BIF2023-02 VERIFICAR AS RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO ESTADO DO PARANÁ Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 39124
COMPOSIÇÃO
Óleo essencial de Cinnamomum verum......................................................... 66,0 g/L (6,6% m/v) Outros Ingredientes ................................................................................... 934,0 g/L (93,4% m/v) CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida Fitoquímico TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionavel (EC) TITULAR DO REGISTRO: Ballagro Agro Tecnologia Ltda. Endereço: Estrada Municipal Carlos Gebim, 2353 – Laranja Azeda Bom Jesus dos Perdões – SP – CEP: 12955-000 C.N.P.J.: 06.789.993/0001-09 Tel. (011) 4217-1201 Número de registro do estabelecimento/Estado Cadastro: CDA/SP nº 828 IMPORTADOR: Ballagro Agro Tecnologia Ltda. Endereço: Estrada Municipal Carlos Gebim, 2353 – Laranja Azeda Bom Jesus dos Perdões – SP – CEP: 12955-000 C.N.P.J.: 06.789.993/0001-09 Tel. (011) 4217-1201 Número de registro do estabelecimento/Estado Cadastro: CDA/SP nº 828 Ballagro Agro Tecnologia Ltda. Endereço: Estrada Municipal Otacílio Beltrame, 300. Batatuba Piracaia – SP – CEP: 12970-000 C.N.P.J.: 06.789.993/0004-51. Tel. (011) 4217-1201 Número de registro do estabelecimento/Estado Cadastro: CDA/SP nº 1284 FABRICANTE: ARVENSIS AGRO SA Carretera Castellón km 226,9 Polígono Prydes 50720 La Cartuja Zaragoza - Espanha FORMULADOR: ARVENSIS AGRO SA Carretera Castellón km 226,9 Polígono Prydes 50720 La Cartuja Zaragoza - Espanha Ballagro Agro Tecnologia Ltda. Endereço: Estrada Municipal Otacílio Beltrame, 300, Piracaia – SP - CEP: 12970-000 C.N.P.J.: 06.789.993/0004-51 - Tel. (011) 4036-8328 Número de registro do estabelecimento/Estado Cadastro: CDA/SP nº 1284 MANIPULADOR:
Ballagro Agro Tecnologia Ltda. Endereço: Estrada Municipal Carlos Gebim, 2353 – Laranja Azeda Bom Jesus dos Perdões – SP – CEP: 12955-000 C.N.P.J.: 06.789.993/0001-09 Tel. (011) 4217-1201 Número de registro do estabelecimento/Estado Cadastro: CDA/SP nº 828 Ballagro Agro Tecnologia Ltda. Endereço: Estrada Municipal Otacílio Beltrame, 300, Piracaia – SP - CEP: 12970-000 C.N.P.J.: 06.789.993/0004-51 - Tel. (011) 4036-8328 Número de registro do estabelecimento/Estado Cadastro: CDA/SP nº 1284
| Nº do Lote ou Partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento: PODER. PRAZO DE VALIDADE DO PRODUTO: 36 MESES Indústria Brasileira Produto registrado para controle de Bemisia tabaci raça B.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL IV – POUCO PERIGOSO AO
MEIO AMBIENTE
1. INSTRUÇÕES DE USO
1.1 CULTURAS BIF2023-02 é um inseticida fitoquímico cujo ingrediente ativo é o extrato da planta Cinnamomum verum, indicado para controle da Mosca-branca na cultura da soja. 1.2 CULTURAS, DOENÇAS E DOSES DE APLICAÇÃO
| CULTURA | DOENÇA/ALVO-BIOLÓGICO | Dose p.c. mL/ha | Número máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | |
|---|---|---|---|---|---|
| Nome comum | Nome Científico | ||||
| Soja | Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 600 a 1000 | 2 | 200 |
p.c. – produto comercial 1.3 NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Soja: Para o controle da Mosca-branca, realizar a aplicação no início de infestação da praga. Utilizar a maior dose em altas infestações. Realizar até 2 aplicações num intervalo de 7 dias. 1.4 MODO DE APLICAÇÃO
Aplicação deve ser feita na forma de pulverização foliar. Os equipamentos devem estar adequados para proporcionar uma cobertura uniforme sobre a cultura e minimizar os riscos de deriva. A boa cobertura de toda a parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso de controle da praga, independente do equipamento utilizado. Desta forma o tipo e a calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado. Condições climáticas recomendadas durante a pulverização: Umidade relativa do ar acima de 55% Temperatura abaixo de 30°C Velocidade do vento entre 3 a 10 km/h Aplicação terrestre: Realizado através de pulverizador costal ou tratorizado, equipados com pontas que reduzem perdas por deriva e promovem uma cobertura homogênea sobre a cultura, conforme as recomendações do fabricante. Aplicação aérea: Através de aeronaves agrícolas utilizando volume de calda entre 30 a 50 L/ha. As pontas devem ser apropriadas para o tipo de aplicação. Recomenda-se o fechamento de bicos nas pontas das asas para evitar perdas por influência dos vórtices. Evitar aplicações com velocidade do vento inferiores a 3 km/h devido ao fenômeno da inversão térmica. Instruções para preparo da calda de pulverização: a) Assegurar a limpeza do tanque do pulverizador antes do preparo. b) Colocar aproximadamente 2/3 do volume total de água no tanque, de acordo com o volume de calda calculado para a aplicação. c) Adicionar o produto no tanque. d) Completar o tanque com o restante do volume total de água. e) Manter a calda em agitação para homogeneização da calda de aplicação. Limpeza do equipamento de aplicação: Antes de utilizar o equipamento, assegure a sua limpeza e verifique se está em condições adequadas para uso. Logo após a pulverização, realizar a limpeza do equipamento, tanto do tanque como de todo o sistema por onde passou a calda de aplicação. Não fazer a limpeza do equipamento de pulverização ou qualquer material em contato com o produto, próximo de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar os resíduos da limpeza de acordo com a legislação local. 1.5 INTERVALO DE SEGURANÇA: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS) 1.6 INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS) 1.7 LIMITAÇÕES DE USO: Use de acordo com as recomendações da bula/rótulo e observe as precauções necessárias. Somente usar as doses recomendadas. Fitotoxicidade para as culturas indicadas: O produto não causa fitotoxicidade, se utilizado de acordo com as recomendações indicadas em bula.
