274-8585

2.6 MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

2.7 EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO Efeitos agudos: (Resultados de ensaios com animais – Produto Formulado): DL50 oral em ratos: > 5000 mg.kg-1 p.c. DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg.kg-1 p.c. CL50 inalatória em ratos: 9,078 mg.L-1 (4 horas) Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não provoca irritação da pele. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Os animais de experimentação apresentaram hiperemia e quemose reversíveis em 7 dias para os 3/3 animais. Não houve opacidade da córnea. Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante. Efeitos crônicos (resultado de estudos com animais - ingrediente ativo): Nenhum efeito foi observado em ratos alimentados com dicamba por 90 dias com doses até aproximadamente 500 mg/kg/dia. Com doses próximas de 1000 mg/kg/dia, foram observados menor ganho de peso corporal, e alterações no peso, cor e tamanho do fígado. Em estudos crônicos em ratos pela via oral, dicamba mostrou ser um proliferador de peroxissomos, que pode aumentar o risco de tumores hepáticos. Em estudos crônicos pela via dérmica em coelhos, irritação dérmica dosedependente foi observada no local de aplicação. Nenhuma toxicidade sistêmica foi observada. Não foram encontradas informações sobre a toxicidade crônica de dicamba em seres humanos. Não classificado quanto sua carcinogenicidade para humanos. Em um estudo realizado em culturas de linfócitos humanos provou-se que dicamba é um agente que causa danos no DNA. Não há evidência de produzir desregulação endócrina.

3. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) □ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ■ PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) □ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) -Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas; - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. -Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. -Não utilize equipamento com vazamento. -Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. -Aplique somente as doses recomendadas. -Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. -A destinação inadequada de embalagens ou restos de produto ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

3.2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: -Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. -O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. -A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. -O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. -Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. -Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. -Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. -Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. -Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3.3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: -Isole e sinalize a área contaminada. -Contate as autoridades locais competentes e a Empresa NORTOX S/A., pelo telefone de emergência: (43) 3274-8585. -Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros combinado P2 ou P3). -Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a Empresa Registrante conforme indicado. • Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. -Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 3.4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL -LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: -Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; -Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume; -Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; -Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; -Faça esta operação três vezes; -Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: -Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; -Acione o mecanismo para liberar o jato de água; -Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; -A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; -Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a bocado tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. -ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA - Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. - O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. -DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA - No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. -TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL -ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA -ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA -O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. -Use luvas no manuseio dessa embalagem. -Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das lavadas. -DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA -No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. -Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. -O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. -TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde estão guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuições. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA produto ou no local indicado na nota fiscal, emiti da pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. - DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. -É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÀO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. -EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna e a saúde das pessoas. -PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: - Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. - A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. -TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 4. RESTRICÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às atividades agrícolas.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Dicamba Nortox registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 46325 · documento de 23/12/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Dicamba Nortox?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Dicamba Nortox e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Dicamba Nortox é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 46325, documento de 23/12/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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