Bula oficial · registro MAPA nº 320

Bula do CoriscoBR

Bula completa do CoriscoBR (registro MAPA nº 320), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: sulfentrazona.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 18 páginas no PDF.

Página 1 de 18 CORISCOBR® Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob n° 00320

COMPOSIÇÃO

2',4'-dichloro-5'-(4-difluoromethyl-4,5-dihydro-3-methyl-5-oxo-1H-1,2,4-triazol-1-yl)methanesulfonanilide (SULFENTRAZONA) ............................................................................................................... 500,00 g/L (50,00% m/v) Outros Ingredientes .................................................................................................................. 725,00 g/L (72,50% m/v) GRUPO E HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica. GRUPO QUÍMICO: triazolonas. TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO (*): OURO FINO QUÍMICA S.A. Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - Lote 5 – Distrito Industrial III CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 Tel.: (16) 3518-2000 - Fax: (16) 3518-2251 - SAC: 0800 941 5508 Número de registro do estabelecimento/Estado: 8.764 IMA/MG (*) IMPORTADOR DO PRODUTO TÉCNICO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: SULFENTRAZONA TÉCNICO OURO FINO - Registro MAPA n° 8616 ORIENTAL (LUZHOU) AGROCHEMICALS CO., LTD. B. Xinle Town, Naxi District, Luzhou City 646300 Sichuan Province - China SULFENTRAZONA TÉCNICO OF - Registro MAPA n° 37218 TAGROS CHEMICALS INDIA PRIVATE LIMITED A-4/1 & 2 Sipcot Industrial Complex, Pachayankuppam, 607005, Cuddalore, Tamil Nadu – Índia JIANGXI ZHONGHE CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD Nº 11, Rongqi Road, Yunshan Economic and Technological area in Xinghuo Industrial Park Yongxiu County, Jiangxi Province China SULFENTRAZONA TÉCNICO PROVENTIS - Registro MAPA n° 29818 JIANGXI HEYI CHEMICAL CO., LTD. Jishan Eco Industrial Park, Pengze County, Jiujiang City, Jiangxi Province, 332700, P.R. China SULFENTRAZONE TÉCNICO RAINBOW - Registro MAPA n° 46019 SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong - China SNT TÉCNICO - Registro MAPA nº 37818 ORIENTAL (LUZHOU) AGROCHEMICALS CO., LTD. B. Xinle Town, Naxi District, Luzhou City 646300 Sichuan Province - China FORMULADOR/MANIPULADOR: OURO FINO QUÍMICA S.A Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - Lote 5 – Distrito Industrial III CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 Número de registro do estabelecimento/Estado: 8.764 IMA/MG No do lote ou da partida: VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: Agite antes de usar. Indústria Brasileira

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – MUITO PERIGOSO ao

Meio Ambiente Cor da faixa: Azul intenso

Página 2 de 18 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO

CORISCOBR® é um herbicida seletivo, de ação sistêmica, do grupo químico das triazolonas, usado em préemergência nas culturas abaixo para controle de plantas daninhas de folhas largas e estreitas. Após a absorção e a translocação do herbicida até o local de ação, a presença de luz é importante para ativação do produto. O mecanismo de ação do CORISCOBR® está relacionado com a inibição da enzima protoporfirinogênio (PPO ou PROTOX), que atua na oxidação da PPO à protoporfirina IX, as quais são precursores da clorofila. Com a inibição da enzima, ocorre o acúmulo de PPO, que se difunde para o citoplasma na forma de protoporfirina IX, ocorrendo interação com oxigênio na presença de luz, para levar o oxigênio ao estado singlet, o qual seria responsável, em última instância, pela peroxidação de lipídeos observada nas membranas celulares. Lipídeos e proteínas são oxidados, resultando assim em perda da clorofila e carotenoides, ocorrendo rompimento e destruição da membrana celular rapidamente. A seletividade ocorre basicamente pela metabolização da molécula do herbicida. Como sintomatologia, as plantas suscetíveis emergem do solo tratado com sulfentrazona, tornando-se necróticas morrendo em seguida quando em contato com a camada de solo tratada com o herbicida e quando expostas à luz. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO, VOLUME DE CALDA:

CulturaPlantas InfestantesDosesNúmero máximo de aplicaçõesVolume de Calda
Nome Comum Nome Científico
AbacaxiCapim-braquiária Brachiaria decumbens1,2 – 1,4 L/ha (0,6 – 0,7 Kg i.a/ha)1200 L/ha
Beldroega Portulaca oleracea1,2 L/ha (0,6 Kg.ia/ha)
*Capim-favorito Rhynchelitrum repens0,8 – 1,2 L/ha (0,4 – 0,6 Kg i.a/ha)
Época: O produto deve ser aplicado em pré-emergência das plantas infestantes em pós-plantio (jato dirigido) da cultura. *CORISCOBR® é recomendado para controle de Capim-favorito (Rhynchelitrum repens) somente em solo arenoso e areno-argiloso.
CulturaPlantas InfestantesDosesNúmero máximo de aplicaçõesVolume de Calda
Nome Comum Nome Científico
AmendoimBeldroega Portulaca oleracea0,3 L/ha (0,15 Kg i.a/ha)1200 L/ha
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia
Caruru-gigante Amaranthus retroflexus
Capim-colchão Digitaria horizontalis
Capim-colchão Digitaria nuda0,3 – 0,5 L/ha (0,15 – 0,25 Kg i.a/ha)
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica0,4 – 0,6 L/ha (0,2 – 0,3 Kg i.a/ha)
Época: Aplicação em pós-plantio, pré-emergente em relação a plantas infestantes e à cultura.

0,4 – 0,6 L/ha (0,2 – 0,3 Kg i.a/ha) Época: Aplicação em pós-plantio, pré-emergente em relação a plantas infestantes e à cultura. i.a: Ingrediente ativo

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CulturasPlantas InfestantesDosesNúmero máximo de aplicaçõesVolume de Calda
Nome Comum Nome Científico
CaféCaruru-de-mancha Amaranthus viridis1,4 L/ha (0,7 Kg i.a/ha)1100-200 L/ha
Picão-preto Bidens pilosa
Tiririca Cyperus rotundus
Capim-colchão Digitaria horizontalis
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica
Losna-branca Parthenium hysterophorus
Época: Aplicar o produto nas doses recomendadas, em pré-emergência das plantas infestantes, em cafeeiros adultos em jato dirigido para o solo.

Época: Aplicar o produto nas doses recomendadas, em pré-emergência das plantas infestantes, em cafeeiros adultos em jato dirigido para o solo. i.a: Ingrediente ativo

CulturasPlantas InfestantesDosesNúmero máximo de aplicaçõesVolume de Calda
Nome Comum Nome Científico
CitrosCaruru Amaranthus retroflexus1,2 – 1,4 L/ha (0,6 - 0,7 Kg i.a/ha)1100-200 L/ha
Picão-preto Bidens pilosa
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus
Trapoeraba Commelina benghalensis
Grama-bermuda Cynodon dactylon
Capim-colchão Digitaria horizontalis
Época: Aplicar o produto nas doses recomendadas, em pré-emergência das plantas infestantes, em cítricos adultos em jato dirigido para o solo.
CulturaPlantas InfestantesDosesNúmero máximo de aplicaçõesVolume de Calda
Nome Comum Nome Científico
Cana-de- açúcarCapim-braquiária Bachiaria decumbens1,2 L/ha (0,6 Kg i.a/ha)1100– 300 L/ha
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus
Capim-colchão Digitaria horizontalis
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia
Capim-colonião (sementes) Panicum maximum
Tiririca Cyperus rotundus1,6 L/ha (0,8 Kg i.a/ha)

Página 4 de 18 Época: Aplicar o produto no pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e a cultura. i.a: ingrediente ativo

