Bula oficial · registro MAPA nº 9219

Bula do Davos

Bula completa do Davos (registro MAPA nº 9219), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: lambda-cialotrina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 33 páginas no PDF.

DAVOS Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 9219

COMPOSIÇÃO

(S)-alfa-cyano-3-phenoxybenzyl(Z)-(1R,3R)-3-(2-chloro-3,3,3-trifluoropropenyl)-2,2dimethylcyclopropanecarboxylate e (R)-alfa-cyano-3-phenoxybenzyl(Z)-(1S,3S)-3-(2-chloro-3,3,3trifluoropropenyl)-2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate (Lambda-Cialotrina)..................................................................................................250 g/L (25,0% m/v) Mistura de Hidrocarbonetos Aromáticos Pesados...................................................137 g/L (13,7% m/v) Outros ingredientes.............................................................................................633,6 g/L (63,36% m/v)

GRUPO 3A INSETICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: inseticida de contato e ingestão GRUPO QUÍMICO: piretróide TIPO DE FORMULAÇÃO: suspensão de cápsulas (CS) TITULAR DO REGISTRO(*): ASCENZA BRASIL LTDA. Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n, unidade autônoma 30, sala B Condomínio Tech Town, Chácaras Assay, CEP: 13186-904, Hortolândia/SP. CNPJ: 53.875.432/0001-02 – Telefone: (19) 2137-8100 – nº do Registro no Estado: 4455 CDA/SAA/SP (*) Importador do produto formulado FABRICANTES DOS PRODUTOS TÉCNICOS: LAMBDA-CIALOTRINA ASCENZA TÉCNICO – Registro no MAPA nº 6218 Jiangsu Fengdeng CropScience Co. Ltd., Nº 88 Dengxing Sounth Road, Dengguan Chemical Industry Zone, Zhixi Town, Jintan, Jiangsu, P.R. China Jiangsu Chunjiang Runtian Agrochemical Co., Ltd. Nº 6 Huaihong Road,The Salt Chemical Industry Development Zone, 223100, Hongze, Jiangsu - China Hemani Industries Ltd. Unit-III, Plot No. CH-5, GIDC, Industrial Estate, Dahej Vagra, Dist. Bharuch, Gujarat, 392 130, Índia. LAMBDA-CYHALOTHRIN TÉCNICO OXON – Registro no MAPA n° 5213 Youth Chemical Co., Ltd. 3 Dalian Road, Yangzhou Chemical Industry Zone - Yizheng - 211402 - Jiangsu - China LAMBDA-CIALOTRINA TÉCNICO MEGA – Registro no MAPA n° TC18422 Meghmani Organics Limited Plot No. 5001/B, 5027 to 5034, 5037, 4707/B & 4707/P393002 – Dist. Bharuch, Ankleshwar, Gujarat - Índia

LAMBDA-CIALOTRINA TÉCNICO PILARQUIM – Registro no MAPA n° TC13520 Jiangsu Huifeng Bio Agriculture Co., Ltd. Weier Road, South Area of Ocean Economic Development Zone Dafeng, Jiangsu 224145 P.R.- China LAMBDA-CYAHLOTHRIN TÉCNICO SULPHUR MILLS – Registro no MAPA n° 39819 Sulphur Mills Limited G.I.D.C., Plot Nº 1904, A-18/18, Panoli Dist: Bharuch, Gujarat – Índia. FORMULADORES: Ascenza Agro, S.A. Avenida do Rio Tejo, Herdade das Praias, 2910-440, Setúbal, Portugal Jiangsu Chunjiang Runtian Agrochemical Co., Ltd. Nº 6 Huaihong Road, The Salt Chemical Industry Development Zone, 223100, Hongze, Jiangsu, China Meghmani Organics Limited. Unit-IV Plot n. 22/2, GIDC Industrial State, Village, Panoli, 394116, Ankleshwar, Bharuch, Gujarat, Índia Pilarquim (Jiangsu) Co., Ltd. Nº 9, Konglian RD, Salinization New Material Industrial Park, Huaian, Jiangsu Province, China SIPCAM OXON S.P.A., Via Vittorio Veneto, 81, Salerano Sul Lambro, Lodi, 26857, Itália M/s Hemani Industries Ltd. Unit-II No. 3207/A&B, 3208/1&2, 3202/A-1, GIDC industrial Estate Ankleshwar, District Bharuch Gujarat 393 002, India SML Limited Plot No. 1904, A-18/18, G.I.D.C., Panoli, District Bharuch, State-Gujarat, India SML Limited Plot No. 1905/1928/29/30, G.I.D.C., Panoli, District Bharuch, State-Gujarat, India SML Limited Plot No. 230/231/232, G.I.D.C., Panoli, District Bharuch, State-Gujarat, India Fersol Indústria e Comércio S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, s/n, km 68,5, Olhos D’água CEP: 18120-970, Mairinque/SP CNPJ: 47.226.493/0001-46 N° do Registro no Estado: Nº 31 CDA/SAA/SP

