Bula oficial · registro MAPA nº 11624

Bula do Chust 250 CS

Bula completa do Chust 250 CS (registro MAPA nº 11624), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: lambda-cialotrina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 20 páginas no PDF.

Página 1 de 20 CHUST 250 CS Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 11624

COMPOSIÇÃO

Reaction product comprising equal quantities of (R) -α-cyano-3-phenoxybenzyl (1S,3S) -3-[(Z) -2chloro-3,3,3-trifluoropropenyl] -2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate and (S) -α-cyano-3phenoxybenzyl (1R,3R) -3-[(Z) -2-chloro-3,3,3-trifluoropropenyl] -2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate (LAMBDA-CIALOTRINA) ................................................................................. 250,0 g/L (25,00% m/v) Solvent Naphta (petroleum), heavy arom. (NAFTA DE PETRÓLEO).............. 200,0 g/L (20,00% m/v) 1,1'-Methylenebis (METILENO DIFENIL DIISOCIANATO) ................................. 20,0 g/L (2,00% m/v) Outros ingredientes ...................................................................................... 610,0 g/L (61,00% m/v)

GRUPO 3A INSETICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida de contato e ingestão GRUPO QUÍMICO: Piretroide. TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão de cápsulas (CS) TITULAR DO REGISTRO: (*) CROPCHEM LTDA. – Avenida Cristóvão Colombo, 2834, Conjuntos 803/804, Porto Alegre, RS, CEP 90550-054 – Fone: (51) 3342-1300 Fax: (51) 3343-5295 – CNPJ: 03.625.679/0001-00 - Número de registro do estabelecimento no Estado: 1190/00 – SEAPA/RS (*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO) PRODUTO TÉCNICO: LAMBDA-CIALOTRINA TÉCNICO BR-CROPCHEM – Registro MAPA nº TC27422 ADAMA HUIFENG (JIANGSU) LTD. – Weier Road, South Area of Ocean Economic Development Zone Dafeng, Jiangsu 224115. BHARAT RASAYAN LIMITED – 2 km Stone, Madina-Mokhra Road, Village Mokhra 124022 Tehsil Meham, Rohtak District, Haryana – Índia. LAMBDA-CIALOTRINA TÉCNICO MEGA – Registro MAPA nº TC18422 MEGHMANI ORGANICS LIMITED – Plot No. 5001/B, 5027 to 5034, 5037, 4707/B & 4707/P393002 – Dist. Bharuch, Ankleshwar, Gujarat – Índia. FORMULADOR: - ADAMA HUIFENG (JIANGSU) LTD. – Weier Road, South Area of Ocean Economic Development Zone, Dafeng, Jiangsu, 224145 – China. - AGROMOL BIOTECH CO., LTD. – East side, middle section of Binhe Road, Shanxian County Chemical Industry Park, Xieji Town, Shanxian County, Heze City, Shandong Province, China. - BHARAT RASAYAN LIMITED – 2Km Stone, Madina-Mokhra Road, Village Mokhra, Distt. Rohtak, Haryana – Índia. - GSP CROP SCIENCE LIMITED – Plot Nº 551, Phase-II, G.I.D.C. Estate, Khthwada, Ahmedabad, 382 430 – Gujarat – Índia. - HERANBA INDUSTRIES LIMITED. – Plot No. 2817/1/2, Chemical Zone, GIDC, Sarigam, Ta: Umbergaon, Dist.: - Valsad-396155, Gujarta, Índia. - JIANGSU CORECHEM CO., LTD. – 18, Shilian Avenue, 223000, Huaian City, Jiangsu – China. - LAOTING YOLOO BIO-TECHNOLOGY CO., LTD. – N° A-3 Tianjin Road, Laoting Economic Development Zone, Hebei, 224145 – China. - M/S HEMANI INDUSTRIES LTD., - Unit II No. 3207/A&B, 3208/1&2, 3202/A/1, GIDC Industrial Estate, Ankleshwar, District, Bharuch, Gujarat 393 002, Índia. - MIUCHEM COMPANY LIMITED – Nº 1888, Younai Road, Weifang Economic Development Zone, Weifang, Shandong, China. - NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD. – BeiHai Road, n° 1165, Ningbo Chemical Industry zone, Xiepu Town, Zhebhau Dustruct, Ningbo, Zhejiang Province, 315040 – China. - NORTOX S.A. - Rodovia Melo Peixoto, BRS 369, km 197, Aricanduva, Arapongas/PR - CEP: 86.700970.

Página 2 de 20 - SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. – Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, China 262737. - SUZHOU GREENLANDS CHEMICAL CO., LTD. – East Renmin Road, Zhangjiagang, Jiangsu Province, China. - TRUST CROP PROTECTION TECHNOLOGY CO., LTD – No. 168, South Road Zhao Qiao He, Nanjing Chemical Industry Park, Nanjing, 210047, P.R.China. - WASION CROP SCIENCE AND TECHNOLOGY CO., LTD. – 1 Hedong Road, Xinshi Town, Deqing, Zhejiang – China. - WEIFANG MAOYUAN BIOTECHNOLOGY CO., LTD - No. 7666 Huanghe West Street, Dajiawa Subdistrict, Binhai Development District, Weifang City, Shandong Province, China. MANIPULADOR/FORMULADOR: NORTOX S.A. - Endereço: Rodovia Melo Peixoto (BR 369), km 197, Arapongas – PR – CEP 86700970 - CNPJ: 75.263.400/0001-99 – registro no órgão estadual: 000466 – SEAB/PR.

