CELPHOS TABLET Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob nº 29921
COMPOSIÇÃO
Aluminium Phosphide (FOSFETO DE ALUMÍNIO) ................................................... 570 g/Kg (57% m/m) Outros ingredientes .................................................................................................. 430 g/Kg (43% m/m)
GRUPO 24A INSETICIDA PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida fumigante GRUPO QUÍMICO: inorgânico precursor de fosfina. TIPO DE FORMULAÇÃO: Fumigante em pastilha e comprimido. TITULAR DO REGISTRO(*): Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. Av. Wilson Camurça, 2138 – Distrito Industrial I – Maracanaú/CE – CEP: 61939-000 - Fone: (85) 4011-1000 - SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011, www.sumitomochemical.com – CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Número de registro do estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE/ FORMULADOR: Sumitomo Chemical lndia Limited No-205-209, Bhuj-Mundra Road, Near Kera Village, Gajod Kutch lndia
| Nº do Lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento: ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA ATENTAMENTE O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER. OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA. CORROSIVO PARA METAIS, ESPECIALMENTE AO COBRE. INFLAMÁVEL ESPONTANEAMENTE A PARTIR DE 27,1g DE GÁS FOSFINA/m3
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Página 1 de 19
INSTRUÇÕES DE USO
CELPHOS TABLET é um inseticida, que contém como ingrediente ativo o Fosfeto de Alumínio, 570 g/Kg na formulação fumigante, do grupo químico Inorgânico precursor da fosfina, indicado no tratamento para controle de pragas de cereais, sementes e plumas de algodão, grãos oleaginosos, grãos leguminosos secos, grãos de café, grãos secos alimentícios, farinha, produtos vegetais, fumo armazenado e alimentos elaborados armazenados. Culturas/Pragas:
| Cultura | ALVO | |
|---|---|---|
| NOME COMUM | NOME CIENTÍFICO | |
| Algodão (sementes e plumas) | Bicudo | Anthonomus grandis |
| Lagarta-rosada | Pectinophora gossypiel!a | |
| Amendoim | Traça | Corcyra cephalonica |
| Arroz | Traça-da-farinha | Ephestia kuehniella |
| Traça indiana da farinha | Plodia interpunctella | |
| Besourinho | Rhizopertha dominica | |
| Traça-dos-cereais | Sitotroga cerealella | |
| Besouro-castanho | Tribolium castaneum | |
| Caruncho dos cereais | Sitophilus zeamais | |
| Caruncho dos cereais; Gorgulho do arroz, Besourunho | Sitophilus oryzae | |
| Aveia | Caruncho dos cereais | Sitophilus zeamais |
| Caruncho dos cereais | Sitophilus oryzae | |
| Besouro castanho | Tribolium castaneum | |
| Traça-dos-cereais | Sitotroga cerealella | |
| Cacau | Traça do cacau | Ephestia cautella |
| Café | Caruncho | Araecerus fasciculatus |
| Cevada | Besouro-castanho | Tribolium castaneum |
| Caruncho dos cereais | Sitophilus oryzae | |
| Caruncho dos cereais | Sitophilus zeamais | |
| Besourinho | Rhizopertha dominica | |
| Farelo de soja | Caruncho dos cereais | Sitophilus oryzae |
| Caruncho dos cereais | Sitophi/us zeamais | |
| Besouro-castanho | Tribolium castaneum | |
| Farinha | Traça indiana da farinha | Plodia interpunctella |
| Traça da farinha | Ephestia kuehniella | |
| Besouro | Stegobium paniceum | |
| Besouro castanho | Tribolium castaneum | |
| Besouro | Tenebrio moltior | |
| Besouro | Tenebroides mauritanicus | |
| Feijão | Caruncho do feijão | Acanthosce/ides obtectus |
