DECISIVE® REGISTRADO NO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA MAPA SOB NO 01219
COMPOSIÇÃO
Sal de Di-amônio de N-(phosphonomethyl)glycine (GLIFOSATO)..................577,0 g/L (57,7% m/v) Equivalente ácido de N-(phosphonomethyl)glycine (GLIFOSATO).................480,0 g/L (48,0% m/v) Outros Ingredientes..........................................................................................678,0 g/L (67,8% m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida seletivo condicional, de ação sistêmica, do grupo químico glicina substituída. GRUPO QUÍMICO: Glicina substituída. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO: MONSANTO DO BRASIL LTDA. Rua Domingos Jorge, 1.100 - CEP: 04779-900 - São Paulo/SP CNPJ 64.858.525/0001-45 - Registro Estadual nº 426 - CDA/SP FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Glifosate Técnico Monsanto registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária MAPA - sob Nº 01998 MONSANTO DO BRASIL LTDA. Av. Carlos Marcondes, 1200, km 159,5 - Limoeiro - CEP 12241-421 São José dos Campos - SP - Tel.: 0800-011-5560 - CNPJ: 64.858.525/0002-26 Registro Estadual nº 525 - CDA/SP AGRO BAYER S.R.L. Zarate Plant – Ruta Provincial 6, km 83,1 - Zarate - 2800 - Argentina BAYER CROPSCIENCE LP Luling Plant - 12.501 - River Road - Luling - Louisiana - 70.070 - E.U.A. BAYER CROPSCIENCE LP Muscatine Plant - 2.500 - Wiggins Road - Muscatine - Iowa - 52.761 - E.U.A. BAYER AGRICULTURE BV Antwerp Plant - Haven 627, Scheldelaan 460 - Antuérpia (Lillo) - 2040 - Bélgica FORMULADOR: MONSANTO DO BRASIL LTDA. Av. Carlos Marcondes, 1200, km 159,5 - Limoeiro - CEP 12241-421 São José dos Campos - SP - Tel.: 0800-011-5560 - CNPJ: 64.858.525/0002-26 Registro Estadual nº 525 - CDA/SP AGRO BAYER S.R.L. Zarate Plant – Ruta Provincial 6, km 83,1 - Zarate - 2800 - Argentina IMPORTADOR: MONSANTO DO BRASIL LTDA. Rua Domingos Jorge, 1.100 - CEP: 04779-900 - São Paulo/SP CNPJ 64.858.525/0001-45 - Registro Estadual nº 426 - CDA/SP MONSANTO DO BRASIL LTDA. Av. Carlos Marcondes, 1200, km 159,5 - Limoeiro - CEP 12241-421 São José dos Campos - SP - Tel.: 0800-011-5560 - CNPJ: 64.858.525/0002-26 Registro Estadual nº 525 - CDA/SP
® Marca registrada Bayer CropScience LP / USA
| N° do lote ou partida: | |
|---|---|
| Data de Fabricação: | VIDE EMBALAGEM |
| Data de Vencimento: |
Data de Vencimento: AGITE ANTES DE USAR Corrosivo ao ferro comum e galvanizado. Indústria Brasileira (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4° do Decreto N°7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE - CLASSE III
INSTRUÇÕES DE USO
Recomendado para o controle em pós-emergência de plantas daninhas nas seguintes situações: • Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas, nas culturas de café, citros e eucalipto. • Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de algodão, arroz irrigado, cana-deaçúcar, milho, soja e trigo. • Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas nas entrelinhas e para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar. • Aplicação em área total, em pós-emergência da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato em áreas de plantio direto ou de plantio convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial. CULTURAS: algodão, arroz irrigado, café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, milho, soja e trigo.
