CROSS OUT®, MAPLOATO®, ASTUTE® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob no 33525
COMPOSIÇÃO
ammonium 4-[hydroxy(methyl)phosphinoyl]-DL-homoalaninate ou ammonium DLhomoalanin-4-yl(methyl) phosphinate (GLUFOSINATO-SAL DE AMÔNIO)...........................................880,0 g/kg (88,0 % m/m) Outros Ingredientes...........................................................120,0 g/kg (12,0 % m/m)
GRUPO H HERBICIDA PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida não seletivo GRUPO QUÍMICO: Homoalanina substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: Granulo Solúvel em Água (SG) TITULAR DO REGISTRO (*): Agro-Lead Brasil Assessoria em Produtos Agrícolas Ltda. Rua Padre João, 444 – Sala 133 – Penha de França - CEP: 03637-000 - São Paulo/SP CNPJ: 15.434.521/0001-24Cadastro na SAA/CDA/SP nº 1039 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: GLUFOSINATO - SAL DE AMÔNIO TÉCNICO AGROLEAD – Registro MAPA nº TC15623 Adama Huifeng (Jiangsu) Ltd. Weier Road, South Area of Ocean Economic Development Zone 224145 Dafeng, Jiangsu - China GLUFOSINATO-SAL DE AMÔNIO TÉCNICO AGROLEAD II – Registro MAPA nº TC22925 Jiangsu Sevencontinent Green Chemical Co. Ltd. North Area of Dongsha Chem-Zone, Zhangjiagang, Jiangsu, 215600 - China GLUFOSINATO DE AMÔNIO TÉCNICO PILARQUIM - Registro MAPA nº TC04820 Hebei Veyong Bio-Chemical Co., Ltd Nº 6, Middle Huagong Road, Circulation Chemical Industry Park Shijiazhuang, Hebei – China FORMULADOR: Henan Jinpeng Chemicals Co., Ltd. West Side of Jingwu RD, South Side of Weiwu RD, Chemical Industrial Park, Kaifeng, Henan - China Weifang Sino-Agri Union Chemical Co. Ltd. Lingang Industry Park, Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737 – China Zhejiang Sega Science and Technology Co., Ltd. No. 222, Weiye Road, Fuxi Town, Deqing County, Huzhou City, Zhejiang Province - China AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
IMPORTADOR: Amaggi Exportação e Importação Ltda. Rodovia BR 364, Km 20, 5788, Area 02 Com 26 HA, Zona Rural, CEP: 78098-970, Cuiabá/MT CNPJ: 77.294.254/0050-72 Cadastro INDEA/MT nº 20435 Rodovia BR 163, 2461, Módulo C, Km 744, Expansão Urbana, CEP: 78890-000, Sorriso/MT CNPJ: 77.294.254/0077-92 Cadastro INDEA/MT nº 22956 Rodovia PA 125, s/nº, Quadra 03, Lote 15 e 18, CXPST 217, Presidente Juscelino, CEP: 68628-557, Paragominas/PA CNPJ: 77.294.254/0083-30 Cadastro ADEPARA/PA nº 004.23 Cargill Agrícola S.A. Rodovia Estadual Anel Viário, s/nº, Faz S Thomaz Aboboras, Zona Rural, CEP: 75901-970, Rio Verde/GO CNPJ: 60.498.706/0066-00 Cadastro AGRODEFESA/GO nº 1367/2018 Rodovia Brigadeiro Faria Lima, Km 405, s/nº, Nova Colina, CEP: 14770-000, Colina/SP CNPJ: 60.498.706/0104-62 Cadastro CDA/SP nº 4519 Avenida Ahylon Macedo, 11.348, CXPST 107 Industria, Serra da Bandeira, CEP: 47812-200, Barreiras/BA CNPJ: 60.498.706/0259-07 Cadastro ADAB/BA nº 91215 Avenida Olacyr Francisco de Moraes, 487, NW, Boa Esperança, CEP: 78360-000, Campo Novo do Parecis/MT CNPJ: 60.498.706/0300-64 Cadastro INDEA/MT nº 33181 DKBR Trading S.A. Avenida Ayrton Senna da Silva, 600, Cond. Torre Siena, Andar 17, Sala 1704, Gleba Fazenda Palhano, CEP: 86050-460, Londrina/PR CNPJ: 33.744.380/0001-28 Cadastro ADAPAR/PR nº 1007743 Avenida Miguel Sutil, 6559, Anexo A, Sala 3, Alvorada, CEP: 78048-000, Cuiabá/MT CNPJ: 33.744.380/0002-09 Cadastro INDEA/MT nº 22058 Rodovia SPA 008/457, s/nº, Sala 01, km 500 metros, Zona Rural, CEP: 19640-000, Iepê/SP CNPJ: 33.744.380/0003-90 Cadastro CDA/SP nº 4303 Fiagril Ltda. Avenida da Produção, 2204-W, Quadra 14, Lote 11A, Sala 01, Parque das Emas, CEP: 78466-551, Lucas do Rio Verde/MT CNPJ: 02.734.023/0013-99 Cadastro INDEA/MT nº 28047 AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