| Caruncho pequeno do feijão | Zabrotes subfasciatus | |
| Fumo | Traça do fumo | Ephestia elutella |
| Bicho do fumo | Lasioderma serricorne | |
| Milho | Besouro | Laemoph/oeus minutus |
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| Besouro | Oryzaephílus surinamensis | |
|---|---|---|
| Besouro castanho | Tribolium castaneum | |
| Besouro | Tenebroides mauritanicus | |
| Traça indiana da farinha | Plodia interpunctella | |
| Traça dos cereais | Sitotroga cerealella | |
| Carruncho dos cereais; | Sitophilus zeamais | |
| Carruncho dos cereais; | Sitophi/us oryzae | |
| Soja | Traça | Corcyra cephalonica |
| Traça indiana da farinha | Plodia interpunctella | |
| Besouro-castanho | Tribolium castaneum | |
| Caruncho | Callosobruchus maculatus | |
| Caruncho-dos-cereais; Gorgulho | Sitophi/us zeamais | |
| Sorgo | Besourinho | Rhizopertha dominica |
| Trigo | Traça indiana da farinha | Plodia interpunctella |
| Caruncho dos cereais | Sitophi/us oryzae | |
| Besourinho | Rhizopertha Domínica | |
| Besouro-castanho | Tribolium castaneum | |
| Caruncho dos cereais | Sitophi/us zeamais | |
| Traça dos cereais | Sitotroga cerea/el/a |
DOSE:
| TIPO DE TRATAMENTO | DOSE |
|---|---|
| Expurgo de grãos a granel e em sacaria | 3 2 pastilhas de 3g/m 3 1O comprimidos de 0,6 g/m |
| Expurgo de fumo armazenado em deposito ou armazéns | 3 2 pastilhas de 3g/m 3 1O comprimidos de 0,6 g/m |
| Fumigação de porões de navios | 3 2 pastilhas de 3g/m 3 1O comprimidos de 0,6 g/m |
| Farelo de soja armazenado | 3 1 pastilhas de 3g/m 3 5 comprimidos de 0,6 g/m |
NOTAS: 1. Os tipos de tratamentos acima e suas devidas dosagens se aplicam principalmente para as seguintes estruturas: silos metálicos com junções soldadas, silos abertos e concreto vedados com plástico, silos metálicos com junções parafusadas e silos horizontais, pilha de produto ensacado sob tendas plásticas, estrutura com capacidade superior a 300 toneladas e com boa hermeticidade. 2. A dosagem deverá ser considerada para o volume total do depósito ou armazém a ser fumigado e se aplica igualmente a esse ambiente parcial ou totalmente lotado. Página 3 de 19
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
FORMA DE APLICAÇÃO: 1. Pastilhas (3g) e comprimidos (0,6 g) - Armazéns convencionais (fardos ou sacarias) Cobrir cada bloco ou grupo de blocos com lona própria para expurgo ajustá-la bem sobre o material a ser expurgado deixando uma sobra de aproximadamente 50 cm em todos os lados. Sob a lona, colocar o produto em pequenas caixas de madeira ao redor dos blocos e vedar toda a beirada da lona com cobras de areia para evitar vazamento do gás. - Armazéns graneleiros horizontais (produtos agrícolas a granel) Cobrir toda a massa de grãos com lona própria para expurgo, enterrando a extremidade da mesma entre a massa e as paredes, vedando com cobras de areia. Deixar aberto um espaço entre as lonas para a aplicação do produto e em seguida fechá-las com fita adesiva ou velcro, se as lonas tiverem este dispositivo nas laterais. Vedar com lonas e fitas adesivas as entradas de aeração e demais locais onde possa ocorrer vazamento de gás. - Silos verticais de concreto herméticos: Aplicar o produto na massa de grãos ou durante o abastecimento do mesmo. Vedar com lonas e fitas as aberturas e os sistemas de aeração. - Silos verticais metálicos: Aplicar o produto, vedando com lonas e cobras de areia em cima da massa de grãos