CULTURAS, ALVOS, DOSES, NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
| Cultura | Plantas Daninhas | Dose | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Produto | de | |||||||||||
| Nome Comum | Nome Científico | Comercial | segurança | |||||||||
| (L/ha) | (dias) | |||||||||||
| ALGODÃO ARROZ IRRIGADO MILHO TRIGO | FOLHAS ESTREITAS | 1 (uma) aplicação . | Terrestre Aéreo | Terrestre: 100 - 150 Aérea: 20 - 40 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. | |||||||
| Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | ||||||||||
| Capim- braquiária | Brachiaria decumbens | 3,0 - 4,5 | ||||||||||
| Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,0 - 2,0 | ||||||||||
| Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 - 2,0 | ||||||||||
| Capim- branco | Chloris polydactyla | 3,0 - 4,5 | ||||||||||
| Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | 1,0 - 2,0 | ||||||||||
| Capim- amargoso* | Digitaria insularis * | 3,0 - 4,5 | ||||||||||
| Capim- colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 - 4,5 | ||||||||||
| Capim- arroz | Echinochloa colonum | 1,0 - 3,0 | ||||||||||
| Capim- arroz | Echinochloa crusgalli | 3,0 - 4,5 | ||||||||||
| Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | 2,0 - 4,5 | ||||||||||
| Arroz- vermelho | Oryza sativa | 3,0 - 4,5 | ||||||||||
| Capim- colonião | Panicum maximum | 2,0 - 4,5 | ||||||||||
| FOLHAS LARGAS | ||||||||||||
| Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 - 3,0 | ||||||||||
| Caruru | Amaranthus hybridus | 2,0 - 4,5 | ||||||||||
| Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 1,0 - 2,0 | ||||||||||
| Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 - 2,0 | ||||||||||
| Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 | ||||||||||
| Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4,5 | ||||||||||
| Erva-de- Santa- Luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 - 3,0 | ||||||||||
| Junquinho | Cyperus ferax | 4,5 | ||||||||||
| Tiririca | Cyperus rotundus | 2,0 - 4,5 | ||||||||||
| Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla | 3 - 4,5 | ||||||||||
| Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | 3 - 4,5 | ||||||||||
| Corda-de-viola | Ipomoea purpúrea | 4,5 | ||||||||||
| Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 3,0 - 4,5 | ||||||||||
| Losna- branca | Parthenium hysterophorus | 2,0 - 4,5 | ||||||||||
| Beldroega | Portulaca oleracea | 3,0 - 4,5 |
| Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 2,0 - 4,5 | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
| Guanxuma | Sida rhombifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
| Maria-preta | Solanum americanum | 2,0 - 3,0 | |||||
| Erva-de-touro | Tridax procumbens | 4,5 | |||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas). Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento (em gramíneas plantas com 4 a 6 folhas ou antes do entouceiramento e em folhas largas com 4 a 6 folhas), maiores doses para a fase adulta ou perenizada. O controle das plantas daninhas indicadas no pré-plantio das culturas anuais é importante para o seu desenvolvimento livre de mato-competição. Recomenda-se observar um intervalo de 30 dias antes do plantio se houver ocorrência de plantas daninhas que possuem efeito alelopático sobre as culturas indicadas. *No controle da Digitaria insularis (capim-amargoso), considerar a situação de que esta planta daninha já possui biótipos relatados como resistentes ao glifosato no Brasil, (fonte: www.weedscience.com), portanto caso venham a ocorrer na área a ser aplicada com glifosato, não serão controladas. As doses indicadas deverão ser utilizadas no controle das plantas daninhas relacionadas apenas nos casos em que a resistência não foi determinada. Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. Produto comercial: Cada Litro (L) do DECISIVE® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato. |
| Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| de | |||||||||||
| Nome Comum | Nome Científico | segurança | |||||||||
| (dias) | |||||||||||
| CAFÉ CITROS EUCALIPTO | FOLHAS ESTREITAS | Para a cultura do Café e Citros realizar no máximo 3 (três) aplicações durante o ano. Para a cultura do Eucalipto realizar 1 (uma) aplicação. | Terrestre (jato-dirigido) | Terrestre: 100 - 150 | Café: 15 Citros: 30 Eucalipto: U.N.A | ||||||
| Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | |||||||||
| Capim- braquiária | Brachiaria decumbens | 3,0 - 4,5 | |||||||||
| Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,0 - 2,0 | |||||||||
| Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 - 2,0 | |||||||||
| Capim- branco | Chloris polydactyla | 3,0 - 4,5 | |||||||||
| Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | 1,0 - 2,0 | |||||||||
| Capim- amargoso* | Digitaria insularis * | 3,0 - 4,5 | |||||||||
| Capim- colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 - 4,5 | |||||||||
