_____________________________________________________________________________________________ CHLORFENAPYR 240 SC YONON Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 47125
COMPOSIÇÃO
4-bromo-2-(4-chlorophenyl)-1-(ethoxymethyl)-5-trifluoromethyl)pyrrole-3-carbonitrile (CLORFENAPIR) .................................................................................................................... 240 g/L (24,0 % m/v) Outros Ingredientes ............................................................................................................879 g/L (87,9 % m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida/acaricida de ação de contato e ingestão. GRUPO QUÍMICO: análogo de pirazol. TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC). TITULAR DO REGISTRO (*): Yonon Brasil Defensivos Agrícolas Ltda. - Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP - CEP: 01443-010 – Tel.: (11) 3032-2090 – CNPJ: 47.172.452/0001-14 - Registro CDA/SP nº 4382. (*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO) FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: CHLORFENAPYR TÉCNICO CT – Registro MAPA nº TC08625 Yongnong Biosciences Co., Ltd. – Nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and Technology Development Zone 312369, Shangyu, Zhejiang, China. FORMULADOR: Nigxia Yongnong Biosciences Co, Ltd. – South of Guangfu Road and the Noth of Taizhongyin Railway, Ningdog Base Chemical New Material Zone, Yanchuan City, Nigxia Hui Autonomous Region – China. Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. – Av. Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros – Paulínia/SP – CEP: 13148-030 – CNPJ 03.855.423/0001-81 –Registro CDA/SP nº 477. Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. – Rua Bonifácio Rosso Ross, nº 260 - Cruz Alta – Indaiatuba – São Paulo - 13.348-790 – Brasil – CNPJ: 50.025.469/0004-04 – Registro CDA/SP nº 1248. Yongnong Biosciences Co., Ltd. – Nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and Technology Development Zone 312369, Shangyu, Zhejiang, China. _____________________________________________________________________________________________
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| N° do Lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
AGITE ANTES DE USAR. INDÚSTRIA BRASILEIRA “(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7212, de 15 de junho de 2010)”.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA
CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL
CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C _____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: CHLORFENAPYR 240 SC YONON, é um produto análogo de pirazol que apresenta um largo espectro de ação sob diferentes espécies de ácaros e insetos em diversas culturas, sendo uma opção no controle de espécies que apresentam suspeitas de resistências aos principais grupos químicos como Fosforados, Carbamatos, Piretróides e Fisiológicos e para o manejo integrado de pragas, principalmente nos Programas de Rotação ou Alternância de Produtos. CHLORFENAPYR 240 SC YONON atua sobre as pragas artrópodes por ingestão e ação de contato, embora o primeiro processo seja aparentemente o mais eficiente. Em diversas espécies de plantas onde foi aplicado, o produto mostrou boa atividade translaminar. CHLORFENAPYR 240 SC YONON tem demonstrado eficiência no controle de espécies que apresentam suspeitas de resistências aos principais grupos químicos como fosforados, carbamatos, piretróides e reguladores de crescimento. Devido ao seu modo de ação único, o CHLORFENAPYR 240 SC YONON apresenta-se como uma boa opção no manejo integrado de pragas, principalmente nos Programas de Rotação ou Alternância de Produtos.