Goplan S.A. Rua Antônio Lapa, 606, Cambuí, CEP: 13025-241, Campinas/SP CNPJ: 37.422.096/0001-96 Cadastro CDA/SP nº 4296 Green Place Comércio e Distribuição Ltda. Rua Américo Brasiliense, 1923, Conj. 1103, Chácara santo Antônio (Zona Sul), CEP: 04715005, São Paulo/SP CNPJ: 26.401.815/0001-76 Cadastro CDA/SP nº 1302 Rodovia Est. PR 090, km 374,9, 5.900, Sala GPlace, Zona Rural, CEP: 86200-000, Ibiporã/PR CNPJ: 26.401.815/0002-57 Cadastro ADAPAR/PR nº 1007782 A Rodovia BR 163, s/nº, km 116, ARMZ 2, Sala 4, Quadra Area, Lote Area, Area Rural de Rondonópolis, CEP: 78750-899, Rondonópolis/MT CNPJ: 26.401.815/0004-19 Cadastro INDEA/MT nº 31307 Rodovia BR-050, s/nº, km 185, Galpão 34, Jardim Santa Clara, CEP: 38038-050, Uberaba/MG CNPJ: 26.401.815/0007-61 Cadastro IMA/MG nº 19.382 Newtop Agro Brasil Ltda. Rua Marechal Floriano Peixoto, 960, Sala 181, Centro, CEP: 85851-020, Foz do Iguaçu/PR CNPJ: 56.900.226/0001-01 Cadastro ADAPAR/PR nº 1008622 Pilarquim BR Comercial Ltda. Rua Cardeal Arcoverde, 2811, Andar 4, Sala 407 e 408, Pinheiros, CEP: 05407-004, São Paulo/SP CNPJ: 00.642.795/0001-31 Cadastro CDA/SP nº 257 Somax Agro do Brasil Ltda. Rua Marechal Floriano Peixoto, 960, Sala 41 e 165-168, Edif. Torre Marechal, Centro, CEP: 85851-020, Foz do Iguaçu/PR CNPJ: 45.923.627/0001-52 Cadastro ADAPAR/PR nº 1008194 Rua Ronat Walter Sodré, 2800, Setor 3, CEP: 86206-006, Ibiporã/PR CNPJ: 45.923.627/0003-14 Cadastro ADAPAR/PR nº 1008300 Rodovia dos Imigrantes, s/nº, Km 5, Galpão 1A, Sala 7, Distrito Industrial, CEP: 78098-325, Cuiabá/MT CNPJ: 45.923.627/0004-03 Cadastro INDEA/MT nº 328037 Avenida Constante Pavan, 4633, ARMZ 1-Z, Betel, CEP: 13148-198, Paulínia/SP CNPJ: 45.923.627/0006-67 Cadastro CDA/SP nº 4495 AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda. Rua Santos Dumont, 1307 Andar 1, Sala 04-A, Centro, CEP: 85851-040, Foz do Iguaçu/PR CNPJ: 05.280.269/0001-92 Cadastro ADAPAR/PR nº 003046 Avenida Euripedes Menezes, s/nº, ARMZ 1M, Sala J, Quadra 004, Lote 014E, Parque Industrial Vice-Presidente José Alencar, CEP: 74993 540, Aparecida de Goiânia/GO CNPJ: 05.280.269/0002-73 Cadastro AGRODEFESA/GO nº 2542/2019 Rua Projetada, 150, Armazém 1V, Distrito Industrial, CEP: 78099-899, Cuiabá/MT CNPJ: 05.280.269/0003-54 Cadastro INDEA/MT nº 21581 Avenida Constante Pavan, 4633, Armazém 1G, Betel, CEP: 13148-198, Paulínia/SP CNPJ: 05.280.269/0004-35 Cadastro CDA/SP nº 4301 Rua Ronat Walter Sodre, 2800, Sala 07, Parque Industrial, CEP: 86200-000, Ibiporã/PR CNPJ: 05.280.269/0006-05 Cadastro ADAPAR/PR nº 1007910 Avenida das Indústrias, 2020, Armazém 07, Ouro Preto, CEP: 99500-000, Carazinho/RS CNPJ: 05.280.269/0007-88 Cadastro SEAPA/RS nº 97/22 RUA C, 286, ARMZ S, Ondumar Maraba, CEP: 47852-732, Luis Eduardo Magalhaes/BA CNPJ: 05.280.269/0008-69 Cadastro ADAB/BA nº 135322 Rodovia BR-50, s/nº, Km 185, Galpão 35, Jardim Santa Clara, CEP: 38038-050, Uberaba/MG CNPJ: 05.280.269/0009-40 Cadastro IMA/MG nº 7839784 Rodovia MS 156, Km 7,5, Lado Esquerdo, s/nº, Sala 16, Area Rural de Dourados, CEP: 79849-899, Dourados/MS CNPJ: 05.280.269/0010-83 Cadastro IAGRO/MS nº 03.01.148-2024 Avenida Bernardo Sayao, 650, Sala 17, Chácara 231 A, Setor Oeste, CEP: 77816-212, Araguaína/TO CNPJ: 05.280.269/0011-64 Cadastro ADAPEC/TO nº 01/0241 Rodovia BR 364, 6355, Lote 11AB-1/2-A, Gleba 04, Setor 73, Unidade 01, Sala 07, P.A.D. Marechal Dutra, CEP: 76870-970, Ariquemes/RO CNPJ: 05.280.269/0012-45 Cadastro IDARON/RO nº 0122803 Rua A, 01, Lote 1A, Quadra A, Sala 02-A, Distrito Industrial, CEP: 65800-000, Balsas/MA CNPJ: 05.280.269/0013-26 Cadastro AGED/MA nº 1280 Rodovia dos Imigrantes, Km 05, s/nº, Galpão 01, Sala 07, Area Rural de Cuiabá, CEP: 78099-899, Cuiabá/MT AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
