Bula oficial · registro MAPA nº 12025

Bula do Constel

Bula completa do Constel (registro MAPA nº 12025), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: metoxifenozida e clorantraniliprole.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 23 páginas no PDF.

V2025 12 22 CONSTEL® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº12025

COMPOSIÇÃO

N-tert-butyl-N'-(3-methoxy-o-toluoyl)-3,5-xylohydrazide (METOXIFENOZIDA) ............. 420 g/L (42,0% m/v) 3-bromo-4'-chloro-1-(3-chloro-2-pyridyl)-2'-methyl-6'-(methylcarbamoyl)pyrazole5-carboxanilide (CLORANTRANILIPROLE) ...................................................................................... 105 g/L (10,5% m/v) Outros Ingredientes..............................................................................................601 g/L (60,1% m/v)

GRUPO18INSETICIDA
GRUPO28INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida GRUPO QUÍMICO: Diacilhidrazina (Metoxifenozida), Antranilamida (Clorantraniliprole) TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO (*): UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Avenida Maeda, s/n, Prédio Comercial, Térreo, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000 CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600 Cadastro no Estado (CDA/SP) Nº 1050 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: CHLORANTRANILIPROLE TÉCNICO – REGISTRO MAPA Nº 08809 Corteva Agriscience Spain, S.L. Valle de Tamon, Nubledo, 33469, Tamón-Carreño - Astúrias – Espanha FMC (Shanghai) Agricultural Sciences Co., Ltd. Shanghai - nº 39, Shungong Road, Shanghai Chemical Industry Park, 201507 - Shanghai – China FMC Corporation. US Highway 43 North, Axis, Alabama, 36505 - Estados Unidos da América CLORANTRANILIPROLE TÉCNICO UPL – REGISTRO MAPA Nº TC14024 UPL Limited Plot Nº D/2/CH/150, G.I.D.C., Dahej, Bharuch, Gujarat - Índia METOXIFENOZIDA TÉCNICO UPL – REGISTRO MAPA Nº TC18721 UPL Limited Nº750, GIDC., Jhagadia - 393110, District - Bharuch, State - Gujarat – Índia METOXIFENOZIDA TÉCNICO LOVELAND – REGISTRO MAPA Nº TC19222 Jiangsu Weunite Fine Chemical CO., Ltd Jinger Road, Chemical Industrial Park, Xinyi City, Jiangsu Province - China FORMULADOR: UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Avenida Maeda, s/n°, Prédio comercial, Térreo, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000 CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050 United Phosphorus (India) LLP (Unit 11) Plot Nº 3210/3201-A, GIDC. Estate, Ankleshwar, District - Bharuch - Gujarat 393 002 – Índia UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122, Salto de Pirapora/SP, CEP: 18160-000 CNPJ: 02.974.733/0010-43 – Telefone: (15) 3292-1161 -Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4153 Página 1 de 23

UPL Limited (Unit 3) Plot Nº 3101/3102, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District - Bharuch, State - Gujarat – Índia

No do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

Data de vencimento: EM SEU PODER. AGITE ANTES DE USAR Indústria Brasileira (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C Página 2 de 23

INSTRUÇÕES DE USO

CONSTEL é um inseticida que atua por ingestão e contato, com efeito translaminar e uma distribuição local limitada, induzindo a ecdise prematura e incompleta e uma paralisia muscular rápida e irreversível, recomendado para o controle das pragas nas doses e culturas abaixo relacionadas: CULTURAS, PRAGAS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:

CULTURASPRAGAS Nome comum (Nome científico)DOSE Produto ComercialVOLUME DE CALDANÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
ABÓBORA ABOBRINHA CHUCHU PEPINOBroca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis)15 a 25 mL/ 100 Litros águaAplicação terrestre: 500 a 1000 L/ha Utilizar adjuvante óleo mineral Lanzar a 0,25% (v/v)Iniciar as aplicações foliares preventivas a partir do florescimento ou quando forem constatados os primeiros adultos no monitoramento da cultura. Repetir se necessário a cada 7 dias no mínimo de intervalo entre as aplicações. Utilizar aa maior dose e altas populações e/ou condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Realizar no máximo 3 aplicações no ciclo da cultura.
ALGODÃOLagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda)250 a 350 mL/haAplicação terrestre: 100 a 200 L/ha Aplicação aérea: 20 a 50 L/haIniciar a aplicação no início da infestação quando forem encontradas lagartas pequenas de 1º a 2º instar com até 1,0 cm em 5% das plantas vistoriadas. Reaplicar a cada 10 dias rotacionando com produtos de outros modos de ação, toda vez que o nível de dano for atingido. Usar a dose maior em situação de alta infestação e quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura.
Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania)
AMENDOIMLagarta-do-pescoço- vermelho (Stegasta bosquella)100 a 200 mL/haAplicação terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação aérea: 20 a 50 L/haIniciar as aplicações no início da infestação da praga ou quando observadas as primeiras lagartas ou danos. Usar a dose maior em condições de alta infestação ou quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. Reaplicar se necessário em um intervalo de 10 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura.
Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens)
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda)Iniciar a aplicação no início da infestação quando forem encontradas de 5 a 10 lagartas

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pequenas de 1º a 2º instar com até 1,0 cm por batida de pano. Reaplicar a cada 10 dias rotacionando com produtos de outros modos de ação, toda vez que o nível de dano for atingido. Usar a dose maior em situação de alta infestação e quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura.
ARROZ IRRIGADOBicheira-da-raiz-do-arroz (Oryzophagus oryzae)150 a 200 mL/haAplicação terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação aérea: 20 a 50 L/haPara o controle da bicheira do arroz via foliar, fazer a aplicação de CONSTEL até 5 dias após a irrigação. Utilizar a dose menor em áreas com histórico de menor pressão da praga e dose maior em áreas com histórico de maior pressão da praga. Realizar apenas 1 aplicação por ciclo da cultura.
ARROZ IRRIGADO ARROZ SEQUEIROLagarta-militar (Spodoptera frugiperda)Iniciar a aplicação no início da infestação quando forem encontradas lagartas pequenas de 1º a 2º instar com até 1,0 cm em 5% das plantas vistoriadas. Usar a dose maior em situação de alta infestação e quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. Realizar apenas 1 aplicação por ciclo da cultura.
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax)Iniciar a aplicação no início da infestação quando forem encontradas 5 lagartas/m² até 20 dias antes da colheita. Usar a dose maior em situação de alta infestação e quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. Realizar apenas 1 aplicação por ciclo da cultura.

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AVEIA CENTEIO CEVADA TRIGO TRITICALELagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax)60 a 100 mL/haAplicação terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação aérea: 20 a 50 L/haIniciar as aplicações quando for constatada a presença de 5 lagartas maiores que 2 cm/m² antes do perfilhamento ou 10 lagartas maiores que 2 cm/m² pós perfilhamento. Reaplicar se necessário em intervalos de 10 dias e utilizar a dose maior na presença de lagartas grandes (acima de 2,0 cm) ou altas infestações. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.
BATATACegadeira; Traça-da-batata; Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella)150 a 300 mL/haAplicação terrestre: 300 a 600 L/haIniciar as aplicações nos primeiros sinais de ataque da praga na lavoura. Reaplicar em intervalos de no mínimo 7 dias, somente caso seja necessário, após monitoramento populacional da praga. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento. Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura.
Vaquinha-verde-amarela; Larva-alfinete (Diabrotica speciosa)150 a 200 mL/haIniciar as aplicações quando forem constatados os insetos adultos e os primeiros furos nas folhas. Reaplicar se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população e condições de alta temperatura e umidade, favoráveis ao desenvolvimento da praga. Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura.
CAFÉBicho-mineiro-do-café; Larva-minadora (Leucoptera coffeella)150 a 300 mL/haAplicação terrestre: 300 a 600 L/ha Aplicação aérea: 20 a 50 L/haIniciar as aplicações quando forem constatados os primeiros danos na cultura, até 3% de folhas atacadas com minas com larvas vivas. Reaplicar se necessário com intervalo de 45 dias. Usar a menor dose em regiões consideradas de baixo índice de infestação e as maiores em áreas com histórico de ocorrência de altas infestações ou clima favorável para a proliferação da praga. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura.
CANA-DE- AÇÚCARBroca-da-cana; Broca-do-colmo200 a 250 mL/haAplicação terrestre:Iniciar a aplicação em área total quando de infestação

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(Diatraea saccharalis)100 a 400 L/ha Aplicação aérea: 20 a 50 L/haatingir 1% de colmos com presença de lagartas vivas de primeiro instar, antes de penetrarem no colmo. A maior dose deve ser utilizada no período de primavera/verão quando a temperatura e umidade estão mais altas, condições estas favoráveis para ocorrência de altas populações da praga. Realizar apenas 1 aplicação foliar por ciclo da cultura.
Broca-da-cana; Broca-do-colmo (Diatraea saccharalis)Aplicação terrestre: 100 a 400 L/haFazer a aplicação no sulco de plantio, junto aos toletes de cana-de-açúcar ou em soqueira com disco de corte na linha da cana (sulco) com esta até 1,0 metro de altura. A aplicação deverá ser feita preferencialmente com boa umidade do solo. Realizar apenas 1 aplicação por ciclo da cultura.
Bicudo-da-cana; Bicudo-da-cana-de- açúcar (Sphenophorus levis)Fazer a aplicação em soqueira com disco de corte na linha da cana (sulco) com esta até 1,0 metro de altura. A aplicação deverá ser feita preferencialmente com boa umidade do solo. Realizar apenas 1 aplicação por ciclo da cultura.
CITROSMinadora-das-folhas; Larva-minadora-das- folhas (Phyllocnistis citrella)20 a 30 mL/100 Litros águaAplicação terrestre: 1000 L/haFazer a aplicação no início das brotações quando forem encontradas as primeiras minas com presença de larvas de 1º ínstar nas folhas. Utilizar a maior dose deve ser em caso de alta pressão da praga, áreas com histórico de ocorrência ou condições climáticas favoráveis ao ataque. Reaplicar se necessário em intervalo de 21 dias. Para um melhor controle utilizar adjuvante óleo mineral na dose 0,25%. Realizar até 2 aplicações por ciclo ou ano.
200 a 300 mL/haAplicação terrestre: 700 a 1500 L/ha Aplicação aérea: 20 a 50 L/ha
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana)15 a 20 mL/100 Litros águaAplicação terrestre: 1000 L/haFazer a aplicação ao entardecer, quando do início do aparecimento de adultos, antes da lagarta penetrar no fruto ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio

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150 a 200 mL/haAplicação terrestre: 700 a 1500 L/ha Aplicação aérea: 20 a 50 L/haatingirem o nível de controle (6 adultos/ armadilha). Usar a dose maior em infestações mais altas. Reaplicar se necessário com intervalo de 15 dias. Para um melhor controle utilizar adjuvante óleo mineral na dose 0,25%. Realizar até 2 aplicações por ciclo ou ano.
COUVE COUVE-DE- BRUXELAS COUVE-FLOR BRÓCOLIS REPOLHOTraça-das-crucíferas (Plutella xylostella)15 a 25 mL/100 Litros águaAplicação terrestre: 500 a 1000 L/ha Utilizar adjuvante óleo mineral Lanzar a 0,25% (v/v)Iniciar as aplicações foliares quando forem observadas as primeiras lagartas da traça das crucíferas e/ou lagarta mede- palmo no monitoramento da cultura. Repetir se necessário a cada 7 dias no mínimo de intervalo entre as aplicações. Utilizar a maior dose em altas populações e/ou condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
ERVILHA FEIJÃO FEIJÕESLagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens)100 a 200 mL/haAplicação terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação aérea: 20 a 50 L/haIniciar as aplicações no início da infestação da praga ou quando observadas as primeiras lagartas ou danos. Usar a dose maior em condições de alta infestação ou quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. Reaplicar se necessário em um intervalo de 10 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura.
ERVILHA FEIJÃO FEIJÕES GRÃO-DE-BICO LENTILHALagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda)100 a 200 mL/haAplicação terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação aérea: 20 a 50 L/haIniciar a aplicação no início da infestação quando forem encontradas de 5 a 10 lagartas pequenas de 1º a 2º instar com até 1,0 cm por batida de pano. Reaplicar a cada 10 dias rotacionando com produtos de outros modos de ação, toda vez que o nível de dano for atingido. Usar a dose maior em situação de alta infestação e quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura.

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MAÇÃMariposa-oriental (Grapholita molesta)40 a 50 mL/100 Litros águaAplicação terrestre: 500 a 1000 L/haIniciar as aplicações quando forem coletados no máximo 5 adultos em armadilhas de feromônios espalhadas pelo pomar. Se necessário reaplicar em intervalo de 14 dias. Utilizar a maior dose e altas populações e/ou condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Realizar no máximo 3 aplicações por ano ou ciclo da cultura.
MELÃO MELANCIABroca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis)15 a 30 mL/100 Litros águaAplicação terrestre: 500 a 1000 L/haIniciar as aplicações foliares de forma preventivas a partir do florescimento da cultura. Repetir se necessário a cada 7 dias no mínimo de intervalo entre as aplicações. Utilizar a maior dose em altas populações e/ou condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Realizar no máximo 3 aplicações no ciclo da cultura.
MILHO MILHETO SORGOLagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda)200 a 250 mL/haAplicação terrestre: 100 a 200 L/ha Aplicação aérea: 20 a 50 L/haIniciar a aplicação no início da infestação e aparecimento dos primeiros danos nas folhas. Aplicar preferencialmente antes das lagartas penetrarem no cartucho, quando até 10% das plantas apresentarem o sintoma de folha raspada, nas horas de temperatura mais amena e com presença de água no cartucho. Usar a maior dose em situação de condições de alta infestação ou a ocorrência de lagartas grandes ou quando o clima for favorável ao desenvolvimento da praga. Reaplicar se necessário em intervalos de 10 dias, rotacionando com produtos com outros modos de ação. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura.
SOJAHelicoverpa (Helicoverpa armigera)150 a 250 mL/haAplicação terrestre: 100 a 200 L/ha Aplicação aérea: 20 a 50 L/haRealizar a aplicação no início da infestação, na fase inicial da cultura quando o trifólio ainda estiver fechado no ponteiro da planta ou, no final do ciclo, na vagem da soja. As aplicações deverão ser iniciadas quando forem constatadas até 4 lagartas menores que 1 cm por metro linear. Reaplicar se necessário

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no intervalo de 10 dias. Usar a dose maior em situação de alta infestação e quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura.
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda)Iniciar a aplicação no início da infestação quando forem encontradas de 5 a 10 lagartas pequenas de 1º a 2º instar com até 1,0 cm por batida de pano. Reaplicar a cada 10 dias rotacionando com produtos de outros modos de ação, toda vez que o nível de dano for atingido. Usar a dose maior em situação de alta infestação e quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura.
Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania)
Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens)
TOMATEBroca-pequena-do-fruto; Broca-pequena-do- tomateiro (Neoleucinodes elegantalis)20 a 40 mL/100 Litros águaAplicação terrestre costal ou tratorizada: 500 a 1000 L/haIniciar as aplicações no início do florescimento, procurando atingir flores e sépalas, com a cultura a partir de 20-25 dias do transplantio. Repetir as aplicações em intervalo de 7 dias, intercalando com produtos com outros modos de ação. Usar a maior dose em situação de alta infestação, condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga ou lavoura muita adensada ou enfolhada. Utilizar adjuvante de calda óleo mineral na dose de 0,25 % (v/v). Realizar no máximo 3 aplicações foliares por ciclo da cultura.
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta)Iniciar as aplicações quando forem constatados os primeiros sintomas de ataque das pragas como folhas minadas nas folhas. Para broca-pequena, iniciar as aplicações no início do florescimento, procurando atingir flores e sépalas, com a cultura a partir de 20-25 dias do transplantio. Repetir as aplicações em intervalo de 7 dias, intercalando com produtos com outros modos de

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ação. Usar a maior dose em situação de alta infestação, condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga ou lavoura muita adensada ou enfolhada. Utilizar adjuvante de calda óleo mineral na dose de 0,25 % (v/v). Realizar no máximo aplicações foliares por ciclo da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO

Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício, visando à produção de gotas médias para boa cobertura do alvo. A aplicação também pode ser feita com o uso de pistola em alguns casos. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. Aérea: Recomenda-se um volume de aplicação entre 20 e 50 L/ha. A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada e profissionais habilitados, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas. Aeronave remotamente pilotada (ARP) - Algodão, Amendoim, Arroz, Ervilha, Feijão, Grão-de-bico, Lentilha, Milho e Soja: A aplicação deve ser realizada somente por equipamentos que estejam em concordância com as normas e exigências dos órgãos públicos reguladores do setor, como Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e MAPA. Recomenda-se um volume de aplicação de 30 a 40 L/ha. Quanto maior for o índice de área foliar do alvo, mais próximo dos 40 L/ha deve estar a aplicação. Não aplique volumes de aplicação abaixo da faixa indicada. Use ARPs (Drones) que trabalhem com bicos rotativos em vez de hidráulicos (pontas) e que tenham seus bicos posicionados abaixo ou dentro da faixa de ar gerado pelos rotores, de modo que a corrente de ar consiga empurrar todos os jatos dos bicos para baixo em direção ao alvo. Utilize pontas que produzam gotas finas a médias, para boa cobertura do alvo. Recomendações de velocidade de aplicação, altura de voo em relação ao alvo e largura de faixa estão indicadas na tabela 1. Considerar a altura de voo em relação ao topo da vegetação e não em relação ao solo. Para isso é importante monitorar a altura média das plantas antes da aplicação. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do fabricante do ARP (Drone).

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Tabela 1 – Parâmetros recomendados regulagem de ARP (Drones):

Volume de aplicaçãoTamanho das gotasAltura de voo em relação ao início do alvoVelocidade de aplicaçãoLargura da faixa de trabalho
30 a 40 L/haFinas a médias4 a 5* m10 a 15* km/h3 a 4* m
*Para drones de maior capacidade de carga, com mais de 16 L de tanque de calda, a depender do modelo e das orientações do fabricante, pode-se trabalhar mais próximo do limite máximo de Altura de voo em relação ao alvo, Velocidade de aplicação e Largura da faixa de trabalho.

30 a 40 L/ha Finas a médias 4 a 5* m 10 a 15* km/h 3 a 4* m *Para drones de maior capacidade de carga, com mais de 16 L de tanque de calda, a depender do modelo e das orientações do fabricante, pode-se trabalhar mais próximo do limite máximo de Altura de voo em relação ao alvo, Velocidade de aplicação e Largura da faixa de trabalho. Uma vez misturado o produto em água, a aplicação com o Drone deve ser feita o mais rápido possível. Portanto, não dilua o produto em água se não for realizar a aplicação dentro de 30 min, no máximo. Quanto maior esse intervalo, maiores as chances de incompatibilidade física entre eventuais outros produtos. Mantenha uma faixa de segurança de 50 m de distância dos possíveis alvos de deriva e organismos sensíveis ao produto. Aeronave remotamente pilotada (ARP) – Cana-de-açúcar: A aplicação deve ser realizada somente por equipamentos que estejam em concordância com as normas e exigências dos órgãos públicos reguladores do setor, como Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e MAPA. Recomenda-se um volume de aplicação de 30 a 50 L/ha. Quanto maior for o índice de área foliar da cultura, mais próximo dos 50 L/ha deve estar a aplicação. Não aplique volumes de aplicação abaixo da faixa indicada. Use ARPs (Drones) que trabalhem com bicos rotativos em vez de hidráulicos (pontas) e que tenham seus bicos posicionados abaixo ou dentro da faixa de ar gerado pelos rotores, de modo que a corrente de ar consiga empurrar todos os jatos dos bicos para baixo em direção ao alvo. Utilize pontas que produzam gotas finas, para boa cobertura do alvo. Recomendações de velocidade de aplicação, altura de voo em relação ao alvo e largura de faixa estão indicadas na tabela 2. Considerar a altura de voo em relação ao topo da vegetação e não em relação ao solo. Para isso é importante monitorar a altura média das plantas antes da aplicação. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do fabricante do ARP (Drone). Tabela 2 – Parâmetros recomendados regulagem de ARP (Drones):

Volume de aplicaçãoTamanho das gotasAltura de voo em relação ao início do alvoVelocidade de aplicaçãoLargura da faixa de trabalho
30 a 50 L/haFinas3 a 5* m10 a 15* km/h2 a 3* m
*Para drones de maior capacidade de carga, com mais de 16 L de tanque de calda, a depender do modelo e das orientações do fabricante, pode-se trabalhar mais próximo do limite máximo de Altura de voo em relação ao alvo, Velocidade de aplicação e Largura da faixa de trabalho.

30 a 50 L/ha Finas 3 a 5* m 10 a 15* km/h 2 a 3* m *Para drones de maior capacidade de carga, com mais de 16 L de tanque de calda, a depender do modelo e das orientações do fabricante, pode-se trabalhar mais próximo do limite máximo de Altura de voo em relação ao alvo, Velocidade de aplicação e Largura da faixa de trabalho. Uma vez misturado o produto em água, a aplicação com o Drone deve ser feita o mais rápido possível. Portanto, não dilua o produto em água se não for realizar a aplicação dentro de 30 min, no máximo. Quanto maior esse intervalo, maiores as chances de incompatibilidade física entre eventuais outros produtos. Mantenha uma faixa de segurança de 50 m de distância dos possíveis alvos de deriva e organismos sensíveis ao produto. Página 11 de 23

Preparo de calda: Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto no tanque ou no pré-misturador. Após despejar todo o conteúdo do produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água dentro de cada embalagem para garantir que todo produto seja usado na pulverização e facilite a etapa seguinte de tríplice lavagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por litro de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra. Condições meteorológicas: Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo: Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC. Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%. Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao risco de inversão térmica. Direção do vento: Observe a direção do vento e evite aplicar quando este estiver no sentido de alguma cultura ou organismos sensíveis não-alvo, caso haja restrição nesta bula. Limpeza do pulverizador: Pulverizadores de barra: 1Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada; 2Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente. 3Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada. 4Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente. 5Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada. Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida. Pulverizadores de arbóreas (turbopulverizadores): 1Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada. 2Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas. 3Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada. 4Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente. 5Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada. Página 12 de 23

Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CULTURADIAS
Algodão25
Feijão, Ervilha, Feijões, Grão-de-bico, Lentilha, Maçã15
Amendoim, Arroz irrigado, Arroz sequeiro, Milho, Milheto, Sorgo, Trigo, Aveia, Centeio, Cevada, Triticale20
Batata, Melão, Melancia7
Café, Citros, Soja21
Cana-de-açúcar60
Abóbora, Abobrinha, Brócolis, Chuchu, Couve, Couve-de-bruxelas, Couve-flor, Repolho, Pepino, Tomate3

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• Uso exclusivo para culturas agrícolas; • Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. • Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, desde que observadas as recomendações de uso.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

GRUPO18INSETICIDA
GRUPO28INSETICIDA

GRUPO INSETICIDA A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida CONSTEL pertence aos grupos 18 (Agonistas de receptores de ecdisteroide) e 28 (Moduladores dos receptores de Rianodina - Diamidas) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do(s) mesmo(s) grupo(s) pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Página 13 de 23

Para manter a eficácia e longevidade do CONSTEL como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos grupos 18 e 28. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. • Usar CONSTEL ou outro produto do(s) mesmo(s) grupo(s) químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. • Aplicações sucessivas de CONSTEL podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do CONSTEL, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas dos grupos químicos das Diamidas e Análogo de pirazol não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do CONSTEL ou outros produtos dos Grupos 18 e 28 quando for necessário. • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas. • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado. • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRACBR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola; • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI) recomendado: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtros combinados (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; Página 14 de 23

• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; • Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtros combinados (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara; • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; • Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. ATENÇÃO Pode ser nocivo se inalado Página 15 de 23

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR CONSTEL -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoMETOXIFENOZIDA: Diacilhidrazina; CLORANTRANILIPROLE: Antranilamida
Classe toxicológicaCategoria 5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposiçãoDérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
ToxicocinéticaMetoxifenozida: Em ratos, a substância foi rapidamente absorvida, com pico de concentração atingido dentro de 30 min, e absorção de cerca de 60-70% da dose administrada. A distribuição no organismo foi ampla, com as maiores concentrações detectadas no fígado, seguido de glândulas adrenais e baço. A biotransformação também foi ampla e cerca de 30 metabólitos foram identificados na urina, bile e fezes. As principais reações de biotransformação foram a desmetilação, a glucuronidação e a hidroxilação. A clivagem da ligação amida entre os dois anéis aromáticos também foi observada, mas em menor extensão (menos de 5% da metoxifenozida administrada). A excreção, em ratos, foi rápida com 58-77% da dose administrada sendo excretada nas primeiras 24 horas, principalmente através das fezes. A substância apresentou baixo potencial de bioacumulação no organismo de ratos (<0,1% da dose foi detectada no fígado após 5 dias). Clorantraniliprole: Em ratos, a absorção da substância pela via oral se mostrou dependente da dose, sendo que em doses mais baixas (10 mg/kg p.c.) a absorção foi de 73-85%, enquanto em doses mais altas (200 mg/kg p.c.) a absorção foi cerca de 14%. O pico de concentração plasmática ocorreu entre 5-9 horas na menor dose e 11-12 horas na maior dose e a distribuição no organismo foi ampla. Em ratos, a dose absorvida foi amplamente biotransformada principalmente através da hidroxilação dos grupos metilfenil e N-metil-carbono seguidas de reações de N- desmetilação, ciclização de nitrogênio a carbono com perda de uma molécula de água, oxidação dos álcoois a ácidos carboxílicos, clivagem da ligação amida, hidrólise da amina e O-glucuronidação. O potencial de hidroxilação dos grupamentos metilfenil e N-metil- carbono foi maior em machos que em fêmeas. A excreção foi rápida, cerca de 88-97% da dose administrada foi excretada dentro de 7 dias após a administração. A principal via de eliminação da substância foi através das fezes tanto após a administração de doses altas quanto de doses baixas (62% após a administração de 10 mg/kg e 92% na dose de 200 mg/kg), com excreção biliar de cerca de 49-53 e 5-7% da dose administrada na menor e maior dose, respectivamente. A excreção urinária foi cerca de 18-30% na menor dose e 4% na maior dose. A substância apresentou baixo potencial de bioacumulação no organismo de ratos.
Mecanismos de toxicidadeNão são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade destas substâncias em humanos nem em outras espécies de mamíferos.

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Sintomas e sinais clínicosNão são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos. Com base em estudos em ratos, o produto pode ser nocivo se inalado. Em estudos in vitro em epiderme humana, o produto foi considerado não irritante para a pele. O produto também não causou sensibilização dérmica em camundongos. Em estudo in vitro em córnea bovina, não foi observado potencial de causar lesões oculares graves. Metoxifenozida: não são conhecidos sintomas específicos desta substância em humanos. Metoxifenozida apresentou baixa toxicidade aguda em estudos em animais. Sintomas inespecíficos de toxicidade aguda decorrentes da exposição a substâncias químicas podem ocorrer, como: Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos. Clorantraliniprole: não são conhecidos sintomas específicos desta substância em humanos ou animais. O clorantraniliprole apresentou baixa toxicidade aguda em estudos em animais. Sintomas inespecíficos de toxicidade aguda decorrentes da exposição a substâncias químicas podem ocorrer, como: Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
TratamentoCUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Tratamento geral e estabilização do paciente: as medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência. Proteção das vias aéreas: garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessário ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação e tratamento: o profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.

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Exposição oral: - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma espontânea em pacientes intoxicados. - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em casos de intoxicação por clorantraliniprole e metoxifenozida. Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade). - Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Somente cogitar a descontaminação gastrintestinal após ingestão da substância em uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Exposição inalatória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Exposição dérmica: Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição ocular: Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos sinérgicosNão disponível.
ATENÇÃOLigue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 Endereço eletrônico da empresa: www.upl-ltd.com/br Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com

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Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos (4 horas): > 5,399 mg/L. Corrosão/irritação cutânea in vitro em epiderme humana: nas condições do teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele. Corrosão/irritação ocular in vitro em córnea bovina: nas condições do teste, o produto não causa lesões oculares graves. Sensibilização dérmica em camundongos: não sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em linfócitos de sangue periférico humano. Efeitos crônicos: Metoxifenozida: O fígado (aumento do peso do órgão e moderada hipertrofia) e o sistema hematopoiético (anemia hemolítica) foram os principais alvos de toxicidade da substância, em estudos de toxicidade repetida de curta duração, em ratos e cães, com NOAEL de 9,8 mg/kg p.c./dia em estudo de 1 ano em cães e NOAEL de 69 mg/kg p.c./dia em estudo de 90 dias em ratos. A metoxifenozida não apresentou potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo. A metoxifenozida não apresentou potencial cancerígeno em estudo em camundongos. A substância também não foi considerada cancerígena em estudo em ratos. Em estudos de toxicidade para a reprodução em ratos, não foram observados efeitos sobre os parâmetros reprodutivos. Também não foram observados efeitos sobre o desenvolvimento embriofetal em estudos em ratos e coelhos. Não foi observado potencial neurotóxico em estudos de neurotoxicidade aguda e de curta duração, em ratos. Clorantraniliprole: A substância apresentou baixa toxicidade em estudos de toxicidade repetida via oral em ratos, camundongos e cães. Foi observado um aumento do peso do fígado, em todas as espécies, na dose mais alta testada, de aproximadamente 1000 mg/kg p.c./dia, este aumento foi considerado como uma resposta adaptativa devido ao metabolismo hepático e à indução das enzimas hepáticas do citocromo P450. Não foi observado potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo. A substância não apresentou potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos, via oral. Não foram observados efeitos sobre os parâmetros reprodutivos em estudos em ratos e também não foram observados efeitos sobre o desenvolvimento em estudos em ratos e coelhos. EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS: Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos. SINTOMAS DE ALARME: Não são conhecidos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE • Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). (X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. Página 19 de 23

• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL do BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022. • Utilize o Equipamento de Proteção Individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. • Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores de pó químico seco (PQS), CO2 ou neblina de água, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: − Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; − Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; − Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; − Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Página 20 de 23

− Faça essa operação três vezes; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: − Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; − Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; − Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: − Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; − Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. Página 21 de 23

• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio desta embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. Página 22 de 23

• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAL • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Página 23 de 23

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Constel registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 12025 · documento de 22/12/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Constel?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Constel e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Constel é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 12025, documento de 22/12/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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