| Capim- arroz | Echinochloa colonum | 1,0 - 3,0 | |||||||||
| Capim- arroz | Echinochloa crusgalli | 3,0 - 4,5 | |||||||||
| Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | 2,0 - 4,5 | |||||||||
| Arroz- vermelho | Oryza sativa | 3,0 - 4,5 | |||||||||
| Capim- colonião | Panicum maximum | 2,0 - 4,5 | |||||||||
| FOLHAS LARGAS | |||||||||||
| Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 - 3,0 | |||||||||
| Caruru | Amaranthus hybridus | 2,0 - 4,5 | |||||||||
| Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 1,0 - 2,0 | |||||||||
| Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 - 2,0 | |||||||||
| Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 |
| Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4,5 | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Erva-de- Santa- Luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 - 3,0 | |||||
| Junquinho | Cyperus ferax | 4,5 | |||||
| Tiririca | Cyperus rotundus | 2,0 - 4,5 | |||||
| Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla | 3 - 4,5 | |||||
| Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | 3 - 4,5 | |||||
| Corda-de-viola | Ipomoea purpúrea | 4,5 | |||||
| Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 3,0 - 4,5 | |||||
| Losna- branca | Parthenium hysterophorus | 2,0 - 4,5 | |||||
| Beldroega | Portulaca oleracea | 3,0 - 4,5 | |||||
| Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 2,0 - 4,5 | |||||
| Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
| Guanxuma | Sida rhombifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
| Maria-preta | Solanum americanum | 2,0 - 3,0 | |||||
| Erva-de-touro | Tridax procumbens | 4,5 | |||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas nas entrelinhas das culturas. Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento (em gramíneas plantas com 4 a 6 folhas ou antes do entouceiramento e em folhas largas com 4 a 6 folhas), maiores doses para a fase adulta ou perenizada. O melhor período para controlar as espécies de plantas daninhas perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. *No controle da Digitaria insularis (capim-amargoso), considerar a situação de que esta planta daninha já possui biótipos relatados como resistentes ao glifosato no Brasil, (fonte: www.weedscience.com), portanto caso venham a ocorrer na área a ser aplicada com glifosato, não serão controladas. As doses indicadas deverão ser utilizadas no controle das plantas daninhas relacionadas apenas nos casos em que a resistência não foi determinada. Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. Produto comercial: Cada Litro (L) do DECISIVE® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato. |
| Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | ||||||||
| SOJA | FOLHAS ESTREITAS | 1 (uma) aplicação ou aplicação sequencial sem ultrapassar a dose máxima recomendada de 4,5 L/ha. | Terrestre Aéreo | Terrestre: 100 - 150 Aérea: 20 - 40 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego | ||||
| Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | |||||||
| Capim- braquiária | Brachiaria decumbens | 3,0 - 4,5 | |||||||
| Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,0 - 2,0 | |||||||
| Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 - 2,0 | |||||||
| Capim- branco | Chloris polydactyla | 3,0 - 4,5 | |||||||
| Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | 1,0 - 2,0 | |||||||
| Capim- amargoso* | Digitaria insularis * | 3,0 - 4,5 | |||||||
| Capim- colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 - 4,5 | |||||||
| Capim- arroz | Echinochloa colonum | 1,0 - 3,0 |
| Capim- arroz | Echinochloa crusgalli | 3,0 - 4,5 | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | 2,0 - 4,5 | |||||
| Arroz- vermelho | Oryza sativa | 3,0 - 4,5 | |||||
| Capim- colonião | Panicum maximum | 2,0 - 4,5 | |||||
| FOLHAS LARGAS | |||||||
| Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 - 3,0 | |||||
| Caruru | Amaranthus hybridus | 2,0 - 4,5 | |||||
| Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 1,0 - 2,0 | |||||
| Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 - 2,0 | |||||
| Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 | |||||
| Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4,5 | |||||
| Erva-de- Santa- Luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 - 3,0 | |||||
| Junquinho | Cyperus ferax | 4,5 | |||||
| Tiririca | Cyperus rotundus | 2,0 - 4,5 | |||||
| Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla | 3 - 4,5 | |||||
| Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | 3 - 4,5 | |||||
| Corda-de-viola | Ipomoea purpúrea | 4,5 | |||||
| Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 3,0 - 4,5 | |||||
| Losna- branca | Parthenium hysterophorus | 2,0 - 4,5 | |||||
| Beldroega | Portulaca oleracea | 3,0 - 4,5 | |||||
| Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 2,0 - 4,5 | |||||
| Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
