Bula oficial · registro MAPA nº 10620

Bula do Chapter

Bula completa do Chapter (registro MAPA nº 10620), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: Glufosinato - sal de amônio.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 28 páginas no PDF.

CHAPTER Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 10620

COMPOSIÇÃO

Ammonium4-[hydroxy(methyl)phosphinoyl]-DL-homoalaninate ou ammonium DL-homoalanin-4yl(methyl)phosphinate (GLUFOSINATO-SAL DE AMÔNIO)...................................200 g/L (20,0% m/v) Outros ingredientes................................................................................................ 898 g/L (89,8 % m/v)

GRUPO H HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida não seletivo de ação total GRUPO QUÍMICO: Homoalanina substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO(*): ASCENZA BRASIL LTDA. Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n, unidade autônoma 30, sala B Condomínio Tech Town, Chácaras Assay, CEP: 13186-904, Hortolândia/SP. CNPJ: 53.875.432/0001-02 – Telefone: (19) 2137-8100 – nº do Registro no Estado: 4455 CDA/SAA/SP (*) Importador do produto formulado FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: GLUFOSINATE-AMMONIUM TÉCNICO GT – Registro no MAPA n° 11815 Yongnong Biosciences Co., Ltd. Nº 3, Weiqi RD (East), Hangzhou Gulf Economy and Technology Development Zone, Shangyu, Zhejiang, 312369, China FORMULADORES: Yongnong Biosciences Co., Ltd. Nº 3, Weiqi RD (East), Hangzhou Gulf Economy and Technology Development Zone, Shangyu, Zhejiang, 312369, China Zhejiang Xinan Chemical Industrial Group Co., Ltd. Xinanjiang, Jiangde, Zhejiang, 311600 - China Ouro Fino Química S.A. Av. Filomena Cartafina, 22.335, Quadra 14, Lote 5, Distrito Industrial III CEP: 38044-750, Uberaba/MG CNPJ: 09.100.671/0001-07 N° do Registro no Estado: 8.764 IMA/MG Prentiss Química Ltda. Rodovia PR 423, s/nº, km 24,5, Jardim das Acácias CEP: 83603-000, Campo Largo/PR CNPJ: 00.729.422/0001-00 N° do Registro no Estado: 002669 ADAPAR/PR

Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Av. Roberto Simonsen, 1459, Bairro Poço Fundo CEP: 13140-000, Paulínia/SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 N° do Registro no Estado: 477 CDA/SAA/SP Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Rua Alberto Guizo, nº 859, Distrito Industrial João Narezzi, CEP: 13.347-402, Indaiatuba/SP CNPJ: 50.025.469/0001-53 N° do Registro no Estado: 466 CDA/SAA/SP Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Rua Bonifácio Rosso Ros, n° 260, Bairro Cruz Alta, CEP: 13348-790, Indaiatuba/SP CNPJ: 50.025.469/0004-04 N° do Registro no Estado: 1248 CDA/SAA/SP IMPORTADOR: Tradecorp do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n, Condomínio Tech Town, Chácaras Assay CEP: 13186-904, Hortolândia/SP CNPJ: 04.997.059/0001-57 Nº do Registro no Estado: 958 CDA/SAA/SP

No do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

SEU PODER. INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto Nº 7212, de 15 de junho de 2010).

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR

DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

INSTRUÇÃO DE USO: CHAPTER controla eficientemente, em pós-emergência de jato dirigido, plantas daninhas nas culturas de: alface, algodão, banana, batata, citros, café, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho, soja, trigo e uva; na dessecação de feijão, batata, soja e trigo. No sistema de plantio direto, em soja e trigo; e na pós-emergência total do algodoeiro OGM.