No do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: AGITE ANTES DE USAR. CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Classe II – Produto Muito

Perigoso ao Meio Ambiente

Página 3 de 20

INSTRUÇÕES DE USO

CHUST 250 CS é um inseticida para as culturas de Abacate, Abacaxi, Abóbora, Abobrinha, Alho, Amendoim, Atemóia, Algodão, Aveia, Batata, Batata-doce, Batata-yacon, Berinjela, Beterraba, Cacau Café, Canola, Cará, Cebola, Centeio, Cevada, Chuchu, Citros, Cupuaçu, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Gengibre, Gergelim, Girassol, Grão-de-bico, Guaraná, Inhame, Jiló, Kiwi, Lentilha, Linhaça, Mamão, Mandioca, Mandioquinha-salsa, Manga, Maracujá, Maxixe, Melancia, Melão, Milho, Nabo, Pepino, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Rabanete, Romã, Soja, Tomate, Trigo e Triticale do grupo químico dos piretróides de terceira geração encapsulado em uma membrana especial e disperso em uma suspensão aquosa. Para um bom controle dos insetos infestantes, seguir as indicações do quadro abaixo: Culturas, Pragas, Doses, Volume de Calda, Número, Intervalo e Época de aplicações:

CulturasAlvosDoseNúmero, Intervalo, Época de aplicações e volume de calda.
AbacateLagarta-das-folhas (Papilio scamander)3 a 4 mL/ 100 L águaIniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 1000 a 2000 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
AbacaxiLagarta-das-folhas (Monodes agrotina)3 a 4 mL/ 100 L águaIniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 1000 a 2000 L/ha
AbóboraBroca-das- curcubitáceas (Diaphania nitidalis)5 a 10 mL/ 100 L águaAplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L de água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 400 a 800 L/ha
Abobrinha
AlhoTripes (Thrips tabaci)20 mL/haIniciar as aplicações no aparecimento da praga. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 100 a 400 L/ha
AtemoiaPercevejo (Leptoglossus gonara)3 a 4 ml/ 100 L águaIniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 1000 a 2000 L/ha
AlgodãoCuruquerê-do- algodoeiro (Alabama argillacea)20 a 30 mL/haAplicar o produto quando forem constatadas 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha. n° máximo aplicações – 4 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 40 a 300 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
Bicudo (Anthonomus grandis)60 mL/haIniciar as aplicações quando o nível de botões florais atacados atingir no máximo 5% e repetir as aplicações a cada 7 dias ou toda vez que o ataque atingir o limite de 5% de botões danificados, respeitando o mínimo de 7 dias entre uma aplicação e outra. n° máximo aplicações – 4 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 40 a 300 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens)80 mL/haIniciar as aplicações do produto quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% dos ponteiros estiverem ameaçados. n° máximo aplicações – 3 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 150 L/ha Aéreo: 20 L/ha

Página 4 de 20

CulturasAlvosDoseNúmero, Intervalo, Época de aplicações e volume de calda.
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella)50 mL/haIniciar o controle antes dos 80 dias caso se verifique o nível máximo de 20 % de flores com lagartas ou 5 % de maçãs atacadas. n° máximo aplicações – 3 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 150 L/ha Aéreo: 20 L/ha
AmendoimLagarta-do-pescoço- vermelho (Stegasta bosquella)80 mL/haIniciar as aplicações quando for constatada a infestação da praga. Reaplicar se necessário. n° máximo aplicações – 3 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 100 a 300 L/ha Aéreo: 20 a 50 L/ha
AveiaLagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax)20 a 25 mL/haIniciar as aplicações quando for constatada a presença de 10 lagartas maiores que 2 cm/m2 pós perfilhamento. Antes do perfilhamento mais que 5 lagartas maiores que 2cm/m2. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 200 a 300 L/ha Aéreo: 20 a 50 L/ha
BatataVaquinha-verde- amarela (diabrotica speciosa)60 a 80 ml/haIniciar as aplicações quando for constatada a infestação da praga. Utilizar a maior dose em altas infestações da praga n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 300 a 600 L/ha Aéreo: 20 a 50 L/ha
Mosca-minadora (Lyriomysa huidobrensis)20 mL/haAs pulverizações devem ser realizadas visando a redução da população de insetos adultos. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 100 a 400 L/ha
Batata-doceVaquinha (Epicauta atomaria)20 mL/haIniciar as aplicações no aparecimento da praga. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 100 a 400 L/ha
Batata-yaconVaquinha (Diabrotica speciosa)
BerinjelaBroca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis)5 a 10 mL/ 100 L águaAplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/ 100 L de água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 400 a 800 L/ha
BeterrabaVaquinha (Diabrotica speciosa)20 mL/haIniciar as aplicações no aparecimento da praga. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 100 a 400 L/ha
CacauLagarta-do-compasso (Stenoma decora)3 a 4 ml/ 100 L águaIniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 1000 a 2000 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
CaféBicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella)15 a 20 mL/haPor se tratar de um inseticida protetor e de longa persistência, o produto deve ser aplicado no início da infestação. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 20 a 45 dias Terrestre: 400 a 600 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
CanolaVaquinha (Diabrotica speciosa)30 mL/haIniciar as aplicações no aparecimento da praga. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 14 dias Terrestre: 40 a 300 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
CaráLagarta-das-folhas (Pseudoplusia oo)20 mL/haIniciar as aplicações no aparecimento da praga. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias

Página 5 de 20

CulturasAlvosDoseNúmero, Intervalo, Época de aplicações e volume de calda.
Terrestre: 100 a 400 L/ha
CebolaTripes (Thrips tabaci)20 mL/haAplicar mediante ao monitoramento da praga. As pulverizações devem ter início a partir da constatação da praga na cultura. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 100 a 400 L/ha
CenteioLagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax)20 a 25 ml/haIniciar as aplicações quando for constatada a presença de 10 lagartas maiores que 2 cm/m2 pós perfilhamento. Antes do perfilhamento mais que 5 lagartas maiores que 2cm/m2. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – conforme infestação Terrestre: 100 a 300 L/ha Aéreo: 20 a 50 L/ha
Cevada
ChuchuBroca-das- curcubitáceas (Diaphania nitidalis)5 a 10 mL/100 L águaAplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 400 a 800 L/ha
CupuaçuLagarta-das-folhas (Macrosoma tipulata)3 a 4 mL/ 100 L águaIniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 1000 a 2000 L/ha
CitrosCigarrinha-do-cvc (Dilobopterus costalimai)40 a 80 mL/haAplicar quando a praga for detectada nas brotações. Usar volume da calda de 1000 a 2000 L/ha conforme o porte das plantas. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 1000 a 2000 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
Psilídeo (Diaphorina citri)3 a 4 mL/100LInspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento e pulverizar quando forem constatados os primeiros insetos (adultos ou ninfas). Reaplicar em caso de infestação. n° máximo aplicações – 6 Intervalo aplicações – 14 dias Terrestre: 2000 L/ha Aéreo: 20 L/ha
Bicho-furão (Ecditolopha aurantiana)3 a 4 mL/100 L águaFazer a aplicação ao entardecer antes da lagarta penetrar no fruto, logo no início do aparecimento de adultos, ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle (6 adultos/ armadilha). Usar a dose maior em infestações mais altas. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 2000 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
ErvilhaTripes (Thrips tabaci)30 mL/haIniciar as aplicações no aparecimento da praga. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 14 dias Terrestre: 40 a 300 L/ha
Feijão-caupiVaquinha (Diabrotica speciosa)30 mL/haIniciar as aplicações no aparecimento da praga. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 14 dias Terrestre: 40 a 300 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
FeijãoVaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa)60 a 80 ml/haRealizar as aplicações no início da infestação da praga quando for constatada a presença de no mínimo 10 insetos por metro linear da cultura. Utilizar a maior dose em altas infestações da praga. Reaplicar se necessário. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 10 dias Terrestre: 100 a 300 L/ha Aéreo: 20 a 50 L/ha

Página 6 de 20

CulturasAlvosDoseNúmero, Intervalo, Época de aplicações e volume de calda.
GengibreLagarta-rosca (Agrotis ipsilon)20 mL/haIniciar as aplicações no aparecimento da praga. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 100 a 400 L/ha
GergelimVaquinha (Diabrotica speciosa)30 mL/haIniciar as aplicações no aparecimento da praga. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 14 dias Terrestre: 40 a 300 L/ha
GirassolVaquinha (Diabrotica speciosa)30 mL/haIniciar as aplicações no aparecimento da praga. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 14 dias Terrestre: 40 a 300 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
Grão-de-bicoLagarta-das-vagens (Helicoverpa armigera)30 mL/haIniciar as aplicações no aparecimento da praga. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 14 dias Terrestre: 40 a 300 L/ha
GuaranáTripes (Liothrips adisi)3 a 4 mL/ 100 L águaIniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 1000 a 2000 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
InhameLagarta-desfolhadora (Spodoptera litura)20 mL/haIniciar as aplicações no aparecimento da praga. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 100 a 400 L/ha
JilóBroca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis)5 a 10 mL/ 100 L águaAplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 14 dias Terrestre: 400 a 800 L/ha
KiwiTraça-dos-frutos (Clarkeulia excerptana)3 a 4 ml/ 100 L águaIniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 1000 a 2000 L/ha
LentilhaVaquinha (Diabrotica speciosa)30 mL/haIniciar as aplicações no aparecimento da praga. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 14 dias Terrestre: 40 a 300 L/ha
LinhaçaLagarta-medideira (Rachiplusia nu)30 mL/haIniciar as aplicações no aparecimento da praga. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 14 dias Terrestre: 40 a 300 L/ha
MamãoLagarta (Protambulyx strigilis)3 a 4 ml/ 100 L águaIniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 1000 a 2000 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
MandiocaMandarová (Erinnyis ello)20 mL/haIniciar as aplicações no aparecimento da praga. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 100 a 400 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
Mandioquinha- salsaVaquinha (Diabrotica speciosa)Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 100 a 400 L/ha