| Cultura | Alvos | Doses* | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicações |
|---|---|---|---|---|
| Algodão | Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 1,0 – 1,5 L/ha | 100 – 200 | 4 |
| Lagarta armigera (Helicoverpa armigera) | 0,8 – 1,2 L/ha | |||
| Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 1,250 L/ha | |||
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 1,0 L/ha | |||
| Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | ||||
| Época e intervalo de aplicação: Para o controle de lagarta-armigera e lagarta-do-cartucho, iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 04 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo mínimo de 7 dias entre as aplicações e o período de segurança. Para o controle do ácaro-rajado e ácaro-branco, iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 04 aplicações durante o ciclo da cultura. Não realizar aplicações sucessivas do mesmo produto, rotacionar com produtos acaricidas de diferente mecanismo de ação e respeitar o período de segurança. |
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| Cultura | Alvos | Doses* | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicações |
|---|---|---|---|---|
| Alho | Tripes (Thrips tabaci) | 50 - 100 mL/100 L | 1000 L/ha | 3 |
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga em questão, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo mínimo de 7 dias entre as aplicações e o período de segurança. | ||||
| Amendoim | Tripes do bronzeamento (Enneothrips flavens) | 0,5 – 0,8 L/ha | 150 L/ha | 2 |
| Lagarta do pescoço vermelho (Stegasta bosquella) | ||||
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 02 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo mínimo de 7 dias entre as aplicações e o período de segurança. | ||||
| Batata | Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 0,5 – 0,750 L/ha | 400 L/ha | 3 |
| Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | ||||
| Tripes (Thrips tabaci) | ||||
| Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 0,750 L/ha | |||
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga em questão, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo mínimo de 7 dias entre as aplicações e o período de segurança. | ||||
| Cebola | Tripes (Thrips tabaci) | 0,5 – 0,750 L/ha | 800 – 1000 L/ha | 3 |
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga em questão, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo mínimo de 7 dias entre as aplicações e o período de segurança. |
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| Cultura | Alvos | Doses* | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicações |
|---|---|---|---|---|
| Couve | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 50-100 mL/100 L | 1000 L/ha | 3 |
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga em questão, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo mínimo de 7 dias entre as aplicações e o período de segurança. | ||||
| Crisântemo | Acaro-rajado (Tetranychus urticae) | 30 – 50 mL/ 100 L água | 1000 L/ha | 3 |
| Tripes (Thrips palmi) | ||||
| Época e intervalo de aplicação: Em ambientes abertos ou protegidos, iniciar as aplicações no início da infestação da praga em questão. Sugere-se 3 aplicações, alternando produtos de modo de ação distintos. Evitar realizar aplicações sucessivas do mesmo produto. | ||||
| Ervilha | Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 0,5 – 0,750 L/ha | 100 - 200 L/ha | 3 |
| Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 1,0 L/ha | |||
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga em questão, reaplicar caso haja reinfestação. Intervalo entre as aplicações de 14 dias. | ||||
| Eucalipto | Acaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 150 mL/ 100 L água | 200 - 500 L/ha | 3 |
| Época e intervalo de aplicação: Para controle do ácaro-rajado (Tetranychus urticae), iniciar as aplicações foliares no início da infestação em viveiro, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ano. Não realizar aplicações sucessivas do mesmo produto e respeitar o período de segurança. |
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| Cultura | Alvos | Doses* | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicações |
|---|---|---|---|---|
| Feijão | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 1,0 L/ha | 100 - 200 L/ha | 3 |
| Tripes (Thrips palmi) | 0,5 – 0,750 L/ha | |||
| Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | ||||
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga em questão, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo mínimo de 7 dias entre as aplicações e o período de segurança. | ||||
| Fumo | Traça-da-batata (Phthorimaea operculella) | 0,750 – 1,2 L/ha | 300 L/ha | 4 |
| Tripes (Frankliniella schultzei) | 0,5 – 1,0 L/ha | |||
| Época e intervalo de aplicação: Para tripes (Frankliniella schultzei) e traça (Phthorimaea operculella), iniciar as aplicações no início da infestação da praga repetindo em intervalos de sete (7) dias, se necessário. Não ultrapassando o limite máximo de 04 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança para reentrada na área. | ||||
| Grão-de- bico | Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 0,5 – 0,750 L/ha | 100 - 200 L/ha | 3 |
| Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 1,0 L/ha | |||
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga em questão, reaplicar caso haja reinfestação. Intervalo entre as aplicações de 14 dias. |