e com lonas e fitas adesivas as entradas de aeração, janelas de inspeção e demais locais onde possa ocorrer vazamento de gás. Notas: Para todos os casos de expurgo em produtos a granel, excetuando-se de uso do dosador automático de pastilhas, a dosagem deve ser dividida da seguinte forma: 90% na parte superior da massa de grãos e 10% distribuídos entre as válvulas de descarga de grãos e dutos de areação. Uma vez efetuada a fumigação os padrões recomendados de hermeticidade irão exIgIr aeração. Providenciar duas aberturas para que haja uma corrente de ar de ventilação e de exaustão. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Seguir as instruções para que se obtenha a ação total da fosfina em função do tempo de exposição necessário para o efetivo controle de insetos. 1. Para temperaturas acima de 25ºC: 1.1 sementes em geral: 96 horas 1.2 sementes de feijão: 72 horas 1.3 grãos armazenados, cevada, farinhas, farelo de soja, cacau, algodão em pluma, fumo: Em sacaria: 120 horas Em silos metálicos e porões de navios: 240 horas Em graneleiros horizontais: 288 horas 1.4 Grãos de soja: 96 horas 2. Para temperaturas entre 15ºC a 25°C prolongar o tempo de exposição em 20% para sacaria, silos metálicos, porões de navio e graneleiros horizontais, exceto para sementes. Página 4 de 19
3. Abaixo de 15ºC fica vedado o expurgo. Seguir as instruções acima para que se consiga a ação total da fosfina em função do tempo de exposição necessário para o efetivo controle dos insetos.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| CULTURAS TEMPO | |
|---|---|
| Algodão | 4 dias |
| Amendoim | |
| Arroz | |
| Aveia | |
| Cacau | |
| Café | |
| Cevada | |
| Feijão | |
| Milho | |
| Sorgo | |
| Trigo | |
| Fumo UNA* | |
| Soja 3 dias |
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS
A reentrada de pessoas ou a reocupação de áreas fumigadas somente pode ser efetuada após o período de aeração indicado e, quando a concentração de Fosfina estiver abaixo do limite mínimo de O,1 ppm, medido por meio de um detector de gás de fosfina, ou devem ser verificadas previamente pelo cheiro característico exalado (cheiro de peixe em decomposição) ou ainda, de forma quantitativa usando-se bomba e ampolas Drager específicas para fosfina. Esta é a forma mais prática de verificação de fosfina residual. É recomendado evitar a entrada na área durante as primeiras 120 horas após a aplicação do produto. DESATIVAÇÃO DO PÓ RESIDUAL - PASTILHAS OU COMPRIMIDOS: Encha um tambor ou qualquer recipiente adequado, até 2/3 (dois terços) de sua capacidade, com uma solução de água e detergente comum. Para cada 40 litros de água adicione 500ml de detergente. Cada 40 litros de solução é suficiente para desativar 1 kg de pó. O pó residual deve ser adicionado vagarosamente à calda, enquanto se faz uma suave agitação utilizando uma pá ou tábua. Esta operação deverá ser feita em ambiente aberto e ventilado, por operários munidos de equipamento de proteção individual com filtros adequados, visando a proteção contra fosfina. Durante esta operação poderá haver liberação do gás fosfina, proveniente da liberação das partículas de Fosfeto de Alumínio ainda não reagidas e contidas no pó residual. Nunca feche ou tampe o recipiente onde estiver sendo feita uma desativação. A completa desativação do pó residual se dá em 36 (trinta e seis) horas. Após esse período a solução contendo o pó residual poderá ser lançada no solo ou na rede de esgoto.
