Bula oficial · registro MAPA nº 29325

Bula do Camposato 720 WG

Bula completa do Camposato 720 WG (registro MAPA nº 29325), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: glifosato.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 26 páginas no PDF.

CAMPOSATO 720 WG Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob no 29325.

COMPOSIÇÃO

Sal de Amônio de N-(phosphonemethyl)glycine (GLIFOSATO)…………………………………………………………………………….792,50 g/kg (79,25 % m/m) Equivalente ácido de GLIFOSATO ..................................... 720,0 g/Kg ou (72,0% m/m) 1,2 Ethanediol..................................................................10,00 g/kg (1,00% m/m) Outros Ingredientes..........................................................197,50 g/kg (19,75 % m/m)

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida seletivo condicional, de ação sistêmica GRUPO QUÍMICO: Glicina substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG) TITULAR DO REGISTRO (*): NGC Agrosciences Brasil Ltda. Av. Universitária, 3162 – Altos do Paraiso - Botucatu/SP - CEP: 18610-034. Tel: (14) 3361-1657 - CNPJ: 50.157.389/0001 51 - Cadastro na SAA/CDA/SP nº 4383. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Glifosato Técnico Fersol 950 – Registro MAPA nº 16512 Jingma Chemicals Co. Ltd No. 50 Baota Road, Longyou, Zhejiang - China FORMULADOR: Anhui Yinong Chemical Co., Ltd. Haitang Road, Hangbu Economic Development Zone, Shucheng County, Anhui Province, P.R. China – 231323 IMPORTADORES: Somax Agro do Brasil Ltda Rua Marechal Floriano Peixoto, 960 Salas 165 166 167 168 Edif Torre Marechal – Centro – CEP 85851-020 - Foz do Iguaçu/PR CNPJ Nº45.923.627/0001-52 Registro ADAPAR/PR Nº 1008194 Somax Agro do Brasil Ltda Rua Ronat Walter Sodre, 2800 - Setor 3 – CEP 86206-006 - Ibiporã/PR CNPJ Nº45.923.627/0003-14 Registro ADAPAR/PR Nº 1008300 Somax Agro do Brasil Ltda Rodovia dos Imigrantes, S/N - Distrito Industrial – CEP 78098-325 - Cuiabá/MT CNPJ Nº45.923.627/0004-03 Registro INDEA/MT Nº 328037 Somax Agro do Brasil Ltda Avenida Constante Pavan, 4633 – Distrito Industrial – CEP 13148-198 - Paulínia/SP CNPJ Nº45.923.627/0006-67 Registro CDA/SP nº 4495

No do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo.

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – Classe III –

Produto Perigoso ao Meio Ambiente Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C

INSTRUÇÕES DE USO

Recomendado para o controle em pós-emergência de plantas infestantes nas seguintes situações: - Aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes, nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, citros, maçã, nectarina, pêra, pêssego seringueira e uva. - Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto para as culturas de algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagens, soja e trigo. - Aplicação em área de pousio antecedendo o plantio de algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagens, soja e trigo. - Aplicação para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar. - Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, nas culturas de eucalipto e pinus, visando a eliminação de vegetação para implantação de espécies florestais (pré-plantio) e para limpeza de entrelinhas após sua implantação (pós-emergência). - Aplicação em área total, em pós-emergência do milho e soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato em áreas de plantio direto ou convencional. - Aplicação em área total, em pós-emergência das plantas daninhas e pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato, até a emissão da 4a folha da cultura. Em caso de reinfestação, realizar uma aplicação em jato protegido dirigido à entrelinha, após este estádio de crescimento do algodão. CULTURAS: algodão, algodão geneticamente modificado, ameixa, arroz, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, maçã, milho, milho geneticamente modificado, nectarina, pastagem, pêra, pêssego, Pinus, soja, soja geneticamente modificada, seringueira trigo e uva. PLANTAS INFESTANTES e DOSE:

