Bula oficial · registro MAPA nº 10415

Bula do Captor

Bula completa do Captor (registro MAPA nº 10415), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: tiodicarbe.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 20 páginas no PDF.

Página 1 de 20 CAPTOR® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 10415

COMPOSIÇÃO

3,7,9,13-tetramethyl-5,11-dioxa-2,8,14-trithia-4,7,9,12-tetra-azapentadeca-3,12-diene-6,10-dione (TIODICARBE)............................................................................................... 350,00 g/L (35,00% m/v) Outros ingredientes ....................................................................................... 750,90 g/L (75,09% m/v) GRUPO 1A INSETICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO. CLASSE: Inseticida de contato e ingestão GRUPO QUÍMICO: Metilcarbamato de oxima TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO (*): ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA Avenida Silva Jardim, 2600 – 19ºandar – Água Verde - Curitiba/PR – CEP: 80240-020 Tel. (41) 3071-9100 - CNPJ: 10.409.614/0001-85 Inscrição Estadual: 90.463.291-01 - Registro Estadual no 003483 – SEAB/PR (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: TIODICARBE TÉCNICO ALTA - Registro MAPA n° 04113: LIANYUNGANG AVILIVE CHEMICAL CO. LTD. Dui Gou Gang Town (Chemical Industry Zone), Guan Nan Country, Lian Yun Gang City, Jiangsu Province - China TIODICARBE TÉCNICO PROVENTIS - Registro MAPA n° 11616: YANCHENG SOUTH CHEMICALS CO., LTD. Chenjiangang Chemicals District of Xiangshui, 224631, Yancheng, Jiangsu - China FORMULADORES/MANIPULADORES: BEQUISA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL LTDA: Avenida Antônio Bernardo,3950Gleba 37, Parque Industrial Imigrantes-Conjunto Residencial Humaitá, São Vicente/SP - CEP: 11349-380 - CNPJ: 58.133.703/0001-78 Número de registro do estabelecimento/Estado (SAA/CDA/SP) nº 045 BEIJING YOLOO BIO-TECHNOLOGY CORP., LTD. Derenwu Village, Yongledian Town, Tongzhou District, Beijing - China HENAN JINPENG CHEMICALS CO., LTD. West side of Jingwu Rd, South side of Weiwu RD, Chemical Industrial Park, Kaifeng, Henan - China JIANGSU CHANGLONG CHEMICALS CO., LTD. Nº 1229, Changjiang North Road, New District of Changzhou, 213033 Changzhou, Jiangsu – China

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Página 2 de 20 NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD. BeiHai Road, nº 1165, Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Town 315040, Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang Province - China SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. Av. Parque Sul, 2.138 – 1º Distrito Industrial. Maracanaú/CE – CEP 61.939-000 - CNPJ: 07.467.822/0001-26 SEMACE/CE Nº 390/2018 – DICOP-GECON OURO FINO QUÍMICA S.A Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5 – Distrito Industrial III - CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 Número de registro do estabelecimento/Estado: 8.764 IMA/MG QINGDAO RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Xinhe Eco-Chemical Science and Technology Industry Base, Qingdao 266717, Shandong - China SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 – Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 Número de registro do estabelecimento/Estado: 2972 IMA/MG (Comércio e Indústria) e 6627 IMA/MG (Armazenador e Comércio) TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.: Av. Roberto Simonsen, 1459 - Bairro Recanto dos Pássaros CEP: 13148-030 – Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81 Número de registro do estabelecimento/Estado: 477 CDA/SP WUXI HEMEI AGRO-CHEMICAL TECHNOLOGY CO., LTD.: Yunting Street, Jiangsu Province, Jiangyin City – China ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD. Zhongshan, Xiaopu, 313116, Changxing, Zhejiang – China

No do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: Produto Importado / Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 2 – PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO

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CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II –

PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Faixa vermelha (Vermelho PMS Red 199 C) MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO

CAPTOR® é um inseticida que age principalmente por ingestão, com limitada ação de contato, utilizado para controle de pragas conforme recomendação abaixo:

CulturasPragasDoses (L p.c./ha)Volume de Calda (L/ha)Nº de aplicaçõesÉpoca e intervalo de aplicação
Algodão*Curuquerê-do- algodoeiro (Alabama argillacea)1,2200 – 300 (Aplicação terrestre) 30 a 40 (Aplicação aérea)2 (Intervalo de 10 dias)Curuquerê-do-algodoeiro: Quando houver 2 lagartas médias por planta e o nível de desfolha de 20% da planta toda, ou 10% de desfolha do ponteiro da planta.
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens)1,5 0,4 – 0,8** (Ação ovicida)Lagarta-das-maçãs: Iniciar as aplicações quando constatado 10% de infestação, ou seja, 1 lagarta por 10 plantas. .
Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridanea)1,2 – 1,5Lagarta-das-folhas: O controle deve ser feito no estádio inicial de desenvolvimento das lagartas (do 1º ao 3º instares).
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armígera)1,2 – 1,5Lagarta Helicoverpa: Iniciar a aplicação quando o nível de infestação for de 3 – 6 lagartas menores que 1,0 cm em 100 plantas. O monitoramento da entrada dos adultos (mariposas) na área é fundamental para aplicação na época correta, ou seja, com lagartas no início do desenvolvimento (lagartas pequenas)
*O melhor momento para a aplicação é quando as lagartas estiverem no estádio inicial de desenvolvimento (do 1º ao 3º instares). Use a dose maior, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da praga e/ou quando a cultura atingir maior densidade foliar. **CAPTOR aplicado na dose de 0,4 – 0,8 L/ha apresenta ação ovicida contra ovos da Lagarta-das-maçãs.
Cana-de- açúcarNematóide-das- galhas (Meloidogyne javanica)2,5100 – 300 (Aplicação terrestre)1Aplicação no sulco de plantio. Realizar uma aplicação por ciclo da cultura, no sulco de plantio. Para aplicação em cana soca, utilizar equipamento adequado para o corte
Nematóide-das- lesões

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(Pratylenchus zeae)de soqueira.
MilhoLagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda)1,0 – 1,5200 – 300 (Aplicação terrestre) 30 a 40 (Aplicação aérea)2 (Intervalo de 10 dias)Realizar no máximo duas aplicações do produto comercial por ciclo da cultura. Aplicar o produto quando as lagartas estiverem em estágio larval do 1º ao 3º instar. Aplicar preferencialmente com a cultura com 3 a 5 folhas expandidas. Aplicar o produto nas horas de temperatura mais amena. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação ou quando o clima for favorável ao ataque. Reaplicar em 10 dias, caso necessário
SojaLagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis)0,3 – 0,4100 – 200 (Aplicação terrestre) 30 a 40 (Aplicação aérea)2 (Intervalo de 10 dias)Lagarta-da-soja: Deve-se levar em consideração os seguintes níveis de controle, de acordo com a época de ataque das pragas: - Antes da floração – iniciar as aplicações quando for constatado até 40 lagartas menores que 1,5 cm, por batida de pano. - Após a floração – iniciar as aplicações quando for constatado até 40 lagartas menores que 1,5 cm, por batida de pano.
SojaLagarta Helicoverpa (Helicoverpa armígera)1,2 - 1,5100 – 200 (Aplicação terrestre) 30 a 40 (Aplicação aérea)2 (Intervalo de 10 dias)Lagarta Helicoverpa: O tratamento deve ser iniciado quando as lagartas estiverem nos primeiros estádios larvais (1º ao 3º instar). O monitoramento da entrada dos adultos (mariposas) na área é fundamental para aplicação na época correta, ou seja, com lagartas no início do desenvolvimento (lagartas pequenas)
Broca-das-axilas (Epinotia aporema)1,0 – 1,52 (Intervalo de 10 dias)Broca-das-axilas: Controlar até a formação das vagens quando 30% das plantas estiverem com ponteiros atacados.
Nematóide-das- galhas Meloidogyne javanica0,8 – 1,0100 – 200 (Aplicação terrestre)1 (Aplicação sulco de plantio)Nematóides: Aplicar o produto diretamente no sulco de plantio, distribuir sobre as sementes de soja e cobrir imediatamente com uma camada de terra.
Nematóide-das- lesões Pratylenchus brachyurus