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| Cultura | Alvos | Doses* | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicações |
|---|---|---|---|---|
| Lentilha | Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 0,5 – 0,750 L/ha | 100 - 200 L/ha | 3 |
| Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 1,0 L/ha | |||
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga em questão, reaplicar caso haja reinfestação. Intervalo entre as aplicações de 14 dias. | ||||
| Mamão | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 30 – 50 mL/ 100 L água | 1000 L/ha | 2 |
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 02 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo mínimo de 7 dias entre as aplicações e o período de segurança. | ||||
| Maracujá | Lagarta-do-maracujazeiro (Dione juno juno) | 30 – 50 mL/ 100 L água | 1000 L/ha | 3 |
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga em questão, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo mínimo de 7 dias entre as aplicações e o período de segurança. | ||||
| Melão | Tripes (Thrips palmi) | 50 – 100 mL/ 100 L água | 1000 L/ha | 3 |
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga em questão, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo mínimo de 7 dias entre as aplicações e o período de segurança. |
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| Cultura | Alvos | Doses* | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicações |
|---|---|---|---|---|
| Melancia | Tripes (Thrips palmi) | 50 – 100 mL/ 100 L água | 1000 L/ha | 3 |
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga em questão, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo mínimo de 7 dias entre as aplicações e o período de segurança. | ||||
| Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,5 – 0,750 L/ha | 100 - 200 L/ha | 2 |
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 02 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo mínimo de 7 dias entre as aplicações e o período de segurança. | ||||
| Milheto | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,5 – 0,750 L/ha | 100 - 200 L/ha | 2 |
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 02 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo mínimo de 7 dias entre as aplicações e o período de segurança. | ||||
| Morango | Ácaro rajado (Tetranychus urticae) | 100 mL / 100 L água | 1000 L/ha | 3 |
| Broca-do-morango (Lobiopa insularis) | ||||
| Pulgão-do-morangueiro (Capithoforus fragaefolli) | ||||
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga em questão, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo mínimo de 7 dias entre as aplicações e o período de segurança. |
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| Cultura | Alvos | Doses* | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicações |
|---|---|---|---|---|
| Pimentão | Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 30 mL/ 100 L água | 1000 L/ha | 3 |
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga em questão, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo mínimo de 7 dias entre as aplicações e o período de segurança. | ||||
| Repolho | Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | 100 mL/ 100 L água | 1000 L/ha | 3 |
| Pulgão (Brevicorine brassicae) | 50 – 100 mL/ 100 L água | |||
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga em questão, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo mínimo de 7 dias entre as aplicações e o período de segurança. | ||||
| Rosa | Acaro-rajado (Tetranychus urticae) | 30 – 50 mL/ 100 L água | 1000 L/ha | 3 |
| Época e intervalo de aplicação: Em ambientes abertos ou protegidos, iniciar as aplicações no início da infestação da praga em questão. Sugere-se 3 aplicações, alternando produtos de modo de ação distintos. Evitar realizar aplicações sucessivas do mesmo produto. | ||||
| Soja | Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 0,5 – 1,2 L/ha | 150 - 200 L/ha | 3 |
| Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 0,6 – 1,2 L/ha | |||
| Tripes (Frankliniella schultzei) | 0,250 – 1,2 L/ha | |||
| Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | 0,6 – 1,2 L/ha | |||
| Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,6 – 1,2 L/ha | |||
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo mínimo de 7 dias entre as aplicações e o período de segurança. |
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| Cultura | Alvos | Doses* | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicações |
|---|---|---|---|---|
| Sorgo | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,5 – 0,750 L/ha | 100 - 200 L/ha | 2 |
| Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 02 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo mínimo de 7 dias entre as aplicações e o período de segurança. | ||||
| Tomate | Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 25 – 50 mL/ 100 L água | 1000 L/ha | 3 |
| Acaro-do-bronzeamento (Aculops lycopersici) | ||||
| Acaro-rajado (Tetranychus urticae) | ||||
| Época e intervalo de aplicação: Para traça, iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo de no mínimo 7 dias entre as aplicações e o período de segurança. Para controle de ácaro, iniciar as aplicações foliares no início da infestação em viveiro, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura. Não realizar aplicações sucessivas do mesmo produto e respeitar o período de segurança. |
*As doses mais altas devem ser utilizadas plantações com alta incidência da praga para um maior período de controle.