Oro Agri Brasil Produtos para Agricultura Ltda. Rodovia PR 218, Km 5, s/n, CP 181, Jardim Universitário CEP: 86702-670, Arapongas/PR CNPJ: 10.549.479/0002-54 N° do Registro no Estado: 003996 ADAPAR/PR Prentiss Química Ltda. Rodovia PR 423, s/nº, km 24,5, Jardim das Acácias CEP: 83603-000, Campo Largo/PR CNPJ: 00.729.422/0001-00 N° do Registro no Estado: 002669 ADAPAR/PR Kubix Agroindustrial Ltda. Rua Bonifácio Rosso Ros, n° 260, Bairro Cruz Alta CEP: 13348-790, Indaiatuba/SP CNPJ: 47.754.052/0001-17 N° do Registro no Estado: 1248 CDA/SAA/SP MANIPULADORES: Arcad Industrialização Química Ltda. Av. Dr. Roberto Moreira, 4500, Condomínio CLIP, Betel CEP: 13148-150, Paulínia/SP CNPJ: 40.726.678/0001-70 N° do Registro no Estado: Nº 4327 CDA/SAA/SP Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Rua Alberto Guizzo, 859, Distrito Industrial Narezzi CEP: 13347-402, Indaiatuba/SP CNPJ: 50.025.469/2001-53 Nº do Registro no Estado: 466 CDA/SAA/SP IMPORTADORES: Agrilean Inputs S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, km 30,5, n° 11100 CEP: 06421-300, Barueri/SP CNPJ: 47.983.211/0004-06 Nº do Registro no Estado: 4378 CDA/SAA/SP Agrilean Inputs S.A. Área Rural, S/N, Km 207, Lote 04, AR 01, Área Rural de Eduardo de Magalhães CEP: 47865-899, Luis Eduardo Magalhães/BA CNPJ: 47.983.211/0002-36 N° do Registro no Estado: 145723 ADAB/BA Agrilean Inputs S.A. Rodovia BR 364, Km 20, Área 02, n° 5788, Galpão 22, Zona Rural CEP: 78098-970, Cuiabá/MT CNPJ: 47.983.211/0003-17 N° do Registro no Estado: 30962 INDEA/MT

Agroallianz S.A. Rua Avelino Silveira Franco, 149, sala 432, Condomínio Comercial L'Office, Sainte Hèlène CEP: 13105-822, Campinas/SP CNPJ: 27.150.699/0001-22 Nº do Registro no Estado: 1280 CDA/SAA/SP CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. R. Antônio Amboni, 323, Quadra 03, Lote 06, Parque Industrial CEP: 85877-000, São Miguel do Iguaçu/PR CNPJ: 18.858.234/0001-30 Nº do Registro no Estado: 004001 ADAPAR/PR CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. Rod. BR 020, km 207, S/N°, Armazém 01, Sala 01, Módulo F, Alto da Lagoa CEP: 47850-000, Luis Eduardo Magalhães/BA CNPJ: 18.858.234/0004-82 Nº do Registro no Estado: 102518 ADAB/BA CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. Via Expressa Anel Viário s/n, Quadra Área, Lote 05 B, Galpão 02, Módulo C, Jardim Paraíso Acréscimo CEP: 74984-321, Aparecida de Goiânia/GO CNPJ: 18.858.234/0006-44 Nº do Registro no Estado: 2183/2018 AGRODEFESA/GO CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. Rod. BR 230, km 411,5, S/N°, Sala 03, Zona Rural CEP: 65800-000, Balsas/MA CNPJ: 18.858.234/0005-63 Nº do Registro no Estado: 757 AGED/MA CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. Rua I, n° 557, Setor A, Módulo 2 Galpão Argal, Sala 03, Distrito Industrial CEP: 78098-350, Cuiabá/MT CNPJ: 18.858.234/0003-00 Nº do Registro no Estado: 25646 INDEA/MT CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. Rua Adolfo Zieppe Filho S/N°, Quadra 17, Setor 13, Anexo 1, Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz CEP: 99500-000, Carazinho/RS CNPJ: 18.858.234/0007-25 Nº do Registro no Estado: 79/20 SEAPDR/RS CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100, km 30,5, P.36, Módulo 4N, Jardim Maria Cristina CEP: 06421-300, Barueri/SP CNPJ: 18.858.234/0008-06 Nº do Registro no Estado: 4300 CDA/SP

CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. Rodovia BR-050, KM 185 – Galpão 25, Jardim Santa Clara CEP: 38038-050, Uberaba/MG CNPJ: 18.858.234/0010-20 Nº do Registro no Estado: 16.049 IMA/MG CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. Rodovia MS 156, KM 7,5, S/N - Lado Esquerdo CEP: 79.849-899, Dourados/MS CNPJ: 18.858.234/0009-97 Nº do Registro no Estado: 1935/2023-R IAGRO/MS Tradecorp do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n, Condomínio Tech Town, Chácaras Assay CEP: 13186-904, Hortolândia/SP CNPJ: 04.997.059/0001-57 Nº do Registro no Estado: 958 CDA/SAA/SP

No do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

No do lote ou da partida: VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: AGITE ANTES DE USAR. INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto Nº 7212, de 15 de junho de 2010).