CULTURASPLANTAS DANINHAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICOESTÁDIO DAS PLANTAS DANINHASDOSE DO PRODUTO COMERCIALVOLUME DE CALDANÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO/ CICLO DE CULTURA
Alface Em jato dirigidoCaruru-de-mancha Amaranthus viridis02-04 folhas1,5+0,2% v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 350 L/ha01
Picão-branco Galinsoga parviflora
Erva-de-bicho Polygonum aviculare
Serralha Sonchus oleraceus
Erva-de-passarinho Stellaria media
Soliva Soliva anthemifolia2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2- 4 folhas.
Algodão Em jato dirigidoCapim-pé-de-galinha Eleusine indicaAté 01 perfilho2,0+0,2% v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 350 L/ha01
Capim-colchão Digitaria sanguinalis
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea
Capim-massambará Sorghum halepense
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum
Trapoeraba Commelina benghalensis02-04 folhas
Caruru Amaranthus viridis
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus
Picão-preto Bidens pilosa
Fedegosa Chenopodium album
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Para controle das plantas daninhas, aplicar na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão- preto e fedegosa, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2-4 folhas.
Algodão OGM Em pós- emergência da culturaCapim-marmelada Brachiaria plantagineaAté 02 perfilhos2,0-2,5+0,25% v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 200-300 L/ha Aplicação aérea: 30-40 L/ha02
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia02-04 folhas
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum
Apaga-fogo Alternanthera tenella
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea02-04 perfilhos3,0-3,5+0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia02-04 folhas
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum
Apaga-fogo Alternanthera tenella
Erva-quente Borreria latifolia
Beldroega Portulaca oleracea
Capim amargoso Digitaria insularisAté 01 perfilho2,0-3,5+0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de sojaAplicação terrestre: 100-200 L/ha
Capim colchão Digitaria horizontalis02-04 folhas
Buva Conyza bonariensis
Soja voluntária tolerante ao Glifosato Glycine maxAplicação aérea: 30-40 L/ha
Leiteiro Euphorbia heterophylla
Milho voluntário tolerante ao Glifosato Zea mays
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis2,5-3,5+0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja
Capim-pé-de-galinha Eleusine indicaAté 01 perfilho
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar o produto com adição de 0,25 % de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas.
Banana Em jato dirigidoCapim-colchão Digitaria horizontalisAté 01 perfilho2,0+0,25% v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 500 L/ha01
Capim-guaçu Paspalum conspersum
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica
Quebra-pedra Phyllanthus tenellus04-06 folhas
Crepis Crepis japonica
Macela-branca Gnaphalium spicatum
Mentrasto Ageratum conyzoides
Sete-sangrias Cuphea carthagenensis
Erva-cará Dioscorea batatas
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2-6 folhas, e as de folhas estreita com até 01 perfilho.
Batata Em pré- emergência da culturaCaruru Amaranthus viridis02-04 folhas2,0+0,2% v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 350 L/ha01
Picão-preto Bidens pilosa
Guanxuma Sida rhombifolia
Beldroega Portulaca oleracea
Nabo Raphanus raphanistrum
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe
Erva-quente Spermacoce alata
Capim-colchão Digitaria sanguinalisAté 01 perfilho
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Para controle das plantas daninhas: realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 04 folhas e as gramíneas com até 01 perfílho.
Batata dessecação de pré- colheitaUso para dessecação2,0+0,2% v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 350 L/ha01
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita.Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão-preto (Bidens pilosa) e guanxuma- branca (Sida glaziovii) com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área.
Café Em jato dirigidoTrapoeraba Commelina benghalensisAté 04 folhas2,0+0,2% v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 350 L/ha01
Picão-preto Bidens pilosa
Buva Conyza bonariensis
Macela-branca Gnaphalium spicatum
Mentrasto Ageratum conyzoides
Caruru Amaranthus viridis
Beldroega Portulaca oleracea
Guanxuma Sida rhombifoliaAté 06 folhas3,0+0,4% v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 450 L/ha
Capim-marmelada Brachiaria plantagineaAté 02 perfilhos2,5+0,4% v/v de óleo vegetal ou mineral
Capim-colchão Digitaria horizontalis
Guanxuma-branca Sida glaziovii02-04 folhas2,0+0,25% v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 500 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma- branca, aplicar quando esta estiver com até 04 folhas. Em capim- marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento.
Cana-de- açúcarUso para dessecação4,0+0,25% v/v de óleo vegetalAplicação aérea: 30-40 L/ha01
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação de CHAPTER de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar.
CevadaUso para dessecação4,0+0,25% v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 200 L/ha01
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos e fisiologicamente maduros (estágio GS 87) grãos dourados (massa dura).
Citros Em jato dirigidoCapim-marmelada Brachiaria plantagineaAté 01 perfilho2,0+0,2% v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 350 L/ha01
Capim-colchão Digitaria horizontalis/ Digitaria sanguinalis
Capim-amargoso Digitaria insularis
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica
Guanxuma Sida rhombifoliaAté 04 folhas
Carrapicho-de- carneiro Acanthospermum hispidum
Picão-preto Bidens pilosa
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla
Trapoeraba Commelina benghalensis
Maria-gorda Talinum paniculatum
Falsa-serralha Emilia sonchifolia
Malva-branca Sida cordifolia
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 02 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 01 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa- serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 04 folhas.
Eucalipto Em jato dirigidoSamambaia Pteridium aquilinumAté 20 cm2,0+0,2% v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 350 L/ha01
Capim-gordura Melinis minutifloraAté 04 perfilhos4,0+0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral
Erva-quente Spermacoce alataAté 08 folhas
Cambará Lantana camara
Guanxuma Sida rhombifolia
Falsa-serralha Emilia sonchifolia
Serralha Sonchus oleraceus
Buva Conyza bonariensis
Unha-de-vaca Bauhinia variegata
Arranha-gato Acacia plumosa
Jurubeba Solanum paniculatum
Capim-colonião Panicum maximum
Vassourinha-botão Spermacoce verticillata
Trapoeraba Commelina benghalensis
Gervão Stachytarpheta cayennensis
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 04 perfilhos; e em folhas largas, com até 08 folhas.
Feijão Em dessecação de pré- colheitaUso para dessecação para feijão de consumo50% das vagens secas1,8+0,2% v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 350 L/ha Aplicação aérea: 30-40 L/ha01
Uso para dessecação para feijão para sementes70% das vagens secas2,0+0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50 % das vagens secas. Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70 % das vagens secas.
Maçã Em jato dirigidoCapim-marmelada Brachiaria plantagineaAté 01 perfilho2,0+0,2% v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 350 L/ha01