MODO DE APLICAÇÃO
Modo de preparo da calda: O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) indicados para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados: Aplicação terrestre: Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação. - Equipamento de aplicação: Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação _____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada. - Seleção de pontas de pulverização: A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras das pragas-alvo e que produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). - Velocidade do equipamento: Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo. - Pressão de trabalho: Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso. - Altura de barras de pulverização: A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento. - Aplicação com equipamento costal: Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação. _____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes. CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS: - Velocidade do vento: A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento. - Temperatura e umidade: Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva. Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas. - Período de chuvas: A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho. As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região. O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador. LIMPEZA DE TANQUE: Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos/culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: _____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra. Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Culturas | Dias |
|---|---|
| Algodão | 21 |
| Alho | 14 |
| Amendoim | 14 |
| Batata | 07 |
| Cebola | 14 |
| Couve | 14 |
| Crisântemo | UNA |
| Eucalipto | UNA |
| Ervilha | 14 |
| Feijão | 14 |
| Fumo | UNA |
| Grão de bico | 14 |
| Lentilha | 14 |
| Culturas | Dias |
|---|---|
| Mamão | 14 |
| Maracujá | 14 |
| Melão | 14 |
| Melancia | 14 |
| Milho | 45 |
| Milheto | 45 |
| Morango | 07 |
| Pimentão | 14 |
| Repolho | 7 |
| Rosa | UNA |
| Soja | 30 |
| Sorgo | 45 |
| Tomate | 1 |
Culturas Dias Culturas Dias Algodão Mamão Alho Maracujá Amendoim Melão Batata Melancia Cebola Milho Couve Milheto Crisântemo UNA Morango Eucalipto UNA Pimentão Ervilha Repolho Feijão Rosa UNA Fumo UNA Soja Grão de bico Sorgo Lentilha Tomate UNA = Uso não alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. _____________________________________________________________________________________________
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LIMITAÇÕES DE USO
• Não aplicar em presença de ventos fortes; • Chuvas após a aplicação podem levar o produto e pode ocorrer a necessidade de nova aplicação (verificar o comportamento das pragas); • Mantenha afastado das áreas de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas por um período de 7 dias após a aplicação do produto. • Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. • Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. • Deriva: não permitir que ocorra deriva da calda aplicada ou que esta atinja plantas e culturas nas proximidades da área a ser tratada.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. _____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ O inseticida CHLORFENAPYR 240 SC YONON pertence ao grupo 13 (Desacopladores da fosforilação oxidativa via disrupção do gradiente de prótoninibidores - Pirazol) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do CHLORFENAPYR 240 SC YONON como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 13. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. • Usar CHLORFENAPYR 240 SC YONON ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. • Aplicações sucessivas de CHLORFENAPYR 240 SC YONON podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do CHLORFENAPYR 240 SC YONON, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Pirazóis não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do CHLORFENAPYR 240 SC YONON ou outros produtos do Grupo 13 quando for necessário; • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas; • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Incluir outros métodos de controle de pragas (ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados. _____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: • Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. _____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; respirador com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa permaneçam ou entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; _____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens utilize equipamentos de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. • Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental impermeável, botas, macacão com tratamento hidrorrepelente, luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. ATENÇÃO - Nocivo se ingerido - Nocivo se inalado PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. _____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ INTOXICAÇÕES POR CHLORFENAPYR 240 SC YONON
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo Químico | Clorfenapir: Análogo de pirazol |
|---|---|
| Classe toxicológica | Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico |
| Vias de exposição | Oral, dérmica, ocular e inalatória. |
| Toxicocinética | Após exposição oral a ratos, o Clorfenapir foi lentamente absorvido, com a taxa de absorção entre 65 (maior dose) e 80% (menor dose). A concentração plasmática máxima foi atingida 8 a 12h após a administração, foi proporcional a dose e não diferiu entre os sexos. Foi lentamente distribuído, com concentrações no tecido adiposo, fígado e adrenais maiores do que no plasma. Em geral, a concentração nos tecidos aumentou com a dose e foi 2 a 3x maior em fêmeas. A excreção foi rápida, principalmente pelas fezes (> 80%) e urina (5-11%), com aproximadamente 90% da dose administrada sendo excretada em até 48h. A maioria dos resíduos encontrados nas fezes foi o Clorfenapir inalterado, abrangendo a porção não absorvida e a porção excretada na bile. |
| Toxicodinâmica | Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico de Clorfenapir para humanos. |
| Sintomas e Sinais Clínicos | Não são conhecidos os sinais e sintomas em humanos. As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais de experimentação tratados com a formulação à base de Clorfenapir. Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral com animais de experimentação, a substância teste causou duas mortes na dose 2000 mg/kg p.c. e achados de necropsia como congestão do sistema nervoso central e congestão pulmonar. A dose de 300 mg/kg não causou mortes, alterações clínicas ou comportamentais. Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade inalatória com animais de experimentação, foram observados sinais clínicos como taquipnéia, ataxia, taquicardia, dispneia, hiperexcitabilidade e salivação, piloereção e prostração. Esses sinais iniciaram nos dias 0 e reverteram nos dias 1 a 4 de observação ou persistiram até a morte dos animais. Foram registrados óbitos entre os animais expostos à atmosfera contendo a substância teste durante 4 horas. Os achados macroscópicos na necropsia foram: congestão de leve a severa, edema pulmonar e congestão no sistema |
