Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária– MAPA sob n° 06413.
COMPOSIÇÃO
3-ciclohexil-6-dimethilamino-1-methil-1,3,5-triazine-2,4(1H,3H)-dione (HEXAZINONA)................................................................................................................ 900 g/kg (90% m/m) Outros ingredientes ......................................................................................................... 100 g/kg (10% m/m)
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO. CLASSE: Herbicida seletivo, de ação sistêmica do grupo químico Triazinona. TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Solúvel (SP). TITULAR DO REGISTRO (*): ADAMA BRASIL S/A Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa Londrina/PR – CEP 86031-610 Tel. (43) 3371-9000 – Fax: (43) 3371-9017 CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Inscrição Estadual: 60.107.287-44 Registro Estadual no 003263 – ADAPAR/PR (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO PRODUTO TÉCNICO: HEXAZINONA TÉCNICO MILENIA – REGISTRO MAPA nº 05302. ADAMA BRASIL S/A Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa Londrina/PR – CEP 86031-610 Tel. (43) 3371-9000 – Fax: (43) 3371-9017 CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Inscrição Estadual: 60.107.287-44 Registro Estadual no 003263 – ADAPAR/PR ADAMA BRASIL S/A Avenida Júlio de Castilhos, 2085 Taquari/RS – CEP 95860-000 Tel. (51) 3653-9400 – Fax: (51) 3653-1697 CNPJ: 02.290.510/0004-19 Registro Estadual nº 00001047/99 – SEAPA/RS ADAMA AGAN LTD Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod – Israel VOLCANO AGROSCIENCES LTD. 22, Burnside Drive, Old Mill Industrial Park, Mount Edgecombe 4300, Durban 400 – África do Sul Página 1 de 13
FORMULADOR: ADAMA BRASIL S/A Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa Londrina/PR – CEP 86031-610 Tel. (43) 3371-9000 – Fax: (43) 3371-9017 CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Inscrição Estadual: 60.107.287-44 Registro Estadual no 003263 – ADAPAR/PR ADAMA BRASIL S/A Avenida Júlio de Castilhos, 2085 Taquari/RS – CEP 95860-000 Tel. (51) 3653-9400 – Fax: (51) 3653-1697 CNPJ: 02.290.510/0004-19 Registro Estadual nº 00001047/99 – SEAPA/RS ADAMA AGAN LTD Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod – Israel
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
EM SEU PODER. Corrosivo ao ferro, alumínio, cobre e latão. Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL
II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C Página 2 de 13
INSTRUÇÕES DE USO
CANION é um herbicida de ação sistêmica e seletivo, indicado para o controle de plantas infestantes na cultura da cana-de-açúcar. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
| Cultura | Plantas infestantes | Doses | Número, época e intervalo de aplicações |
|---|---|---|---|
| Cana-de- açúcar | Picão-preto Bidens pilosa | Pré e Pós 0,3 - 0,5 kg/ha | Nas aplicações em pré-emergência o solo deve estar bem preparado, úmido, livre de torrões e restos de culturas. Para as aplicações em pós-emergência inicial as plantas infestantes devem estar com no máximo 4 folhas, utilizar 0,5% de óleo mineral. Realizar no máximo 1 aplicação durante cada safra da cultura. CANION deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de “esporão” (cana-planta) ou início do perfilhamento (cana-soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Utilizar a menor dose em solos de textura arenosa e as maiores em solos de textura argilosa. |
| Capim-braquiária Brachiaria decumbens | |||
| Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||
| Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||
| Beldroega Portulaca oleracea | |||
| Guanxuma Sida rhombifolia | |||
| Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||
| Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus | |||
| Buva Conyza canadensis | |||
| Capim-colchão Digitaria ciliaris |
MODO DE APLICAÇÃO
A aplicação do herbicida CANION poderá ser efetuada através de pulverização terrestre (manual ou tratorizada) e aeronaves agrícolas. APLICAÇÃO TERRESTRE: O herbicida pode ser aplicado via terrestre através de pulverizador tratorizado de barra, equipado com pontas do tipo leque jato plano, em volume de calda de 200L/ha, com pressão de trabalho variando conforme tipo de pulverizador e bicos utilizados. A altura da barra deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas infestantes. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura. É necessária contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento, evitando-se desperdícios e sobreposições das faixas de aplicação que podem duplicar a dose aplicada. APLICAÇÃO ÁEREA: CANION pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo pontas do tipo cônicas D8, D10 ou D12, proporcionando um volume de 30 a 40 L/ha de calda, densidade de 40 gotas/cm2 e com tamanho de gotas médias a grossas, preferencialmente. Pode também ser aplicado com atomizadores rotativos Micronair ou semelhante. Altura de vôo: 3 a 5 metros sobre o alvo. Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via terrestre e aérea do produto, tais como: - Temperatura ambiente até 30ºC; - Umidade relativa do ar no mínimo de 55%; Página 3 de 13
