CYPTRIN Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob o Nº 18222
COMPOSIÇÃO
(RS)-α-cyano-3-phenoxybenzyl (1RS,3RS; 1RS,3SR)-3-(2,2-dichlorovinyl)-2,2-dimethylcyclopropane carboxylate (CIPERMETRINA)...........................................................................................................................250 g/L (25,00% m/v) Outros Ingredientes..................................................................................................................716,3 g/L (71,63% m/v)
GRUPO 3A INSETICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida de Contato e Ingestão do Grupo Químico Piretróide TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC) TITULAR DE REGISTRO: Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. Av. Wilson Camurça, 2138 - Distrito Industrial I – CEP: 61939-000 – Maracanaú/CE – Tel.: (85) 4011-1000 - SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011 - www.sumitomochemical.com – CNPJ: 07.467.822/000126 - Número de registro do estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Cipermethrin Técnico Helm – Registro MAPA nº 01314 Gharda Chemical Limited B-27/29 MIDC, Dombivli (E) – 421-203 – District Thane – Maharashtra State, Índia Cipermetrina Tagros Técnico – Registro MAPA nº 08812 Tagros Chemicals India Private Limited A4/1&2, SIPCOT Industrial Complex, Pachayankuppam 607005 Cuddalore, Tamil Nadu - Índia FORMULADOR: Adama Brasil S/A. – Rua Pedro Antônio de Souza 400, Parque Rui Barbosa, Londrina – PR, CEP 86031-610, CNPJ 02.290.510/0001-76, Registro no órgão estadual: nº 003263 – ADAPAR/PR Ouro Fino Química Ltda. – Av. Filomena Cartafina nº 22335, Quadra 14, Lote 5, Uberaba – MG, CEP 38044-750, CNPJ: 09.100.671/0001-07, Registro Estadual IMA/MG N° 8.764 Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. – Av. Wilson Camurça, 2138, Distrito Industrial I, Maracanaú – CE, CEP 61939-000, CNPJ: 07.467.822/0001-26, SEMACE 358/2021 DICOP Tagma Brasil Indústria E Comércio De Produtos Químicos Ltda. Av. Roberto Simonsem, 1459, Recanto dos Pássaros, Paulínia – SP, CEP 13148-030, CNPJ 03.855.423/0001-81, Registro CDA/SP n°477.
| No do Lote ou Partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento: Página 1 de 21
AGITE ANTES DE USAR Indústria Brasileira Corrosivo ao cobre e latão
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO MUITO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Página 2 de 21
INSTRUÇÕES DE USO
CYPTRIN é um inseticida piretróide sintético que age por contato e ingestão, sendo efetivo no controle de um grande número de pragas especialmente Lepdoptera (lagartas) nas culturas de algodão, arroz, arroz irrigado, batata, café, cebola, citros, feijão, fumo, mandioca, milho, soja e tomate. CULTURAS, PRAGAS E DOSAGENS:
| CULTURA | PRAGA | mL p.c./ha | g i.a./ha |
|---|---|---|---|
| ALGODÃO | Curuquerê (Alabama argillacea) | 40 - 50 | 10 - 12,5 |
| Bicudo (Anthonomus grandis) | 200 - 250 | 50 - 62,5 | |
| Lagarta-da-maçã (Heliothis virescens) | 225 - 250 | 56,25 - 62,5 | |
| Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 225 - 250 | 56,25 - 62,5 | |
| Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 240 | 60 | |
| ARROZ | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 40 - 60 | 10 - 15 |
| ARROZ IRRIGADO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 40 - 60 | 10 - 15 |
| BATATA | Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 150 - 180 | 37,5 - 45 |
| CAFÉ | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 40 - 65 | 10 - 16,25 |
| CEBOLA | Tripes (Thrips tabaci) | 16 - 24 mL/ 100L de água | 4 - 6 mL/100 L de água |
| CITROS | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 300 - 360 | 75 - 90 |
| Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 300 - 360 (15 - 18 mL/100L) | 75 - 90 (3,75- 4,5 mL/100L) | |
| FEIJÃO | Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 100 - 120 | 25 - 30 |
| FUMO | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 100 | 25 |
| MANDIOCA | Mandarová (Erinnys ello) | 50 - 65 | 12,5 - 16,25 |
| MILHO | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 40 - 65 | 10 - 16,25 |
| SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 200 | 50 |
| Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii) | 200 | 50 | |
| Lagarta-falsa-medideira (Pseudoplusia indudens) | 200 | 50 | |
| Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 200 | 50 | |
| TOMATE | Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 100 | 25 |
| Broca-grande-do-tomate (Helicoverpa zea) | 200 - 250 | 50 - 62,5 | |
| Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 20 mL/100 L de água | 5 g/100 L de água | |
| Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 20 mL/100 L de água | 5 g/100 L de água |
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) 20 mL/100 L de água 5 g/100 L de água Página 3 de 21
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
ALGODÃO: Curuquerê (Alabama argillacea): Iniciar a aplicação após a constatação de 50% das plantas amostradas apresentarem 5 lagartas pequenas ou 33% das lagartas apresentarem duas lagartas grandes. Repetir se necessário a intervalos de 10 dias. Volume de calda utilizado é de 200 - 300 litros de calda/ha. Usar maior dose quando houver maior intensidade de ataque ou quando a cultura apresentar maior densidade foliar. Efetuar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. Bicudo (Anthonomus grandis): Utilize a dose maior quando se tratar de alto nível de infestação. Pulverizar o produto em intervalos de 5 dias. Aplicar o volume de 300 litros de calda/ha. Efetuar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. Lagarta-da-maçã (Heliothis virescens): Iniciar a aplicação quando constatar de 10 a 15% de plantas com sintomas de ataque ou presença da lagarta (1 lagarta pequena – menor que 10 mm). Realizar amostragens, observandose os ponteiros das plantas, procurando por ovos e lagartas nas brotações e botões florais. Repetir se necessário a intervalos de 10 dias. Volume de calda utilizado é de 200 - 300 litros de calda/ha. Usar maior dose quando houver maior intensidade de ataque ou quando a cultura apresentar maior densidade foliar. Efetuar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella): aplicar quando houver 5% de botões florais ou maçãs novas atacadas. Repetir se necessário a intervalos de 10 dias. Volume de calda utilizado é de 200 - 300 litros de calda/ha. Usar maior dose quando houver maior intensidade de ataque ou quando a cultura apresentar maior densidade foliar. Efetuar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii): aplicar no início da infestação. Repetir se necessário a intervalos de 10 dias. Volume de calda utilizado é de 200 - 300 litros de calda/ha. Efetuar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. ARROZ / ARROZ IRRIGADO: Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda): Iniciar a aplicação quando do aparecimento das primeiras lagartas, utilizar a maior dose quando houver maior intensidade de ataque ou quando a cultura apresentar alta densidade foliar. Repetir se necessário com intervalo de 10 dias. Volume de calda utilizado é de 250 litros de calda/ha. Efetuar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. BATATA: Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa): Iniciar a aplicação no aparecimento dos primeiros insetos. Repetir se necessário com intervalo de 10 dias. Volume de calda recomendado de 600 litros /ha. Usar a maior dose quando houver maior intensidade de ataque ou quando a cultura apresentar maior densidade foliar. Efetuar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Página 4 de 21