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – MUITO

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

INSTRUÇÃO DE USO:

CULTURASPRAGAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICODOSE E VOLUME DE CALDANÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO
AbacateLagarta-das-folhas Papilio scamander3-4 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 1000-2000 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 10-50 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Intervalo de 15 dias entre as aplicações.
AbacaxiLagarta-das-folhas Monodes agrotina3-4 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 1000-2000 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Intervalo de 15 dias entre as aplicações.
AbóboraBroca-das-curcubitáceas Diaphania nitidalis5-10 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 400-800 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100L de água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Intervalo de 07 dias entre as aplicações.
AbobrinhaBroca-das-curcubitáceas Diaphania nitidalis5-10 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 400-800 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L de água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
AlhoTripes Thrips tabaci20 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-400 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
AtemóiaPercevejo Leptoglossus gonara3-4 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 1000-2000 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Intervalo de 15 dias entre as aplicações.
AlgodãoLagarta-das-maçãs Heliothis virescens80 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-150 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 10-20 L/ha03
Bicudo Anthonomus grandis60 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 40-300 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 10-50 L/ha
Curuquerê-do-algodoeiro Alabama argillacea20-30 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 40-300 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 10-50 L/ha
Lagarta-rosada Pectinophora gossypiella50 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 40-300 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 20-40 L/ha
Percevejo-rajado Horcias nobilellus
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Lagarta das maçãs: Para controle da lagarta-das-maçãs iniciar as aplicações quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% dos ponteiros estiverem ameaçados. Aplicar quando forem constatadas 2 lagartas/plantas ou 25% de desfolha. Iniciar as aplicações quando o nível de botões florais atacados atingir o máximo 5% e repetir as aplicações a cada 7 dias ou toda vez que o ataque atingir o limite de 5% de botões danificadas, respeitando o mínimo de 7 dias entre uma aplicação e outra. Lagarta-rosada: fazer 3 aplicações do produto espaçadas de 15 dias, a partir de 80 dias após a emergência. Percevejo-rajado: estabelecer as aplicações por monitoramento da praga.
ArrozBicheira-da-raiz-do-arroz Oryzophagus oryzae30 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-150 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 20-40 L/ha01
Percevejo-grande-do- arroz Tibraca limbativentris
Curuquerê-dos-capinzais Mocis latipes20-30 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-150 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 20-40 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Bicheira-da-raiz-do-arroz: fazer a aplicação 1 a 2 dias antes da irrigação definitiva. Percevejo-grande-do-arroz: fazer a aplicação entre os 20 e 30 dias após a emergência ou quando a população de percevejos atingir a densidade de 1 percevejo por m². Curuquerê-dos-capinzais: fazer a aplicação quando a praga alvo estiver nos estádios iniciais de desenvolvimento larval - lagartas menores que 1,5 cm e antes de se observar desfolha significativa na lavoura.
AmendoimTripes-do-amendoim Enneothrips flavens20 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-300 L/ha03
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar o produto logo no início da infestação. Repetir a aplicação com 7 dias de intervalo.
BatataMosca-minadora Lyriomysa huidobrensis20 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-400 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Mosca-minadora: as pulverizações devem ser realizadas visando a redução da população de insetos adultos. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
Batata-doceVaquinha Epicauta atomaria20 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-400 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
Batata-yaconVaquinha Diabrotica speciosa20 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-400 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
BerinjelaBroca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis5-10 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 400-800 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/ 100 L de água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
BeterrabaVaquinha Diabrotica speciosa20 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-400 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
CacauLagarta-do-compasso Stenoma decora3-4 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 1000-2000 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 10-50 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Intervalo de 15 dias entre as aplicações.
CaféBicho-mineiro-do-café Leucoptera coffeella15-20 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 400-600 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 10-50 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Por se tratar de um inseticida protetor e de longa persistência, o produto deve ser aplicado no início da infestação. Intervalo de 20-45 dias entre as aplicações.
CanolaVaquinha Diabrotica speciosa30 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 40-300 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 10-50 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Intervalo de 14 dias entre as aplicações.
CaráLagarta-das-folhas Pseudoplusia oo20 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-400 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
CebolaTripes Thrips tabaci20 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-400 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
ChuchuBroca-das-curcubitáceas Diaphania nitidalis5-10 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 400-800 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
CitrosCigarrinha-da-cvc Dilobopterus costalimai40-80 mL/ha Volume de calda Aplicação terrestre: 1000-2000 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 10-50 L/ha02
Bicho-furão Ecdytolopha aurantiana3-4 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 1000-2000 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 10-50 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Cigarrinha-da-cvc: aplicar quando a praga for detectada nas brotações. Intervalo de 15 dias entre as aplicações. Bicho-furão: fazer a aplicação ao entardecer antes da lagarta penetrar no fruto, logo no início do aparecimento de adultos, ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle (6 adultos/ armadilha). Usar a dose maior em infestações mais altas. Intervalo de 15 dias entre as aplicações.
CupuaçuLagarta-das-folhas Macrosoma tipulata3-4 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 1000-2000 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Intervalo de 15 dias entre as aplicações.
ErvilhaTripes Thrips tabaci30 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 40-300 L/ha Costal: 40-300 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Intervalo de 14 dias entre as aplicações.
FeijãoVaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa30-40 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-150 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 20-40 L/ha02
Mosca-branca Bemisia tabaci raça B120 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-150 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 20-40 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Vaquinha-verde-amarela: aplicar o produto no aparecimento da praga, em alternância com outros produtos. Repetir se necessário. Mosca-branca: aplicação Preventiva. Aplicar o produto em alternância com outros produtos específicos. Iniciar o tratamento aos 28 dias após a emergência.
Feijão-caupiVaquinha Diabrotica speciosa30 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 400-300 L/há Aplicação aérea Volume de calda: 10-50 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Intervalo de 14 dias entre as aplicações.
FumoPulga-do-fumo Epitrix fasciata20 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-150 L/ha01
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar o produto quando a infestação atingir o nível de 20 a 30 pulgas por planta.
GengibreLagarta-rosca Agrotis ipsilon20 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-400 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
GergelimVaquinha Diabrotica speciosa30 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 40-300 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Intervalo de 14 dias entre as aplicações.