CulturaPlantas InfestantesDosesNúmero máximo de aplicaçõesVolume de Calda
Nome Comum Nome Científico
EucaliptoCapim-pé-de-galinha Eleusine indica0,8 L/ha (0,4 Kg i.a/ha)1100 - 300 L/ha
Caruru-branco Amaranthus hybridus
Beldroega Portulaca oleracea
Joá-de-capote Nicandra physaloides
Erva-de-bicho Solanum americanum
Trapoeraba Commelina benghalensis0,9 L/ha (0,45 Kg i.a/ha)
Erva-palha Blainvillea latifolia
Falsa-serralha Emilia sonchifolia
Mentrasto Ageratum conyzoides
Capim-arroz Echinochloa crusgalli1,0 L/ha (0,5 Kg i.a/ha)
Capim-braquiária Brachiaria decumbens
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus
Capim-colchão Digitaria horizontalis
Capim-colonião Panicum maximum
Capim-custódio Pennisetum setosum
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia
Erva-quente Spermacoce latifolia
Guanxuma Sida rhombifolia
Poaia-branca Richardia brasiliensis
Picão-preto Bidens pilosa
Tiririca Cyperus rotundus1,2 – 1,6 L/ha (0,6 - 0,8 Kg i.a/ha)
Carrapicho rasteiro Acanthospermum australe1,0 – 1,2 L/ha (0,5 - 0,6 Kg i.a/ha)
Cheirosa Hyptis suaveolens1,2 L/ha (0,6 Kg i.a/ha)

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Desmodio Desmodium tortuosum
Época: Aplicação deverá ser realizada em pré-emergência das plantas infestantes, e podendo ser em pré ou pós-plantio das mudas. A aplicação pré-plantio das mudas deve ser realizada em faixa sobre a linha de plantio. Já a aplicação pós-plantio das mudas, deverá ser realizada através de jato dirigido, procurando evitar a parte aérea das plantas Na aplicação tópica sobre a muda, podem ocorrer “queimas” localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, mas com recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade.
CulturaPlantas InfestantesDosesNúmero máximo de aplicaçõesVolume de Calda
Nome Comum Nome Científico
FumoCaruru-roxo Amaranthus hybridus0,6 L/ha (0,3 Kg i.a/ha)1100- 200 L/ha
Capim-papuã Brachiaria plantaginea0,8 L/ha (0,4 Kg i.a/ha)
**Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla
**Tiririca Cyperus rotundus0,6 – 0,8 L/ha (0,3 – 0,4 Kg i.a/ha)
Poaia Richardia brasiliensis
Época: Aplicação em pré-emergência no pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura. O produto é recomendado para a cultura do fumo somente em solos arenosos e areno-argilosos. A aplicação pode ser feita de duas formas: - Na linha de plantio, sobre camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas de fumo, em uma faixa de 50 cm. Pode ocorrer injúria leve na cultura do fumo no período próximo a aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio, entretanto a recuperação da cultura acontece de 15 a 30 dias após a aplicação. - Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria. **Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Tiririca (Cyperus rotundus) e Leiteiro (Euphorbia heterophylla) utilizar a dose de 1 L p.c/ha (0,5 kg i.a/ha). As doses baixas devem ser utilizadas em solos arenosos e as doses maiores devem ser utilizadas para solos areno-argilosos.
CulturaPlantas InfestantesDosesNúmero máximo de aplicaçõesVolume de Calda
Nome Comum Nome Científico
Gramados (*) Japonesa zeon (Zoysia tenuifolia) Bermuda (Cynodon dactylon) Esmeralda (Zoysia japonica) São Carlos (Axonopus compressus)Caruru-de-mancha Amaranthus viridis1,5 L/ha (0,75 Kg i.a/ha)1100-200 L/ha
Leiteiro Euphorbia heterophylla
Tiririca Cyperus rotundus
Capim-colchão Digitaria horizontalis
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia
Trapoeraba Commelina benghalensis