Capim-colchão Digitaria horizontalis
Azevém Lolium multiflorum
Língua-de-vaca Rumex obtusifolius02-04 folhas
Picão-preto Bidens pilosa
Nabo Raphanus raphanistrum
Serralha Sonchus oleraceus
Losna-branca Parthenium hysterophorus
Beldroega Portulaca oleracea
Picão-branco Galinsoga parviflora
Maria-mole Senecio brasiliensis
Guanxuma Sida rhombifolia
Poaia Richardia brasiliensis
Trevo Oxalis oxyptera
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5-10 cm. Em capim-colchão, azevém e capim-marmelada com até 01 perfilho.
Milho Em jato dirigidoCapim-colchão Digitaria sanguinalisAté 01 perfilho1,5-2,0+0,2% v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 350 L/ha01
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea
Picão-preto Bidens pilosa02-04 folhas
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla
Trapoeraba Commelina benghalensis
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum
Caruru Amaranthus viridis
Guanxuma Sida rhombifolia
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe
Beldroega Portulaca oleracea
Malva-branca Sida cordifolia
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 04-08 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas.
Milho OGMCapim colchão Digitaria horizontalisAté 01 perfilho2,0-3,0+0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de sojaAplicação terrestre: 100-200 L/ha Aplicação aérea: 30-40 L/ha02
Capim amargoso Digitaria insularis
Buva Conyza bonariensis2-4 folhas
Soja voluntária tolerante ao Glifosato Glycine max
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia
Trapoeraba Commelina benghalensis
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica3 perfilhos2,5-3,0
Capim Marmelada Brachiaria plantaginea
Leiteiro Euphorbia heterophylla6 folhas
Corda-de-viola Ipomoea purpurea
Caruru Amaranthus hybridus
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar CHAPTER em pós-emergência da cultura do milho em cultivares ou híbridos tolerantes ao ingrediente ativo glufosinato de amônio e das plantas daninhas observando- se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Pode-se aplicar CHAPTER a partir da germinação do milho. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação.
Nectarina/ pêssego em jato dirigidoCapim-marmelada Brachiaria plantagineaAté 01 perfilho2,0+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 350 L/ha01
Capim-colchão Digitaria horizontalis
Picão-preto Bidens pilosa02-04 folhas
Guanxuma Sida rhombifolia
Caruru Amaranthus viridis
Picão-branco Galinsoga parviflora
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas daninhas estiverem com até 04 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 01 perfilho.
Repolho em jato dirigidoPicão-branco Galinsoga parviflora02-04 folhas1,5+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 350 L/ha01
Erva-de-passarinho Stellaria media
Erva-de-bicho Polygonum persicaria
Serralha Sonchus oleraceus
Mentruz Coronopus didymus2,0+0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 02-04 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos).
Soja Em jato dirigido ou em dessecação de pré- plantioCapim-marmelada Brachiaria plantagineaAté 02 perfilhos2,5+0,2% v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 350 L/ha01
Capim-colchão Digitaria sanguinalis
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla02-06 folhas
Nabo Raphanus raphanistrum
Picão-preto Bidens pilosa
Poaia Richardia brasiliensis
Caruru Amaranthus viridis
Beldroega Portulaca oleracea
Trapoeraba Commelina benghalensis02-04 folhas
Trigo Triticum aestivumAté 02 perfilhos3,0+0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral
Aveia Avena sativa
Cevada Hordeum vulgare
Azevém Lolium multiflorum
Centeio Secale cereale
Triticale Triticum secale
Soja Em dessecação de pré- plantioCapim-amargoso Digitaria insularisAté 03 perfilhos2,5-3,0+0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus
Capim-camalote Rottboellia exaltata
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidumAté 04 folhas
Buva Conyza bonariensisAté 08 folhas
Erva-quente Spermacoce latifolia
Soja Em dessecação de pré- colheitaUso para dessecação10 dias antes da colheita2,0+0,2% v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 350 L/ha Aplicação aérea: 30-40 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Para aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 02 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 06 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 02-04 folhas. Na buva realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 12 cm de altura. Em carrapicho- de-carneiro quando as plantas daninhas estiverem com até 04 folhas. Em capim-amargoso, capim- carrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 03 perfilhos. Para dessecação: utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Soja OGMCapim marmelada Brachiaria plantagineaAté 01 perfilho2,0-3,5+0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de sojaAplicação terrestre: 100-200 L/ha Aplicação aérea: 30-40 L/ha02
Azevém Lolium multiflorum
Capim amargoso Digitaria insularis
Capim colchão Digitaria horizontalis
Capim camalote Rottboelia exaltata
Picão preto Bidens pilosa02 a 04 folhas
Buva Conyza bonariensis
Leiteiro Euphorbia heterophylla
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia
Capim-pé-de-galinha Eleusine indicaAté 01 perfilho2,5-3,5+0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis02 a 04 folhas
Trapoeraba Commelina benghalensismetilado de soja
Aplicar em pós-emergência da soja tolerante ao ingrediente ativo glufosinato de amônio e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas, considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Pode-se aplicar a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. Não se recomenda a aplicação do do produto a partir do início do florescimento da soja. Realizar 1 aplicação no pré-plantio ou no máximo 2 aplicações em pós-emergência da cultura.
Trigo Em dessecação de pré- plantioCapim-carrapicho Cenchrus echinatusAté 01 perfilho2,0+0,2% v/v de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 350 L/ha01
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica
Capim-colchão Digitaria sanguinalis
Arroz Oryza sativa
Picão-preto Bidens pilosa02-04 folhas
Guanxuma Sida cordifolia
Erva-quente Spermacoce alata
Soja Glycine max
Caruru Amaranthus viridis
Buva Conyza bonariensis1,5-2,0+0,5 de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 200 L/ha
Capim-amargoso Digitaria insularisAté 1 perfilho2,0+0,5 de óleo vegetal ou mineral
Trigo Em dessecação de pré- colheitaUso para dessecaçãoGrãos de trigo amarelo/ massa mole a grãos dourados/ massa dura1,75+0,5 de óleo vegetal (0,25% v/v)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 07 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 04 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5-2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 02 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar o CHAPTER sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 01 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Para dessecação de pré-colheita: aplicar o produto na dessecação numa única pulverização, sempre com adição de 0,5 L/ha de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura).
Uva Em jato dirigidoCapim-marmelada Brachiaria plantagineaAté 01 perfilho2,0+0,7 (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineralAplicação terrestre: 350 L/ha01
Picão-branco Galinsoga parviflora02-04 folhas
Caruru Amaranthus viridis
Picão-preto Bidens pilosa
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter até 04 folhas. Capim-marmelada deve ter até 01 perfilho.