GirassolVaquinha Diabrotica speciosa30 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 40-300 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 10-50 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Intervalo de 14 dias entre as aplicações.
Grão-de-bicoLagarta-das-vagens Helicoverpa armigera30 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 40-300 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 14 dias entre as aplicações. Intervalo de 14 dias entre as aplicações.
GuaranáTripes Liothrips adisi3-4 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 1000-2000 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 1000-2000 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Intervalo de 15 dias entre as aplicações.
InhameLagarta-desfolhadora Spodoptera litura20 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-400 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
JilóBroca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis5-10 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 400-800 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
KiwiTraça-dos-frutos Clarkeulia excerptana3-4 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 1000-2000 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Intervalo de 15 dias entre as aplicações.
LentilhaVaquinha Diabrotica speciosa30 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-400 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Intervalo de 14 dias entre as aplicações.
LinhaçaLagarta-medideira Rachiplusia nu30 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 40-300 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Intervalo de 14 dias entre as aplicações.
MamãoLagarta Protambulyx strigilis3-4 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 1000-2000 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 10-50 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Intervalo de 15 dias entre as aplicações.
MandiocaMandarová Erinnyis ello20 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-400 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 10-50 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
Mandioquinha- salsaVaquinha Diabrotica speciosa20 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-400 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
MangaLagarta-do-fogo Megalopyge lanata3-4 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 1000-2000 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 10-50 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Intervalo de 15 dias entre as aplicações.
MaracujáLagarta-desfolhadora Dione juno juno3-4 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 1000-2000 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Intervalo de 15 dias entre as aplicações.
MaxixeBroca-das-cucurbitáceas Diaphania nitidalis5-10 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 400-800 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
MelanciaBroca-das-cucurbitáceas Diaphania nitidalis5-10 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 400-800 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 10-50 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Intervalo de 14 dias entre as aplicações.
MelãoBroca-das-cucurbitáceas Diaphania nitidalis5-10 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 400-800 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 10-50 L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
MilhoLagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda30 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-150 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 10-20 L/ha03
Broca-da-Cana ou Broca-do-colmo Diatraea saccharalis60 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 150-200 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 20-40 L/ha01
Percevejo-barriga-verde Dichelops melacanthus
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon100-120 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 150-200 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 20-40 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Lagarta-do-cartucho: iniciar as aplicações de DAVOS nos primeiros sintomas (folha raspada). Geralmente com 03 a 05 folhas definitivas do milho. Realizar no máximo 03 aplicações. Broca-da-cana ou Broca-do-colmo: deve-se realizar uma aplicação preventiva por ciclo, podendo ser a mesma aplicação feita para o controle da lagarta-militar.
Percevejo-barriga-verde: aplicar o produto de acordo com a necessidade mediante a ocorrência da praga, em alternância com outros produtos. Realizar uma aplicação por ciclo. Lagarta-rosca: fazer a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sintomas de ataque, assegurando que o jato de pulverização atinja o colo das plantas. Reaplicar se necessário. Usar a dose maior em caso de alta pressão da praga.
MorangoPulgão-do-morangueiro Capitophorus fragaefolli16 mL/100 L Aplicação terrestre Volume de calda: 500 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Considerar 7 dias de intervalo no início da infestação, assegurando boa cobertura do alvo.
NaboLagarta-medideira Trichoplusia ni20 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-400 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
Plantas Ornamentais** (Alstroeméria1, Boca-de-leão1, crisântemos, espatifilo, gérbera, gipsofila, lisianthus e rosa)Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda3-5 mL/100 L Aplicação terrestre Volume de calda: 600-1000 L/ha03
Tripes Thrips Tabaci
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Fazer amostragem e pulverizar no início da infestação. Intervalo de aplicação de 7 dias. Realizar as aplicações nos primeiros horários da manhã ou então ao final dia. Caso seja detectada a presença de ventos, fechar a estufa para evitar deriva. Observação: o produto é recomendado para os cultivos sob condições de casa-de- vegetação/estufa.
PepinoBroca-das-cucurbitáceas Diaphania nitidalis5-10 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 400-800 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
PimentaBroca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis5 a 10 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 400-800 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
PimentãoBroca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis5-10 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 400-800 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
QuiaboLagarta-dos-frutos Platyedra gossypiela5-10 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 400-800 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
RabaneteLagarta-medideira Trichoplusia ni20 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-400 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações.
RomãPercevejo Leptoglossus gonagra3-4 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 1000-2000 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Intervalo de 15 dias entre as aplicações.
SojaLagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis15 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-150 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 10-20 L/ha02
Percevejo-da-soja Nezara viridula30 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-150 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 20-40 L/ha
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Lagarta-da-soja: aplicar DAVOS quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha (antes do florescimento) ou 15% de desfolha após o florescimento. Percevejo-da-soja: iniciar as aplicações de DAVOS quando o nível de percevejos por pano de batida atingir 02 percevejos/pano para áreas de produção de sementes e 04 percevejos/pano de batida para áreas de produção de grãos. Vaquinha-verde-amarela: aplicar o produto quando o nível de dano causado pela vaquinha-verde-amarela equivaler a 15% da área foliar. Repetir a aplicação se for observado reinfestação.
TomateBroca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis5-10 mL/100 L água Aplicação terrestre Volume de calda: 400-800 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 10-50 L/ha05
Broca-grande-do-fruto Helicoverpa zea8-10 mL/100 L Aplicação terrestre Volume de calda: 600-800 L/ha03
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Broca-pequena-do-fruto: aplicar o produto intercalado com outros produtos. A dose de 10 mL/100 L de água deverá ser recomendada em situações de alta pressão da praga. Intervalo de 7 dias entre as aplicações. Broca-grande-do-fruto: fazer aplicações com intervalo de 10 a 14 dias no início da frutificação assegurando que o produto atinja as sépalas. O volume de calda pode variar dependendo da área foliar, sendo que a maior dose deve ser utilizada somente para o menor volume de calda.
TrigoLagarta-do-trigo Pseudaletia sequax20 mL/ha Aplicação terrestre Volume de calda: 100-150 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 10-50 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar a primeira aplicação no aparecimento da praga. Intervalo de 15 dias entre as aplicações.
UvaLagarta-das-folhas Eumorpha vitis10 mL/100 L Aplicação terrestre Volume de calda: 1000 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Fazer a aplicação logo após a constatação da praga nas folhas, reaplicando até mais 1 vez se necessário.

