Bula oficial · registro MAPA nº 15725

Bula do Cletodim 360 EC Brilliance

Bula completa do Cletodim 360 EC Brilliance (registro MAPA nº 15725), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: cletodim.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 23 páginas no PDF.

Cletodim 360 EC Brilliance Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 15725

COMPOSIÇÃO

(RS)-2-[(E)-1-[(E)-3-chloroallyloxyimino]propyl]-5-[2-(ethylthio)propyl]-3-hydroxycyclohex-2-none (CLETODIM)...............................................................................................360,0 g/L (36,0% m/v) Solvente nafta............................................................................................480,0 g/L (48,0% m/v) Outros ingredientes..................................................................................160,0 g/L (16,0% m/v)

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida sistêmico GRUPO QUÍMICO: Oxima ciclohexanodiona TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC) TITULAR DO REGISTRO (*): Brilliance Produtos Agrícolas Ltda. Rua Barão do Triunfo, nº 612, Conj. 1705 – Condomínio Campo Belo Tower, Brooklin CEP 04602-002, São Paulo – SP, C.N.P.J.: 35.274.807/0001-05 Número de Registro do Estabelecimento/Estado CDA/SAA-SP nº 4209 (*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO) FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: CLETHODIM TÉCNICO BRILLIANCE II – Reg MAPA nº TC19722 Liaoning Cynda Chemical Co., Ltd Nº 417, Hanjiang road, Comprehensive Industrial Park, Economic Development Zone, Huludao, Liaoning, P.R., China FORMULADOR: Liaoning Cynda Chemical Co., Ltd Nº 417, Hanjiang road, Comprehensive Industrial Park, Economic Development Zone, Huludao, Liaoning, P.R., China Shandong Cynda Chemical Co., Ltd. Economic Development Area, Boxing County, Shandong, P.R. China Weifang Cynda Chemical Co., Ltd. Nº 2 of East Partial Lingang Chemical Zone, Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, P.R. China. IMPORTADOR: Agrilean Inputs S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, 11.100, Km 30,5, pav. 36, Jardim Maria Cristina - CEP: 06.421-300, Barueri/SP - CNPJ: 47.983.211/0004-06 Registro CDA/SP nº 4378 Agrilean Inputs S.A. Rodovia BR 364, 5788, Km 20, Área 02, Galpão 22, Zona Rural - CEP: 78.098-970, Cuiabá/MT CNPJ: 47.983.211/0003-17 Registro INDEA/MT nº 33070 Rua Barão do Triunfo, nº 612, Conj. 1705 – Condomínio Belo Tower, Brooklin – São Paulo/SP

Agrilean Inputs S.A. Área Rural, S/N, km 207, Lote 04, Armz.01, Área Rural de Luís Eduardo Magalhães - CEP: 47.865-899, Luís Eduardo Magalhães/BA - CNPJ: 47.983.211/0002-36 Registro ADAB/BA nº 1457/23 Amaggi Exportação e Importação Ltda. Rodovia BR 364, Km 20, S/N, Zona Rural – CEP: 78.098-970, Cuiabá/ MT - CNPJ: 77.294.254/0050-72 Registro INDEA/ MT: nº 20435 Amaggi Exportação e Importação Ltda. Rodovia BR 163, 2.461, Módulo C – Km 744, Expansão urbana – CEP: 78.890-000, Sorriso/MT - CNPJ: 77.294.254/0077-92 Registro INDEA/ MT: nº 22956 Agroimport do Brasil Ltda. Rua Professor Ivo Corseuil, n°69, conj. 201/301, Sala D, Petrópolis – CEP: 90.690-410, Porto Alegre/RS - CNPJ: 05.625.220/0001-24 Registro SEAPA/RS nº 1448/04 Agroimport do Brasil Ltda. Rodovia BR 386, S/N, Km.173,5, Sala 5A, Bairro Boa Vista – CEP: 99.500-000, Carazinho/RS CNPJ: 05.625.220/0009-81 Registro SEAPA/RS nº 42/18 Agroimport do Brasil Ltda. Rua Adolfo Zieppe Filho, S/N, Quadra 17, Setor 13, Anexo 01, Módulo G, Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz – CEP: 99.500-000, Carazinho/RS - CNPJ: 05.625.220/0013-68 Registro SEAPA/RS nº 65/20 Agroimport do Brasil Ltda. Rodovia PR 090, Km 374, S/N, Lote 44-C-2, Módulo I, Parque Industrial Nene Favoretto – CEP: 86.200-000, Ibiporã/PR - CNPJ: 05.625.220/0005-58 Registro ADAPAR/PR nº 1000021 Agroimport do Brasil Ltda. Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100, Km 30,5, Módulo 2N, Jardim Maria Cristina – CEP: 06.421-400, Barueri/SP - CNPJ: 05.625.220/0012-87 Registro CDA/SP nº 4731 e n° 4252 Agroimport do Brasil Ltda. Rodovia BR 163, Km 116, Armazém 2, Sala 06, Parque Industrial Vetorasso – CEP: 78.746055, Rondonópolis/MT - CNPJ: 05.625.220/0011-04 Registro INDEA/MT nº 32703 e n° 32257 Somax Agro do Brasil Ltda. Rua Marechal Floriano Peixoto, n° 960, salas 165, 166, 167 e 168, Ed. Torre Marechal, Centro – CEP 85.851-020, Foz do Iguaçu/PR -CNPJ sob nº 45.923.627/0001-52 Registro ADAPAR/PR nº 1008194 Somax Agro do Brasil Ltda. Rodovia dos Imigrantes S/N, KM 5, Galpão 1A, Sala 7, Distrito Industrial – CEP: 78.098-325, Cuiabá/MT - CNPJ sob nº 45.923.627/0004-03 Registro INDEA/MT nº 328037 Rua Barão do Triunfo, nº 612, Conj. 1705 – Condomínio Belo Tower, Brooklin – São Paulo/SP