Picão-preto Bidens pilosa ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter até 04 folhas. Capim-marmelada deve ter até 01 perfilho. MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicação terrestre: CHAPTER pode ser aplicado com equipamento costal manual ou motorizado, bem como por equipamento tratorizado, utilizando-se bicos tipo leque SO.02, 110.02 a 110.04, com uma pressão de 40 a 60 libras/pol². O diâmetro de gotas deve ser ajustado de acordo com o volume de aplicação (L/ha), proporcionando adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 10 km/hora, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva ou evaporação. Para as hortaliças (alface e repolho) quando utilizar o “sistema de copinhos”, cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto. Na dessecação do trigo, a vazão deve ser de 200 litros de calda/ha com uma densidade média de gotas acima de 40 gotas/cm2. Aplicar o produto de modo que este atinja sempre da melhor forma toda a superfície das plantas de trigo, folhas e colmos, com uma cobertura uniforme. Recomendase uma velocidade de trabalho do trator em torno de 6 km/h. Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme. Aplicação aérea: Para efeito de dessecação nas culturas de soja e feijão. O volume de calda varia de 30 a 40 litros de calda/ha. Utiliza-se barra com bicos da série D (D6 a D10) ou bicos tipo leque. Respeitar altura de voo de 3-4 metros, faixa de deposição 13-15 metros e ventos de até 10 km/hora.