1.8 INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. 1.9 INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. 1.10 DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. 1.11 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS; VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. 1.12 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTO PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO. VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. 1.13 INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. Para manter a eficácia e longevidade de BIF2023-02 como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do mesmo grupo. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. Respeitar o intervalo de aplicação. Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas. Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado. Utilizar as recomendações e a modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br). 1.14 MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS / MANEJO ECOLÓGICO DE PRAGAS Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados. MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
2. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. 2.1 PRECAUÇÕES GERAIS: Produto para uso exclusivamente agrícola;
O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados; Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.; Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. 2.2 PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA: Produto extremamente irritante para os olhos; USE PROTETOR OCULAR. Utilize equipamentos de proteção individual (EPIs): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima dos punhos das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3, quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila; Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados; Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. 2.3 PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO Evite o máximo possível o contato com a área tratada durante o intervalo de reentrada; Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; Utilize equipamentos de proteção individual – EPIs: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima dos punhos das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3, quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. 2.4 PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.;
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; Não reutilizar a embalagem vazia; No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual – EPIs: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES PERIGO PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado para evitar que aspire o resíduo. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: PERIGO. PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato lave com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com água corrente em abundância e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Se o intoxicado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial e procure a assistência médica mais próxima. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por exemplo. 2.5 RISCOS ASSOCIADOS AO USO DO PRODUTO BIF2023-02
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Derivado Vegetal | Óleo essencial de Cinnamomum verum |
|---|---|
| Marcador Fitoquímico | Nome químico: (2E)-3-phenylprop-2-enal Nome comum: Cinamaldeído Grupo Químico: Aldeído |
| Classe | Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo |
| toxicológica | |
|---|---|
| Vias de exposição | Oral, inalatória, dérmica e ocular. |
| Efeitos registrados na literatura | Óleo essencial de Cinnamomum verum: De acordo com a literatura, mamíferos apresentaram DL50 oral de 3458 mg/kg (ratos) e DL50 dérmica (coelhos) de 702 mg/kg p.c. Ainda de acordo com dados da literatura, em relação a humanos, o óleo essencial de Cinnamomum verum possui incidência relativamente alta e substancial de reações cutâneas. Cinamaldeído: Segundo a literatura disponível, o cinamaldeído foi fácil e rapidamente absorvido no corpo e posteriormente distribuído em vários órgãos. A distribuição ocorreu principalmente para o trato gastrointestinal, rins e fígado, após administração oral de dose única ou múltipla. Em todos os níveis de dosagem, uma pequena quantidade da dose foi distribuída para a gordura. No grupo de pré-tratamento com altas doses, o ácido benzoico foi o principal metabólito, sugerindo que a saturação da via de conjugação da glicina ocorre em níveis repetidos de altas doses de cinamaldeído. Após 24 horas,> 80% da radioatividade foi excretada na urina e <7% nas fezes de todos os grupos de ratos, independentemente do nível de dose. Com base nos dados disponíveis na literatura, o cinamaldeído apresentou baixa toxicidade quando administrado por via oral e dérmica em mamíferos. Além disso, a exposição dessa substância pela via de inalação não é provável, tendo em conta a sua baixa pressão de vapor. O Cinamaldeído foi considerado irritante a pele e aos olhos, assim como sensibilizante para a peles de animais e humanos. |
| Sintomas e sinais clínicos | Não são conhecidos os possíveis sintomas de intoxicação em seres humanos. Suspenda imediatamente o uso do produto no caso de aparecimento de qualquer sintoma durante seu uso e manipulação e procure uma assistência médica. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação de exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. |
