CHLORGUARD Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 23724
COMPOSIÇÃO
O,O-diethyl O-3,5,6-trichloro-2-piridyl phosphorothioate (CLORPIRIFÓS)....................................480 g/L (48,0% m/v) Outros Ingredientes.......................................................................................................................611 g/L (61,0% m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida de contato e ingestão GRUPO QUÍMICO: Organofosforado TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC) TITULAR DO REGISTRO (*): GHARDA DO BRASIL SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA. Rua Aguaçu, nº171, Sala M13 E M14 Bloco Manacá, Loteamento Alphaville Campinas CEP: 13098-321 Campinas/SP - CNPJ: 34.779.113/0001-59 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: Nº 4330 – CDA/SP (*)IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO) FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: CLORPIRIFÓS TÉCNICO GHARDA – Registro nº 44418 Gharda Chemicals LTD. D1/2 MIDC, Lote Parshuram, Taluka Khed, Dist. Ratnagiri - 415 722, Maharashtra State, Índia FORMULADOR: Gharda Chemicals LTD. D1/2 MIDC, Lote Parshuram, Taluka Khed, Dist. Ratnagiri - 415 722, Maharashtra State, Índia IMPORTADOR: SOWIN AGRONEGOCIO LTDA. CNPJ: 48.644.897/0002-01 Av. Constante Pavan, 4633, sala 225, Betel, Paulínia/SP - CEP: 13148-198 Número de Registro do Estabelecimento/Estado CDA nº 4509 SOWIN AGRONEGOCIO LTDA. CNPJ: 48.644.897/0003-84 Rua Projetada, Armazém 1A, 150 – bairro: Zona Rural, Cuiabá/MT - CEP: 78099-899. Número de Registro do Estabelecimento/Estado INDEA/MT nº 37587 SOWIN AGRONEGOCIO LTDA. CNPJ: 48.644.897/0004-65 Rua C, Armazém X, nº 290 – bairro: Ondumar Maraba, Município: Luís Eduardo Magalhães/BA – CEP: 47852-732 Número de Registro do Estabelecimento/Estado ADAB/BA nº 164125 _________________________________________________________________________________________________
N° do Lote e partida:
| N° do Lote e partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL –
Produto MUITO PERIGOSO ao meio ambiente – CLASSE II Cor da Faixa: Azul _________________________________________________________________________________________________
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA INSTRUÇÕES DE USO: O produto CHLORGUARD é um inseticida de contato e ingestão do grupo químico organofosforado recomendado para o controle de pragas nas culturas de algodão, batata, café, cevada, citros, feijão, maçã, milho, pastagem, soja sorgo, tomate e trigo, conforme especificado abaixo:
| Cultura | Nome comum (Nome Científico) | Dose | Volume de calda (L/ha) | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
|---|---|---|---|---|---|
| Algodão | Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 0,3 – 0,5 L/ha | 300 | Quando houver 10% das plantas atacadas. Realizar 1 a 3 aplicações, com intervalo de 1 a 2 semanas. | |
| Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,7 L/ha | Quando houver 2 lagartas/planta. Realizar 1 a 3 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. | |||
| Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 1,5 L/ha | Quando houver 40% das plantas com sinais de ataque. Realizar 1 a 3 aplicações, com intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | |||
| Broca-da-raiz (Eutinobothrus brasiliensis) | 0,8 – 2,0 L/ha | 20 dias após a germinação. Realizar 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação de 1 semana. | |||
| Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 1,5 – 2,0 L/ha | Em amostragem com o uso de armadilhas, com feromônio sexual, quando constatar 15 machos/dia. - Em lavoura só com flores (50 a 70 dias da emergência) examinar 2 flores por planta em 10 plantas amostradas. Aplicar quando houver 10% de flores com lagartas. - Em lavoura com maçãs pequenas (após 70 dias da emergência) examinar duas maçãs do ponteiro/planta em 10 plantas. Aplicar quando houver 5% das maçãs atacadas. Em todos os casos, realizar de 1 a 3 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. | |||
| Batata | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 L/ha | 300 | Monitorar a lavoura desde o plantio, observando também se a praga já estava presente na cultura anterior. Realizar a aplicação quando aparecerem as primeiras plântulas cortadas. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias. | |
| Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 3,0 – 4,0 L/ha | O controle da larva deve ser feito imediatamente após o plantio e antes do fechamento do sulco. Realizar 1 a 2 aplicações, com intervalo de 2 semanas. | |||
| Inclusão de Importador – Sowin – Nov.25 |
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| Café | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 1,0 – 1,5 L/ha | 500 | Aplicar quando 20% das folhas estiverem contaminadas. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 30 dias. |
|---|---|---|---|---|
| Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 1,5 L/ha | Aplicar quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 30 dias. | ||
| Cochonilha (Planococcus minor) | Aplicar quando aparecerem as primeiras pragas. Realizar de 1 a 2 aplicações com intervalo de 22 dias. | |||