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| nervoso central. Exposição dérmica: Em estudo de toxicidade dérmica com animais de experimentação, a substância teste não causou mortes ou sinais clínicos de toxicidade na dose de 2000 mg/kg p.c. Em estudo de irritação dérmica in vitro, o produto não foi considerado irritante. O produto não é sensibilizante dérmico. Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular, nenhum dos animais apresentaram sinais de irritação. Efeitos crônicos: Estudos de mutações genéticas e cromossômicas não demonstraram efeito Genotóxico relacionado ao produto. | |
|---|---|
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição juntamente com a observação dos sinais clínicos. Considere a coleta de amostras de plasma (ou menos confiável, urina) para análise subsequente de clorfenapir e tralopiril (metabólito ativo). As amostras de plasma coletadas logo após a exposição (<48 horas) fornecem a correlação mais consistente com os sinais clínicos. |
| Tratamento | Importante: o uso de atropina NÃO é benéfico e pode sujeitar a vítima a riscos desnecessários. Não há antídoto conhecido para este produto. O tratamento deve se concentrar na remoção rápida do clorfenapir. A VELOCIDADE É ESSENCIAL. O clorfenapir é um pró-inseticida e, com o tempo, é convertido no corpo. Em caso de intoxicação, os sintomas agudos podem aparecer logo em seguida, mas pode levar dois ou mais dias até que os sintomas mais graves apareçam. Por esse motivo, o tratamento imediato para remover o clorfenapir deve ser seguido por 14 dias de cuidados hospitalares. Em alguns casos, pode haver uma recuperação aparente, seguida de uma recaída após 2 dias (ou até mais). |
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química (excluir essa parte para produtos biológicos), porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado. |
| Efeitos das Interações Químicas | Não são conhecidos. |
| Atenção | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). |
| As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). |
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| Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |
|---|---|
| Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 |
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Vide itens de Toxicocinética e Toxicodinâmica no quadro acima. Efeitos Agudos: DL50 aguda oral: 2000 mg/Kg p.c. DL50 aguda dérmica: > 2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória: 2,65 mg/L. Irritação dérmica: Em estudo de irritação dérmica in vitro, o produto não foi considerado irritante. Irritação ocular: Em estudo de irritação ocular, nenhum dos animais apresentaram sinais de irritação. Sensibilização dérmica: Produto não sensibilizante a pele. Mutagênicos: Produto não mutagênico. Efeitos Crônicos: Após exposição subcrônica e crônica, foi observada redução do consumo de ração e do ganho de peso corpóreo em ratos, camundongos e cães. Aumento do peso do fígado associado com hipertrofia hepatocelular e vacuolização no cérebro e medula espinhal foram observados em roedores. Não foram observados efeitos genotóxicos in vitro e in vivo ou carcinogênicos em ratos e camundongos. Não foram observados efeitos para a reprodução em ratos e para o desenvolvimento pré-natal em ratos e coelhos. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). (X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. _____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes). • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves. • Não utilize equipamentos com vazamento. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: − Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. − O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. − A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. − O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. − Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. − Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. − Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. − Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). − Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: − Isole e sinalize a área contaminada. − Contate as autoridades locais competentes e a Empresa YONON BRASIL DEFENSIVOS AGRICOLAS LTDA − Telefone da empresa: (11) 3032-2090. − Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). − Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as _____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: − Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; − Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume. − Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos. − Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador. − Faça esta operação três vezes. − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamento de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: − Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador. − Acione o mecanismo para liberar o jato d’água. − Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. − A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador. − Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: − Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; − Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. _____________________________________________________________________________________________
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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. − O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. − Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. − O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. − Use luvas no manuseio dessa embalagem. − Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. − Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. − O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. _____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ TRANSPORTE − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial TRANSPORTE − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
− A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. − É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. − EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. − A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO − Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. − A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS − O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. _____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL - De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. _____________________________________________________________________________________________