CNPJ: 05.280.269/0015-98 Cadastro INDEA/MT nº 34325 Estrada de Aparecidinha, s/nº, Galpão 08 ao 12 e 14 ao 18, Varejão, CEP: 13314-010, Itú/SP CNPJ: 05.280.269/0016-79 Cadastro CDA/SP nº 4453 Rodovia BR 230, Km 12,9, Quadra 000, Nova Marabá, CEP: 68507-765, Marabá/PA CNPJ: 05.280.269/0017-50 Cadastro ADEPARÁ/PA nº 008.25 A Rural, nº 3501, Rodovia 020, Km 206, Lote Savana, Área Rural de Luiz Eduardo Magalhães, CEP: 47865-899, Luis Eduardo Magalhães/BA CNPJ: 05.280.269/0019-11 Cadastro ADAB/BA nº 168025 Zhongshan Química do Brasil Ltda. Rua João Dias de Souza, n° 48, Sala 51, Edifício Corporate Evolution, Parque Campolim, CEP: 18048-090, Sorocaba/SP CNPJ: 28.514.525/0001-64 Cadastro CDA/SP nº 4285 Av. Euripedes Menezes, S/N, Quadra 4, Lote 14-17, ARMZ 1N, Parque Industrial VicePresidente José Alencar, CEP: 74993-540, Aparecida de Goiânia/GO CNPJ: 28.514.525/0002-45 Cadastro AGRODEFESA/GO nº 3421/2021 Av. Constante Pavan, n° 4633, ARMZ 1K, Betel, CEP: 13148-198, Paulínia/SP CNPJ: 28.514.525/0004-07 Cadastro CDA/SP nº 4322 Rod. PR 090, Km 05, n° 5695, ARMZ 1-J, Parque Industrial Nene Favoretto, CEP: 86200000, Ibiporã/PR CNPJ: 28.514.525/0005-98 Cadastro ADAPAR/PR nº 1007991 A Rua Projetada, n° 150, ARMZ 1AA, Área Rural de Cuiabá, CEP: 78099-899, Cuiabá/MT CNPJ: 28.514.525/0006-79 Cadastro INDEA/MT nº 27384 Av. das Indústrias, n° 2020, ARMZ 06, Ouro Preto, CEP: 99500-000, Carazinho/RS CNPJ: 28.514.525/0007-50 Cadastro SDA/RS nº 54/21 Rod. BR-050, Km 185 – Galpão 1 – Sala 9-A, Jardim Santa Clara, CEP: 38038-050, Uberaba/MG CNPJ: 28.514.525/0009-11 Cadastro IMA/MG nº 19.523 Rodovia MS 156, Km 7,5, Lado esquerdo, Zona Rural, Área Rural de Dourados, CEP: 79849899, Dourados/MS CNPJ: 28.514.525/0010-55 Cadastro IAGRO/MS nº 2060/2024-R AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
BR 230, S/N, Km 411,5 – Sala 12, Zona Rural, CEP: 65800-000, Balsas/MA CNPJ: 28.514.525/0012-17 Cadastro AGED/MA nº 1341
| No do lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
Data de fabricação: Data de vencimento: AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III –
PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
INSTRUÇÕES DE USO
CROSS OUT é um herbicida inibidor da glutamina sintetase, não seletivo, usado na pósemergência das plantas daninhas e no pré-plantio das culturas de milho e soja.
| CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (Nome Científico) | |||||
| Milho | Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 350 a 450 g/ha | 1 | Aplicarem pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Aplicar no início do perfilhamento do capim- marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. | Terrestre: 350 L/ha |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
| Soja | Buva (Conyza bonariensis) | 600 a 700 g/ha | 1 | Aplicarem pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle da buva realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 12 cm de altura ou até 8 folhas. Para capim-amargoso e capim-carrapicho, realizar a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. | Terrestre: 350 L/ha Aérea: 30 – 40 L/ha |
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) |
MODO DE APLICAÇÃO
Aplicação terrestre: Recomenda-se utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva: - Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ VMD; - Densidade de gotas: 20 gotas/cm²; Pulverizador costal (manual ou motorizado): Recomenda-se utilizar pulverizadores costais providos de pontas do tipo leque (jato plano), calibrados de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionadas para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobre posições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