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h; Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. PREPARO DA CALDA: O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 1/3 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionar o produto, completando por fim o volume com água. Caso indicado óleo mineral, este deve ser o último produto a ser adicionado à calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Cana-de-açúcar.........................150 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
• As aplicações em cana-soca devem ser feitas após o enleiramento da palha. • Não aplicar em solos arenosos com menos de 2% de matéria orgânica ou em qualquer solo com menos de 1% de matéria orgânica em cana-planta. • Para cana-planta, recomenda-se que as aplicações sejam feitas após as primeiras chuvas depois do plantio, para se evitar concentração excessiva do produto no sulco de plantio, em decorrência do assoreamento, obtendo-se assim maior seletividade à cultura e uniformidade de controle nas entrelinhas. • Chuvas extremamente pesadas após a aplicação podem resultar em um baixo controle e/ou injúria à cultura, especialmente se a aplicação for feita em solo seco. • Não aplicar através de sistemas de irrigação. • A aplicação do CANION em pós-emergência inicial em plantas que estão em estresse devido à estiagem prolongada, poderá reduzir a eficiência dos resultados.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide item MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA. Página 4 de 13
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto herbicida CANION é composto por hexazinona, que apresenta mecanismo de ação de Inibição da fotossíntese no fotossistema II, pertencente ao Grupo C1, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas), respectivamente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola; - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 (ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada; Página 5 de 13
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 (ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia; - No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara; - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; Nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Nocivo se inalado Provoca moderada irritação a pele Provoca lesões oculares graves PERIGO PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. • Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: ATENÇÃO: PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. • Pele: ATENÇÃO: PROVOCA MODERADA IRRITAÇÃO A PELE. Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. Página 6 de 13
- INTOXICAÇÕES POR CANION -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Hexazinona: Triazinona | ||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO | ||||||||||
| Vias de exposição | Oral, dérmica, ocular e inalatória. | ||||||||||
| Toxicocinética | Toxicocinética | Em estudos em ratos, a hexazinona foi prontamente absorvida após a exposição oral, | |||||||||
| e rapidamente metabolizada e excretada na urina e nas fezes. A taxa de absorção | |||||||||||
| dérmica parece ser muito menor do que a absorção via exposição oral. As | |||||||||||
| transformações metabólicas são limitadas à hidroxilação, desmetilação e oxidação, | |||||||||||
| que tornam os metabolitos mais hidrossolúveis e aumentam a taxa de excreção pelos | |||||||||||
| rins. Tanto a excreção urinária (48h) quanto a fecal (72h) são rápidas. Menos do que | |||||||||||
| 1% da hexazinona original foi detectada na urina e fezes; sendo encontrados quase | |||||||||||
| que somente metabólitos. Não tem potencial de bioacmulação. Exposições por | |||||||||||
| períodos longos não diminui o rápido metabolismo e eliminação. | |||||||||||
| Toxicodinâmica | Há pouca informação disponível. Embora a hexazinona seja classificada como um | ||||||||||
| herbicida pertencente ao grupo químico triazona, a hexazinona é estruturalmente | |||||||||||
| diferente e parece não compartilhar o mecanismo de toxicidade do grupo. | |||||||||||
| Sintomas e sinais clínicos | A hexazinona é pouco tóxica para mamíferos via oral, inalatória e dérmica, mas pode | ||||||||||
| causar sérios danos oculares. Pode causar: | |||||||||||
| Sinais e sintomas | |||||||||||
| Dérmica | - | ||||||||||
| Ocular | É altamente irritante para os olhos – Corrosivo | ||||||||||
| Inalatória | Irritante, náuseas e vômitos | ||||||||||
| Oral | Náuseas e vômitos | ||||||||||
| Sistêmica | Sistêmica | Em estudos com animais, empregando-se doses muito | |||||||||
| elevadas, são frequentemente observados: lacrimejamento, | |||||||||||
| diarreia e frequência respiratória elevada e/ou dificuldade | |||||||||||
| respiratória. | |||||||||||
| Exposição Crônica: não há evidências de carcinogenicidade, neurotoxicidade nem | |||||||||||
| efeitos endócrinos em humanos. | |||||||||||
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de | ||||||||||
