CIGARAL 600 FS Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 23725
COMPOSIÇÃO
1-(6-chloro-3-pyridylmethyl)-N-nitroimidazolidin-2-ylideneamine (IMIDACLOPRIDO).................................................................................600 g/litro (60,0% m/v) 1,2-Benzisotiazolin-3-ona ...................................................................... 2,00 g/litro (0,15% m/v) Outros ingredientes ............................................................................... 693 g/litro (69,35% m/v) CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida cupinicida sistêmico do grupo neonicotinoide TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS) TITULAR DO REGISTRO (*): ANASAC Brasil Comércio e Locação de Máquinas Ltda. Rua João Adolfo, 118 – conj. 1003 – sala 2, São Paulo/SP – CEP 01050-020 Tel. (11) 2065-7766 - CNPJ: 12.886.775/0001-95 Registrada da Secretaria de Agricultura de São Paulo sob nº 1095 IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO (*) FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Cigaral Técnico – Registro MAPA n° 019807 Hisun Chemical Company Nr 46 Waisha Road – Jiaijiang District – Taizhou – Zhejiang - China FORMULADORES: ANASAC CHILE S.A Noviciato Norte – Lote 73-B – Comuna Lampa – Santiago – Chile GLEBA S.A Avenida 520 y Ruta Provincial 36 nr. 9497 – Melchior Romero – Argentina ZHEJIANG Longyou East Anasac CropScience Co., Ltd. Town South, Donghua District – Longyou County Quzhou - Zhejiang Iharabras S.A. Índústrias Químicas Avenida Liberdade, 1701 CEP: 18001-970 – Sorocaba, SP CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Cadastro Estadual: CFICS/CDA/SAA/ SP nº 008 Servatis S.A. Rodovia Presidente Dutra km 300,5 - Parque Embaixador CEP: 27537-000 – Resende, RJ CNPJ: 06.697.008/0001-35 Cadastro Estadual DAS/CDSV n° 15
Sipcam Nichino Brasil S.A. Rua Igarapava, 599 – Distrito Industrial III CEP: 38044-755 - Uberaba – MG CNPJ: 23.361.306/0001-79 Cadastro Estadual: IMA-MG 701-332/2011 Indústrias Químicas Lorena Ltda Rua 01 Esquina com a Rua 06 - Loteamento Industrial Nova Roseira Roseira - -SP - 12580-000 CNPJ: 48.284.749/0001-34 Cadastro Estadual n° 266 Ouro Fino Química Ltda. Av. Filomena Cartafina, 22.335 – Quadra 14 – Lote 5 – Distrito Industrial CEP: 38044-750 – Uberaba – MG CNPJ: 09.100.671/0001-07 Cadastro Estadual: IMA-MG 701-4896/2012 MANIPULADOR: Bio Controle Métodos de Controle de Pragas Ltda. - Rua Ema Gazzi Magnusson, 405 - Distrito Industrial Vitória Martini CEP: 13347-630 - lndaiatuba/SP CNPJ: 01.841.604/0001-23 Cadastro Estadual: nº 298 – CDA/SP IMPORTADOR FMC Química do Brasil Ltda. Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150 - 1º andar - Jd. Madalena ▪ 13091-611 - Campinas, SP CNPJ: 04.136.367/0001-98 - Cadastro Estadual: CDA/SP nº 423 FMC Química do Brasil Ltda. Via de Acesso à Rod. Anhanguera, Esq. c/ a Avenida A, 999-A, Dist. IndustrialIgarapava/ SP Cep:14540-000 - CNPJ: 04.136.367/0003-50 - Cadastro Estadual: CDA/SP n° 955 FMC Química do Brasil Ltda. Av. Antonio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III, Uberaba/MG Cep: 38001-970 CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Cadastro Estadual: IMA nº 701-275/2006 GOWAN PRODUTOS AGRICOLAS LTDA Av. Mackenzie, 1835, Sala 51 52 53 54 61 E 62, Vila Brandina, Campinas/SP Cep: 13.092-523 - CNPJ: 67.148.692/0001-90 - Cadastro Estadual: CDA/SP nº 234 GOWAN PRODUTOS AGRICOLAS LTDA Rod. Pres. Castelo Branco, 11.100, Km 30,5, Mod. 4 Sala 03, Jd. Maria Cristina, Barueri/SP Cep: 06421-400 - CNPJ: 67.148.692/0002-71 - Cadastro Estadual: CDA/SP nº 935
| N° do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: III - PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
INSTRUÇÕES DE USO
CIGARAL 600 FS é um inseticida cupinicida sistêmico, com ação de contato e ingestão.