Pulverizador tratorizado de barra: Recomenda-se utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, providos de pontas de pulverização hidráulicas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados. A altura da barra com relação ao alvo deve ser a mesma em toda a extensão da área a ser pulverizada, devendo esta ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura, assim permitindo uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda de forma a produzir gotas de tamanho médio a grossas. Aplicação aérea: Recomenda-se utilizar aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. O volume mínimo recomendado de 30-40L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada). - Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa. Ex. Bicos da série D D6 a D10 ou bicos leque; - Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação. Observações locais devem ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva; - Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático; - Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura. A altura de vôo deve ser ajustado em função da velocidade do vento. Se o vento tender para velocidades maiores, reduzir a altura de vôo, se o vento tender para velocidades menores, aumentar a altura de vôo. Condições climáticas ideais: Temperatura ideal entre 10 e 30ºC; Umidade relativa mínima de 55% e velocidade do vento entre 3 a 10 km/h. Preparo da calda para pulverização: Deve-se encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar CROSS OUT na dose recomendada. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante todo o preparo e durante a aplicação do produto, para manter homogênea a calda de pulverização. Recomendações para limpeza do tanque: Recomenda-se realizar a limpeza dos equipamentos de pulverização imediatamente após a aplicação de CROSS OUT, evitando que resíduos secos fiquem presos às paredes, filtros, tubos e instalações de condução de líquidos do tanque. Para realizar a limpeza das partes condutoras do líquido de pulverização seguir as recomendações descritas abaixo: 1. Esvazie o equipamento de pulverização por completo no campo recém-pulverizado. 2. Desmonte a sucção, linha de pressão e filtros do bocal e limpe bem com água. 3. Encha o equipamento de pulverização a 10% da capacidade do tanque e agite bem (recomenda-se um bocal de limpeza giratório). 4. Realize o descarte do líquido em local apropriado. 5. Repita as etapas 3 e 4 para o segundo enxágue. 6. Inspecione os filtros novamente e limpe-os se estiverem presentes depósitos visíveis. AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
Recomendações gerais para evitar deriva: • Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. • Siga as restrições existentes na legislação pertinente. • O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). • O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Diâmetro das gotas: • A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa. • A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas: • Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores. • Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão. • Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva. • O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. Ventos: • A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h. Temperatura e Umidade: • Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%. • Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação. Inversão térmica: • O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar. AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
INTERVALO DE SEGURANÇA
CULTURA DIAS Milho (1) Soja (1) (1) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego
| CULTURA | DIAS |
|---|---|
| Milho | (1) |
| Soja | (1) |
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