CAFÉ: Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella): Aplicar quando nos primeiros sintomas de aparecimento da praga. Usar o volume de calda de 120 - 250 litros/ha. Use doses mais altas para cafeeiros adultos ou alta infestação do bicho-mineiro. Efetuar no máximo 1 aplicação. CEBOLA: Tripes (Thrips tabaci): Aplicar quando nos primeiros sintomas de aparecimento da praga. Usar o volume de calda de 100 - 500 litros/ha. Use doses mais altas para alta infestação e estágio mais avançado da cultura. Efetuar no máximo 1 aplicação. CITROS: Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata): Iniciar a aplicação sempre que identificar o aparecimento de danos nos frutos.. Bicho furão (Ecdytolopha aurantiana): Iniciar a aplicação quando cerca de 2% dos frutos do talhão estiverem atacados, com pulverização realizada ao entardecer, pois nesse horário a mariposa prefere colocar os ovos. Em ambos os casos, usar a maior dose quando houver maior intensidade de ataque ou quando a cultura apresentar maior densidade foliar. Repetir se necessário após 10 dias. O volume de calda utilizado é de 2.000 litros de calda/ha. Efetuar no máximo 2 aplicações FEIJÃO: Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa): recomenda-se o controle de adultos nas etapas iniciais de desenvolvimento até o período inicial do florescimento, quando a população da praga for superior a dois insetos por planta. Repetir se necessário após 10 dias. Usar a maior dose quando houver maior intensidade de ataque ou quando a cultura apresentar maior densidade foliar. Volume de calda é de 200 - 300 litros por hectare. Efetuar no máximo 2 aplicações. FUMO: Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon): O produto deve ser aplicado logo após constatado o início da infestação. Efetuar a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea da planta. Utilizar a vazão de 100 a 300 litros de calda por hectare. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. MANDIOCA: Mandarová (Erinnys ello): Iniciar a pulverização quando forem encontradas de 5 a 7 lagartas pequenas por planta. Usar a maior dose quando houver maior intensidade de ataque ou quando a cultura apresentar maior densidade foliar. Repetir se necessário após 10 dias. Utilizar o volume de calda de 300 litros de calda/ha. Efetuar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Página 5 de 21
MILHO: Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda): Aplicar nos primeiros sintomas de aparecimento da praga. Usar o volume de 200 – 300 litros de calda por hectare. Proceder à cobertura uniforme de toda a planta, porém sem causar escorrimento. Usar a dose maior para grandes infestações. Efetuar 1 aplicação no máximo. SOJA: Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis): Iniciar a aplicação antes das pragas atingirem o nível de dano econômico. Utilize o volume de 100 a 300 litros de calda por hectare. Efetuar no máximo 1 aplicação. Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii): Iniciar a aplicação antes das pragas atingirem o nível de dano econômico. Utilize o volume de 100 a 300 litros de calda por hectare. Efetuar no máximo 1 aplicação. Lagarta-falsa-medideira (Pseudoplusia inlcudens): Iniciar a aplicação antes das pragas atingirem o nível de dano econômico. Utilize o volume de 100 a 300 litros de calda por hectare. Efetuar no máximo 1 aplicação. Percevejo-marrom (Euschistus heros): O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. Utilize o volume de 100 a 500 litros de calda por hectare. Efetuar no máximo 1 aplicação. TOMATE: Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa): Iniciar a aplicação no aparecimento dos primeiros insetos. Repetir se necessário com intervalo de 10 dias. Volume de calda utilizado é de 400 litros/ha. Efetuar no máximo 2 aplicações por ciclo. Broca-grande-do-tomate (Helicoverpa zea): Iniciar a aplicação no aparecimento dos primeiros insetos. Utilize a dose maior quando se tratar de alto nível de infestação. Repetir se necessário com intervalo de 10 dias. Volume de calda utilizado é de 1000 litros de calda/ha. Efetuar no máximo 2 aplicações por ciclo. Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis): Iniciar a aplicação no aparecimento dos primeiros insetos. Repetir se necessário com intervalo de 10 dias. Volume de calda utilizado é de 1000 litros de calda/ha. Efetuar no máximo 2 aplicações por ciclo. Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta): Iniciar a aplicação no aparecimento dos primeiros insetos. Repetir se necessário com intervalo de 10 dias. Volume de calda utilizado é de 1000 litros de calda/ha. Efetuar no máximo 2 aplicações por ciclo.