Somax Agro do Brasil Ltda. Rua Ronat Valter Sodre, n°2800, Parque Industrial - CEP: 86.200-000, Ibiporã/PR - CNPJ sob nº 45.923.627/0003-14 Registro ADAPAR/PR nº 1008300 Somax Agro do Brasil Ltda. Avenida Constante Pavan, n°4633, Armazém 1-Z, Betel - CEP: 13.148-198 Paulínia/SP - CNPJ sob nº 45.923.627/0006-67 Registro CDA/SP nº 4495 BRA Defensivos Agrícolas Ltda. Rua São José, 550, Centro - CEP 13.400-330 – Piracicaba/SP - CNPJ: 07.057.944/0001-44 Registro CDA/SP nº 879

N° do Lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação:
Data de Vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento: EM SEU PODER. INDÚSTRIA BRASILEIRA “(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7212, de 15 de junho de 2010)”. CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Classe IV - Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C Rua Barão do Triunfo, nº 612, Conj. 1705 – Condomínio Belo Tower, Brooklin – São Paulo/SP

INSTRUÇÕES DE USO: Cletodim 360 EC Brilliance é um herbicida, graminicida, sistêmico, seletivo, recomendado para as seguintes culturas e modalidades de uso: a) Controle de gramíneas em pós-emergência das culturas e plantas daninhas em: abacaxi, algodão, alho, amendoim, batata, batata-doce, batata yacon, berinjela, beterraba, café, canola, cará, cebola, cenoura, ervilha, feijão, feijão-caupi, fumo, gengibre, gergelim, girassol, grão de bico, inhame, jiló, lentilha, linhaça, maçã, mamona, mandioca, mandioquinha-salsa, melancia, nabo, pimenta, pimentão, quiabo, rabanete, soja, tomate e uva; b) Controle de gramíneas em pré-plantio (dessecação) das culturas e pós-emergência das plantas daninhas nas culturas de: algodão, arroz irrigado, aveia, centeio, cevada, milho, soja, trigo e triticale; c) Controle de capim-amargoso (Digitaria insularis) através de aplicação em pré-emergência, resistente ao glifosato ou controle do capim-branco (Chloris polydactyla): algodão e soja; d) Controle de capim-amargoso (Digitaria insularis) através de aplicação em pós-emergência: Alho, Cebola, Algodão, Amendoim, Batata, Batata doce, Batata Yacon, Beterraba, Café, Canola Cará, Cenoura, Feijão, Fumo, Gengibre, Inhame, Girassol, Mandioca, Mandioquinha-salsa, Melancia, Nabo, Rabanete, Tomate, Citros, Soja; e) Como acelerador da maturação em pós-emergência na cultura de cana-de-açúcar. Cletodim 360 EC Brilliance é efetivo contra ampla faixa de gramíneas anuais e perenes, apresentando pouca ou nenhuma atividade sobre as plantas daninhas de folhas largas e ciperáceas. a) APLICAÇÃO PÓS-EMERGÊNCIA DAS CULTURAS E PLANTAS DANINHAS

CulturaPlantas InfestantesDose (mL p.c./ha)*Volume de calda (L/ha)Número de aplicação
Abacaxi Algodão Alho (b) Amendoim Batata Batata-doce Batata Yacon Berinjela Beterraba Café Canola Cará Cebola (b) Cenoura Ervilha Feijão Feijão-caupi Fumo Gengibre Grão de bico Inhame Jiló LentilhaCapim-marmelada ou Capim-papuã (Brachiaria plantaginea) Capim-colchão ou milhã (Digitaria horizontalis) Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) Capim-rabo-de-raposa (Setaria geniculata) Capim-custódio (Pennisetum setosum) Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) Capim-camalote (Rottboellia exaltata) Capim-mimoso (Eragrostis ciliaris)233Terrestre: 100 a 250 Algodão, Feijão e Soja Aéreo: 30 a 501
267
300
Milho voluntário (Zea mays) Milheto voluntário (Pennisetum americanum)233 – 300
Trigo voluntário233 – 300