| Guanxuma | Sida rhombifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
| Maria-preta | Solanum americanum | 2,0 - 3,0 | |||||
| Erva-de-touro | Tridax procumbens | 4,5 | |||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas). Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento (em gramíneas plantas com 4 a 6 folhas ou antes do entouceiramento e em folhas largas com 4 a 6 folhas), maiores doses para a fase adulta ou perenizada. O controle das plantas daninhas indicadas no pré-plantio da cultura é importante para o seu desenvolvimento livre de mato-competição. Quando aplicado conforme recomendação controlará as plantas daninhas em uma única aplicação. Entretanto pode também ser utilizado em aplicações sequenciais em plantio direto para o controle de plantas daninhas sem ultrapassar a dose máxima recomendada de 4,5 L/ha, observando-se que a maior dose deverá ser utilizada na primeira aplicação e por volta de 30 dias antes do plantio e a segunda próxima ao dia do plantio Recomenda-se observar um intervalo de 30 dias antes do plantio se houver ocorrência de plantas daninhas que possuem efeito alelopático sobre a cultura. *No controle da Digitaria insularis (capim-amargoso), considerar a situação de que esta planta daninha já possui biótipos relatados como resistentes ao glifosato no Brasil, (fonte: www.weedscience.com), portanto caso venham a ocorrer na área a ser aplicada com glifosato, não serão controladas. As doses indicadas deverão ser utilizadas no controle das plantas daninhas relacionadas apenas nos casos em que a resistência não foi determinada. Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. Produto comercial: Cada Litro (L) do DECISIVE® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato. |
| Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | |||||||
| SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação ou aplicação sequencial sem ultrapassar a dose máxima recomendada de 3,5 L/ha. | Terrestre Aéreo | Terrestre: 100 - 150 Aérea: 20 - 40 | 56 | |||
| Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 (aplicação única) 1,5 / 1,0 (aplicação sequencial) | ||||||
| Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
| Capim- arroz | Echinochloa colonum | |||||||
| Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 2,0 (aplicação única) 1,5 / 1,0 (aplicação sequencial) | ||||||
| FOLHAS LARGAS | ||||||||
| Trapoeraba | Commelina benghalensis | 3,5 (aplicação única) 1,5 / 1,5 (aplicação sequencial) | ||||||
| Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 3,0 (aplicação única) 1,5 / 1,0 (aplicação sequencial) | ||||||
| Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 2,0 (aplicação única) 1,5 / 1,0 (aplicação sequencial) | ||||||
| Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,0 (aplicação única) 1,5 / 1,0 (aplicação sequencial) | ||||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pós-emergência da soja geneticamente modificada e pós-emergência das plantas daninhas. A melhor época para controle das plantas daninhas é aos 25 dias após a emergência da cultura, quando as plantas invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. É fundamental nesta operação observar que as plantas daninhas estejam recebendo uma boa cobertura, sem qualquer “efeito guarda-chuva” que possa reduzir a ação do produto. Uma aplicação será suficiente para o controle de plantas daninhas, porém, em áreas com alta infestação, poderá ocorrer um segundo fluxo de germinação, sendo necessária aplicações sequenciais que deverá ser feita levando-se em conta o período de matocompetição para a cultura, bem como os intervalos de segurança para a cultura da soja. As doses separadas por “ / ” referem-se a aplicação sequencial, onde na primeira aplicação recomenda-se o uso da dose de 1,5 L e a segunda aplicação o uso de 1,0 L. Produto comercial: Cada Litro (L) do DECISIVE® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato. |
| Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | |||||||
| CANA-DE- AÇÚCAR | FOLHAS ESTREITAS | Realizar no máximo 2 (duas) aplicações. | Em pré- plantio: Terrestre Aéreo em pós emergência da cultura: | Terrestre: 100 - 150 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego | |||
| Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | ||||||
| Capim- braquiária | Brachiaria decumbens | 3,0 - 4,5 | ||||||
| Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,0 - 2,0 | ||||||
| Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 - 2,0 |
| Capim- branco | Chloris polydactyla | 3,0 - 4,5 | Terrestre (jato-dirigido) | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | 1,0 - 2,0 | |||||
| Capim- amargoso* | Digitaria insularis * | 3,0 - 4,5 | |||||
| Capim- colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 - 4,5 | |||||
| Capim- arroz | Echinochloa colonum | 1,0 - 3,0 | |||||
| Capim- arroz | Echinochloa crusgalli | 3,0 - 4,5 | |||||
| Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | 2,0 - 4,5 | |||||
| Arroz- vermelho | Oryza sativa | 3,0 - 4,5 | |||||
| Capim- colonião | Panicum maximum | 2,0 - 4,5 | |||||
| FOLHAS LARGAS | |||||||
| Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 - 3,0 | |||||
| Caruru | Amaranthus hybridus | 2,0 - 4,5 | |||||
| Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 1,0 - 2,0 | |||||
| Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 - 2,0 | |||||
| Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 | |||||
| Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4,5 | |||||
| Erva-de- Santa- Luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 - 3,0 | |||||
| Junquinho | Cyperus ferax | 4,5 | |||||
| Tiririca | Cyperus rotundus | 2,0 - 4,5 | |||||
| Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla | 3 - 4,5 | |||||
| Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | 3 - 4,5 | |||||
| Corda-de-viola | Ipomoea purpúrea | 4,5 | |||||
| Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 3,0 - 4,5 | |||||
| Losna- branca | Parthenium hysterophorus | 2,0 - 4,5 | |||||
| Beldroega | Portulaca oleracea | 3,0 - 4,5 | |||||
| Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 2,0 - 4,5 | |||||
| Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
| Guanxuma | Sida rhombifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
| Maria-preta | Solanum americanum | 2,0 - 3,0 | |||||
| Erva-de-touro | Tridax procumbens | 4,5 | |||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar 1 (uma) aplicação em pré-plantio da cana-de-açúcar e 1 (uma) aplicação em pós-emergência da cana-de-açúcar com jato dirigido sobre as plantas daninhas nas entrelinhas da cultura. Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento (em gramíneas plantas com 4 a 6 folhas ou antes do entouceiramento e em folhas largas com 4 a 6 folhas), maiores doses para a fase adulta ou perenizada. O melhor período para controlar as espécies de plantas daninhas perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. *No controle da Digitaria insularis (capim-amargoso), considerar a situação de que esta planta daninha já possui biótipos relatados como resistentes ao glifosato no Brasil, (fonte: www.weedscience.com), portanto caso venham a ocorrer na área |
| Cultura | Plantas Daninhas | Dose | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Produto | de | ||||||||||
| Nome Comum | Nome Científico | Comercial | segurança | ||||||||
| (L/ha) | (dias) | ||||||||||
| Controle da soqueira da cana-de-açúcar | Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 3,0 - 4,5 | Realizar no máximo 1 (uma) aplicação. | Terrestre Aéreo | Terrestre: 100 - 150 Aéreo: 20 - 40 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Esta aplicação deverá ser realizada quando a folha bandeira (última folha totalmente estendida da soqueira) estiver com altura média entre 0,6 m e 1,0 m em relação ao solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes de se observar a formação de colmos na soqueira. Produto comercial: Cada Litro (L) do DECISIVE® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato. |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Esta aplicação deverá ser realizada quando a folha bandeira (última folha totalmente estendida da soqueira) estiver com altura média entre 0,6 m e 1,0 m em relação ao solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes de se observar a formação de colmos na soqueira. Produto comercial: Cada Litro (L) do DECISIVE® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato. Recomendações gerais: • No caso de áreas com infestação diversificada, a dose a ser aplicada deverá ser definida em função da planta infestante de mais difícil controle presente na área e que apresente infestação significativa. • Aplicar DECISIVE® quando as plantas daninhas estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água). • DECISIVE® não tem ação residual sobre sementes existentes no solo. • O herbicida DECISIVE® é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de soja geneticamente modificada, tolerantes ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula. • A eficiência do produto é visualizada entre o 4° e o 10° dia após o tratamento, dependendo da planta daninha (anual ou perene) e de seu estádio de desenvolvimento. Seletividade às culturas DECISIVE® é um herbicida pós-emergente, de ação total, não seletivo às culturas convencionais (não geneticamente modificadas) quando aplicado em pós-emergência sobre as mesmas. A seletividade para as culturas convencionais é obtida através das modalidades de aplicação, ou seja, antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo ou através da aplicação dirigida ou protegida, nas entrelinhas das culturas perenes. Para a cultura da soja geneticamente modificada para tolerância ao glifosato, o DECISIVE® é seletivo, quando aplicado em pós-emergência sobre a cultura, nas doses e estádios de aplicação recomendados.