FOLHA ESTREITADOSE (PRODUTO COMERCIAL) (3)Volume de calda (L/ha)Número de aplicação
CulturasAlvosKg/ha*g/100 L d’água**
Algodão Ameixa Arroz Banana Cacau Café Cana de açúcar Citros Eucalipto Maçã Milho Nectarina Pastagem PeraAveia-voluntária (Avena strigosa)1,00500Terrestre: 50 a 250 Aéreo: 20 a 401
Braquiarão (Brachiaria brizantha)1,50 – 2,50750 – 1.250
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens)2,501.250
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)0,50250
Cevadilha (Bromus catharticus)0,50250
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)1,00500
Grama-seda (Cynodon dactylon)2,50 – 3,501.250 – 1.750
Junquinho (Cyperus ferax)2,00 – 2,501.000 – 1.250
Tiririca (Cyperus rotundus)2,00 – 2,501.000 – 1.250
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)0,75 – 1,00375 - 500
Capim-amargoso (Digitaria insularis) (2)1,50750
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli)1,00 – 1,50500 - 750
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) (2)1,00500
Pêssego Seringueira Soja Trigo UvaAzevém-anual (Lolium multiflorum)2,501.250
Capim-colonião (Panicum maximum)2,251.125
Capim-azedo (Paspalum conjugatum)1,50750
Grama-batatais (Paspalum notatum)2,501.250
Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum)1,00500
Milheto (Pennisetum americanum)1,50750
Cana-de-açúcar (Saccharum officinarum)2,50 – 3,001.250 – 1.500
Sorgo (Sorghum bicolor)0,5 – 1,00250 - 500
FOLHA LARGADOSE (PRODUTO COMERCIAL) (3)Volume de calda (L/ha)Número de aplicação
CulturasAlvosKg/ha*g/100 L d’água**
Algodão Ameixa Arroz Banana Cacau Café Cana de açúcar Citros Eucalipto Maçã Milho Nectarina PastagemCarrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe)1,00500Terrestre: 50 a 250 Aéreo: 20 a 401
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum)1,00500
Mentrasto (Ageratum conyzoides)1,00500
Apaga-fogo (Alternanthera tenella)1,00500
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) (2)1,00500
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis)1,00500
Picã-preto (Bidens pilosa)0,75375
Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta)1,00500
Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides)1,00500
Trapoeraba (Commelina benghalensis)3,00 – 3,50 (1)1.500 – 1.750
Buva (Conyza bonariensis) (2)0,50 – 1,50250 - 750
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla)1,00500
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)0,50250
Fazendeiro (Galinsoga parviflora)0,50250
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)1,50 – 2,00750 – 1.000
Corda-de-viola (Ipomoea indivisa)2,001.000
Corda-de-viola (Ipomoea nil)2,001.000
Guanxuma (Malvastrum coromandelianum)1,00500
Losna-branca (Parthenium hysterophorus)1,50 – 2,50750 – 1.250
Pera Pêssego Seringueira Soja Trigo UvaQuebra-pedra (Phyllantus tenellus)0,50250
Beldroega (Portulaca oleracea)1,00500
Nabiça (Raphanus raphanistrum)1,00500
Nabiça (Raphanus sativus)1,50750
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)2,501.250
Maria-mole (Senecio brasiliensis)1,00500
Guanxuma (Sida rhombifolia)1,00 – 1,50500 - 750
Serralha (Sonchus oleraceus)1,00500
Erva-quente (Spermacoce latifólia)2,00 – 3,001.000 – 1.500
Erva-de-touro (Tridax procumbens)2,001.000
Ervilhaca (Vicia sativa)2,00 – 3,001.000 – 1.500

** As doses em g/100 L d’água referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida,utilizar os valores em litros/hectare. (1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação). Observação Geral: As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. (2) Para controle das plantas daninhas considerar também as orientações do item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. (3) P.C.: Cada quilo (kg) do CAMPOSATO 720 WG corresponde a 792,5 g/kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/kg do equivalente ácido de glifosato.

