Bula oficial · registro MAPA nº 45719

Bula do Cerimônia

Bula completa do Cerimônia (registro MAPA nº 45719), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: difenoconazol.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 29 páginas no PDF.

CERIMÔNIA Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob n° 45719

COMPOSIÇÃO

cis-trans-3-chloro-4-[4-methyl-2-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)-1,3-dioxolan-2-yl]phenyl 4-chlorophenyl ether (DIFENOCONAZOL)...........................................................................................250 g/L (25% m/v) Solvente aromático pesado de Nafta.......................................................................662 g/L (66,2% m/v) Outros ingredientes.............................................................................................131,5 g/L (13,15% m/v)

GRUPO G1 FUNGICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: fungicida sistêmico GRUPO QUÍMICO: triazol TIPO DE FORMULAÇÃO: concentrado emulsionável (EC) TITULAR DO REGISTRO (*): ASCENZA BRASIL LTDA. Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n, unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town, Chácaras Assay, CEP: 13186-904, Hortolândia/SP. CNPJ: 53.875.432/0001-02 – Telefone: (19) 2137-8100 – nº do Registro no Estado: 4455 CDA/SAA/SP (*) Importador do produto formulado FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: DIFENOCONAZOLE TÉCNICO PILARQUIM – Registro no MAPA nº 40418 Shandong Weifang Shuangxing Pesticide Co., Ltd. Weifang Binhai Development Zone, Yansi District 403, Building 403, 262737 Weifang, Shandong, P.R., China DIFENOCONAZOLE TÉCNICO TAGROS – Registro no MAPA nº TC 05720 Tagros Chemicals India Limited A-4/1 & 2, SIPCOT Industrial Complex Pachayankuppam Cuddalore, Tamilnadu, Índia. DIFENOCONAZOL ASCENZA TÉCNICO – Registro no MAPA n° TC01425 Zhejiang Udragon Bioscience Co., Ltd. Nº 1 Fangjiadai Road Haiyan Economic Development Zone 314304 - Haiyan, Zhejiang, China. Shandong United Pesticide Industry Co., Ltd. Building 1#, Middle Shengli Road, Daxin Vilage, Fan Town, Dalyue District Taian City, Shandong, China. DIFENOCONAZOL TÉCNICO RAINBOW – Registro no MAPA Nº TC02521 Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd. Binhai economic Development Area, 262737, Weifang, Shandong, China.

DIFENOCONAZOLE TÉCNICO HAILIR - Registro no MAPA Nº TC14125 Qingdao Hengning Biotechnology Co., Ltd. No. 12, Haipu North Road,Xinhe Ecological Chemical Technology Industrial Base Pingdu City, Qingdao, Shandong, China. FORMULADORES: Ascenza Agro, S.A. Avenida do Rio Tejo, Herdade das Praias, 2910-440, Setúbal, Portugal Pilarquim (Shanghai) Co., Ltd. 1500 Hang-Tang Road, Jin-Hui Town, Feng Xian District, Shanghai, P.R. China Pilarquim (Jiangsu) Co., Ltd. No. 9, Konglian RD, Salinization New Material Industrial Park, Huaian, Jiangsu Province, China Qingdao Audis Bio-Tech Co., Ltd. Changyang Industrial Zone, Laixi City, Qingdao, China Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd. Binhai Economic Development Area, 262737, Weifang, Shandong, China Shandong Hailir Chemical Co., Ltd. Lingang Industrial Zone, Coastal Econ, Development Zone, Weifang, Shandong, China Tagros Chemicals India Private Ltd. A-4/1 &2, SPICOT, Industrial Complex, Pachayankuppam, Cuddalore, Tamil Nadu. 607055, Índia Zhejiang Udragon Bioscience Co., Ltd. No. 1 Fangjiadai Road, Haiyan Economic Development Zone, Haiyan, Zhejiang, China. Zhejiang Udragon Pesticides and Chemicals Co., Ltd. No. 172, Zhangjiadun Road, Tangxi Town, Linping, Hangzhou, Zhejiang, China Indústria Química Lorena Ltda. Rua Hum esquina com Rua Seis, s/n CEP: 12580-320, Lot. Industrial Nova Roseira/SP CNPJ: 48.284.749/0001-34 N° do Registro no Estado: 266 CDA/SAA/SP Ouro Fino Química S.A. Av. Filomena Cartafina, 22.335, Quadra 14, Lote 5, Distrito Industrial III CEP: 38044-750, Uberaba/MG CNPJ: 09.100.671/0001-07 N° do Registro no Estado: 8.764 IMA/MG Prentiss Química Ltda. Rodovia PR 423, s/nº, km 24,5, Jardim das Acácias CEP: 83603-000, Campo Largo/PR CNPJ: 00.729.422/0001-00 N° do Registro no Estado: 002669 ADAPAR/PR

Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Av. Roberto Simonsen, 1459, Bairro Recanto dos Pássaros CEP: 13148-030, Paulínia/SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 N° do Registro no Estado: 477 CDA/SAA/SP Kubix Agroindustrial Ltda. Rua Bonifácio Rosso Ros, n° 260, Bairro Cruz Alta CEP: 13348-790, Indaiatuba/SP CNPJ: 47.754.052/0001-17 N° do Registro no Estado: 1248 CDA/SAA/SP MANIPULADOR: Matiza Industrialização Agrobiologica Ltda. Rua Antônia de Moraes Souza, 737, Betel CEP: 13148-171, Paulínia/SP CNPJ: 53.639.871/0001-16 N° do Registro no Estado: 4447 CDA/SAA/SP IMPORTADORES: Agrilean Inputs S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, km 30,5, n° 11100 CEP: 06421-300, Barueri/SP CNPJ: 47.983.211/0004-06 Nº do Registro no Estado: 4378 CDA/SAA/SP Agrilean Inputs S.A. Área Rural, S/N, Km 207, Lote 04, AR 01, Área Rural de Eduardo de Magalhães CEP: 47865-899, Luis Eduardo Magalhães/BA CNPJ: 47.983.211/0002-36 N° do Registro no Estado: 145723 ADAB/BA Agrilean Inputs S.A. Rodovia BR 364, Km 20, Área 02, n° 5788, Galpão 22, Zona Rural CEP: 78098-970, Cuiabá/MT CNPJ: 47.983.211/0003-17 N° do Registro no Estado: 30962 INDEA/MT Agroallianz S.A. Rua Avelino Silveira Franco, 149, sala 432, Condomínio Comercial L'Office, Sainte Hèlène CEP: 13105-822, Campinas/SP CNPJ: 27.150.699/0001-22 Nº do Registro no Estado: 1280 CDA/SAA/SP PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Av. Cardoso de Melo,1450, Conj. 801, Vila Olímpia CEP 04548-005, São Paulo/SP CNPJ: 33.824.613/0001-00 N° do Registro no Estado: 4206 CDA/SAA/SP

Tradecorp do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 09, s/n, Condomínio Tech Town, Chácaras Assay, CEP: 13186-904, Hortolândia/SP CNPJ: 04.997.059/0001-57 Nº do Registro no Estado: 958 CDA/SAA/SP Zhongshan Química do Brasil Ltda. Rua Santa Catarina, 40, Sala 707, Santa Maria Goretti CEP 91.030-330, Porto Alegre/RS CNPJ: 28.514.525/0001-64 Registro no Estado: 18/18 DISA/DDA/SEAPA

No do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto Nº 7212, de 15 de junho de 2010).

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO

MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

INSTRUÇÕES DE USO

CERIMÔNIA® é um fungicida sistêmico, atuando como inibidor da biossíntese do ergosterol, o qual é um constituinte da membrana celular dos fungos, bloqueando o funcionamento da enzima dimetilase a nível de carbono C14 interrompendo totalmente a síntese de ergosterol. Esse efeito se traduz em uma rápida eficácia e apresentando forte efeito curativo e erradicativo. Apresenta rápida absorção pelas folhas sendo somente transportado sistemicamente da base para o ápice.

CULTURASDOENÇAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICODOSE DO PRODUTO COMERCIALVOLUME DE CALDANÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO/ CICLO DE CULTURA
AbacateVerrugose Sphaceloma perseae20 mL/100 L de águaAplicação terrestre 500-1000 L/ha04
Antracnose Colletotrichum gloeosporioides
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações no florescimento pleno. Reaplicar em intervalos de 14 dias até que os frutos atinjam cerca de 5 cm de diâmetro.
Abacaxi Anonáceas CacauAntracnose Colletotrichum gloeosporioides30 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-800L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações no início da formação dos frutos. Reaplicar a cada 7-10 dias.
Abóbora AbobrinhaOídio Sphaerotheca fuliginea14 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-400L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as pulverizações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença. Repetir as aplicações a cada 10 dias sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença.
AcelgaCercosporiose Cercospora beticola20 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-400 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar a cada 7 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença.
ÁlamoFerrugem-do-Álamo Melampsora medusae21 mL/100 L águaAplicação terrestre 1000 L/ha Aplicação aérea 40 L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as mesmas a cada 30 dias sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença. A aplicação aérea deve ser realizada unicamente em baixo volume com água.
AlfaceSeptoriose Septoria lactucae20 mL/100 L águaAplicação terrestre 200-400 L/ha03
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas; reaplicar a cada 7 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença.
AlgodãoMancha-da-ramularia Ramularia areola0,3 L/haAplicação terrestre 200-400 L/ha03
Ramulose Colletotrichum gossypii var. cephalosporoides0,15-0,2 L/haAplicação terrestre 100-200L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: CERIMÔNIA deverá ser aplicado quando do surgimento dos primeiros sintomas da doença, devendo ser reaplicado em intervalo de 10 a 15 dias. Observar o número máximo de aplicações recomendada do produto por ciclo da cultura e caso sejam necessárias mais pulverizações, utilizar produtos de modo de ação diferente. Ramulose: as aplicações devem ser iniciadas preventivamente ao redor de 20 dias após a emergência da cultura, reaplicando se necessário a cada 14-21 dias.
AlhoMancha-púrpura Alternaria porri0,5 L/haAplicação terrestre 200-400 L/ha02
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as pulverizações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença, o que geralmente ocorre por volta dos 30 dias após a semeadura. Repetir as aplicações a cada 7 dias sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença: chuva e alta temperatura.
AlmeirãoCercosporiose Cercospora cichorii20 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-400 L/ha05
Mancha-de-alternaria Alternaria sonchi
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas; reaplicar a cada 7 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença.
AmeixaFerrugem Tranzschelia discolor0,3 L/haAplicação terrestre 600 L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições forem favoráveis a doença a partir do início da formação das folhas e durante a frutificação. Realizar aplicações com intervalos de 7 a 14 dias. Intercalar com fungicidas de outros grupos químicos.
AmendoimMancha-castanha Cercospora arachidicola0,35 L/haAplicação terrestre 100-200 L/ha Aplicação aérea 20-50 L/ha03
Mancha-preta Pseudocercospora personata
Verrugose Sphaceloma arachidis
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: O tratamento deverá ser iniciado independentemente do estádio de desenvolvimento vegetativo da cultura, tomando-se como base o aparecimento dos primeiros sinais de ocorrência da Mancha-castanha, da Mancha-preta e Verrugose. Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção das doenças na cultura, observando o número máximo. recomendado. Deve-se observar e ficar alerta quando as condições de temperatura e umidade forem favoráveis ao desenvolvimento das doenças.
ArrozMancha-parda Bipolaris oryzae0,3 L/haAplicação terrestre 100-200 L/ha Aplicação aérea 20-50 L/ha01
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar aplicação para o controle da mancha-parda, imediatamente após o aparecimento dos primeiros sintomas.
AveiaFerrugem das folhas Puccinia coronata var. avenae0,15-0,2 L/haAplicação terrestre 150-200 L/ha Aplicação aérea 20-40 L/ha03
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença, caso a doença ocorra antes. Repetir as aplicações em intervalos de 14 dias. Utilizar adjuvante específico, recomendado pelo fabricante.
AzeitonaAntracnose Colletotrichum gloeosporioides40 mL/100 L águaAplicação terrestre 100-200 L/ha06
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as pulverizações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a cada 14 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença.
BananaSigatoka amarela Mycosphaerella musicola0,2 L/haAplicação terrestre 500-1000 L/ha Aplicação aérea: 15 L/ha05
Sigatoka negra Mycosphaerella fijiensis0,4 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: O produto poderá ser utilizado em qualquer época preconizada para o tratamento da Sigatoka-amarela que corresponde ao período de outubro a maio, nas condições da região Centro-Sul ou preferencialmente no período de maior infecção (dezembro a março), com intervalos médios de 30 dias para Sigatoka-amarela e 14-21 dias para Sigatoka-negra dependendo da pressão da doença.
BatataPinta preta Alternaria solani0,3 L/haAplicação terrestre 200-400 L/ha Aplicação aérea 20-50 L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: O tratamento deve ser iniciado independentemente do estádio de desenvolvimento vegetativo da cultura, preventivamente tomando-se como base o aparecimento dos primeiros sinais de ocorrência da Pinta-preta. Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção da doença na cultura, deve-se observar e ficar alerta quando as condições de temperatura e umidade forem favoráveis ao desenvolvimento das doenças.
BerinjelaPodridão-de-ascochyta Phoma exigua var. exigua30 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-400 L/ha06
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos primeiros sintomas, o que normalmente corresponde aos 30 dias após o transplante das mudas. Repetir as aplicações a cada 7 dias sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença.
BeterrabaMancha-de-cercospora Cercospora beticola40 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-400 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as pulverizações logo após o aparecimento dos primeiros sintomas, o que geralmente ocorre por volta dos 20 dias após a semeadura. Repetir as aplicações a cada 7 dias sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença.
Café (viveiro de mudas)Mancha-de-olho-pardo Cercospora coffeicola35 mL/100 L de águaAplicação terrestre 100-200 L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações preventivamente quando as primeiras lesões da doença aparecerem. Continuar com as aplicações em intervalos de 14 dias sempre que as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença.
Café (campo)Phoma Phoma costaricensis0,15-0,2 L/haAplicação terrestre 400 L/ha Aplicação aérea 20-50 L/ha03
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações preventivamente na pré-florada ou nos primeiros sintomas da doença, caso a doença ocorra antes. Repetir a aplicação em intervalos de 14 dias. Utilizar adjuvante específico recomendado pelo fabricante.
CajuAntracnose Colletotrichum gloeosporioides0,2 L/haAplicação terrestre 600-1000 L/ha06
Oidio Oidium anacardii12 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-800 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações quando as plantas estiverem em pleno florescimento ou quando houver condições favoráveis para as doenças (Oídio, Antracnose). Repetir as aplicações em intervalos de 14 dias, sempre que houver condições favoráveis às doenças.
CaquiAntracnose Colletotrichum gloeosporioides8 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-800 L/ha06
Cercosporiose Cercospora kaki0,2 L/haAplicação terrestre 600-1000 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações quando as plantas estiverem em pleno florescimento ou quando houver condições favoráveis para as doenças (Oídio, Antracnose). Repetir as aplicações em intervalos de 14 dias, sempre que houver condições favoráveis às doenças.
CebolaMancha púrpura Alternaria porri0,6 L/haAplicação terrestre 200-400 L/ha03
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Em lavouras originárias de mudas, iniciar as aplicações quando a cultura atingir 50 dias após o transplante das mudas. Em lavouras originárias de bulbinhos, iniciar as aplicações quando a cultura atingir 30 dias após o plantio dos mesmos, ou nos primeiros sinais da doença. Repetir as aplicações a cada 7 dias sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença: Chuva e alta temperatura.
CenouraQueimadas folhas Alternaria dauci0,6 L/haAplicação terrestre 200-400 L/ha03
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as pulverizações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença, o que geralmente ocorre dos 15 aos 30 dias após a emergência da cultura. Repetir as aplicações a cada 7 dias, sempre que houver condições favoráveis ao desenvolvimento da doença: Chuva e alta temperatura.
CevadaMancha reticulada Drechslera teres0,15-0,2 L/haAplicação terrestre 150-200 L/ha Aplicação aérea 20-40 L/ha03
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as pulverizações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença, repetir em intervalos de 14 dias. Utilizar adjuvante específico recomendado pelo fabricante.
ChicóriaCercosporiose Cercospora cichorii20 mL/100L de águaAplicação terrestre 200-400 L/ha05
Mancha-de-alternaria Alternaria sonchi
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas; reaplicar a cada 7 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença.
CitrosVerrugose-da-laranja-doce Elsinoe australis20 mL/100 L de águaAplicação terrestre 500-1000 L/ha02
Podridão-floral-dos-citros Colletotrichum gloeosporioides
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para o controle da Verrugose, fazer uma única aplicação quando as plantas estiverem no estágio de botão floral. Podridão-floral-dos-citros: iniciar as aplicações quando as plantas estiverem no estágio de palito de fósforo. Repetir aplicação após 15 dias, se as condições climáticas forem favoráveis à doença.
CocoQueima-das-folhas Lasiodiplodia theobromae20 mL/100 L de águaAplicação terrestre 500-1000 L/ha04
Mancha-púrpura Bipolaris incurvata
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar a cada 14 dias.
Couve-florMancha-de-Alternaria Alternaria brassicae20 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-400 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas; reaplicar a cada 7 dias.
Crisântemo**Pinta Preta Alternaria solani0,2 L/haAplicação terrestre 200-400 L/ha03
Oidio Sphaerotheca pannosa0,3-0,5 L/haAplicação terrestre 600-1000 L/ha
Ferrugem Puccinia horiana
