Bula oficial · registro MAPA nº 36018

Bula do Dexa WG

Bula completa do Dexa WG (registro MAPA nº 36018), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: hexazinona e diurom.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 16 páginas no PDF.

DEXA WG Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob o nº 36018

COMPOSIÇÃO

3-(cyclohexyl-6-dimethylamino-1-methyl-1,3,5-triazine-2,4-(1H,3H)-dione (HEXAZINONA)........................................................................................................... 132 g/kg (13,2% m/m) 3-(3,4-dichlorophenyl)-1,1-dimethylurea (DIUROM) .................................................468 g/kg (46,8%m/m) Outros ingredientes ....................................................................................................... 400 g/kg (40% m/m)

GRUPOC1HERBICIDA
C2
GRUPOHERBICIDA

GRUPO HERBICIDA PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: herbicida seletivo de ação sistêmica dos grupos químicos ureia substituída (DIUROM) e triazinona (HEXAZINONA). TIPO DE FORMULAÇÃO: Granulado dispersível WG) TITULAR DO REGISTRO (*): SHARDA DO BRASIL COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS E AGROQUÍMICOS LTDA. Rua da Consolação, 222 - Cjt. 608 - CNPJ: 11.426.444/0001-00 - São Paulo/SP CEP 01302-000 - Tel/Fax: (11) 3129 7423 - Registro da empresa na CDA/SAA/SP nº 965 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Produtos técnicos: HEXAZINONA: HEXAZINON TÉCNICO. Registro no MAPA nº 03511. Jiangsu Lanfeng Biochemicals Co., Ltd. 120 Xin'an Road, Xinyi, Jiangsu, China. DIUROM: DIUROM TÉCNICO SD. Registro no MAPA nº 12711. Ningxia Wynca Technology Co., Ltd. Fine Chemical Industrial Park, Pinguo, Ningxia, China. FORMULADOR: Lianyungang Rely lnternational Trading Co., Ltd. No. 76, Xingangcheng Road, Lianyungang Economic and Technological Development Zone, Jiangsu, China.

Nº do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabrição:
Data de vencimento:

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – IMPROVÁVEL DE

CAUSAR DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL

CLASSE IIMUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Página 1 de 16

INSTRUÇÕES DE USO

DEXA WG é um herbicida de ação sistêmica, seletivo às plantas de cana-de-açúcar, à base dos ingredientes ativos hexazinona (132 g/kg) e diurom (460 g/kg), dos grupos químicos triazinona (hexazinona) e uréia substituída (diurom), na formulação Granulado Dispersível WG), indicado para o controle de plantas daninhas nas áreas cultivadas da cultura de cana-de-açúcar (planta e soca) em pré e pós-emergência. PLANTAS DANINHAS CONTROLADAS E DOSES DE APLICAÇÃO NA CULTURA DE CANADE-AÇÚCAR:

Ervas Daninhas
Nome comumNome científico
apaga-fogo; corrente; periquitoAltemanthera tenella
catinga-de-bode; erva-de-são-joão; mentrastoAgeratum conyzoides
capim-marmelada; capim-papuã; capim-são-pauloBrachiaria plantaginea
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiáriaBrachiaria decumbens
capim-colonião; capim-coloninho; capim-guinéPanicum maximum
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-rosetaCenchrus echinatus
capim-da-cidade; capim-de-pomar; capim-pé-de-galinhaEleusine indica
bredo; caruru-branco; caruru-roxoAmaranthus hybridus
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobisPortulaca oleracea
amarra-amarra; campainha; corda-de-violalpomoea nil
campainha; corda-de-viola; corriolaIpomoea purpurea
fura-capa; picão; picão-pretoBidens pilosa
marianinha; mata-brasil; trapoerabaCommelina benghalensis
guanxuma; mata-pasto; relógioSida rhombifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincelEmilia sonchifolia
capim-colchão; capim-de-roça; capim-milhãDigitaria horizontalis
ModalidadeTipo de soloDoseVolume de calda (L/ha)
Produto Comercial (kg/ha)Pulverização terrestrePulverização aérea
Pré- EmergênciaLeve1,8 - 2250 - 40030 - 50
Médio2 - 2,5
Pesado2,5 - 3
Pós- emergênciaTodos2,5350 - 800