FOLHA ESTREITADOSE (PRODUTO COMERCIAL) (3)Volume de calda (L/ha)Número de aplicação
CulturasAlvosKg/ha*g/100 L d’água**
Eucalipto PinusCevadilha (Bromus catharticus)0,50250Terrestre: 50 a 250Realizar 1 (uma) aplicação. O CAMPOSATO 720 WG, aplicado no período adequado, e conforme a recomendação, controlará as plantas infestantes com uma única aplicação. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)0,75 – 1,00375 - 500
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)1,00500
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)1,00500
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)0,50250
Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum)1,00500
FOLHA LARGADOSE (PRODUTO COMERCIAL) (3)
CulturasAlvosKg/ha*g/100 L d’água**
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe)1,00500
Eucalipto PinusPicão-preto (Bidens pilosa)0,75375início da formação dos botões florais. Aplicar CAMPOSATO 720 WG quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água).
Fazendeiro (Galinsoga parviflora)0,50250
Guanxuma (Malvastrum Coromandelianum)1,00500
Serralha (Sonchus oleraceus)1,00500
Erva-lanceta (Solidago chilensis)1,50750
Guanxuma (Sida rhombifolia)1,00 – 1,50500 - 750
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)2,501.250
Trevo (Trifolium repens)2,501.250

* Dependente do estádio de desenvolvimento das plantas infestantes, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. *As dosagens em g/100 L de água referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 300-400 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Quaisquer dúvidas, utilizar os valores em kg/hectare. (4) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação). Observação Geral: As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. (5) Para controle das plantas daninhas considerar também as orientações do item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. (6) P.C.: Cada quilo (kg) do CAMPOSATO 720 WG corresponde a 792,5 g/kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/kg do equivalente ácido de glifosato. Recomendação para aplicação de CAMPOSATO 720 WG em soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato: PLANTAS INFESTANTES, DOSES E NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO

FOLHA ESTREITADOSE (PRODUTO COMERCIAL) (1)Volume de calda (L/ha)Número e Época de aplicação
CulturaAlvosKg/ha*g/100 L d’água**
Soja geneticamente modificadaCapim-carrapicho (Cenchrus echinatus)0,50 – 0,75250 - 375Terrestre: 120 Aéreo: 20 a 40Realizar 1 (uma) aplicação. Aplicação em área total, em pós- emergência da soja geneticamente modificados, tolerantes ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional Estádio(2): V3 ou aos 25 dias após a emergência* A melhor época para controle das plantas daninhas em pós-emergência é aos 25 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento.
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)0,50 – 0,75250 - 375
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)2,51.250
1,2600

(1) P.C.: Cada quilo (kg) do CAMPOSATO 720 WG corresponde a 792,5 g/kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/kg do equivalente ácido de glifosato. (2) O estádio de desenvolvimento pode variar de acordo com a época de plantio, condições climáticas e ciclo da variedade em questão. * Dependente do estádio de desenvolvimento das plantas infestantes, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. ** As doses em g/100 L d’água referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida,utilizar os valores em litros/hectare. Recomendação para aplicação de CAMPOSATO 720 WG em algodão geneticamente modificada tolerante ao glifosato: PLANTAS INFESTANTES, DOSES E NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO

FOLHA ESTREITADOSE (PRODUTO COMERCIAL) (1)Volume de calda (L/ha)Número e Época de aplicação
CulturaAlvosKg/ha*g/100 L d’água**
Algodão geneticamente modificadoCapim-carrapicho (Cenchrus echinatus)0,50 – 1,0250 - 500Terrestre: 50 a 250 Aéreo: 20 a 40Realizar 1 (uma) aplicação. No caso de reinfestação, segunda aplicação deverá ser realizada em jato dirigido à entrelinha da cultura, obedecendo às doses e estádios das plantas daninhas Aplicação em área total, em pós- emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato. Estádio(2): Até a emissão da 4a folha da cultura aos 15 dias após a emergência.
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) (3)0,5 - 1,5250 - 750
FOLHA LARGADOSE (PRODUTO COMERCIAL) (1)
CulturaAlvosKg/ha*g/100 L d’água**
Algodão geneticamente modificadoApaga-fogo (Alternanthera tenella)0,50 – 1,0250 - 500
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis)0,50 – 1,0250 - 500
Trapoeraba (Commelina benghalensis)1,0 – 1,5500 - 750
Corda-de-viola (Ipomoea nil)1,0 – 1,5500 - 750