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Mandioca Mandioquinha- salsa Melancia Nabo Pimenta Pimentão Quiabo Rabanete Soja Tomate(Triticum aestivum) Arroz voluntário (Oryza sativa)
Capim-colonião (Panicum maximum) Capim-massambará (Sorghum halepense) Capim-amargoso (Digitaria insularis)267 – 300
Gergelim Girassol Linhaça Mamona UvaCapim-marmelada ou Capim-papuã (Brachiaria plantaginea) Capim-colchão ou milhã (Digitaria horizontalis)233100 a 250
MaçãCapim-marmelada ou Capim-papuã (Brachiaria plantaginea)233
Azevém (Lolium multiflorum)300

* A adição de 0,5% v/v de óleo mineral emulsionável ou Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico é essencial nas aplicações e, para aplicação aérea utilizar o produto na dose de 267 a 300mL/há, com adição de Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico a 1,0% v/v (b) Para as culturas do alho e cebola não usar doses maiores que 266 mL/ha Para o controle das plantas infestantes Brachiaria plantaginea, Digitaria horizontalis e Eleusine indica no estádio de 1 a 4 perfilhos, Echinochloa crusgalli, Eragrostis ciliaris e Zea mays no estádio de 15 a 30 cm e Triticum aestivum no estádio de 10 a 15 cm, aplicar o produto nas doses de 233 a 300 mL/ha com adição de adjuvante (Alquil Éster Etoxilado do Ácido Fosfórico) na concentração de 0,5% v/v (1,0 L/ha). Para Cenchrus echinatus, aplicar o produto na dose 233 mL/ha até o estádio de 1 a 2 perfilhos e dose de 300 mL/ha até o estádio de 1 a 4 perfilhos, adicionado com adjuvante (Alquil Éster Etoxilado do Ácido Fosfórico) na mesma concentração descrita acima. Soja: Para cultivares de soja com ciclo curto a médio, fazer a aplicação após 21 a 28 dias da semeadura e para as de ciclo longo após 21 a 40 dias. Aplicação terrestre para todas as culturas e aplicação aérea para as culturas de algodão, feijão, milho, soja e trigo e para o uso como acelerador de maturação da cana-de-açúcar. b) APLICAÇÃO PRÉ-EMERGÊNCIA DAS CULTURAS E PÓS-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS

CulturaPlantas InfestantesDose (mL p.c./ha)*EstádioVolume de calda (L/ha)Número de aplicação**
AlgodãoMilho voluntário (Zea mays)233 – 30015 a 30 cm1
Arroz irrigadoArroz-vermelho (Oryza sativa) Azevém (Lolium multiflorum) Capim-arroz400 – 5332 perfilhos ao florescimento

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(Echinochloa crusgalli) Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) Grama-boiadeira (Luziola peruviana)Terrestre: 100 a 250 Algodão, Trigo, milho e Soja Aéreo: 30 a 50
Aveia Centeio Cevada Milho**Azevém (Lolium multiflorum)200 – 333Início de perfilhamento ou 2 perfilhos ao florescimento
SojaAzevém (Lolium multiflorum)3002 perfilhos ao florescimento
Milho voluntário (Zea mays)233 – 300Até 4 folhas
Trigo** TriticaleAzevém (Lolium multiflorum) Aveia-preta (Avena strigosa)200 – 333Início de perfilhamento

* A adição de 0,5% v/v de óleo mineral emulsionável ou Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico é essencial nas aplicações e, para aplicação aérea utilizar o produto na dose de 267 a 300mL/ha, com adição de Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico a 1,0% v/v ** A aplicação deve ser realizada pelo menos 7 dias antes da semeadura do milho e do trigo. Para o controle de Milho voluntário, nas culturas de Algodão e Soja e para controle de Azevem na cultura de Soja há ainda a opção da aplicação do produto uma única vez na pré-emergência destas culturas. c) NO MANEJO EM ÁREAS COM CAPIM AMARGOSO (Digitaria insularis) ATRAVÉS DE APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA, RESISTENTE AO GLIFOSATO ou COM CAPIMBRANCO (Chloris polydactyla)