Nota: 1 kg de DEXA WG contém 132 g/kg de HEXAZINONA e 468 g/kg de DIUROM. Página 2 de 16

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Aplicação em pré e pós-emergência da cultura de cana-de-açúcar. Número de aplicação: uma por safra da cultura. Aplicação em pós-emergência: Usar espalhante adesivo de acordo com as recomendações do fabricante. A aplicação deve ser feita quando as plantas infestantes atingirem até 15 cm de altura (folhas largas) e até antes do perfilhamento (gramíneas), quando estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, sob condições de alta umidade e temperatura superior a 21ºC. Para o controle de gramíneas e folhas largas em pós-emergência tardia, realizar aplicação dirigida na erva já estabelecida com o produto a 0,3% adicionando-se a calda espalhante adesivo a 0,5%. Observar que as plantas sejam uniformemente cobertas com a calda de aplicação até o ponto de escorrimento, evitando-se atingir as partes da cultura. Aplicar em condições de solo úmido e não exceder o volume de 800 L/ha com pulverizador costal munido de extensor ou mangueira de aplicação contendo uma ponta de pulverização conforme modelo descrito no item equipamentos de aplicação. Aplicação em pré-emergência: O produto deve ser aplicado antes da emergência da cultura, até o estádio de "esporão" (cana planta) ou inicio de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas infestantes ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, a fim de se evitar o efeito "guardachuva". O solo deve estar bem preparado, úmido, livre de torrões e restos de culturas. O produto pode ser aplicado em condições de baixa umidade do solo, quando em um período ao redor de 6 semanas as chuvas se tornarem regulares e ocorrer o fechamento da cana-de-açúcar. NOTAS: Para o controle de plantas infestantes em áreas infestadas por capim marmelada a aplicação deve ser feita quando as chuvas estiverem regulares. O produto é indicado para o controle de capim colonião na operação de "catação" conforme as seguintes recomendações: o capim colonião deve estar com no máximo a altura de 1,5 m ou no estádio de pré emissão de panícula; a infestação não pode ultrapassar a média de 1 planta de colonião por cada 4 m2 de área; utilizar uma calda com 1 kg do produto/100 L d'água (1%) aplicandose de 75 a 100 mL desta calda por planta (menor volume para as plantas de menor porte e volume maior para as de maior porte). A aplicação deve ser feita visando atingir o "olho" da planta com o bico praticamente encostado neste, com as plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo, sob condições de alta umidade e temperatura acima de 21ºC. Não aplicar o produto na catação em cana planta ou em cana de último corte. Número de aplicação por safra da cultura: até 01. Volume de calda: 250 a 800 L/ha (terrestre); 30 a 50 L/ha (aérea).

MODO DE APLICAÇÃO

DEXA WG deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água. Aplicar o produto de maneira uniforme dando um perfeito molhamento da parte aérea das plantas daninhas que se deseja o controle. Equipamentos de aplicação: DEXA WG deve ser aplicado através de pulverizadores costal manual, costal pressurizado, pulverizadores tratorizados convencionais ou aeronaves agrícolas. Os equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados a cada tipo de bico. Página 3 de 16

Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobre-posição nas áreas tratadas. Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobre-posição nas áreas tratadas. APLICAÇÃO TERRESTRE: - Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante. - Pressão constante (15 a 50 lb/pol2 de acordo com o tipo de pulverizador e bico utilizados. - Altura da barra: a altura da barra deve permitir boa cobertura do solo e/ou das plantas daninhas. - Tipo de bico: na pré-emergência usar pontas de jato plano, como Teejet, XRTeejet, DGTeejet ou TurboFloodjet e de jato cônico, como Fulljet); na pós-emergência usar pontas de jato plano, como XRTeejet, Twinjet, Turbo Floodjet, e de jato cônico, como Conejet, de acordo com as recomendações dos fabricantes. - Volume de calda: 250 à 400 L/ha em pré-emergência e 350 à 800 L/ha em pós-emergência. Utilizar maiores volumes de calda de acordo com a infestação, espécie de plantas daninhas e porte da cultura. APLICAÇÃO AÉREA: - A aplicação aérea somente poderá ser realizada em pré-emergência da cultura. - Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos. - Tipo de bico: tipo cônico D8, D10 ou D12, core 45, ou atomizadores de tela rotativa (Micronair). - Volume de calda: 30 a 50 L/ha. - Ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: 135º. - Altura do vôo: 2 a 4 metros sobre o solo. - Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme. Deve-se evitar sobreposição incorreta das faixas de aplicação, proporcionando uma cobertura uniforme na faixa de deposição escolhida. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: - Umidade relativa do ar: mínimo 70% - Velocidade do vento: inferior a 10 km/hora. - Temperatura: inferior a 25°C - Em condições de orvalho não há restrições nas aplicações com aviões ou máquinas terrestres. - Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva. Instruções para preparo da calda de pulverização: Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar DEXA WG, mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda. Lavagem do equipamento de pulverização: Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Cana-de-açúcar ... 150 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação. Página 4 de 16

LIMITAÇÕES DE USO

- Somente utilizar as doses recomendadas. - Seguir as recomendações da bula. - Cana-soca: as aplicações devem ser feitas após o enleiramento da palha e o cultivo. - Cana-planta: as aplicações sejam feitas após as primeiras chuvas depois do plantio para se evitar concentração excessiva do produto no sulco de plantio, em decorrência do assoreamento, obtendo-se assim maior seletividade à cultura, e uniformidade de controle nas entrelinhas. - Não aplicar o produto em cana-planta em condições de solo leve. - Chuvas extremamente pesadas após a aplicação podem resultar em um baixo controle e/ou injúria à cultura, especialmente se a aplicação foi feita em condições de solo seco. - Rotação de cultura: observar o período mínimo de um ano após a aplicação do produto. - Não aplicar o produto através de sistemas de irrigação. - Não servir como alimentação animal a cana-de-açúcar em que foi aplicado o produto. - Não aplicar o produto solos leves com menos de 1% de matéria orgânica. - Deve ser determinado a tolerância de novas variedades antes de se aplicar o produto. - Nas aplicações em pré-emergência, o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TÉCNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão federal competente - MAPA. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão federal competente - MAPA.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos. - Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Página 5 de 16

- Não transporte o produto junto com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara para pós; viseira facial e luvas de nitrila. - Não aplique próximo a escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. - Siga as orientações técnicas específicas de profissional habilitado. - Caso ocorra acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIRO SOCORROS e procure rapidamente um serviço um serviço médico de emergência. PRECAUÇÕES NO PREPARO DA CALDA: - Produto extremamente irritante aos olhos e levemente irritante para a pele. - Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS. - Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS. - Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar que o produto se espalhe. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara para pós; viseira facial e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em lugar aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

- Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; viseira facial; máscara facial cobrindo o nariz e a boca; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas.de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: - Não reutilize a embalagem vazia. Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24 horas). - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. - Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável. - Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. - Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha. - Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Pode ser nocivo se inalado ATENÇÃO

PRIMEIROS SOCORROS

Ingestão: Não provoque vômito, procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Olhos: ATENÇÃO: PRODUTO EXTREMAMENTE IRRITANTE AOS OLHOS. Lave com água em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico. Pele: PRODUTO LEVEMENTE IRRITANTE PARA A PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Lave com água e sabão em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR HEXAZINONA E DIUROM (DEXA WG)