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Época: Aplicar o produto na dose recomendada, antes do transplantio dos gramados citados acima e em pré- emergência das plantas infestantes indicadas acima. Quando aplicado antes do transplantio o herbicida CoriscoBR mostrou-se seletivo para os gramados e mostrou-se eficiente no manejo das plantas daninhas.
CulturaPlantas InfestantesDosesNúmero máximo de aplicaçõesVolume de Calda
Nome Comum Nome Científico
Gramados (*) Japonesa zeon (Zoysia tenuifolia) Bermuda (Cynodon dactylon) Esmeralda (Zoysia japonica)Caruru-de-mancha Amaranthus viridis0,8 L/ha (0,4 Kg i.a/ha)1100-200 L/ha
Leiteiro Euphorbia heterophylla
Tiririca Cyperus rotundus
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia
Trapoeraba Commelina benghalensis
Época: Aplicar o produto na dose recomendada, após o transplantio e “pegamento” dos gramados citados acima e em pós-emergência das plantas infestantes indicadas acima. Neste caso cabe ressaltar que para o gramado São Carlos (Axonopus compressus) o herbicida CoriscoBR mostrou-se fitotóxico e não deve ser aplicado sobre este gramado. Quando aplicado após o transplantio e “pegamento” o herbicida CoriscoBR mostrou-se seletivo para os gramados Japonesa zeon (Zoysia tenuifolia), Bermuda (Cynodon dactylon) e Esmeralda (Zoysia japonica) e mostrou-se eficiente no manejo das plantas daninhas quando em estádio inicial desenvolvimento de 2 a 6 folhas.
CulturaPlantas InfestantesDosesNúmero máximo de aplicaçõesVolume de Calda
Nome Comum Nome Científico
SojaCapim-papuã Brachiaria plantaginea0,3 - 1,2 L/ha (0,15 - 0,6 Kg i.a/ha)1100 - 300 L/ha
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia
Trapoeraba* Commelina benghalensis0,4 - 1 ,2 L/ha (0,2 – 0,6 Kg i.a/ha)
Picão-preto Bidens pilosa
Capim-colchão Digitaria horizontalis
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla
Buva Conyza bonariensis0,8 - 1,2 L/ha (0,4 – 0,6 kg i.a/ha)
Época: Aplicação em pós-plantio, pré-emergente em relação a plantas infestantes e à cultura. A dose de 1,2 L/ha (0,6 Kg i.a/ha) deve ser utilizada somente para solos argilosos. As doses de 0,3 L/ha (0,15 Kg i.a/ha) e 0,4 L/ha (0,2 Kg i.a/ha) deve ser utilizada somente para solos areno- argilosos. *Para o alvo Commelina benghalensis (Trapoeraba) a dose de 0,4 L/ha (0,2 Kg i.a/ha) deve ser utilizada somente para solos Arenosos A dose de 0,8 L/ha (0,4 Kg i.a/ha) deve ser utilizada somente para solos areno-argilosos.

Página 7 de 18 O produto CORISCOBR® pode ser aplicado tanto no sistema convencional de cultivo como no sistema de plantio direto. No plantio direto deverá ser aplicado para controlar as seguintes plantas daninhas: Capim-papuã (Brachiaria plantaginea), Capim-colchão (Digitaria horizontalis), Amendoim-bravo (Euphorbia heterophyla) e Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia), observando a seguinte sequência: 1) Dessecação de planta infestante (manejo químico); 2) Plantio; 3) Aplicação do produto sempre na dose de 1,2 L/ha (0,6 kg i.a/ha). Para aplicação em pós-emergência total das plantas infestantes (dessecação) antes do plantio da cultura, seguir a recomendação abaixo:

CulturaPlantas InfestantesDosesNúmero máximo de aplicaçõesVolume de Calda
Nome Comum Nome Científico
SojaTrapoeraba Commelina benghalensis0,2 – 0,4 L/ha (0,1 - 0,2 Kg i.a/ha)1100 - 300 L/ha
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia
Época: Aplicar CORISCOBR® pós-emergência total das plantas infestantes (Dessecação) antes do plantio da cultura da soja. Para dessecação, as plantas infestantes deverão estar no máximo com 6-8 a folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20% a 35%, respectivamente.