| quadro clínico compatível. | |||||||||||
| • Obs.; Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação | |||||||||||
| aguda, trate o paciente imediatamente. | |||||||||||
| • Dosagem de Hexazinona pode ser feita em amostras de sangue e urina, | |||||||||||
| mas são de pouca relevância par ao tratamento de emergência. | |||||||||||
| Tratamento | Tratamento geral: as medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do | ||||||||||
| paciente com avaliação de sinais vitais e do "status mental", a efetividade da | |||||||||||
| respiração e circulação, manutenção de vias aéreas patentes e adequada | |||||||||||
| oxigenação, remoção da fonte de exposição ao produto com a descontaminação do | |||||||||||
| paciente, administração de antídotos, medidas para aumentar a eliminação do tóxico | |||||||||||
| do organismo, medidas sintomáticas e de manutenção. | |||||||||||
| Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência | |||||||||||
| cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via | |||||||||||
| endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias | |||||||||||
| cardíacas. Usar vasopressores na hipotensão severa (evitar adrenalina pelo risco de | |||||||||||
| fibrilação). Avaliar estado de consciência do paciente. | |||||||||||
| Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. | |||||||||||
| Sucção de secreções orais se necessário. lntubação e ventilação conforme | |||||||||||
| necessário, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou | |||||||||||
| comprometimento neurológico. | |||||||||||
| Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. | |||||||||||
| Se intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. | |||||||||||
| Medidas de descontaminação: | |||||||||||
| Exposição oral: Tratamento de suporte vital, monitorização cardíaca e respiratória. | |||||||||||
| Controlar convulsões anteriormente a qualquer método de descontaminação | |||||||||||
| gastrintestinal. A lavagem gástrica deve ser indicada se a dose ingerida for acima de | |||||||||||
| 40 mg/Kg de ingrediente ativo (adulto), seguido de carvão ativado. | |||||||||||
| - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do | |||||||||||
| produto (geralmente dentro de 1 hora). | |||||||||||
| Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a |
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| disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| intubação endotraqueal com cuff. | |||||
| Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração | |||||
| de consciência em pacientes não-intubados; pacientes com risco de hemorragia | |||||
| (alterações prévias de coagulação) ou perfuração gastrintestinal; e ingestão de | |||||
| quantidade não significativa do produto. | |||||
| Carvão ativado: liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a sua | |||||
| absorção sistêmica, se administrado logo após a ingestão (1 h). | |||||
| Dose: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água/30 g | |||||
| de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g (ou 0,5 a 1,0 | |||||
| g/Kg) em crianças de 1 a 12 anos e 10 a 25g (ou 0,5 a 1,0 g/Kg) em crianças com | |||||
| menos de 1 ano. | |||||
| Contraindicações: pacientes neurologicamente comprometidos e com as vias | |||||
| aéreas desprotegidas, perfuração do trato gastrintestinal e quando o carvão ativado | |||||
| pode aumentar o risco de aspiração. | |||||
| Na presença de vômito, pode ser administrado através de um tubo orogástrico ou | |||||
| tubo nasogástrico. Nos casos moderados a severos, a administração repetida de | |||||
| carvão | |||||
| ativado a cada 2-4 horas pode ser benéfica na tentativa de diminuir a absorção e a | |||||
| circulação entero-hepática, mas o uso de formulações contendo sorbitol (um catártico) | |||||
| deve ser evitada após a primeira dose. | |||||
| - Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses desse composto, podem aparecer | |||||
| vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar | |||||
| que aspire resíduos. | |||||
| ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, | |||||
| com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição. | |||||
| Exposição Ocular: Lave os olhos expostos abundantemente com água ou solução | |||||
| salina 0,9% à temperatura ambiente por cerca de 20 a 30 minutos. Assegure que não | |||||
| fiquem partículas na conjuntiva. Evitar que a água da lavagem contamine o outro | |||||
| olho. Pode-se utilizar colírio anestésico no início da descontaminação ocular. Realizar | |||||
| avaliação oftalmológica de urgência. | |||||
| Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta, não | |||||
| negligenciando unhas e dobras cutâneas, com água abundante e sabão por cerca de | |||||
| 20 a 30 minutos para remover resíduos de agrotóxicos da pele e cabelo. Muitos | |||||
| agrotóxicos são corrosivos e irritantes e causam processo inflamatório local que pode | |||||
| se intensificar com a exposição ao sol. Podem ocorrer queimaduras químicas. | |||||
| Tratamento dos sintomas de acordo com as manifestações clínicas. | |||||
| Exposição inalatória: Remover o paciente para um local arejado e fornecer | |||||
| adequadas ventilação e oxigenação. Muitos agrotóxicos possuem solventes derivados | |||||
| de petróleo e outras substâncias, como surfactantes, agravando a irritação de | |||||
| mucosas e os efeitos da intoxicação, podendo causar pneumonite e pneumonia | |||||
| química. Administrar oxigênio, corticoides, broncodilatadores, antagonistas H1, | |||||
| antibioticoterapia conforme indicação clínica. | |||||
| Antídoto: não há antídoto específico conhecido para a substância. | |||||
| CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: | |||||
| EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; e | |||||
| utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o | |||||
| procedimento. | |||||
| A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das | |||||
| medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental | |||||
| impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. | |||||
| Contra-indicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração, | ||||
| porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris | |||||
| ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do | |||||
| conteúdo gástrico. | |||||
| Efeitos das | Não são conhecidos efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores. | Não são conhecidos efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores. | |||
| interações | |||||
| químicas | |||||
| ATENÇÃO | ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e | |||
| tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de |
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Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: 0800-200 2345
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos para Animais de Laboratório: DL50 oral em ratos: 500 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: >2,003 mg/L (4h) Corrosão/irritação cutânea em coelhos: produziu eritema grau 1 a 2, nas leituras em 1, 24, 48 e 72 horas em 3/3 dos animais; e edema grau 1, na leitura em 1 hora em 2/3 dos animais. Todos os sinais de irritação retomaram ao normal na leitura de 7 dias após o tratamento. Corrosão/irritação ocular em coelhos: opacidade corneana, irite (hiperemia pericorneana com dobras acima do normal e congestão da íris), hiperemia, edema e secreção conjuntivais em 3/3 dos olhos testados. Opacidade da córnea e alterações conjuntivais ainda foram observadas ao final do período de observações em 1/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retomaram ao normal na leitura em 14 dias após o tratamento para 2/3 dos olhos testados. Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não é mutagênico. Efeitos Crônicos para Animais de Laboratório:
| Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). | ||
|---|---|---|
| As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos | ||
| de Notificação Compulsória. | ||
| Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). | ||
| Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | ||
| Telefone de Emergência da empresa: 0800-200 2345 |
Efeitos crônicos: pode produzir diminuição do ganho de peso; alterações hematológicas, bioquímicas e nos níveis enzimáticos sanguíneos; aumento do peso do fígado e alterações hepáticas. Estudos em animais não demostraram evidências de mutagenicidade, carcinogenicidade, neurotoxicidade, imunotoxicidade, mas sim de genotoxicidade. Elevadas doses de hexazinona em ratas prenhas produziram efeitos no desenvolvimento, mas não a doses baixas.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: ( ) - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). (X) - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( ) - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). - Este produto á ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO no meio ambiente. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de Página 9 de 13
250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagricolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: ADAMA BRASIL S/A - Telefone da empresa: 0800-400-7070. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: . Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. . Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. . Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL - LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Página 10 de 13
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Página 11 de 13
RÍGIDA NÃO-LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Para embalagem FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilada ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicada na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. Página 12 de 13
Para embalagens SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADAS) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação deste produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às atividades agrícolas. Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro de 2019. Página 13 de 13