MODO DE APLICAÇÃO
As recomendações a seguir relacionadas são importantes para uma correta aplicação e para se obter os efeitos desejados. Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a regulagem do equipamento de aplicação terrestre ou aéreo para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado. APLICAÇÃO TERRESTRE Utilizar equipamento de pulverização tratorizado ou autopropelido provido de barras apropriadas ou pulverização costal. Seguir as recomendações e restrições gerais. • Volume de Calda:
Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 100 a 150 L/ha. • Seleção de Pontas de Aplicação: Para a aplicação do DECISIVE®, recomendamos a utilização de pontas de pulverização do tipo com indução de ar, que possibilitem a geração de classes de gotas grossas e muito grossas, minimizando assim o risco de deriva. A seleção correta da ponta para aplicação de herbicidas é um dos parâmetros mais importantes para se obter o resultado desejado na aplicação, evitando-se as perdas por deriva. • Altura da Barra de Aplicação: A barra pulverizadora deverá estar posicionada a no máximo 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Menores alturas poderão ser utilizadas no caso de espaçamento entre bicos menores que 50 cm. Quanto menor a distância entre a barra e o alvo a ser atingido, menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento (deriva). Recomenda-se o uso de controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo. • Velocidade do Vento: Recomenda-se a aplicação do produto quando a velocidade do vento estiver entre 5 a 15 Km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação minimizando desta forma o efeito de deriva. • Velocidade do Equipamento: Selecione uma velocidade adequada às condições do terreno, equipamento e cultura, não devendo ser superior a 25 km/h, observando o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resultam em uma melhor cobertura e deposição na área alvo e menor risco de deriva. • Pressão de Trabalho: A pressão de trabalho deverá ser selecionada considerando o volume de calda da aplicação e o tamanho de gotas desejado. Em caso de dúvida consulte a recomendação do fabricante da ponta (bico). Observar sempre a recomendação do fabricante da ponta (bico) e trabalhar dentro da faixa de pressão recomendada, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gotas. Lembre-se que maiores pressões levam a menores tamanhos de gotas, podendo favorecer a deriva. APLICAÇÃO AÉREA Recomenda-se para aplicação com equipamentos aéreos de pulverização, aeronaves de asa fixa, providas com barra e pontas (bicos) apropriadas. A aplicação deve ser realizada apenas por empresas especializadas, sob orientação de um engenheiro agrônomo. Seguir as recomendações e restrições gerais • Volume de Calda: Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 20 a 40 L/ha. • Seleção de Pontas de Aplicação: Para a aplicação do DECISIVE®, recomendamos a utilização de pontas de pulverização que possibilitem a geração das maiores gotas possíveis, no mínimo classe de gotas grossas. • Altura de voo: Recomenda-se altura de voo de 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição adequada ao tipo de aeronave empregada. O aumento da altura de voo eleva o risco potencial de deriva. Especial atenção deve ser dada aos efeitos de vórtices que também podem causar deriva ocasionada principalmente pelo posicionamento incorreto dos bicos em relação às asas da aeronave. • Velocidade do Vento: Recomenda-se a aplicação do produto com a velocidade do vento entre 3 a 10 km/h.