CROSS OUT é um herbicida não seletivo, devendo ser utilizado somente na cultura para as quais está registrado, observando atentamente as instruções de uso do produto. Chuvas ou irrigação por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do produto pode reduzir seu efeito herbicida. Restrições gerais: • Evitar deriva de pulverização e de resíduos do produto sobre lavouras vizinhas, CROSS OUT pode causar fitotoxicidade às culturas ou vegetações próximas às áreas nas quais está sendo aplicado caso a aplicação ou a deriva de aplicação atinja a sua folhagem; • Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das folhas das plantas daninhas pela calda de pulverização; • O controle de plantas daninhas pode ser reduzido se a aplicação for realizada em períodos de baixa insolação (nevoeiro ou neblina); ou quando as ervas daninhas estão sob estresse devido às condições ambientais como a seca, temperaturas frias ou longos períodos de nebulosidade; • Os melhores resultados são obtidos quando as plantas daninhas se apresentam nos estádios iniciais e em condições favoráveis de desenvolvimento. • Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO H HERBICIDA O produto herbicida CROSS OUT é composto por Glufosinato – Sal de Amônio, que apresentam mecanismos de ação dos inibidores da GS (Glutamina sintetase), pertencente ao Grupo H, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. A integração dos métodos de controle cultural, mecânico ou físico, controle biológico e controle químico, juntamente com a adoção das boas práticas agrícolas, visam o melhor equilíbrio do sistema. AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. ATENÇÃO Nocivo se ingerido. Pode ser nocivo em contato com a pele. Pode ser nocivo se inalado. Provoca irritação ocular grave. AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR CROSS OUT
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Glufosinato de amônio - Homoalanina substituída. Classe Toxicológica
| Grupo Químico | Glufosinato de amônio - Homoalanina substituída. |
|---|---|
| Classe Toxicológica | Categoria 4 – Produto pouco tóxico. |
| Vias de Exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. |
| Toxicocinética | Glufosinato de amônio: Em estudos com ratos, a absorção gastrointestinal do glufosinato de amônio foi rápida, porém incompleta, com aproximadamente 10% da dose administrada sendo absorvida. O pico de concentração plasmática ocorreu entre 0,5 a 1 hora após a administração oral. A distribuição da substância foi ampla, com maiores concentrações nos rins e fígado, a substância não sofre biotransformação extensiva; uma pequena fração é metabolizada por desaminação oxidativa e descarboxilação, formando o ácido 3-metilfosfinopropiônico (MPP), e por acetilação reversível, resultando em baixos níveis de N-acetil-glufosinato (NAG).A excreção é rápida, com mais de 95% da dose eliminada em até 96 horas, principalmente pelas fezes (mais de 70%) e, em menor extensão, pela urina (10-15%). O glufosinato de amônio inalterado foi predominantemente encontrado nas fezes (66-83%) e na urina (4-5%). Os principais metabólitos identificados foram MPP (0,5% a 2% na urina e 1% nas fezes) e NAG (aproximadamente 0,1% na urina e 1-8% nas fezes), com pequenas quantidades de outros metabólitos também presentes. Não foram observadas diferenças significativas entre machos e fêmeas e não houve evidência de bioacumulação. |
| Toxicodinâmica | Glufosinato de amônio: O glufosinato de amônio atua como inibidor da enzima glutamina sintetase, essencial para a síntese de glutamina a partir de glutamato e amônia. Em mamíferos, a inibição dessa enzima pode levar ao acúmulo de amônia e à redução dos níveis de glutamina, afetando o metabolismo do nitrogênio e a função do sistema nervoso central. |