* O número de aplicações varia de acordo com a infestação. A pulverização deve ser feita após constatada a infestação, observando-se níveis de dano econômico recomendado para cada praga e o número máximo de aplicações. ** Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas pragas indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala. (1) Para Alstroemeria e Boca-de-leão no controle da lagarta-do-cartucho utilizar dose de: 15-20 ml/100L. (2) Aplicação pré-plantio da cultura da soja. VIA TERRESTRE Costal Manual: utilizar bicos cônicos das séries D ou equivalentes, com pressão de 40 a 60 lbs/pol2 (p.s.i.), aplicando 150 a 250 litros de calda por hectare. Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada. Costal Motorizado: utilizar bicos cônicos das séries D ou equivalentes, com pressão de 40 a 60 lbs/pol2 (p.s.i.), aplicando 40 a 100 litros de calda por hectare. Tratorizado: quando aplicar com barra, utilizar bicos cônicos das séries D ou equivalentes com pressão de 80 a 150 lbs/pol2 (p.s.i.), aplicando de 100 a 150 litros de calda por hectare. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura. Pulverização Aérea com aeronaves agrícolas; aviões, helicópteros: Bicos: utilizar bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Número de bicos na barra de pulverização: para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar de 40 a 42 bicos, fechando sempre de 04 a 05 unidades em cada ponta externa da asa e três intermediários de cada ponta interna das asas e próximos ao corpo (fuselagem do avião). Manter em operação os oito bicos originais e existentes sob a “barriga” (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas. Para outros tipos ou modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas das asas. Nota: o fechamento dos bicos das pontas das asas não diminui a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas ao contrário, permite que o produto arrastado pelos vórtices de ponta das asas não seja perdido, mas distribuído adequadamente pelos bicos ativos. Altura de vôo: com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas nas faixas de deposição, é obtida na altura mínima de vôo de 04 a 05 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou a cultura.

Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 03 a 04 metros do alvo estabelecido. A altura de vôo recomendada deverá ser mantida durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo dos bicos, para manter o padrão de deposição e gotas recomendados. Volume de aplicação: nas aplicações com diluição do produto em água, utilizar vazões de 10 a 20 litros/hectare. Nesta faixa de volume poderão ser usados bicos hidráulicos como recomendados acima ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Volumes de aplicação acima daqueles valores, é vedado ou não recomendável o uso de bicos rotativos, passando a serem utilizados somente os bicos hidráulicos acima indicados. Faixa de deposição: para aviões tipo IPANEMA, ou similares, utilizar a faixa de deposição de 20 metros, independente dos bicos utilizados serem hidráulicos ou rotativos. Consulte sempre um engenheiro agrônomo. Condições climáticas: Temperatura ambiente: abaixo de 32ºC. Umidade relativa do ar: mínima de 55%. Velocidade de vento: acima de 2 Km/h até o máximo de 10 km/h. Recomendações gerais para evitar deriva: - Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. - Siga as restrições existentes na legislação pertinente. - O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura) - O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto. Diâmetro das gotas: - A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa. - A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas: - Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores. - Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.

- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva. Ventos: - A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h. Temperatura e Umidade: - Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%. - Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação. Inversão térmica: - O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturasINTERVALO DE SEGURANÇA
Abacate, Abacaxi, Atemóia, Algodão, Cacau, Citros, Cupuaçu, Guaraná, Kiwi, Mamão, Maracujá e Romã10 dias
Abóbora, Abobrinha, Berinjela, Café, Chuchu, Jiló, Maxixe, Morango, Pepino, Pimenta, Pimentão e Quiabo1 dia
Alho e Uva7 dias
Batata, Batata-doce, Batata-yacon, Beterraba, Cará, Cebola, Gengibre, Inhame, Mandioca, Mandioquinha-salsa, Melancia, Melão, Nabo, Rabanete e Tomate3 dias
Arroz, Canola, Gergelim, Girassol e Linhaça21 dias
Amendoim, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Grão-de-bico, Lentilha, Milho e Trigo15 dias
Manga5 dias
Soja20 dias
Fumo e Plantas ornamentaisUNA*

Manga 5 dias Soja 20 dias Fumo e Plantas ornamentais UNA* UNA*: Uso não alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade para as culturas indicadas: O produto não é fitotóxico para a cultura indicada na dose e condições recomendadas. Outras restrições a serem observadas: - As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto. - Evitar as aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 Km/h ou superiores a 10 Km/h. - Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia ou com temperaturas muito altas. - Evitar condições que possam comprometer uma boa cobertura de pulverização das plantas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:

GRUPO 3 A INSETICIDA A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida DAVOS pertence ao grupo 3A (Moduladores de canais de sódio) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do DAVOS como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. • Usar DAVOS ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.

• Aplicações sucessivas de DAVOS podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do DAVOS, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos 3A não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do DAVOS ou outros produtos do Grupo 3A quando for necessário. • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas. • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado. • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema. Incluir outros métodos de controle de pragas, dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE OS ESQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora das especificações. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos ou viseira facial, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; e - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- EVITE O MÁXIMO POSSÍVEL O CONTATO COM A ÁREA TRATADA. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evitar ao máximo o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis. Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. - Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.

- Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos ou viseira facial, avental impermeável, botas, macacão, luvas e máscara; e - A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por uma pessoa treinada e devidamente protegida. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: ATENÇÃO: PROVOCA MODERADA IRRITAÇÃO A PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógios, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

- Tóxico se ingerido; - Tóxico se inalado; - Provoca irritação ocular grave; - Provoca moderada irritação à pele.
PERIGO- - -

