BGT® Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) sob no 55125
COMPOSIÇÃO
Sal de Isopropilamina de N-(phosphonomethyl)glycine.........................................248,5 g/L (20,5 % m/v) Equivalente ácido de N-(phosphonomethyl)glycine (GLIFOSATO).......................................................................................................180 g/L (14,8 % m/v) Outros Ingredientes.......................................................................................1032,0 g/L (85,2 % m/v)
GRUPO G HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida não-seletivo de ação sistêmica do Grupo Químico Glicina Substituída (Glifosato) TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): GAIA AGRO SOLUTIONS COMÉRCIO IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA. Avenida Queiroz Filho, 1560 – cj. 302 e 303, Edifício Rouxinol – Vila Hamburguesa São Paulo/SP – CEP: 05319-000 CNPJ 30.705.509/0001-09 - Cadastro na SAA/CDA/ SP sob no 1315. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO: GLIFOSATO XW TÉCNICO – Registro no MAPA sob n° 28118 Hubei Trisun Chemicals Co., Ltd. Nº 66-4 Xiaoting Avenue, Xiaoting District Yichang, Hubei – China GLYPHOSATE TÉCNICO FUHUA – Registro no MAPA sob n° 29218 Sichuan Leshan Fuhua Tongda Agro-Chemical Technology Co., Ltd. Qiaogou Town Wutongqiao District 614800, Leshan, Sichuan - China FORMULADOR: QEMETICA AGRICULTURAL SOLUTIONS POLAND S/A ul. Chemików 1, 37-310 Nowa Sarzyna – Polonia
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
SEU PODER.
Corrosivo ao Ferro Comum e Galvanizado
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA
CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL
Produto PERIGOSO ao meio ambiente – CLASSE III
| Pictogramas | |||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| conforme | |||||||||||||
| aprovado pelo | |||||||||||||
| IBAMA/MMA |
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: Produto recomendado para o controle em pós emergência das plantas infestantes nas seguintes situações: • Aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes nas culturas de café, citros, eucalipto e uva; • Aplicação em área total, em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes), para as culturas de: algodão, milho e soja; • Aplicação em área total em pós-emergência em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) somente em cultivares de algodão, milho e soja que sejam geneticamente modificados tolerante ao glifosato; • Aplicação para erradicação de soqueira de cana-de-açúcar e renovação de pastagem. Aplicação em ALGODÃO:
| Folha estreita | Dose | Número de | ||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | L p.c./ha | g e.a./ha | Aplicações | ||||||||||
| Capim colchão | Digitaria horizontalis | 2,7- 4,0 | 486 - 720 | 1 | ||||||||||
| Capim favorito | Rhynchelitrum repens | 2,0 - 3,0 | 360 - 540 | |||||||||||
| Capim pé de galinha | Eleusine indica | 3,4 - 5,1 | 612 - 918 | |||||||||||
| Folha larga | Dose | |||||||||||||
| Nome Comum | Nome Científico | L p.c./ha | g e.a./ha | |||||||||||
| Caruru roxo | Amaranthus hybridus | 2,7 - 4,0 | 486 - 720 | |||||||||||
| Picão branco | Galinsoga parviflora | |||||||||||||
| Falsa serralha | Emilia sonchifolia | 2,0 - 3,0 | 360 - 540 | |||||||||||
| Beldroega | Portulaca oleracea | 3,4 - 5,1 | 612 - 918 | |||||||||||
| Picão preto | Bidens pilosa | |||||||||||||
| Leiteira | Euphorbia heterophylla | 4,0 - 6,0 | 720 - 1080 |
Caruru roxo Amaranthus hybridus 2,7 - 4,0 486 - 720 Picão branco Galinsoga parviflora Falsa serralha Emilia sonchifolia 2,0 - 3,0 360 - 540 Beldroega Portulaca oleracea 3,4 - 5,1 612 - 918 Picão preto Bidens pilosa Leiteira Euphorbia heterophylla 4,0 - 6,0 720 - 1080 L p.c./ha = litros de produto comercial por hectare g e.a./ha = gramas de equivalente ácido por hectare ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Uma aplicação única deverá ser realizada em Pré-emergência da cultura e Pós-emergência das plantas infestantes A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento da planta infestante, utilizar a menor dose quando as plantas estiverem apresentando tamanho inferior a 10 cm de altura e a maior dose quando as plantas estiverem com até 15 cm. Utilizar volume 200 litros de água/ha para a preparação da calda de aplicação. Aplicação em MILHO:
| Folha estreita | Dose | Número de | ||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | L p.c./ha | g e.a./ha | Aplicações | ||||||||||
| Capim carrapicho | Cenchrus echinatus | 2,25 – 3,0 | 405 - 540 | 1 | ||||||||||
| Capim colchão | Digitaria horizontalis | 3,0 – 3,9 | 540 - 702 | |||||||||||
| Capim favorito | Rhynchelitrum repens | |||||||||||||
| Folha larga | Dose | |||||||||||||
| Nome Comum | Nome Científico | L p.c./ha | g e.a./ha | |||||||||||
| Carrapicho de carneiro | Acanthospermum hispidum | 2,25 – 3,0 | 405 - 540 | |||||||||||
| Cordão de frade | Lenotis nepetifolia | 3,0 – 3,9 | 540 - 702 | |||||||||||
| Caruru roxo | Amaranthus hybridus | 2,0 - 3,0 | 360 - 540 | |||||||||||
| Picão Preto | Bidens pilosa | 2,25 – 3,0 | 405 - 540 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Uma aplicação única deverá ser realizada em Pré-emergência da cultura e Pós-emergência das plantas infestantes A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento da planta infestante, utilizar a menor dose quando as plantas estiverem apresentando tamanho inferior a 10 cm de altura e a maior dose quando as plantas estiverem com até 15 cm. Utilizar volume 200 litros de água/ha para a preparação da calda de aplicação. Aplicação em SOJA:
| Folha estreita | Dose | Número de | ||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | L p.c./ha | g e.a./ha | Aplicações | ||||||||||
| Capim carrapicho | Cenchrus echinatus | 2,25 – 3,0 | 405 - 540 | 1 | ||||||||||
| Capim colchão | Digitaria horizontalis | 3,0 – 3,9 | 540 - 702 | |||||||||||
| Capim favorito | Rhynchelitrum repens | |||||||||||||
| Folha larga | Dose | |||||||||||||
| Nome Comum | Nome Científico | L p.c./ha | g e.a./ha | |||||||||||
| Caruru roxo | Amaranthus hybridus | 2,0 - 3,0 | 360 - 540 | |||||||||||
| Picão Preto | Bidens pilosa | 2,25 – 3,0 | 405 - 540 |
Caruru roxo Amaranthus hybridus 2,0 - 3,0 360 - 540 Picão Preto Bidens pilosa 2,25 – 3,0 405 - 540 L p.c./ha = litros de produto comercial por hectare g e.a./ha = gramas de equivalente ácido por hectare ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Uma aplicação única deverá ser realizada em Pré-emergência da cultura e Pós-emergência das plantas infestantes A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento da planta infestante, utilizar a menor dose quando as plantas estiverem apresentando tamanho inferior a 10 cm de altura e a maior dose quando as plantas estiverem com até 15 cm. Utilizar volume 200 litros de água/ha para a preparação da calda de aplicação. Aplicação em ALGODÃO Geneticamente Modificado Tolerante ao Glifosato:
| Folha estreita | Dose | Número de | ||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | L p.c./ha | g e.a./ha | Aplicações | ||||||||||
| Capim carrapicho | Cenchrus echinatus | 2,0 - 3,0 | 360 - 540 | 1 | ||||||||||
| Capim pé de galinha | Eleusine indica | 2,7 - 4,0 | 486 - 720 | |||||||||||
| Folha larga | Dose | |||||||||||||
| Nome Comum | Nome Científico | L p.c./ha | g e.a./ha | |||||||||||
| Apaga fogo | Alternanthera tenella | 2,0 - 3,0 | 360 - 540 | |||||||||||
| Caruru de mancha | Amaranthus viridis | |||||||||||||
| Corda de viola | Ipomoea nil | 4,0 - 5,3 | 720 - 954 | |||||||||||
| Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4,0 - 5,3 | 720 - 954 |
Apaga fogo Alternanthera tenella 2,0 - 3,0 360 - 540 Caruru de mancha Amaranthus viridis Corda de viola Ipomoea nil 4,0 - 5,3 720 - 954 Trapoeraba Commelina benghalensis 4,0 - 5,3 720 - 954 L p.c./ha = litros de produto comercial por hectare g e.a./ha = gramas de equivalente ácido por hectare ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a infestante apresentar entre 10 a 15 cm de altura, utilizar a menor dose quando as plantas estiverem apresentando tamanho inferior a 10 cm de altura e a maior dose quando as plantas estiverem com até 15 cm. Utilizar volume 200 litros de água/ha para a preparação da calda de aplicação. APLICAÇÃO ÚNICA: A aplicação deverá ser realizada entre 25 a 35 dias após a emergência da cultura (máximo 4 folhas do algodão)
Aplicação em MILHO Geneticamente Modificado Tolerante ao Glifosato:
| Folha estreita | Dose | Número de | ||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | L p.c./ha | g e.a./ha | Aplicações | ||||||||||
| Capim carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,6 – 2,4 | 288 – 432 | 1 | ||||||||||
| Capim colchão | Digitaria horizontalis | 1,6 – 2,4 | 288 – 432 | |||||||||||
| Capim pé de galinha | Eleusine indica | 2,4 – 3,2 | 432 - 576 | |||||||||||
| 2,0 / 2,7 * | 360 / 486 | 2 | ||||||||||||
| Folha larga | Dose | Número de | ||||||||||||
| Nome Comum | Nome Científico | L p.c./ha | g e.a./ha | Aplicações | ||||||||||
| Apaga fogo | Alternanthera tenella | 2,7 – 5,3 | 486 - 954 | 1 | ||||||||||
| Beldroega | Portulaca oleracea | 4,0 – 5,3 | 720 - 954 | |||||||||||
| Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2,7 - 4,0 | 486 - 720 | |||||||||||
| Caruru de mancha | Amaranthus viridis | 2,7 - 4,0 | 486 - 720 | |||||||||||
| 2,0 / 2,7* | 360 / 486 | 2 | ||||||||||||
| Leiteira | Euphorbia heterophylla | 2,7 - 4,0 | 486 - 720 | 1 | ||||||||||
| 2,0 / 2,7* | 360 / 486 | 2 |
Leiteira Euphorbia heterophylla 2,7 - 4,0 486 - 720 2,0 / 2,7* L p.c./ha = litros de produto comercial por hectare g e.a./ha = gramas de equivalente ácido por hectare *As doses separadas por “ / ” referem-se à aplicação sequencial. ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a infestante apresentar entre 10 a 15 cm de altura, utilizar a menor dose quando as plantas estiverem apresentando tamanho inferior a 10 cm de altura e a maior dose quando as plantas estiverem com até 15 cm. Utilizar volume 200 litros de água/ha para a preparação da calda de aplicação. APLICAÇÃO ÚNICA: A aplicação deverá ser realizada até aos 15 dias após a emergência da cultura, APLICAÇÃO SEQUENCIAL: Em áreas de alta infestação e/ou germinação não uniforme das plantas infestantes recomenda-se realizar a aplicação sequencial (duas aplicações). A primeira, até aos 15 dias após a emergência da cultura, seguida de uma segunda, com intervalo de cerca de 15 dias entre as duas aplicações. Realizar no máximo duas aplicações do produto durante o ciclo/safra da cultura. Aplicação em SOJA Geneticamente Modificado Tolerante ao Glifosato:
| Folha estreita | Dose | Número de | ||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | L p.c./ha | g e.a./ha | Aplicações | ||||||||||
| Capim colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 -2,7 | 360 - 486 | 1 | ||||||||||
| 1,4 / 2,0 * | 252 / 360 | 2 | ||||||||||||
| Folha larga | Dose | Número de | ||||||||||||
| Nome Comum | Nome Científico | L p.c./ha | g e.a./ha | Aplicações | ||||||||||
| Apaga fogo | Alternanthera tenella | 2,0 -2,7 | 360 - 486 | 1 | ||||||||||
| Caruru rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,4 - 2,0 | 252 - 360 | 1 | ||||||||||
| 1,4 / 2,0 * | 252 / 360 | 2 | ||||||||||||
| Caruru de mancha | Amaranthus viridis | 1,4 - 2,0 | 252 - 360 | 1 | ||||||||||
| Corda de viola | Ipomoea nil | 3,0 - 4,0 | 540 - 720 | 1 | ||||||||||
| Guanxuma | Sida rhombifolia | 2,0 - 3,0 | 360 - 540 | 1 | ||||||||||
| Leiteira | Euphorbia heterophylla | 3,0 – 4,0 | 540 - 720 | 1 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a infestante apresentar entre 10 a 15 cm de altura, utilizar a menor dose quando as plantas estiverem apresentando tamanho inferior a 10 cm de altura e a maior dose quando as plantas estiverem com até 15 cm. Utilizar volume 200 litros de água/ha para a preparação da calda de aplicação. APLICAÇÃO ÚNICA: A aplicação deverá ser realizada até aos 25 dias após a emergência da cultura. APLICAÇÃO SEQUENCIAL: Em áreas de alta infestação e/ou germinação não uniforme das plantas infestantes recomenda-se realizar a aplicação sequencial (duas aplicações). A primeira, até aos 25 dias após a emergência da cultura, seguida de uma segunda, com intervalo de cerca de 15 dias entre as duas aplicações. Realizar no máximo duas aplicações do produto durante o ciclo/safra da cultura. Produto recomendado para o controle não seletivo de plantas infestantes nas seguintes situações: • Eliminação de plantas infestantes em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) nas culturas de café, citrus, eucalipto e uva; • Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar; • Renovação de pastagem.