| Cevada | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,4 – 0,7 L/ha | 300 | Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações, com intervalo de aplicação de acordo com a reinfestação. |
| Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,4 L/ha | |||
| Pulgão (Sitobion avenae) | ||||
| Citros | Cochonilha-de- carapaça (Parlatoria cinerea) | 100 – 150 mL/100 L água | 2.000 | Aplicar no início do aparecimento da praga, promovendo uma boa cobertura das plantas. Caso ocorra uma maior infestação, utilizar a dose maior, reaplicando quando houver necessidade, fazer no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias. |
| Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | ||||
| Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 mL/ 100 L água | Realizar monitoramento de armadilhas caça- moscas e iniciar a aplicação quando aparecer uma média de 1 mosca por garrafa (armadilha). Reaplicar quando a praga atingir este nível populacional novamente, principalmente na fase de mudança de cor do fruto. Realizar de 1 a 2 aplicações com intervalo de 35 dias. | ||
| Feijão | Lagarta-das-vagens (Michaelus jebus) | 1,25 L/ha | 200 a 400 | Aplicar quando aparecerem as primeiras pragas. Realizar de 1 a 2 aplicações, com intervalo de aplicação de acordo com a reinfestação. |
| Broca-da-vagem (Etiella zinckenella) | ||||
| Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | 0,8 L/ha | |||
| Tripes (Thrips tabaci) | ||||
| Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 1 – 1,25 L/ha | 200 a 400 | Aplicar no início da infestação, reaplicando quando necessário, fazer no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias. Caso ocorra maior infestação, utilizar a dose maior. |
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| Maçã | Lagarta-enroladeira- dafolha (Bonagota cranaodes) | 100 – 150 mL/100 L água | 1.000 | O monitoramento deve ser feito com armadilhas de feromônio, na proporção de 1 a 2 por 5 ha. Aplicar quando atingir o nível de controle: 20 machos/armadilha/semana. Realizar 2 a 3 aplicações com intervalo de 10 dias. |
|---|---|---|---|---|
| Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4 – 0,6 L/ha | 300 a 400 | Aplicar no início das raspagens das folhas pelas lagartas. Realizar 1 a 2 aplicações com intervalo de 30 dias. |
| Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,0 L/ha | Aplicar no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | ||
| Curuquerê-dos- capinzais (Mocis latipes) | 0,6 L/ha | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
| Broca-do-colo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,0 L/ha | Aplicar no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | ||
| Pastagem | Cigarrinha-das- pastagens (Deois flavopicta) | 1,0 L/ha | 300 | Iniciar a aplicação quando aparecerem as primeiras pragas. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
| Soja | Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 0,8 L/ha | 300 | Quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. |
| Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,25 – 1,0 L/ha | Iniciar a aplicação quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear. Realizar de 1 a 2 aplicações, com o intervalo de aplicação em função da reinfestação. | ||
| Percevejo-verde- pequeno (Piezodorus guildinii) | 1,5 L/ha | Lavoura de produção de grãos: controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Lavoura de produção de sementes: controlar quando encontrar 2 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Realizar 1 a 2 aplicações com intervalo de 20 dias. | ||
| Percevejo-marrom (Euschistus heros) | ||||
| Percevejo-da-soja (Nezara viridula) |
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| Lagarta –rosca (Agrotís ípsilon) | 1,5 L/ha | 300 a 600 L/ha | Monitorar a lavoura desde o plantio, observando também se a praga já estava presente na cultura anterior. Pulverizar junto ao colo da planta, logo após o aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 20 dias. | |
|---|---|---|---|---|
| Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 1,0 a 1,5 L/ha | 150 a 250 L/ha | O controle desta lagarta deve ocorrer quando forem encontrados, no exame das plantas, em torno de 25% - 30% dos ponteiros atacados. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 20 dias. | |
| Lagarta-falsa-medideira (Rachiplusia nu) | 0,7 a 1,0 L/ha | 150 a 250 L/ha | Aplicar quando forem encontradas em torno de 40 lagartas grandes (maiores que 1,5 cm) por batida de pano ou 30% de desfolha no período anterior à floração e quando forem encontradas em torno de 40 lagartas grandes ou 15% de desfolha após a floração. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 20 dias. | |
| Sorgo | Mosca-do-sorgo (Stenodiplosis sorghicolla) | 0,62 L/ha | 300 | Aplicar quando 80% do sorgal estiver florido. Se necessário, repetir após 4 dias. |
| Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,5 – 0,75 L/ha | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Realizar de 1 a 2 aplicações e o intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
| Tomate rasteiro com fins industriais | Broca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 1,5 L/ha | 800 a 1.000 | Aplicar preventivamente a partir do início do florescimento, reaplicando a cada 7 dias, caso haja necessidade. |