brachyurus Observação: Havendo a necessidade de um maior número de aplicações para o controle da praga, aplicar um outro produto de grupo químico diferente e que o mesmo esteja registrado para o mesmo uso junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária, respeitando as suas informações quanto as recomendações de uso. Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar - Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná - Brasil

Página 5 de 20 Aplicação em pré-plantio:

CulturaPragasDoses (L p.c./ha)Volume de Calda (L/ha)Nº de aplicações:Época e intervalo de aplicação
Soja JUNTO COM DESSECAÇÃO (Pré-plantio)Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda)1,2 – 1,5200 (Aplicação terrestre). r 1Aplicar quando for verificada a presença da praga. A maior dose deve ser ecomendada para condições de maior pressão ou quando houver necessidade de maior período de controle.

. Aplicar quando for verificada a presença da praga. A maior dose deve ser recomendada para condições de maior pressão ou quando houver necessidade de maior período de controle. Observação: A aplicação deverá ser feita sobre a palhada, avaliar o histórico da área e realizar o monitoramento, amostrando-se o número de lagartas presentes na palha e no solo. Recomenda-se o uso de um quadrado vasado de 1 m2 para a realização do levantamento Havendo a necessidade de um maior número de aplicações para o controle da praga, aplicar um outro produto de grupo químico diferente e que o mesmo esteja registrado para o mesmo uso junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária, respeitando as suas informações quanto as recomendações de uso. Para tratamento de sementes:

CulturasPragas Nome Comum/ Nome CientíficoDoses (L p.c./ha)Volume de Calda (L/ha)Nº de aplicaçõesÉpoca e intervalo de aplicação
ArrozCigarrinha-das-pastagens (Deois flavopicta)1,5 L/100kg de sementesVide Modo de Aplicação1Fazer uma única aplicação pouco antes da semeadura, ,
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus)
Pão-de-galinha (Euetheola humilis)
Cupim-de-montículo (Syntermes molestus)
FeijãoTripes (Thrips tabaci)1,5 L/100kg de sementesVide Modo de Aplicação1
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus)
MilhoCigarrinha-das-pastagens (Deois flavopicta)2,0 L/100kg de sementesVide Modo de Aplicação1
Coró-das-pastagens (Diloboderus abderus)
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus)
Cupim-de-montículo (Syntermes molestus)

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Página 6 de 20 Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) MODO DE APLICAÇÃO: Aplicar CAPTOR® nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado. As recomendações para os equipamentos de aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação empregada. Preparo da Calda: O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva APLICAÇÃO VIA TERRESTRE: A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como: Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.

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Página 7 de 20 Aplicação de CAPTOR no Sulco de Plantio da Cultura da SOJA: A aplicação deverá ser efetuada por via terrestre para aplicação no sulco de plantio da cultura, com pulverizadores tratorizados. Deve-se realizar a cobertura do sulco de plantio imediatamente após a aplicação. Aplicação de CAPTOR junto com dessecação (em pré-plantio): Pulverização em área total, na mesma época da aplicação do herbicida não seletivo de ação sistêmica, em pré-plantio (dessecação) objetivando-se atingir toda a superfície (palhada). Utilizar pulverizador tratorizado com volume de calda de 200 L/ha. APLICAÇÃO VIA AÉREA: Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as 3105375 disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação. Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. Volume de calda: 10 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada. Condições Climáticas: Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos: . Temperatura ambiente abaixo de 30ºC. . Umidade relativa do ar acima de 50%. . Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. Para tratamento de semente:. Para as culturas de algodão, feijão e milho recomenda-se não diluir o produto em água. Aplicar o produto diretamente sobre as sementes. Utilizar tambor rotativo ou outro equipamento para tratamento de sementes. Colocar as sementes no tambor e adicionar a metade da dose, misturar bem e acrescentar o resto do produto. Retirar as sementes e deixá-las secar à sombra. Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar - Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná - Brasil

Página 8 de 20 Preparo da calda: colocar a quantidade de produto desejada em um recipiente próprio para o preparo da calda. Importante: Manter a calda em agitação permanente para evitar decantação. Equipamentos de aplicação: O produto deverá ser aplicado com máquinas específicas para tratamento de sementes e/ou tambores rotativos, permitindo uma distribuição homogênea do produto sobre as sementes sem que as mesmas sofram qualquer tipo de dano que possa provocar redução na germinação das mesmas, interferindo negativamente no “stand” final da cultura. O tratamento deverá ser efetuado em local arejado e específico para esse fim. Utilizar somente sementes limpas (livres de poeira e impurezas) e de boa qualidade (alto poder germinativo e bom vigor). A utilização de meios de tratamento de sementes que possuam uma distribuição desuniforme do produto pode resultar em níveis de controle indesejados ou falhas de controle de pragas. As sementes tratadas deverão ser semeadas em solo úmido que garanta germinação e emergência uniforme logo após o tratamento. Obedecer às recomendações oficiais de profundidade de semeadura para cada cultivo. . ATENÇÃO: O uso de equipamentos inadequados ou desregulados pode resultar em cobertura desuniforme das sementes, falha de stand e possível redução da eficiência do produto. Tipos de equipamentos: - Tambores Rotativos, pá sobre lonas, betoneiras ou outro equipamento específico para este fim: Limpar e regular o equipamento, quando necessário. Dispor a quantidade desejada de sementes no equipamento e adicionar a dose indicada para cada cultura. Mistura o produto com as sementes, por cerca de 10 minutos, ou até perfeita cobertura das sementes. - Equipamentos com fluxo contínuo: Regular o equipamento para o fluxo de sementes e da dose indicada para a cultura. Durante a aplicação, sempre verificar se o fluxo das sementes e do produto continuam regulados. Se necessário, efetuar nova regulagem. A critério do Engenheiro Agrônomo responsável, as recomendações para aplicação poderão ser alteradas desde que respeitem a legislação vigente da região da aplicação. LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda com a limpeza de todo o equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item “Precauções no manuseio”, descritos em “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Proibido limpar o equipamento próximo às nascentes, fontes de água e zonas urbanas. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual e/ou Municipal vigente na região da aplicação

INTERVALO DE SEGURANÇA

CULTURADIAS
Arroz(1)
Algodão07
Cana-de-açúcar(1)

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Página 9 de 20 Feijão (1) Milho (foliar) Milho (tratamento de semente) (1) Soja

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Para aplicação foliar: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. Para tratamento de semente ou sulco: Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada

LIMITAÇÕES DE USO

Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.Utilizar o produto somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de segurança de cada cultura. As sementes tratadas destinam-se exclusivamente ao plantio. Não utilizar sementes tratadas para o consumo humano e animal. Não deixar sementes tratadas expostas na superfície do solo e expostas ao sol. No momento do plantio, assegurar que a semente tratada seja incorporada ao solo o quanto antes. A semente tratada exposta na superfície do solo pode ser perigosa para aves ou outros animais selvagens. Evitar a possibilidade de que o produto CAPTOR entre em contato com produtos fortemente ácidos, alcalinos ou que contenham sais metálicos, como, por exemplo, fertilizantes destinados a mistura com sementes. Incompatível com produtos fortemente alcalinos, ácidos ou que contenham sais metálicos. - Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

Feijão(1)
Milho (foliar)30
Milho (tratamento de semente)(1)
Soja14

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Página 10 de 20 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do CAPTOR® como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: . Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 1A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo; . Usar CAPTOR® ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias; . Aplicações sucessivas de CAPTOR® podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo; . Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do CAPTOR®, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Carbamatos. não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula; . Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do CAPTOR® ou outros produtos do Grupo 1A quando for necessário; . Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas; . Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; . Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; . Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br). GRUPO 1A INSETICIDA O inseticida CAPTOR® pertence ao Grupo 1A (Inibidores de Acetilcolinesterase - Carbamato), segundo classificação internacional do IRAC (Comitê de Ação à Resistência de Inseticidas)

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

PRECAUÇÕES GERAIS

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA - Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar - Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná - Brasil

Página 11 de 20 - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES: - Evite ao máximo possível o contato com as sementes tratadas. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiverem sendo tratadas as sementes, ou após a aplicação; - Utilize adequadamente todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados nas atividades que envolvam o tratamento das sementes.”; e - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. Orienta-se ainda que recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela unidade de tratamento de semente em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar - Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná - Brasil

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PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento, aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS À APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, botas de borracha, avental impermeável, respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Os equipamentos de proteção individual (EPl) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental impermeável, botas de borracha, macacão com tratamento hidrorrepelente, luvas de proteção contra produtos químicos e respirador. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida: a) Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar - Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná - Brasil

Página 13 de 20 b) Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Tóxico se ingerido PERIGO Fatal se inalado PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar - Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná - Brasil

Página 14 de 20 - INTOXICAÇÃO POR CAPTOR -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoMetilcarbamato de oxima
Classe ToxicológicaCATEGORIA 2 – PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica em menor quantidade.
ToxicocinéticaEm ratos, o Tiodicarbe é rapidamente degradado em Methomyl, o qual é rapidamente convertido para methomyl methlol, oxima, sulfuxida, sulfoxida oxima. Esses intermediários instáveis acabam sendo convertidos em acetonitrile e CO , os quais são eliminados 2 primeiramente pela respiração e urina. Mais adiante, uma pequena fração de acetonitrile é degradada em cetamina, ácido acético e CO . 2
Toxicodinâmica (Mecanismos de toxicidade)Não tem interação mutagênica com o DNA. A comparação com grupos controle não demonstrou um aumento estatístico significativo, no número de micronúcleos. Exposições repetidas por curtos períodos em animais causaram hepatotoxicidade. Em humanos não foram relatados efeitos adversos.
Vias de exposiçãoOral, inalatória e dérmica em menor intensidade.
Metabolismo e toxicocinéticaEm ratos, o Tiodicarbe é rapidamente degradado em metomil, que por sua vez é convertido em metomil metiol, e, após sucessivas degradações em sulfoxide oxime. Os intermediários são convertidos em acetonitrila e dióxido de carbono, que são eliminados primariamente pela urina.
Sintomas e sinais clínicosNeurológicos: (Em casos de envenenamento severo) depressão respiratória, estado de confusão mental, perda de consciência, hemorragia cerebral e convulsões. Dores de cabeça, tontura, visão embaçada, tremores, coma, atraso em resposta neurológica e fraqueza também podem ocorrer. Trato gastrointestinal: náusea, vômito, diarreia e cãibras abdominais.
DiagnósticoAtentar para a crise colinérgica, com aumento de salivação, lacrimação, poliúria, diarreia, cãibras gastrointestinais e vômitos como sintomas de envenenamento por N-METILCARBONATOS. Os sintomas podem ser confundidos com os de envenenamento por ORGANOFOSFATOS, diferindo por cãibras menos intensas e menor toxicidade ao SNC. Exames laboratoriais: Determinação de colinesterase no plasma e serie vermelha sanguínea. Exames de urina podem identificar o agente tóxico. Exames de raio –X em pacientes sintomáticos são indicados.
TratamentosAs medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação. Utilizar luvas e avental durante a descontaminação. 1. Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. 2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. 3. Em casos de ingestão: proceder com a lavagem gástrica com carvão

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ativado: doses de 25 a 100g para adolescentes/adultos, 25 a 50g para crianças (1 a 12 anos) e de 1g/kg em infantes abaixo de 1 ano. Administrar carvão ativado na proporção de 50 – 100g em adultos e 25 - 50g em criança de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240mL de água – PROTEGER VIAS AÉREAS - Controlar qualquer convulsão antes do procedimento. Acompanhamento pós-intoxicação: O tratamento deve ser sintomático de acordo com o quadro clinico. Não há antídoto especifico. Monitorar os sinais vitais e status mental e atividade do SNC após exposição significativa ao produto. Na ocorrência de vômito e/ou diarreia, monitorar fluidos e eletrólitos corporais.
Contra-indicaçõesNão provocar vômito. São contraindicados no caso de envenenamento por N-Metilcarbamato: morfina, sucinylcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina. Adrenoamina só deve ser administrada em caso de indicação especifica.
Efeitos das Interações QuímicasNão há informações na literatura sobre efeitos sinérgicos/cumulativos com outras substancias/medicamentos.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação 0800-722- 6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Centro do Controle de Envenenamento do Paraná: 0800 41 0148 ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA. (PLANITOX LINE): 0800 701 0450 Endereço eletrônico da Empresa: www.altadefensivos.com.br

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: É um inseticida inibidor de colinesterase. Em estudos laboratoriais com ratos, foi constatado que o Tiodicarbe foi absorvido através do trato gastrointestinal e pele. É rapidamente degredado em metomil, o qual é rapidamente convertido em metomil metolol, oxima, sulfoxida e sulfoxida oxima. Esses intermediários instáveis foram convertidos para acetrolina e CO2, os quais foram eliminados primeiramente através da respiração e pela urina. Uma pequena fração do acetrolina foi mais adiante degradada em acetamina, ácido acético e CO2.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

DL50 oral em ratos: > 50 mg/kg de peso corporal DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg de peso corporal CL50 inalatória em ratos: < 0,352mg/L Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar - Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná - Brasil

Página 16 de 20 Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: A substância-teste aplicada na pele dos coelhos não apresentou sinais clínicos de irritação dermal durante o período de avaliação, e o teste foi concluído na leitura de 72 horas após a aplicação da substância-teste. Nenhuma alteração comportamental ou clínica foi notada durante o período de observação. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: A substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu: irite, hiperemia na conjuntiva e quemose em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 72 horas após o tratamento para 3/3 dos olhos testados. Nenhuma alteração comportamental ou clínica foi notada durante o período de observação. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante. Mutagenicidade: O produto não é mutagênico

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Em estudos toxicológicos crônicos, o produto causou uma redução do peso corpóreo e foi considerado um redutor da atividade da colinesterase periférica (plasma e eritrócitos). INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) (X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de capitação de água para abastecimento público e 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos animais e vegetação susceptível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. • - Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. • - Não utilize equipamento com vazamento. • - Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • - Aplique somente as doses recomendadas. • - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. • - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar - Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná - Brasil

Página 17 de 20 • - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • - Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • - Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. • - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • - Isole e sinalize a área contaminada. • - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA • - Telefone da empresa: 0800 707 7022 e 0800 17 2020. • - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). • - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2, ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar - Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná - Brasil

Página 18 de 20 • - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • - Faça esta operação três vezes; • - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os procedimentos: • - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • - A água de lavagem dever ser transferida para o tanque do pulverizador; • - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo . Ao utilizar equipamento independente para a lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar - Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná - Brasil

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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEBALAGEM DESTE PRODUTO. Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar - Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná - Brasil

Página 20 de 20 • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS. • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL. Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes as atividades agrícolas. Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar - Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná - Brasil

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Captor registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 10415 · documento de 03/05/2024.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Captor?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Captor e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Captor é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 10415, documento de 03/05/2024), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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