| Sintomas e Sinais Clínicos | Exposição oral: A ingestão pode causar sintomas gastrointestinais como náuseas, vômitos e diarreia. Em casos mais graves, podem ocorrer efeitos neurológicos, incluindo convulsões e depressão do sistema nervoso central. Exposição inalatória: A inalação de aerossóis pode levar a irritação das vias respiratórias, causando tosse e desconforto respiratório. Exposição cutânea: O contato com a pele pode provocar irritação leve, caracterizada por vermelhidão e coceira. Exposição ocular: O contato com os olhos pode causar irritação, resultando |
AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
| em vermelhidão, lacrimejamento e desconforto ocular. Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos” abaixo. | |
|---|---|
| Diagnóstico | O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis. |
| Tratamento | Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório. Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Intubação e ventilação conforme necessárias, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou comprometimento neurológico. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se o quadro de intoxicação for severo, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a absorção e os efeitos locais. Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto proceder com: - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão. - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff. ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição. Exposição inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica. Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento. Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico. Antídoto: Não há antídoto específico. - Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um |
AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
| equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. | |
|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. |
| Efeitos das Interações Químicas | Não foram relatados efeitos de interações químicas para o Glufosinato de amônio e demais componentes da formulação em humanos. |
| ATENÇÃO | TELEFONE DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). |
| As intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |
| Telefone de Emergência da Empresa: 0800 70 10 450 (24 horas) |
Telefone de Emergência da Empresa: 0800 70 10 450 (24 horas) Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica” no quadro acima. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: >300 mg/kg p.c. DL50 cutânea em ratos: >2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste. Irritação/Corrosão ocular in vitro: Irritante (Categoria 2) Irritação/Corrosão cutânea in vitro: Não irritante. Sensibilização cutânea: o produto não é sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não é mutagênico. Efeitos Crônicos para Animais De Laboratório: Glufosinato de amônio: Em estudos de toxicidade repetida em ratos, camundongos e cães, o glufosinato de amônio causou efeitos neurológicos, como convulsões, inconsciência, coma e insuficiência respiratória. Esses efeitos podem estar associados à inibição da enzima glutamina sintetase. Além disso, foram observados sinais de embriotoxicidade e redução do tamanho da ninhada em ratos e camundongos. AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas.
| - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). |
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a empresa Agro-Lead Brasil Assessoria em Produtos Agrícolas Ltda. - Telefone da empresa: 0800 70 10 450 (24 horas). AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL: LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL: ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio desta embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA): ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS:
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761