LIMITAÇÕES DE USO
Nível de concentração máxima: As exposições ao gás fosfina não devem exceder a 0,3 ppm. Página 5 de 19
lnflamabílídade: Inflamável espontaneamente no ar à concentração acima 27,1 g/m3• Corrosívídade: A fosfina é corrosiva para a maioria dos metais, especialmente ao cobre e metais nobres, em consequência da reação da fosfina com os mesmos. Os aparelhos que tenham cobre, tais como motores elétricos, cabos condutores de eletricidade, interruptores elétricos, sistemas de alarme, sistemas eletrônicos e outros, podem sofrer danos. Dessa forma antes de iniciar a fumigação verificar atentamente a presença desses aparelhos e protegê-los devidamente da ação da fosfina. Em alguns casos uma espessa camada de cerca de parafina poderá proteger esses materiais expostos. Somente iniciar a fumigação após certificar-se que a área está completamente livre de pessoas não autorizadas e de animais.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇOES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: As pastilhas ou comprimidos são aplicadas através do uso de dosificador automático. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
GRUPO 24A INSETICIDA A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida CELPHOS TABLET pertence ao grupo 24A (Inibidores do Complexo IV da cadeia de transporte de elétrons na mitocôndria) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do CELPHO TABLET como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 24A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. Usar CELPHOS TABLET ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um "intervalo de aplicação" Uanelas) de cerca de 30 dias. Página 6 de 19
Aplicações sucessivas de CELPHOS TABLET podem ser feitas desde que o período residual total do "intervalo de aplicações" não exceda o período de uma geração da praga-alvo. Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do CELPHOS TABLET, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico Inorgânico precursor da fosfina não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do CELPHOS TABLET ou outros produtos do Grupo 24A quando for necessário; Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas; Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, que incluem todos os princípios e métodos disponíveis, viáveis de controle. Página 7 de 19
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
Produto para uso exclusivamente agrícola O manuseio deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: vestimenta em tecido de brim ou similar, com mangas compridas; calçado de segurança; máscara facial inteira ou semi-facial, com filtro próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK contra gases ácidos e vapores orgânicos e inorgânicos); óculos de segurança (apenas nos casos em que for utilizada a máscara semi-facial); luvas de segurança, impermeáveis ou não. Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: vestimenta em tecido de brim ou similar, com mangas compridas; calçado de segurança; máscara facial inteira ou semi-facial, com filtro próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK contra gases ácidos e vapores orgânicos e inorgânicos); óculos de segurança (apenas nos casos em que for utilizada a máscara semi-facial); luvas de segurança, impermeáveis ou não. Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Para evitar acidentes com outras pessoas não implicadas na operação de fumigação, coloque Página 8 de 19
avisos evidentes na área a ser fumigada, desde o momento da distribuição do inseticida fumigante até o final do processo de aeração. Os avisos deverão ter um texto mínimo com as seguintes informações: - Produto fumigado - Quantidade aplicada - Nome do responsável - Nome do aplicador - Data e hora da aplicação - Data do fim da fumigação - Nome do encarregado da aeração - Data do fim do intervalo de segurança para reentrada de pessoas.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. Utilize equipamento de proteção individual - EPI: vestimenta em tecido de brim ou similar, com mangas compridas; calçado de segurança; máscara facial inteira ou semi-facial, com filtro próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK contra gases ácidos e vapores orgânicos e inorgânicos); óculos de segurança (apenas nos casos em que for utilizada a máscara semi-facial); luvas de segurança, impermeáveis ou não. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÔS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada; Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita); Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; Não reutilizar a embalagem vazia; Página 9 de 19
No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Máscara facial antigás tipo queixo com protetor facial cobrindo toda face, luvas e botas de borracha, macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos (quando for utilizada a máscara semi-facial); máscara; calçado; vestimenta; luvas. A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Fatal se ingerido Nocivo em contato com a pele Pode ser nocivo se inalado PERIGO Página 10 de 19