Trapoeraba Commelina benghalensis 0,2 – 0,4 L/ha (0,1 - 0,2 Kg i.a/ha) 100 - 300 L/ha Corda-de-viola Ipomoea grandifolia Época: Aplicar CORISCOBR® pós-emergência total das plantas infestantes (Dessecação) antes do plantio da cultura da soja. Para dessecação, as plantas infestantes deverão estar no máximo com 6-8 a folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20% a 35%, respectivamente. MODO APLICAÇÃO: Características da aplicação: As aplicações deverão ser realizadas de acordo com as recomendações desta bula, com atenção aos tipos de solo a serem trabalhados. Levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo de solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o CORISCOBR® necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas daninhas. EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicação Terrestre: CORISCOBR® pode ser aplicado via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados com barra. A ponta de aplicação indicada é a TTI (Turbo TeeJet Induction®) 110025 ou com outra vazão que garanta que a velocidade de trabalho forneça o volume de calda recomendado. A pressão deve estar entre 3,0 e 4,0 bar ou 45 a 60 psi. Pode ser utilizada uma ponta similar. Suspender a aplicação em condições adversas, tais como: temperatura superior a 30°C, umidade relativa do ar for inferior a 50%, velocidade do vento superior a 10 km/h. Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e altura da barra de 50 cm ao nível do solo. DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 450 a 650 Aplicação aérea: as aplicações devem ser feitas apenas nas culturas de Cana-de-açúcar e Soja. CORISCOBR® deve ser aplicado com volume de calda de no mínimo 30 L/ha considerando a classe de gota média ou maior de acordo a norma ASAE S572.1, resguardando uma faixa de segurança de no mínimo 50 m para culturas sensíveis. A seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, altura de voo, largura da faixa e outros). Os ajustes da barra devem ser realizados para se obtenha distribuição uniforme, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Aplicar com umidade relativa acima de 50%, temperatura do ar abaixo de 30°C e velocidade média do vento entre 3 a 10 km/h, considerando as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. Recomenda-se a aplicação com técnicas de redução de derivas (TRD) e a utilização de conceitos de boas práticas agrícolas na aplicação aérea, evitando-se excessos de pressão, altura de aplicação e outras, bem como o respeito à legislação quanto às faixas de segurança. Modo de preparo de calda: No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar CORISCOBR® na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.

Página 8 de 18 Lavagem do equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco de formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil. 1) Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto. 2) Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto. 3) Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis. 4) Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza. 5) Repita o passo 3. 6) Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal. Recomendação para evitar a deriva: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR. Importância do diâmetro de gota: A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS! Veja instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade e inversão térmica. Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas gerais: Volume: use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas, bicos com vazão maior produzem gotas maiores. Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração. QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO. Tipo de bico: Use o bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva. Controlando o diâmetro de gotas – Aplicação aérea Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma cobertura uniforme. Orientação de bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações. Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bicos. Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ (75%) da barra ou do comprimento do rotor – barras maiores aumentam o potencial de deriva. Altura de voo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva. Ventos:

Página 9 de 18 O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 Km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior de 10 Km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO. Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. O Eng. Agrônomo Responsável pode alterar as condições de aplicação. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Quando aplicado em condições de clima quente (temperatura máxima de 28°C) e seco (umidade mínima de 60%), regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito de evaporação. INTERVALO DE SEGURANÇA (Intervalo entre a última aplicação e a colheita):

CulturasIntervalo de segurança (dias)
Abacaxi60 dias
Café130 dias
Amendoim, Cana-de-açúcar e sojaNão determinado devido à modalidade de emprego.
Citros200 dias
Fumo, eucalipto e GramadosUso não alimentar

emprego. Citros 200 dias Fumo, eucalipto e Gramados Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