(1) P.C.: Cada quilo (kg) do CAMPOSATO 720 WG corresponde a 792,5 g/kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/kg do equivalente ácido de glifosato. (2) O estádio de desenvolvimento pode variar de acordo com a época de plantio, condições climáticas e ciclo da variedade em questão. (3) Para controle das plantas daninhas considerar também as orientações do item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS” * Dependente do estádio de desenvolvimento das plantas infestantes, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. ** As doses em g/100 L d’água referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida,utilizar os valores em litros/hectare. Recomendação para aplicação de CAMPOSATO 720 WG em milho geneticamente modificada tolerante ao glifosato: PLANTAS INFESTANTES, DOSES E NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO

FOLHA ESTREITADOSE (PRODUTO COMERCIAL) (1)Volume de calda (L/ha)Número e Época de aplicação
CulturaAlvosKg/ha*g/100 L d’água**
Milho geneticamente modificadoAveia-voluntária (Avena strigosa)0,50 – 1,0250 - 500Terrestre: 50 a 250 Aéreo: 20 a 40Aplicação única, e se necessário, realizar uma segunda aplicação. Aplicação em área total, em pós- emergência de milho geneticamente modificados, tolerantes ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional. Estádio(2): V3-V4 ou 20 dias após a emergência da cultura. A melhor época para controle das plantas daninhas em pós- emergência é por volta de 20 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento. (*) Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas daninhas recomenda-se realizar a segunda aplicação na dose de 1,0 kg/ha, com intervalo de aproximadamente 15 a 20 dias após a primeira aplicação.
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)*1,0 – 1,5500 - 750
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* (3)0,5 - 1,5250 - 750
FOLHA LARGADOSE (PRODUTO COMERCIAL) (1)
CulturaAlvosKg/ha*g/100 L d’água**
Milho geneticamente modificadoApaga-fogo (Alternanthera tenella)*0,50 – 1,0250 - 500
Caruru (Amaranthus viridis)*
Picão-preto (Bidens pilosa)
Corda-de-viola (Ipomoea acuminata)*
Beldroega (Portulaca oleracea)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Amendoim-bravo (Euphorbia Heterophylla)*0,5 – 1,5250 - 750
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum)*
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea)*
Nabiça (Raphanus raphanistrum)

Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum)* Corda-de-viola (Ipomoea purpurea)* Nabiça (Raphanus raphanistrum) (1) P.C.: Cada quilo (kg) do CAMPOSATO 720 WG corresponde a 792,5 g/kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/kg do equivalente ácido de glifosato. (2) O estádio de desenvolvimento pode variar de acordo com a época de plantio, condições climáticas e ciclo da variedade em questão. (3) Para controle das plantas daninhas considerar também as orientações do item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS” * Dependente do estádio de desenvolvimento das plantas infestantes, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. ** As doses em g/100 L d’água referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida,utilizar os valores em litros/hectare.