| Larva-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 1 – 1,15 L/ha | Iniciar as aplicações, quando forem observados os primeiros sintomas de infestação da praga. Fazer no máximo 4 aplicações com intervalo de 7 dias. | ||
| Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 mL/100 L água | |||
| Pulgão-verde (Myzus persicae) | ||||
| Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) |
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| Lagarta-rosca (Agrotis ipssilon) | 150 mL/100L | 300 a 600 L/ha | Monitorar a lavoura desde o plantio, observando também se a praga já estava presente na cultura anterior. Pulverizar junto ao colo da planta, logo após o aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 9 dias. | |
|---|---|---|---|---|
| Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,7 – 1,0 L/ha | 300 | Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
| Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,3 L/ha | Aplicar quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
| Broca-do-colo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,25 L/ha | Aplicar na fase inicial da cultura. Realizar de 1 a 2 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. | ||
| Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 L/ha | Realizar a aplicação assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. | ||
| Pulgão-da-espiga (Rhopalosiphum graminum) | 0,2 – 0,3 L/ha | Aplicar quando o nível de pulgão for de ate 10/perfilho. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
| Pulgão (Sitobion avenae) | 0,4 – 0,5 L/ha | Aplicar quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação | ||
| Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,75 L/ha | Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
| Lagarta-do-trigo (Pseudaletia adultera) | 1,0 L/ha | Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações com intervalo de 30 dias. |
Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar de a aplicações com intervalo de 30 dias. * As indicações de volume de calda devem ser obtidas respeitadas as condições operacionais indicadas pelo fabricante do equipamento de pulverização. ** As doses variam conforme o nível de infestação: maior dose para infestações mais intensas.
MODO DE APLICAÇÃO
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Aplicar através de equipamentos tratorizados com barra equipada com bicos JA2 ou similares (exceto para lagarta do cartucho em milho onde se recomenda bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha da cultura), procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm2. A pressão recomendada é de 150 a 300 lb/pol2. Velocidade de aplicação: 4,5 Km/h. Temperatura: < 30°C. Umidade relativa: > 50%. Para as culturas de Algodão, Batata, Cevada, Feijão, Milho, Pastagem, Soja, Sorgo e Trigo: Aplicar através de pulverizador tratorizado com barra de pulverização equipada com bicos tipo cone ou similares, procurando obter uma pulverização uniforme. Para controle de lagarta-do-cartucho em milho, recomenda-se bico leque série 80.03 ou 80.04, dirigindo a aplicação para o cartucho da planta ou linha de plantio. Para obter maiores informações visando melhor cobertura de pulverização das plantas, consulte um Engenheiro Agrônomo. Para as culturas de Café, Citros, Maçã e Tomate: Aplicar através de equipamentos pulverizadores ou atomizadores tratorizados, adequados ao porte das culturas, visando obter uma boa cobertura de pulverização das plantas. Para obter maiores informações visando melhor cobertura de pulverização das plantas, consulte um Engenheiro Agrônomo. PREPARO DE CALDA: Para se obter calda homogênea, deve-se observar os seguintes procedimentos: - Agitar bem a embalagem do produto antes de vertê-lo no tanque; - Encher o reservatório do pulverizador com água limpa, até a metade; - Acrescentar o produto nos volumes indicados conforme o alvo; - Completar o volume do reservatório com água limpa. A aplicação deve ser sempre conduzida de modo a se obter cobertura uniforme do alvo, nas horas em que a temperatura é mais amena (primeiras horas da manhã ou fim do dia). Restrições de uso e recomendações especiais: - Uso exclusivamente agrícola. - Fitotoxicidade para as culturas indicadas: ausente se aplicado de acordo com as recomendações. - Aplicar somente as doses recomendadas. - Não aplicar o produto na presença de ventos fortes. - Caso ocorram chuvas logo após a pulverização, repetir a aplicação do produto. - Evitar aplicações sob condições de orvalho na cultura. Aplicar somente após seu desaparecimento. Intervalo de segurança:
| Cultura | Intervalo (dias) | ||
|---|---|---|---|
| Algodão | 21 | ||
| Batata (foliar) | 21 | ||
| Batata (solo) | (1) | ||
| Café | 21 | ||
| Cevada | 14 | ||
| Citros | 21 | ||
| Feijão | 25 | ||
| Maçã | 14 | ||
| Inclusão de Importador – Sowin – Nov.25 |
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| Milho (foliar) | 21 |
|---|---|
| Pastagem | 13 |
| Soja | 21 |
| Sorgo | 21 |
| Tomate(*) | 21 |
| Trigo | 21 |
Milho (foliar) Pastagem Soja Sorgo Tomate(*) Trigo (*) Uso autorizado somente para tomate rasteiro com fins industriais. (1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego Intervalo de reentrada: Mantenha afastado da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Não guardar sobras de calda para uso posterior. Nesse sentido não preparar volume de calda superior ao que deve ser aplicado no dia. Não aplicar o produto durante a ocorrência de ventos, pois pode ocorrer desvio do produto em relação ao alvo (deriva).