MODO DE APLICAÇÃO
Aplicação Terrestre: • Equipamento tratorizado com barra: Velocidade de 3 - 6 Km/h e pressão de 100-150 lb/pol². Bicos cônicos tipo: JA-1, JD 10-1 ou D2-13. • Pulverizador costal manual: O volume de calda a ser aplicado depende da pessoa que executa a operação, uma vez que este equipamento não possui regulador de pressão; a calibração deve ser feita individualmente, a uma velocidade ao redor de 1 m/s. A pressão de trabalho varia conforme o ritmo da Página 6 de 21
bomba combinando com a vazão do bico. Pode-se usar por exemplo, bicos tipo cônicos JA-2 ou JD 14-2 ou similares. O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima de aplicação e oi intervalo de segurança determinados na bula. Aplicação Aérea: uso de barra ou atomizador rotativo "micronair", volume de aplicação de 20 a 40 L/ha, tamanho de gota 100 a 300 micrômetros. Tamanho da gota 100 a 300 micrômetros, densidade mínima de gotas: 20 a 30 gotas/cm2. Pressão de trabalho de 35 a 50 lb/pol2. Largura de faixa de deposição efetiva de 18 a 20 m. Altura de vôo de 2 a 3 metros do topo da cultura. No caso de aeronave equipada com barra, usar bicos (pontas) cônicos D6 a D12, com disco (core), ajustado no ângulo inferior a 45 graus. Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e volatilização. Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas. Condições Climáticas: Para obter uma melhor eficiência do produto, a aplicação deverá ocorrer dentro dos seguintes parâmetros. Umidade Relativa do Ar: superior a 50 %. Temperatura: até 30 oC. Vento mínimo de 3,0 Km/h e máximo de 10 Km/h. INTERVALOS DE SEGURANÇA:
| Cultura | Intervalo de Segurança (Dias) |
|---|---|
| Algodão | 20 |
| Arroz | 10 |
| Arroz Irrigado | 10 |
| Batata | 14 |
| Café | 30 |
| Cebola | 5 |
| Citros | 28 |
| Feijão | 14 |
| Fumo | UNA |
| Mandioca | 14 |
| Milho | 30 |
| Soja | 30 |
| Tomate | 10 |
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. Página 7 de 21
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE INFORMAÇÃO SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: - Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado; - Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; - Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; - Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema. Página 8 de 21
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS
− Produto para uso exclusivamente agrícola. − O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. − Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. − Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. − Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. − Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. − Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. − Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. − Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. − Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. − Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila. − Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
− Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. − Manuseie o produto em local aberto e ventilado. − Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada. − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. − Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região Página 9 de 21
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto − Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: − Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. − Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). − Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. − Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. − Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. − Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. − Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. − Não reutilizar a embalagem vazia. − No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. − Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. − A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. − Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Pode ser nocivo se inalado ATENÇÃO Página 10 de 21
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. ADVERTÊNCIA: A pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Cipermetrina
| Grupo químico | Cipermetrina: Piretróide |
|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 4: PRODUTO POUCO TÓXICO |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. |