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. • Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirála. • Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo ANTÍDOTO: NÃO HÁ ANTIDOTO. O TRATAMENTO É SINTOMATICO E DE MANUTEÇÃO.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo Químico | Inorgânico precursor de fosfina. |
|---|---|
| Classe toxicológica | Categoria 2 - Produto Altamente Tóxico |
| Vias de exposição | Oral e inalatória |
| Toxicocinética | Em caso de ingestão, os sais de fosfeto reagem com o ácido clorídrico gástrico, liberando a fosfina. Os envenenamentos ocorrem por inalação e ingestão. A fosfina praticamente não é absorvida pela pele. No organismo, ela se transforma em ácido fosfórico e em fosfatos. A inalação durante uma hora, 3 de aproximadamente 300 ml/m de ar, é mortal para os seres humanos. A concentração máxima admissível em lugares de trabalho durante uma jornada de oito horas é de 0,23 ppm (0,3 mg/m3). A fosfina é eliminada pela expiração, contudo sua principal via de excreção é urinaria, principalmente sob a forma de hipofosfito. |
| Sintomas e | Após a exposição à umidade, o fosfeto de alumínio libera a fosfina, um gás |
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| Sinais Clínicos | de alta toxicidade que afeta o sistema gastrointestinal e o sistema nervoso central. A inalação ou o contato com a substância, seus vapores e produtos de decomposição, podem causar danos graves ou morte. Órgãos que requerem maior oxigenação parecem ser mais sensíveis à ação da fosfina, tais como o cérebro, os rins, o coração e o fígado. A fosfina tem um odor similar ao do peixe. Os sintomas costumam aparecer já nas primeiras horas após a exposição. Agudos: Sintomas vagos de cansaço, sonolência, tremores, tosse e, posteriormente dores gástricas, vômitos, diarreia, arritmia cardíaca, dispneia, dores de cabeça, hipotensão arterial, edema pulmonar, colapso cardiovascular e choque. Aparelho respiratório - irritação pulmonar severa, tosse, cianose, dispneia, edema pulmonar. Sistema nervoso central - cefaleia, tonturas, parestesias, fadiga, ataxia, letargia, torpor, convulsões, tremores, coma, morte. Trato gastrintestinal - náuseas, vômito, icterícia, necrose hepática centrolobular, hepatoesplenomegalia, íleo paralítico. Renal - oliguria e anúria. Olhos - diplopia Aparelho cardiovascular - necrose miocárdica total, arritmia, hipotensão, taquicardia, insuficiência cardíaca congestiva. Crônicos: Aparelho respiratório - bronquite. Sistema nervoso central - distúrbio motor e da fala. Pele - hiperemia e hipersensibilidade. Aparelho esquelético - fraturas espontâneas, necrose mandibular. Sangue - anemia, leucopenia. Condições gerais - perda de peso, fraqueza e anorexia. Dados laboratoriais - alterações de funções hepáticas, acidose, aumento de ureia urinaria e da bilirrubina, hematúria e proteinúria. |
|---|---|
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela presença de quadro clinico compatível. A respiração do paciente pode ter o odor de fosfina (odor semelhante ao de peixe) e pode ocorrer tosse com expectoração esverdeada. |
| Tratamento | O tratamento é, sobretudo, sintomático. Em caso de ingestão, administre carvão ativado: de 1 a 2 g/kg para crianças e de 50 a 100 g em dose única para adultos. Atenção a sintomas tardios semelhantes aos da intoxicação por via respiratória. Verifique a permeabilidade das vias respiratórias e administre 02 suplementar. Administre broncodilatador em aerossol, em caso de espasmo, após verificação do estado do miocárdio e faça intubação endotraqueal em caso de comprometimento respiratório. Trate o edema pulmonar. Monitore a função renal e, em caso de insuficiência renal, faça hemodiálise. Em caso de hipotensão, use vasopressores (Dopamina) e administre fluidos endovenosos. Em caso de convulsões, use diazepínicos. Em caso de alterações cardíacas, use: digoxina ou bloqueadores de cálcio, conforme necessário, gluconato de cálcio e sulfonato de magnésio a 25%; previna arritmias em pessoas idosas. Precauções: pacientes que inalaram quantidades importantes de fosfina devem ficar em observação por 72 horas ou mais, devido ao risco de edema pulmonar e lesões hepáticas tardias. Pacientes sem sintomatologia devem ficar em observação durante 6 horas e advertidos para voltar em caso de aparecimento de alterações de seu estado de saúde. |
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| Contra - indicações | A indução do vômito é contraindicada. A via oral de intoxicação não é muito usual, só ocorrendo em caso de suicídio ou ingestão acidental. Nestes casos, deve-se atentar que o vômito contendo fosfeto de alumínio pode exalar e liberar gás, o que pode levar a uma contaminação secundaria em áreas fechadas, tais como ambulâncias. Caso ele corra deve-se estar preparado para limpá-lo e isolá-lo em sacolas plásticas ou em outros recipientes apropriados. |
|---|---|
| Atenção | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) |