Algodão OGM: Pode ser aplicado com pulverizadores terrestres, manuais costais ou tratorizados, dotados de barra com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 litros de calda/ha, ou aeronaves agrícolas com volume de calda de 30 a 40 litros de calda/ha diretamente sobre as plantas daninhas. Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das plantas daninhas pela calda de pulverização. Condições climáticas favoráveis: Temperatura mínima de 10º C e máxima de 28º C. Umidade relativa do ar de mínimo 60%. Velocidade de vento: acima de 2 km/h até o máximo de 10 km/h. Preparo de calda: Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica) a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada de CHAPTER, acrescentar o adjuvante na proporção de 0,25% v/v, misturar, após este procedimento, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação antes e durante todo o processo de pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. PREPARO DE CALDA Deve-se preparar a quantidade de calda suficiente para a aplicação. Para preparar a calda, coloque a dose indicada de CAHPTER no pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando constantemente, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. Recomendações gerais para evitar deriva: - Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. - Siga as restrições existentes na legislação pertinente. - O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura) - O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto. Diâmetro das gotas: - A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa. - A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas: - Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.

- Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão. - Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva. Ventos: - A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h. Temperatura e Umidade: - Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%. - Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação. Inversão térmica: - O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturasIntervalo de Segurança
Alface, Cana-de-açúcar (dessecante), Cevada (dessecante), Maçã, Nectarina, Pêssego, Repolho, Trigo (dessecante) e Uva07 dias
Algodão28 dias
Algodão OGM116 dias
Banana, Batata e Soja10 dias
Café20 dias
Citros40 dias
EucaliptoU.N.A.*
Feijão5 dias
Milho OGM50 dias
Milho e Trigo(1)
Soja OGM60 dias

Algodão 28 dias Algodão OGM 116 dias Banana, Batata e Soja 10 dias Café 20 dias Citros 40 dias Eucalipto U.N.A.* Feijão 5 dias Milho OGM 50 dias Milho e Trigo (1) Soja OGM 60 dias *U.N.A. - Uso Não Alimentar (1) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca.