| Tratamento | Não há antídoto específico. Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. A remoção da fonte de exposição; descontaminação; proteção das vias respiratórias, pelo risco de aspiração em caso de vômito ou lavagem gástrica devem ser realizadas. Exposição Dérmica: Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Tratamento dos sintomas, de acordo com as manifestações clínicas. Exposição Ocular: Lave os olhos expostos abundantemente com água ou solução salina 0,9% à temperatura ambiente por cerca de 20 a 30 minutos. Assegure que não fique partículas na conjuntiva. Evitar que a água da lavagem contamine o outro olho. Realizar avaliação oftalmológica com urgência. Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local arejado e fornecer adequadas ventilação e oxigenação. Se o intoxicado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial e procure a assistência médica mais próxima. Exposição Oral: Caso o produto seja ingerido, NÃO induzir o vômito. Caso o vômito ocorra, incline a pessoa para frente ou deitada do lado |
| esquerdo, para manter as vias aéreas abertas e prevenir a aspiração. Nunca administre qualquer substância pela boca de uma pessoa inconsciente. | |
|---|---|
| Contraindicações | A indução de vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração. |
| Efeitos das interações químicas | Efeitos não conhecidos |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722- 6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS |
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |
| Telefone de emergência da empresa: (0xx11) 4217-1208. |
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-7226001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de emergência da empresa: (0xx11) 4217-1208. 2.6 EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO DL50 oral em ratos:>2000 mg/kg p.c. DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: >2,002 mg/L Irritação ocular em coelhos: corrosiva – extremamente irritante para os olhos Irritação dérmica em coelhos: Apenas um animal apresentou média acima de 1,5 para edema nas avaliações de 24, 48 e 72h. Não sendo classificado para irritação cutânea. Sensibilidade dérmica em cobaias: não sensibilizante para a pele de cobaias. Mutagenicidade: o produto não apresentou efeito mutagênico Efeito crônico: Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do produto em seres humanos. Não foram realizados testes em longo prazo com mamíferos (exposição crônica). INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
3. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
3.1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: • Este produto é: - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). X - POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV). • Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza. • Não utilize equipamento com vazamento. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos do produto ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e
de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. 3.2 INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Manter o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843, da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3.3 INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa: BALLAGRO AGRO TECNOLOGIA LTDA - Telefone de Emergência: (0xx11) 4217-1208. • Utilize o Equipamentos de Proteção Individual - EPIs (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro combinado). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado - absorva o produto com serragem ou areia; recolha o produto com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final; • Solo - retire as camadas de terra contaminadas até que atinja o solo não contaminado; Recolha este material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima; • Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal; contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 3.4 PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: − EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL: 3.4.1 LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual, recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem as embalagens e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação 3 vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sobre pressão: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização em posição vertical durante 30 segundos; Manter a embalagem nesta posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as partes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sobre pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas; O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa pelo usuário ao estabelecimento onde foi adquirido o produto, ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra; Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado neste prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade; O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. 3.4.2 EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no local próprio onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no Meio Ambiente causa à contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. 3.4.3 PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para a comercialização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rotulo para a sua devolução e destinação final. A destinação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes. 3.4.4 TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 4. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL (De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis). BIF2023-02 Junho/2025.