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações na fase inicial do desenvolvimento da cultura, desde que há condições ótimas para o desenvolvimento dos fungos. Fazer inspeções periódicas para iniciar as aplicações. Realizar aplicações dependendo da intensidade de ataque da doença com intervalo de 7 dias. Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outros grupos químicos.
ErvilhaOídio Erysiphe polygoni15 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-400 L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas; reaplicar a cada 10 dias.
EspinafreCercosporiose Cercospora tetragonia20 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-400 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar a cada 7 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença.
EstéviaMancha de alternaria Alternaria steviae20 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-400 L/ha05
Septoriose Septoria lactucae
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar a cada 7 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença.
EucaliptoOídio Oidium eucalypti0,15-0,2 L/haAplicação terrestre 200-400 L/ha Aplicação aérea 20-40 L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença, caso a doença ocorra antes. Repetir as aplicações em intervalos de 7 dias, se necessário.
Feijão Feijão-Caupi Feijão-Fava Feijão-vagem Grão-de-bico LentilhaMancha-angular Phaeoisariopsis griseola0,3 L/haAplicação terrestre 100-200 L/ha03
Ferrugem Uromyces appendiculatus
Antracnose Colletotrichum lindemuthianum0,2-0,25 L/haAplicação terrestre 600 L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Mancha angular e ferrugem: iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas das doenças. Repetir a cada 14-15 dias, sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis aos patógenos. Antracnose: iniciar as aplicações de forma preventiva, sendo a primeira no pré- florescimento. Repetir a aplicação em intervalos de 14 dias.
FigoFerrugem Cerotelium fici0,3 L/haAplicação terrestre 600-1000 L/ha06
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações de forma preventiva quando as condições climáticas forem favoráveis à doença a partir do enfolhamento e durante o período de frutificação. Repetir as aplicações com intervalo de 14 dias.
GergelimMancha de cercospora Cercospora sesami0,3-0,4 L/haAplicação terrestre 100-200 L/ha Aplicação aérea 20-50 L/ha02
Mancha de alternaria Alternaria sesami
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações quando do surgimento dos primeiros sintomas das doenças, devendo ser reaplicado em intervalo de 14 dias. Utilizar produtos de modo de ação diferente caso sejam necessárias mais pulverizações.
GirassolOídio Erysiphe cichoracearum0,3-0,4 L/haAplicação terrestre 100-200 L/ha Aplicação aérea 20-50 L/ha02
Mancha-de-alternaria Alternaria helianthi
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações quando do surgimento dos primeiros sintomas das doenças, devendo ser reaplicado em intervalo de 14 dias. Utilizar produtos de modo de ação diferente caso sejam necessárias mais pulverizações.
GoiabaFerrugem Puccinia psidii0,15-0,3 L/haAplicação terrestre 600-1000 L/ha06
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações de forma preventiva, durante a fase de intenso desenvolvimento vegetativo logo após a poda, reaplicando, se necessário, a cada 14 dias.
MaçãSarna-da-macieira Venturia inaequalis14 mL/100 L de águaAplicação terrestre 800-1500 L/ha05
Oídio Podosphaera leucotricha
Entomosposriose Entomosporium mespili
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: O tratamento deve ser iniciado preferencialmente quando a cultura apresentar 50% (Cinquenta por cento) das gemas com pontas verdes, estádio fenológico "C", antes da infecção da Sarna, Oídio e Entomosporiose. Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção das doenças na cultura. Deve-se observar e ficar alerta quando as condições de temperatura e umidade forem favoráveis ao desenvolvimento das doenças.
MamãoVaríola Asperisporium caricae30 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-800 L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações no início da formação dos frutos; reaplicar a cada 7-10 dias.
MangaOídio Oidium mangiferae20 mL/100 L águaAplicação terrestre 1000 L/ha03
Antracnose Colletotrichum gloeosporioides50 mL/100 L água
Seca-dos-ramos Podridão-seca Lasiodiplodia theobromae0,3-0,5 L/haAplicação terrestre 500-1000 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para o controle do oídio e da antracnose, deve se iniciar as aplicações logo após o intumescimento das gemas florais ou antes da abertura das flores, reaplicando a cada 14 dias, prosseguindo-se até que os frutinhos estejam formados. Utilizar a menor dose durante as primeiras aplicações, visando o controle do oídio e, em seguida, continuar com a maior dose visando-se o controle da antracnose.
MaracujáAntracnose Colletotrichum gloeosporioides20 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-800 L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando-se a cada 15 dias, caso as condições climáticas estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença.
Melancia MelãoCrestamento-gomoso-do-caule Didymella bryoniae30 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-400 L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as pulverizações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a cada 14 dias, conforme a pressão de doença e sempre que ocorrerem condições favoráveis à mesma.
Milho MilhetoCercosporiose Cercospora zeae-maydis0,3-0,4 L/haAplicação terrestre 100-200 L/ha Aplicação aérea 20-50 L/ha02
Helmintosporiose Exserohilum turcicum
Mancha-de-phaeosphaeria Phaeosphaeria maydis
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações de forma preventiva, sendo a primeira aplicação realizada quando a cultura apresentar de 6 a 8 folhas (V6 a V8) e a segunda aplicação na emissão da folha bandeira (pré pendoamento). Utilizar a maior dose, para situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Utilizar adjuvante específico, recomendado pelo fabricante.
MorangoMancha-de-Mycosphaerella Mycosphaerella fragariae40 mL/100 L de águaAplicação terrestre 100-200 L/ha06
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as pulverizações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas, o que geralmente ocorre entre 20 e 30 dias, após o transplantio das mudas. Repetir as aplicações a cada 14 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença.
Mostarda RúculaCercosporiose Cercospora brassicicola20 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-400 L/ha05
Mancha de Alternaria Alternaria brassicae
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas; reaplicar a cada 7 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença.
NectarinaFerrugem Tranzschelia discolor0,3 L/haAplicação terrestre 600 L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições forem favoráveis a doença a partir do início da formação das folhas e durante a frutificação. Realizar aplicações com intervalos de 7 a 14 dias. Intercalar com fungicidas de outros grupos químicos.
PepinoOídio Sphaerotheca fuliginea10 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-500 L/ha05
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as pulverizações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a cada 10 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença.
PêssegoPodridão-parda Monilinia fructicola30 mL/100 L de águaAplicação terrestre 800-1300 L/ha03
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações preventivamente, desde o início do desenvolvimento dos frutos, seguindo intervalo de aplicação de 7 dias., utilizando produtos de modo de ação diferente caso sejam necessárias mais pulverizações
PimentãoMancha-de-Cercospora Cercospora capsici30 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-400 L/ha06
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas, o que geralmente ocorre por cerca de 30 dias após o transplante. Repetir as aplicações a cada 7 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença.
Plantas Ornamentais**Oidio Sphaerotheca pannosa0,3-0,5 L/haAplicação terrestre 600-1000 L/ha03
Ferrugem Puccinia horiana
Ferugem Puccinia pelargonil-zonalis
Pinta-preta Alternaria solani
Padridão de ascochita Phoma exigua
Cercosporiose Cercospora sp
Antracnose Colletotrichum gloeosporioides
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença. Utilizar a dose mais baixa em condições menos favoráveis e a dose maior em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. Intervalo de aplicação: 7 dias. Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outros grupos químicos. Realizar as aplicações nos primeiros horários da manhã ou então ao final do dia. Caso seja detectada a presença de ventos, fechar a estufa para evitar deriva. O produto é recomendado para os cultivos sob condições de casa-de-vegetação/estufa.
Rosa**Oídio Sphaerotheca pannosa30 mL/100 L de águaAplicação terrestre 400 L/ha04
Mancha-negra Diplocarpon rosae80 mL/100 L de água
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações quando as brotações atingirem aproximadamente 5 cm de comprimento, repetindo em intervalos de 7 dias, sempre que houver condições favoráveis para o desenvolvimento das doenças.
SojaAntracnose Colletrotrichum dematiu0,3 L/haAplicação terrestre 100-200 L/ha Aplicação aérea 20-50 L/ha02
Phomopsis-da-semente Phomopsis sojae
Mancha-parda Septoria glycines0,15-0,2 L/ha
Crestamento-foliar Cercospora kikuchii
Oidio Microsphaera diffusa
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar uma única aplicação quando a cultura apresentar as vagens no estádio fenológico R 5.1 (grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da vagem). Para o controle de oídio: aplicar o produto quando as plantas apresentarem até 20% de área foliar atacada, examinando-se as duas faces da folha, reaplicar em intervalos máximos de 14 dias, caso as condições sejam favoráveis para o desenvolvimento da doença ou reaplicar no estádio fenológico R 5.1.
TomatePinta-preta Alternaria solani0,4 L/haAplicação terrestre 200-800 L/ha03
Septoriose Septoria lycopersici50 mL/100 L de água
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas das doenças, que pode ocorrer em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura. Repetir as aplicações a cada 7 dias sempre que houver condições favoráveis para o desenvolvimento das doenças: chuvas e altas temperaturas.
TrigoFerrugem-da-folha puccinia triticina0,15-0,2 L/haAplicação terrestre 150-200 L/ha Aplicação aérea 20-40 L/ha03
Mancha amarela Drechslera tritici repentis
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações preventivas ou nos primeiros sintomas da doença. Repetir as aplicações em intervalos de 14 dias. Utilizar adjuvante específico recomendado pelo fabricante.
UvaAntracnose Elsinoe ampelina8 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-800 L/ha06
Oídio Uncinula nicator12 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200-800 L/ha
Mancha-das-folhas Pseudocercospora vitis
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando as plantas estiverem em pleno florescimento ou quando houver condições favoráveis para as doenças (oídio, antracnose, mancha-das-folhas). Repetir as aplicações em intervalos de 14 dias, sempre que houver condições favoráveis às doenças.