| Cultura | Folha estreita | Dose | Número de Aplicações | ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | L p.c./ha | g e.a./ha | ||||||||
| Café, Citrus, Eucalipto e Uva | Capim braquiária | Brachiaria decumbens | 4,0 - 6,0 | 720 - 1080 | 1 | ||||||
| Capim carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,5 - 2,25 | 270 - 405 | ||||||||
| Capim colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 - 3,0 | 360 - 540 | ||||||||
| Capim colonião | Panicum maximum | 5,0 - 7,5 | 900 - 1350 | ||||||||
| Pastagem (Renovação) | Capim braquiária | Brachiaria decumbens | 6,0 – 7,9 | 1080 - 1422 | |||||||
| Cana-de-açúcar (Dessecação) | Cana-de açúcar | Saccharum officinarum | 5,0 - 7,5 | 900 - 1350 | |||||||
| Cultura | Folha estreita | Dose | Número de Aplicações | ||||||||
| Nome Comum | Nome Científico | L p.c./ha | g | ||||||||
| e.a./ha | |||||||||||
| Café, Citrus, Eucalipto e Uva | Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,5 – 2,0 | 270 - 360 | 1 | ||||||
| Picão preto | Bidens pilosa | 1,5 - 2,25 | 270 - 405 | ||||||||
| Leiteira | Euphorbia heterophylla | 6,0 – 8,0 | 1080 - 1440 | ||||||||
| Picão branco | Galinsoga parviflora | 1,5 - 2,0 | 270 – 360 | ||||||||
| Corda de viola | Ipomoea aristolochiaefolia | 4,5 - 6,0 | 810 - 1080 | ||||||||
| Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2,0 - 3,0 | 360 - 540 | ||||||||
| Fedegoso | Senna obtusifolia | 5,0 - 7,5 | 900 - 1350 | ||||||||
| Guanxuma | Sida rhombifolia | 4,5 - 6,0 | 810 - 1080 |
Guanxuma Sida rhombifolia 4,5 - 6,0 810 - 1080 L p.c./ha = litros de produto comercial por hectare g e.a./ha = gramas de equivalente ácido por hectare ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a infestante apresentar entre 10 a 15 cm de altura, utilizar a menor dose quando as plantas estiverem apresentando tamanho inferior a 10 cm de altura e a maior dose quando as plantas estiverem com até 15 cm. Utilizar volume 200 litros de água/ha para a preparação da calda de aplicação.