RECOMEDAÇÕES E RESTRIÇÕES GERAIS • Temperatura e Umidade: Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco da evaporação da calda de pulverização, reduzindo o tamanho de gota e aumentando o potencial de deriva. Evite pulverizar durante condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 55 %) e altas temperaturas (maiores que 30o C). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas. • Deriva: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. Especial atenção deve ser tomada em relação ao fenômeno conhecido por inversão térmica. Não proceda aplicação com inversão térmica. • Período de Chuvas: A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após aplicação pode afetar o desempenho do produto. Este intervalo de tempo é o mínimo necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento. Evite aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho. Sob risco de chuva, suspenda a aplicação. • Preparação da Calda: Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno), adicione a quantidade recomendada de DECISIVE®. Com o agitador ligado complete o volume do tanque com água. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Outras Restrições: • Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. • Para aplicação do produto somente utilize água limpa (sem argila, limo e matéria orgânica em suspensão). • Não aplicar DECISIVE® quando as folhas das plantas daninhas estiverem cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção). • Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de DECISIVE®. Em caso de dúvidas consultar o departamento técnico da MONSANTO DO BRASIL LTDA.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Cultura | Intervalo de Segurança (dias) | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Algodão - arroz - cana-de-açúcar - milho - trigo | (1) | ||||
| Soja | (2) | ||||
| Café | 15 | ||||
| Citros | 30 | ||||
| Eucalipto | UNA |
Eucalipto UNA U.N.A.= Uso Não Alimentar
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. (2) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura de soja geneticamente modificada, que expressa tolerância ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
• Durante a aplicação em jato dirigido, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. DECISIVE® não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja. • Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para culturas vizinhas, inclusive soja que não seja tolerante ao herbicida, visto que o herbicida é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de soja geneticamente modificadas tolerantes ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula. • A Monsanto do Brasil Ltda não possui dados técnicos que suportem a aplicação deste produto via aeronaves remotamente pilotadas (drones).
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS). INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA). RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. - Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas
(HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO G HERBICIDA O herbicida DECISIVE® é composto por Glifosato que apresenta mecanismo de ação dos inibidores de EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas infestantes e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente. MINISTÉRIO DA SAÚDE - ANVISA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P1, óculos de segurança com proteção lateral e luvas resistentes a produtos químicos. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, máscara com filtro mecânico classe P1, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas resistentes a produtos químicos. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, óculos de segurança com proteção lateral e luvas resistentes a produtos químicos. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, máscara e luvas. • A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante por menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso use lente de contato, deve-se retirála. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR DECISIVE INFORMAÇÕES DE ORDEM MÉDICA As informações contidas na tabela abaixo são de uso exclusivo de profissionais da saúde. Os procedimentos descritos devem ser executados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).