Página 7 de 20

CulturasAlvosDoseNúmero, Intervalo, Época de aplicações e volume de calda.
MangaLagarta-do-fogo (Megalopyge lanata)3 a 4 ml/ 100 L águaIniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 1000 a 2000 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
MaracujáLagarta-desfolhadora (Dione juno juno)3 a 4 ml/ 100 L águaIniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 1000 a 2000 L/ha
MaxixeBroca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis)5 a 10 mL/ 100 L águaAplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 400 a 800 L/ha
MelanciaBroca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis)5 a 10 mL/ 100 L águaAplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. n° máximo aplicações – 4 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 400 a 800 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
Melão
MilhoLagarta-rosca Agrotis ipsilon100 mL/haPulverização foliar fazer a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sintomas de ataque, assegurando que o jato de pulverização atinja o colo das plantas. Reaplicar se necessário. Usar a dose maior em caso de alta pressão da praga. n° máximo aplicações – 3 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 200 L/ha Aéreo: 20 L/ha
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda)30mL/haIniciar as aplicações nos primeiros sintomas (folhas raspadas). Geralmente com 3 a 5 folhas definitivas do milho. n° máximo aplicações – 4 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 250 a 300 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
NaboLagarta-medideira (Trichoplusia ni)20 mL/haIniciar as aplicações no aparecimento da praga. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 100 a 400 L/ha
PepinoBroca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis)5 a 10 mL/ 100 L águaAplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 400 a 800 L/ha
PimentaBroca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis)5 a 10 mL/ 100 L águaAplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 400 a 800 L/ha
Pimentão
QuiaboLagarta-dos-frutos (Platyedra gossypiela)5 a 10 mL/ 100 L águaAplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 400 a 800 L/ha
RabaneteLagarta-medideira (Trichoplusia ni)20 mL/haIniciar as aplicações no aparecimento da praga. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 100 a 400 L/ha

Página 8 de 20

CulturasAlvosDoseNúmero, Intervalo, Época de aplicações e volume de calda.
RomãPercevejo (Leptoglossus gonagra)3 a 4 mL/ 100 L águaIniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 1000 a 2000 L/ha
SojaLagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis)15mL/haAplicar o produto quando houver 40 lagartas por batida de pano, ou 30% de desfolha (antes de florescimento), ou 15% de desfolha (após florescimento). n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 14 dias Terrestre: 40 a 300 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
Percevejo-da-soja (Nezara viridula)30 mL/haIniciar as aplicações quando o nível de percevejos por pano de batida atingir 2 percevejos/pano para áreas de produção de sementes e 4 percevejos/pano de batida para áreas de produção de grão. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 14 dias Terrestre: 40 a 300 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa)30 mL/haPulverização foliar, aplicar o produto quando o nível de dano causado pela vaquinha-verde-amarela equivaler a 15% da área foliar. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 7dias Terrestre: 150 L/ha Aéreo: 20 L/ha
Lagarta-falsa- medideira(1) (Pseudoplusia includens)60 a 80 ml/haAplicar Chust 250 CS no manejo em plantio direto, em pré-plantio da cultura da soja, no momento da dessecação da cultura, utilizar a maior dose quando encontrar lagartas maiores que 2,0 cm. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 200 L/ha
TomateBroca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis)5 a 10 mL/100 L águaAplicar o CHUST 250 CS intercalado com outros produtos. A dose de 10 mL/100 L de água deverá ser recomendada em situações de alta pressão da praga. n° máximo aplicações – 5 Intervalo aplicações – 7 dias Terrestre: 400 a 800 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
TrigoLagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax)20 mL/haRealizar a primeira aplicação no aparecimento da praga. n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 100 a 150 L/ha Aéreo: 10 a 50 L/ha
TriticaleLagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax)20 a 25 ml/haIniciar as aplicações quando for constatada a presença de 10 lagartas maiores que 2 cm/m2 pós perfilhamento. Antes do perfilhamento mais que 5 lagartas maiores que 2 cm/m2 . n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 100 a 300 L/ha

Iniciar as aplicações quando for constatada a presença de 10 lagartas maiores que 2 cm/m2 pós perfilhamento. Antes do perfilhamento mais que 5 lagartas maiores que 2 cm/m2 . n° máximo aplicações – 2 Intervalo aplicações – 15 dias Terrestre: 100 a 300 L/ha (1) Aplicação pré-plantio da cultura da soja

MODO DE APLICAÇÃO

O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do estágio, porte e densidade da cultura, bem como do equipamento e tecnologia utilizada, conforme descrito abaixo: Via Terrestre: Costal Manual: Utilizar bicos cônicos das séries “D” ou similar; ou bicos de jato tipo leque capazes de produzir espectro de gotas compatível com a pulverização de inseticidas, com pressão de 40 a 60 lbs/pol2 (psi.). Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada. Costal Motorizado: Utilizar bicos cônicos das séries “D” ou similar; ou bicos de jato tipo leque capazes de produzir espectro de gotas compatível com a pulverização de inseticidas, com pressão de 40 a 60 lbs/pol2 (psi.). Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada.