*Para as culturas que possuem faixa de doses, aplicar as doses maiores em áreas com histórico de alta incidência da doença ou para um período maior de controle. ** Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala. MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: A dose recomendada para cada cultura deverá ser diluída em água e aplicada com volume adequado de calda de acordo com a cultura e o tamanho das plantas conforme o seu desenvolvimento, evitando sempre atingir o ponto de escorrimento, com uma cobertura no alvo no mínimo de 70 gotas/cm2 e com gotas de tamanho médio, diâmetro mediano volumétrico (DMV) variando entre 200 a 400 m. O equipamento de pulverização por via terrestre deverá ser adequado para cada tipo de cultura e de acordo com a sua forma de cultivo, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra:

EquipamentoBico recomendadoPressão
Costal manualJato Cônico Vazio ou Leque20 psi (1,5 Bar) a 60 psi (4 Bar)
Costal MotorizadoDisco de RestriçãoGravidade ou Sucção
Turbo Atomizador tipo canhãoJato Cônico Vazio45 psi (3 Bar) a 75 psi (5 Bar)
Estacionário/PistolaJato Cônico Vazio60 psi (4 Bar) a 100 psi (7 Bar)
Tratorizado com BarraJato Leque ou Cônico Vazio30 psi (2 Bar) a 80 psi (6 Bar)