- INTOXICAÇÕES POR DAVOS -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoPiretróide
Classe toxicológicaCATEGORIA 3 – PRODUTO MODERADAMENTE TÓXICO
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica
ToxicocinéticaEstudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismo de ação, absorção e excreção.
Absorção: é bem absorvido após administração oral, extensivamente metabolizado através de hidrólise da ligação éster, oxidação e conjugação e eliminado como conjugados polares na urina. Biotransformação: metabolizado extensivamente por clivagem do éster do ácido ciclopropanocarboxílico e ácido 3-fenoxibenzoico e eliminado como conjugados. Distribuição: na maioria dos tecidos dos animais testados, sendo que os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo. Excreção: urina e fezes. Resíduos de gorduras foram eliminados com uma meia-vida, de 23 dias. A eliminação é precedida pela eficiente clivagem da ligação éster. O lambda- cialotrina é rapidamente excretado pela urina em forma de conjugados polares (metabólitos da clivagem éster e seus conjugados), quase na sua totalidade após 48 horas.
ToxicodinâmicaÉ um inseticida piretróide sintético alfa-ciano. Atuam no sistema nervoso central e periférico, prolongando a abertura de canais de sódio da membrana celular, o que resulta em maior influxo de sódio, retardando a despolarização. Atuam como estimulantes nervosos, especialmente nos nervos sensoriais, modificando as características de passagem dos canais de sódio sensíveis a voltagem, em membranas neuronais de mamíferos e invertebrados.
Sintomas e Sinais ClínicosEFEITOS AGUDOS Ingestão aguda: pode causar irritação gastrointestinal, náusea, vômito, ataxia, marcha instável, hiperexcitabilidade e ativação simpática. As crianças jovens são mais suscetíveis ao envenenamento, porque não podem hidrolisar os ésteres piretro. Inalação: principal via de exposição. As manifestações clínicas da exposição por inalação podem ser locais ou sistêmicos. Reações localizadas limitadas ao trato respiratório superior incluem rinite, espirros, garganta inflamada, edema da mucosa oral, laringe e até mesmo edema de mucosa. Reações localizadas do trato respiratório inferior incluem tosse, falta de ar, chiado e dor no peito. Uma reação como a asma ocorre com exposições aguda em pacientes sensibilizados. Pneumonite de hipersensibilidade caracterizada por dor torácica, tosse, dispneia e broncoespasmo podem ocorrer em um indivíduo cronicamente expostos. Contato com a pele: irritante da pele suave e pode causar formigamento e dormência em áreas expostas (parestesias). Não é um sensibilizador da pele. Subjetivas sensações de pele facial, acreditados para ser provocada por disparo repetitivo de terminações nervosas sensoriais da pele. Eles podem ser considerados como um sinal de alerta indicando que a exposição excessiva da pele ocorreu. Contato com os olhos: pode causar severa irritação nos olhos. Exposição dos olhos pode resultar em leve a graves lesões da córnea.
Outros ComponentesMistura de Hidrocarbonetos aromáticos pesados: são bem absorvidos através da via inalatória, atravessam facilmente a membrana alveolar e, rapidamente (em minutos), atingem o sistema nervoso central (SNC) produzindo depressão. Respiratória: altas concentrações de vapor/aerossol irritam os olhos e as vias respiratórias.
Podem causar transtornos no SNC (cefaleia, vertigem, efeitos anestésicos, sonolência, confusão e perda de consciência) e, em menor proporção, arritmias cardíacas. Altas doses podem levar a óbito. Oral: quando ingeridos, não causam toxicidade sistêmica importante devido à pobre absorção, a exceção de pneumonia aspirativa que pode progredir, em alguns casos, até o óbito. Devido à presença de naftaleno, quando ingerido em grandes concentrações, pode causar hemólise (poderá produzir lesões renais) e cataratas. Dérmica: o contato frequente ou prolongado pode causar leve irritação e dermatite. Pode agravar uma lesão pré-existente. Ocular: medianamente irritante.
DiagnósticoO diagnóstico de intoxicações agudas por piretróides deve ser efetuado com base na exposição comprovada, sintomas correspondentes e exclusão nacional de outras eventuais doenças. Sintomas em casos leves a moderados podem incluir: parestesia anormal, pápulas ou dermatite de contato, e sintomas como dor de cabeça náusea, falta de apetite e fadiga. Casos de intoxicações severas podem ser caracterizados pelo agravo dos sintomas anteriores, distúrbios de consciência e contração muscular nos membros. Finalmente o diagnostico só pode ser confirmado pela mensuração de piretróides ou seus metabolitos nos fluidos corpóreos.
TratamentoNão existe antídoto ou antagonista específico para Lambda-cialotrina. O tratamento médico é sintomático. Medidas terapêuticas imediatas devem ser tomadas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Analise os sinais vitais e as funções, monitorando o estado cardíaco; a temperatura corpórea e o estado mental. O tratamento deve ser baseado nos achados clínicos. TRATAMENTO BÁSICO: estabelecer uma via aérea patente. Sucção, se necessário. Ventilações, atenção aos sinais de insuficiência respiratória e ajudar se necessários, administrar oxigênio por máscara nonrebreather de 10 a 15 L/min. Monitor para edema pulmonar. Para a contaminação dos olhos, lave imediatamente com água. Irrigar cada olho de forma contínua com soro fisiológico durante o transporte. Não use eméticos. PARESTESIA: uso de cremes contendo Vitamina E ou óleos. Regressão espontânea, geralmente dentro de 24 horas. ASPIRAÇÂO GÁSTRICA: o esvaziamento gástrico poderá aumentar o risco de aspiração. Alguns médicos preferem carvão ativado sozinho em vez de lavagem gástrica em doentes que requerem descontaminação do TGI. O carvão ativado pode causar vômito, o que aumenta o risco de aspiração. Administrar carvão vegetal como uma pasta (240 mL água/30g de carvão). Dose habitual: 25 a 100 g em adultos e adolescentes, de 25 a 50g em crianças (1 a 12 anos) e 1g/kg em crianças com menos de 01 ano de idade. Administrar o oxigênio e ajudar na ventilação. Tratar broncospasmo com inalado agonista beta2 e corticosterioides orais ou parental.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a descontaminação, deverá estar protegida por equipamentos de segurança (luvas, avental e botas impermeáveis), de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios, e proceder à descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água corrente em abundância e sabão neutro. Remover a vítima para local ventilado. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água corrente, por no mínimo 15 minutos. Inalação: adotar medidas de assistência ventilatoria, se necessário. Administrar diazepam, se ocorrer convulsões. Casos de hipersensibilidade severa e reação anafilática (rara), o tratamento deve ser imediato: assistência respiratória, adrenalina, anti-histaminico, corticoide, fluidos endovenosos, segundo a necessidade. Medidas sintomáticas e de manutenção.
ContraindicaçõesA indução do vomito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. Diluição – em razão do aumento da superfície de contato. Morfina pode comprometer pressão arterial e deprimir função cardiorrespiratória.
Efeitos das Interações QuímicasNão se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores relacionados ao produto.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnósticos e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique o Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800 70 10 450.