Página 9 de 20 Tratorizado: Utilizar bicos cônicos das séries “D” ou similar; ou bicos de jato tipo leque capazes de produzir espectro de gotas compatível com a pulverização de inseticidas, com pressão de 80 a 150 lbs/pol2 (psi.). Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada. Observar o diâmetro médio de gotas (DMV) de 200 a 250 μm e uma densidade acima de 200 gotas/cm2. Via Aérea: Pulverização aérea: com aeronaves agrícolas (aviões, helicópteros): Bicos: Utilizar bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Número de bicos na barra de pulverização: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar de 40 a 42 bicos, fechando sempre de 4 a 5 unidades em cada ponta externa da asa e três intermediários de cada ponta interna das asas e próximos ao corpo (fuselagem do avião). Manter em operação os oito bicos originais e existentes sob a “barriga” (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas. Para outros tipos ou modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas das asas. Nota: O fechamento dos bicos das pontas das asas não diminui a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas ao contrário, permite que o produto arrastado pelos vórtices de ponta das asas não seja perdido, mas distribuído adequadamente pelos bicos ativos. Altura de voo: Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas nas faixas de deposição, é obtida na altura mínima de voo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou a cultura. Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido. A altura de voo recomendada, deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo dos bicos, para manter o padrão de deposição e gotas recomendados. Volume de aplicação: Nas aplicações com diluição do produto em água, utilizar vazões de 10 a 50 litros/hectare. Nesta faixa de volume poderão ser usados bicos hidráulicos como recomendados acima ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Volumes de aplicação acima daqueles valores, é vedado ou não recomendável o uso de bicos rotativos, passando a serem utilizados somente os bicos hidráulicos acima indicados. Faixa de deposição: Para aviões tipo IPANEMA, ou similares, utilizar a faixa de deposição de 20 metros, independente dos bicos utilizados serem hidráulicos ou rotativos. Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d'água, criações e áreas de preservação ambiental. As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as instruções do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável, mediante uso de tecnologia adequada. Em caso de dúvidas ou mudança de aeronave, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora. Consulte sempre um engenheiro agrônomo ou representante da empresa. Condições Climáticas: Os valores devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. Temperatura ambiente: abaixo de 32ºC; Umidade relativa do ar: mínima de 55%; Velocidade de vento: acima de 2 Km/h até o máximo de 10 Km/h; Clima: observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização. INTERVALOS DE SEGURANÇA (DIAS):

CulturasISCulturasISCulturasIS
Abacate21Cevada15Manga21
Abacaxi21Chuchu3Maracujá21
Abóbora3Citros21Maxixe3
Abobrinha3Cupuaçu21Melancia21
Alho3Ervilha20Melão21
Atemóia21Feijão-caupi20Milho15
Algodão10Feijão15Nabo3
Amendoim21Gengibre3Pepino3

Página 10 de 20

CulturasISCulturasISCulturasIS
Aveia15Gergelim20Pimenta3
Batata3Girassol20Pimentão3
Batata-doce3Grão-de-bico20Quiabo3
Batata-yacon3Guaraná21Rabanete3
Berinjela3Inhame3Romã21
Beterraba3Jiló3Soja20
Café1Kiwi21Tomate3
Cacau21Lentilha20Trigo15
Canola20Linhaça20Triticale15
Cará3Mamão21
Cebola3Mandioca3
Centeio15Mandioquinha-salsa3

Culturas IS Culturas IS Culturas IS Aveia Gergelim Pimenta Batata Girassol Pimentão Batata-doce Grão-de-bico Quiabo Batata-yacon 3 Guaraná Rabanete Berinjela Inhame Romã Beterraba Jiló Soja Café Kiwi Tomate Cacau Lentilha Trigo Canola Linhaça Triticale Cará Mamão Cebola Mandioca Centeio Mandioquinha-salsa

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

NÃO entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

− Uso exclusivamente agrícola. − Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. − Utilizar somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de segurança para cada cultura. − Não aplicar o produto na florada ou no período de maior visitação de abelhas. Informar aos apicultores próximos antes de aplicar este produto. Reduzir deriva para que não atinja áreas de vegetação natural e culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento. − USO EM CULTURA DE EXPORTAÇÃO: observar o Limites Máximos de Resíduos estabelecido no país de interesse, pois o mesmo pode divergir do estabelecido no Brasil, assim, para cultivos tratados ou subprodutos que se destinem à exportação, o Limite Máximo de Resíduo no país de destino deve ser respeitado. Caso o Limite Máximo de Resíduo estabelecido no país de destino seja abaixo do Limite Máximo de Resíduo no Brasil, recomenda-se ao exportador o monitoramento de resíduos antes da exportação. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador/importador antes de exportar e/ou aplicar o produto. A empresa não se responsabiliza por qualquer impedimento para exportação em razão dos resíduos gerados pela aplicação dos produtos nem por quaisquer danos ou consequências que possam advir do desrespeito dos Limites Máximos de Resíduos do país de destino − Fitotoxicidade: desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas registradas. Outras restrições a serem observadas: − As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto. − Evitar as aplicações com velocidades de vento inferiores a 3 km/h ou superiores a 10 km/h. − Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia ou com temperaturas muito altas. − Evitar condições que possam comprometer uma boa cobertura de pulverização das plantas. − Polinizadores (para as culturas de milho e soja): − Manter distância mínima de 3 metros de áreas vegetativas nativas para aplicações terrestres; − Manter distância mínima de 90 m de áreas vegetativas nativas para aplicações aéreas; − Informar aos apicultores próximos antes de aplicar este produto; − Não permita que a deriva da pulverização atinja áreas de vegetação natural ou culturas − vizinhas em fase de florescimento.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