Costal manual Jato Cônico Vazio ou Leque 20 psi (1,5 Bar) a 60 psi (4 Bar) Costal Motorizado Disco de Restrição Gravidade ou Sucção Turbo Atomizador tipo canhão Jato Cônico Vazio 45 psi (3 Bar) a 75 psi (5 Bar) Estacionário/Pistola Jato Cônico Vazio 60 psi (4 Bar) a 100 psi (7 Bar) Tratorizado com Barra Jato Leque ou Cônico Vazio 30 psi (2 Bar) a 80 psi (6 Bar) Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 70 gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1000 Kpa (= 15 a 150 PSI). O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora. Aplicação aérea: Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aeroagrícolas pela ANAC. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio, jato plano (leque) ou atomizadores rotativos, que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 70 gotas/cm2. A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 m acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia conforme o tipo de aeronave utilizada. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora. Não aplicar durante condições de inversão térmica (ausência de ventos). Parâmetros para Aplicação Aérea: As pulverizações aéreas de CERIMÔNIA nas culturas de arroz, amendoim, girassol, milho, soja e trigo devem ser realizadas unicamente em Baixo Volume (BV) com água.

Observações: - Evitar as condições de inversão térmica. - Ajustar o tamanho de gotas (DMV) às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”. - Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores. Preparo da Calda: deve-se preparar a quantidade de calda suficiente para a aplicação. Para preparar a calda, coloque a dose indicada de CERIMÔNIA no pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando constantemente, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. Recomendações gerais para evitar deriva: - Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. - Siga as restrições existentes na legislação pertinente. - O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura) - O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto. Diâmetro das gotas: - A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa. - A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas: - Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores. - Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão. - Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva. Ventos: - A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.