0800 70 10 450. MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Informações de mecanismos de ação, absorção e excreção não disponíveis para o homem. A norma geral adotada internacionalmente não contempla a realização desses estudos no ser humano. Todavia, estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismo de ação, absorção e excreção: • Absorção: a principal rota de absorção é pela via oral, sendo as demais vias secundárias. Após a administração oral do produto, a sua absorção é da ordem de 50% da dose inicial. • Distribuição: os produtos do metabolismo da administração oral foram distribuídos pela maioria dos tecidos dos animais testados, sendo que os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo. Não existe tendência do produto em se acumular em tecidos. • Ação: a maior parte do produto absorvido é rapidamente metabolizado em mamíferos através de hidrólise da ligação éster, oxidação e conjugação, e excretado pela urina, quase na sua totalidade após 48 horas. Não são esperados efeitos sistêmicos no homem.

• Excreção: o LAMBDA-CIALOTRINA é rapidamente excretado pela urina em forma de conjugados polares (metabólitos da clivagem éster e seus conjugados). A eliminação é precedida pela eficiente clivagem da ligação éster. • Quando o produto foi aplicado sobre a pele de coelhos, não foram observados achados hematológicos, química clínica e histopatológicos que pudessem ser atribuídos à administração em doses repetidas do produto.

EFEITOS AGUDOS

DL50 oral em ratos: 300 mg/kg. DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg. CL50 inalatória em ratos: 0,606 mg/L de ar. Irritação dérmica em coelhos: medianamente irritante. Em contato com a pele de coelhos foi observado um edema leve e eritema médio. Ambos foram completamente reversíveis em 07 dias. Irritação ocular em coelhos: medianamente irritante. Os coelhos submetidos a testes apresentaram hiperemia e quemose média. A irritação foi reversível em até 07 dias. Não houve opacidade de córnea. Sensibilização cutânea em porquinhos-da-índia: não sensibilizante. Mutagenicidade: não mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS

Quando o produto foi administrado na dieta de animais de laboratório, não se detectou efeitos no sistema nervoso, efeitos carcinogênicos ou mutagênicos nas avaliações crônicas. Foram notados aumento no ganho de peso corpóreo e aumento no peso do fígado durante os estudos de carcinogenicidade. Deram resultados negativos em uma série de testes in vivo e in vitro, para detectar as mutações genéticas, danos cromossômicos e outros efeitos genotóxicos. Quando administrado oralmente para ratos e coelhos durante o período de organogênese, não foi nem embriotóxicos ou teratogênicos em níveis de dose que provocasse toxicidade materna. EFEITOS COLATERAIS: Por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE II) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente; - Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes; - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustaceos;

- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para peixes; - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas; - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa Ascenza Brasil Ltda. – Telefone: 0800 70 10 450. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado, e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL (0,25; 1; 2; 5; 10; e 20 L) LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;

• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (50, 100 e 200 L) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA - (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL • (De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis) Hortolândia/SP, 16 de dezembro de 2025.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Davos registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 9219 · documento de 16/12/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Davos?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Davos e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Davos é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 9219, documento de 16/12/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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