| Toxicocinética | Cipermetrina Os piretróides em geral são rapidamente absorvidos, metabolizados e prontamente excretados em humanos e outros mamíferos. - Absorção: Em geral, os piretróides são rapidamente e extensivamente absorvidos pelo trato gastrointestinal após a administração oral e pelo trato respiratório através da inalação de pó ou spray, entretanto, são pouco absorvidos através da pele intacta. - Oral: os piretróides são pronta e rapidamente absorvidos oralmente, com ampla distribuição por todo organismo. O pico de concentração sorológica da permetrina foi de 4 horas após ingestão em um caso relatado. - Dérmica: geralmente os piretóides são absorvidos lentamente através da pele, o que geralmente previne a toxicidade sistêmica. Contudo, um depósito significante de piretróide pode permanecer ligado à epiderme. Os piretróides são altamente lipofílicos, passando através das membranas celulares; contudo, devido ao rápido metabolismo, a magnitude da toxicidade é amplamente diminuída. Estudos demonstraram que a epiderme de ratos, in vitro, é mais de 20 vezes mais permeável à cipermetrina que a epiderme humana. - Distribuição: os produtos de metabolismo da administração oral de Cipermetrina foram distribuídos pela maioria dos tecidos dos animais testados dentro das primeiras 24 horas, sendo que os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo com uma meia vida de eliminação de 30 dias (ratos). |
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| - Metabolismo: em mamíferos, a maior parte do produto absorvido é rapidamente metabolizado no fígado através de hidrólise da ligação éster (ao seu ácido inativo e derivados alcoólicos, provavelmente pela carboxilesterase microssomal), oxidação e conjugação, com produção de uma grande quantidade de metabólitos. Há alguma estereoespecificidade no metabolismo, com os isômeros trans sendo hidrolisados mais rapidamente do que os isômeros cis, para os quais a oxidação é a mais importante via metabólica. Contudo os grupos alfa-ciano reduzem a suscetibilidade da molécula ao metabolismo hidrolítico e oxidativo; o grupo ciano é convertido ao aldeído correspondente (com liberação do íon cianeto), seguido por oxidação ao ácido carboxílico, suficientemente rápido para que ocorra uma excreção eficiente pelos mamíferos. - Excreção: Ocorre uma metabolização rápida por éster hidrólise, resultando em metabólitos inativos que são excretados principalmente na urina. Uma proporção menor é excretada inalterada nas fezes. Os piretróides são eliminados dos animais rápida e completamente. Em humanos, aproximadamente, 72 % dos metabólitos eliminados pela urina foram excretados em 72 horas após a administração oral da cipermetrina, enquanto que o pico de excreção foi atingido entre 12 e 36 horas após a exposição dérmica. | |
|---|---|
| Toxicodinâmica | Cipermetrina A cipermetrina é um piretroide de tipo II, é composto por 8 isômeros e é mais tóxico pela via oral. A toxicidade no ser humano depende muito da apresentação do produto, da duração e freqüência da exposição, assim como da saúde do indivíduo. - Piretrinas: substâncias orgânicas derivadas das plantas do gênero “chrysanthemum”. - Piretróides: substâncias sintéticas ou semi-sintéticas. A dose tóxica aguda oral em mamíferos varia entre 100-1000 mg/Kg. Pequena absorção digestiva e rápida metabolização. A toxicidade aguda em humanos está mais associada a reações de hipersensibilidade do que às propriedades intrínsecas da substância. Estão associadas também aos solventes usados como veículo. Crianças são mais suscetíveis, em razão da incapacidade de hidrolisar os ésteres de “pirethrum” eficientemente. Baseado nos sinais de toxicidade para mamíferos e invertebrados, os piretróides podem ser classificados em dois tipos: - Tipo I: atuam em SNC e periférico, prolongando o influxo dos íons nos canais de sódio da membrana das células nervosas, o que causa prolongada despolarização e inibição. Desta, maneira causam estimulação de SNC. - Tipo II: (com grupo alfa-ciano) são mais potentes e tóxicos, e podem produzir bloqueio da condução nervosa, com despolarização persistente e redução da amplitude do potencial de ação e colapso na condução axonal. Interferem também com o receptor GABA, com supressão dos canais de cloro. O sítio primário de ação dos piretróides no sistema nervoso dos vertebrados é o canal de sódio da membrana neural. Os piretróides retardam o fechamento dos canais de sódio, resultando em uma corrente caracterizada por um lento influxo de sódio durante o final da despolarização, denominada de “corrente residual de sódio”. Isso diminui o limiar para a ativação de mais potenciais de ação, conduzindo a uma excitação repetitiva das terminações sensoriais nervosas e podendo progredir para uma hiperexcitação de todo o sistema nervoso. Em concentrações elevadas de |