Temperatura e Umidade: - Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%. - Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação. Inversão térmica: - O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturasIntervalo de Segurança
Abobrinha, abacaxi, alho, anonáceas, banana, berinjela, beterraba, cacau, cebola, mamão, manga, maracujá, melancia, melão e pimentão03 dias
Abóbora, azeitona, morango e pepino01 dia
Caju, caqui, figo e goiaba02 dias
maçã05 dias
Batata, cenoura e citros.07 dias
Ameixa, pêssego e nectarina10 dias
Abacate, Acelga, Alface, almeirão, chicória, coco, couve-flor, ervilha, espinafre, estévia, feijão, feijão caupi, feijão fava, feijão vagem, girassol, gergelim, grão-de-bico, lentilha, mostarda, rúcula e tomate14 dias
Aveia, cevada20 dias
Algodão, uva21 dias
amendoim22 dias
Café, milho, milheto, soja e trigo30 dias
arroz45 dias
café – viveiro de mudas(1)
Álamo, crisântemo, eucalipto, plantas ornamentais e rosaUNA*

Aveia, cevada 20 dias Algodão, uva 21 dias amendoim 22 dias Café, milho, milheto, soja e trigo 30 dias arroz 45 dias café – viveiro de mudas (1) Álamo, crisântemo, eucalipto, plantas ornamentais e rosa UNA* (1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego UNA* Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (cerca de 24 horas). Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas de borracha.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Desde que aplicado nas culturas e doses recomendadas, o produto não é fitotóxico.

Outras restrições a serem observadas: Evitar temperaturas de armazenamento superiores a 50-60°C, NÃO armazenar o produto próximo de linhas de vapor outras fontes de aquecimento, pois essas condições podem dar início a um processo de combustão do produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPROTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA AO PRODUTO: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo 1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO G1 FUNGICIDA

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS Recomenda−se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE OS ESQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

NOVA FÓRMULA - Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora das especificações. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos ou viseira facial, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; e - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- EVITE O MÁXIMO POSSÍVEL O CONTATO COM A ÁREA TRATADA. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evitar ao máximo o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis. Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. - Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos ou viseira facial, avental impermeável, botas, macacão, luvas e máscara; e; - A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por uma pessoa treinada e devidamente protegida; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógios, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

- Nocivo se ingerido; - Provoca lesões oculares graves - Provoca danos aos órgãos por exposição repetida ou prolongada (pele) - Pode provocar irritação das vias respiratórias - Pode provocar sonolência ou vertigem
PERIGO