− Uso exclusivamente agrícola. − Na aplicação em cana soca recém-germinada podem ocorrer “queimas” localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, porém com recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade. − - Na aplicação tópica sobre as mudas de eucalipto, pode ocorrer “queimas” localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, porém com recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade. − Na ocorrência de chuvas excessivas, após a aplicação em solos altamente arenosos, poderá ocorrer leve clorose nas folhas de soja, entretanto, estas se recuperem, não havendo prejuízos na produtividade. − Evitar sobreposição de faixas de aplicação; se isto ocorrer, poderá haver danos à cultura da soja e do amendoim. − A tolerância de novas variedades ao produto deverá ser estabelecida antes de ser usado em larga escala. Consulte o fornecedor de sementes de sua região ou representante técnico da OURO FINO QUÍMICA S.A. da sua região. − A aplicação deverá ser feita sempre antes da emergência da cultura da soja. CORISCOBR aplicado no “cracking” da soja ou em plantas emergidas causará danos à cultura. − Injúria na cultura da soja e do amendoim poderá ocorrer em solos pouco drenados, muito compactados ou em solos saturados por longo período de tempo. − Se houver falhas no plantio devido a condições climáticas, apenas a soja deverá ser replantada. − Não reaplicar CORISCOBR pois poderá ocorrer injúria. − Um período mínimo de 18 meses após a aplicação do CORISCOBR é exigido para a rotação com cultura do algodão. − O produto utilizado dentro das recomendações indicadas pelo fabricante não induz efeitos fitotóxicos às culturas indicadas. − - O USO É RESTRITO PARA ÁREAS DE PRODUÇÃO DE GRAMADOS. NÃO DEVE SER UTILIZADO EM AMBIENTES RESIDÊNCIAS E NA JARDINAGEM: para o gramado São Carlos (Axonopus compressus) o herbicida CoriscoBR mostrou-se fitotóxico e não deve ser aplicado sobre este gramado.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Os EPIs visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição de agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI´s específicos descritos nas observações para preparação de calda durante a aplicação, após a aplicação, no descarte de embalagens e no atendimento dos primeiros socorros. VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO.

Página 10 de 18 DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO E HERBICIDA O produto herbicida CORISCOBR® é composto por Sulfentrazona, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores da Protox, pertencente ao Grupo E segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). Aviso ao Usuário: CORISCOBR® deve ser utilizado exclusivamente de acordo com as recomendações de bula/rótulo. A OURO FINO QUÍMICA S.A. não se responsabiliza por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente pela bula/rotulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

Página 11 de 18 MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

• Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível, o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato com a névoa do produto; e • Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas nitrila. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

Página 12 de 18 • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com ATENÇÃO a pele

PRIMEIROS SOCORROS

Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR CORISCOBR®

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoSULFENTRAZONA: Triazolona
Classe toxicológicaCATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposiçãoDérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são relevantes considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
ToxicocinéticaSulfentrazona: em ratos, a absorção gastrointestinal da sulfentrazona foi quase completa e independente da dose e do sexo dos animais testados. O metabolismo da sulfentrazona foi testado em ratos, cabras e galinhas, o metabólito primário foi o 3-hidroximetil-sulfentrazona (88 a 95%), excretado pela urina e fezes, tendo sido também encontrados os metabólitos 3-desmetil-sulfentrazona e 2,3-diidroximetil sulfentrazona. A sulfentrazona inalterada foi detectada em uma quantidade muito baixa nas fezes. Os herbicidas do grupo das triazolinonas, como a sulfentrazona, são rapidamente metabolizados e são quase totalmente excretados dentre 3 a 5 dias pela urina e fezes. A sulfentrazona e os seus metabólitos não são bioacumuláveis.
ToxicodinâmicaSulfentrazona: A sulfentrazona é um herbicida inibidor da enzima protoporfirinogênio- oxidase (Protox), o que constitui seu modo de ação como herbicida. Em mamíferos, o alvo da sulfentrazona é o sistema hematopoiético, através da inibição da enzima protoporfirinogênio-oxidase mitocondrial, que interfere na biossíntese do grupo heme da cadeia da hemoglobina. Como resultado, há aumento nos níveis de porfirina sanguínea, em animais, após doses orais do ativo. Pelo fato deste herbicida ser efetivamente

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metabolizado e excretado, os níveis de porfirina regridem ao normal dentro de alguns dias. Em geral, para indivíduos saudáveis, os metabólitos não representam um perigo toxicológico relevante.
Sintomas e sinais clínicosSINTOMAS DE ALARME: írritação do trato gastrointestinal (náusea, vômito e dor abdominal); irritação ocular (ardência e vermelhidão dos olhos) e irritação respiratória (tosse e ardência do nariz, boca e garganta). Sulfentrazona: não são conhecidos sintomas específicos da sulfentrazona em humanos ou animais. Em estudos de toxicidade em animais esta substância demonstrou toxicidade aguda relativamente baixa. Sintomas gerais de intoxicação após exposição a produtos químicos podem ocorrer como: Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
TratamentoCUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação e tratamento: Exposição oral: - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. - Carvão ativado: a administração de carvão ativado deve ser considerada somente em casos de ingestão de grandes quantidades e se o paciente estiver consciente e sem vômito. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade). - Lavagem gástrica: considerar a lavagem gástrica somente após ingestão da substância em uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). - Monitorar os sinais vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial). Exposição inalatória: - Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Exposição ocular: - Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à

