Bula Completa – 12.09.2025 Logomarca do produto Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 28820
COMPOSIÇÃO
4-amino-6-tert-butyl-4,5-dihydro-3-methylthio-1,2,4-triazin-5-one (METRIBUZIM)……………………………………....……………………….….149,36 g/L (13,83% m/m) Mixture of 80-100% 2-chloro-6′-ethyl-N-[(1S)-2-methoxy-1-methylethyl]acet-o-toluidide and 20-0% 2chloro-6′-ethyl-N-[(1R)-2-methoxy-1-methylethyl]acet-o-toluidide (S-METOLACLORO)...................................................................................628,13 g/L (58,16% m/m) Solvent Naphta (petroleum), heavy arom. (NAFTA DE PETRÓLEO)...........................................................................184,49 g/L (17,08 % m/m) Outros ingredientes....................................................................................281,83 g/L (26,1 % m/m)
| GRUPO | C1 | HERBICIDA | ||
|---|---|---|---|---|
| GRUPO | K3 | HERBICIDA |
GRUPO C1 HERBICIDA GRUPO K3 HERBICIDA PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: HERBICIDA SELETIVO DE AÇÃO PRÉ-EMERGENTE. GRUPO QUÍMICO: METRIBUZIM: TRIAZINONA; S-METOLACLORO: CLOROACETANILIDA E NAFTA DE PETRÓLEO (SOLVENTE AROMÁTICO): UVCB (SUBSTÂNCIAS DE COMPOSIÇÃO DESCONHECIDA OU VARIÁVEL, PRODUTOS DE REAÇÕES COMPLEXAS OU MATERIAIS BIOLÓGICOS). TIPO DE FORMULAÇÃO: CONCENTRADO EMULSIONÁVEL (EC) TITULAR DO REGISTRO (*): Syngenta Proteção de Cultivos Ltda - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11) 5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001. (*) IMPORTADOR PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: METRIBUZIM TÉCNICO RALLIS - REGISTRO MAPA nº 07313: Rallis India Limited - Lote Nº Z110 e Z112, área SEZ, G. I. D. C., Dahej, TalukaVagra, DistritoBharuch, 392 130, Gujarat. Índia. METRIBUZIM ASCENZA TÉCNICO – REGISTRO MAPA n° 18016: Jiangsu Flag Chemical Industry Co., Ltd. – No. 309, Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industry Park, Nanjing, 210047, China. Jiangsu SevenconnentGreen Chemical Co., Ltd. - North Area of Dongsha Chem-Zone, Zhangjiagang, 215600, Jiangsu, China. METRIBUZIN TÉCNICO UPL – REGISTRO MAPA n° 05709: Superform Chemistries Limited. – Plot Nº 750, G.I.D.C., Jhagadia, Dist. Bharuch, Gujarat, 393110, Índia. METRIBUZIN TÉCNICO SYN – REGISTRO MAPA n° TC10224: Rallis Índia Limited - Lote Nº Z110 e Z112, área SEZ, G. I. D. C., Dahej, Taluka-Vagra, Distrito - Bharuch, 392 130, Gujarat, Índia.
Bula Completa – 12.09.2025 S-METOLACLORO TÉCNICO NOVARTIS - REGISTRO MAPA nº 07199: CABB AG - Dungerstrasse 81, P.O. Box 1964 – CH-4133 Pratteln – Suiça. S-METOLACLORO TÉCNICO PROVENTIS – REGISTRO MAPA n° 34719: Shangyu Nutrichem Co., Ltd. - No 9, Weijiu Rd. Hangzhou Bay, Shangyu Economic and Technological Development Area, Zhejiang, 312369 - China. Hangzhou Nutrichem Company Limited - N° 9777, Hong-Shiwu Road, Linjiang Industrial Park, Xiaoshan District, Hangzhou City, Zhejiang, 311228 - China. S-METOLACLORO TÉCNICO CROPCHEM – REGISTRO MAPA n° TC02620: Shandong Binnong Technology Co. Ltd. – Nº 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou 256600, Shandong China. S-METOLACHLOR TÉCNICO BINNONG – REGISTRO MAPA n° TC16021: Shandong Binnong Technology Co. Ltd. - Nº 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou 256600, Shandong China. S-METOLACLORO TÉCNICO ADAMA BRASIL – REGISTRO MAPA n° TC031120: Shandong Binnong Technology Co. Ltd. - Nº 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou 256600, Shandong — China. S-METOLACLORO TÉCNICO ADAMA BR – REGISTRO MAPA n° TC15621: Hangzhou Nutrichem Company Limited - N º 9777, HongShiwu Road, Linjiang industrial Park, Xiaoshan District, Hangzhou City, Zhejiang, 311228 - China. Shangyu Nutrichem Co., Ltd. - N º 9, Weijiu Road, Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area, Zhejianfg, 312639 - China. S-METOLACLOR TÉCNICO ADAMA – REGISTRO MAPA n° TC03122: Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd. – Binhai Economic Development Area Weifang - 262737 Shandong,China. FORMULADOR: Syngenta Proteção de Cultivos Ltda - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km 127,5, Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-80 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453. Van Diest Supply Company - Highway 20 West 1434 220 th St - PO BOX 610 - Webster City - IA 50595 - Iowa – EUA. Helena Industries, LLC - 3525 Vandalia Road, Des Moines, Iowa 50317 - Estados Unidos da América. Syngenta Agro S.A. de C.V. - Eje 130 # 125, Zona Industrial, San Luis Potosí, CP 78395, S.L.P., México. Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Pq. Rui Barbosa - Londrina/PR - CEP: 86031610 - CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Cadastro no ADAPAR/PR sob n° 003263. Adama Brasil S/A - Avenida Júlio de Castilhos, 2085 - Taquari/RS - CEP: 95860-000 - CNPJ: 02.290.510/0004-19 – Cadastro no SEAPA/RS sob nº 1047/99. Syngenta S.A. - Carretera Via Mamonal km 6 - Cartagena-Colômbia. Tagma Brasil Indústria e Comércio de Prods. Químicos Ltda - Av. Roberto Simonsen, 1459 – Paulínia/SP – CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Cadastro SAA/CDA/SP sob nº 477. Ouro Fino Química S.A. - Avenida Filomena Cartafina, 22335, Quadra 14, Lote 5 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-750 – Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Cadastro IMA/MG sob nº 8.764.
Bula Completa – 12.09.2025 “O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.
| Nº do lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA. AGITE ANTES DE USAR Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO.
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II -
PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da Faixa: PMS Blue 293 C
Bula Completa – 12.09.2025 CULTURAS, DOSE, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: APLICAÇÃO EM JATO DIRIGIDO NA ENTRELINHA DA CULTURA
| CULTURAS | PLANTAS DANINHAS | DOSES (L/ha) | ÉPOCA, NÚMERO E | Volume de calda (L/ha) | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| INTERVALO DE | ||||||
| APLICAÇÃO | ||||||
| CAFɹ | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,5 – 3,5 | Realizar uma (1) aplicação em pré-emergência das plantas daninhas, na entrelinha da cultura | Terrestre: 100 – 200 Aérea (ARP): 20-40 | ||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 3,5 – 4,5 | |||||
| Capim-carrapicho (Bidens pilosa) | ||||||
| CITROS¹ | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,5 - 4,5 | Realizar uma (1) aplicação em pré-emergência das plantas daninhas, na entrelinha da cultura | Terrestre: 100 - 200 Aérea (ARP): 20-40 | ||
| Capim Braquiária (Brachiaria decumbens) | ||||||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | ||||||
| ¹ Plantas adultas Para as culturas do quadro, aplicar as maiores doses, em solos mais pesados, ou em situações de infestações mais altas das espécies indicadas. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações. |
APLICAÇÃO EM PRÉ-TRANSPLANTIO DA CULTURA
| CULTURA | PLANTAS DANINHAS | DOSES (L/ha) | ÉPOCA, NÚMERO E | Volume de calda (L/ha) | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| INTERVALO DE | ||||||
| APLICAÇÃO | ||||||
| TOMATE | Caruru (Amaranthus hybridus) | 1,0 – 2,0 | Realizar uma (1) aplicação pelo menos sete (7) dias antes do transplantio, em pré- emergência das plantas daninhas | Terrestre: 100 – 200 Aérea: 20-40 | ||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 1,5 – 2,0 | |||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 2,5 | |||||
| Para as culturas do quadro, aplicar as maiores doses, em solos mais pesados, ou em situações de infestações mais altas das espécies indicadas. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações. |
APLICAÇÃO NA PRÉ-EMERGÊNCIA DA CULTURA
| CULTURAS | PLANTAS DANINHAS | DOSES (L/ha) | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE APLICAÇÃO (L/ha) |
|---|---|---|---|---|
| AMENDOIM | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,0 – 2,0 | Realizar uma (1) aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura | Terrestre: 100 – 200 Aérea: 20-40 |
| Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
| BATATA | Caruru (Amaranthus hybridus) | 1,5 – 2,5 | Realizar uma (1) aplicação, antes do “estouro do solo”, em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura | Terrestre: 100 – 200 Aérea (ARP): 20-40 |
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | ||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 2,0 – 2,5 | |||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||
| SOJA | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 1,5 - 2,0 | Realizar uma (1) aplicação, em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura | Terrestre: 150 Aérea: 20-40 |
| Caruru de mancha, Caruru (Amaranthus viridis) | ||||
| Caruru roxo (Amaranthus hybridus) | 1,5 – 2,5 | |||
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | ||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
| Capim-custódio (Pennisetum setosum) | ||||
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | ||||
| Vassourinha-de-botão (Spermacoce verticillata) | ||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
| Algodão voluntário (Gossypium hirsutum) | ||||
| Nabo; Nabiça (Raphanus raphanistrum) | ||||
| Erva-quente (Borreria latifolia) | ||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,0 - 2,5 | |||
| Capim-carrapicho; Timbête (Cenchrus echinatus) | ||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||
| Cravorana (Ambrosia artemisiifolia) | ||||
| Buva (Conyza bonariensis) | ||||
| Para as culturas do quadro, aplicar as maiores doses, em solos mais pesados, ou em situações de infestações mais altas das espécies indicadas. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações. |
Cultura do amendoim: o produto BOUNDARY EC deve ser utilizado pré-emergência das plantas infestantes e da cultura, em área total, sempre realizando apenas uma (1) aplicação por ciclo da cultura. Cultura da batata: o produto BOUNDARY EC deve ser utilizado pré-emergência das plantas infestantes e da cultura, antes do “estouro do solo”, em área total, sempre realizando apenas uma (1) aplicação por ciclo da cultura. Cultura do café e citros: o produto BOUNDARY EC deve ser utilizado pré-emergência das plantas infestantes, em jato dirigido na entrelinha da cultura, sempre realizando apenas uma (1) aplicação por ciclo da cultura. Recomenda-se a aplicação de BOUNDARY EC em plantas adultas. Cultura da soja: o produto BOUNDARY EC deve ser utilizado pré-emergência das plantas infestantes e da cultura, em área total, sempre realizando apenas uma (1) aplicação por ciclo da cultura. Aplicar uma única vez, na pré-emergência total da cultura da soja e das plantas infestantes, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência da cultura por ocasião da aplicação do produto. Cultura do tomate: o produto BOUNDARY EC deve ser utilizado pré-emergência das plantas infestantes, no pré-transplantio da cultura, em área total, sempre realizando apenas uma (1) aplicação por ciclo da cultura e, pelo menos, sete (7) dias antes do transplantio.
MODO DE APLICAÇÃO
BOUNDARY EC deve ser aplicado a forma de pulverização, utilizando-se equipamento terrestre (pulverizadores convencionais: costal ou tratorizado), aéreo ou ARP. O grau de controle e a duração do efeito variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura e textura do solo. BOUNDARY EC deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas. A boa cobertura do solo é fundamental para o sucesso de controle das plantas daninhas, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento e as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado. APLICAÇÃO TERRESTRE: utilizar volume de calda e pontas de pulverização que proporcionem distribuição uniforme da calda de aplicação sobre as plantas daninhas. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para a cultura, de acordo com a forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal (manual ou motorizado) ou tratorizado. Utilizar pontas de pulverização que proporcionem tamanho de gotas médias ou maiores. A velocidade do pulverizador e altura da barra de pulverização deverá ser compatível com a topografia do terreno. Ajustar a pressão de trabalho de acordo com as recomendações do fabricante da ponta utilizada.
Recomenda-se aplicar em condições meteorológicas favoráveis como temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa do ar acima de 50% e velocidade do vento de 3 a 10 km/h. Orientações específicas para redução de deriva: Aplicador é responsável por evitar deriva da pulverização para fora do alvo, devendo estar ciente sobre cultivos vizinhos susceptíveis, árvores, pastagens ou habitações; NÃO aplique em condições climáticas ou com equipamentos de pulverização, que podem fazer com que a pulverização caia sobre plantas/colheitas suscetíveis próximas, áreas de cultivo ou pastagens. Preconize na aplicação classe de gotas de tamanho médio ou acima. NÃO permita que a pulverização caia em pousios adjacentes. NÃO aplique em ou perto de arbustos, árvores ou cultivos diferentes dos recomendados em bula. NÃO drene ou lave o equipamento sobre ou próximo a quaisquer plantas não alvo ou em locais em que possa ocorrer absorção do herbicida por lixiviação ou infiltração no solo. APLICAÇÃO AÉREA: A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura da área a ser aplicada. Utilizar barra com volume de calda recomendado anteriormente. Usar pontas de pulverização apropriados para essa modalidade de aplicação hidráulicos ou atomizadores rotativos que gerem gotas médias ou acima. É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de faixa e altura de voo, também sejam ajustados visando à geração de gotas médias ou acima. Não aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5 metros. Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/h, temperatura inferior a 30°C, umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação poderão ser flexibilizadas. Respeitar as diretrizes das leis brasileiras quanto à segurança na faixa de aplicação aérea: 1. As aplicações não deverão ser realizadas em áreas com distância inferior a 500 metros de povoações, cidades, vilas, bairros e mananciais de captação de água para abastecimento de população. 2. Estas restrições deverão ser válidas também para áreas com distância inferior a 250 metros no caso de mananciais de água, moradias isoladas e agrupamentos de animais. 3. As aeronaves agrícolas que contenham produtos químicos deverão ser proibidas de sobrevoar as áreas povoadas, moradias e os agrupamentos humanos. Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos
fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea. APLICAÇÃO VIA AERONAVES REMOTAMENTE PILOTADAS (ARP)/DRONE: O produto pode ser aplicado através de ARP nas culturas recomendadas, devendo estes ser adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma boa cobertura das plantas daninhas. O equipamento de aplicação deve estar em boas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC. A altura de voo deverá ser ajustada de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de 2 metros acima do topo das plantas ou menor, quando possível. A largura da faixa de deposição efetiva deverá ser ajustada com a altura de voo, e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas de classe média ou acima. Utilizar volume ou taxa de aplicação recomendado anteriormente. Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como: Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso). Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva. Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições meteorológicas vigentes. Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente. Somente realizar a aplicação via drone na presença de profissionais habilitados. Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea. Modo de preparo de calda I. Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem. II. O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionar a quantidade recomendada do herbicida e em seguida adicionar o adjuvante recomendado pelo fabricante, caso necessário. Após isso, proceder a homogeneização e completar o volume do tanque com água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto.
III. Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. IV. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Destino final da sobra da calda: Recomenda-se que a jornada de aplicação seja programada de modo a evitar a sobra da calda de um dia para outro. Toda a calda preparada deve ser aplicada no mesmo dia do seu preparo. Recomendações para lavagem do equipamento de aplicação: Sempre use pulverizador limpo antes da aplicação do produto e certifique-se de que o mesmo esteja em bom estado. Após a aplicação, remova imediatamente todo o resíduo presente no fundo do tanque do pulverizador. Proceda a limpeza de todo o equipamento utilizado imediatamente após a aplicação, a fim de se reduzir o risco de formação de depósitos solidificados nas paredes do tanque. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento próximo à nascentes, fontes de com a legislação local. Em casos de dúvidas ou na necessidade de esclarecimentos adicionais ou específicos quanto à utilização do produto, contatar o Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. água ou plantas úteis. Fatores relacionados com a aplicação na pré-emergência: Para assegurar o pleno funcionamento e eficiente controle das plantas infestantes é importante que sejam observados alguns pontos: A. Preparo do solo: A.1. Sistema de plantio convencional: O solo deve estar bem preparado com as operações usuais de aração, gradeação, nivelamento superficial, de modo a obter a camada de solo livre de torrões, cujas condições são as mais apropriadas para a semeadura e aplicação de herbicidas. A.2. Sistema de Plantio-Direto: As operações de preparo de solo consistem no manejo e dessecação das plantas infestantes ou das culturas de cobertura. A condição fundamental é assegurar a total pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no momento da aplicação. Não aplicar em áreas com falhas de dessecação, rebrote ou reinfestações de plantas infestantes. B. Umidade do solo: O solo não deve estar em situação de estresse hídrico no momento da aplicação. A umidade é fundamental para a ativação do herbicida, incorporação e distribuição do produto no perfil do solo, de modo a assegurar seu pleno funcionamento. C. Densidade de infestação das plantas infestantes: Nas altas densidades de infestação de plantas infestantes, o pleno controle está sujeito a fatores como dose, condições climáticas, fechamento da cultura, dentre outros. Por vezes poderá necessitar de tratamento complementar.
D. Ocorrência de chuvas: Chuvas normais após a aplicação ou a irrigação da área tratada com o Boundary EC são benéficas por promover a incorporação do produto na camada superficial, favorecendo sua pronta ação. Sobretudo no sistema de plantio direto proporciona o rápido carreamento dos produtos para o solo, favorecendo sua distribuição no perfil do solo. A ocorrência de chuvas excessivas e contínuas após a aplicação, entretanto, poderá causar rápida lixiviação abaixo do banco de sementes, acarretando redução do efeito residual e, consequente reinfestação antecipada da área tratada. E. Ventos: Evitar aplicações com ventos superiores a 10 km/hora devido aos problemas de forte deriva.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Culturas | Dias |
|---|---|
| Amendoim | (1) |
| Batata | (1) |
| Café | 120 |
| Citros | 120 |
| Soja | (1) |
| Tomate | (1) |
Culturas Dias Amendoim (1) Batata (1) Café Citros Soja (1) Tomate (1) (1) Intervalo de segurança não estabelecido devido à modalidade de emprego
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não permitir o ingresso dos trabalhadores à área tratada durante as primeiras 24 horas que seguem a aplicação. Caso seja necessário o ingresso antes deste período, devese utilizar Equipamento de Proteção Individual padrão recomendados em rotulagem para a atividade de aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador. Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.
Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho. Fitotoxicidade para a cultura indicada: O produto BOUNDARY EC mostra-se bastante seletivo às culturas presentes em bula, nas respectivas doses e modalidades recomendadas. Os efeitos de fitotoxicidade são pouco frequentes e acontecem em situações que favoreçam sua ocorrência, tais como: chuvas fortes, plantios rasos, dentre outros. Esses efeitos são temporários e as plantas retomam o seu crescimento normal sem causar prejuízos à produtividade final. Para a cultura da soja: caso seja realizado plante-aplique, recomenda-se evitar solos arenosos. Devido ao grande número de espécies e variedades das culturas indicadas nesta bula, recomenda-se que o usuário aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto e tolerância de novas variedades, previamente à sua aplicação em maior escala.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A
SEREM UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS: VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: O uso sucessivo de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para seleção e aumento da população de plantas daninhas resistentes a esse mecanismo de ação levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resisência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos C1 (triazinona) e K3 (cloroacetanilida) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as Boas Práticas Agrícolas. Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
| GRUPO | C1 | HERBICIDA | ||
|---|---|---|---|---|
| GRUPO | K3 | HERBICIDA |
GRUPO C1 HERBICIDA GRUPO K3 HERBICIDA O produto herbicida BOUNDARY EC é composto por Metribuzim e S-metolacloro, que apresentam mecanismos de ação de inibidores da fotossíntese no fotossistema II e inibidores da divisão celular (ou inibição de VLCFA - ácidos graxos de cadeia muito longa), pertencentes aos Grupos C1 e K3, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas), respectivamente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental impermeável; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1; viseira facial; touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
Utilize equipamento de proteção individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental impermeável; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1; viseira facial; touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos. Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
| Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico | |
|---|---|
| responsável pela preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de | |
| medidas coletivas de segurança. |
Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. Utilize equipamento de proteção individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1; viseira facial; touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: Sinalizar a área com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. Não reutilizar a embalagem vazia. No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas; luvas de proteção para produtos químicos e botas de borracha. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe; viseira facial; avental impermeável; botas de borracha; macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas; luvas de proteção para produtos químicos e equipamento de proteção respiratória. A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Provoca irritação ocular grave Provoca irritação à pele Pode provocar reações alérgicas na pele ATENÇÃO PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: PRODUTO EXTREMAMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirála. Pele: ATENÇÃO: PRODUTO IRRITANTE À PELE. PRODUTO SENSIBILIZANTE CUTÂNEO. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR BOUNDARY EC –
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico S-metolacloro: Cloroacetanilida Metribuzim: Triazinona Nafta de Petróleo (solvente aromático): UVCB (substâncias de composição desconhecida ou variável, produtos de reações complexas ou materiais biológicos). | |||
|---|---|---|---|
| Grupo químico | S-metolacloro: Cloroacetanilida | ||
| Metribuzim: Triazinona | |||
| Nafta de Petróleo (solvente aromático): UVCB (substâncias de | |||
| composição desconhecida ou variável, produtos de reações complexas | |||
| ou materiais biológicos). | |||
| Classe toxicológica | |||
| Categoria 5: Produto Improvável de Causar Dano Agudo | |||
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. | ||
| Toxicocinética | S-metolacloro: Após administração oral da substância a animais de | ||
| experimentação, o S-metolacloro foi absorvido rapidamente quase por | |||
| completo pelo trato gastrointestinal. Os níveis mais altos foram | |||
| detectados no sangue e órgãos altamente perfundidos, como coração, | |||
| rins, fígado, pulmões e baço. A metabolização do S-metolacloro procede | |||
| por duas vias de biotransformação: As reações de oxidação mediadas | |||
| pela família de enzimas do citocromo P450 (clivagem do éter metílico, | |||
| oxidação do álcool resultante ao ácido correspondente, oxidação dos | |||
| grupos aril, metil e/ou etil, e substituição do átomo de cloro), | |||
| correspondendo a aproximadamente 80% do processo de | |||
| biotransformação, e as reações de conjugação pela via da glutationa, | |||
| em menor proporção. A excreção do S-metolacloro foi moderadamente | |||
| rápida. Após sua administração oral, cerca de 80% da dose foi excretada | |||
| pela bile (fezes) em 48 horas, sendo está a principal via de excreção em | |||
| machos, e uma média de 97% da dose foi excretada em sete dias; em | |||
| fêmeas, aproximadamente 50% da dose foi excretada pela urina e 50% | |||
| pelas fezes. A circulação entero-hepática desempenha papel | |||
| significativo no seu processo de eliminação. | |||
| Metribuzim: Após administração oral e intravenosa a animais de | |||
| experimentação, o metribuzim foi rapidamente e quase completamente | |||
| absorvido em 36 horas. Foi amplamente distribuído, com as maiores | |||
| concentrações atingindo fígado e rins. As meias-vidas de eliminação em |
| todos os tecidos variaram de 18,4 a 33,6 horas. A metabolização do | |||
|---|---|---|---|
| metribuzim em ratos parece envolver desaminação, detioalquilação, | |||
| hidroxilação da cadeia lateral t-butílica e conjugação. Em geral, mais de | |||
| 95% da radioatividade administrada por via oral foi excretada pela urina | |||
| e fezes dentro de 72 horas após a dosagem; menos de 0,1% da | |||
| radioatividade foi excretada pelo ar expirado. | |||
| Nafta de Petróleo (solvente aromático): Não há estudos de | |||
| toxicocinética sobre este solvente propriamente dito, no entanto, estudos | |||
| com os constituintes da gasolina podem ser utilizados para a | |||
| compreensão da toxicocinética do nafta. Em roedores, a principal via de | |||
| exposição utilizada é a inalatória; por ela, os constituintes de maior peso | |||
| molecular são mais eficientemente absorvidos. Após administração oral, | |||
| é possível supor que aproximadamente 100% do nafta de petróleo | |||
| ingerido seria absorvido devido à alta absorção da maioria de seus | |||
| constituintes pelo trato gastrointestinal. Independentemente da via de | |||
| absorção, os constituintes são rapidamente metabolizados e eliminados. | |||
| Por ser hidrofóbico, o nafta possui maior afinidade pelo tecido adiposo, | |||
| no entanto, nenhum dos componentes apresenta potencial de | |||
| bioacumulação. Os constituintes de baixo peso molecular do nafta são | |||
| excretados, principalmente, pelo ar exalado e, em menor proporção, | |||
| pela urina, com meia-vida na ordem de, aproximadamente, 3-12 horas. | |||
| A excreção pela urina é mais expressiva para os constituintes de alto | |||
| peso molecular. | |||
| Toxicodinâmica | S-metolacloro: Mecanismo de ação não conhecido em humanos e | ||
| pouco conhecido nas plantas. Parece inibir biossíntese de ácidos graxos | |||
| de cadeias muito longas (VLCFA) pela interferência no metabolismo da | |||
| coenzima A (CoA), podendo levar à perda da integridade da membrana | |||
| plasmática e morte da célula. Também está associado à inibição da | |||
| síntese de proteínas no meristema apical e raízes das plantas, | |||
| acarretando em paralisação da divisão celular. Modo de ação | |||
| parcialmente relevante para seres humanos, uma vez que os | |||
| meristemas responsáveis pelo alongamento da planta são específicos | |||
| dos vegetais; já os VLCFA são encontrados de forma onipresente em | |||
| todo o organismo. | |||
| Metribuzim: Mecanismo de ação não conhecido em humanos. Nas | |||
| plantas, os lipídeos da membrana dos tilacoides contribuem para o | |||
| acoplamento do metribuzim aos cloroplastos, onde age inibindo a | |||
| fotossíntese pelo bloqueio do transporte de elétrons entre o aceptor | |||
| primário e secundário do fotossistema II. Causa peroxidação nas | |||
| membranas e consequente necrose foliar. Esta via metabólica não | |||
| existe em mamíferos, sendo seu modo de ação pouco relevante para | |||
| seres humanos. | |||
| Nafta de Petróleo (solvente aromático): A narcose (tontura, | |||
| sonolência e depressão do sistema nervoso central), induzida por | |||
| exposição aguda a solventes orgânicos, como o nafta de petróleo, | |||
| sugere mecanismo comum de interação entre os seus constituintes e as | |||
| células sensíveis do sistema nervoso de humanos. A nível celular, os |
| efeitos narcóticos são associados à redução na excitabilidade neuronal | |||
|---|---|---|---|
| causada por mudanças na estrutura e função da membrana. No entanto, | |||
| o exato mecanismo de ação associado a este efeito ainda é amplamente | |||
| desconhecido. | |||
| Sintomas e sinais clínicos | Nafta de Petróleo (solvente aromático): A ingestão de | ||
| hidrocarbonetos pode provocar efeitos no sistema nervoso central | |||
| (cefaleia, tontura, sonolência, falta de concentração, náuseas e | |||
| vômitos), disritmias e distúrbios gastrointestinais. A inalação desses | |||
| compostos pode causar danos pulmonares, depressão ou excitação | |||
| transitória do SNC e efeitos secundários de hipóxia, infecção, formação | |||
| de pneumatocele e disfunção pulmonar crônica. Irritação ocular leve a | |||
| moderada e lesão ocular reversível podem ocorrer após contato com a | |||
| maioria dos hidrocarbonetos. | |||
| Não há dados de toxicidade do S-metolacloro e metribuzim em | |||
| humanos. As informações detalhadas a seguir foram obtidas de estudos | |||
| agudos com animais de experimentação tratados com a formulação à | |||
| base de S-metolacloro, metribuzim nafta de petróleo e demais | |||
| componentes do Boundary EC: | |||
| Exposição oral: Observou-se hipoatividade, postura curvada e | |||
| piloereção em todos os ratos tratados. O desaparecimento total dos | |||
| sintomas se deu em três dias para todos os animais. | |||
| Exposição inalatória: Todos os dez ratos tratados em estudo inalatório | |||
| exibiram respiração anormal e/ou coloração anogenital; relatou-se | |||
| hipoatividade em seis animais. Houve desaparecimento total dos | |||
| sintomas quatro dias após a exposição inalatória para todos os ratos | |||
| tratados. | |||
| Exposição cutânea: Seguindo recomendações da OECD e com base | |||
| na DL oral da formulação, o estudo de toxicidade cutânea não foi 50 | |||
| conduzido. Produto considerado irritante e sensibilizante dérmico. | |||
| Exposição ocular: Todos os três animais tratados apresentaram edema | |||
| e hiperemia na conjuntiva, secreção ocular e opacidade de córnea, com | |||
| reversibilidade total em sete dias para o primeiro e terceiro animal, e em | |||
| 14 dias para o segundo animal. | |||
| Exposição crônica: Ambos ingredientes ativos foram considerados | |||
| não-mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos para seres | |||
| humanos. À luz dos conhecimentos atuais, não são considerados | |||
| desreguladores endócrinos e não interferem com a reprodução. Vide | |||
| item “efeitos crônicos” a seguir. | |||
| Diagnóstico | O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de | ||
| exposição ao produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. | |||
| Tratamento | Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com | ||
| o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial | |||
| deve ser dada ao suporte respiratório. | |||
| Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, | |||
| frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). | |||
| Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada |
| cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de | |||
|---|---|---|---|
| consciência do paciente. | |||
| Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para | |||
| limitar a absorção e os efeitos locais. | |||
| Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do | |||
| produto proceder com: | |||
| - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em | |||
| crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, | |||
| na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais | |||
| efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão. | |||
| - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande | |||
| quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria | |||
| dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger | |||
| vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo | |||
| orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação | |||
| endotraqueal com cuff. | |||
| ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do | |||
| produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser | |||
| evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca | |||
| dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor | |||
| abdominal severa ou dificuldade de deglutição. | |||
| Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e | |||
| arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar | |||
| atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, | |||
| administrar oxigênio e ventilação mecânica. | |||
| Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a | |||
| descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e | |||
| orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima | |||
| para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser | |||
| encaminhado para tratamento. | |||
| Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente | |||
| com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando | |||
| contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou | |||
| fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico. | |||
| Antídoto: Não há antídoto específico. | |||
| Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR | |||
| aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; | |||
| utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) | |||
| para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao | |||
| intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de | |||
| descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental | |||
| impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o | |||
| agente tóxico. |
| Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. Efeitos das Não foram relatados efeitos de interações químicas para S-metolacloro, interações metribuzim, nafta de petróleo e demais componentes da formulação em químicas humanos. ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas) Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com | Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. | |
|---|---|---|---|
| Efeitos das interações químicas | Não foram relatados efeitos de interações químicas para S-metolacloro, metribuzim, nafta de petróleo e demais componentes da formulação em humanos. | ||
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) | ||
| As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) | |||
| Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas) Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com |
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório: Vide quadro anterior, itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”. Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: Seguindo os critérios de ponderação do protocolo OECD nº 402, de outubro de 2017, e com base no valor estabelecido como DL50 oral da formulação (> 2000 mg/kg p.c.), o estudo de toxicidade cutânea não foi conduzido. CL50 inalatória em ratos (4 horas): Não determinada nas condições do teste. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Irritante. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Todos os três animais tratados apresentaram edema e hiperemia na conjuntiva, secreção ocular e opacidade de córnea, com reversibilidade total em sete dias para o primeiro e terceiro animal, e em 14 dias para o segundo animal. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto é considerado sensibilizante dérmico. Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética bacteriana com diferentes cepas da linhagem Salmonella Typhimurium ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: S-metolacloro: Os ensaios de carcinogenicidade em ratos e camundongos tratados com s-metolacloro (toxicologicamente equivalente ao S-metolacloro) resultaram em diminuição no ganho de peso corpóreo de machos e fêmeas nas maiores doses (139 e
178 mg/kg p.c. para ratos machos e fêmeas, respectivamente, e 571 e 733 mg/kg p.c. para camundongos machos e fêmeas, respectivamente). Em ratos, nessa mesma dose, também se observou alterações hepáticas em ambos os sexos, e em fêmeas, aumento significativo da incidência de adenomas hepatocelulares. No entanto, estudos mecanísticos fornecem evidências de que o S-metolacloro não é hepatocarcinogênico para humanos devido à falta de relevância de seu modo de ação (NOAEL ratos, 14 mg/kg p.c. e camundongos, 171 mg/kg p.c.). Adicionalmente, não é mutagênico em ensaios in vivo e in vitro. No estudo de toxicidade de duas gerações, os ratos foram tratados pela dieta com metolacloro e não foi observada toxicidade parental ou qualquer efeito adverso na reprodução nas doses testadas, sendo estabelecido NOAEL materno e fetal de 76 e 24 mg/kg p.c., respectivamente. A toxicidade no desenvolvimento foi investigada por estudos em ratos e coelhos tratados com metolacloro e S-metolacloro e, para ambos, houve toxicidade materna nas maiores doses (ratos: metolacloro, ≥ 300 mg/kg/dia e S-metolacloro, ≥ 500 mg/kg/dia; coelhos: metolacloro, ≥ 120 mg/kg/dia e Smetolacloro, 500 mg/kg/dia), com NOAEL materno para ratos de 100 mg/kg/dia (metolacloro) e 50 mg/kg/dia (S-metolacloro); para coelhos o NOAEL estabelecido foi de 36 mg/kg/dia (metolacloro) e 100 mg/kg/dia (S-metolacloro). Não houve toxicidade fetal nos estudos com ratos tratados com S-metolacloro e coelhos tratados com ambos; o tratamento com metolacloro em ratos resultou em redução dos pesos corpóreos e ossificação tardia apenas na maior dose (ratos: NOAEL fetal metolacloro, 300 mg/kg/dia, S-metolacloro, 1000 mg/kg/dia; coelhos: metolacloro, 360 mg/kg/dia e S-metolacloro, 500 mg/kg/dia). Ambos não demonstraram efeitos teratogênicos. Também não foram identificados órgãos-alvo relevantes após estudos de exposições repetidas. Metribuzim: Em estudos de toxicidade crônica pela dieta, observou-se diminuição de peso corpóreo em todas as espécies testadas (55,65 e 55,3 mg/kg p.c. para cães machos e fêmeas, 14,36 e 20,38 mg/kg p.c. para ratos machos e fêmeas, e 438 e 567 mg/kg p.c. para camundongos machos e fêmeas), além de mortalidade de 75% (cães), alterações histológicas ou bioquímicas no fígado (cães, ratos e camundongos), rins (cães e ratos), útero, glândulas mamárias (ratos) e diminuição dos níveis de hemoglobina e hematócrito (camundongos) (NOEL cães 3,44 mg/kg p.c. em machos e 3,56 mg/kg p.c. em fêmeas; ratos Wistar 5,27 mg/kg p.c. em machos e 6,53 mg/kg p.c. em fêmeas; ratos Fischer 344 1,3 mg/kg p.c. em machos e 1,6 mg/kg p.c. em fêmeas; e camundongos, 111 e 139 mg/kg p.c. para machos e fêmeas, respectivamente). Portanto, não foi evidenciado efeito carcinogênico em nenhuma dose ou espécie testada; o metribuzim também não foi considerado mutagênico em testes in vitro e in vivo. Os estudos do desenvolvimento conduzidos em ratos e coelhos demonstraram toxicidade materna (ratos, ≥ 25 mg/kg/dia, coelhos American dutch, ≥ 30 mg/kg/dia e coelhos New Zealand, ≥ 45 mg/kg/dia), com NOEL, em ratos, menor que 25 mg/kg/dia, em coelhos American dutch, de 10 mg/kg/dia, e em coelhos New Zealand, de 15 mg/kg/dia. O metribuzim não foi considerado tóxico para o desenvolvimento, pois os efeitos observados nos fetos nestes estudos (diminuição de peso corpóreo e alterações na ossificação fetal) ocorreram nas doses iguais ou maiores àquelas indutoras de toxicidade materna (NOEL fetal ratos, 70 mg/kg/dia, coelhos American dutch, 30 mg/kg/dia e coelhos New Zealand, 15 mg/kg/dia). Não foram observados efeitos teratogênicos nos estudos descritos ou nos de duas gerações conduzidos em ratos. Também não foram identificados órgãos-alvo relevantes após estudos de exposições repetidas.
Nafta de Petróleo (solvente aromático): Estudos de toxicidade crônica e carcinogenicidade indicam que a inalação de concentrações elevadas dos componentes do nafta de petróleo pode produzir tumores renais em ratos machos devido à nefropatia induzida por alfa-2u-globulina e tumores hepáticos em camundongos fêmeas por possível consequência de desequilíbrio hormonal (NOAEL 10.000 mg/m3). Devido a não-relevância dos mecanismos de ação associados à formação de tumores para humanos, os componentes do nafta petróleo não são considerados carcinogênicos para o homem. Estudos de genotoxicidade in vivo e in vitro apontam que seus constituintes também não apresentam potencial mutagênico ou genotóxico. Em estudos da reprodução de duas gerações em ratos, por via inalatória, e do desenvolvimento, por via dérmica, parâmetros como fertilidade, desempenho reprodutivo, frequência de malformações e mortalidade fetal não foram afetados pelo tratamento (NOAEL toxicidade reprodutiva e desenvolvimento por via inalatória: > 20000 mg/m3; NOAEL de desenvolvimento via dérmica: 500 mg/kg p.c./dia). Diante dos achados, os compostos do nafta de petróleo não são considerados teratogênicos ou tóxicos para a reprodução em humanos. DADOS RELATIVOS Á PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE: 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE Este produto é: - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). X - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas). Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA Telefone de emergência: 0800 704 4304. Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido; Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça essa operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo; Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Adicione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas de embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantêla invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.