LIMITAÇÕES DE USO

CHAPTER é um herbicida de ação total, não seletivo, devendo ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando atentamente as instruções de uso do produto. Chuvas ou irrigação por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do produto pode reduzir seu efeito herbicida. Algodão OGM: O produto não promove efeitos negativos quando utilizado dentro das instruções de uso. A recomendação de uso do produto é restrita em algodoeiro geneticamente modificado expressando a proteína PAT, não sendo recomendado o uso do produto nesta modalidade sobre cultivar convencional. O produto não deve ser aplicado em plantas daninhas ou culturas que estejam sob “stress”, ou quando o solo se apresenta com deficiência hídrica. Os melhores resultados são obtidos quando as plantas daninhas se apresentam em condições favoráveis de desenvolvimento. Evitar aplicações quando as plantas daninhas estiverem excessivamente molhadas. Para o bom funcionamento do produto deve ser observado um período de 6 horas sem ocorrência de chuvas. Outras restrições: - Evitar deriva de pulverização e de resíduos do produto sobre lavouras vizinhas, CHAPTER pode causar fitotoxicidade às culturas ou vegetações próximas às áreas nas quais está sendo aplicado. Restos ou “tiguera” de plantas de algodão LL não serão controlados por este herbicida, da mesma forma que não serão controlados por herbicidas seletivos convencionais. Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das folhas das plantas daninhas pela calda de pulverização. O controle de plantas daninhas pode ser reduzido se a aplicação for realizada em períodos de baixa insolação (nevoeiro ou neblina); ou quando as ervas daninhas estão sob estresse devido às condições ambientais como a seca, temperatura frias ou longos períodos de nebulosidade. Os melhores resultados são obtidos quando as plantas daninhas se apresentam nos estádios iniciais e em condições favoráveis de desenvolvimento.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.

Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H (homoalanina substituída) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO H HERBICIDA O produto herbicida CHAPTER é composto por Glufosinato de amônio, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da GS (Glutamina sintetase), pertencente ao Grupo H, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES PARA MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS Quando houver recomendação/informações sobre MIP oriundas de pesquisa pública ou privada, as mesmas devem ser implementadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE OS ESQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora das especificações. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos ou viseira facial, touca árabe e luvas.

- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; e - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- EVITE O MÁXIMO POSSÍVEL O CONTATO COM A ÁREA TRATADA. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evitar ao máximo o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis. Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. - Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos ou viseira facial, avental impermeável, botas, macacão, luvas e máscara; e - A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por uma pessoa treinada e devidamente protegida. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer. Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógios, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

- Pode ser nocivo se ingerido; - Pode ser nocivo em contato com a pele; - Nocivo se inalado; - Provoca irritação ocular grave.
ATENÇÃO- - -