CANA-DE-AÇÚCAR
TipoAlvosDOSE (PRODUTO COMERCIAL) (1)Volume de calda (L/ha)Número e Época de aplicação
Kg/ha*g/100 L d’água**
SoqueiraCana-de-açúcar (Saccharum officinarum)2,50 – 3,001.250 - 1500Terrestre: 50 a 250 Aéreo:Realizar 1 (uma) aplicação. Erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar Esta aplicação deve ser feita quando a altura média das folhas estiver entre 0,6 m e 1,0 m

colmos na soqueira. (1) P.C.: Cada quilo (kg) do CAMPOSATO 720 WG corresponde a 792,5 g/kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/kg do equivalente ácido de glifosato. * Dependente do estádio de desenvolvimento das plantas infestantes, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. ** As doses em g/100 L d’água referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida,utilizar os valores em litros/hectare. - Aplicar CAMPOSATO 720 WG quando as plantas daninhas estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água). - CAMPOSATO 720 WG não tem ação residual sobre sementes existentes no solo. - CAMPOSATO 720 WG, aplicado no período adequado e conforme a recomendação, controlará as plantas daninhas com uma única aplicação. - O herbicida CAMPOSATO 720 WG é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de algodão, milho e soja geneticamente modificados, tolerantes ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula. - A eficiência do produto é visualizada entre o 4° e o 10° dia após o tratamento.

MODO DE APLICAÇÃO

- As recomendações a seguir relacionadas são importantes para uma correta aplicação e para se obter os efeitos desejados. - Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a regulagem do equipamento de aplicação terrestre ou aéreo para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado. APLICAÇÃO TERRESTRE Utilizar equipamento de pulverização tratorizado provido de barras apropriadas ou pulverização costal. Seguir as recomendações e restrições gerais. • Volume de Aplicação: Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 100 a 150 L/ha. • Seleção de Pontas de Aplicação: Para a aplicação do PRODUTO, recomendamos a utilização de pontas de pulverização do tipo com indução de ar, que possibilitam uma geração de gotas grossas e muito grossas, minimizando assim o risco de deriva. A seleção correta da ponta para aplicação de herbicidas é um dos parâmetros mais importantes para se obter o resultado desejado na aplicação. • Altura da Barra de Aplicação: A barra pulverizadora deverá estar posicionada a 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Quanto menor a distância entre a altura da barra e o alvo a ser atingido, menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento. Recomenda-se o uso de controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo. Rua Tabapuã 888 cj. 61 CEP 04533-003 ltaim Bibi São Paulo SP Brasil Telefone 55 11 2362 0335

• Velocidade do Vento: Recomenda-se a aplicação do produto quando a velocidade do vento estiver entre 10 a 15 Km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação minimizando desta forma o efeito de deriva. • Velocidade do Equipamento: Selecione uma velocidade adequada às condições do terreno, equipamento e cultura, não devendo ser superior a 25 km/h, observando o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resultam em uma melhor cobertura e deposição na área alvo. • Pressão de Trabalho: A pressão de trabalho deverá ser selecionada considerando o volume de calda da aplicação e o tamanho de gotas desejado. Em caso de dúvida consulte a recomendação do fabricante da ponta (Bico). Observar sempre a recomendação do fabricante da ponta (Bico) e trabalhar dentro da pressão recomendada, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gotas. APLICAÇÃO AÉREA Recomenda-se para aplicação com equipamentos aéreos de pulverização, aeronaves de asa fixa, providas com barra e pontas (Bicos) apropriadas. A aplicação deve ser realizada apenas por empresas especializadas, sob orientação de um engenheiro agrônomo. Seguir as recomendações e restrições gerais. • Volume de Aplicação: Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 20 a 40 L/ha. • Seleção de Pontas de Aplicação: Para a aplicação do PRODUTO, recomendamos a utilização de pontas de pulverização que possibilitam uma geração de gotas grossas e muito grossas. • Altura de voo: Recomenda-se altura de voo de 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição com 15m a 18 m de largura dependendo do tipo de avião. • Velocidade do Vento: Recomenda-se a aplicação do produto com a velocidade do vento entre 3 a 10 km/h. RECOMENDAÇÕES E RESTRIÇÕES GERAIS • Temperatura e Umidade: Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco da evaporação da calda de pulverização, reduzindo o tamanho de gota e aumentando o potencial de deriva. Evite pulverizar durante condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60 %) e altas temperaturas (maiores que 30o C). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas. • Deriva: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.

