BRV LEWIS Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento/MAPA sob n° 37424
COMPOSIÇÃO
Beauveria bassiana cepa IBCB 66 (2,0 X 109 UFC/mL de produto formulado) ........................ 40 g/L (4% m/m) Outros Ingredientes ................................................................................................... 960 g/L (80% m/m) PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida e acaricida microbiológico de contato NOME CIENTÍFICO: Beauveria bassiana FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO, FABRICANTE E FORMULADOR: Solefert Indústria e Comércio Ltda. Estrada Vicinal Iperó-Capela do Alto, 2937, Bairro dos Morros, Iperó-SP.CEP: 18.560-000. CNPJ: 19.107.759/0001-04. Tel.: (15) 99860-7844 Número de registro do estabelecimento/Estado: 4356 N° do lote ou partida:
| N° do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
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| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO E A BULA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO. ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS. PRODUTO MICROBIOLÓGICO Indicações e restrições de uso: vide bula. Restrições Estaduais, do Distrito Federal e Municipais: vide bula. Indústria Brasileira Produto registrado para qualquer cultura de ocorrência dos alvos biológicos: Bemisia tabaci raça B, Cosmopolites sordidus, Tetranychus urticae, Dalbulus maidis, Sphenophorus levis e Hypothenemus hampei. . CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – Categoria 5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo. CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – IV Pouco Perigoso ao Meio Ambiente. Produto fitossanitário com Uso Aprovado para Agricultura Orgânica
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO BRV LEWIS é um inseticida e acaricida microbiológico indicado para aplicação foliar para o controle Bemisia tabaci raça B, Tetranychus urticae, Dalbulus maidis, Sphenophorus levis, Hypothenemus hampei e na aplicação em iscas “tipo telha”no controle de Cosmopolites sordidus. CULTURAS, ALVOS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
| CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE | NÚMERO DE APLICAÇÕES | ÉPOCA/INTEVELALO DE APLICAÇÕES |
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| Em todas as culturas com ocorrência do alvobiológico. Eficiência agronômica comprovada para as culturas de soja e pepino. | Bemisia tabaci raça B (mosca branca)* | 375 mL/ha | Realizar não mais que 4 aplicações por ciclo de cultura. | A aplicação deve ser realizada com umidade relativa acima de 70%. Reaplicar em intervalo de 14 dias. Não devem ser efetuadas mais do que 4 aplicações por safra da cultura. |
| Em todas as culturas com ocorrência do alvobiológico. Eficiência agronômica comprovada paraa cultura da bananeira. | Cosmopolites sordidus (moleque da bananeira) | 2,5 L/ha ou 50 ml de pasta fúngica/isca | Realizar 3 aplicações. | A aplicação deve ser realizada: 100 iscas do tipo “telha”/ha; 50 mL de pastafúngica/isca; Realizar 3 aplicações |
| Em todas as culturas com ocorrência do alvobiológico. Eficiência agronômica comprovada para a cultura domorango. | Tetranychus urticae (ácaro rajado) | 500 mL/100 litros de calda | Realizar 6 pulverizações a cada 3 a 4 dias com o jato dirigido para a face inferior das folhas. | A aplicação deve ser realizada em baixas infestações da praga, com umidade relativa elevada, em seis pulverizações a cada 3 a 4 dias, com ojato dirigido para a face inferior das folhas. |
| Em todas as culturas com ocorrência do alvobiológico. Eficiência agronômica comprovada para a cultura do milho. | Dalbulus maidis (cigarrinha do milho) | 4 L/ha | Realizar mais de uma aplicação. | - |
| Em todas as culturas com ocorrência do alvobiológico. Eficiência agronômica comprovada paraa cultura dacana-de-açúcar. | Sphenophorus levis (gorgulho- dacana ou bicudoda cana-de- açúcar) | 3,6 L/ha | Única aplicação após 1 mês da colheita da cultura, após constatada a presença de adultos da praga na área. | Deve-se aplicar 70% da calda no corteda soqueira (jato dirigido) e 30% sobreas plantas, com bico leque. Umidade relativa acima de 46%. Única aplicação após 1 mês da colheita da cultura, após constatada a presença de adultos da praga na área. |
INFORMAÇÕES SOBRE O ALVO BIOLÓGICO BROCA-DO-CAFÉ (Hypothenemus hampei): A broca-do-café ataca tanto a espécie Coffea arabica(café arábica) quanto a espécie Coffea canéfora (café robusta, conilon), mas lavouras formadas por esta última tendem a sofrer um ataque mais severo. Frutos remanescentes da safra anterior que ficaram aderidos às plantas ou caídos no solo servem como abrigo e para a multiplicação do inseto na entressafra, e são a principal fonte de infestação na nova safra. Por esta razão, as práticas de repasse e de varrição são fortemente recomendadas como parte das estratégias de manejo sustentável da broca. Embora o inseto possa se deslocar a longas distâncias, sobretudo com a ajuda de correntes de vento, ele tende a ficar próximo dos frutos de onde saiu, voando por curtas distâncias a uma altitude de 1 a 2 metros. Como o seu comportamento é gregário ("agregado"), é comum a formação de "focos" no início da infestação, os quais devem ser rapidamente controlados para que a broca não se reproduza e nem se dissemine por toda a área. A velocidade de infestação tende a aumentar com o tempo pelo surgimento de novas gerações e pela maior quantidade de frutos prontamente disponíveis para a perfuração pelo inseto. Monitoramento do alvo biológico: 1. O monitoramento é fundamental para o manejo sustentável da broca-do-café e pode ser realizado da forma mais adequada à situação específica de cada produtor, embora o método de amostragem/contagem de frutos seja mais preciso. Quando feito de forma preventiva, o monitoramento torna possível identificar o "período de trânsito" das fêmeas fundadoras e, também, se o ataque da broca está ocorrendo de maneira
uniforme na área ou se existem pontos de maior concentração ("focos"), com o objetivo de se direcionar as aplicações do fungo, caso o nível de controle seja atingido nessas áreas. 2. O início e a duração do monitoramento podem variar de um ano para o outro, sendo influenciados por fatores como a espécie e a cultivar de café, as variáveis climáticas, as características da lavoura e da região e a forma de cultivo (ex.: deve ser iniciado mais cedo em cultivares com maturação precoce dos frutos e estendido por mais tempo em cultivares com maturação tardia). A extensão do tempo de monitoramento também é necessária quando há parcelamento da florada, pois tal situação amplia o período com frutos em estágio compatível com o ataque da broca. 3. Para o monitoramento, recomenda-se: - dividir a lavoura em talhões homogêneos, considerando as cultivares, a idade das plantas, a localização dos talhões (ex.: no topo, baixada, próximo à mata, ao terreiro de secagem), a modalidade de plantio (ex.: convencional, adensado, sombreado), dentre outros aspectos relevantes em cada cultivo; - iniciá-lo a partir da ocorrência dos primeiros frutos em estágio "chumbinho" ou, no máximo, entre os estágios "chumbinho" e "chumbão" (os da primeira florada, mesmo que seja parcelada). Os frutos "chumbinho" não são adequados à postura de ovos pela broca, mas o monitoramento preventivo nesta fase tem como objetivo identificar o início da infestação, quando a fêmea fundadora sai do fruto onde passou a entressafra e fica mais exposta e vulnerável à ação do fungo, já que os frutos "chumbinho" da nova safra ainda não estão em estágio ideal para a oviposição; - realizá-lo mensalmente até a colheita, mas caso seja observado um aumento no nível de infestação, realizá-lo com periodicidade quinzenal; - manter um registro ano a ano dos resultados para identificar talhões que, historicamente, apresentem uma infestação mais acentuada. PREPARO DA CALDA A limpeza do tanque deve ser realizada antes do preparo da calda de pulverização. O tanque pulverizador deve estar devidamente limpo para que resíduos de inseticidas, herbicidas e fungicidas não inviabilizem o produto. Atenção: a limpeza deve ocorrer longe de rios e nascentes. - Encher com água 2/3 do reservatório do pulverizador. Paralelamente, dissolver cada embalagem (1 L) do produto em 20 litros de água, usando um balde limpo como recipiente. - Agitar com intensidade até formar calda homogênea. - Derramar a calda no reservatório com água e iniciar a operação de pulverização. - Tanque reservatório ou de pulverização em constante agitação.
MODO DE APLICAÇÃO
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde. Evitar aplicação em condição de temperatura acima de 27°C ou na presença de ventos fortes (velocidade acima de 10 km/hora), bem como umidade relativa do ar abaixo de 70%. Durante a aplicação do produto, é necessária a agitação constante da calda no tanque, a fim de manter uma boa homogeneização durante toda a operação. O BRV LEWIS deve ser aplicado na forma líquida, por meio de pulverizador de barra (tratorizado) ou costal (manual ou motorizado). .
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS Vide MODO DE APLICAÇÃO.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem complete da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilizar os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para a aplicação do produto. COMPATIBILIDADE Aplicar o produto isoladamente.
LIMITAÇÕES DE USO
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde. Nessas condições a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol é menor, propiciando a manutenção da viabilidade do fungo. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas. Aplicar fungicida ou herbicida somente 1 semana após a aplicação do produto. Para beneficiar a atuação do produto BRV LEWIS, protegendo o inóculo dos fatores climáticos e melhorando as condições microclimáticas, recomenda-se as seguintes práticas culturais: • Usar a calda no mesmo dia do seu preparo; • Aplicar com umidade relativa do ar acima de 70%; • Conservar o produto sob refrigeração. • Nunca deixar o produto exposto ao sol; • Lavar bem o pulverizador antes de usá-lo, ou usar um novo, sem resíduos de agroquímicos; • Não aplicar em período de chuvas intensas; • Não aplicar sob vento forte. INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA Não há relatos de desenvolvimento de resistência a fungos entomapatogênicos, porém, para evitar o surgimento de insetos com resistência, o Comitê Brasileiro de Resistência à Inseticidas - IRAC-BR -recomenda algumas estratégias: • Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga. • Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula do produto. • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento das recomendações locais. • Incluir outros métodos de controle de insetos (controle cultura por ex.) dentro do programa de manejo integrado de pragas (MIP), quando disponíveis. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de cultivares resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismo de ação distinta. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide dados relativos à proteção ao meio ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide dados relativos à proteção ao meio ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide dados relativos à proteção ao meio ambiente.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO. PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS. MICRORGANISMOS PODEM TER O POTENCIAL DE PROVOCAR REAÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO. PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE CONTATO NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO. PESSOAS QUE TENHAM SIDO SUBMETIDAS À CIRURGIAS OCULARES COMO TRABECULECTOMIA, IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VÁLVULA DE AHMED OU PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamenteagrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Nãotransporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. •Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útilfora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência depessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas de borracha, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão, botas, máscara, óculos e luvas; • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; e • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempoentre a última aplicação e a colheita); • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área emque estiver sendoaplicado o produto; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando asmelhores condições climáticas para cada região; • Verifiqueadireçãodovento eaplique de modoanãoentrar contato, oupermitirqueoutras pessoas tambémentrem em contato, com a névoa do produto; • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão, botas, máscara, viseira facial e luvas
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão, botas, máscara, óculos ou viseira facial e luvas; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: luvas, viseira facial, máscara, botas e macacão; • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo e bula do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Procure um serviço médico, levando a embalagem e bula do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e, se houver irritação, procure um médico, levando a embalagem e bula do produto. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
RISCOS ASSOCIADOS À EXPOSIÇÃO BRV LEWIS
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Nome científico | Beauveria bassiana |
|---|---|
| Classe toxicológica | Categoria 5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. |
| Efeitos registrados em Literatura associados ao micro-organismo | Não é esperado efeito toxigênico causado pela exposição ao Beauveria bassiana. Estudos laboratoriais de Toxicidade / Patogenicidade com o isolado IBCB 66 não demonstraram toxicidade ou capacidade patogênica. |
| Sintomas e sinais clínicos | Nos testes de irritação/corrosão ocular este produto causou irritação leve da conjuntiva, reversível em 72 horas. Não foi sensibilizante dérmico. |
| Diagnóstico | O diagnóstico pode ser feito com oisolamento e identificação macroscópica oupor técnicas de biologia celular. |
| Tratamento | Tratamento para caso de irritação ocular deve ser sintomático e de suporte. Tratamento para caso de infecção fúngica deve ser feito com antimicóticos sistêmicos conforme definido em protocolos clínicos específicos para infecção fúngica. |
| Contra indicações | A indução de vômito é contra indicado em razão do risco potencial de aspiração. |
| ATENÇÃO | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de centros de informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) |
| Telefone de Emergência da Empresa: (15) 99860-7844 |
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Não foram realizados testes com animais experimentais e também não são conhecidos dados sobre o metabolismo em seres humanos.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Nenhum efeito tóxico, infectivo ou patogênico foi observado em estudos toxicológicos agudos em animais. Os animais não apresentaram alterações clínicas de toxicidade, infectividade e patogenicidade por via pulmonar, intraperitoneal/intravenosa oral ou dérmica. Não foi observada mortalidade de animais nos testes realizados. Não foi verificada irritação ou sensibilização dérmica nos estudos realizados, mas deve ser considerado que micro-organismos em geral têm potencial sensibilizante. Por se tratar de formulação sólida, pode haver irritação em contato com os olhos.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE Este produto é: ( )Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSEI). ( )Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( )Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). (X)Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia. - Aplique somente as dosesrecomendadas. - Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminaçãoda água.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃOCONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - Olocal deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Devehaver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de NormasTécnicas -ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. RESTRIÇOES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OUMUNICIPAL. De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa Solefert Indústria e Comércio Ltda pelo telefone da empresa (15) 99860-7844 (Horário comercial). - Utilize oequipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,óculos protetorese máscara com filtros). - Procure impedir que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d’água. - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate oórgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a seremadotadas dependem das proporções doacidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RIGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. - Tríplice lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: – Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendoa na posição vertical durante 30 segundos; – Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; – Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; – Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; – Faça esta operação três vezes; – Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. - Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: – Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; – Acione o mecanismo para liberar o jato de água; – Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; – A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; – Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. – Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: – Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; – Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; – Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; – Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. EMBALAGEM SECUNDÁRIA NÃO CONTAMINADA ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS Adestinação inadequada das embalagens vazias erestos deprodutos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. 1. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone (15) 99860-7844, para sua devolução e destinação final. 2. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS Éstá sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica. DIEGO VICENTE DA SILVA CREA: 5069188584 Iperó, 13 de Novembro de 2023