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente (com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas), avental impermeável, protetor ocular, máscara com filtro para vapores orgânicos cobrindo nariz e boca, touca árabe, luvas e botas de borracha. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida CHLORGUARD pertence ao grupo 1B (Inibidores de Acetilcolinesterase) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. GRUPO 1B INSETICIDA Para manter a eficácia e longevidade do CHLORGUARD como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 1B. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. • Usar CHLORGUARD ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. • Aplicações sucessivas de CHLORGUARD podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
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• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do CHLORGUARD o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico das (Organofosforado) não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do CHLORGUARD ou outros produtos do Grupo 1B quando for necessário; • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas; • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Incluir outros métodos de controle de pragas (ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado. _________________________________________________________________________________________________
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luva. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES DUARNTE A PREPARAÇÃO DA CALDA: • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro para vapores orgânicos; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. _________________________________________________________________________________________________
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro para vapores orgânicos; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): [macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro para vapores orgânicos; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. − Nocivo se ingerido − Pode ser nocivo em contato com a pele − Nocivo se inalado − Provoca irritação ocular grave ATENÇÃO _________________________________________________________________________________________________
PRIMEIROS SOCORROS
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência médica mais próxima.
ANTÍDOTO
Sulfato de Atropina é o antídoto de emergência em caso de intoxicação. Nunca administre Sulfato de Atropina antes do aparecimento dos sintomas de intoxicação. A pralidoxima é o antídoto específico para os organofosforados. INFORMAÇÕES MÉDICAS – CHLORGUARD
| Grupo Químico | Organofosforado |
|---|---|
| Classe toxicológica | Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, dérmica e mucosas |
| Toxicocinética | Após absorção, são distribuídos por todos os tecidos do organismo, atingindo altas concentrações no fígado, onde é metabolizado, e nos rins, que os excretam. A meia-vida destes inseticidas varia muito, dependendo da natureza do composto. Alguns metabólitos são mais tóxicos que a substância que os originou. Nas primeiras 48h acetilcolinesterase pode ser desfosforilada pela pralidoxima, recuperando sua atividade. |
| Sintomas e Sinais Clínicos | Os efeitos podem ocorrer minutos ou horas após a exposição. As manifestações agudas são classificadas como: Muscarínicas (síndrome parassimpaticomimética, muscarínica ou colinérgica): Vômito, diarréia, cólicas abdominais, broncoespamo, miose puntiforme e paralítica, bradicardia, hipersecreção (sialorréia, lacrimejamento, broncorréia e sudorese), cefaléia, incontinência urinária, visão borrada. Diaforese severa pode provocar desidratação e hipovolemia graves, resultando em choque. Nicotínicas (síndrome nicotínica): midríase, mialgia, hipertensão arterial, fasciculações musculares, tremores e fraquezas, que são, em geral, indicativos de gravidade. Pode haver paralisia de musculatura respiratória levando a morte. A frequência cardíaca e a pressão arterial podem estar aumentadas ou diminuídas, devido aos efeitos muscarínicos. |
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| Sintomas e Sinais Clínicos | Efeitos em SNC (síndrome neurológica): ansiedade, agitação, confusão mental, ataxia, depressão de centros cardio-respiratórios, convulsões e coma. Também podem ocorrer, mais tardiamente, os seguintes quadros: - Síndrome intermediária: pode ocorrer entre 24-96 horas após a exposição e a resolução da crise colinérgica aguda. É caracterizada por paresia dos músculos respiratórios e debilidade muscular que acomete principalmente face, pescoço e porções proximais dos membros. Também pode haver comprometimento de pares cranianos e diminuição de reflexos tendinosos, podendo prolongar-se por meses após a exposição. - Neuropatia retardada induzida por Organofosforados: desencadeada por dano aos axônios de nervos periféricos e centrais, caracterizada por paresias ou paralisias de extremidades, sobretudo inferiores, podendo persistir durante semanas ou anos. São casos raros, após exposições agudas e intensas, que também podem desencadear déficit residual de natureza neuro-psiquiátrica, com comprometimento da memória, concentração e iniciativa. |
