Bula oficial · registro MAPA nº 1278791

Bula do Bioprogress

Bula completa do Bioprogress (registro MAPA nº 1278791), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: hidróxido de cobre.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 14 páginas no PDF.

Bioprogress Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 1278791

COMPOSIÇÃO

Copper Hydroxide (HIDRÓXIDO DE COBRE)...............................691 g/kg (69,1% m/m) (equivalente em Cobre Metálico: 450 g/kg) Outros Ingredientes........................................................................309 g/kg (30,9 % m/m)

GRUPO M01 FUNGICIDA PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida/Bactericida Cúprico Grupo Químico: Inorgânico TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável (WP) TITULAR DO REGISTRO (*): - MITSUI & CO (BRASIL) S.A. Avenida Paulista, 1.842 – 23º andar - Edif. Cetenco Plaza - Torre Norte - Bela Vista - CEP 01310-923 - São Paulo/SP Fone: (11) 3371-9704 - Fax: (11) 3371-9709 - CNPJ 61.139.697/0001-70, Cadastro Estadual: CDA/SAA-SP Nº 465 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO: GARANT TÉCNICO – Registro MAPA nº 0028203 - Cosaco LLC, 12701 Almeda Road, Houston, Texas, 77045, USA - FMC Química do Brasil Ltda. Rodovia Presidente Dutra s/n, km 280-A, Pombal. CEP: 27365-000 - Barra Mansa/RJ - CNPJ: 04.136.367/0037-07. Registro da empresa na INEA/RJ: LOR nº IN051696. FORMULADORES: - FMC Química do Brasil Ltda. Rodovia Presidente Dutra s/n, km 280-A, Pombal. CEP: 27365-000 - Barra Mansa/RJ - CNPJ: 04.136.367/0037-07. Registro da empresa na INEA/RJ: LOR nº IN051696. - Oxiquímica Agrociência Ltda. Rua Minervino de Campos Pedroso, 13 - CEP 14871360 - Jaboticabal – SP - CNPJ 65.011.967/0001-14. Cadastro Estadual CDA/SAA-SP Nº 101.

Nº de Lote ou da Partida:VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação:
Data de Vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento: AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER. (Corrosivo a metais)

Produto registrado para as culturas do abacate, aipo, amendoim, banana, batata, beterraba, cacau, café, cenoura, citros, feijão, figo, manga, melão, pimentão, pepino, tomate e uva. Indústria Brasileira CLASSE TOXICOLÓGICA: Categoria 4 - Produto Pouco Tóxico

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II

- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da Faixa: Azul intenso

INSTRUÇÕES DE USO

Bioprogress é um fungicida-bactericida cúprico de ação de contato, devendo ser aplicado de forma preventiva e/ou no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças que se deseja o controle. Bioprogress é um fungicida/bactericida indicado para as culturas de abacate, aipo, amendoim, banana, batata, beterraba, cacau, café, cenoura, citros, feijão, figo, manga, melão, pimentão, pepino, tomate e uva.

CulturasDoenças Nome comum (Nome científico)DoseVolume de calda (L)Início, Número, Época e Intervalo de Aplicação
Produto comercial g/100 Litros de águaIngredient e Ativo g/100 Litros de água
AbacateVerrugose (Sphaceloma perseae)250172,81000 a 2000No viveiro, aplicar no aparecimento das folhas e em condições de campo, plantio definitivo, a primeira aplicação deverá ser feita antes da florada, mais 2 ou 3 após a formação dos frutos com intervalos de 10 a 15 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis à doença, diminuir o intervalo de aplicação.
AipoQueima-do-Aipo (Cercospora apii)250172,8200 a 300Iniciar as aplicações preventivamente. Repetir a intervalos de 5 a 7 dias ou conforme a necessidade. Caso as condições climáticas sejam favoráveis à doença, reduzir o intervalo de aplicação.
AmendoimMancha-Castanha (Cercospora arachidicola)2,0 a 3,0 Kg/ha1,38 a 2,07 Kg/ha300 a 400Normalmente são feitas de 3 a 4 aplicações, sendo a primeira entre os 35 e 40 dias após a germinação. Repetir com intervalos de 10 a 15 dias. Em condições climáticas favoráveis à doença, aplicar com intervalo menor.
Mancha-preta (Pseudocercospor a personata)
Verrugose (Sphaceloma arachidis)
BananaMal-de-Sigatoka (Mycosphaerella musicola)200138,2500 a 1000Iniciar as aplicações preventivamente com as plantas com mais de 15 cm de altura. Repetir a intervalos de 3 a 10 dias ou conforma a necessidade. Em condições climáticas favoráveis à doença, aplicar com intervalo menor.
BatataPinta Preta (Alternaria solani)500345,5500 a 1000Iniciar as aplicações preventivamente após as plantas atingirem 15 cm de altura. Repetir a intervalos de 5 – 7 dias ou conforme a necessidade. Caso as condições climáticas sejam favoráveis à doença, usar o intervalo menor.
Requeima (Phytophthora infestans)
BeterrabaMancha-de- Cercospora (Cercospora beticola)200138,2300Iniciar as aplicações preventivamente. Repetir a intervalos de 7 dias ou conforme a necessidade. Em condições climáticas favoráveis à doença reduzir o intervalo de aplicação.
CacauPodridão Parda (Phytophthora palmívora)4,0 Kg/ha1,76 Kg/ha1000 a 2000Iniciar as aplicações antes da incidência da doença. As aplicações do produto devem ser dirigidas à copa das árvores, com intervalos de 30 dias. Realizar de 3 a 5 aplicações.
CaféFerrugem-do- Cafeeiro (Hemileia vastatrix)1,7 Kg/ha1,17 Kg/ha300 a 500Aplicar preventivamente a partir do início das chuvas e repetir a intervalos de 30 dias. Fazer, se necessário, até 5 aplicações durante o período crítico da cultura, entre fins de novembro e março; obedecendo- se a carência. Caso as condições sejam favoráveis á doença, usar a maior dose.
Mancha-de-olho- pardo (Cercospora coffeicola)3,0 a 5,0 Kg/ha2,07 a 3,46 Kg/ha
Antracnose (Colletotrichum coffeanum)
Seca-de-ponteiros (Phoma costaricencis)
Mancha- Aureolada (Pseudomonas syringae pv. Garcae)
CenouraMancha-de- Alternaria (Alternaria dauci)250172,8200 a 400Iniciar as aplicações quando as plantas atingirem 15 cm. Em épocas favoráveis à doença repetir o tratamento cada 5 – 7 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor.
Mancha-de- Cercospora (Cercospora carotae)
CitrosVerrugose-da- Laranja-Azeda (Elsinoe fawcetti)0,85 ou 1,7 Kg/ha em 2000 L de água587,4g ou 1,17 Kg/ha em 2000 L de água1000 a 2000Realizar 2 aplicações, sendo a primeira, quando 2/3 (dois terços) das pétalas estiverem caídas, e a segunda aplicação, 4 semanas após a primeira.
Verrugose-da- Laranja-Doce (Elsinoe australis)
Melaonse ou Podridão Peduncular (Diaporthe citri)200138,2
Rubelose (Corticium salmonicolor)
FeijãoQueima-das- Folhas (Phyllosticta phaseolina)1,0 a 3,0 Kg/ha0,697 a 2,07 Kg/ha200 a 400Iniciar as aplicações após 25 dias de germinação e repetir com intervalos de 10 a 15 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis à doença, reduzir o intervalo de aplicação.
Crestamento- Bacteriano- Comum (Xanthomonas axonopodis pv. Phaseoli)
FigoFerrugem (Cerotelium fici)250172,8800 a 1000Iniciar as aplicações preventivamente logo após o início da brotação, repetindo com intervalos de 10 a 15 dias, suspendendo uma semana antes da colheita.
Podridão (Rhyzopus stolonifer)
Mancha Foliar (Phyllosticta sycophila)
MangaAntracnose (Colletotrichum gloeosporioides)250172,81000Iniciar as aplicações quando os botões se avolumarem, repetindo cada 7 a 10 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis à doença, aplicar no intervalo menor.
MelãoAntracnose (Colletotrichum orbiculare)200138,2500 a 800Inserir as aplicações preventivamente, logo após o início das brotações. Repetir com 5 a 10 dias de intervalo. Caso as condições climáticas sejam favoráveis à doença, aplicar com o intervalo menor.
Míldio (Pseudoperonosp ora cubensis)
PimentãoAntracnose (Colletotrichum gloeosporioides)250172,8500 a 800O tratamento deve ser iniciado na formação das mudas e continuado no campo. As aplicações devem ser repetidas com intervalos de 5 a 7 dias. Em condições climáticas favoráveis à doença, aplicar com intervalo menor.
Mancha- Bacteriana (Xanthomonas vesicatoria)
Requeima (Phytophthora capsici)
PepinoAntracnose (Colletotrichum orbiculare)200138,2500 a 800Iniciar as aplicações preventivamente, logo após o início das brotações. Repetir com 5 a 10 dias de intervalo. Caso as condições climáticas sejam favoráveis à doença, aplicar com o intervalo menor.
Mancha Angular (Pseudomonas syringae pv. Lachrymans)
Sarna (Cladosporium cucumerinum)
TomatePinta Preta (Alternaria solani)250172,8500 a 1000Iniciar as aplicações preventivamente, 20 dias após o plantio definitivo. Repetir a intervalos de 5 – 7 dias ou conforme a necessidade. Caso as condições climáticas sejam favoráveis à doença, usar o intervalo menor.
Requeima (Phytophthora infestans)
UvaMíldio (Plasmopara vitícola)200138,2500 a 1000Iniciar as aplicações preventivamente, quando as brotações tiverem cerca de 5 a 7 cm. Repetir a intervalos de 7 a 10 dias ou conforme a necessidade. Caso as condições climáticas sejam favoráveis à doença, úmido e chuvoso, diminuir o intervalo de aplicação.
Antracnose (Elsione ampelina)
Podridão amarga (Greeneria uvicola)
Cercospora (Pseudocercospor a vitis)

Aplicar de maneira uniforme, dando boa cobertura às partes aéreas das plantas. Para assegurar uma boa deposição da calda, evitar derivas. Instruções para preparo da calda: Encha 1/2 tanque do pulverizador com água. Adicione Bioprogress lentamente ao tanque, mantendo o agitador mecânico operando e continue a encher com água. Não fazer pré-pasta com Bioprogress.

Espalhantes ou espalhantes-adesivos podem ser adicionados posteriormente. Utilizar a calda preparada no mesmo dia. INTERVALO DE SEGURANÇA: Sem restrições.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS

TRATADAS: Não há.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade para as culturas indicadas: respeitadas as doses e o modo de aplicação, o produto não apresenta restrições. Evite contato com superfícies metálicas. O produto pode reagir com superfícies metálicas, como metais galvanizados.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A

SEREM UTILIZADOS: Vide item DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. FITOTOXICIDADE PARA AS CULTURAS INDICADAS: - Em videiras (uva) pode ocorrer leve bronzeamento nas folhas de variedades sensíveis como Niágara, porém sem danos para os frutos e à produção. - Condições ambientais, tais como períodos prolongados de umidade, chuva ácida, etc, que podem alterar o pH da superfície da folha, podem influir no desempenho do produto, resultando em diminuição da eficácia, ou fitotoxicidade em cultivares sensíveis. Recomenda-se realizar teste prévio em pequena escala, no caso de dúvida. - Aplicações de dosagens elevadas a intervalos reduzidos podem provocar fitotoxicidade em cultivares sensíveis ao cobre. - Descontinuar o uso quando ocorrerem sintomas de fitotoxicidade. - Em viveiros e casa-de-vegetação sob condições especiais, recomenda-se realizar teste prévio em pequena escala. INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: recomenda-se o uso de pulverizadores manuais, motorizados ou acoplados a tratores com bicos cônicos tipo D2 apropriados para a aplicação de Pó Molhável. A aplicação de doses recomendadas em g/100 litros de água se refere a alto volume (1000 L ou mais de calda/ha); para volumes menores de água por ha, manter a quantidade equivalente do fungicida por ha. Por via aérea 50 L/ha, tão somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM,

REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando à perda de eficiência do produto e conseqüente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M01 FUNGICIDA O produto Bioprogress é composto por Hidróxido de cobre, que apresenta mecanismo de atividade de contato multi-sítio, pertencente ao grupo M01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Incluir outros métodos de controle de patógenos (Ex. controle cultural, biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças quando disponível e apropriado.

PRECAUÇÕES RELATIVAS À SAÚDE HUMANA: PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS: ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Sigas as recomendações determinada pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com mangas compridas, botas de PVC, avental impermeável, máscara com filtros, óculos ou viseira facial, chapéu de aba larga e luvas. • Seguir recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. • Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO

• Utilize equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com mangas compridas, botas de PVC, avental impermeável, máscara com filtros, óculos ou viseira facial, chapéu de aba larga e luvas. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira. • Se houver contato com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. • Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. • Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita eu animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entre em contato, com a névoa do produto. • Utilize equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com mangas compridas, botas de PVC, avental impermeável, máscara com filtros, óculos ou viseira facial, chapéu de aba larga e luvas,. • A aplicação do produto produz neblina, use protetor sobre o nariz e a boca, óculos ou viseira facial. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres ‘PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA’ e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, usar luvas e aventais impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: chapéu de aba larga, óculos, avental, botas, macacão luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Nocivo se ingerido ATENÇÃO

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: ATENÇÃO, NOCIVO SE INGERIDO. Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Pode ser perigoso em contato com a pele. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR HIDRÓXIDO DE COBRE

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoInorgânico
Classe ToxicológicaCategoria 4 - Produto Pouco Tóxico
Vias de exposiçãoOral e dérmica.
ToxicocinéticaO cobre, quando ingerido, é absorvido pelo trato gastrointestinal superior. É transportado para o fígado, onde ocorre a maior deposição. Incorpora-se a um certo número de enzimas. É secretado pela bile e então incorporado no ceruloplasma, uma alfa globulina na qual se encontra 90% de todo o cobre no plasma. A rota de maior importância para excreção é através das fezes, via secreção da bile. A excreção urinária ocorre em menor quantidade.
Mecanismos deA toxicidade se manifesta através de efeitos irritativo/corrosivos na pele e membranas mucosas.
toxicidade
Sintomas e sinaisA ingestão de cobre resulta em gosto metálico, cefaleia, confusão, febre, hipotensão, náuseas, vômitos de cor verde- azulada, dores abdominais, diarreia, hemólise, sangramento gastrintestinal e choque. Lesões necróticas nos contatos prolongados com a pele e mucosas. O efeito emético do cobre limita sua toxicidade oral, no entanto, se não ocorrerem vômitos, poderá haver absorção gradual e intoxicação sistêmica, podendo ocorrer morte em alguns dias.
clínicos
DiagnósticoA ocorrência dos sintomas acima descritos, associados à confirmação de exposição ao produto, sugerem intoxicação.
TratamentoAntídoto e Tratamento: Lavagem gástrica com ferricianeto de potássio ou suspensão de carvão ativado. Penicilina nos casos agudos e crônicos. Transfusão de sangue nos casos graves. Tratamento: sintomático.
Contra-indicaçõesA indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicosNenhum efeito sinérgico é conhecido.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque - Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigulância Sanitária (Notivisa). Telefone de emergência da empresa: (11) 3371-9704
ATENÇÃO

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Ensaios em animais de laboratório mostraram que apenas uma pequena porcentagem do íon cobre ingerido é absorvido e a maioria do cobre absorvido é excretado. O produto é absorvido pelas mucosas e trato intestinal. A absorção do cobre é regulada no organismo dos mamíferos, especialmente no corpo humano. Sendo o Hidróxido de Cobre praticamente insolúvel, ocorrerá uma absorção muito pequena de íons. O composto será diretamente excretado porque a sua insolubilidade o torna não biodisponível. A absorção de cobre ocorre no trato gastrointestinal superior nos mamíferos e a excreção ocorre através das fezes - via secreção biliar, e via urinária.

EFEITOS AGUDOS

DL50 aguda oral (ratos): 1081 mg/kg DL50 aguda dérmica (ratos): > 4000 mg/kg. corrosão/irritação cutânea: Não classificado corrosão/irritação ocular: Não classificado

EFEITOS CRÔNICOS

Em estudos a longo prazo, não houve evidência conhecida de efeitos crônicos adversos a saúde humana, causados pelo íon cobre. PRECAUÇÕES RELATIVAS AO MEIO AMBIENTE: 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). (X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este Produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Este Produto é ALTAMENTE TÓXICO para microrganismos do solo. • Este Produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (Algas, Peixes e Microcrustáceos). • Evite a contaminação ambiental. Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA

CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local de depósito deve ser exclusivo para produtos tóxicos, deve ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. • Em casos de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa Mitsui & Co (Brasil) S.A. • Telefone da empresa: (11) 3371-9704

• Utilize o equipamento de proteção individual – (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). • Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio desta embalagem. • Esta embalagem deve ser armazenada separadamente das embalagens lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas,

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS • A destinação inadequada das embalagens vazias, e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE NO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos competentes.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Bioprogress registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 1278791 · documento de 19/04/2024.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Bioprogress?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Bioprogress e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Bioprogress é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 1278791, documento de 19/04/2024), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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