• Período de Chuvas: A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após aplicação pode afetar o desempenho do produto. Este intervalo de tempo é o mínimo necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento. Evite aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho. Sob risco de chuva, suspenda a aplicação. Preparação da Calda: Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno), adicione a quantidade recomendada de CAMPOSATO 720 WG. Com o agitador ligado complete o volume do tanque com água. Por se tratar de uma formulação do tipo WG (Granulado Dispersível) o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante ou pré dissolvidos em recipientes adequados. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Outras restrições: • Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. • Para aplicação do produto somente utilize água limpa (sem argila, limo e matéria orgânica em suspensão). • Não aplicar CAMPOSATO 720 WG com as folhas das plantas daninhas cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção). • Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de CAMPOSATO 720 WG.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturasIntervalo de Segurança (dias)CulturasIntervalo de Segurança (dias)
Algodão(1)Milho(3)
Ameixa17Nectarina30
Arroz(2)Pastagens(2)
Banana30Pera15
Cacau30Pêssego30
Café15SeringueiraU.N.A.
Cana-de-açúcar(2)Soja(4)
Citros30Trigo(2)
Maçã15Uva17

U.N.A. = Uso Não Alimentar (1) O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pósemergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente modificado, que expressa tolerância ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura. (2) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. (3) O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pósemergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa tolerância ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura. Rua Tabapuã 888 cj. 61 CEP 04533-003 ltaim Bibi São Paulo SP Brasil Telefone 55 11 2362 0335

(4) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pósemergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa tolerância ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• O uso do CAMPOSATO 720 WG está restrito ao indicado no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. • Durante a aplicação em jato dirigido, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. • CAMPOSATO 720 WG não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja. • O herbicida CAMPOSATO 720 WG não deve ser utilizado em pós-emergência de variedades de algodão, milho e soja que não sejam geneticamente modificados, tolerantes ao glifosato, ou sobre outras espécies úteis sensíveis. • Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para culturas vizinhas, inclusive algodão, milho e soja que não sejam tolerantes ao herbicida CAMPOSATO 720 WG.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

• O produto herbicida CAMPOSATO 720 WG é composto por Glifosato, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores de EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas infestantes e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de danos ao meio ambiente.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha e luvas de nitrila. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: Touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele PERIGO Nocivo se inalado Provoca lesões oculares graves PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: “ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES.” Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR CAMPOSATO 720 WG