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| piretróides, esse processo pode ser suficientemente elevado para despolarizar completamente a membrana nervosa, gerando a abertura de mais canais de sódio e eventualmente causando bloqueio de condução. Os piretróides do tipo II produzem correntes residuais de sódio mais prolongadas que os outros (permetrina, bioresmetrina), causando mais sensações cutâneas. Uma vez que o mecanismo responsável pela geração e condução dos impulsos nervosos é basicamente o mesmo em todo o sistema nervoso, os piretróides podem agir de forma similar em varias partes do SNC. Em concentrações relativamente altas, os piretróides do tipo II agem sobre o complexo receptor inotrópico do ácido y-aminobutírico (GABA), ou seja, ligam-se aos receptores do GABA bloqueando os canais de cloro e sua ativação. O GABA é o principal neurotransmissor inibitório do sistema nervoso central (SNC) de vertebrados e a ausência de inibição sináptica leva a uma hiperexcitabilidade do SNC. A baixa toxidade em mamíferos pode ser explicada pela capacidade de metabolizar rapidamente estes compostos, tornando-os deste modo menos ativos e conseqüentemente diminuindo a toxicidade. Em doses muito altas, despolarizam completamente a membrana da célula nervosa e bloqueiam a excitabilidade. Podem causar danos permanentes ou por longo tempo em nervos periféricos. A atividade biológica dos piretróides é dependente da estrutura química e configuração estérica. A toxicidade da mistura racêmica varia com a razão cis/trans e com as características do veículo usado. Os isômeros cis demonstram uma toxicidade mais elevada em relação ao trans e o carregador não polar aumenta a toxicidade de ambos os isômeros. Os compostos trans apresentam baixa toxicidade em mamíferos devido à rápida hidrólise por esterases hepáticas | |
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| Sintomas e Sinais clínicos | Cipermetrina Populações em especial expostas ao risco são indivíduos portadores de doenças respiratórias crônicas, especialmente asma, doenças de pele, alergias e crianças (devido à incapacidade de hidrolizar o piretróide eficientemente). Os indivíduos que trabalham no campo têm relatado sintomas de irritação dérmica, sensação de queimação ou exantema que se apresentaram 45 minutos a 48 horas após a exposição com duração de 5 horas a vários dias. Intoxicação aguda Exposição dérmicas e por inalação são assintomáticas ou associadas usualmente a leves efeitos adversos. - Pode haver, embora raramente, reações anafiláticas (hipotensão e taquicardia), broncoespasmo, edema de glote, choque em indivíduos sensíveis, crises de asma, reações de hipersensibilidade com pneumonite e edema pulmonar. Também podem produzir dermatite alérgica. Piretróides sintéticos causam reações alérgicas mais leves que as piretrinas. - Exposição Dérmica Essa é a via mais usual de exposição a piretróides. Os sintomas mais comuns são: formigamento, prurido, eritema e ardor na face ou em outras áreas expostas. Os efeitos adversos se manifestam primariamente como neurotoxicidade periférica com hiperatividade reversível das fibras sensórias nervosas (parestesia). A parestesia ocorre mais freqüentemente na face e os sintomas são exacerbados por estimulação sensorial: calor, exposição ao sol, fricção, sudorese. Dermatite alérgica e sensibilização. Pode ocorrer toxicidade sistêmica após exposição considerável. - Exposição Ocular |
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| Pode ocorrer irritação ocular com lacrimação e conjuntivite transitória. - Exposição Inalatória A mais freqüente via de exposição. Exposição Breve: Irritação do trato respiratório com tosse, dispnéia moderada, espirros e rinorréia. Exposição elevada e prolongada: pode sobrevir toxicidade sistêmica com pneumonite. - Exposição Oral A ingestão geralmente ocasiona náusea, vômito e dor abdominal. Sintomas neurológicos e outros efeitos sistêmicos podem ocorrer após exposição elevada. Toxicidade Sistêmica Sintomas sistêmicos podem se desenvolver geralmente de 4 a 48 horas após extensa exposição dérmica, inalação prolongada ou ingestão. Os sintomas incluem dor de cabeça, vertigem, anorexia e sialorréia. A intoxicação grave não é comum e esta normalmente ocorre após ingestão considerável, causando alterações de consciência, fasciculações musculares, convulsões e, raramente, edema pulmonar não cardiogênico. - Gastrintestinal: irritação gastrintestinal é comum após a ingestão de piretróides; pode ocorrer vômito e anorexia. - Neurotoxicidade: vertigem, dor de cabeça, fadiga, salivação elevada e visão turva. Fasciculações musculares, coma e convulsões podem complicar as intoxicações agudas graves por piretróides, e têm ocorrido 20 minutos após a ingestão. - Cardiovascular: foi relatado palpitação e arritmias em casos de intoxicação aguda por piretróides. - Pulmonar: tem sido descrita rigidez torácica após ingestão acidental ou deliberada de piretróides; também tem sido relatado edema pulmonar não cardiogênico após ingestão substancial, geralmente em associação com complicações neurológicas severas, o que pode contribuir para um desenlace fatal - Hemotoxicidade: foi relatado leucocitose em alguns casos de intoxicação aguda com piretróides. Intoxicação crônica: Estudos em animais com exposição crônica a Cipermetrina mostram efeitos neurológicos e alterações no fígado, rins, timo, pulmões, adrenais e pele. É considerado possível carcinogênico em humanos com base em estudos em animais. | |