CulturaPlantas InfestantesDose (mL p.c./ha)*EstádioVolume de calda (L/ha)Número de aplicação
AlgodãoCapim-amargoso (Digitaria insularis)267 – 300Pré-plantio a 4 perfilhosTerrestre: 100 a 250 Aéreo: 30 a 501
SojaCapim-amargoso (Digitaria insularis)267 – 300Vegetativo a FlorescimentoTerrestre: 100 a 250 Aéreo: 30 a 503
Capim-branco (Chloris polydactyla)533 – 6672

* A adição de 0,5% v/v de óleo mineral emulsionável ou Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico é essencial nas aplicações e, para aplicação aérea utilizar o produto na dose de 267 a 300mL/há, com adição de Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico a 1,0% v/v Em áreas com problemas de Capim-amargoso (Digitaria insularis) resistente ao glifosato, assim como em áreas com problemas de Capim-branco (Chloris polydactyla), deve ser adotado programa de manejo para a soja: Rua Barão do Triunfo, nº 612, Conj. 1705 – Condomínio Belo Tower, Brooklin – São Paulo/SP

• Capim-amargoso (Digitaria insularis): Realizar um programa de manejo, com 2 aplicações sequenciais, com intervalos de 21 dias, na pré-semeadura da soja. A segunda pulverização deve ser realizada pelo menos 7 dias antes da semeadura. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar a planta daninha em estádio de crescimento mais avançado. Complementar com 1 (uma) aplicação na pós-emergência da cultura. • Capim-branco (Chloris polydactyla): Realizar um programa de manejo (dessecação) com 2 aplicações sequenciais, com intervalo de 21 dias na pré-semeadura da soja. A segunda aplicação deve ser realizada pelo menos 7 dias antes da semeadura. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar a planta daninha em estádio de crescimento mais avançado. d) EM PROGRAMA DE MANEJO DE CAPIM-AMARGOSO (Digitaria insularis) ATRAVÉS DE APLICAÇÃO EM PÓS EMERGÊNCIA

CulturaPlantas InfestantesDose (mL p.c./ha)*EstádioVolume de calda (L/ha)Número de aplicação
Alho CebolaCapim-amargoso (Digitaria insularis)267Pós- emergência a 4 perfilhosTerrestre: 600 – 8001 + 1**
Algodão Amendoim Batata Batata doce Batata YaconCapim-amargoso (Digitaria insularis)267 – 300Pós- emergência a 4 perfilhosTerrestre: 600 – 800 Algodão Aéreo: 30 a 501
Beterraba Café Canola Cará Cenoura FeijãoCapim-amargoso (Digitaria insularis)267 – 300Pós- emergência a 4 perfilhosTerrestre: 600 – 800 Feijão Aéreo: 30 a 501
Fumo Gengibre Girassol Inhame Mandioca Mandioquinha- salsa Melancia Nabo Rabanete TomateCapim-amargoso (Digitaria insularis)267 – 300Pós- emergência a 4 perfilhos600 – 8001
CitrosCapim-amargoso (Digitaria insularis)400 – 667Vegetativo a Florescimento100 a 2502

Rua Barão do Triunfo, nº 612, Conj. 1705 – Condomínio Belo Tower, Brooklin – São Paulo/SP

* A adição de 0,5% v/v de óleo mineral emulsionável ou Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico é essencial nas aplicações e, para aplicação aérea utilizar o produto na dose de 267 a 300mL/há, com adição de Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico a 1,0% v/v ** Primeira aplicação em pré-plantio e a segunda em pós-emergência da cultura Em áreas com problemas de Capim-amargoso (Digitaria insularis) resistente ao glifosato deve ser adotado um programa de manejo: • Capim-amargoso (Digitaria insularis) para Alho, Cebola, Algodão, Amendoim, Batata, Batata doce, Batata Yacon, Beterraba, Café, Canola, Cará, Cenoura, Feijão, Fumo, Gengibre, Girassol, Inhame, Mandioca, Mandioca-salva, Melancia, Nabo, Rabanete, Tomate : Para infestações de capim-amargoso em estádio avançado de desenvolvimento (perenizado e/ou rebrote com 20 a 30 cm), realizar a aplicação sequencial (2 aplicações), sendo, a primeira aplicação em pré-plantio da cultura (dessecação) e a segunda em pósemergência da cultura. Usar a dose de 0,53 L/ha em pré-plantio (dessecação), e, 0,4 L/ha em pós-emergência do algodão, quando o rebrote do capim-amargoso atingir no máximo 20 a 30 cm de altura. • Capim-amargoso (Digitaria insularis) para citros: Efetuar programa de manejo com 2 (duas) aplicações em pós-emergência sequencial (com intervalo de 21 dias), em jato dirigido, na entrelinha da cultura de Citros para controle de Capim-amargoso (Digitaria insularis). As doses maiores devem ser utilizadas para controlar a planta daninha em estádio de crescimento mais avançado. • Capim-amargoso (Digitaria insularis) para soja: Para infestações de capim-amargoso em estádio avançado de desenvolvimento (perenizado e/ou rebrote com 20 a 30 cm), realizar a aplicação sequencial (2 aplicações), sendo, a primeira aplicação em pré-plantio da cultura (dessecação) e a segunda em pós-emergência da cultura. Usar a dose de 0,53 L/ha em pré-plantio (dessecação), e, 0,4 L/ha em pós-emergência da soja, quando o rebrote do capim-amargoso atingir no máximo 20 a 30 cm de altura. e) CANA DE AÇUCAR – ACELERADOR DE CRESCIMENTO