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoTriazinona (hexazinona) e Uréia substituída (diurom).
Classe ToxicológicaCLASSE I – EXTREMAMENTE TÓXICO
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaDiurom: Absorção: É absorvido tanto pela via gastrintestinal quanto pelo trato respiratório. Contudo, não se sabe se o diurom também é absorvido pela pele. Metabolismo: A maior parte dos metabólitos do diurom, que são excretados pela urina, mantêm a configuração da uréia e resultam da hidroxilação e dealquilação do diurom. Excreção: É rapidamente excretado pelo rim, na forma original ou em metabólitos, após breve armazenamento nos tecidos corporais. Em ratos e cachorros alimentados com diurom, a excreção dos metabólitos ocorreu tanto nas fezes quanto na urina. Hexazinona: A hexazinona é rapidamente absorvida após exposição oral e é rapidamente metabolizada e excretada. A taxa de absorção dérmica parece ser muito menor do que a absorção via exposição oral. As transformações metabólicas são limitadas à hidroxilação, desmetilação e oxidação; que são processos relativamente simples e comuns no metabolismo de muitos agrotóxicos e no de outros compostos que ocorrem naturalmente no organismo. Todos esses passos tendem a tomar os metabólitos mais solúveis em água e aumentar a taxa de excreção pelos rins. Tanto a excreção urinária quanto a fecal são rápidas: a excreção urinária é completa em 48 horas e a fecal em 72 horas. Em estudos com ratos, verificou-se que a maior parte da hexazinona é excretada pela urina. Exposições por períodos longos não diminuíram o rápido processamento e eliminação. Menos de 1% da hexazinona original foi detectada na urina e fezes; sendo encontrados quase que somente metabólitos. Não parece haver qualquer acumulação tecidual significante.
Mecanismos de toxicidadeDiurom: Doses letais apresentam indicações de danos tóxicos ao fígado, rins, intestinos e cérebro. Hexazinona: Há pouca informação disponível acerca do mecanismo específico de toxicidade da hexazinona em humanos ou em outras espécies de mamíferos. Embora a hexazinona seja classificada como um herbicida pertencente ao grupo triazinona, a hexazinona é estruturalmente diferente e parece não se toxicologicamente relacionada a outros agrotóxicos deste grupo.
Sintomas e sinais clínicosDiurom: Exposição aguda: A) Baseado em resultados obtidos com estudos em animais, estes agentes parecem ter baixa toxicidade sistêmica. A severidade da intoxicação deve ser baseada nos achados clínicos. Pode ocorrer metemoglobinemia em ingestões de grandes quantidades.
B) Caso sejam evidentes sintomas severos, outros além hemoglobinemia, deve-se suspeitar da ação alternativa ou adicional de algum outro agrotóxico. Ocular: A exposição dos olhos pode resultar em irritação ocular. Respiratório: Pode-se observar irritação da mucosa· respiratória após contato prolongado. Cardiovascular: A depressão do SNC e hipoxemia podem ser observadas caso haja metemoglobinemia. Gastrintestinal: Após ingestão, podem ocorrer náusea, vômito e diarréia. Genitourinário: Alguns metabólitos podem causar irritação do trato urinário. Hematológico: Foi observada sulfohemoglobina no sangue de ratos e cachorros aos quais administraram-se repetidamente doses altas de diurom, e em uma overdose de monolinurom em humano. A metemoglobinemia pode resultar de efeitos dos metabólitos de alguns herbicidas uréicos. Dermatológico: Pode ser observada cianose não responsiva à terapia de oxigênio em pacientes com metemoglobinemia devida à adsorção de quantidades excessivas desses agentes. Pode ocorrer irritação da pele após a exposição. Hexazinona: A hexazinona é pouco tóxica para mamíferos via oral, é praticamente não tóxica via dérmica, não causa irritação significante na pele ou sensibilização, mas pode causar sérios danos oculares. É ALTAMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS. Formulações líquidas de hexazinona ocasionam efeitos corrosivos quando em contato direto com os olhos, podendo resultar em dano irreversível. A toxicidade inalatória de hexazinona é muito baixa. Efeitos devidos à exposição aguda podem incluir: irritação nos olhos, nariz e garganta, assim como náusea e vômito. A hexazinona não parece causar efeitos no sistema imunológico. Em estudos com animais, empregando-se doses muito elevadas, são frequentemente observados: lacrimação, salivação, vômito, tremores, ataxia, fraqueza, diarreia e frequência respiratória elevada e/ou dificuldade respiratória. Embora esses efeitos possam ser causados por neurotoxinas, não há indicadores específicos de neurotoxicidade. Esses efeitos podem ser secundários a outros mecanismos de toxicidade. Não há dados para dizer que a hexazinona é diretamente uma neurotoxina. Em indicações menos severas, o sintoma mais comumente induzido pela hexazinona foi perda de peso. Embora a hexazinona pareça ser absorvida muito mais lentamente através de exposições dérmicas (se comparado a exposições orais), os estudos agudos e crônicos disponíveis de exposição dérmica indicam que a hexazinona pode ser absorvida pela pele em quantidades suficientes para causar pelo menos sinais sensitivos de toxicidade, particularmente perda de pelos.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto no material gástrico.
Exposição ocular: Descontaminação: Lavar os olhos expostos com quantidade copiosa de água corrente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição dérmica: Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lavar a área exposta com água e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado a tratamento específico.
Contra-indicaçõesIndução do vomito é contra indicada em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos sinérgicosNão foram relatados efeitos sinérgicos relacionados aos diferentes ingredientes.
ATENÇÃOTELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) Telefone de Emergência da Empresa: Sharda do Brasil Ltda. (11) 3129- 7423