| Cultura | Pragas Controladas | Doses/100 kg sementes | |
|---|---|---|---|
| Produto comercial | Ingrediente ativo | ||
| Algodão | Tripes Frankliniella schultzei | 450 ml | 270 g i.a. |
| Pulgão-do-algodoeiro Aphis gossypii | |||
| Algodão (cultivar CNPA/ITA-90) | Pulgão-do-algodoeiro Aphis gossypii | 600 ml | 360 g i.a. |
| Tripes Frankliniella schultzei | |||
| Cupim Syntermes molestus | |||
| Amendoim | Tripes-do-bronzeamento Enneothrips flavens | 100 ml | 60 g i.a. |
| Arroz | Cupim-de-montículo Syntermes molestus Procornitermes triacifer | 250 ml | 150 g i.a. |
| Bicheira-da-raiz-do-arroz Oryzophagus oryzae | 350 ml | 210 g i.a. | |
| Aveia | Pulgão-verde Rhopalosiphum graminum | 60 ml | 36 g i.a. |
| Pulgão-da-folha Metopolophium dirhodum |
| Pão-de-galinha Diloboderus abderus | 100 ml | 60 g i.a. | |
|---|---|---|---|
| Cevada | Pulgão-verde Rhopalosiphum graminum | 60 ml | 36 g i.a. |
| Pulgão-da-folha Metopolophium dirhodum | |||
| Pão-de-galinha Diloboderus abderus | 100 ml | 60 g i.a. |
| Cultura | Pragas Controladas | Doses/100 kg sementes | |
|---|---|---|---|
| Produto comercial | Ingrediente ativo | ||
| Feijão | Mosca-branca Bemisia tabaci Bemisia tabaci raça B | 250 ml | 150 g i.a. |
| Cigarrinha Empoasca kraemeri | |||
| Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | |||
| Tripes-do-fumo Thrips tabaci | |||
| Pulgão-do-feijoeiro Aphis craccivora | |||
| Milho(**) | Cupim Syntermes molestus | 400 ml | 240 g i.a. |
| Cupim Procornitermes triacifer | 250 ml | 150 g i.a. | |
| Percevejo-barriga-verde Dichelops furcatus | 350 ml | 210 g i.a. | |
| Pulgão-do-milho Rhopalosiphum maidis | 400 ml | 240 g i.a. | |
| Cigarrinha-das-pastagens Deois flavopicta | 600 ml | 360 g i.a. | |
| Cigarrinha-do-milho Dalbulus maidis | 800 ml | 480 g i.a. | |
| Tripes Frankliniella williamsi | 800 ml | 480 g i.a. | |
| Soja | Coró-da-soja (*) Phyllophaga cuyabana | 100 – 200 ml | 60 – 120 g i.a. |
| Trigo | Pulgão-verde-dos-cereais Rhopalosiphum graminum | 60 ml | 36 g i.a. |
| Pão-de-galinha Diloboderus abderus | 100 ml | 60 g i.a. |
(*) A dose maior deve ser utilizada após avaliação prévia e quando constatadas altas infestações da praga na área. (**) 20 kg de semente de milho equivalem em média ao plantio de 1 hectare
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Uso exclusivo para tratamento de sementes. Realizar no máximo 1 aplicação.
MODO DE APLICAÇÃO
O tratamento de sementes pode ser efetuado em tambores rotativos ou em máquinas específicas. O tratamento é feito via úmida, diluindo-se a dose recomendada do inseticida em um volume que não exceda 500 ml de água por 100 kg de sementes. No caso particular dos tambores rotativos, misturar durante 3 minutos, para que ocorra uma perfeita uniformização do inseticida sobre a superfície das sementes. As sementes tratadas deverão ser semeadas em solo úmido que garanta germinação e emergência uniforme. Obedecer às recomendações oficiais de profundidade de semeadura. PREPARO DA CALDA: Colocar a quantidade de produto desejada em um recipiente próprio para o preparo da calda. Acrescentar parte da água desejada gradativamente, misturando e formando uma calda homogênea. Completar com a quantidade de água restante até atingir o volume de calda desejado. Importante: Manter a calda em agitação permanente para evitar decantação. EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: utilizar equipamentos específicos que propiciem uma distribuição uniforme da dose desejada sobre as sementes. Operação de tratamento de sementes industrial: • Com equipamentos de tratamento de batelada ou lotes: 1. Colocar um peso ou quantidade de sementes conhecido. 2. Adicionar o volume de calda desejada para este peso ou quantidade de sementes. 3. Proceder a operação do equipamento agitando as sementes de forma a obter uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes durante um tempo de 1 a 2 minutos por batelada. • Com equipamento de tratamento com fluxo contínuo de sementes: 1. Aferir o fluxo de sementes (peso) em um determinado período de tempo. 2. Regular o volume de calda desejado para este peso de sementes no mesmo período de tempo. 3. Importante: Aferir periodicamente o fluxo de sementes e de calda com a finalidade de evitar erros de aplicação. O tratamento deverá ser efetuado em local arejado e específico para esse fim. A utilização de meios de tratamento de sementes que possuam uma distribuição desuniforme do produto pode resultar em níveis de controle indesejados ou falhas de controle de pragas. As sementes tratadas deverão ser semeadas em solo úmido que garanta germinação e emergência uniforme. Obedecer às recomendações oficiais de profundidade de semeadura para cada cultivo. Aferir periodicamente o fluxo de sementes e de calda a fim de evitar erros na aplicação. Nunca tratar as sementes diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes das máquinas semeadoras.
- MITIGAÇÕES PARA TRATAMENTO DE SEMENTE: • Fazer a limpeza das sementes retirando todas as impurezas (poeira, restos da colheita, etc.) antes de iniciar o tratamento; • Utilização de substâncias redutoras de poeira, polímeros (film coatings) e/ou outros produtos que auxiliem na fixação do agrotóxico na semente, como pós de secagem, processos de peletização e/ou similares; e • Uso de defletores nas semeadoras com sistema a vácuo; • Utilizar somente sementes de boa qualidade (alto poder germinativo e bom vigor). Dê preferência ao uso de sementes certificadas.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Não determinado devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Como o produto é destinado ao tratamento de sementes, não há restrições quanto à reentrada de pessoas em lavouras oriundas de sementes tratadas.
LIMITAÇÕES DE USO
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e na bula. O tratamento deverá ser efetuado em local arejado e específico para esse fim. Utilizar somente sementes limpas (livres de poeira e impurezas) e de boa qualidade (alto poder germinativo em vigor). Sementes tratadas não podem ser utilizadas para alimentação humana e animal. Não deixar sementes tratadas expostas sobre o solo. Na operação de semeadura mecanizada com sementes tratadas, estas apresentam uma redução no fluxo, comparativamente a sementes não tratadas. Para evitar utilizar uma quantidade menor de sementes deve-se regular a semeadora com as sementes já tratadas. As semeadoras e seus kits de distribuição de sementes devem ser limpos diariamente para evitar o acúmulo de resíduos nas paredes e engrenagens das mesmas. Seguindo as instruções de uso e doses recomendadas, CIGARAL 600 FS não apresenta qualquer efeito fitotóxico nas culturas. A semeadura sobre palhadas de gramíneas hospedeiras de diversas espécies de pragas e pode expor o novo cultivo a uma pressão inicial maior destas pragas e somente o controle com o tratamento de sementes pode não ser suficiente. Para um manejo correto nestas condições, recomenda-se fazer um levantamento da presença de lagartas na palhada e, caso observada a sua ocorrência, dar um intervalo de 3 semanas entre a dessecação e a semeadura. A falta de umidade, após a germinação diminui a absorção e translocação de produtos sistêmicos via semente, podendo resultar em menor eficácia no controle. Recomenda-se uma complementação com pulverização de produtos indicados nesta modalidade, nas primeiras semanas após a emergência. O tratamento deverá ser efetuado em local arejado e específico para esse fim. Utilizar somente sementes limpas (livres de poeira e impurezas) e de boa qualidade (alto poder germinativo e bom vigor). Não tratar as sementes diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes das máquinas semeadoras. Após o tratamento, as sementes devem ser mantidas à sombra. Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir
em outros países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto. Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula. É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. FITOTOXICIDADE: Quando este produto for utilizado nas doses e modo de aplicação recomendados, não causará danos às culturas indicadas, não apresentando efeitos fitotóxicos. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Podemos prolongar a vida útil dos inseticidas, implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI): a) Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga. b) Utilizar somente as doses recomendadas na bula. c) Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o manejo de resistência de inseticidas (MRI). Para informações adicionais sobre resistência de insetos, modos de ação e monitoramento de resistência, visite o site do IRAC (Insecticide Resistance Action Committee), http://www.irac-online.org. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado. A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida CIGARAL 600 FS pertence ao grupo 4A (Moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina – Neonicotinoides) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do CIGARAL 600 FS como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; • Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, touca árabe, máscara com filtro, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. PRECAUÇÕES PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES: - Evite ao máximo possível o contato com as sementes tratadas; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiverem sendo tratadas as sementes, ou após a aplicação; - Utilize adequadamente todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados nas atividades que envolvam o tratamento das sementes; - Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, touca árabe, máscara com filtro, óculo de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas; - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha - Não reutilizar a embalagem vazia. - Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele ATENÇÃO Pode ser nocivo se inalado Pode provocar reações alérgicas na pele
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado, leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deverá se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR CIGARAL 600 FS - INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Imidacloprido – neonicotinoide. 1,2-Benzisotiazolin-3-ona: Isotiazolina | |
|---|---|
| Grupo químico | |
| Classe | Categoria 4 – Produto pouco tóxico |
| toxicológica | |
| Imidacloprido - Oral, inalatória e dérmica. 1,2-Benzisotiazolin-3-ona - Dérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados | |
| Vias de exposição | |
| Imidacloprido - Estudos de biocinética em ratos mostraram que o imidacloprido é rapidamente e quase completamente absorvido pelo lúmen intestinal. Da mesma forma a eliminação é rápida e completa. Não há indícios de potencial bioacumulação do composto parental, bem como de seus metabólitos. Os processos de absorção e excreção são independentes da via de exposição. Observa-se, como média, 75% da excreção via urina e o restante via fezes pela bile excretada. O pico de concentração plasmática é atingido entre 1 e 2 horas após a administração e o produto se distribui rapidamente do espaço intravascular para os órgãos e tecidos periféricos do corpo. Após 48 horas da aplicação, a presença do imidacloprido nos tecidos é bastante pequena. A transposição da barreira hematoencefálica é bastante limitada. A taxa de metabolização do imidacloprido em ratos é alta e mais pronunciada em machos que fêmeas. Somente entre 10 a 16% do composto parental é encontrada na excreta. O principal metabólito renal excretado é o ácido 6-cloronicotínico e seu produto glicina conjugado, bem como os dois correspondentes de biotransformação com anel imidazolidina. As duas maiores rotas de metabolismo responsáveis pela degradação do imidacloprido são: 1) clivagem oxidativa gerando nitroiminoimidazolina e ácido cloronicotínico que sofre conjugação com glicina. Estes metabólitos são encontrados somente na urina e excretados rapidamente. Eles constituem a maior parte dos metabólitos identificados e representam cerca de 30% destes; 2) hidroxilação do anel imidazolina entre as posições 4 e 5. Cerca de 16% dos metabólitos recuperados identificados foram a soma de 4- e 5-hidroxil-imidacloprido. 1,2-Benzisotiazolin-3-ona: É absorvida por via dérmica e via oral. Em estudo de absorção dérmica conduzido em ratos, 40,6% da dose foi absorvida no período de 72 horas após a aplicação. Não são conhecidos os perfis de distribuição, metabolismo ou excreção desta substância. | |
| Toxicocinética |
| Estudos de simulação computacional indicam que as potenciais vias de biotransformação da 1,2-benzo-isotiazolinona incluem a hidroxilação de benzenos fundidos, a sulfonação dos álcoois aromáticos, a conjugação com a glutationa, a hidrólise da amida e a glucuronidação de álcoois aromáticos. | |||
|---|---|---|---|
| Imidacloprido: o mecanismo de toxicidade do imidacloprido, tanto em insetos quanto em mamíferos, se dá pela atuação desta substância sobre os receptores nicotínicos da acetilcolina (nAChRs), mimetizando a ação da acetilcolina. No entanto, os inseticidas da classe dos neonicotinoides possuem uma afinidade maior pelos receptores nicotínicos de acetilcolina dos insetos do que pelos dos mamíferos devido às diferenças nas propriedades de ligação dos receptores dos vertebrados assim como pela baixa penetração desses inseticidas na barreira hematoencefálica. A toxicidade ocorre através da ativação prolongada, de forma anormal, dos receptores de acetilcolina causando hiperexcitabilidade do sistema nervoso central devido à transmissão contínua e descontrolada de impulsos nervosos. 1,2-Benzisotiazolin-3-ona: Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade desta substância em humanos nem em outras espécies de mamíferos | |||
| Toxicodinâmica | |||
| Imidacloprido: A exposição ao imidacloprido pode causar irritação dérmica e ocular, fadiga, agitação, espasmos, fraqueza muscular e dificuldade respiratória. A ingestão de formulações de inseticidas neonicotinoides pode resultar em sintomas clínicos relacionados aos surfactantes, solventes ou outros ingredientes, sendo que alguns podem ser corrosivos. Os sintomas devem ser tratados. A ingestão pode causar tontura, sonolência, tremores e movimentos descoordenados. Sintomas após exposição aguda ao produto formulado (imidacloprido e outros ingredientes) incluíram: falta de coordenação, tremores, diarreia e perda de peso. Estudos crônicos com ratos mostraram que a tireoide é especialmente sensível ao imidacloprido. Existe a possibilidade de efeitos anticolinérgicos em humanos. Em experimentos com animais, nos tratamentos em alta dose, foram observados distúrbios de respiração e na movimentação, tremores, hipotermia e reflexos pupilares impareados. Os sintomas são similares à intoxicação por nicotina. Esses inseticidas parecem ser menos tóxicos quando absorvidos por via dérmica ou inalatória, do que quando absorvidos por via oral. 1,2-Benzisotiazolin-3-ona: Apresenta propriedades irritativas e sensibilizantes para a pele. Em indivíduos susceptíveis, a substância pode causar dermatite alérgica de contato. Em contato com os olhos, a substância pode causar lesões graves. Em estudos em animais, a substância foi nociva pela via oral. Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão, além de dermatite alérgica em indivíduos susceptíveis. Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação grave, com ardência, vermelhidão e conjuntivite. Nos casos mais graves, pode ocorrer lesão ocular irreversível. Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Efeitos crônicos: em estudos de toxicidade crônica em ratos, pela via oral, foram observadas lesões histopatológicas reversíveis na parte aglandular do | |||
| Sintomas e sinais | |||
| clínicos |
| estômago dos animais. Concluiu-se que os efeitos adversos da exposição crônica foram provavelmente devidos às propriedades irritantes da 1,2-benzo-isotiazolinona. | |
|---|---|
| O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. | |
| Diagnóstico | |
| ▪ Não há antídoto específico. O tratamento deve ser sintomático e de suporte. ▪ Remova o paciente da fonte de exposição. Lave a área do corpo atingida pelo produto com grandes quantidades de água e sabão. ▪ Lave os olhos com grande quantidade de água durante 15 minutos; se necessário, utilize colírio anestésico após a lavagem. ▪ Pacientes com intoxicação via oral devem ser observados cuidadosamente quanto ao possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou trato gastrointestinal. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimaduras no esôfago, considerar a endoscopia para determinar a extensão do dano. ▪ Lavagem gástrica deve ser considerada em ingestões significativas (grandes volumes) e no período máximo de 2 horas. Administre carvão ativado (240 ml de água/30 g de carvão ativado ). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano de idade. ▪ Reidrate o paciente que estiver perdendo fluidos por meio de vômito e diarreia. | |
| Tratamento | |
| Contra- | A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. |
| indicações | |
| Efeitos sinérgicos | Não conhecidos ou não existentes. |
| Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS | |
| ATENÇÃO | |
| Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) | |
| Telefone de Emergência da empresa: 11 2065-7766 |
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica do quadro anterior. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - produto formulado): DL50 via oral - ratos: > 300 – 2000 mg/kg p.c DL50 via dérmica - ratos: > 2.000 mg/kg massa corporal CL 50 via inalatória – 4 h - ratos: Não determinada (estimada >2,576 mg/litro ar) Irritação dérmica - coelhos: não irritante Irritação ocular - coelhos: o produto aplicado nos olhos dos animais, causou hiperemia na conjuntiva e secreção em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal em até 24 horas após o tratamento Sensibilização dérmica - cobaias: o produto foi classificado como sensiblizante em decorrencia da presença de componente relevante - 1,2-Benzisotiazolin-3-ona (CAS 2634-335).
Mutagenicidade: Não mutagênico. Efeitos crônicos: Imidacloprido: Nos estudos realizados com ratos em laboratório, durante 2 anos, observou-se na dose máxima testada (900 ppm) um retardamento no ganho de massa corporal dos animais. O estudo também mostrou que, com relação à observação de partículas mineralizadas no colóide de folículos da tireóide, os ratos machos se mostraram mais sensíveis que as fêmeas. Com relação aos demais parâmetros requeridos neste tipo de estudo, não foram observados efeitos significativos ou anormalidades. As doses sem efeito foram, respectivamente, 300 ppm para animais fêmeas e 100 ppm para animais machos. 1,2-Benzisotiazolin-3-ona: Em estudos de toxicidade repetida em ratos, a administração oral de 1,2-benzisotiazolin3-ona causou lesões histopatológicas como hiperqueratose, hiperplasia epitelial e ulceração na parte aglandular do estômago. Tais efeitos foram reversíveis e atribuídos às propriedades irritantes da substância. Em estudo de toxicidade de 90 dias, em ratos pela via oral, o NOAEL para toxicidade sistêmica foi estabelecido em 25,26 mg/kg p.c./dia. Não é esperado que a 1,2-benzisotiazolin-3-ona apresente potencial carcinogênico com base nos resultados negativos de estudos de genotoxicidade conduzidos in vitro e in vivo, assim como em estudos preditivos de modelagem computacional. Em estudos de toxicidade para a reprodução em ratos, não foram observados efeitos sobre os parâmetros reprodutivos nem efeitos teratogênicos. EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS: Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos. SINTOMAS DE ALARME: Efeitos no sistema nervoso central como desorientação, confusão, agitação, dores de cabeça, tonturas, fraqueza, tremores e, em alguns casos, perda da consciência.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO-AMBIENTE: - Este produto é: ❑ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ❑ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ❑ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) ❑ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas; Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. 1.1. INSTRUÇÕES DE MITIGAÇÃO PARA: -Polinizadores Este produto é toxico para abelhas. A pulverização não dirigida em área total não é permitida. Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades cabíveis e sem prejuízo de outras responsabilidades. Não é autorizado o uso combinado de imidacloprido em mais de um modo de aplicação no mesmo ciclo de cultivo, quando esses eventos ocorrerem antes da floração da cultura. Fazer a limpeza das sementes retirando todas as impurezas (poeira, restos da colheita, etc.) antes de iniciar o tratamento; Utilizar substâncias redutoras de poeira, polímeros (film coatings) e/ou outros produtos que auxiliem na fixação do agrotóxico na semente, como pós de secagem, processos de peletização e/ou similares; Usar defletores nas semeadoras com sistema a vácuo. 2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. Observe as disposições constantes das legislações estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ANASAC BRASIL COMÉRCIO E LOCAÇÃO DE MÁQUINAS LTDA. Telefone para emergência: 0800 110 8270 (Pró-química). Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtro). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem e areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para, sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deve ser adquirido nos Canais de distribuição. EMBALAGEM SACARIAS (UTILIZADAS PARA ACONDICIONAR SEMENTES TRATADAS COM CIGARAL 600 FS) AS EMBALAGENS – SACARIAS - NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS. AS EMBALAGENS – SACARIAS - NÃO PODEM SER LAVADAS. ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS O armazenamento das embalagens – SACARIASvazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio das SACARIAS. As embalagens – SACARIAS - vazias devem ser armazenadas separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS – SACARIAS - VAZIAS Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico CIGARAL 600 FS ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas. Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico, devem descrever nas sacarias que as sementes foram tratadas com o agrotóxico CIGARAL 600 FS e informar que as mesmas devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA) -ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.