| Telefones de Emergência da empresa: Toxiclin (emergência toxicológica): 0800-014-1149 Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.: (85) 4011-1000 SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011 Endereço Eletrônico da Empresa: www.sumitomochemical.com Correio Eletrônico da Empresa: sac@sumitomochemical.com |
Correio Eletrônico da Empresa: sac@sumitomochemical.com
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Efeitos Agudos: Dlso oral em ratos: 25 mg/Kg Dlso cutânea em ratos: 1.852,83 mg/Kg Clso inalatória em ratos: 38,945 mg/L Corrosão/Irritação dérmica em coelhos: causa irritação leve Corrosão/Irritação ocular em coelhos: não irritante Sensibilização dérmica: não determinada nas condições do estudo Mutagenecidade: Não mutagênico. Efeitos Crônicos: A ingestão de fosfetos metálicos podem causar náuseas, vômitos, diarreias, dores abdominais e retroesternais, opressão do peito e tosse, dores de cabeça e vertigens. Em casos mais severos, pode progredir a colapso cardiovasculares, edemas pulmonares, cianoses e falência respiratória. Pericardites, falência renal e danos hepáticos que incluem icterícia que pode se desenvolver posteriormente. Os sintomas podem aparecer de forma tardia e a morte pode ocorrer em até uma semana após intoxicação. Observações patológicas incluem degeneração da gordura e necrose do fígado, hiperemia e edema pulmonar. A inalação da fosfina pode causar irritação pulmonar. Exposições "leves", podem causar irritação das membranas mucosas com sintomas iniciais que parecem uma infecção do trato respiratório superior. Outros sintomas podem incluir náuseas, vômitos, diarreias, dores de cabeça, fadiga, tosses, em casos mais severos ataxia, parestesia, tremores intensos, diplopia e icterícia. Casos muitos severos podem progredir a edemas pulmonares agudos, arritmias cardíacas, convulsões e coma. Danos renais e leucopenia também podem ocorrer. Exposições a 1400 mg/m3 por 30 minutos pode ser fatal. Não existem evidências de efeitos cumulativos por exposições intermitentes a baixos níveis 14 mg/m3 ou menos. A intoxicação crônica se caracteriza por anemia, bronquite, distúrbios gastrointestinais e visuais, dor de dente, Página 13 de 19
edema maxilar e necrose mandibular, anorexia, perda de peso, anemia e tendência a fratura óssea espontânea. Página 14 de 19
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: ( )-Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( ) - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE lI) (X) - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IlI) ()-POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV) •Evite a contaminação ambiental - preserve a natureza •Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. •Aplique somente as doses recomendadas •Os equipamentos e terminais elétricos devem ser protegidos, pois o gás fosfina é corrosivo ao cobre e metais nobres. •O produto pode se inflamar espontaneamente quando atingir a concentração de 27,1 g/m3 • Em contato com o calor e umidade o produto libera vapores inflamáveis, que podem elevar a temperatura do local e causar autoignição. •Em contato com o fogo pode haver ruptura das embalagens lacradas e o produto reagir com a umidade atmosférica, produzindo o fosfeto de hidrogênio ou fosfina. •Não lave as embalagens em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. •A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. •Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: •Manter o produto em sua embalagem original, sempre fechada. •Não estocar sob condições úmidas ou que possam adquirir umidade. •O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais •A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível •O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável •Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO •Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças •Respeite o prazo de validade do produto. •Deve haver sempre disponibilidade de máscara de proteção respiratória com filtro próprio para o gás fosfina. •Deve sempre haver recipientes adequados disponíveis (saco plástico transparente padronizado e com lacre - modelo ABNT) para isolar o produto resultante do desprendimento do gás fosfina, o HIDROXIDO DE ALUMINIO e/ou embalagens primarias rompidas. •Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas-ABNT •Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Utilize equipamentos de proteção individual (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). NÃO RESPIRE O GÁS. Página 15 de 19