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Não são conhecidos mecanismos de toxicidade específicos para o ingrediente ativo. A hexazinona é rapidamente metabolizada por hidroxilação e demetilação após a administração oral a ratos. A hexazinona é eliminada em 72 horas na urina, 61% da dose administrada, e nas fezes 32% da dose administrada. Não foi demonstrada acumulação em tecidos. O metabolito predominante da degradação do Diurom em cães foi 3,4-diclorofeniluréia, além de pequenas quantidades de Diurom não metabolizado, 3,4-dicloroanilina e 3,4-diclorofenol. A toxicidade do metabolito predominante é baixa. O Diurom não apresenta potencial para bioacumulação. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral aguda (ratas fêmeas): superior a 2.000 mg/kg DL50 dérmica (ratos machos e fêmeas): superior a 2.000 mg/kg CL50 4 hrs inalatória (ratos machos e fêmeas): não foi determinada nas condições do teste Irritação cutânea (coelhos): Levemente irritante. A substância teste aplicada na pele dos coelhos produziu eritema grau 1, na leitura em 1 hora em 3/3 dos animais testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 24 hrs após o tratamento para 3/3 dos animais testados. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi observada durante o período de observação. Irritação ocular (coelhos): Extremamente irritante. Causou opacidade da córnea reversível na leitura aos 7 dias. Efeitos na conjuntiva incluíram vermelhidão nas leituras em 1, 24, 48, 72 hrs; quemose nas leituras em 1, 24, 48 e 72 hrs; uveíte foi observada nas leituras em 1, 24, 48 e 72 hrs. Sensibilização dérmica (porquinho-da-índia): não sensibilizante. Efeitos crônicos: Em estudos crônicos após a administração de hexazinona em ratos e camundongos não foram observados efeitos carcinogênicos. Estudos com altas doses de hexazinona resultaram em aumento do peso hepático em camundongos. Estudos de três gerações em ratos, após a administração da hexazinona, não foram relatados efeitos reprodutivos. Foi observada redução de peso da ninhada na maior dose utilizada. Não foram observados efeitos teratogênicos em estudos realizados em coelhas e ratas prenhes. Estudos de metabolismo conduzidos com animais de laboratório indicam que a Hexazinona ingerida é rapidamente metabolizada. Sua eliminação ocorre principalmente através da urina e pelas fezes,

na sua maior parte nas primeiras 24 horas, sendo completamente eliminada até 4 dias após a administração. Com base em testes com animais de laboratório, a ingestão repetida de diurom, produziu aumento da massa do fígado e redução do peso corpóreo nas doses mais elevadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE. - Este produto é:  Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)  Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)  Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)  Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. - Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação ·inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo; da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos e animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa Sharda do Brasil Comércio de Produtos Químicos e Agroquímicos Ltda. - Telefone de emergência: (11) 3129-7423. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, USE EXTINTORES DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

2. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: ORIENTAÇÃO PARA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL: - LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPl's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça esta operação três vezes. - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio desta embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações; animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. - DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. · PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. - TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Dexa WG registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 36018 · documento de 12/07/2022.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Dexa WG?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Dexa WG e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Dexa WG é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 36018, documento de 12/07/2022), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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