CulturaFinalidadeDose (mL p.c./ha)*EstádioVolume de calda (L/ha)Número de aplicação
Cana-de- açúcarAcelerar a maturação e incrementar os parâmetros relacionados à qualidade da cana-de-açúcar67 – 10040 a 60 dias antes da colheitaTerrestre 100 a 300 Aéreo: 30 a 501

*Para cana-de-açúcar não utilizar adjuvante de nenhuma natureza. Cana de açúcar: A finalidade da aplicação é acelerar a maturação e incrementar os parâmetros relacionados à qualidade da cana-de-açúcar. Deve ser aplicado uma vez em lavouras com boas condições de sanidade e desenvolvimento vegetativo, sem qualquer tipo de estresse para que ocorra uma boa assimilação e expressão das características desejáveis na cultura. Rua Barão do Triunfo, nº 612, Conj. 1705 – Condomínio Belo Tower, Brooklin – São Paulo/SP

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Cletodim 360 EC Brilliance apresenta maior atividade sobre gramíneas anuais ou perenes que estejam em fase ativa de perfilhamento e/ou crescimento. Deve ser emulsionado em água e aplicado em pulverização uniforme da parte aérea das plantas daninhas. Cletodim 360 EC Brilliance deve ser aplicado uma única vez quando a maioria das sementes das plantas daninhas (gramíneas) tiver germinado. A aplicação pode ser feita em qualquer estádio de crescimento da cultura, antes do período crítico de competição das gramíneas com a cultura, exceto em milho e trigo onde o produto é aplicado apenas antes da semeadura, assim como deve ser adotado um programa de manejo na dessecação antes do plantio de soja, em áreas com problemas de capim-amargoso (Digitaria insularis) resistente ao glifosato. Condições ideais de aplicação: Cletodim 360 EC Brilliance deve ser aplicado em gramíneas em fase ativa de crescimento de gramíneas anuais, no estádio de 4 folhas até 4 perfilhos, e no caso de gramíneas perenes no estádio de 20 a 40 cm. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar as plantas daninhas em estádio de crescimento maior. Para controle satisfatório, é necessário observar as condições de umidade do solo, temperatura média entre 20 – 35°C e boa umidade do ar (acima de 60%). Em períodos de seca prolongada recomenda-se não aplicar o produto. APLICAÇÃO TERRESTRE: a) Pulverizador de barra tratorizado: - Utilizar bicos uniformes e em bom estado, sendo recomendados bicos tipo leque da série 80 ou 110, que produzam gotas entre 200 a 500 micras com densidade de gotas de 20 gotículas/cm2. Pressão de 30 a 45 lb/pol2. - Volume de calda de 100 a 250 L/ha. - A altura da barra para bicos da série 80 deve ser de 50 cm acima do topo das plantas e para a série 110, deve ser de 30 cm. b) Pulverizador costal manual: - Utilizar bicos uniformes e em bom estado, sendo recomendados bicos do tipo leque da série 80 ou 110. Recomenda-se manter o ritmo das bombadas em cadência com os passos do aplicador visando obter uma pulverização uniforme. Volume de calda de 100 a 250 L/ha. APLICAÇÃO AÉREA: Recomendada para as seguintes culturas: algodão, cana-de-açúcar, feijão, soja, milho e trigo. - A aeronave agrícola deverá estar equipada com barra, bicos da série D, que produzam gotas maiores que 200 micras e calibrados para distribuir volume de calda de 30 a 50 L/ha. - A faixa de deposição do produto será pré-determinada pelo tipo de aeronave. - A altura do vôo deverá ser de 2 a 4 metros e a velocidade dos ventos não deverá ser superior a 8 km/hora. - Visando uma aplicação uniforme, deve-se utilizar recursos adequados para demarcar a largura exata da faixa de pulverização. - Para aplicação aérea utilizar Cletodim 360 EC Brilliance na dose de 0,267 – 0,30 L/ha com adição de Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico a 1,0%v/v, exceto para a cultura de canade-açúcar. Rua Barão do Triunfo, nº 612, Conj. 1705 – Condomínio Belo Tower, Brooklin – São Paulo/SP

Cana de açúcar: - Para aplicação aérea a aeronave agrícola deverá estar equipada com barra, bicos da série D, que produzam gotas maiores que 200 micra e calibrados para distribuir volume de calda de 30 a 50 L/ha. - A faixa de deposição do produto será pré-determinada pelo tipo de aeronave e a altura de voo deverá ser de 2 a 4 metros. - Visando uma aplicação uniforme, deve-se utilizar recursos adequados para demarcar a largura exata da faixa de pulverização. Condições climáticas: Temperatura: inferior a 30ºC; Umidade relativa: superior a 55%; Velocidade do vento: entre 3 e 10 km/hora MODO PREPARO DE CALDA: - Adicionar água ao tanque de pulverização até a metade de sua capacidade. - Adicionar Cletodim 360 EC Brilliance e o adjuvante. - Completar o volume de água. - É importante que o sistema de agitação do produto no tanque se mantenha em funcionamento durante toda a aplicação. - Realizar o processo de tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturasDias
Abacaxi50
Algodão(1)
Arroz irrigado(1)
Amendoim30
Alho, Batata, Beterraba, Cebola, Cenoura, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Grão de bico, Lentilha, Rabenete40
Berinjela, Café, Citros, Melancia, Jiló, Pimenta, Pimentão, Quiabo e Tomate20
FumoUNA
Gergelim, Girassol, Canola, Linhaça, Mamona53
Batata-doce, Batata Yacon, Cará, Gengibre, Inhame, Mandioca e Mandioquinha-salsa180
Soja*60
Soja**97
Soja***(1)
Aveia, Centeio, Cevada, Trigo, Triticale e Milho(1)
Uva, Maçã23
Cana-de-açúcar20
Nabo180

Soja* Soja** Soja*** (1) Aveia, Centeio, Cevada, Trigo, Triticale e Milho (1) Uva, Maçã Cana-de-açúcar Nabo UNA: Uso Não Alimentar. * O intervalo de segurança para a cultura da soja é de 60 dias exclusivamente para os casos de uma única aplicação na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura ou uma única aplicação na pré-emergência das plantas infestantes. Rua Barão do Triunfo, nº 612, Conj. 1705 – Condomínio Belo Tower, Brooklin – São Paulo/SP

** O intervalo de segurança para a cultura da soja é de 97 dias para os casos em que forem feitas 2 ou 3 aplicações, sendo duas aplicações em pós-emergência das plantas infestantes e na pré-emergência da cultura, e uma terceira na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. *** O intervalo de segurança para a cultura da soja é “não determinado” no caso de utilização em dessecação pré-plantio (1) Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Não fazer aplicações onde culturas de gramíneas possam ser atingidas. Fitotoxicidade: Não há para as culturas indicadas e nas doses recomendadas. Em soja poderá ocorrer uma pequena redução do porte quando as condições ambientais forem adversas, mas a cultura se recupera durante a fase vegetativa.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo A para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. Rua Barão do Triunfo, nº 612, Conj. 1705 – Condomínio Belo Tower, Brooklin – São Paulo/SP

• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO A HERBICIDA O produto herbicida Cletodim 360 EC Brilliance é composto por cletodim, que apresenta mecanismo de ação Inibidores da enzima acetil coenzima A carboxilase (ACCase), pertencente ao Grupo A, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. Rua Barão do Triunfo, nº 612, Conj. 1705 – Condomínio Belo Tower, Brooklin – São Paulo/SP

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila; • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha Rua Barão do Triunfo, nº 612, Conj. 1705 – Condomínio Belo Tower, Brooklin – São Paulo/SP

• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Provoca lesões oculares graves Provoca moderada irritação a pele Pode ser fatal se ingerido e penetrar nas vias respiratórias PERIGO PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. • Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirála. • Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR CLETODIM 360 EC BRILLIANCE

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo QuímicoCLETODIM: Oxima ciclohexanodiona. SOLVENTES NAFTA: hidrocarboneto aromático.
Classe toxicológicaCategoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposiçãoDérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
ToxicocinéticaCletodim: a absorção através da via oral foi rápida e ampla em estudos em ratos (88 - 95% da dose administrada). Após a absorção, a substância foi amplamente distribuída no organismo de ratos, com as maiores concentrações sendo detectadas nas glândulas adrenais, no fígado e nos rins. A biotransformação da substância, em ratos, foi ampla (>99% da dose administrada), sendo que a principal via metabólica envolveu a oxidação

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do cletodim a sulfóxido de cletodim, o principal metabólito identificado na urina e nas fezes. O cletodim foi rapidamente eliminado (ratos). Dentro de 24 horas após a administração, cerca de 80 - 86% da dose administrada foi eliminada através da urina e uma menor proporção através das fezes (8,5 - 14% da dose administrada) e como CO através do ar exalado (0,5 - 2 1%). Não foi observado potencial de bioacumulação em ratos. Solvente nafta: os hidrocarbonetos aromáticos são absorvidos pela via oral, via inalatória e, em menor extensão, pela via dérmica. A distribuição ocorre amplamente nos tecidos, de acordo com a lipofilicidade e a constituição do organismo, com alta afinidade pelo tecido adiposo e podendo atravessar barreiras biológicas como a barreira hematoencefálica. Por qualquer via que sejam absorvidos, são rapidamente metabolizados e eliminados. Os hidrocarbonetos aromáticos são biotransformados por oxidação via enzimas do sistema citocromo P- 450, e os intermediários metabólicos podem ser conjugados com glucuronídeos, sulfatos, glutationa ou, ainda, aminoácidos como cisteína e/ou glicina. A eliminação destas substâncias pode ocorrer através da via pulmonar (ar exalado). Os metabólitos resultantes da oxidação ou conjugação são mais hidrossolúveis do que seus compostos precursores e são, assim, sujeitos à excreção urinária, ou, em alguns casos, à excreção biliar. Solventes hidrocarbonetos podem ser secretados no leite em lactantes expostas. Apesar dos hidrocarbonetos serem excretados rapidamente, um leve potencial de bioacumulação em tecidos como rins, fígado, cérebro e tecido adiposo pode ser observado.
ToxicodinâmicaCletodim: não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade desta substância em humanos nem em outras espécies de mamíferos. Solvente nafta: Sistema nervoso central (SNC) - A exposição aguda a hidrocarbonetos aromáticos possibilita a absorção destes solventes para a corrente sanguínea e possibilita que atravessem a barreira hematoencefálica, podendo levar à depressão do SNC. Devido à característica lipofílica, dissolve a porção lipídica das membranas das células nervosas e interrompe a função das proteínas de membrana, seja por alterar a bicamada lipídica, seja por alterar a conformação proteica. Pulmões - A irritação pulmonar e pneumonite após inalação e exposição oral a hidrocarbonetos aromáticos pode envolver interação direta com as membranas das células nervosas, o que pode causar bronco-constrição e dissolução das membranas do parênquima pulmonar, resultando em uma exsudação hemorrágica de proteínas, células e fibrina nos alvéolos.
Sintomas e Sinais ClínicosNão são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos. Com base em estudos com animais de experimentação, o produto pode ser nocivo se ingerido. Em coelhos, foi considerado não irritante para a pele e para os olhos. A aplicação do produto na pele também não causou sensibilização dérmica em animais. Cletodim: não são conhecidos sintomas específicos em humanos. O contato com a substância pode causar sensibilização dérmica em indivíduos suscetíveis, com base em estudos em animais. A substância pode ser nociva se ingerida, de acordo com estudos em animais de experimentação. Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão e reações alérgicas em indivíduos suscetíveis. Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.

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Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Em estudos de toxicidade aguda em animais, a exposição causou sinais clínicos como salivação, diminuição da atividade motora, hiperreatividade, lacrimação e convulsões crônicas. Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos. Solvente nafta: pode causar irritação da pele, olhos e trato respiratório. A ingestão pode causar efeitos no sistema nervoso central e a aspiração aos pulmões pode resultar em pneumonite química. Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição respiratória: a inalação pode provocar irritação no trato respiratório superior com tosse, ardência do nariz boca e garganta e também pode causar a depressão do sistema nervoso central com sintomas como sedação, sonolência, tontura, perda de concentração, dores de cabeça, ataxia, convulsões e coma. Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição oral: a ingestão pode ocasionar irritação do trato gastrointestinal, manifestada por desconforto epigástrico, náusea, vômito e diarreia. A ingestão pode causar depressão do sistema nervoso central, com sintomas semelhantes aos descritos em “exposição respiratória”. A aspiração para os pulmões pode causar pneumonite química. Efeitos crônicos: O contato repetido com a pele pode causar irritação. Em ratos, a exposição repetida e prolongada pela via inalatória causou alterações na atividade motora e na acuidade visual.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
TratamentoCUIDADOS PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS SOCORROS: Evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessário ventilação pulmonar assistida. Medidas de Descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.

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Exposição oral: - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma espontânea em pacientes intoxicados. - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. - Lavagem gástrica é contraindicada devido ao risco de aspiração. - A administração de carvão ativado é contraindicada. Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Exposição Dérmica: Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição ocular: Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Contra - indicaçõesA indução do vômito e a realização de lavagem gástrica são contraindicadas em casos de intoxicação por hidrocarbonetos aromáticos devido ao aumento do risco de aspiração e consequente desenvolvimento de pneumonite química. A administração de carvão ativado é contraindicada em casos de intoxicação por hidrocarbonetos aromáticos, pois ele não adsorve hidrocarbonetos e aumenta a probabilidade de vômito e aspiração.
Efeitos das interações químicasNão disponível.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: 0800-110-8270 – Pró Química

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MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Efeitos Agudos: DL50 oral: > 2000 mg/kg peso corporal DL50 dérmica: > 2000 mg/kg peso corporal CL50 inalatória (4 horas): não determinada nas condições de teste Irritação dérmica: Irritante a pele de coelhos. Foi observado eritema persistente até 14 dias. Irritação ocular: O produto produziu efeitos irreversíveis de opacidade da córnea, conjuntivite e quemose nos olhos de coelhos. Sensibilização dérmica: Não sensibilizante. Mutagenicidade: Não mutagênico. Efeitos Crônicos: Cletodim: em estudos de toxicidade repetida em camundongos, ratos e cães pela via oral, os principais alvos da toxicidade do cletodim foram o fígado (aumento de peso e hipertrofia centrilobular) e as células sanguíneas (alterações indicativas de anemia). Com base nas alterações no fígado e nas células sanguíneas, foi estabelecido o NOAEL de 25 mg/kg/p.c./dia em estudo de 90 dias em ratos; NOAEL de 21 mg/kg/p.c./dia em estudo de 90 dias e de um ano em cães e NOAEL de 74 mg/kg/p.c./dia em estudo de 4 semanas em camundongos. O cletodim não apresentou potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo e também não demonstrou potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos pela via oral. Em estudos de toxicidade para a reprodução, em ratos, não foram observados efeitos sobre a fertilidade ou sobre o desempenho reprodutivo. O cletodim também não apresentou potencial teratogênico em ratos e coelhos. Solvente nafta: Em estudos conduzidos em animais de experimentação, após exposição inalatória repetida à nafta leve, foram observados aumento do tamanho do fígado e dos rins em altas doses, porém, sem alterações histopatológicas. Em estudos subcrônicos (90 dias) com exposição pela via inalatória aos isômeros do trimetilbenzeno, que constituem a nafta, demonstrou-se irritação das vias respiratórias em ratos, sem efeitos sistêmicos. Em estudo neurocomportamental, conduzido em ratos com solvente nafta de petróleo aromático pesado, pela via inalatória, foram observados efeitos leves e reversíveis no sistema nervoso central (SNC), evidenciados pela alteração na atividade motora e acuidade visual na concentração de 2000 mg/m³. Já no estudo de irritação respiratória em camundongos, os efeitos de irritação e redução da frequência respiratória foram observados na concentração de 20,3 mg/m³. O potencial carcinogênico de solventes contendo a nafta foi investigado em estudos de exposição inalatória de 2 anos, e foram observados aumento na incidência de tumores renais em ratos machos e aumento na incidência de tumores hepáticos em camundongos fêmeas. Os tumores foram considerados sexo e espécie específicos e não foram considerados relevantes para os seres humanos. Em estudos de toxicidade para a reprodução conduzidos em ratos, não foram observados efeitos adversos sobre os parâmetros reprodutivos. Em estudos de toxicidade ao desenvolvimento, pela via inalatória, não foram observados efeitos teratogênicos. Foram observados potenciais efeitos adversos (redução do peso fetal e de ganho de peso), mas somente em doses associadas à toxicidade materna (LOAEC 495 ppm). Rua Barão do Triunfo, nº 612, Conj. 1705 – Condomínio Belo Tower, Brooklin – São Paulo/SP

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). (x) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. • Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamento. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamento de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO

E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto na sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa Brilliance Produtos Agrícolas Ltda. Telefone de emergência 0800 110 8270 – Pró-Química. • Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir - Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado Rua Barão do Triunfo, nº 612, Conj. 1705 – Condomínio Belo Tower, Brooklin – São Paulo/SP

não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. - Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. - Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Rua Barão do Triunfo, nº 612, Conj. 1705 – Condomínio Belo Tower, Brooklin – São Paulo/SP

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Rua Barão do Triunfo, nº 612, Conj. 1705 – Condomínio Belo Tower, Brooklin – São Paulo/SP

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio desta embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. Rua Barão do Triunfo, nº 612, Conj. 1705 – Condomínio Belo Tower, Brooklin – São Paulo/SP

• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Rua Barão do Triunfo, nº 612, Conj. 1705 – Condomínio Belo Tower, Brooklin – São Paulo/SP

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Cletodim 360 EC Brilliance registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 15725 · documento de 18/11/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Cletodim 360 EC Brilliance?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Cletodim 360 EC Brilliance e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Cletodim 360 EC Brilliance é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 15725, documento de 18/11/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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