|---|---|
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico compatível, associados ou não a queda na atividade das colinesterases. Queda em 25% ou mais de sua atividade original indica exposição importante. Queda de 50% é geralmente associada com exposição intensa. A pseudocolinesterase é um indicador sensível, mas não específico. Ambas podem demorar de 3-4 meses para se normalizar. A identificação das substâncias e seus metabólitos em sangue e urina pode evidenciar exposição, mas não são facilmente realizáveis. Outros controles incluem: eletrólitos, glicemia, creatinina, amilase pancreática, enzimas hepáticas, gasometria, ECG (prolongamento de QT), RX tórax (edema pulmonar e aspiração). Convém considerar a possibilidade de associação de organofosforado a outros tóxicos, o que pode alterar ou potencializar o perfil clínico esperado. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento a confirmação laboratorial. |
| Tratamento | As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação. Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais. ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamentos de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. 1.Remover roupas e acessórios, e proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. 2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. 3. Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100g em adultos e 25-50g em crianças de 1-12 anos, e 1g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. 4. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas pérveas, se necessário através de entubação oro-traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Tratamento específico e antídotos: A administração de atropina só deverá ser realizada na vigência de sintomatologia. Não deverá ser administrada se o paciente estiver assintomático. |
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| Tratamento | Atropina – agente antimuscarínico – é usada para reverter os sintomas muscarínicos, não os nicotínicos, na dose de 2,0 – 4,0 mg em dose de ataque (adultos), e 0,05 mg/Kg em crianças, EV. Repetir se necessário a cada 5 a 10 minutos. As preparações de Atropina disponíveis no mercado, normalmente têm a concentração de 0,25 ou 0,50 mg/ml. O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é clínico, e se baseia na reversão da ausculta pulmonar indicativa de broncorréia e na constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou sintomas de intoxicação atropínica (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia). Alcançados sinais de atropinização, ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais. A presença de taquicardia e hipertensão não contra-indica a atropinização. Manter em observação por 72 horas, com monitorização cardio-respiratória e oximetria de pulso. A ação letal dos organofosforados pode ser comumente atribuída a insuficiência respiratória, pelos mecanismos de: broncoconstrição, secreção pulmonar excessiva, falência da musculatura respiratória e conseqüente depressão do centro respiratório por hipóxia. Devido a esta complicação, manter a monitoração e tratamento sintomático. Oximas-pralidoxima – é um antídoto específico para organofosforados. Sua ação visa restaurar a atividade da colinesterase, o que justifica coleta de amostra de sangue heparinizado prévia a sua administração, para estabelecimento da efetividade do tratamento. Age em todos os sítios afetados (muscarínicos, nicotínicos e provavelmente em SNC). Não reativa a colinesterase plasmática. Dose de ataque: Adultos: 1 – 2 g preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC, em doses não maiores que 200 mg/minuto, diluídos em Soro Fisiológico, podendo ser reptida a partir de 2 horas após a primeira administração, não ultrapassando a dose máxima de 12g/dia. Crianças: 20 a 40 mg/kg preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC (não exceder 4 mg/kg/min). Deve ser iniciada nas primeiras 24 horas, para ser mais efetiva, mas pode ser realizada mais tarde, em especial para compostos lipossolúveis. Se ocorrer convulsões, o paciente pode ser tratado com Benzodiazepínicos sob orientação médica. |
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| Contra - indicações | A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A diálise e hemoperfusão não estão indicadas. Emese – em razão do risco potencial de aspiração. Morfina, succinilcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina. Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas, devido à possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca. |
| Efeitos Sinérgicos | Com outros organofosforados e carbamatos. |
| Atenção | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso o obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS. |
| Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) | |
| Telefone de Emergência da empresa Gharda do Brasil Soluções Agrícolas Ltda.: (11) 5535- 7733. |
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) Telefone de Emergência da empresa Gharda do Brasil Soluções Agrícolas Ltda.: (11) 55357733.