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - - Telefones em caso de Emergência: (85) 4011-1000 ou AMBIPAR: 0800-720-8000. - Procure impedir que o produto atinja bueiros, drenas ou corpos d'água. - Em caso de incêndio, use extintores de CO2, PÓ QUÍMICO ou despeje areia sobre o fogo, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. NUNCA COMBATA O FOGO COM ÁGUA. - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de CO2, PÓ QUÍMICO ou despeje areia sobre o fogo, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. NUNCA COMBATA O FOGO COM ÁGUA. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGENS RÍGIDAS NÃO LAVÁVEIS: ESTAS EMBALAGENS NÃO PODEM SER LAVADAS: ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS: -Mantenha as embalagens destampadas e armazenadas em ambiente ventilado, ao abrigo de chuva, em separado das demais embalagens vazias ou que contenham produto por pelo menos 1O dias, tempo necessário para que o gás fosfina residual se desprenda e disperse. A garantia da inexistência de gás fosfina é feita através da medição da concentração com detectores específicos. -Após este período, o armazenamento das embalagens vazias, até devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. -Essas embalagens devem ser armazenadas com suas tampas em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas. -Use luvas no manuseio das embalagens. Esta embalagem após o consumo de seu conteúdo, torna-se inerte, porém imprópria para a reutilização doméstica. DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Página 16 de 19
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. -TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas com tampa e em caixa coletiva, quando existente, ou nas caixas de papelão (embalagens secundárias) originais. Sempre observe o prazo de segurança para o total desprendimento do gás fosfina. A verificação deve ser feita através da medição da concentração com detectores específicos para o gás fosfina. EMBALAGEM SACARIAS (UTILIZADAS PARA ACONDICIONAR SEMENTES TRATADAS COM CELPHOS TABLET) AS EMBALAGENS - SACARIAS - NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS. AS EMBALAGENS-SACARIAS -NÃO PODEM SER LAVADAS. ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS O armazenamento das embalagens - SACARIAS - vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio das SACARIAS. As embalagens - SACARIAS - vazias devem ser armazenadas separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS - SACARIAS - VAZIAS Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico CELPHOS TABLET ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas. Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico, devem descrever nas sacarias que as sementes foram tratadas com o agrotóxico CELPHOS TABLET e informar que as mesmas devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas. EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADAS) - ESTAS EMBALAGENS NÃO PODEM SER LAVADAS: - ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS: - O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuano, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS - É obrigatória a devolução das embalagens vazias, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou Página 17 de 19
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. -TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. As caixas de papelão poderão ser utilizadas para armazenar e transportar as embalagens primárias vazias. - DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS - A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS - A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita seguindo-se o seguinte procedimento: 1. em um local ventilado, estenda uma lona própria para expurgo em uma superfície horizontal; recolha o produto vazado, seja na forma de pastilhas ou comprimidos e espalhe-os sobre a lona evitando amontoamentos para facilitar o desprendimento e dispersão do gás fosfina. li. recolha o eventual pó de Hidróxido de Alumínio resultante da geração do gás fosfina e espalhe-o sobre a lona em uma fina camada, para facilitar o desprendimento e dispersão do gás fosfina. Ili. Retire todo o produto restante, pastilhas e comprimidos de fosfeto de alumínio ou hidróxido de alumínio, resultante da geração do gás fosfina, das embalagens rompidas e deposite-o sobre a mesma lona evitando amontoamentos e mantendo a camada de hidróxido de alumínio o mais fina possível. IV. certifique-se de que as embalagens rompidas foram totalmente esgotadas e armazene-as em recipiente adequado conforme recomendação de armazenamento de embalagens vazias. V. nessa circunstância o isolamento de todo esse material deve ser mantido por pelo menos 1O dias, antes de sua devolução para destinação final como produto impróprio para utilização ou em desuso. VI. após esse período armazene o produto resultante do desprendimento do gás fosfina, o hidróxido de alumínio, em recipientes adequados (saco plástico transparente padronizado - modelo ABNT), devendo ser identificados e com lacre. Cuidados a serem observados pelo usuário ou empresas legalmente autorizadas a procederem a destinação final de embalagens vazias para o armazenamento, devolução e transporte de embalagens primárias rompidas e produtos vazados gerando o gás fosfina: Consideram-se embalagens primarias aquelas que entram em contato direto com o produto, são elas: garrafa de alumínio, tubo de alumínio e lata de alumínio. Use óculos protetores, máscara de proteção respirat6ria com filtro próprio para o gás fosfina, macacão de mangas compridas e luvas e botas de borracha no manuseio das embalagens rompidas Página 18 de 19
e produtos vazados. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: Transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Página 19 de 19