Eliminação da Soqueira de Cana-de-açúcar: A aplicação deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
MODO DE APLICAÇÃO
O produto BGT® pode ser aplicado através de equipamentos terrestres e aéreos, observando as seguintes recomendações que se seguem: - Aplicação terrestre:
| Equipamento | Tipos de | Vazão | Pressão | Tamanho de | Densidade | ||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| bicos | (L/ha) | (Libras/Pol2) | gotas (µm) | (gotas/cm3) | |||||||||||
| Tratorizado convencional | 80.03 / 80.04 / 110.03 / 110.04 | 200 – 400 | 30 – 40 | 300 – 600 | 30 - 40 | ||||||||||
| Bentley | X-2 | 80 - 120 | 40 – 60 | 200 – 300 | 50 – 100 | ||||||||||
| BT-3* | |||||||||||||||
| Costal manual | 110.01 / TK- 05 | 150 – 200 | 20 – 30 | 200 – 400 | 20 – 30 | ||||||||||
| Costal manual | 80.02 / 110.02 | 300 – 400 | 20 – 30 | 200 – 600 | 20 - 30 |
* Marca registrada de equipamentos Bentley - Aplicação Aérea: Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema (qualquer modelo). - Volume de aplicação: 40-50 L/ha. - Altura de voo: 4-5 m. do topo da cultura. - Largura da faixa de deposição: 15m. - Tamanho de gotas: 110-120 µm. - Densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm2 (DMV: 420-450 µ). - Bicos de pulverização: Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420450 µ à pressão de 15-30 psi. - Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizados barra de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4-5 em cada uma delas deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas. - U.R. minima: 55% - Velocidade máxima do vento: 10 km/h (3 m/s) Para as culturas indicadas, aplica-se BGT® em jato dirigido ou protegido, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem). Em plantio direto, aplicar antes do plantio da cultura. Aplica-se BGT® em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato. No caso de eliminação de soqueira, aplicar sobre as folhas em área total. PREPARO DA CALDA PARA PULVERIZAÇÃO: Deve-se encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar BGT®. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante todo o preparo e durante a aplicação do produto. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
| Culturas | Modalidade de Emprego | Intervalo de Segurança |
|---|---|---|
| (Aplicação) | (dias) | |
| Algodão | Pós-emergência | (1) |
| Café | Pós-emergência | 15 dias |
| Cana-de-açúcar | Pós-emergência | (2) |
| Citros | Pós-emergência | 30 dias |
| Eucalipto | Pós-emergência | U.N.A. |
| Milho | Pós-emergência | (3) |
| Pastagem | Pós-emergência | (2) |
| Soja | Dessecante | 7 dias |
| Soja | Pós-emergência | (4) |
| Uva | Pós-emergência | 17 dias |
U.N.A: Uso Não Alimentar (1) O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. (2) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. (3) O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. (4) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)
LIMITAÇÕES DE USO
Fitotoxicidade: Durante a aplicação em jato dirigido, deve-se evitar que a calda de herbicida atinja as partes das plantas úteis. BGT® não danifica plantas com caules suberizados, caso os atinja. Outras restrições: Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta. A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10º dia após o tratamento. Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão). Não aplicar BGT® com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção). Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de BGT®. Evitar o pastoreio ou ingestão de plantas daninhas por animais logo após a aplicação de BGT®.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO G HERBICIDA O produto herbicida BGT® é composto por Glifosato que apresenta mecanismo de ação dos inibidores da EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas infestantes e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. Precauções Gerais: - Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com a vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental, máscara, óculos de proteção e luvas de nitrila. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. Precauções durante o Manuseio: - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental, máscara, óculos de proteção e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Precauções Durante a Aplicação do produto: - Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize Equipamentos de Proteção Individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental, máscara, óculos de proteção e luvas de nitrila. Precauções após Aplicação do produto: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada”. - Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão impermeável, luvas e botas de borracha. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, botas, avental, macacão, luvas e máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Pode ser perigoso se ingerido Pode ser perigoso em contato com a pele ATENÇÃO Pode ser perigoso se inalado Provoca irritação ocular grave Provoca moderada irritação a pele PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR BGT® Informações Médicas
| Grupo químico | Glifosato - sal de isopropilamina: Glicina substituída. |
|---|---|
| Classe Toxicológica | Categoria 5 – Produto Improvável de causar dano agudo |
| Vias de exposição | Inalatória, dérmica, oral e mucosa. |
| Toxicocinética | A alta solubilidade do glifosato em água e baixa solubilidade em lipídios sugerem que ele não deva bioacumular e, de fato, dados científicos comprovam este comportamento. Os estudos demonstram que o glifosato é muito lentamente absorvido através da membrana gastrintestinal e que há um mínimo de retenção nos tecidos e uma rápida eliminação de resíduos em várias espécies animais. A não retenção e rápida eliminação do glifosato indica que, mesmo no caso de exposição repetida, o produto não é acumulado no corpo. O glifosato é metabolizado principalmente em AMPA (ácido aminometilfosfônico) que aparece no plasma cerca de 3,5 horas após a ingestão. Ambos, glifosato e seu metabólito, são excretados através da urina em até 7 dias. |
|---|---|
| Mecanismos de Toxicidade | Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos. Testes de curto prazo mostram que o glifosato e suas formulações apresentam baixo nível de toxicidade aguda. Os estudos toxicológicos crônicos (alimentação em espécies roedoras e não roedoras durante 2 anos), não apresentam efeitos adversos significativos. |