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Ação: Clorpirifós é um inseticida organofosforado o qual age como inibidor da colinesterase, por contato, ingestão ou através da sua fase vapor. Absorção: o produto é rapidamente absorvido pela pele e pelos olhos. Estudos conduzidos com o produto técnico demonstram que após a administração de clorpirifós radiomarcado, através de dose oral única ou múltiplas doses, entre 96,8% e 98,5% da radioatividade foi recuperada. A maior parte da dose (83,9% a 91,7%) foi excretado na _________________________________________________________________________________________________
urina. Outros 5,5% a 11,5% forma eliminados nas fezes. Não foi encontrada radioatividade no ar expirado. Menos de 0,2% de radioatividade administrada permaneceu nos tecidos e carcaças de ratos machos e fêmeas mortos 72 e 144 horas após doseamento, respectivamente. Excreção: O produto é excretado em sua maior parte pela urina e em menor quantidade pelas fezes. Estudo de metabolismo conduzido com clorpirifós radiomarcado demonstrou que o material administrado foi eliminado na urina com uma meia vida de 8 e 9 horas nos 3 primeiros dias após doseamento com 0,5 mg/kg e com meias vidas de 12,4 horas em ratos machos e 23,2 horas em ratos fêmeas após dose de 25 mg. Galinhas poedeiras receberam administração de clorpirifós num nível de dose de 20 ppm por 10 dias. O exame dos tecidos e amostras de gema clara de ovos e das fezes, 12 horas após a última dose revelaram o total de resíduos como ppm de clorpirifós. Foram identificados 0,20 na gordura, 0,15 da gema do ovo, 0,13 na pele, 0,05 no fígado, 0,05 na clara e 0,02 nos músculos. Efeitos Agudos: DL50 oral: 500 mg/Kg DL50 dérmica: >2000 mg/Kg CL50 inalatória: Não determinada nas condições do teste. Irritação dérmica: Todos os animais de experimentação apresentaram eritema. A irritação foi reversível em 7 dias para 2/3 dos animais tratados e 14 dias para 1/3 dos animais tratados. Irritação ocular: Os animais de experimentação apresentaram quemose e irritação na íris, na conjuntiva. A irritação foi reversível em 14 dias. Houve opacidade de córnea. Sensibilização dérmica: Não sensibilizante. Mutagenecidade: Não mutagênico Efeitos Crônicos: Ratos foram alimentados por 2 anos com uma dieta diária contendo clorpirifós em doses de até 10 mg/kg/dia. Os principais efeitos observados nas doses maiores foram diminuição no ganho de peso e depressão na colinesterase. O nível sem efeito observável foi de 0,1 mg/kg/dia. _________________________________________________________________________________________________
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). (X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). − Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes; − Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes); − Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves; − Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas; − Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. − Não utilize equipamento com vazamentos. − Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. − Aplique somente as doses recomendadas. − Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. − A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES: − Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. − O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. − A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. − O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. − Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. − Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. − Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. − Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. − Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: − Isole e sinalize a área contaminada. − Contate as autoridades locais competentes e a Empresa GHARDA DO BRASIL SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA. - Telefone da empresa: (11) 5535-3373. _________________________________________________________________________________________________
− Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). − Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: − Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; − Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; − Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; − Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; − Faça esta operação três vezes; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: − Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; − Acione o mecanismo para liberar o jato de água; − Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. _________________________________________________________________________________________________
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: − Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; − Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. _________________________________________________________________________________________________
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. _________________________________________________________________________________________________