| Grupo químico | GLICINA SUBSTITUÍDA |
|---|---|
| Classe toxicológica | NÃO CLASSIFICADO – PRODUTO NÃO CLASSIFICADO |
| Vias de exposição | Oral, dérmica, inalatória e ocular |
| Toxicocinética | Após exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14 - 29 % é excretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3% do glifosato absorvido é biotransformado, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico. |
| Toxicodinâmica | Os mecanismos específicos de toxicidade do glifosato em humanos não são conhecidos. O glifosato tem ação irritante aos olhos e mucosas. |
| Sintomas e sinais clínicos | Produto Formulado Exposição dérmica: em estudo realizado em animais de experimentação (coelhos) foram observados eritemas leves reversíveis em 72 horas. Exposição ocular: em estudo realizado em animais de experimentação (coelhos) observou-se vermelhidão, quemose e secreção reversíveis em 72 horas. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto no material gástrico, e do AMPA na urina. |
| Tratamento | NÃO EXISTE ANTÍDOTO PARA GLIFOSATO e a atropina não tem nenhum efeito neste caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação. ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação, deve estar protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a contaminação pelo agente tóxico. Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho. Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da solução ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder à lavagem gástrica e administrar carvão ativado na dose de 50-100 g em adultos, de 25-50 g em crianças de 1- 12 anos e de 1g/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 g para 240 mL de água. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (O a 100%). Observar 2 atentamente ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada. Se necessário, use ventilação mecânica com pressão positiva. Monitorar alterações na pressão sanguínea e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos em casos de hipotensão. Se necessário, associar vasopressores. Manter o fluxo urinário para prevenir insuficiência renal. A acidose metabólica deve ser corrigida. Nos casos refratários, pode ser necessário hemodiálise. Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol). Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Alertar o paciente para retornar em caso de sintomas de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático. |
|---|---|
| Contraindicações | O vômito é contraindicado em razão do risco de aspiração. A diluição do conteúdo gastrintestinal é contraindicada em razão de aumento da superfície de contato. A utilização de morfina é contraindicada porque pode comprometer a pressão arterial e causar depressão cardiorrespiratória. |
| Efeitos das interações químicas | Não são conhecidos. |
| ATENÇÃO | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) Telefone de Emergência da empresa: 0800-701-0450 |
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) Telefone de Emergência da empresa: 0800-701-0450
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Após a administração via oral de glifosato radiomarcado em dose única em ratos, 30 a 36% da dose foi absorvida e menos que 0,27% foi eliminada como CO2. Em estudo de metabolismo em ratos, com administração via oral de glifosato radiomarcado em dose única e em doses repetidas,
97,5% da dose administrada foi excretada, de forma inalterada, através da urina e das fezes. Em outro estudo em ratos, 99% do glifosato radiomarcado foi eliminado inalterado pela urina e principalmente nas fezes após 120 horas de administração. A via de eliminação biliar não é significativa. Glifosato apresenta um grau muito baixo de biotransformação. O ácido aminometilfosfônico (AMPA) foi o único metabólito encontrado na urina com 0,2 a 0,3% e nas fezes com 0,2 a 0,4% da dose de glifosato radiomarcado administrada. Menos de 1% da dose absorvida foi encontrada nos tecidos e órgãos, principalmente nos tecidos ósseos.
EFEITOS AGUDOS
DL50 Oral em ratos: > 5000 mg/kg pc. DL50 Cutânea em ratos: > 5000 mg/kg pc. CL50 Inalatória em ratos: CL50 inalatória em ratos não determinada nas condições do teste. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: o produto causou eritemas leves reversíveis em 72 horas. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: o produto causou vermelhidão, quemose e secreção reversíveis em 72 horas. Sensibilização cutânea em porquinhos da Índia: o produto não foi sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não foi mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS
Em estudos realizados com Glifosato Técnico administrado à dieta de camundongos por 90 dias não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso. Os exames macroscópicos na necrópsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto. Estudo crônico conduzido com cães não revelou efeito adverso em nenhum dos níveis de dose testados. Estudos combinados de longo prazo/carcinogenicidade com ratos e camundongos não evidenciaram efeitos carcinogênicos. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução do peso corpóreo nos machos que receberam a dose mais elevada da substância teste e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento com a maior dose. Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste. A dilatação tubular focal dos rins observada nos fetos machos que receberam a dose mais alta no estudo de reprodução em 3 gerações com ratos, não foi observada no estudo conduzido em 2 gerações e não foi considerada como efeito relacionado ao tratamento.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. - Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 -1 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); (Parte 1: Armazenamento em armazéns industriais, armazéns gerais ou centros de distribuição) demais casos, consultar a parte específica da norma (Parte 2: Armazenamento comercial em distribuidores e cooperativas; Parte 3: Armazenamento em propriedades rurais ou Parte 4: Armazenamento em laboratórios). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MONSANTO DO BRASIL LTDA – através do telefone de Emergência: 0800-011-5560. - Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado, recolha este material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. • Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos. - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume. - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos. - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador. - Faça esta operação três vezes. - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamento de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador. - Acione o mecanismo para liberar o jato d’água. - Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador. - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos. - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador. - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada com a sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para esse tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. . TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL. De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. BDECCOMP2506-00