BLOQUEO® WG; Atrast® 900 WG Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 09207
COMPOSIÇÃO
6-chloro-N2-ethyl-N4 -isopropyl-1,3,5-triazine-2,4-diamine (ATRAZINA)...............900 g/kg (90,0 % m/m) Outros Ingredientes....................................................................................................100 g/kg (10,0 % m/m) GRUPO C1 HERBICIDA PESO LÍQUIDO: Vide Rótulo CLASSE: Herbicida. GRUPO QUÍMICO: Triazina TIPO DE FORMULAÇÃO: Granulado dispersível TITULAR DO REGISTRO (*): PILARQUIM BR COMERCIAL LTDA. Rua Cardeal Arcoverde, 2811 – Sala 407 e 408, Pinheiros, CEP 05407-004 - São Paulo/SP CNPJ: 00.642.795/0001-31. Tel: (11) 4195.2121. Registro estadual CDA/SP nº 257. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: ATRANEX AGRICUR TÉCNICO – Registro MAPA nº 004994 Adama Agan Ltd. Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod. Israel Shandong Weifang Rainbow Chemical Co. Ltd. Binhai Economic and Development Area, Weifang City, Shandong Province, 262737. China ATRAZINA TÉCNICO RAINBOW - Registro MAPA nº 02112 Shandong Weifang Rainbow Chemical CO., LTD. Binhai Economic Development Area, 262737, Weifang, Shandong, China ATRAZINE TÉCNICO MILENIA - Registro MAPA nº 01888204 Adama Agan Ltd Northern Industrial Zone Haashlag St, P.O. Box 262, Ashdod, 7710201, Israel Adama Brasil S/A. Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP 86031-610. Londrina/PR Adama Brasil S/A. Av. Júlio de Castilhos, 2085 - Bairro Coqueiros - CEP: 95860-000 - Taquari/RS – Brasil. Shandong Weifang Rainbow Chemical CO., LTD. Binhai Economic Development Area, 262737, Weifang, Shandong, China ATRAZINE TÉCNICO EAGROW - Registro MAPA nº TC12622 Shandong Dehao Chemical Co., Ltd. Lingang Chemical Park Binhai Economic 262737 Weifang, China IMPORTADOR Agrilean Inputs S.A. Endereço: Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 30,5, 11100, CEP 38044-750. Barueri/SP CNPJ nº 47.983.211/0004-06. Registro estadual CDA/SP nº 4378 Rodovia BR 364, Km 20, Área 02, nº 5788, Galpão 22, Zona Rural, CEP: 78098-970. Cuiabá/MT CNPJ: 47.983.211/0003-17 - Registro estadual nº 30962 S/N, Km 207, Lote 04, Área Rural, CEP: 47865-899. Luis Eduardo Magalhães/BA CNPJ: 47.983.211/0002-36 - Registro estadual nº 145723
ALTA - America Latina Tecnologia Agricola Ltda Av. Silva Jardim, 2600, Conj.1901, Cond. New Zeal, Água Verde CEP: 80240-020. Curitiba/PR CNPJ: 10.409.614/0001-85. Registro estadual ADAPAR/PR nº 003483 Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100, KM 30,5, Bairro dos Altos, CEP: 06421-400. Barueri/SP CNPJ: 10.409.614/0003-47. Registro estadual CDA/SP nº 1164 Rodovia BR-050, S/N, KM 185, Galpão 10, CEP: 38038-050, Bairro Jardim Santa Clara, Uberaba/MG. CNPJ: 10.409.614/0005-09. Registro estadual IMA/MG nº11975 Rodovia PR 090, KM 374, S/N, Lote 44-C-2, CEP: 86200-000, Bairro Parque Ind. Nene Favoretto, Ibiporã/PR. CNPJ: 10.409.614/0002-66. Registro estadual ADAPAR/PR nº1000151 Rodovia BR-285, 7870, KM 297, CEP: 99042-890, Bairro Jose Alexandre Zachia, Passo Fundo/RS. CNPJ: 10.409.614/0006-90. Registro estadual SEAPA/RS nº 93/17 Amaggi Exportacao E Importacao Ltda Rodovia BR 364, Km 20, S/N, CEP 78098-970, Zona Rural, Cuiabá/MT. CNPJ: 77.294.254/0050-72. Registro estadual INDEA/MT nº 20435 Rodovia BR 163, n° 2461, Expansão Urbana, CEP 78.890-000, Sorriso/MT. CNPJ: 77.294.254/0077-92. Registro estadual INDEA/MT nº 22956 Rodovia RO 435, Km 113, S/N, CEP 76997-000, Bairro Zona Rural, Cerejeiras/RO. CNPJ: 77.294.254/0022-19. Registro estadual IDARON/RO n° 1655 Avenida Ville Roy, n° 7492, Quadra 54, São Vicente, CEP: 69301-000, Boa Vista/RR, CNPJ: 77.294.254/0079-54. Registro estadual ADERR/RR nº1420025 Rodovia PA 125, Quadra 03, Lote 15, CEP 68628-557. Paragominas/PA CNPJ: 77.294.254/0083-30. Registro estadual ADEPARA/PA nº: 004.23 Dekalpar Brasil Ltda Avenida Madre Leônia Milito, Bela Suiça, 1500, Sala 1910, Andar 19, Londrina/PR CNPJ Nº 53.476.996/0001-72. Registro estadual ADAPAR/PR n°1008459 DKBR Trading S.A. Rua João Huss, 74, Sala 2, Gleba Fazenda Palhano, CEP 86050-490. Londrina/PR CNPJ: 33.744.380/0001-28. Registro estadual ADAPAR/PR nº 1007743 Avenida Miguel Sutil, nº 6.559 - Anexo A, Sala 3, Alvorada, CEP 78048-000. Cuiabá/MT CNPJ: 33.744.380/0002-09 - Registro estadual INDEA/MT nº 16228 Rod SPA 008/457, S/N, Sala 01, Km 500m, Zona Rural, CEP 19640-000, Iepê/SP CNPJ 33.744.380/0003-90. Registro estadual CDA/SP nº 4303 Fiagril Ltda. Avenida da Produção, 2330-W, Quadra 999, Lote 26. Lucas do Rio Verde/MT CNPJ: 02.734.023/0013-99. Registro estadual INDEA/MT nº 14210 Kesai Eagrow Do Brasil Ltda Rua Urussuí, nº125, Cj.91 e 92 - ltaim Bibi, CEP 04.542-050. São Paulo/SP CNPJ: 50.752.995/0001-15, Registro estadual CDA/SP nº 4440
Perterra Insumos Agropecuários S.A. Av. Dr. Cardoso de Melo, 1470, conjunto 1005 e 1006, Vila Olímpia, CEP 04548-005. São Paulo/SP CNPJ: 33.824.613/0001-00. Registro estadual CDA/SP nº 4206 Rod. PR 090, nº 5695, KM 5, Armz1, Parque Industrial Nene Favoretto, CEP: 86.200-000. Ibiporã/PR CNPJ: 33.824.613/0003-64. Registro estadual ADAPAR/PR nº 1008263 Rua Projetada, 150, Distrito Industrial, CEP: 15054-641. Cuiabá/MT CNPJ: 33.824.613/0004-45. Registro estadual INDEA/MT nº 33970 Av: Constante Pavan, 4633, CEP: 13140-000. Paulínia/SP CNPJ: 33.824.613/0002-83. Registro estadual CDA/SP: 4401 Rieter do Brasil Indústria Química Ltda Rua Werner Von Siemens, 111 9º Andar, CEP 05069-010. São Paulo/SP CNPJ nº 44.719.712/0001-30, Registro estadual CDA/SP nº 4492 FORMULADOR: Adama Agan LTD. Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod. Israel Adama Andina B. V. Sucursal Colombia Calle 1C, Nº 7-53, Interior Zona Franca, Barranquilla, Colômbia. Adama Brasil S/A Av. Júlio de Castilhos, 2085, CEP: 95860-000. Taquari/RS CNPJ: 02.290.510/0004-19. Registro estadual SEAPA/RS nº 00001047/99 Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610. Londrina/PR. CNPJ: 02.290.510/0001-76. Registro estadual ADAPAR/PR nº 003263 Hebei Shanli Chemical CO., LTD Eighteenth Team, Zhongjie farm, Cangzhou City, Hebei Province, 061108, P.R. China Iharabras S.A. Indústrias Químicas Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul 18087-170 - Sorocaba/SP. CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro estadual CDA/SP Nº 8 Indústrias Químicas Lorena LTDA. Rua 01 esquina com Rua 06, s/nº, Distrito Industrial, CEP: 12580-000. Roseira/SP CNPJ: 48.284.749/0001-34. Registro estadual CDA/SP nº 266 Makhteshim Agan Of North America, INC. P.O. Box 1463, GA 31793, 7745 Magnolia Industrial Blvd, Tifton. Estados Unidos da América. Makhteshim Agan Of North America, INC. P.O. Box 205, GA 31774, 364 Fitzgerald Hiway, Ocilla. Estados Unidos da América. Nortox S/A Rodovia BR 369, Km 197, CEP 86700-970. Arapongas/PR. CNPJ: 75.263.400/0001-99. Registro estadual ADAPAR/PR nº 466 Rodovia BR 163, Km 116, CEP: 78740-275. Rondonópolis/MT. CNPJ: 75.263.400/0011-60. Registro estadual INDEA/MT nº 183/2006
Sumitomo Chemical Brasil Industria Química S.A Avenida Wilson Camurça, 2.138 - Distrito Industrial I - CEP : 61939-000 - Maracanaú/CE CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Registro estadual: 358/2021 - SEMACE - DICOP Ouro Fino Química LTDA. Av. Filomena Cartafina, 22335, Qd 14, Lote 5, Distrito Industrial III, CEP: 38044-750. Uberaba/MG CNPJ: 09.100.671/0001-07. Registro estadual IMA/MG nº 8.764 Tagma Brasil Indústria E Comércio De Produtos QUÍMICOS LTDA. Avenida Roberto Simonsen, 1459, Recanto dos Pássaros, CEP 13148-030. Paulínia/SP CNPJ: 03.855.423/0001-81. Registro estadual CDA/SP nº 477 UPL do Brasil Indústria E Comércio De Insumos Agropecuários S.A. Rodovia Sorocaba, Km 122, Pilar do Sul, CEP: 18160-000. Salto de Pirapora/SP CNPJ: 02.974.733/0010-43. Registro estadual CDA/SP nº 4153 Avenida Maeda, s/nº, Distrito Industrial, CEP: 14500-000. Ituverava /SP CNPJ: 02.974.733/0003-14. Registro estadual CDA/SP nº 1049 Pilarquim (Shanghai) CO. LTD. 1500 Hang-Tang Road, Jin-Hui Town, Feng Xian District, Shanghai, China Pilarquim (Jiangsu) CO., LTD N° 9, Konglian RD, Salinization New Material Ind. Park, Huaian, Jiangsu Province, Jiangsu, China Shandong Kesaijinong Biotechnology CO., LTD., West of Lingang Road and North of Chuangxin Street, South Expansion Area of Lingang Chemical Park, Binhai Economic Development Zone, Weifang, China
| No do lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: SEU PODER. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no art.4° do Decreto n°7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO
BLOQUEO® WG; Atrast® 900 WG é um herbicida seletivo para as culturas do milho e sorgo. Podendo ser aplicado antes e após a emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, e seletivo para a cultura do sorgo em aplicação após a emergência da cultura e das plantas infestantes. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
| Cultura | Planta infestante | Dose (Kg/ha) | Época, número e intervalo de aplicação |
|---|---|---|---|
| Nome Comum Nome Científico | |||
| Milho | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Solo Arenoso 2,0 Solo Areno- Argiloso 2,0 a 3,0 Solo Argiloso 3,0 | Aplicação em pré-emergência: Sistema de plantio convencional e direto. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. As doses indicadas de 2,0 a 3,0 Kg/ha estão em função do tipo de solo, se arenoso, areno-argiloso ou argiloso; do teor de matéria orgânica, da densidade das plantas infestantes, se baixa, em 2 torno de 15 plantas/m , media em torno 2 de 50 plantas/m ou alta, superiors a 50 2 plantas/m , fatores esses que contribuem para com o maior ou menor efeito residual do produto. Frequência de Aplicação: O BLOQUEO® WG; Atrast® 900 WG deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura do milho, podendo ser realizada uma aplicação em pré- emergência por ocasião da implantação da cultura no sistema de plantio convencional com preparo do solo ou no sistema de plantio direto após a dessecação da vegetação existente. |
| Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||
| Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||
| Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||
| Carrapichinho Acanthospermum australe | |||
| Caruru Amaranthus hybridus | |||
| Apaga-fogo Alternanthera tenella | |||
| Mentrasto Ageratum conyzoides | |||
| Picão-preto Bidens pilosa | |||
| Trapoeraba Commelina benghalensis | |||
| Desmodio Desmodium tortuosum | |||
| Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||
| Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||
| Picão-branco Galinsoga parviflora | |||
| Soja Glycine max | |||
| Cheirosa Hyptis lophanta | |||
| Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||
| Joa-de-capote Nicandra physaloides | |||
| Beldroega Portulaca oleracea | |||
| Nabo Raphanus raphanistrum | |||
| Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||
| Guanxuma Sida rhombifolia |
| Milho e Sorgo | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 2 folhas 2,0 a 3,0 Até 3 folhas 3,0 | Aplicação em pós-emergência: Sistema de plantio convencional e direto Solos: Arenoso, Areno-Argiloso e Argiloso Para as aplicações em pós-emergência é indispensável a adição de Óleo Vegetal a 1,0 L/ha, na presença das espécies gramíneas, devido a maior tolerância a ação do herbicida quanto a absorção do produto através das folhas. Na presença das espécies dicotiledônea (folhas largas), não necessariamente, deverá ser adicionado o Óleo Vegetal, devido a maior suscetibilidade das espécies quanto a ação em pós-emergência, porém a adição do Óleo Vegetal poderá aumentar a eficiência, principalmente paras as menores doses ou em estádios mais desenvolvidos ou caso esteja ocorrendo período de estiagem, desde que seja possível a aplicação do herbicida em pós- emergência. Quando aplicar em pós-emergência, sempre observar o estádio recomendado das plantas infestantes na área, observando se as plantas não estão estressadas por estiagens prolongadas. Importante: Na presença das gramíneas Brachiaria plantaginea, Digitaria horizontalis, Eleusine indica, Triticum aestivum e Avena strigosa é indispensável a adição 1,0 L/ha de Óleo Vegetal. Para as demais espécies a adição do Óleo Vegetal, pode melhorar a obtenção de melhores resultados de eficiência. Frequência de Aplicação: O BLOQUEO® WG; Atrast® 900 WG deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura do milho, podendo ser realizada uma aplicação em pós- emergência por ocasião da implantação da cultura no sistema de plantio convencional com preparo do solo ou no sistema de plantio direto após a dessecação da vegetação existente. O BLOQUEO® WG; Atrast® 900 WG deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura do sorgo, somente após a emergência da cultura e das plantas infestantes. |
|---|---|---|---|
| Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||
| Capim pé-de-galinha Eleusine indica | |||
| Trigo Triticum aestivum | Até 3 folhas 2,0 a 3,0 Até 5 folhas 3,0 | ||
| Aveia – preta Avena strigosa | |||
| Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | Até 4 folhas 2,0 a 3,0 Até 6 folhas 3,0 | ||
| Carrapichinho Acanthospermum australe | |||
| Caruru Amaranthus hybridus | |||
| Apaga-fogo Alternanthera tenella | |||
| Mentrasto Ageratum conyzoides | |||
| Picão-preto Bidens pilosa | |||
| Trapoeraba Commelina benghalensis | |||
| Desmodio Desmodium tortuosum | |||
| Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||
| Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||
| Picão-branco Galinsoga parviflora | |||
| Soja Glycine Max | |||
| Cheirosa Hyptis lophanta | |||
| Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||
| Joa-de-capote Nicandra physaloides | |||
| Beldroega Portulaca oleracea | |||
| Nabo Raphanus raphanistrum | |||
| Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||
| Guanxuma Sida rhombifolia | |||
| Erva-quente Spermacoce latifolia |
MODO DE APLICAÇÃO
A aplicação do herbicida BLOQUEO® WG; Atrast® 900 WG poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea. APLICAÇÃO TERRESTRE: O herbicida BLOQUEO® WG; Atrast® 900 WG pode ser aplicado com pulverizador costal manual, costal pressurizado, tratorizado ou autopropelido. Utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que produzam pouca deriva: -Diâmetro de gotas: 200 - 400 µ (micra); -Densidade de gotas: densidade mínima de 20 gotas/cm²; -Volume de calda: 100 a 400 L/ha. APLICAÇÃO AÉREA O BLOQUEO® WG; Atrast® 900 WG pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média a grossa. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da áreaalvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave. Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Diâmetro de gotas: Gotas média a grossa, com no mínimo de 300 µ (micra) DMV, evitando condições mais críticas de evaporação e/ou deriva. Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação. Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda. MODO DE PREPARO DA CALDA: Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar BLOQUEO® WG; Atrast® 900 WG nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação. Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como: -Temperatura ambiente até 30ºC; -Umidade relativa do ar no mínimo de 60%; -Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h; Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Milho ........................................................... (1) Sorgo ........................................................... (1) (1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
• Uso exclusivo para a cultura do milho, pré e pós-emergência para a cultura e das plantas infestantes e somente em pós-emergência para a cultura do sorgo. • Não aplicar em pós-emergência se as plantas infestantes estiverem em condições de estresse por longo período de estiagem ou outros fatores. • Não aplicar em pós-emergência com umidade relativa inferior a 60%. • Não aplicar com ventos superiores a 6,0km/hora para não promover deriva para regiões vizinhas. • Verificar no momento da aplicação em pré ou pós-emergência a velocidade dos ventos e a presença de cultivos sensíveis que não sejam o milho ou sorgo. • Na cultura do sorgo aplicar somente em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: Os equipamentos de proteção individual – EPI a serem utilizados são: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro de carvão ativado; óculos de segurança com proteção lateral; chapéu de abas largas e luvas de nitrila. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS; Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO. Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo XX para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO C1 HERBICIDA O produto herbicida BLOQUEO WG; ATRAST 900 WG é composto por Atrazina, que apresenta mecanismo de ação Inibição da fotossíntese no fotossistema II, pertencente ao Grupo C1, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas), respectivamente INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Incluir outros métodos de controle de doenças dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças, quando disponível e apropriado.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro de carvão ativado; óculos de segurança com proteção lateral; chapéu de abas largas e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem faça-o de modo a evitar respingos. Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇAO DO PRODUTO
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas
de borracha; avental impermeável; máscara com filtro de carvão ativado; óculos de segurança com proteção lateral; chapéu de abas largas e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação. Não reutilizar a embalagem vazia No descarte de embalagem utilize Equipamentos de Proteção individual (EPI): macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido ATENÇÃO PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÃO POR BLOQUEO® WG; Atrast® 900 WG
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Triazina |
|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. |
| Toxicocinética | A atrazina é metabolizada a seus derivados mono e dialquilados em humanos e animais. Ela é excretada como derivados alquilados e derivados de ácido mercaptúrico primariamente na urina, sendo as fezes uma via menor de excreção. Num estudo de absorção dérmica, 10 voluntários humanos foram expostos a uma dose simples tópica de 0,1667 mg (dose baixa) e 1,9751 mg (dose alta) de atrazina marcada com C14. A maioria (91,1 - 95,5%) da dose não absorvida foi detectada em amostras obtidas pela lavagem da pele 24 horas após a administração da dose. Após 168 horas, apenas 5,6% da dose foi absorvida e excretada na urina e fezes do grupo da dose baixa e apenas 1,2% no grupo da dose elevada. Em ambos os grupos, o pico de eliminação urinária ocorreu em 24- 48 horas e o pico de e1iminacão fecal ocorreu em 48-72 horas. |
| Toxicodinâmica | O aminotriazol tem mostrado ser bociogênico em várias espécies animais. O aminotriazol reduz a captação tireoideana de iodo e inibe a atividade da peroxidase tireoidiana. A redução dos hormônios tireoideanos induz a um estímulo hipotalâmico da hipófise mediado pelo TSH. Esta estimulação prolongada parece ser responsável pela indução de câncer tireoideano em animais tratados com altas doses de aminotriazol. |
| Sintomas e sinais clínicos | A toxicidade sistêmica aguda costuma não ocorrer até que grandes quantidades tenham sido ingeridas. Não há dados publicados de toxicidade sistêmica aguda em humanos e, apenas em doses elevadas, outros mamíferos apresentaram sintomas de neurotoxicidade (incoordenação motora, paralisia dos membros, alterações respiratórias). Exposição Aguda: Foi relatada elevação de temperatura em estudos com animais. A atrazina pode causar irritação ocular. Cardiovascular: Ocorreu colapso circulatório após a ingestão de um herbicida contendo atrazina. Respiratório: Pode ocorrer irritação do trato aéreo superior e alterações respiratórias. Neurológico: Tremores musculares, tetania e ataxia foram relatados em animais após a ingestão de herbicidas triazínicos. Gastrintestinal: Em estudos com animais, observou-se anorexia e salivação. Pode ocorrer náusea, vômito, diarréia, dor abdominal e sensação de queimação na boca. Hepático:Foi relatada necrose hepática. Dermatológico: Irritação da pele é um dos sintomas mais frequentemente observados. Endócrino: Foram observados em estudos com animais, hipertireoidismo e elevação dos níveis de T3 com níveis de Tiroxina e TSH normais. A atrazina parece interferir no controle hipotalâmico da função do eixo pituitário-ovariano em ratas ovariectomizadas |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. |
| Tratamento | Tratamento geral: as medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e do "status mental", a efetividade da respiração e circulação, manutenção de vias aéreas patentes e adequada oxigenação, remoção da fonte de exposição ao produto com a descontaminação do paciente, administração de antídotos, medidas para aumentar a eliminação do tóxico do organismo, medidas sintomáticas e de manutenção. |
| Exposição inalatória: Remover o paciente para um local arejado e fornecer adequadas ventilação e oxigenação. Muitos agrotóxicos possuem solventes derivados de petróleo e outras substâncias, como surfactantes, agravando a irritação de mucosas e os efeitos da intoxicação, podendo causar pneumonite e pneumonia química. Administrar oxigênio, corticoides, broncodilatadores, antagonistas H1, antibioticoterapia conforme indicação clínica. Antídoto: não há antídoto específico conhecido para a substância. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; e utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. | |
|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. |
| Efeitos das interações químicas | Em testes de toxicidade aguda (96h) usando C. tentans, a atrazina produziu toxicidade sinérgica em uma mistura binária com parationa metílica. Resultados de testes de toxicidade com atrazina em combinação binária com outros organofosforados indicam mais do que uma toxicidade aditiva para todos os compostos, exceto mevinfós. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) |
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |
| Telefone de Emergência da empresa: 0800 70 10 450 |
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica” do quadro acima.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
DL50 oral para ratos: 5512 mg/kg pc DL50 cutânea em ratos: > 5000 mg/kg pc CL50 inalatória em ratos: > 2,07 mg/L Corrosão/irritação cutânea em coelhos: 2 de 3 animais testados apresentaram grau 2 e 1, sendo estes sintomas revertidos totalmente após 72 horas de observação. Corrosão/irritação ocular em coelhos: nas condições de teste, o produto não é irritante ocular. Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
40 % dos ratos que receberam 20 mg de atrazina/kg p.c./dia via oral, durante 6 meses, morreram com sinais de sofrimento respiratório e paralisia dos membros do corpo. Alterações estruturais e químicas foram observadas no cérebro, coração, fígado, pulmões, rins, ovários e órgãos endócrinos. Ratos alimentados com 5 ou 25 mg de atrazina/kg p.c./dia, por 6 meses, apresentou retardo no crescimento. Em um estudo de cães, por 2 anos com 7,5 mg de atrazina/kg p.c./dia, causou diminuição da ingestão de alimentos e aumento no peso do coração e do fígado. Com a administração de 75 mg de atrazina/kg p.c./dia, observouse diminuição na ingestão de alimentos e no ganho de peso, aumento do peso adrenal, diminuição na contagem de células sanguíneas e tremores ocasionais
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: • Este produto é: • ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). • ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). • (X) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). • ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamento. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa PILARQUIM BR COMECIAL LTDA. • Telefone da empresa: 0800 70 10 450. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros). • Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de pó químico seco (PQS), CO2, neblina de água, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Restrição no Estado do Ceará: Verificar restrições de aplicação aérea no estado.