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| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico compatível. Outros testes incluem eletrólitos, glicemia e gasometria. |
| Tratamento | Antídoto: Não existe antídoto específico. Tratamento: medidas de descontaminação, tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitada a inalação do produto e o contato com os olhos, pele e roupas contaminadas. Não administre ou introduza leite, nata ou outras substâncias contendo gordura animal ou vegetal, pois estas favorecem a absorção de substâncias lipofílicas, tais como piretróides. |
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| histaminas, epinefrina. (Adulto: 0,3 a 0,5 ml de uma solução 1:1000 aplicado de forma subcutânea; Criança: 0,01 ml/kg; 0,5ml no máximo; pode repetir em 20 a 30 minutos), corticosteróides, monitoramento do eletrocardiograma e fluidos intravenosos. | |
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| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; e em casos de pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. |
| Efeitos das interações químicas | Não são conhecidos. |
| ATENÇÃO | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica (RENACIAT – ANVISA/MS) As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). |
| Telefones de Emergência da Empresa: Toxiclin (Emergência Toxicológica) – 0800-0141149 SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. Telefone: (85) 4011-1000 SAC (Solução Ágil ao Ciente): 0800-725-4011 Endereço Eletrônico da Empresa: www.sumitomochemical.com Correio Eletrônico da Empresa: sac@sumitomochemical.com |
Correio Eletrônico da Empresa: sac@sumitomochemical.com
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Vide item “Toxicocinética” descrito acima.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Efeitos Agudos: DL50 oral em ratos: 300 mg/kg p.c. < DL50 oral < 2000 mg/kg p.c. DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não irritante. Em contato com a pele de coelhos foi observado eritema e edema leve em um animal e descamação da pele em dois animais testados. O eritema e edema foram completamente reversíveis em até 48 horas. A descamação da pele foi totalmente reversível em até 72 horas. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Não foi classificada como irritante ocular em coelhos. Em um estudo de irritação ocular conduzido em coelhos, os animais de experimentação apresentaram opacidade da córnea, hiperemia e quemose. Todas as reações oculares observadas foram totalmente reversíveis em até 7 dias. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante cutâneo em cobaias. Sensibilização respiratória em ratos: Nenhuma informação disponível. Mutagenicidade: O produto não é mutagênico. Página 16 de 21
Efeitos crônicos: Estudo realizado com ratos com duração de 2 anos com ratos mostrou redução de peso corporal e redução do consumo de alimento ao nível de 1500 ppm. Nesta dose também foi observado aumento da atividade da aminopirina-N-demetilase e aumento do peso do fígado em fêmeas na 52a semana. O Nível sem efeito observado para estudo crônico neste animal foi de 150 ppm. Página 17 de 21
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) X Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE II) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes); - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. - Telefone de Emergência: (85) 4011-1000 ou AMBIPAR: 0800-720-8000. Página 18 de 21
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2, ou PÓ QUÍMICO ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM LAVAGEM RÍGIDA LAVÁVEL: - LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Página 19 de 21
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL: - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA. - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABN T), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição. Página 20 de 21
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA): - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA. - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. - DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Página 21 de 21