Página 11 de 20 Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida CHUST 250 CS pertence ao grupo 3A (Moduladores dos canais de sódio: (Piretroides e Piretrinas) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do CHUST 250 CS como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A (Moduladores dos canais de sódio: (Piretroides e Piretrinas). Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. • Usar CHUST 250 CS ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. • Aplicações sucessivas de CHUST 250 CS podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do CHUST 250 CS, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico 3A (Moduladores de canais de sódio: Piretroides e Piretrinas) não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do CHUST 250 CS ou outros produtos do Grupo 3A (Moduladores de canais de sódio: Piretroides e Piretrinas) quando for necessário; • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas, início de desenvolvimento e infestação; • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br). GRUPO 3A INSETICIDA INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, controle biológico, destruição dos restos culturais, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema. Incluir outros métodos de controle de pragas, dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Página 12 de 20 MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA PRODUTO PERIGOSO USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

− Produto para uso exclusivamente agrícola. − O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; − Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; − Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; − Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados; − Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; − Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações recomendadas pelo fabricante; − Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado; − Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; − Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas; avental; máscara, óculos, touca árabe e luvas; − Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

− Utilize Equipamento de Proteção Individual E(PI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila; − Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; − Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; − Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

− Evite ao máximo possível o contato com a área tratada; − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. − Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; − Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; − Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇOES APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO: − Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada;

Página 13 de 20 − Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto ates do térmico do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); − Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; − Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; − Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; − Lave as roupas e Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; − Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; − Não reutilizar a embalagem vazia; − No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara; − A manutenção e limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; − Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante; − Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

Pode ser fatal se inalada e penetrar nas vias superiores. Quando inalado pode provocar sintomas alérgicos, de asma ou dificuldades respiratórias. Pode causar câncer. Pode ser nocivo se ingerido. Pode ser nocivo em contato com a pele. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Olhos: Em caso de contato, retirar lentes, se presentes. Lavar com água corrente em abundância ou soro fisiológico durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR CHUST 250 CS -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoLambda-Cialotrina: Piretróide; Nafta Leve = Solvente Aromático
Classificação toxicológicaCATEGORIA 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaEstudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismo de ação, absorção e excreção. LAMBDA CIALOTRINA