| Sintomas e sinais clínicos | As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração, e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição ao tipo de formulação. Em casos de exposição: • INGESTÃO: podem ocorrer lesões corrosivas (ulcerativas) das mucosas oral, esofágica, gástrica e, menos frequentemente, duodenal; disfagia, epigastralgia, náusea/vômitos, cólicas, diarréia. Também são observadas hematêmese e melena, assim como hepatite anictérica e pancreatite aguda; hipotensão arterial, choque cardiogênico. Hipoxemia leve assintomática detectável por gasometria; infiltrado alveolar ou intersticial ao raio X, taquipnéia, dispnéia, tosse, broncoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico e falência respiratória. Pode ocorrer pneumonite por bronco-aspiração. Também pode ocorrer oligúria, anúria e hematúria; acidose metabólica e insuficiência renal nosmais seriamente intoxicados. As alterações neurológicas, que podem se complicar com convulsões, coma e morte, são atribuídas a hipóxia e/ou hipotensão. • CUTÂNEA: pode ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido, vesículas, eczema). • OCULAR: pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral. • RESPIRATÓRIA: pode ocorrer irritação das vias respiratórias altas. Nos casos de aspiração pode ocorrer pneumonite química. Este produto contém isopropilamina, extremamente lesivo à mucosa do trato respiratório superior, causando queimação e dor de garganta, laringite, sibilância; rubor; flictenas e queimaduras cutâneas; irritação ocular, conjuntivite e ceratite, com prejuízo da visão; cefaleia, cãibrase náusea. Esses sintomas não se manifestam imediatamente após à exposição. |
| Efeitos sinérgicos | Não foram relatados efeitos de interações químicas para este produto. |
| Diagnóstico | O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis. |
| Tratamento | Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorespiratória, hipotensão e arritimias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente. |
| Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Intubação e ventilação conforme necessário, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou comprometimento neurológico. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se o quadro de intoxicação for severo, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a absorção e os efeitos locais. Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto proceder com: - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão. - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff. ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição. Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado, fornece adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica. Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento. Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico. Antídoto: Não existe antídoto específico. Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. | |
|---|---|
| Contraindicação | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. |
| ATENÇÃO | As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS | ||
|---|---|---|---|
| As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS) Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária Telefone de Atendimento da Empresa: (11) 3782-4158 | |||
| MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: | |||
| Vide item Toxicocinética e Vide item Toxicodinâmica. |
Telefone de Atendimento da Empresa: (11) 3782-4158
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Vide item Toxicocinética e Vide item Toxicodinâmica. Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: > 5000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos (4 horas): > 5,19 mg/L Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Em estudo de irritação dérmica, o produto apresentou leve eritema. Sendo reversíveis em 72 horas de observação. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritabilidade ocular em coelhos, BGT® apresentou opacidade ocular leve e irritação leve da conjuntiva, sendo considerado medianamente irritante aos olhos. Sendo reversíveis em 72 horas de observação. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto é considerado não sensibilizante cutâneo. Mutagenicidade: O teste de Ames e Micronúcleos não apresentaram efeitos mutagênicos. Efeitos crônicos: Em estudos realizados com Glifosato Técnico administrado à dieta de camundongos por 90 dias não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso. Os exames macroscópicos na necrópsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto. Estudo crônico conduzido com cães não revelou efeito adverso em nenhum dos níveis de dosagem testados. Estudos combinados de longo prazo/carcinogenicidade com ratos e camundongos não evidenciaram efeitos carcinogênicos. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução do peso corpóreo nos machos que receberam a dose mais elevada da substância teste e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento com a maior dose. Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste. A dilatação tubular focal dos rins observada nos fetos machos que receberam a dose mais alta no estudo de reprodução em 3 gerações com ratos, não foi observada no estudo conduzido em 2 gerações e não foi considerada como efeito relacionado ao tratamento.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: • Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). • Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). • Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) • Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamentos com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. 2.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Gaia Agro Solutions Comércio Importação e Exportação Ltda - telefone de emergência: (11) 3782-4158. - Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações. 4.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL - LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. -
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA. -
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. -
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM FLEXÍVEL - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA. O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. -
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA. -
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. -
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. - DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. - TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis