Bula oficial · registro MAPA nº 34322

Bula do Biovéro

Bula completa do Biovéro (registro MAPA nº 34322), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: Beauveria bassiana, isolado IBCB 66*.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 9 páginas no PDF.

Biovéro; Beauveria MCP; Bravo BB; Bossbassi; BV Bassi; Beauveria Erânia Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 34322.

COMPOSIÇÃO

Beauveria bassiana, Isolado IBCB 66 (mínimo 1 x 109 UFC/g de p.c)............................... 300 g/kg (30% m/m) Outros ingredientes.......................................................................................................700 g/kg (70% m/m) PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida e Acaricida Microbiológico TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável (WP) TITULAR DO REGISTRO: J. A. FERTILIZANTES GONÇALVES FERTILIZANTES EIRELI Endereço: Rua Tejupa, 117, Parque São Jorge. Avaré/SP. CEP: 18.704-090. C.N.P.J.: 14.484.238/0002-25 Tel. (14) 3732-6353 - Cadastro: CDA/SP nº 4280 FABRICANTE/FORMULADOR J. A. FERTILIZANTES GONÇALVES FERTILIZANTES EIRELI Endereço: Rua Tejupa, 117, Parque São Jorge. Avaré/SP. CEP: 18.704-090. C.N.P.J.: 14.484.238/0002-25 Tel. (14) 3732-6353 Número de registro do estabelecimento/Estado Cadastro: CDA/SP nº 4280

Nº do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: PRODUTO FITOSSANITÁRIO COM USO APROVADO PARA AGRICULTURA ORGÂNICA. PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUARIO AGRONOMICO Indústria Brasileira Inseticida Microbiológico – Contém conídios do fungo Beauveria bassiana, isolado IBCB 66 ”ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS”

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO

AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: PRODUTO POUCO PERIGOSO

AO MEIO AMBIENTE - CLASSE IV

INSTRUÇÕES DE USO

Biovéro; Beauveria MCP; Bravo BB; Bossbassi; BV Bassi; Beauveria Erânia é um inseticida e acaricida microbiológico indicado para aplicação foliar para o controle Bemisia tabaci raça B, Tetranychus urticae, Dalbulus maidis, Sphenophorus levis, na aplicação em iscas “tipo telha” no controle de Cosmopolites sordidus e Hypothenemus hampei. CULTURAS, DOENÇAS E DOSES DE APLICAÇÃO:

ALVOS
CULTURADOSE (P.C./HA)ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
BIOLÓGICOS
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Produto com eficiência agronômica comprovada para as culturas da banana, cana-de-açúcar, café, milho, morango, pepino e sojaBemisia tabaci raça B (mosca branca)0,75 kg/haAplicação deve ser realizada com umidade relativa acima de 70%. Reaplicar em intervalo de 14 dias, e não devem ser efetuadas mais de que 4 aplicações por safra da cultura.
Cosmopolites sordidus (moleque da bananeira)5 kg/ha ou 50 ml de A pasta fúngica/iscaaplicação deve ser realizada: 100 iscas do tipo “telha”/ha 50 ml de pasta fúngica/isca; 1x109 esporos/ml de pasta. Realizar 3 aplicações.
Tetranychus urticae (ácaro rajado)1 kg/100 litros de calda dA aplicação deve ser realizada em baixas infestações da praga, com umidade relativa elevada, em seis pulverizações a cada 3 a 4 ias, com o jato dirigido para a face inferior das folhas.
Dalbulus maidis (cigarrinha do milho)8 kg/haRealizar mais de uma aplicação.
Sphenophorus levis (gorgulho-da- cana ou bicudo da cana- de-açúcar)7,2 kg/haA aplicação da calda deverá ser realizada em 70% no corte da soqueira (jato dirigido) e 30% sobre as plantas, com bico leque. Umidade relativa acima de 46%. Única aplicação após 1 mês da colheita da cultura, após constatada a presença de adultos da praga na área.
Hypothenemus hampei (broca-do-café)Até 5000 plantas/ha: 2,5 x 1012 a 4,5 x 1012 conídios/ha Entre 5000 e 10.000 plantas/ha: 4,5 x 1012 a 6,5 x 1012 conídios/ha d Entre 10.000 e 15.000 plantas/ha: 6,5 x 1012 a 8,5 x 1012 conídios/ha Entre 15.000 e 20.000 plantas/ha: 8,5 x 1012 a 1,0 x 1013 conídios/haIniciar as aplicações quando o resultado do monitoramento indicar nível de infestação entre 1 e 3,5% nos "focos" ou na área toda. Se o nível de infestação estiver em 3,5%, utilizar a maior dose indicada na faixa. Realizar três pulverizações com intervalo de 25 a 30 dias entre elas: a primeira deve ser direcionada à "saia" do cafeeiro; as demais evem ser em planta inteira, com boa cobertura dos frutos. Continuar com o monitoramento, mesmo depois da terceira aplicação; se os resultados indicarem que o nível máximo de infestação foi atingido, aplicar novamente. Aplicar no final da tarde com umidade relativa acima de 60% ou à noite; em dias nublados, com temperatura amena e umidade relativa acima de 70%, pode ser aplicado em qualquer horário. Em caso de ocorrência de chuva logo após a pulverização, é necessário reaplicar o produto.
monitoramento indicar nível de infestação entr
1 e 3,5% nos "focos" ou na área toda. Se o
nível de infestação estiver em 3,5%, utilizar a
maior dose indicada na faixa.
Realizar três pulverizações com intervalo de 25

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Banana: A aplicação deve ser realizada: 100 iscas do tipo “telha”/ha 50 ml de pasta fúngica/isca; 1x109 esporos/ml de pasta. Realizar 3 aplicações. Cana-de-açúcar: A aplicação da calda deverá ser realizada em 70% no corte da soqueira (jato dirigido) e 30% sobre as plantas, com bico leque. Umidade relativa acima de 46%. Única aplicação após 1 mês da colheita da cultura, após constatada a presença de adultos da praga na área. Milho: Realizar mais de uma aplicação. Morango: A aplicação deve ser realizada em baixas infestações da praga, com umidade relativa elevada, em seis pulverizações a cada 3 a 4 dias, com o jato dirigido para a face inferior das folhas. Soja e Pepino: Aplicação deve ser realizada com umidade relativa acima de 70%. Reaplicar em intervalo de 14 dias, e não devem ser efetuadas mais de que 4 aplicações por safra da cultura. Café: A broca-do-café ataca tanto a espécie Coffea arabica (café arábica) quanto a espécie Coffea canephora (café robusta, conilon), mas lavouras formadas por esta última tendem a sofrer um ataque mais severo. Frutos remanescentes da safra anterior que ficaram aderidos às plantas ou caídos no solo servem como abrigo e para a multiplicação do inseto na entressafra, e são a principal fonte de infestação na nova safra. Por esta razão, as práticas de repasse e de varrição são fortemente recomendadas como parte das estratégias de manejo sustentável da broca.

Monitoramento do alvo biológico:
1. O monitoramento é fundamental para o manejo sustentável da broca-do-café e pode ser realizado da forma
mais adequada à situação específica de cada produtor, embora o método de amostragem/contagem de
frutos seja mais preciso. Quando feito de forma preventiva, o monitoramento torna possível identificar o
"período de trânsito" das fêmeas fundadoras e, também, se o ataque da broca está ocorrendo de maneira
uniforme na área ou se existem pontos de maior concentração ("focos"), com o objetivo de se direcionar
as aplicações do fungo, caso o nível de controle seja atingido nessas áreas.
2. O início e a duração do monitoramento podem variar de um ano para o outro, sendo influenciados por
fatores como a espécie e a cultivar de café, as variáveis climáticas, as características da lavoura e da região
e a forma de cultivo (ex.: deve ser iniciado mais cedo em cultivares com maturação precoce dos frutos e
estendido por mais tempo em cultivares com maturação tardia). A extensão do tempo de monitoramento
também é necessária quando há parcelamento da florada, pois tal situação amplia o período com frutos
em estágio compatível com o ataque da broca.
3. Para o monitoramento, recomenda-se: - dividir a lavoura em talhões homogêneos, considerando as
cultivares, a idade das plantas, a localização dos talhões (ex.: no topo, baixada, próximo à mata, ao terreiro
de secagem), a modalidade de plantio (ex.: convencional, adensado, sombreado), dentre outros aspectos
relevantes em cada cultivo; - iniciá-lo a partir da ocorrência dos primeiros frutos em estágio "chumbinho"
ou, no máximo, entre os estágios "chumbinho" e "chumbão" (os da primeira florada, mesmo que seja
parcelada). . Os frutos "chumbinho" não são adequados à postura de ovos pela broca, mas o
monitoramento preventivo nesta fase tem como objetivo identificar o início da infestação, quando a fêmea
fundadora sai do fruto onde passou a entressafra e fica mais exposta e vulnerável à ação do fungo, já que
os frutos "chumbinho" da nova safra ainda não estão em estágio ideal para a oviposição; - realizá-lo
mensalmente até a colheita, mas caso seja observado um aumento no nível de infestação, realizá-lo com
periodicidade quinzenal; - manter um registro ano a ano dos resultados para identificar talhões que,
historicamente, apresentem uma infestação mais acentuada.
4. O nível de infestação tende a variar entre talhões com diferenças na incidência de luz solar, umidade e
ventilação. Atenção especial deve ser dada também aos talhões: - com histórico de "focos" ou de altos
níveis de infestação; - limítrofes com outras lavouras, sobretudo as abandonadas ou submetidas a podas
sem destruição dos restos vegetais; - adjacentes ao terreiro de secagem e instalações de beneficiamento,
pois as brocas deixam os frutos que estão secando e voam para infestar novos frutos próximos; - nos quais,
por qualquer razão, haja maior dificuldade na aplicação do fungo e na realização de uma boa colheita
(deixando-se muitos frutos nas plantas ou no solo). .

mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde. Evitar aplicação em condição de temperatura acima de 27º C ou na presença de ventos fortes (velocidade acima de 10 km/hora), bem como com umidade relativa do ar abaixo de 70%. A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre a formação de deriva e perdas do produto causadas por evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Intervalo de segurança não determinado devido à característica microbiológica do ingrediente ativo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente final da tarde. Não aplicar sob vento forte. Nessas condições a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol é menor, propiciando a manutenção da viabilidade do fungo. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas. Para beneficiar a atuação do Biovéro; Beauveria MCP; Bravo BB; Bossbassi; BV Bassi; Beauveria Erânia, protegendo o inóculo dos fatores climáticos e melhorando as condições microclimáticas, são recomendadas as seguintes práticas culturais: - Usar a calda no mesmo dia do seu preparo. Aplicar com solo úmido ou realizar leve irrigação após aplicação do produto. - Após a aplicação, evitar a limpeza mecânica ou química do piquete, pois essas práticas podem diminuir a quantidade de inóculo; - Conservar o produto sob refrigeração ou lugar fresco e arejado. Nunca deixar o produto exposto ao sol; - Lavar bem o pulverizador antes de usá-lo, ou usar um novo, sem resíduos de agroquímicos; - Não aplicar em período de chuvas intensas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DETRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS; VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO EM DESUSO VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o organismo alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas – IRAC – BR Recomendamse as seguintes estratégias de manejo de resistência de inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos produtos: • Qualquer produto para controle de praga da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga. • Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.

• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo Integrado de Pragas (MIP). • Incluir outros métodos de controle (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de MIP, quando disponível e apropriado. • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Comitê de Ação à Resistência de Inseticidas (IRAC-BR: www.irac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br). MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS / MANEJO ECOLÓGICO DE PRAGAS Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. “PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS.” “MICROORGANISMOS PODEM TER O POTENCIAL DE PROVOCAR REAÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO.” “INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM MANUSEAR, NEM APLICAR ESTE PRODUTO.” “PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE CONTATO NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.” “PESSOAS QUE TENHAM SIDO SUBMETIDAS À CIRURGIAS OCULARES COMO TRABECULECTOMIA, IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VÁLVULA DE AHMED OU PROCEDIMENTOS IMILARES NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO” USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

Produto para uso exclusivamente agrícola. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão de algodão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara, viseira facial e luvas de nitrila. Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira. Utilize equipamentos de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara, viseira facial e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

Evite o contato com a área tratada. Verifique a direção do vento e aplique de forma a não entrar na névoa do produto.

Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Aplique o produto somente nas doses recomendadas. Utilize equipamentos de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara, viseira facial e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: viseira, avental, botas, macacão, luvas e máscara. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. Troque e lave suas roupas de proteção separado das roupas da família. Ao lavar as roupas, use luvas e avental impermeável. Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia. No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. Antídoto: Não há antídoto específico. RISCOS POR Biovéro; Beauveria MCP; Bravo BB; Bossbassi; BV Bassi; Beauveria Erânia

INFORMAÇÕES MÉDICAS

INGREDIENTE ATIVO MICROBIOLÓGICOBeauveria bassiana, isolado IBCB 66.
Classe ToxicológicaCATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de ExposiçãoOral, inalatória, dérmica e ocular. Beauveria bassiana é um fungo facilmente encontrado na natureza, em especial no solo.
Mecanismos de ToxicidadeNão é esperado nenhum efeito toxicogênico causado pela exposição ao Beauveria bassiana. Este fungo é utilizado na agricultura em todo o mundo há mais de cem anos com raros relatos de casos clínicos confirmados. Entretanto, como qualquer outro microrganismo, Beauveria bassiana possui potencial de ação como patógeno oportunista. Estudos laboratoriais de Toxicidade/Patogenicidade com isolado IBCB 66 não demonstraram toxicidade ou capacidade patogênica.
Sintomas e Sinais ClínicosNo teste de Irritação/Corrosão Ocular este produto causou irritação leve da conjuntiva, reversível em até 72 horas. Não sensibilizante dérmico.
DiagnósticoO diagnóstico pode ser feito com o isolamento e identificação macroscópica ou por técnicas de biologia celular.
TratamentoTratamento para o caso de irritação ocular deve ser sintomática e de suporte. O tratamento para o caso de infecção fúngica deve ser feito com antimicóticos sistêmicos conforme definido em protocolos clínicos específicos para infecção fúngica.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração.
ATENÇÃOLigue para Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (14) 3732-6353

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos em seres humanos.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

DL50 dermal: em ratos, é superior a 4000 mg/kg. Sensibilização cutânea: estudo em porquinhos-da-índia classificou o produto como não sensibilizante dérmico. Irritação dérmica: a exposição de coelhos a este produto sobre a pele não causou nenhuma reação dérmica. Irritação ocular: em coelhos albinos, este produto não causou opacidade de córnea mas produziu irritação leve das conjuntivas revertida em até 72h. Não foram observadas alterações na córnea ou na íris. Toxicidade/Patogenicidade Oral Aguda: o produto foi considerado como não tóxico, não patogênico e não infectante. Não foi detectada a presença do fungo em órgãos, tecidos e fluidos corporais, até o limite de detecção do metodo (< 1,0 x 101 UFC), nos animais necropsiados em 24h e 3, 7 e 14 dias após a administração da substância teste. A taxa de eliminação estimada para dose de 108 UFC foi de até 24 h após a administração. Toxicidade/Patogenicidade Pulmonar Aguda: o produto foi considerado como não tóxico, não patogênico e não infectante. Não foi detectada a presença do fungo em órgãos, tecidos e fluidos corporais, até o limite de detecção do método (< 1,0 x 101 UFC), nos animais necropsiados em 1h e 3, 7 e 14 dias após a administração da substância teste. A taxa de eliminação estimada para a dose de 108 UFC foi de até 1h após a administração. Toxicidade/Patogenicidade Intraperitoneal Aguda: o produto foi considerado como não tóxico, não patogênico e não infectante. 1 hora após a administração da substância teste o fungo foi detectado no sangue de 3 machos e 3 fêmeas em até 4,0 x 101 UFC. Nos animais necropciados em 3, 7 e 14 dias não foi detectado a presença do fungo, até o limite de detecção do método (< 1,0 x 101 UFC).

EFEITOS CRÔNICOS

Estudos não realizados de acordo com critérios da legislação vigente. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). X Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.

Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. 2.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa J. A. FERTILIZANTES - Telefone de Emergência: (14) 3732-6353. Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: - Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. - Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. - Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, etc., ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM FLEXÍVEL. ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio desta embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto pode ser feita por incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. Para a desativação dos conídios dos fungos, pode ser utilizado uma esterilização por calor úmido com autoclave a 120 ºC, pressão de 1 atm, por 1 hora, sendo que o inerte, pode ser depositado em aterros sanitários para lixo urbano. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL. De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Biovéro registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 34322 · documento de 15/08/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Biovéro?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Biovéro e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Biovéro é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 34322, documento de 15/08/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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