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temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição dérmica: - Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Medidas sintomáticas e de manutenção: - Fluidos intravenosos podem ser úteis no restabelecimento do volume de fluido extracelular após vômito severo e diarreia.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em caso de perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de consciência; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidades pouco tóxicas.
Efeitos das interações químicasNão são conhecidos.
ATENÇÃOTELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS. As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notavisa) Telefone de Emergência da empresa: 0800 701 0450 Endereço eletrônico da empresa: www.ourofinoagro.com.br Correio Eletrônico da empresa: www.ourofinoagro.com.br/contato/

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide item Toxicocinética e Toxicodinâmica. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório Efeitos Agudos: DL50 oral em ratos fêmeas: >2000 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: >4000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste. Corrosão/irritação cutânea em coelhos: não irritante dérmico nas condições do teste. O produto, quando aplicado na pele de coelhos, produziu eritema em 1/3 dos animais testados que foi revertido em até 24 horas após o tratamento. Corrosão/irritação ocular em coelhos: NÃO IRRITANTE ocular nas condições do teste. O produto, quando aplicado nos olhos de coelhos, produziu hiperemia na conjuntiva em 3/3 dos olhos testados e quemose em 1/3 dos olhos testados. Os sinais de irritação foram revertidos em até 48 horas após o tratamento em todos os animais. Não foram observados sinais de irritação na íris e na córnea em nenhum dos animais. Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante. Sensibilização respiratória: não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de experimentação. Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames) nem no teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos. Efeitos Crônicos: Sulfentrazona: estudos crônicos e subcrônicos conduzidos em ratos, camundongos e cães, identificaram o sistema hematopoiético como órgão-alvo de toxicidade da sulfentrazona, apresentando interrupção da síntese do grupo heme devido à inibição da enzima protoporfirinogênio oxidase. Em animais expostos à sulfentrazona por período prolongado, foram observados anemia e efeitos nos rins e no fígado. Em estudo de neurotoxicidade subcrônica em ratos, foram observados sinais clínicos de toxicidade como aumento da atividade motora sem evidências de alterações neuropatológicas relacionadas. A sulfentrazona não apresentou evidências de potencial mutagênico nem carcinogênico. A sulfentrazona causou efeitos tóxicos no desenvolvimento embriofetal quando administrada pela via

Página 15 de 18 oral em ratos e coelhos, e pela via dérmica em ratos. Nos estudos de desenvolvimento conduzidos em ratos, pela via oral, foram observadas malformações esqueléticas na ausência de toxicidade materna (NOAEL materno: 25 mg/kg/dia; LOAEL desenvolvimento: 25 mg/kg/dia). No entanto, em coelhos, os efeitos tóxicos no desenvolvimento ocorreram somente na presença de toxicidade materna. Em estudos de duas gerações em ratos, foram observados efeitos tóxicos como redução da viabilidade pré-natal (feto e ninhada), redução do tamanho da ninhada, aumento do número de filhotes natimortos, redução da sobrevivência pós natal da ninhada e diminuição do peso corporal dos filhotes durante a lactação (NOAEL: 14 mg/kg/dia e de LOAEL de 33 mg mg/kg/dia em ratos machos e de 40 mg/kg/dia em ratos fêmeas).

Página 16 de 18 INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). X MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). Perigoso ao meio ambiente (CLASSE III). Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). - Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. - Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa OURO FINO QUÍMICA S.A - telefone de Emergência: 0800 707 7022 - Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

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4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

Página 18 de 18 TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. DESTINAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USÁRIO A REUTILIZAÇAO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: Não autorizado o uso do produto para as culturas da cana-de-açúcar e do abacaxi, no estado do Rio Grande do Sul.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do CoriscoBR registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 320 · documento de 28/08/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do CoriscoBR?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do CoriscoBR e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do CoriscoBR é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 320, documento de 28/08/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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