Página 14 de 20

Absorção: é bem absorvido após administração oral, extensivamente metabolizado através de hidrólise da ligação éster, oxidação e conjugação e eliminado como conjugados polares na urina. Biotransformação: metabolizado extensivamente por clivagem do éster do ácido ciclopropanocarboxílico e ácido 3-fenoxibenzoico e eliminado como conjugados. Distribuição: na maioria dos tecidos dos animais testados, sendo que os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo. Excreção: Urina e fezes. Resíduos de gorduras foram eliminados com uma meia- vida de 23 dias. A eliminação é precedida pela eficiente clivagem da ligação éster. O lambda cialotrina é rapidamente excretado pela urina em forma de conjugados polares (metabólitos da clivagem éster e seus conjugados), quase na sua totalidade após 48 horas. NAFTA LEVE Absorção: atravessam as membranas celulares e barreiras biológicas. Atravessam a membrana alveolar para a corrente sanguínea e são transportados dentro de poucos minutos para todo o organismo, incluindo SNC. Atravessam a superfície da pele ou folículos pilosos e caem na corrente sanguínea. São pobremente absorvidos pelo trato gastrintestinal, mas alguma absorção sistêmica ocorre. Distribuição: altamente distribuídos por sua característica lipofílica. Foram encontrados no leite de todas as lactantes. Eliminação: principalmente através do trato respiratório.
ToxicodinâmicaLAMBDA CIALOTRINA É um inseticida piretróide sintético alfa-ciano. Atuam no sistema nervoso central e periférico, prolongando a abertura de canais de sódio da membrana celular, o que resulta em maior influxo de sódio, retardando a despolarização. Atuam como estimulantes nervosos, especialmente nos nervos sensoriais, modificando as características de passagem dos canais de sódio sensíveis a voltagem, em membranas neuronais de mamíferos e invertebrados.
Sintomas e sinais clínicosLAMBDA CIALOTRINA – EFEITOS AGUDOS Ingestão aguda: pode causar irritação gastrintestinal, náusea, vômito, ataxia, marcha instável, hiperexcitabilidade, ativação simpática. As crianças jovens são mais suscetíveis ao envenenamento, porque não podem hidrolisar os ésteres piretro. Inalação: Principal via de exposição. As manifestações clínicas da exposição por inalação podem ser locais ou sistêmicos. Reações localizadas limitadas ao trato respiratório superior incluem rinite, espirros, garganta inflamada, edema da mucosa oral, laringe e até mesmo edema de mucosa. Reações localizadas do trato respiratório inferior incluem tosse, falta de ar, chiado e dor no peito. Uma reação como a asma ocorre com exposições aguda em pacientes sensibilizados. Pneumonite de hipersensibilidade caracterizada por dor torácica, tosse, dispneia e broncoespasmo podem ocorrer em um indivíduo cronicamente expostos. Contato com a pele: irritante da pele suave e pode causar formigamento e dormência em áreas expostas (parestesias). Não é um sensibilizador da pele. Subjetivas sensações de pele facial, acreditados para ser provocada por disparo repetitivo de terminações nervosas sensoriais da pele. Eles podem ser considerados como um sinal de alerta indicando que a exposição excessiva da pele ocorreu. Contato com os olhos: pode causar severa irritação nos olhos. Exposição dos olhos pode resultar em leve a graves lesões da córnea. NAFTA LEVE – EFEITOS AGUDOS Ingestação aguda: Náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal. Pode caudas miocardite e discretas alterações degenerativas das miofibrilas do coração. Resultam em evidências eletrocardiográficas e vetorcardiográfica de infarto do miocárdio. São sensibilizantes do miocárdio as catecolaminas. Causam hemólise intravascular e dano renal, que geralmente consiste de discretas alterações degenerativas dos túbulos renais, mais raramente pode resultar em necrose tubular aguda. São comuns os riscos de aspiração, dano pulmonar, depressão do SNC transitória ou excitação, e os efeitos secundários de hipóxia, formação de infecção, pneumatocele, e crônica do pulmão disfunção. Complicações cardíacas são raras. Estes hidrocarbonetos, são mal absorvidos a partir do tratamento gastrintestinal e não causam sensível toxicidade sistêmica por esta via, a menos que a aspiração ocorra.

Página 15 de 20

Contato com a pele: é um irritante das membranas mucosas e do trato respiratório. Pode resultar em queimaduras cutâneas e ocasionalmente, efeitos sistêmicos. Contato com os olhos: irritação ocular de leve a moderada e lesão ocular reversível pode ocorrer após o contato com a maioria dos hidrocarbonetos. Sintomas: subjetivos provenientes do sistema nervoso central, como dor de cabeça, fadiga, falta de concentração, instabilidade emocional, dificuldade de memória e outras funções intelectuais e desempenho psicomotor prejudicado. Alguns efeitos são de curto ou médio prazo, outros são potencialmente persistentes. Em alguns estudos, relações dose-resposta foram observadas entre os sintomas e duração da exposição (duração e intensidade) a solventes. Vapor de nafta é um depressor do SNC, bem como um irritante das membranas mucosas e trato respiratório. A aspiração resulta em pneumonite química. Broncoespasmo, hiperemia, edema e atelectasia são notados. Alveolite hemorrágica difusa com infiltrado granulocitica ocorre logo após a aspiração e picos de cerca de 3 dias. Necrose dos tecidos dos brônquios, bronquiolar e alveolar podem ocorrer, juntamente com trombose vascular e formação de micro abscessos. Um processo proliferativo tardio com espessamento alveolar pode ocorrer em 10 dias. As complicações tardias podem incluir a pneumonia bacteriana, anormalidades residuais de pequenas vias aéreas e pneumatoceles. Complicações cardíacas são raras. ABUSO: inalação de alguns hidrocarbonetos pode resultar em morte súbita, encefalopatia, residual comprometimento neurológico, nefrotoxicidade, hepatotoxicidade, distúrbios ácido-base e rabdomiólise. Injeção de nafta resultou em reações febris, inflamação do tecido local, necrose e trombose com amputação necessária 60% a 80% dos casos e efeitos sistêmicos, incluindo edema pulmonar, pneumonia e CNS depressão leve. Os casos graves resultaram em síndrome de falência de múltiplos órgãos. Dérmica.
DiagnósticoO diagnóstico de intoxicações agudas por piretróides deve ser efetuado com base na exposição comprovada, sintomas correspondentes e exclusão nacional de outras eventuais doenças. Sintomas em casos leves a moderados podem incluir: parestesia anormal, pápulas ou dermatite de contato, e sintomas como dor de cabeça náusea, falta de apetite, fadiga. Casos de intoxicações severas podem ser caracterizados pelo agravo dos sintomas anteriores, distúrbios de consciência e contração muscular nos membros. Finalmente o diagnostico só pode ser confirmado pela mensuração de piretróides ou seus metabolitos nos fluidos corpóreos.
TratamentoNão existe antídoto ou antagonista específico para Lambda-cialotrina. O tratamento médico é sintomático. Medidas terapêuticas imediatas devem ser tomadas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Analise os sinais vitais e as funções, monitorando o estado cardíaco; a temperatura corpórea e o estado mental. O tratamento deve ser baseado nos achados clínicos. TRATAMENTO BÁSICO: Estabelecer uma via aérea patente. Sucção, se necessário. Ventilações atenção aos sinais de insuficiência respiratória e ajudar se necessários, administrar oxigênio por máscara nonrebreather de 10 a 15 L/min. Monitor para edema pulmonar. Para a contaminação dos olhos, lave imediatamente com água. Irrigar cada olho de forma continua com soro fisiológico durante o transporte. Não use eméticos. PARESTESIA: uso de cremes contendo Vitamina E ou óleos. Regressão espontânea, geralmente dentro de 24 horas. ASPIRAÇÂO GÁSTRICA: o esvaziamento gástrico poderá aumentar o risco de aspiração. Alguns médicos preferem carvão ativado sozinho em vez de lavagem gástrica em doentes que requerem descontaminação do TGI. O carvão ativado pode causar vômito, o que aumenta o risco de aspiração. Administrar carvão vegetal como uma pasta (240 mL água/30g de carvão). Dose habitual: 25 a 100 g em adultos e adolescentes, de 25 a 50g em crianças (1 a 12 anos) e 1g/kg em crianças com menos de 1 ano de idade. Administrar o oxigênio e ajudar ventilação. Tratar broncospasmo com inalado agonista beta2 e corticosterioides orais ou parental. ADVERTÊNCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a descontaminação, deverá estar protegida por equipamentos de segurança (luvas, avental e botas impermeáveis), de forma a não se contaminar com o agente tóxico.