- INTOXICAÇÕES POR CHAPTER -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo QuímicoHomoalanina substituída
Classe ToxicológicaCATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de ExposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaO GLUFOSINATO DE AMÔNIO é um análogo fosfínico do ácido glutâmico, que é um típico aminoácido excitatório do SNC (Sistema Nervoso Central), o principal alvo da toxicidade aguda do glufosinato, porém o mecanismo celular e molecular desta ação, ainda não é bem entendido. A toxicidade pode ser devida à contribuição de ambos, glufosinato e o surfactante, presentes nestes herbicidas. Após a intoxicação com glufosinato, 07 de 16 pacientes demonstraram redução das atividades das células vermelhas e colinesterase do sangue.
Em outro caso de intoxicação por ingestão de glufosinato, os níveis de colinesterase estiveram reduzidos por 05 dias. Este herbicida deve possuir algum papel, como um inibidor da colinesterase, seguido da toxicidade aguda, porém os efeitos colinérgicos não têm sido uma porção significante da síndrome.
ToxicodinâmicaO GLUFOSINATO DE AMÔNIO foi pouco absorvido pelo trato gastrointestinal de ratos. Os níveis no sangue após a administração oral foram baixos e mensuráveis somente por um curto tempo. A eliminação foi bifásica, com meia-vida de 07-08 horas e 52-64 horas, através da urina, e principalmente das fezes. Não houve acúmulo da substância nos tecidos e órgãos. Estudo com animais através de administrado oral do metabólito principal de GLUFOSINATO DE AMÔNIO, houve excreção de 92% através da urina e 3,5% através das fezes após 04 dias. (FAO, 1991).
Sintomas e Sinais ClínicosGastrointestinal: náuseas, vômito, dor abdominal e diarreia podem acontecer logo após ingestão (dentro de 02 horas). Erosões gástricas também podem acontecer. Sinais vitais: diminuição da respiração, queda da pressão sanguínea e febre são sintomas comuns de envenenamento por glufosinato. Dificuldade respiratória pode desenvolver de 08-24 horas após ingestão. 3. Sintomas neurológicos: inclusive perfurações de consistência, ataques apopléticos e dificuldades respiratórias podem desenvolver 8- 24 horas após o envenenamento. Perda de memória de curto prazo geralmente pode acontecer. 4. Hepático: elevação de enzimas hepáticas no soro é um efeito comum de envenenamento. 5. Acidose metabólica foi informada em pacientes que desenvolveram hipotensão após ingestão de GLUFOSINATO DE AMÔNIO. 6. Outros sintomas clínicos incluem alterações no movimento ocular, edema geral, leucocitose, enzimas hepáticas elevadas, erosão de membranas mucosas gástricas, e amnésia parcial. 7. Hematológico: leucocitose é um efeito comum de envenenamento, geralmente acontece no primeiro dia podendo durar até 05 dias ou mais.
DiagnósticoO diagnóstico deve ser feito baseado no exame clínico e nas informações disponíveis. Monitoramento laboratorial: oximetria de pulso ou controle de gases do sangue arterial e radiografia do tórax em pacientes com sintomas respiratórios, hipotensão e depressão do SNC. Estes devem ser monitorados durante pelo menos 24 horas. Monitorar testes de função hepática em pacientes com exposição significante.
TratamentoAs medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e à descontaminação. Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado.
Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder à lavagem gástrica. Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 01-12 anos, e 1 g/kg em menores de 01 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água. Em caso de ingestão, observe o paciente cuidadosamente para o possível desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrointestinal e do esôfago, caso positivo, a endoscopia poderá ser indicada para avaliar a extensão da lesão. Monitorar sinais vitais frequentemente. Monitorar para hipotensão, disritmias, depressão respiratória e necessidade de intubação endotraqueal. Avalie para hipoglicemia, alteração de eletrólitos e hipóxia. Monitore fluidos e eletrólitos. Em caso de convulsão administre benzodiazepínico I.V.; DIAZEPAM (ADULTO: 05-10 mg, repita a cada 10-15 min conforme necessário. CRIANÇA: 0,2 a 0,5 mg/kg, repita a cada 05 min conforme necessário) ou LORAZEPAM (ADULTO: 02-04 mg; CRIANÇAS: 0,05 a 0,1 mg/kg). Considere fenobarbital ou propofol se as convulsões ocorrerem periodicamente após administração de 30 mg de diazepam (em adultos) ou 10 mg (em crianças maiores de 5 anos). Em caso de hipotensão, infunda 10-20 mL/kg fluido isotônico. Se a hipotensão persistir, administre dopamina (5-20 mcg/kg/min; em CRIANÇAS comece infusão a 0,1 mcg/kg/min e em ADULTOS comece infusão a 0,5-1 mcg/min). Trate acidose severa com bicarbonato de sódio de IV.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnósticos e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique o Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 70 10 450.

0800 70 10 450.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: O produto foi eliminado quase completamente no dia 01 e 02 a uma taxa de 10,6% via urina e 82% via fezes, sendo que na urina foi eliminado 8,5% do ingrediente ativo intacto e nas fezes 74%.

EFEITOS AGUDOS

DL50 via oral em ratos: > 2000 mg/kg DL50 via dérmica em ratos: > 2000 mg/kg CL50 inalatória: 2,012 mg/L Moderadamente irritante aos olhos dos animais e levemente irritante para a pele. Não sensibilizante.

EFEITOS CRÔNICOS

Nenhum efeito teratogênico foi encontrado em ratos ou coelhos. Foram observados sinais de embriotoxicidade e redução de tamanho da ninhada em ratos e camundongos. Estudo durante a gravidez em ratos revelou toxicidade materna nos grupos alimentares com as doses de 50 a 250 mg/kg/dia, com sinais clínicos de aumento nas adrenais, diminuição no peso do baço e hemorragias vaginais (Ebert et al, 1990). Filhotes de coelha alimentadas com 20 mg/kg/dia demonstraram sinais de intoxicação clínica com redução no consumo da dieta e ganho de peso corpóreo, parto prematuro e abortos também foram evidenciados.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE II) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas; - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa Ascenza Brasil Ltda. – Telefone: 0800 70 10 450. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado, e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. • Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá utilizar os mesmos EPI’s – equipamentos de proteção individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (Lavagem manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 06 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA - (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. MÉTODO PARA DESATIVAÇÃO DO AGROTÓXICO E DE SEUS COMPONENTES: A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL (De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis). Hortolândia/SP, 28 de julho de 2025.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Chapter registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 10620 · documento de 28/07/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Chapter?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Chapter e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Chapter é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 10620, documento de 28/07/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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