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo QuímicoGlifosato - Glicina substituída 1,2 Ethanediol - álcool glicólico
Classe ToxicológicaCategoria 5 - Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de ExposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaGlifosato - Após administração oral, aproximadamente 20 a 40% do glifosato é absorvido rapidamente pelo trato gastrointestinal. A distribuição para os órgãos e tecidos é rápida, porém limitada, acarretando baixos níveis de resíduos teciduais. Os maiores resíduos são observados nos ossos, rins e fígado, sem evidências de bioacumulação. Sua eliminação é rápida e quase completa em 48 horas, pelas fezes e urina. A maior parte do glifosato parental é eliminada na sua forma inalterada e pouco menos de 0,5% é eliminado como ácido aminometilfosfônico (AMPA), porém o metabolismo do AMPA em mamíferos demonstrou ser bastante limitado, devido principalmente à ação de bactérias da microflora gastrointestinal. 1,2 Ethanediol – É rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal e amplamente distribuído por todo o corpo devido à sua miscibilidade com água. A primeira etapa metabólica é a oxidação por álcool e aldeído desidrogenases ao monoácido, demonstrada in vitro para uma gama de etilenoglicol (EG). A extensão da oxidação diminui com o aumento do comprimento da cadeia, o que é um fator crítico em seu perfil de risco. A excreção urinária representa a principal via de eliminação para os EGs, exceto para o próprio EG, onde a expiração como dióxido de carbono também é a principal via de eliminação. Acredita-se que o metabolismo em humanos seja bem semelhante ao encontrado em animais.
ToxicodinâmicaGlifosato - Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos. Inibe a enzima 5-enolpiruvilshiquimato-3-fosfato sintase (EPSPS), impedindo a síntese de aminoácidos aromáticos essenciais necessários para a síntese proteica. A enzima EPSPS está presente em plantas, fungos e na maioria das bactérias, porém não ocorre em animais, o que explica a baixa toxicidade do glifosato para mamíferos. 1,2 Ethanediol -Pode apresentar toxicidade se ingerido, mas possui baixa toxicidade após exposição cutânea e por inalação aguda.
Sintomas e Sinais ClínicosAs informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais de experimentação tratados com a formulação à base de Glifosato, 1,2 Ethanediol e demais componentes do produto CAMPOSATO 720 WG: Exposição oral: Em ratas tratadas com 2000 mg/ Kg pc. em dose única (gavagem) nenhuma mortalidade foi registrada. Dentre os sintomas e sinais clínicos estavam prostação leve e dispneia durante as primeiras 24 horas de observação inicial. Todos os animais tiveram ganho de peso. Ao final de 14 dias nenhuma alteração macroscópica foi observada após a necropsia. Exposição Inalatória: Sinais clínicos de toxicidade foram observados em todos os animais tratados. Os animais apresentaram leve prostação durante a exposição (2,5 a 3,5 horas) e após a exposição (0 dia) os sinais foram revertidos completamente na avaliação de 4 horas. Todos os animais apresentaram ganho de peso ao final dos testes e nenhuma mortalidade foi registrada.
Exposição cutânea: Na determinação da toxicidade cutânea, nenhuma mortalidade foi observada, entretanto, o animal 1 apresentou eritema entre os dias 1 e 2, descamação cutânea entre os dias 6 e 7 e o animal 3 apresentou eritema entre os dias 1 e 3 e descamação cutânea no dia 6. Todos os animais apresentaram ganho de peso e os resultados da necropsia não mostraram alterações significantes. Exposição ocular: Apesar do teste in vitro não ter mostrado nenhuma alteração visível a olho nu (opacidade, descamação ou resíduo) no teste de opacidade e permeabilidade ocular (BCOP) (OECD 437, 2017), quando a leitura foi realizada no opacitômetro, o valor de IVIS foi igual a 103,8262, sendo classificado como categoria I. Portanto, o produto é irritante para os olhos. Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos” abaixo
DiagnósticoO diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis.
TratamentoTratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório. Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Intubação e ventilação conforme necessárias, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou comprometimento neurológico. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se o quadro de intoxicação for severo, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a absorção e os efeitos locais. Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto proceder com: - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão. - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo oro gástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff. ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição. Exposição inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica. Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico. Antídoto: Não há antídoto específico. - Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das Interações QuímicasNão foram relatados efeitos de interações químicas para Glifosato, 1,2 ethanediol e demais componentes da formulação em humanos.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque Intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone da Empresa: 0800 999 7999

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Vide itens “Toxicocinética e Toxicodinâmica” no quadro acima.

EFEITOS AGUDOS

DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória para ratos: > 1,930 mg/L/4h. Não determinado nas condições do teste. Irritação ocular in vitro: No teste de opacidade e permeabilidade ocular (BCOP) (OECD 437, 2017) o valor de IVIS foi igual a 103,8262, sendo classificado como categoria I, portanto, tratase de um produto irritante para os olhos. Irritação dérmica in vitro: Para os testes de irritação cutânea in vitro com epiderme humana reconstituída (RHE)(OECD 439, 2019) o produto apresentou 71,4% de viabilidade celular comparado ao controle negativo e foi classificado como Sem Categoria de acordo com a classificação UN GHS (Globally Harmonized System). Sensibilização cutânea: No teste de sensibilização cutânea em camundongos (OECD 442B, 2018) o produto foi considerado não sensibilizante nas doses de 25%, 50% e 100%. Mutagenicidade: o produto não é mutagênico. No teste de micronúcleo realizado com células de mamíferos in vitro (CHO-K1) (OECD, 487) não apresentou potencial citotóxico e genotóxico após concentrações de 0,0625; 0,125 e 0,50 mg/mL. No teste para células procariontes, (AMES, OECD 471, 1997) o produto não foi capaz de induzir mutações reversas nas cinco

linhagens testadas até a concentração de 0,50 mg i.a./placa, tanto na presença como na ausência de ativação metabólica de fígado de ratos.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Glifosato - Estudos em ratos, camundongos e cães demonstraram uma baixa toxicidade do produto quando da ingestão por tempo prolongado. A aplicação repetida do produto na pele pode produzir inchaço, vermelhidão e leves lesões devido ao poder corrosivo. Efeitos sobre reprodução e prole em três gerações sucessivas: em um estudo de reprodução, dietas de glifosato até 30 mg/kg/dia não produziram efeitos tóxicos em ratos machos e fêmeas mesmo até a terceira geração. Possíveis efeitos teratogênicos: estudos com ratos, coelhos, ovos de galinha e pata não detectaram potencial embrio-fetotóxico, nem efeitos sobre a reprodução nos níveis normalmente utilizados do produto. Efeitos mutagênicos: estudos realizados com o produto não detectaram potencial mutagênico do glifosato; em testes de Ames, o produto formulado mostrou-se não mutagênico para Salmonella typhimurium; em teste de micronúcleo em células eucarióticas o glifosato não foi considerado mutagênico. Efeitos neurotóxicos: estudos em animais não produziram nenhum efeito. A ingestão diária aceitável (ADI) de glifosato é de 0,5 mg / kg de peso corporal por dia, com base no NOAEL materno e de desenvolvimento de 50 mg / kg de peso corporal por dia do estudo de toxicidade de desenvolvimento em coelhos e aplicação de um fator de incerteza padrão (UF) de 100. Os principais órgãos-alvo do glifosato em roedores são o trato gastrointestinal, as glândulas salivares, o fígado e a urina bexiga. Após exposição crônica, os ratos desenvolveram catarata. Não foram registrados efeitos genotóxicos e carcinogênicos em ratos ou camundongos. 1,2 Ethanediol -Em um estudo de 90 dias em que ratos Sprague-Dawley receberam na água 0,25-2,0% de etileno glicol (205–3130 mg / kg de peso corporal por dia/macho e 600-5750 mg / kg de peso corporal por dia fêmeas), em parâmetros hematológicos em mulheres (P < 0,05) foram observados em doses mais baixas). Houve aumento do peso relativo dos rins, com alterações dose dependentes provocando dilatação e degeneração tubular, cristais intratubulares nos rins. Não existem dados que a substância tenha potencial genotóxico e mutagênico tanto para os ensios com camundongos quanto para os testes com bactérias (Teste de AMES). Também não apresentou potencial cancerígeno nos estudos com ratos e camundongos. Quanto a toxicidade durante a reprodução, quando administrado em ratos (40, 200 ou 1000 mg etilenoglicol / kg de peso corporal por dia na dieta) não houve efeitos parentais relacionados ao tratamento (com base em sobrevivência, peso corporal, consumo de alimentos, aparência, comportamento e histopatologia nos órgãos principais) ou efeitos no índice de fertilidade, índice de gestação, gestação índice de sobrevivência, peso do filhote, aparência, comportamento ou histopatologia nos principais órgãos. Já em relação ao sistema imune e neutoroxicidade, não foram observados sinais e sintomas em doses abaixo daquelas que induziram toxicidade renal.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). X Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptíveis a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.

- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa NGC Agrosciences Brasil Ltda. - telefone de Emergência: (14) 3361-1657. - Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: . Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. . Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. . Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2, PÓ QUÍMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL: ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Camposato 720 WG registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 29325 · documento de 02/01/2026.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Camposato 720 WG?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Camposato 720 WG e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Camposato 720 WG é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 29325, documento de 02/01/2026), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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