Página 16 de 20

Remover roupas e acessórios, e proceder à descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água corrente em abundancia e sabão neutro. Remover a vítima para local ventilado. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água corrente, por no mínimo 15 minutos. Inalação: adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário. Administrar diazepam, se ocorrer convulsões. Casos de hipersensibilidade severa e reação anafilática (rara), o tratamento deve ser imediato: assistência respiratória, adrenalina, anti-histaminico, corticoide, fluidos endovenosos, segundo a necessidade. Medidas sintomáticas e de manutenção.
Contraindicaçõe sA indução do vomito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. Diluição – em razão do aumento da superfície de contato. Morfina pode comprometer pressão arterial e deprimir função cardiorrespiratória.
Efeitos das interações químicasNão se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores relacionados ao produto.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300 Endereço Eletrônico da Empresa: www.cropchem.com.br Correio Eletrônico da Empresa: cropchem@cropchem.com.br

Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300 Endereço Eletrônico da Empresa: www.cropchem.com.br Correio Eletrônico da Empresa: cropchem@cropchem.com.br Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos: • DL50 oral em ratos (fêmeas) > 2000 mg/Kg • DL50 dérmica em ratos > 2000 mg/Kg • CL50 inalatória > 1,90 mg/L • Irritação dérmica (coelhos): Não irritante dérmico. • Irritação ocular (coelhos): Não irritante ocular. • Sensibilização cutânea (cobaias): não causou sensibilização dérmica. • Não mutagênico. Efeitos crônicos: LAMBDA CIALOTRINA – Quando o produto foi administrado na dieta de animais de laboratório, não se detectou efeitos no sistema nervoso, efeitos carcinogênicos ou mutagênicos nas avaliações crônicas. Foram notados aumento no ganho de peso corpóreo e aumento no peso do fígado durante os estudos de carcinogenicidade. Deram resultados negativos em uma série de testes in vivo e in vitro, para detectar as mutações genéticas, danos cromossômicos e outros efeitos genotóxicos. Quando administrado oralmente para ratos e coelhos durante o período de organogênese, não foi nem embriotóxicos ou teratogênicos em níveis de dose que provocasse toxicidade materna. NAFTA LEVE – A longo prazo ou exposição repetida pode resultar em reações hematológicas, hepatotóxicas, renais, neuropsiquiátricas, neurológicas e cancerígenas. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)

Página 17 de 20 ■ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) □ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) □ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente; - Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes; - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes); - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas; - Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. - Não utilize equipamentos com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROPCHEM LTDA. - telefone de Emergência: (51) 3342-1300. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga a instrução abaixo: o Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. o Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. o Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. o Em caso de incêndio use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2, OU PÓ QUÍMICO, ETC, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

Página 18 de 20

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL Lavagem da embalagem: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. - Armazenagem da embalagem vazia: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - Devolução da embalagem vazia: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - Transporte: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Página 19 de 20 EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA. - Armazenamento da embalagem vazia: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas. - Devolução da embalagem vazia: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - Transporte: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA. - Armazenamento da embalagem vazia: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - Devolução da embalagem vazia: produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - Transporte: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS - Destinação final das embalagens vazias: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - Efeitos sobre o meio ambiente decorrentes da destinação inadequada da embalagem vazia e restos de produto: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Produtos impróprios para utilização ou em desuso: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Página 20 de 20 A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Chust 250 CS registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 11624 · documento de 24/09/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Chust 250 CS?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Chust 250 CS e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Chust 250 CS é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 11624, documento de 24/09/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

Veja também