- INTOXICAÇÕES POR CERIMÔNIA -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo QuímicoDifenoconazol: Triazol Solvente aromático pesado de Nafta: Hidrocarbonteo
Classe ToxicológicaCATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de ExposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica
ToxicocinéticaDifenoconazol: Após a ingestão oral, o produto é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, alcançando concentração máxima no plasma em menos de duas horas. No organismo é metabolizado principalmente por oxidação. A eliminação do produto nos órgãos e tecidos também ocorre de forma rápida, principalmente pela via biliar/fecal e pela via urinária. Quantidades pequenas são eliminadas pelo ar exalado. O produto não se acumula no organismo, sendo eliminado em até 72 horas. Via dérmica, o produto é rapidamente absorvido alcançando o equilíbrio em menos de uma hora e, em seguida, declinando durante as 24 horas de exposição. Foram encontradas baixas concentrações do produto no sangue, indicando que somente uma pequena quantidade do produto absorvido pela pele atinge o sangue.
Solvente aromático pesado de Nafta: são bem absorvidos através da via inalatória, atravessam facilmente a membrana alveolar e, rapidamente (em minutos), atingem o sistema nervoso central (SNC) produzindo depressão. Inalatória: altas concentrações de vapor/aerossol irritam os olhos e as vias respiratórias. Pode causar transtornos no SNC (cefaleia, vertigem, efeitos anestésicos, sonolência, confusão, perda de consciência) e, em menor proporção, arritmias cardíacas. Altas doses podem levar a óbito. Oral: quando ingerido, não causa toxicidade sistêmica importante devido à pobre absorção, exceção de pneumonia aspirativa que pode progredir, em alguns casos, até o óbito. Devido à presença de naftaleno, quando ingerido em grandes concentrações, pode causar hemólise (poderá produzir lesões renais) e cataratas. Dérmica: o contato frequente ou prolongado pode causar leve irritação e dermatite. Pode agravar uma lesão pré-existente. Ocular: leve irritante.
ToxicodinâmicaDifenoconazol: os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos. Solvente aromático pesado de Nafta: SNC - A exposição aguda a hidrocarbonetos aromáticos possibilita a entrada destes solventes na corrente sanguínea e que atravessem a barreira hematoencefálica, podendo levar à depressão do sistema nervoso central (SNC). O hidrocarboneto aromático, com característica lipofílica, dissolve a porção lipídica das membranas das células nervosas e interrompe a função das proteínas de membrana seja por alterar a bicamada lipídica, seja por alterar a conformação proteica. O metabolismo oxidativo dos hidrocarbonetos depressores do SNC diminui a sua lipofilicidade e representa um processo que contrabalanceia a toxicidade que atua no SNC. Pulmões - A irritação pulmonar e pneumonite após inalação e exposição oral a hidrocarbonetos aromáticos pode envolver interação direta com as membranas das células nervosas, o que pode causar broncoconstrição e dissolução nas membranas do parênquima pulmonar, resultando em uma exsudação hemorrágica de proteínas, células e fibrina nos alvéolos.
Sintomas e Sinais ClínicosDifenoconazol: os triazóis são irritantes aos olhos, sensibilizantes da pele e das membranas mucosas. A administração de altas doses em animais, provocou salivação, convulsão, letargia, redução na atividade, tremor, diarréia e ataxia. Solvente aromático pesado de Nafta: pode causar: Contato cutâneo-mucoso: vasodilatação, eritema, desidratação com rachaduras cutâneas e risco de sobre infecção; dermatite de contato; fotossensibilização; irritação ocular com eritema e edema. Ingestão: irritação do trato gastrointestinal, náusea, vômito, diarreia e dor abdominal, acompanhados de dor de cabeça, vertigens, incoordenação motora e fadiga. Inalação: irritação das vias respiratórias podendo chegar a uma bronquite ou uma pneumonite química, dor de cabeça, vertigens, náusea, redução do nível de consciência e outros sintomas do sistema nervoso, tais como, irritabilidade, distúrbios visuais e depressão do sistema nervoso central, com dificuldade respiratória e convulsões. A inalação pode agravar um quadro de asma, uma inflamação ou um processo fibrótico pulmonar.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela contaminação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
TratamentoNão há antídoto ou antagonista específico para os fungicidas triazólicos. O tratamento médico é sintomático. Medidas terapêuticas imediatas devem ser tomadas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Análise dos sinais vitais e as funções, como o monitoramento do estado cardíaco, a temperatura corpórea e o estado mental. O estado mental alterado deve ser baseado em achados clínicos. Os pacientes em coma ou estado mental alterado devem receber oxigênio, Naloxona, Tiamina e ter o nível de glicose medido, ou receber imediatamente glicose. Exposição oral: Não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para comer ou beber. Administre o carvão com uma pasta: A) adulto: 25 a 100 g de carvão em 240 mL de água. B) crianças (1 a 12 anos): 25 a 50 g de carvão em 240 mL de água. Corrija os distúrbios eletrônicos e metabólicos. Monitore as funções hepáticas e renais. Exposição inalatória: Administre oxigênio umificado. Exposição ocular: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Exposição dérmica: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. As reações podem requerer o tratamento com anti-inflamatórios tópicos. Testes laboratoriais: Avalie a acidose metabólica. Execute os testes de funções hepática e renal, o de oximetria e o de radiografia da caixa torácica. Faça eletrocardiograma para avaliar arritmia, taquicardia ou a prorrogação do intervalo. O conteúdo do sangue, urina e gástrico são amostras analíticas potenciais e devem ser aproveitadas. Teste o pH do produto para avaliar os possíveis efeitos cáusticos.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos das Interações QuímicasNão são conhecidos efeitos das interações químicas.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnósticos e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique o Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800 7010450.

0800 7010450.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica no quadro acima.

EFEITOS AGUDOS

DL 50 oral em ratos: entre 300 e 2000 mg/kg. DL 50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg. CL 50 inalatória em ratos: > 1,29 mg/L. Irritação dérmica em coelhos: Não irritante para a pele. Não foram observados eritema, edema ou qualquer tipo de irritação. Irritação ocular em coelhos: Irritante. Animais testados apresentaram leve opacidade na córnea, leve irritação na íris e conjuntiva. Sensibilização cutânea em coelhos: Não sensibilizante. Mutagenicidade: Não mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS

Em estudo de 18 meses foi realizado em Camundongos: LOAEL/LOEL: 300 ppm (baseado em efeitos adversos sobre o fígado). NOAEL: 30 ppm (baseado em redução de peso corporal e de ganho de peso e em achados no fígado) MTD (Dose Máxima Tolerada): excedida a 2500 ppm. Em estudo de dois anos em ratos verificou-se redução de peso corporal e do ganho de peso, redução do nível de hemoglobina em fêmeas e da contagem de plaquetas em machos, e um aumento nos níveis de alanina transaminase e hipertrofia hepatocelular. Não houve diferença quanto à sobrevivência em relação a um grupo controle. NOAEL: 20 ppm (baseado em redução peso corporal e valores absolutos de peso corporal). NOEL: 20 ppm (baseado em efeitos diversos).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE II) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente; - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos).

- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa Ascenza Brasil Ltda. – Telefone: 0800 70 10 450. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado, e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL (0,1; 0,2; 0,25; 0,4; 0,5; 1; 2; 5; 10; 20 e 25 L) LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (50; 100; 200 e 500 L) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA - (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL • (De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis) Hortolândia/SP, 09 de dezembro de 2025.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Cerimônia registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 45719 · documento de 09/12/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Cerimônia?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Cerimônia e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Cerimônia é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 45719, documento de 09/12/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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