BOVEBIO Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob n.º
COMPOSIÇÃO
Beauveria bassiana cepa IBCB 66.............................................................1,48x109 UFC/g (3%) Ingredientes Inertes.............................................................................................. 970g/kg (97%) CONTEÚDO: VIDE RÓTULO (*) CLASSE: Inseticida e acaricida microbiológico TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó-Molhável (WP) TITULAR DO REGISTRO: BIOFUNGI INDÚSTRIA E COMERCIO DE DEFENSIVOS BIOLÓGICOS E INOCULANTES LTDA Rua Getúlio Vargas, 509 Bairro: Distrito Industrial Eunápolis-BA – CEP 45820-970 Telefone (73) 3281-6879 CNPJ: 09.208.068/0001-35 INEMA – Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos – Bahia Portaria nº 17.039 FABRICANTE FORMULADOR: BIOFUNGI INDÚSTRIA E COMERCIO DE DEFENSIVOS BIOLÓGICOS E INOCULANTES LTDA Rua Getúlio Vargas, 509 Bairro: Distrito Industrial Eunápolis-BA – CEP 45820-970 Telefone (73) 3281-6879 CNPJ: 09.208.068/0001-35 INEMA – Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos – Bahia Portaria nº 17.039
| Nº do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
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| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
Indústria Brasileira PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONOMICO. Inseticida e Acaricida Microbiológico – contém conídios do fungo Beauveria bassiana isolado IBCB 66 CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA IV – Pouco Tóxico CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL IV - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente Cor da faixa: branca
PICTOGRAMAS CONFORME APROVADO PELO ÓRGÃO RESPONSÁVEL PEO MEIO AMBIENTE – IBAMA/MMA
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA
INSTRUÇÕES DE USO
BOVEBIO (Beauveria bassiana, isolado IBCB 66) é um agente microbiológico de controle utilizado no controle da mosca-branca (Bemisia tabaci raça B), moleque-da-bananeira (Cosmopolites sordidus), ácarorajado (Tetranychus urticae) e no controle da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis). CULTURAS, PRAGAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Proceder à diluição da calda de modo a atingir a dose indicada para cada alvo biológico por cultura.
| CULTURA | Alvo biológico Nome comum (Nome cientifico) | Dose (p.c./ha), Número e Intervalo de Aplicações | Época |
|---|---|---|---|
| Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Eficiência agronômica comprovada para as culturas de soja e pepino. | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | Dose de aplicação: 0,5 kg/ha (equivalente a 0,75 x 1012 conídios/ha). Realizar não mais que 4 aplicações por ciclo de cultura. | A aplicação deve ser realizada com umidade relativa acima de 70%. Reaplicar em intervalo de 14 dias, e não devem ser efetuadas mais que 4 aplicações por safra da cultura. |
| Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Eficiência agronômica comprovada para a cultura da bananeira. | Moleque-da-bananeira (Cosmopolites sordidus) | Dose de aplicação: 3,5 kg/ha (equivalente a 5 x 1012 conídios/ha). Realizar 3 aplicações. | A aplicação deve ser realizada: 100 iscas do tipo “telha”/ha; 50 mL de pasta fúngica/isca; 1 x 109 esporos/mL pasta. Realizar 3 aplicações. |
| Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Eficiência agronômica comprovada para a cultura do morango. | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | Dose de 1 kg/ha (equivalnte a 1 x 1012 conídios/100 L de calda). Realizar 6 pulverizações a cada 3 a 4 dias. | A aplicação deve ser realizada em baixas infestações da praga, com umidade relativa elevada, em seis pulverizações a cada 3 a 4 dias, com o jato dirigido para a face inferior das folhas. |
| Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Eficiência agronômica comprovada para a cultura do milho. | Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) | Dose de 5,5 kg/ha (equivalnte a 8 x1012 conídios/ha). Realizar mais de uma aplicação. | Realizar mais de uma aplicação |
FITOTOXICIDADE: BOVEBIO, usado na dose e época recomendadas, não apresenta efeito fitotóxico. COMPATIBILIDADE: Não se recomenda mistura, por falta de dados em condições de campo, quanto à interação entre o fungo entomopatogênico Beauveria bassiana e os agrotóxicos. MODO/ EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Embalagem: 500 gramas, armazenar de 5-10 oC. Recomendação: proceder à diluição da calda de modo a atingir a dose indicada para cada alvo biológico por cultura. Coloca-se arroz mais o fungo em um balde plástico limpo e em seguida adicionase água. Retirada dos esporos de BOVEBIO do arroz esfregando com as mãos (Recomenda-se lavar 3 x para retirar o máximo de esporos). Filtragem separando o fungo do arroz. Aplicação através de pulverização tratorizada. Após o peneiramento retirar todo BOVEBIO ficando apenas o arroz que deverá ser jogado na lavoura a lanço.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Não definido devido à natureza microbiológica do ingrediente ativo. INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS: Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.
LIMITAÇÕES DE USO
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou á noite, em dias nublados ou com garoa bem fina. Nessas condições, a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol (fator de inviabilização do fungo) é menor.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: (Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS) INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: (Vide Modo e Equipamentos de Aplicação) DESCRIÇAO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: (Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: Diversos agentes de controle de inseto podem se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se populações do inseto desenvolverem algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Inseticida – IRAC-BR - recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência à inseticidas, visando prolongar a vida útil dos produtos comerciais: - Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga. - Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo. - Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência à Inseticidas. Não existem relatos na literatura de desenvolvimento da resistência em populações de insetos e ácaros à fungos entomopatogênicos. Diferentemente dos agrotóxicos que tem um modo de ação bem específico, os fungos possuem mecanismos múltiplos de ação sobre o inseto, dificultando a evolução da resistência. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Incluir na sistemática de inspeção ou monitoramento e controle de pragas, quando a infestação atingir o limite de prejuízo econômico, outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, rotação de inseticidas, acaricidas, etc.) visando o programa de Manejo Integrado de Doenças. MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS) INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL. (De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis) Giltembergue Macedo Tavares CREA nº 050473844-5